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Etiqueta: casas

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  • Jovens voluntários reabilitam habitações de famílias vulneráveis

    Jovens voluntários reabilitam habitações de famílias vulneráveis

    Castro Marim – Um grupo de jovens voluntários do projeto Just a Change concluiu, no mês de agosto, a reabilitação de três habitações pertencentes a famílias em situação de vulnerabilidade no concelho de Castro Marim. As intervenções ocorreram nas localidades de Castro Marim, Corujos e Corte Pequena.

    O projeto, uma parceria entre a associação sem fins lucrativos Just a Change, o Município de Castro Marim e a Associação de Bem Estar Social da Freguesia do Azinhal, reuniu cerca de 30 voluntários, incluindo estudantes universitários, profissionais de saúde e designers, que dedicaram o seu tempo e habilidades para melhorar as condições de vida das famílias necessitadas.

    As obras de reabilitação foram supervisionadas por um profissional especializado na área.

    A iniciativa da Just a Change visa combater a pobreza habitacional através da renovação de casas em condições precárias. O objetivo principal é dignificar as habitações degradadas, proporcionando esperança e estabilidade a famílias em risco, em consonância com o novo Regulamento de Ação Social do Município de Castro Marim e em colaboração com outras entidades.

    «Pretendeu-se assim dignificar habitações degradadas, proporcionando esperança e estabilidade a famílias em risco», afirmou um representante do Município de Castro Marim.

    As habitações reabilitadas foram entregues aos seus proprietários no final de agosto, numa cerimónia que marcou o final do projeto e o início de um novo capítulo para as famílias beneficiadas. O impacto social da intervenção é medido pela melhoria significativa na qualidade de vida destas famílias.

    O projeto foi celebrado com um almoço-convívio entre os voluntários e as famílias, marcando o encerramento da iniciativa.

  • Município de Olhão lança concurso para venda de 104 casas a custos controlados

    A Câmara Municipal de Olhão, através da empresa municipal Fesnima, lançou um concurso para a aquisição de 104 habitações a custos controlados, localizadas no Loteamento da Antiga Litografia. A iniciativa visa proporcionar soluções de habitação acessível a jovens e famílias da classe média no concelho.

    As candidaturas estão abertas até 15 de novembro de 2025 e devem ser submetidas nos canais oficiais da Fesnima, cujo anúncio e documentação completa podem ser consultados no seu site.

    Tipologias e preços acessíveis – O projeto, distribuído por seis blocos de cinco pisos, oferece 104 apartamentos e igual número de lugares de estacionamento. As tipologias disponíveis e respetivos preços de venda são:

    T1: 4 fogos, com o preço de 135.000€; T2: 50 fogos, com o preço de 155.000€: e T3: 50 fogos, com o preço de 185.000€. De acordo com o comunicado da autarquia, as casas terão áreas exteriores cobertas «mais amplas do que o habitual neste tipo de habitação».

    A atribuição das frações será realizada através de um procedimento de concurso por sorteio, dividido em duas fases, conforme estipulado no regulamento do concurso.

    Esta ação enquadra-se na política local de habitação do município, que reforça o seu compromisso em oferecer habitação digna e a preços controlados.

  • Preço das Casas subiu 15% no Algarve

    Os preços das casas para arrendar no Algarve subiram 15% em janeiro face ao mesmo mês do ano anterior, segundo o índice de preços do Idealista,.

    Arrendar casa tinha um custo de 15,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, tendo em conta o valor mediano.

    No último ano, os preços na região subiram em Lagos (6,5%), Olhão (6%), Portimão (5,2%), Loulé (4,7%) e Faro (4,3%). O município mais caro para arrendar casa é Loulé (16,8 euros/m2), seguido Lagos (14,7 euros/m2), Portimão (13,5 euros/m2), Faro (13,5 euros/m2) e Olhão (11,8 euros/m2).

    A nível nacional, o preço da habitação subiu 4,1% em janeiro, situando-se em 16,4 euros/m2.

    Para a realização o seu índice de preços imobiliários o Idealista, analisa ​​os preços de oferta com base nos metros quadrados construídos, publicados pelos seus anunciantes. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

    Incluí ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descarta todos os anúncios que se encontram na base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

  • Oferta de arrendamento em 2024

    A atividade de arrendamento contraiu em meados do ano passado, o que pode ser justificado quer pela falta de oferta, quer pelos novos estímulos à compra de casa (queda dos juros ou isenção de IMT Jovem), informa o Idealista/news.

    Este menor dinamismo no arrendamento, a par da maior rentabilidade nos imóveis comprados para arrendar e chegada de novos empreendimentos imobiliários ao mercado, podem ajudar a explicar o facto de a oferta de casas para arrendar em Portugal ter aumentado 59% no final de 2024 face ao que estava disponível no mesmo período de 2023.

    Esta informação partiu da análise de dados do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.

  • 150 novas casas em Castro Marim

    150 novas casas em Castro Marim

    A câmara municipal de Castro Marim anunciou ter avançado com candidaturas para construir e reabilitar mais de 150 casas no concelho.

    Foi a crise habitacional que o país atravessa, em particular no Algarve e em Castro Marim, que motivou o Município para o desenvolvimento de um conjunto de atos que sustentasse as candidaturas para a construção de 84 fogos e reabilitação de outros 78 já existentes, e ainda também reabilitação de habitações dos próprios agregados, no âmbito do Programa 1.º Direito, do Plano de Recuperação e Resiliência.

    A autarquia especifica que «Serão criadas habitações condignas para 109 famílias e construídos apartamentos para habitação a custos controlados, além da conservação da habitação existente, para as famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária nacional».

    No município, reconhece a câmara municipal «não temos habitação acessível para as famílias, nem disponível para a Câmara Municipal comprar e disponibilizar para arrendamento»,

    A autarquia salienta o esforço para chegar ao ponto em que «Se tudo for aprovado, teremos cerca de 100 famílias, daqui a três anos, com novas condições de habitabilidade, mais felizes e com outra motivação para a vida, onde a casa é condição básica».

    A preocupação foi enquadrar esta nova realidade dentro das malhas urbanas de Altura e Castro Marim, mas também em áreas mais rurais, como é o caso do conjunto habitacional que nos propõe em Odeleite.

    Por enquanto, e como se trata de uma candidatura, tudo são esperanças e a autarquia assinala que para já, não gostaría de criar expectativas infundadas «mas sentimos que já estamos no caminho de em 2027, poder acontecer”, considera a vice-presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra.

    Trata-se de um investimento superior a 12 milhões de euros, inserido também na Estratégia Local de Habitação, que poderá dar a possibilidade ao Município de construir mais 62 fogos em Castro Marim, 15 em Altura e 7 em Odeleite, de várias tipologias, cujos processos já estão em curso.

    O Município de Castro Marim acredita que a criação de habitação e de infraestruturas é fundamental para aumentar a atratividade do concelho e lutar contra a desertificação, nomeadamente na aldeia de Odeleite.

    Dia ainda Filomena Sintra: «Não vejo a hora de poder ajudar a angústia das famílias que vivem em sobrelotação, ou em condições indignas, muitos deles trabalhadores com filhos, que não encontram no mercado casas para comprar ou arrendar. O nosso compromisso é continuar a trabalhar para que esta realidade possa acontecer. Também estamos muito focados para que famílias que têm casas a necessitar de reabilitação possam ter o apoio necessário para as obras e assim manterem as suas habitações. A par desta estratégia, teremos também um regulamento para venda e construção a custos controlados. Este é nosso foco e para esta matéria empenharemos a nossa equipa».

    A abertura de um período para inscrições dos interessados, com base num regulamento que será público, está prevista paras breve.

    A Estratégia Local de Habitação e o 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação é uma iniciativa governamental e têm como objetivo promover soluções habitacionais adequadas às pessoas ou famílias que vivam em más condições ou estejam em situação de carência financeira.

  • Dia de entrega das casas no Monte Fino

    Dia de entrega das casas no Monte Fino

    Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal, esteve presente e declarou que a entrega de casas ia prosseguir e que aquele era um dia feliz porque o fazia a famílias que estavam a viver em condições indevidas.

    A autarquia considera que está a «dar mais um passo na melhoria das condições de vida de meia centena de pessoas, que passam a ter acesso a uma habitação digna».

    Ao longo dos últimos dois anos, a Estratégia Local de Habitação de VRSA já permitiu atribuir casa a uma centena de famílias do concelho que se encontravam em situação de vulnerabilidade e assegurou a resolução de situações específicas e urgentes de carência habitacional, como temos noticiado.

    O investimento já concretizado ascende a cerca de 12 milhões de euros.

  • Limite no aumento das rendas de casa

    Limite no aumento das rendas de casa

    O PCP vai apresentar, no Parlamento, uma iniciativa para limitar o aumento das rendas a 0,43%, seja para contratos atuais ou novos contratos.

    Em nota enviada à Comunicação Social, o partido adianta que apresentará no decorrer dos primeiros dias dos trabalhos na Assembleia da República uma iniciativa legislativa para dar expressão à proposta.

    Baseiam-se no fato de, no seu entender, os dados da inflação, divulgados pelo INE, que apontam para uma atualização de rendas, no próximo ano, de 6,94% permitem avaliar o agravar ainda mais as dificuldades no acesso à habitação, num país cuja população está confrontada com aumentos brutais no valor das rendas e dos empréstimos à habitação”.

    No que toca à inflação, os comunistas apontam que em agosto foi interrompido o ciclo de desaceleração da inflação homóloga que se vinha a verificar desde novembro passado ese confirma o «persistente e prolongado aumento dos preços, que corrói as condições de vida dos trabalhadores e da população e que transforma o aumento dos salários e das pensões numa emergência nacional”.

  • Alcoutim no podium da procura de casas em Portugal Continental

    Alcoutim no podium da procura de casas em Portugal Continental

    Alcoutim , no Algarve, Porto Moniz, na Madeira) e Pedrogão Grande, em Leiria, são as localidades mais procuradas pelos estrangeiros para comprar e arrendar casa em Portugal, revelou um estudo realizado pelo Idealista, ao analisar o número de visitas recebidas na sua base de dados, durante os meses de junho e julho.

    O pódio, dos cinco primeiros, completa-se com o município de Nordeste, na ilha de São Miguel, e de Penamacor, em Castelo Branco.

    fonte da notícia

  • Apartamentos de Monte Fino para situações de sem-abrigo

    Apartamentos de Monte Fino para situações de sem-abrigo

    Dentro do Programa do 1º Direito e da estratégia local que o município de Vila Real de Santo António definiu para a habitação a câmara municipal divulgou que vai, ainda nos primeiros meses do ano em curso, adquirir 29 apartamentos destinados a resolver situações urgentes dos sem-abrigo.

    Para tal, comprará um Aparthotel situado antigo aldeamento turístico Monte Fino, na entrada norte de Monte Gordo. O hotel está em situação de insolvência e o custo da operação de aquisição está estimado em 1,9 milhões de euros, sendo a autarquia financiada na íntegra pelos programas governamentais de habitação.

    «Os apartamentos ficam no Monte Fino, na freguesia de Monte Gordo. Serão destinados a pessoas sem-abrigo, para a reinserção social. Vai ser excelente!», revelou o edil vila-realense.

    Estas aquisições estão a ser realizadas no âmbito da Estratégia Local de Habitação (ELH) de VRSA, que abrange 2139 pessoas integradas em 824 agregados familiares, numa estimativa de investimento que ronda os 107 milhões de euros, maioritariamente de promoção municipal (87 milhões de euros).

    Veja mais sobre a estratégia de Vila Real de Santo António

    A autarquia está também atenta a outras situações de prédios disponíveis, procurando introduzir algum controlar no mercado da habitação, inclusivamente para a classe média.

  • Uma casa flutuante

    Uma casa flutuante

    As SeaPods são casas flutuantes inteligentes e uma proposta se para viver no mar. Trata-se de um projeto de habitação modular da empresa Ocean Builders, que, segundo a empresa, estará disponível em 2024.

    A empresa Ocean Builders está especializada em tecnologia marinha inovadora e acaba de lançar uma nova frota de casas modulares projetadas para viver no meio do oceano. As cápsulas foram batizadas como SeaPods e desenhadas pelo arquiteto Koen Olthuis.

    Trata-se de um projeto de casas futuristas com 77 metros quadrados de área de estar distribuídos em três níveis, incluindo um quarto principal com 21,5 m2 com vista panorâmica para o mar, uma sala de estar que pode ser configurada como um espaço para receber hóspedes ou como segundo quarto, cozinha, casa de banho que inclui jacuzzi com capacidade para quatro pessoas, terraço e opcionalmente um pátio que flutua 1,5 metros acima da água e que é o local perfeito para relaxar, meditar ou jantar.

    Os recursos inteligentes da casa permitem abrir a porta sem chave, apenas com recurso a um anel no dedo e para ter acesso à ao duche ou banheira na temperatura e pressão da preferência de cada pessoa, colocar a música, acender e apagar as luzes…

    Para não prejudicar o meio ambiente, o SeaPod não tem fundações. Flutua como um iceberg, usando tubos de aço cheios de ar., permitindo-lhe permanecer três metros acima da água, o que também significa que não é particularmente afetada pelas ondas, segundo os seus criadores, e mais segura do que uma casa na costa em caso de tsunami.

    Após vários anos de estudos e testes, estão cada vez mais próximos de se tornarem realidade: espera-se que em 2024 sejam instalados no oceano, a poucos metros da Linton Bay Marina, no Panamá – será possível reservá-los por uma noite como hóspedes, ou comprá-los. No futuro, espera-se que também possam ser instalados em outras partes do mundo.

    Visto em Idealista/News

  • Com a casa às costas num contentor

    Com a casa às costas num contentor

    Apesar da habitação ser o grande novo foco o negócio da utilização de contentores, para lá da habitação própria, a atividade da empresa estende-se ao turismo, piscinas, spa, venda de produtos e escritórios. A empresa afirma estar numa fase de grande procura e que este tipo de construção se encontra mais desenvolvida no estrangeiro que se caminha em Portugal para nos equipararmos aos valores lá de fora.

    As casas em contentores tem por base o conceito de casas pré-fabricas e reutilizam um contentor marítimo que já não serve para o seu propósito inicial.

    Nem tudo são rosas é há que contar com a personalização que se deseje e o ajuste que se faça ao produto base. A origem do contentor, o trabalho de adaptação em função do estado em que se encontra, e de como se resolve a questão do desempenho térmico, são fatores importantes.

    Estas casas são transportáveis para outros terrenos de assentamento e destacam-se por serem mais baratas e mais rápida de construir.

    Photo by Nick Karvounis on Unsplash