FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Cacela

  • CAIA-ME” – Dia da cal em Cacela Velha

    CAIA-ME” – Dia da cal em Cacela Velha

    Ação de voluntariado para a caiação do espaço público

    Sábado, 23 de Maio, 9h00 às 18h00

    Na vila histórica de Cacela Velha o uso da cal branca no revestimento das fachadas contribui para o caráter distintivo deste lugar. Nos últimos anos tem-se perdido o secular hábito dos habitantes manterem e caiarem as suas fachadas e muros comuns o que, entre outros fatores, tem contribuído o empobrecimento do caráter e imagem do núcleo histórico.

    Sendo Cacela Velha um lugares de maior interesse histórico e patrimonial da região, pretende-se com este dia:

    . Contribuir para a dignificação do espaço público de Cacela Velha

    . Revalorizar materiais e práticas ancestrais no contexto da arquitetura tradicional

    . Promover a troca de práticas e conhecimentos relacionados com os usos da cal

    . Envolver a população, agentes locais e público em geral na conservação e valorização do núcleo histórico de Cacela Velha

    Na sequência do sucesso das anteriores edições do “Caia-me” (2023-2025), vamos este ano dar continuidade à iniciativa.

    PARTICIPE NESTA AÇÃO DE VOLUNTARIADO PARA A CAIAÇÃO DE CACELA VELHA!

    Informações e inscrições

    Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

    Tel. 281 952600 | ciipcacela@gmail.com

    ADRIP- Associação de Defesa, Reabilitação, Investigação e Promoção do Património Natural e Cultural de Cacela

    Email – adrip.cacela@gmail.com

    Apoio: Ibérica – Eventos e Espetáculos e Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela

    Inscrições limitadas obrigatórias até ao dia 22 de Maio

    Almoço oferecido aos voluntários inscritos

  • O exemplo da Frusoal

    O exemplo da Frusoal

    O Triunfo da Cooperação sobre o Isolamento em Cacela

    ​A história da Frusoal confunde-se com a própria evolução da paisagem agrícola de Vila Nova de Cacela.

    Num território onde a terra sempre foi generosa, mas o mercado implacável, a empresa surge como a resposta necessária a um cenário de fragmentação que ameaçava a viabilidade das explorações familiares.

    ​O sucesso da Frusoal é a prova de que a resistência inicial de poucos foi vencida pela visão estratégica de outros. É um caso de estudo sobre como a união de esforços e a profissionalização da gestão podem transformar uma região marcada pelo pessimismo num polo de exportação e orgulho local.

    Visto no Facebook em Mais Cacela

  • Populares extinguem incêndio em Cacela

    Populares extinguem incêndio em Cacela

    Um incêndio ocorrido em Vila Nova de Cacela, no concelho de Vila Real de Santo António, junto à ponte de caminho de ferro, foi rapidamente extinto por populares, informou a Arenilha TV.

    A consolidação do trabalho dos populares coube aos operacionais dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim e aos Sapadores Florestais de Vila Real de Santo António.

    A Guarda Nacional Republicana (GNR), tomou conta da ocorrência. No local estiveram 26 operacionais, auxiliados por cinco viaturas e um meio aéreo.

    O alerta foi dado às 13:38 desta tarde de quinta-feira, 1 de agosto.

  • Programa erudito no antigo cemitério de Cacela

    Programa erudito no antigo cemitério de Cacela

    O piano é o destaque da 13ª edição do evento, com performances dos pianistas Joana Gama no dia 8 de agosto e Vasco Dantas no dia 22 de agosto, ambos a iniciar às 21h30.

    Desde 2008, o ciclo «Clássica em Cacela» é organizado pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, em parceria com o Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC) e a Algartes – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Música Erudita no Algarve, contando com o apoio do restaurante Chá com Água Salgada.

    Os bilhetes estão disponíveis por dez euros, com um preço reduzido de cinco euros para menores de 18 anos. Para mais informações, pode-se contactar ciipcacela@gmail.com ou ligar para o número 281 952 600.

    Joana Gama, a pianista portuguesa, é conhecida pela sua paixão por melodias quase silenciosas ou que induzem à contemplação. Ela tem interpretado obras de compositores como Erik Satie, John Cage, Federico Mompou e Hans Otte, a quem homenageou com o festival Hans Otte: Sound of Sounds entre 2021 e 2022.

    Joana Gama participa em diversos projetos que abrangem cinema, dança, teatro, fotografia e música. Ela compôs a trilha sonora de “KORA”, um curta-metragem de Cláudia Varejão, e atualmente trabalha no sexto álbum do seu duo de piano e eletrónica com Luís Fernandes, parceria que mantém desde 2014.

    A discografia variada de Joana Gama pode ser encontrada nas editoras Shhpuma, mpmp, Pianola, Boca/Douda Correria, Holuzam, Room 40 e Grand Piano.

    Vasco Dantas começou seus estudos musicais aos quatro anos de idade e hoje é o diretor artístico de festivais como Music Series Festivals, Sezim Music Series, Piano Concerto Festival e Algarve Music Series.

    O pianista Vasco Dantas acumula mais de 50 prémios e distinções em concursos de música, apresentando-se regularmente em prestigiadas salas de concerto pelo mundo. Ele já se apresentou como solista com várias orquestras nacionais e internacionais, tendo a oportunidade de trabalhar

  • António Cabrita apresentou «Na Bordinha D’Água»

    António Cabrita apresentou «Na Bordinha D’Água»

    Na mesa, estiveram presentes, para além do autor, Assunção Constantino, da Biblioteca Municipal Vicente Campinas que conduziu a cerimónia, Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Luís Filipe Rodrigues, presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela e José Estêvão Cruz, nosso diretor, que fez a recensão da obra.

    Durante a leitura, verificou-se que a poesia de António Cabrita ganha outra dimensão quando lida em voz alta e tal foi notado não apenas numa única leitura, mas em todos os participantes dos «Poetas do Guadiana» que fizeram a leitura.

    na bordinha dagua cabrita 4

    Entre palavras, o violinista Ayamontino, Paco Barrera, tocou para a assistência trechos de música clássica.

    Leram poemas do livro «Na Bordinha DÁgua», António Machado, Áurea Nobe, Célia Segura, Clémen Esteban Lorenzo, Ema sequeira e José Carlos Barros,

    A análise ao livro

    Convidado pelo autor para fazer a apresentação do seu livro, José Estêvão Cruz disse:

    «Os poemas que compõem este livro de António Cabrita relatam as reflexões, inquietações, a rejeição, o apoio, as maneiras de que tem de ver e de ser e, ainda, as que a presença diária numa praia como a da Manta Rota, de areia fina e mar tranquilo, suscita em todos quantos conseguem ver para além dos grãos de areia e do marulhar das ondas, na imensidão do mar em frente, acrescentam reflexões, alegrias, angústias e criam a inquietação e a vontade de plasmar os sentimentos muito pessoais em forma de verso.

    na bordinha dagua cabrita 2 1
    Autógrafos

    Este livro é todo ele António Cabrita na sua autenticidade, na sua personalidade impactante, na maneira de ser controversa, direta, sem filtro, com algum calão à mistura, que em toda a sua vida expôs onde esteve, inclusivamente nos areópagos da política.

    A capa do livro, só por si, mostra um quadro para além da beira de água que lhe dá nome, onde é possível, no mesmo enquadramento, avistar a mata vetusta e as duas cidades irmãs, Vila real de Santo António e Ayamonte, banhadas pelo Guadiana, o grande rio do Sul, as quais fizeram nascer no António e noutros poetas locais. nos quais me integro, a vontade de constituir um grupo que desse expressão e divulgação à nossa veia poética, afirmando e formando os «Poetas do Guadiana».

    na bordinha d'Água cabrita 3
    Sala cheia

    No grupo dos «Poetas do Guadiana», António Cabrita é um destacado membro, pela capacidade de coordenação e organização e, mais do que estas competências, na atividade da sua presença e participação em dezenas de eventos já realizados, contando com respeito e o carinho não apenas do que estamos na margem direita do Guadiana, mas também nos poetas participante da vizinha Ayamonte, cuja da vida cultural, em várias artes, faz parte da respiração da cidade. Atividade que tem também prolongado por vários lugares da província de Huelva.

    Os poemas, de cunho muito pessoal e por vezes com arguta dureza para os que considera adversários, própria da sua inegável e controversa maneira de pensar e da forte personalidade; própria das reflexões sobre a vida e o lugar que cada um nela ocupa,  os poemas, sublinho, não se livram da outra paixão do autor, a gastronomia, atividade que abraçou e ocupa agora o lugar, durante o interregno autoproposto, da sua atividade autárquica, onde desempenhou um papel decisivo para as posições da força política que ali representou, no plano local.

    O grupo Coração da Cidade fez as honras do ligeiro lanche, no final.

  • Incêndio atinge a Serra em Cacela e Castro Marim

    Incêndio atinge a Serra em Cacela e Castro Marim

    Graça ao volume de meios e a entrega e abnegação dos Bombeiros e da Proteção Civil, trabalhadores das autarquia envolvidas e populares que cumpriram abnegadamente a sua missão ao fim da tarde foi declarado extinto e entrou na situação de rescaldo, sem atingir casas ou causar perdas de vidas humanas.

    A utilização de meios aéreos foi decisiva e também a presença da albufeira da Barragem do Beliche, nas proximidades, utilizada para a recolha de água para combate ao fogo.

    Foto: /António Pereira – Facebook