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  • Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    AMAL e ICNF apresentam o caderno pedagógico «O Camaleão Que Não Mudava de Cor», destinado a alunos do 2º ciclo.

    Trata-se de um livro editado pela Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e pela Direção Regional do Algarve do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e foi apresentado no Centro de Educação Ambiental de Marim, em Olhão.

    O caderno tem duas partes distintas: a primeira, é um conto para colorir, da autoria de Ana Xavier e ilustrações de João Pinto, que aborda temas como a amizade, a autoestima, a exclusão e as migrações.

    Revela a morfologia e o comportamento do camaleão-comum, a única espécie de camaleão que ocorre em Portugal (e na Europa).

    Tem uma segunda parte, de carácter informativo, sobre as características e comportamento do camaleão-comum, com fotografias de Teresa Patrício, do RIAS e da Associação A ROCHA. No final, tem ainda jogos e desafios propostos pela técnica da AMAL, Susana Marreiros.

    Este projeto está direcionado para alunos do 2º ciclo e assenta no princípio de que «Só se ama aquilo que se conhece», tendo por objetivo dar a conhecer o camaleão-comum e o seu habitat, cuja preservação é urgente.

    Trata-se de uma iniciativa desenvolvida no âmbito da cogestão do Parque Natural da Ria Formosa e financiada pelo Fundo Ambiental.

    Na sessão de apresentação do caderno, estiveram presentes várias turmas da área do Parque Natural da Ria Formosa (Olhão, Faro e Tavira), tendo o conto sido lido por alunos da Escola E. B. 2 3 João da Rosa, a que se seguiu a distribuição dos cadernos pelos alunos e uma apresentação interativa pelo ilustrador João Pinto.

    Tanto o Primeiro Secretário da AMAL, Joaquim Brandão Pires, como o Diretor Regional do ICNF, Castelão Rodrigues, aproveitaram a ocasião para alertar e sensibilizar os mais novos para a importância da preservação não só desta espécie, mas da natureza, como um todo, porque «só assim poderemos ter uma sociedade mais sustentável».

  • RIAS prossegue o trabalho de recuperação de animais selvagens em Olhão

    RIAS prossegue o trabalho de recuperação de animais selvagens em Olhão

    Um deles, bastante pequeno, tinha chegado ao RIAS após ter sido vítima de predação, apresentando pequenas feridas no tórax, resultado dos dentes afiados que o tentaram trincar.

    O segundo camaleão, adulto, ingressou com ferimentos de origem desconhecida, mas a preocupação com este indivíduo era o seu «estado de graça», anotaram os técnicos daquele organismo, pois tratava-se de uma fêmea grávida.

    Sem necessidade de a manter muito tempo em cativeiro, foi libertada poucos dias depois de chegar, para que pudesse procurar um local adequado para os seus ovos.

  • RIAS de Olhão devolve camaleão à Natureza

    RIAS de Olhão devolve camaleão à Natureza

    O RIAS recebeu uma chamada um pouco insólita, relata estre Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa, localizado na Quinta de Marim (Olhão).

    De Lisboa, ligou-lhes uma pessoa que tinha em sua posse um camaleão. A história relatada ao RIAS era que conhecia uma senhora que esteve no Algarve e decidiu levar um camaleão que encontrou nas suas férias, o qual manteve ilegalmente e em muito más condições.
    O RIAS relembra que o camaleão-comum é uma espécie cujo habitat natural inclui pinhais e dunas costeiras, mas também pomares tradicionais, e em Portugal esta espécie existe apenas pelo Algarve.

    Convenceram então a senhora a dar-lhes o camaleão para que o pudessem manter em melhores condições até virem ao Algarve. Finalmente concretizada a viagem, o camaleão chegou ao RIAS sem lesões físicas aparentes e «ficou sobre monitorização para confirmar que conseguiria capturar alimento sozinho e que o seu comportamento dito natural, não se havia alterado».

    Confirmado o bem-estar do animal geral, foi então devolvido à Natureza poucos dias depois, por quem fez mais de 200 km para o entregar ao seu local de origem. O RIAS é o tem como principal objetivo recuperar animais selvagens feridos ou debilitados.

    FONTE – RIAS – Facebook

  • Camaleão alvo de acções de defesa

    Camaleão alvo de acções de defesa

    Uma parceria entre a Associação “Vita Nativa” – Conservação do Ambiente e o município de Vila Real de Santo0 António, está a promover a conservação do camaleão comum (Chamaeleo chamaeleon), através do “Projeto Camaleão”.

    Foram já colocadas placas informativas da importância da conservação desta espécie no concelho de Vila Real de Santo António com o objetivo de desenvolver uma campanha de sensibilização de forma a valorizar a manutenção deste animal tão emblemática, promover a investigação científica sobre a sua ecologia e atual distribuição e capacitar o único centro de recuperação de animais selvagens do Algarve (RIAS) para a receção e recuperação de indivíduos encontrados feridos ou debilitados.

    Numa das placas que tivemos oportiunidade de ler no passadiço da Praia de Santo António, a placa faz o apelo a quem avist um camaleão que não lhe toque e telefone para as autoridades, para as efetivas medidas de protecção.