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  • AVE Sevilla-Huelva gera esperança e ceticismo.

    AVE Sevilla-Huelva gera esperança e ceticismo.

    O presidente da Federação Onubense de Empresarios (FOE), José Luis García-Palacios, expressou otimismo cauteloso em relação à aprovação do estudo informativo do AVE Sevilla-Huelva, destacando a necessidade de ações concretas para que o projeto se concretize.

    García-Palacios defendeu a importância do projeto para a província de Huelva, que considera «decrépita» em termos de infraestruturas ferroviárias, e para a região como um todo.

    Ele também salientou a necessidade de um trabalho conjunto entre Espanha e Portugal para que a ligação de alta velocidade entre Sevilha e Faro se torne realidade.

    A prefeita de Huelva, Pilar Miranda, mostrou-se preocupada com a falta de prazos, orçamento e calendário definidos para o projeto, mas manifestou esperança de que o governo tenha «retificado» a sua posição, após as reivindicações por justiça social e desenvolvimento económico.

    Os ponstos pontos chave são a aprovação do estudo informativo, considerado um passo importante, mas ainda distante da concretização do projeto.

    Existe falta de definições, ausência de prazos. O orçamento e calendário geram incerteza.

    O governo português demonstra interesse na ligação Sevilha-Faro e os líderes locais exigem ações concretas e rápidas para o desenvolvimento da região.

    Fonte: [Hulva Información]

  • Manifestação pelo AVE no Dia da Europa

    Manifestação pelo AVE no Dia da Europa

    Essa decisão tem causado descontentamento tanto na população quanto na administração local.

    A alcaldesa de Huelva expressou sua decepção e reiterou seu compromisso em lutar pela inclusão da cidade nos planos de alta velocidade. Segundo suas declarações, o governo central parece priorizar outras regiões, deixando Andaluzia, e em particular Huelva, em posição desvantajosa.

    A única alternativa para Huelva conseguir uma conexão de alta velocidade antes do mencionado ano é que o governo espanhol decida priorizar a construção do trecho Huelva-Sevilha.

    A alcaldesa afirmou que continuará pressionando as autoridades nacionais e até mesmo europeias, apesar de mencionar que o presidente do governo não demonstrou disponibilidade para se reunir com ela.

    No entanto, ela deixou claro que, além de seu papel como alcaldesa, representa todos os habitantes de Huelva e exigirá que a justiça seja feita à cidade.

    Diante dessa situação, foi convocada uma grande manifestação para o próximo dia 9 de maio, com o objetivo de reivindicar ao governo que reconsidere a inclusão de Huelva no projeto de alta velocidade.

    A alcaldesa fez um apelo a todos os cidadãos para se unirem à protesto, enfatizando que não se trata de uma questão política, mas sim de justiça social e da necessidade de reconhecer Huelva como uma cidade com os mesmos direitos e necessidades que qualquer outra no país.

    Origem: conversação com o Bing, 27/04/2024
    (1) Huelva fuera de los planes de alta velocidad hasta 2050 según el ….
    (2) Uma má notícia para o Algarve – FOZ – Guadiana Digital.
    (3) Autarcas de Faro, Huelva e Sevilla reivindicam ligação em alta velocidade.
    (4) Municípios pedem comboio de alta velocidade que ligue Faro, Huelva e ….
    (5) El AVE no llegará hasta 2050 a Huelva y la deja totalmente aislada.

  • Ligação ferroviária Algarve-Andaluzia fora das prioridades dos governos nacionais

    Ligação ferroviária Algarve-Andaluzia fora das prioridades dos governos nacionais

    Entretanto, nos Orçamentos Gerais do Estado espanhol, a linha de Alta Velocidade entre Huelva e Sevilha terá um milhão de euros, no próximo ano, verba que é considerada insuficiente. Na província fronteiriça ao Algarve, o governo espanhol preferiu beneficiar as para melhorias na linha entre Huelva e Zafra, e não o AVE.

    Significa que os dois governos não estão ainda disponíveis para considerar esta ligação transfronteiriça dentro das prioridades nacionais.

  • A Linha Faro-Sevilha e o Porto de Sines

    A Linha Faro-Sevilha e o Porto de Sines

    Apesar do baixo orçamento que o governo espanhol destina à Andaluzia, a esperança do outro lado da fronteira de Huelva com o Algarve é a de que Portugal os ajude a ir de AVE a Sevilha.

    A parte espanhola não esconde que, por trás deste desejo dos algarvios para reforço do turismo, se esconde o aproveitamento da linha para reforçar a posição do Porto de Huelva como primeiro destino face ao Porto de Sines e com todas estratégias relacionadas com os corredores ferroviários.

    No dia 28 de outubro, serão discutidas na cidade de Cáceres as propostas emanadas da XIII Reunião da Comissão Hispano-Portuguesa de Cooperação Transfronteiriça, realizada em Mérida, no dia 29 de setembro. O jornal Huelva Información teve acesso ao documento em seis pontos que inclui todas as propostas que serão apresentadas no encontro entre o Primeiro-Ministro português, António Costa, e o Presidente espanhol, Pedro Sánchez, com os respectivos gabinetes.

    É que a região portuguesa conseguiu que um documento central seja tratado na XXXII Cimeira Ibérica entre os governos espanhol e português no final do mês, a fazer parte de um plano básico de infra-estruturas ferroviárias que se vai desenvolver-se em todo o território português nos próximos 15 anos. A ligação transfronteiriça com o vizinho peninsular é essencial nesta rede de comunicações elaborada, que prevê a passagem de fronteira em vários pontos raianos.

    O empresários de Huelva aproveitam o impulso do Algarve que consideram como principal aliado, no outro lado do Guadiana, tendo promovido um movimento liderado pela Câmara de Comércio e a FOE (Federação Onubense de Empresários) para o qual se conseguiram a adesão de diferentes grupos e dos autarcas de Huelva, Faro e Sevilha.

    O projeto alta velocidade entre Huelva e Sevilha está uma espécie de limbo e, antes, já tinha expirado um estudo de impacto ambiental de outro projeto anterior de um dos investimentos prometidos por sucessivos governos, desde 1991.

    O Algarve, em princípio, não faz parte de nenhum dos corredores desenhados em Bruxelas, embora se tenha entendido desde a região portuguesa que a união com Huelva e Sevilha integraria Faro numa rede que será fundamental para o desenvolvimento económico regional através de comunicações na Europa, nas próximas décadas.