A E-REDES conclui construção de troço de alimentação de energia da ilha de Cabanas, o que se traduz em um benefício das infraestruturas existentes.
Investimento rondou os 120 mil euros e visa garantir energia à ilha, substituindo o atual gerador em funcionamento permanente diário.
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Gerador substituído por cabo em Cabanas
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Carreiras para a praia de Cabanas no Inverno
A MCI, após a adjudicação do concurso público para o qual concorreu e venceu, vai colocar uma embarcação de forma permanente, durante todo o período do inverno, de novembro a março, «para os utentes que pretendem frequentar a praia de Cabanas neste período do ano».
O anúncio foi efetuado pelo proprietário da Macieira Coelho Investimentos, MCI, António Manuel Macieira Coelho, na sequência de uma resolução judicial a seu favor e depois de ter sido «alvo de várias calúnias, difamações e gravíssimas acusações, relativamente ao meu bom nome, à minha honra, e à minha conduta como empresário e sócio da MCI».
Na sua proposta, a MCI comprometeu-se a adquirir sete novas embarcações, de sete metros de comprimento, e um calado idêntico às embarcações utilizadas até agora, e a embarcação denominada “Maria da Conceição”, idêntica às restantes seis e implicam um investimento superior a 200.000 euros.
O empresário divulgou também o historial do processo do concurso que passou pelas várias instâncias dos tribunais até à adjudicação da carreira por parte da empresa pública DOCAPESCA que lançou o concurso para o Transporte Regular de Passageiros de Cabanas para a ilha de Cabanas, de forma exclusiva e por um período de 25 anos, tal como noutras localizações algarvias.
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Substituição do cais da praia de Cabanas
Esta obra, no valor aproximado de 492 mil euros, foi entregue à SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, SA. A estrutura existente, materializada totalmente em madeira, dá sinais de degradação e perigosidade. Vai ser demolida e substituída.
Para salvaguardar a segurança dos utilizadores, a nova ponte terá uma estrutura de aço metalizado e pavimento em deck de madeira, suportados em estacas metálicas cravadas, pré-fabricadas com o uso de equipamentos ligeiros.
«A intervenção, nesta zona, exige especial cuidado, uma vez que se trata da construção de equipamento em ambiente marítimo e torna-se necessário evitar impactos ambientais desfavoráveis, na Ria Formosa», assinala a câmara municipal de Tavira. Prevê-se que a obra esteja terminada em julho.
Durante o período em que decorrer a empreitada, o embarque e desembarque de passageiros para a ilha será efetuado, no areal.