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Etiqueta: atum

  • Confraria do Atum representada em Itália

    Confraria do Atum representada em Itália

    No passado domingo, 14 de Setenbro, realizou-se em Itália o Capítulo do SNODAR (Sovrano e Nobilissimo Ordine dell’Amarone e del Recioto) tendo nele participado participado representantes da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António

    O Capítulo decorreu inteiramente na Tenuta MASI, uma das adegas vinícolas italianas mais antiga e importante, tendo os vilarealense manifestado que foram «recebidos com muita gentileza e carinho», tendo o dia transcorrido «num clima de amizade e respeito mútuo».

    Os vinhos Amarone e Recioto estavam no centro das receitas propostas, e o confrade da SNODAR, Bepi Penso, mostrou-se um bom anfitrião dos representantes vilarealenses, pela sua constante assistência.

  • Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    A vila de Castro Marim foi palco, no dia 22 de fevereiro, do 11.º Capítulo da Confraria do Atum, evento que reuniu cerca de 300 participantes de várias confrarias gastronómicas nacionais e internacionais.

    A cerimónia de entronização ocorreu no auditório da Biblioteca Municipal, destacando-se a admissão de uma jovem italiana de 18 anos com Trissomia 21 e soou do hino da Confraria do Atum.

    Foram também recebidos como novos confrades Cilio Rollo, Luísa Travassos, José Carlota, Alicja Bochenek e Nuno Lourenço Correia. Já como confrades de honra, passaram a integrar a confraria as Terras de Sal, a Banda Musical Castromarinense, Neto Gomes e João Coelho.

    Na sessão de boas-vindas, o Município de Castro Marim destacou a importância das confrarias gastronómicas na preservação da identidade cultural, anunciando a criação da Confraria do Sal e lançando a proposta para que a Confraria do Atum passe a chamar-se Confraria do Atum das Terras do Guadiana, com âmbito da Eurocidade do Guadiana.

    O evento contou com intervenções de diversas entidades e a atuação da cantora algarvia Susana Travassos. Durante a cerimónia, foram prestadas homenagens a confrades falecidos no último ano e a Confraria do Atum recebeu uma pintura da artista Manuela Leal Santos. A sessão incluiu ainda uma oração de sapiência proferida pelo escritor e jornalista Neto Gomes.

    Ao todo, participaram 60 confrarias de países como Portugal, Espanha, Itália e Bélgica. O evento culminou com um desfile até à Praça 1.º de Maio para a tradicional foto de família, seguido de um banquete na Quinta do Sobral.

  • Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Na 43ª edição da FATACIL, Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa que decorreu na cidade de Lagoa, entre 16 e 25 de Agosto ocorreu uma promoção dos vinhos algarvios e das iguarias gastronómicas portuguesas, com especial detalhe nas algarvias.

    Foi um contributo para a candidatura da cidade de Lagoa a «Capital Europeia do Vinho 2026».

    O vice-presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, o vilarealense António Cabrita, declarou ao nosso meio digital que ali se passaram dez dias muito intensos e de grande divulgação e que o espaço que lhes foi consignado era excelente.

    Por muito bem situado, permitiu uma ótima divulgação de todos os produtos, nos quais lhe tocou coordenar as atividades de promoção das iguarias gastronómicas em harmonização diária com um vinho do Algarve, em conjunto com Amílcar Malhó, em representação da Associação de Municípios Portugueses do Vinho e da Câmara Municipal de Lagoa e mais a Comissão Vitivinícola do Algarve – CVA.

    Deu-nos ainda nota das confrarias que estiveram presentes naquele importante evento do calendário algarvio:

    Confraria do Atum, Confraria Gastronómica da Serra do Caldeirão, Confraria Marinha da Ria Formosa, Confraria do Medronho de Monchique, Confraria do Franguinho da Guia, Confraria Gastronómica do Alentejo, Confraria Enogastronómica da Madeira, Confraria Gastronómica de Almeirim, Confraria dos Ovos Moles, Confraria dos Rojões de Válega, Confraria dos Gastrónomos dos Açores, Confraria da Caldeirada e do Camarão de Espinho, Confraria dos Gastrónomos de Lafões e Confraria da Marmelada Branca de Odivelas.

    Quanto às marcas de vinhos do Algarve representadas, foram:

    Única – Adega Cooperativa do Algarve, Dona Niza, Vale de Almádena, EDD’s, Quinta do Francês, Quinta dos Santos, Tapada dos Moinhos, Dito Cujo, Villa Alvor, ARVAD, Vinhas de Nexe, Adega do Cantor, Adega do Convento do Paraíso, Quinta da Penina e Mundo do Vinho.

  • Atum-rabilho apreendido pela autoridade marítima

    Atum-rabilho apreendido pela autoridade marítima

    Os elementos da Polícia Marítima procederam à identificação de três pescadores, tendo, como medida cautelar, apreendido o pescado capturado, com cerca de 130 quilogramas, o qual será posteriormente doado a Instituições de Solidariedade Social, após serem inspecionadas as condições de consumo.

    agente PM

    Foi elaborado o respetivo auto de notícia e ainda apreendida uma cana de pesca. Durante a ação de fiscalização, foi detetado a bordo de uma embarcação de recreio um peixe já parcialmente desmanchado, que foi identificado como atum-rabilho, cuja captura é interdita no âmbito da pesca lúdica.​

    Nesta ação estiveram empenhados dois elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, apoiados por uma embarcação.

    Atum-rabilho em situação irregular

    Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão realizaram no dia 14 de julho, uma ação de fiscalização dirigida à atividade da pesca lúdica, em Olhão, da qual resultou a apreensão de um atum, com aproximadamente 100 quilogramas, e uma arte de pesca.

    A embarcação de recreio portava bandeira alemã, estando o peixe, cuja captura é interdita no âmbito da pesca lúdica.

    Os elementos da Polícia Marítima identificaram o pescador, tendo, o peixe apreendido sido doado a uma Instituições de Solidariedade Social, após terem sido inspecionadas as condições de consumo. Foi elaborado o respetivo auto de notícia e ainda apreendida uma cana de pesca. ​

    Nesta ação estiveram empenhados dois elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, apoiados por uma viatura.​

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    Uma tartaruga-comum arrojou já morta foi encontrada na praia de Cacela Velha, no concelho de Vila Real de Santo António, depois de ficar retida no areal.

    As tartarugas-comuns são as tartarugas marinhas que mais arrojam em Portugal Continental, apesar de não se reproduzirem nas costas portuguesas.

    Os adultos chegam a ter mais de 1,20 metros de comprimento e um peso máximo de 150 quilos.

    com Arenilha TV©️2024

    atum-rabilho
  • Pesca de atum patudo atinge 80% da quota

    Pesca de atum patudo atinge 80% da quota

    Recentemente, foi anunciado que 80% da quota de atum patudo já foi utilizada, o que acionou novas normas para a captura desta espécie no Oceano Atlântico.

    Estas medidas são um reflexo do compromisso de Portugal com a pesca sustentável e a preservação dos recursos marinhos.

    A DGRM, que é responsável pela execução das políticas de pesca e pela preservação dos recursos, alertou que pode ser necessário encerrar a pesca do atum patudo para evitar a sobre-exploração.

    Este tipo de gestão é essencial para garantir que as gerações futuras também possam beneficiar destes recursos.

  • Escreveu-se o décimo Capítulo na Terra do Atum

    Escreveu-se o décimo Capítulo na Terra do Atum

    A sessão de encerramento do X Capítulo da Confraria do Atum, son o lema «Terra do Atum», encerrou ao fim da manha de hoje, 25 de Fevereiro, na Sala de Atos da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, no final do terceiro painel sobre «O atum e a sua gastronomia».

    O ato encerrou com palavras do arrais da Confraria do Atum, António Cabrita, ladeado por José António Palma, mestre da companhia, e Vitor Hugo Palma, feitor da companhia. Nos dias anteriores, tinham-se realizado, a 23 de fevereiro, o primeiro painel «O atum na sua história» e o segundo «O atum e a sua produção».

    Durante as atividades relacionadas com este capítuloa Confraria do Atum de Vila Real de Santo António geminou-se com a «Confradia del Bonito del Norte – Colindres Cantábria», no dia 17 de fevereiro; os standes e tasquinhas abriram a 22 e, nessa noite houve um momento de poesia, com os Poetas do Guadiana, música, com Susana Travassos acompanhada pela guitarra de André Remos, a exposição de uma tela dedicada ao mar, da ayamontina Ana Feu e palavras explicatória de Nuno Rufino, sobre as suas obras, em especial a da Rotunda dos Atuns. Ainda no âmbito cultural, a 23 a Professional´s Association of Macau foi apresentada pela Tea Art.

    As atividades oficiais da Confraria do Atum, o X Capítulo, começaram com a Foto de Familia e o desfile das confrarias até ao Centro Cultural António Aleixo, seguindo-se os trabalhos propriamente ditos, tendo sido convidado para proferir a oração de sapiência, José Mendes Bota, que foi deputado na Assembleia da República e presidente da câmara municipal de Loulé.

    Aí se realizou mais uma geminações, uma com a Confradia del Domillo, em Valdepeçnas de Jaen e a entronização de novos confrades. No plano cultural, após o Hino da Confraria do Atum, houve a atuação musical de Fátima Cupertino, a performance artística de Xu Pimentão.

    O almoço tradicional realizou-se no concelho de Castro Marim no Restaurante Infante, confeccionado pela Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António.

    Encerramento do X Capítulo da Confraria do Atum;.

    O diretor que, em breve, deixará o Algarve

    Referindo-se à participação da Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António, o diretor Manuel Serra, revelou que se fazem «coisas extraordinárias e ainda ontem assistimos a um desses exemplos. O pequeno almoço que ali servimos, em matérias primas, foram todas conseguidas pela Confraria do Atum com apoiose o seu valor. Tudo o resto foi sem qualquer custo para nós, simplesmente abrimos a escola, à Comunidade, aos contratos, aos convidados e preparamos um regalado pequeno almoço. Toda a gente ficou satisfeita com os nossos alunos, a ajudar».

    Corroborou a asserção de que Vila Real de Santo António continua a ser a Terra do Atum, embora já sem a indústria indústria conserveira, que, embora não ativa neste momento, dá à cidade obrigações, a passar para as novas geraçõese e para gerações vindouras.

    «Se não incentivamos os nossos mais novos a este tipo de movimento, então as tradições perdem-se e o conhecimento perde-se. Há coisas que já serão muito difíceis de recuperar, mas não teremos um património visível se não passarmos essa informação para quem segue a nós. Ou então, qualquer dia, não temos identidade cultural. Portanto, o papel da escola é também esse

    Depois desta percepção Manuel Seera, falou sobre o atum, na gastronomia e no mundo, de se olhar sobre a perspetiva da pesquisa científica, «que é que os investigadores a nível mundial que estão a fazer neste momento».

    Explicitou depois que, associados à pesquisa científica «sobre este pescado maravilhoso, em 1996 tínhamos aqui 89 artigos publicados em revistas de ciência e, em 2019, já tinham sido publicaods 453.Conseguirou tratar-se de uma evolução muito positiva ao longo dos anos».

    Manuel >>>Serra concentrou a sua atenção no atum rabilho (Thunnus Thynus) como palavra chave, quando se refere o atum no plano da gastronomia, sendo ser esta variedade o mais pesquisado e mais investigado.

    Ele encontra-se ligado às antigas culturas mediterrânicas e aparece agora e aqui ligado à cozinha criativa e vanguardista.As culturas mediterrânicas aparecem muito ligadas a questões de necessidade de formalidade e à forma fácil como nós utilizamos o produto que temos disponível. Está, portanto, associado à gastronomia típica e à gastronomia tradicional.

    Nos nossos dias em termos de gastronomia, fala-se já muito no gourmet, na cozinha vanguardista a necessidade, que deram origem a uma coisa a que nós chamamos o «prazer de comer». E nós costumamos dizer «os olhos também comem». Porém, já que se está a vender um produto, os olhos têm que comer primeiro que a boca.

    «Agora para podermos vender esse produto, para podermos valorizar, temos que lhe dar outra apresentação». O gourmet não quer dizer que seja aquela ideia errada que nós temos de ser um bocadinho comida do prato que sabe muito bem. O gourmet não é só e apenas isso, á muito mais!É apresentação e sabor é o jogo de cores, o jogo de vários ingredientes no prato».

    Palestra com apresentação multimídia e bandeiras nacionais.
    Jossara martins

    A formadora e Chef Jussora Martins

    Como Chef no restaurante Muxama, no passadiço da Praia de Monte Gordo e formadora na Escola de Hotelaria e uma experiência de empresária da restauração, Jussora Martins, de ascendência angolana, revelou que, em sua casa, o atum foi uma das iguarias bastante utilizadas, sempre em festas de aniversário onde não podia faltar.

    Frequentava um café, onde se bebiam umas minis comia muxama, o atum sempre fez parte das suas memórias. Então, o como o que tentam fazer agora, na escola de hotelaria, é sempre ensinar as bases do tradicional e depois, através dali, tentar fazer ou ter técnicas novas. E coloca-se a questão de como utilizar o atum.

    Jussora diz que «hoje em dia, nós temos uma cozinha muito de fusão. Quando pensamos em atuns, não pensamos bem em Portugal, mas também no Japão, mas há muita coisa que foi de Portugal para o Japão. Ali, eles tinha lá uma espécie de muxama e também são flocos de atum. Hoje em dia, muitos chefes usam esses flocos de atum para fazer collage».

    E continua «Porque é que vamos importar um produto se nós temos o melhor? Então, é isso que eu tento sempre ensinar aos meus alunos e é isso que eu tento levar, que quando vou a eventos. Estive um mês na Na Holanda, para fazer a divulgação da nossa gastronomia e levei a nossa muxama para podermos lá cozinhar, mostrar».

    Jussora, fez, então uma explanação da diversa gastronomia, valor do atum fumado, dos canelloni de atum e de outras variedas de receitas gourmet, e uma fusão premiada de uma aluna angolana que leva por nome «moqueca de atum».

    ./José Estêvão Cruz

  • Algarvios e Cantábricos unidos pelo atum e pelo bonito do Norte

    Algarvios e Cantábricos unidos pelo atum e pelo bonito do Norte

    No âmbito da realização do 10º Capítulo da Confraria do Atum, com cerimónia marcada para o próximo dia 24 de fevereiro, Vila Real de Santo António está a receber a presença de várias confrarias, com a deslocação antecipada e permanência no concelho de vários dos seus membros. A primeira a chegar foi a do Bonito del Norte, com dez dias de antecedência.

    A cerimónia realizada ontem na Cãmara Municipal, contou com vários momentos de interesse. Para além do ato da geminação e respetivos discursos e assinatura, assistimos à exibição de um vídeo que relatou a atividade da Confraria do Atum durante o ano de 2023. O amarelo das capas desta confraria e o verde listado da Confraria do Bonito del Norte encheram de cor a sala, onde normalmente se realizam as reuniões do executivo municipal. Assistiu-se ainda, à troca de lembranças, livros, medalhas e galhardetes.

    Cerimónia oficial em sala com várias pessoas e bandeiras.
    10 capitulo sala de atos

    Momentos altos foram o cantar em coro do hino da Confraria do Atum com letra de Carlos Escobar, malogrado letrista de fado que estava a viver no concelho de Alcoutim e faleceu recentemente e com música de Ricardo Marins, guitarrista português.

    Em resposta, os membros da confraria do Bonito del Norte, cantaram em coro o seu hino, composto por Jesús Baquero, conhecido por El Mule Carajonero, famoso chefe e escritor gastronómico de Cantábria, uma canção animada e divertida que exalta as virtudes do bonito e do povo da Cantábria, no Golfo de Biscaia.

    Diferenças entre o atum o bonito do Norte

    O Atum e o bonito del norte são ambos peixes valorizados, mas possuem diferenças significativas:

    O atum é da família dos atuns e habita zonas equatoriais e tropicais, é maior, podendo pesar mais de 200 quilogramas, tem barbatanas mais curtas e às vezes em tons de amarelo, sendo a sua carne rica em ácidos gordos ómega 3, rico em proteínas de qualidade, pobre em gorduras saturadas e com uma boa quantidade de vitaminas e minerais essenciais.

    O Bonito del norte é uma espécie de atum de tamanho menor e mais leve, sendo pescado na costa cantábrica. Os olhos são mais arredondados e as barbatanas muito longas. A parte dorsal é azul escura, quase preta e a ventral é esbranquiçada.A carne deste peixe é rica em ômega 3, ajuda a reduzir o colesterol ruim e os triglicerídeos no sangue e reduz o risco de doenças cardiovasculares.
    É rico em vitaminas B3 e B12, duas vitaminas muito importantes para o funcionamento normal do nosso corpo. Em termos de sabor e textura, a carne do bonito do norte é muito macia ao paladar.

    Grupo de pessoas com lenços amarelos, praça histórica.

    PROGRAMA COMPLETO

    22 de fevereiro
    16h00 • Abertura de stands e tasquinhas
    Praça Marquês de Pombal
    21h00 • Momento Cultural – poesia, música, pintura e escultura
    Centro Cultural António Aleixo

    23 de fevereiro
    16h00 • Abertura de stands e tasquinhas
    Praça Marquês de Pombal
    16h00 • Painel «O atum e a sua história»
    Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
    17h30 • Apresentação pela Tea Art
    Professional’s Association of Macau
    Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
    18h30 • Painel «O atum e a sua produção»
    Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA

    24 de fevereiro
    10° CAPÍTULO COM ENTRONIZAÇÃO DA CONFRARIA DO ATUM
    09h00 • Receção aos participantes e entrega e troca de lembranças às confrarias presentes
    Escola de Hotelaria de VRSA
    10h15 › Foto de Família
    Escola de Hotelaria de VRSA
    10h30 • Desfile das confrarias até ao
    Centro Cultural António Aleixo
    11h00 • CAPITULO:

    • Abertura
    • Hino da Confraria do Atum
    • Atuação Musical, Fátima Cupertino
    • Oração de Sapiência, Dr. José Mendes Bota
    • Geminação com a Cofradía del Dornillo – Valdepeñas de Jaén
    • Performance artística, Xu Pimentão
    • Entronização – Confrades de Honra e Confrades Efetivos
    • Atuação Musical, Fátima Cupertino
    • Encerramento
      13h15 • Almoço
      Restaurante O Infante
      16h00 • Abertura de stands e tasquinhas
      Praça Marquês de Pombal 25 de fevereiro
      10h00 • Abertura de stands e tasquinhas
      Praça Marquês de Pombal
      10h00 • Painel «O atum e a sua gastronomia»
      Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
      11h30 • Cerimónia de encerramento
      Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
  • Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Com o impulso dado pela Confraria do Atum e o apoio do município de Vila Real de Santo António, entre os dias 17 e 25 de fevereiro de 2024, realiza-se o festival «Terra do Atum».

    A iniciativa que tem por objetivo valorizar o atum como produto emblemático da região e destacar as tradições, as memórias e as raízes culinárias associadas ao pescado.

    Está programada uma série de atividades que envolverá residentes e visitantes, em ambiente festivo e educativo e pretende «valorizar a herança cultural e a tradição pesqueira enraizada na história da cidade».

    A cerimónia de abertura, foi agendada para o dia 17 de fevereiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA e coincide com a geminação da Confraria do Atum de VRSA com a homóloga espanhola «Cofradía del Bonito del Norte de Colindres», localizada na Cantábria.

    O «Terra do Atum» contempla diversos momentos culturais, como poesia, música, pintura e escultura, programados para o Centro Cultural António Aleixo, em VRSA, no dia 22 de fevereiro, com entrada livre.

    atum vermelho
    atum vermelho

    Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Praça Marquês de Pombal será ponto de encontro e de convívio com diversos stands e tasquinhas que darão a oportunidade de provar várias iguarias feitas à base de atum.

    No dia 23, o Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA volta a acolher diversos painéis informativos sobre «O atum e a sua história» e «O atum e a sua produção», além de uma apresentação da «Associação dos Profissionais da Arte do Chá de Macau».

    O ponto alto do festival será no dia 24 de fevereiro, com o X Capítulo da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, cerimónia a realizar no Centro Cultural António Aleixo, às 11h00.

    Antes dos atos capitulares, a reunião contempla dois momentos públicos: uma receção na Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, bem como um desfile das confrarias convidadas pelas ruas do Centro Histórico, a partir das 10:30 horas.

    O cortejo dará a conhecer os tons amarelos e azuis dos trajes da confraria vila-realense, cores que evocam as fardas tradicionais dos operários das muitas fábricas de conservas que existiram na cidade do Guadiana.

    O Festival encerra no dia 25 de fevereiro com um painel dedicado ao «Atum e a sua Gastronomia», no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA.

    O Festival «Terra do Atum» resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de VRSA e a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, «entidade que tem como missão levar mais longe a história do atum e da indústria conserveira, episódios que marcaram gerações em VRSA e estão ainda hoje presentes em muitos dos pratos típicos da cidade ou nos hábitos alimentares dos vila-realenses».

  • O X Capítulo ‘Terra do Atum’ é em Fevereiro

    O X Capítulo ‘Terra do Atum’ é em Fevereiro

    É evento deveras importante para a nossa terra, acima de tudo pelo que o atum, durante décadas, fez pelo desenvolvimento económico da nossa terra.

    Na costa mediterrânica, até o sul do Algarve, é possível encontrar uma diversidade de atuns, cada um com características distintas. O Atum-rabilho (Thunnus thynnus) destaca-se como espécie de grande porte, apreciada pela pesca desportiva e comercial. A sua carne saborosa é valorizada em diversas culinárias.

    Outra espécie comum é o Atum-patudo (Thunnus obesus), reconhecido pelo corpo alongado e nadadeiras peculiares. Este atum, também denominado “yellowfin”, devido à coloração amarela nas suas nadadeiras, é apreciado na gastronomia mediterrânica.

    O Atum-albacora (Thunnus alalunga) é encontrado na região, conhecido pela carne clara e sabor suave. A sua migração sazonal torna-o alvo de pescadores locais, em determinadas épocas do ano.

    Além dessas espécies, o Atum-listrado (Katsuwonus pelamis) é encontrado em águas mais quentes. De menor porte, em comparação com o Atum-rabilho, é frequentemente usado na preparação de pratos tradicionais mediterrânicos.

    A gestão sustentável da pesca dessas espécies é crucial para preservar os ecossistemas marinhos. O Algarve, em particular, destaca-se pelos esforços na implementação de práticas pesqueiras responsáveis, visando garantir a preservação dessas importantes populações de atum.

    Luis Camarada confrade de honra

  • Atum vendido por 719.000 euros

    Atum vendido por 719.000 euros

    O atum pesava 238 kg e foi vendido por 114 milhões de ienes. Cerca de 3.000 €/kg. Foi adquirida pelo grossista YAMAYUKI e pela cadeia GIZA ONODERA.

    O atum foi capturado em águas perto do porto de Oma, na província de Aomori, no norte do Japão, onde os melhores nadadores de sushi do mundo são considerados para nadar.

    Este atum é o quarto preço mais alto da história. O recorde é detido por um atum que atingiu os 2,37 milhões de euros em 2019. Quando o leilão foi alterado do bairro TSUKIJI para o atual em TOYOSU. Este atum é considerado HATSUMONO, o primeiro da temporada.

    Créditos: José Antonio López González/Facebook

  • Ronqueio público do atum em Isla Cristina

    Ronqueio público do atum em Isla Cristina

    A demonstração esteve integrada numa vasta programação do «Encontro de Capitães de Almadrava», que decorre até ao próximo dia 17 de Setembro, na localidade andaluza, dentro da «ProgramaçãoXXI», da associação «Amigos del Atun» .

    Almadrava é o nome dado pelos nossos vizinhos à ancestral armação de atum. Ronquear o atum significa, para o artesão que o faz, separar o corpo do animal em 18 partes. Na cabeça, mormo, rabinho, contra-mormo, galete, faceira, grelha e coração. No quadro negro, lombo, prato, espineta negra, descargado, sangacho, cola negra. No quadro branco, barriga, descarregamento, sangacho, tarantelo, espinheta brana, rabo branco, barbatana.

    A designação é atribuída ao ronco da lâmina do esquartejamento do peixe, ao passar nas vértebras do animal, mas um professor francês de Filologia da Universidade de Alicante, fala de uma faca chamada Ronco.

  • Tavira à descoberta do património marítimo

    Tavira à descoberta do património marítimo

    São dois percursos, na freguesia de Santa Luzia, facilmente identificáveis, através da consulta das placas informativas. Dois itinerários criados com o objetivo dar a conhecer a história e os saberes desta comunidade, bem como valorizar o património marítimo, a cultura, a história local e as suas gentes.

    Estas rotas, explica-nos a câmara municipal, foram pensadas ao abrigo do projeto Mar 2020 e integram o Plano de Salvaguarda da Dieta Mediterrânica. Têm em vista o alargamento de programas educativos e a diversificação económica, nomeadamente, em termos de qualificação da oferta turística.

    cartaz rota do polvo e do atum
    cartaz rota do polvo e do atum

    A Rota do Polvo é um coinvite para percorrer Santa Luzia, num percurso com 10 paragens, onde em cada ponto é revelada a história desta vila piscatória, ao longo dos séculos, assim como a riqueza das artes de pesca, as embarcações e a essência desta comunidade com fortes tradições fluviais e marítimas.

    Seguindo as indicações de cada placa, é possível conhecer mais sobre a biologia do polvo, as personalidades incontornáveis da vila, a história por trás de ruas e construções, bem como a forma como se organizava a sociedade santaluziense a nível religioso, de saúde e ensino.

    A Rota do Atum desvenda in loco a história da pesca do atum na região algarvia, mais concretamente, na armação da Companhia de Pescarias “Três Irmãos” ou Barril.

    Na praia do Barril é possível conhecer um exemplo único de preservação de um aglomerado habitacional relacionado com esta pescaria. São nove pontos de paragem obrigatória que permitem descobrir mais sobre a importância do atum rabilho, na dieta alimentar, desde a antiguidade, o seu papel na economia algarvia, o método de trabalho no contexto de armação e o dia-a-dia do arraial.

  • Maior comercializadora mundial de tunídeos abrirá em Ayamonte

    Maior comercializadora mundial de tunídeos abrirá em Ayamonte

    Os trabalhos para a abertura do espaço estão a ser ultimados, calculando-se a exportação de mais de uma tonelada de atum por ano, em especial destinada ao mercado japonês. O investimento ascende a dezoito milhões de euros e proporcionará contratação direta de trabalhadores naquela cidade espanhola da foz do rio Guadiana.

    As instalações da Ricardo Fuente Hijos (RFeH) contam com 60.000 m3 de frigoríficos para tunídeos,

    atum vermelho
    atum vermelho
  • Confraria do Atum celebra em Castro Marim novo Capítulo na sua atividade

    Confraria do Atum celebra em Castro Marim novo Capítulo na sua atividade

    O programa abre com a recepção aos participantes com pequeno almoço no Revelim de Castro Marim, a partir das 9:15 horas, seguindo-se uma cerimónia de Boas-Vindas e troca de lembranças entre as confrarias participantes e outras entidades, prosseguindo com a habitual Cerimónia Capitular, com Entronização, no mesmo local.

    Estão previstos momentos culturais com Hugo Madeira e «Só Nós Dois», sendo a Oração de Sapiência proferida por Filomena Sintra, vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim.

    O almoço é na Quinta do Sobral com animação a cargo de Korin, que cantará o seu tributo à música do brasileiro Roberto Carlos, e haverá um desfile até ao edifício sede da Câmara Municipal de Castro Marim.

    O papel da Confrarias em Geral

    Para entende um pouco melhor das confrarias, respigamos uma peça dedicada a este novo capítulo da Confraria do Atum, por Maria Fernanda Calado, confrade da Confraria “Mesa e Território” Litoral Alentejano

    «La estaremos. Um Capítulo a não perder. Um dever a cumprir, uma vez que as Confrarias devem apoiar a família Confradica. Esta troca de visitas, entre pessoas das Confrarias e Amigos, é uma forma de nos apoiar mutuamente. Ainda… um bom pretexto para promover as nossas regiões e as nossas gastronomias.

    Se do interesse turístico muito se fala a nível dos poderes locais e instituições agregadas à temática em todo o País, certo é, importa olhar para o papel das Confrarias que quando focadas no essencial levam e elevam as suas regiões, não fosse a gastronomia,

    As capas, as medalhas são acessórias aos quais nos habituamos, hoje significam as regiões quando chegamos ao Norte ou ao Sul com as nossas capas sabe-se logo de onde somos, as nossas insígnias significam o juramento do que procuramos fazer, deste modo facilmente identificados.

    Evidentemente, como em qualquer família temos entre Confrarias assimetrias no modo de fazer e de estar, certo é, aprendemos todas umas com as outras.

    Mas… a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António no Algarve é para esta nossa Confraria uma referência que não advêm só pela simples simpatia entre pessoas, é muito mais do que isso, a sua simplicidade de conduzir os seus trabalhos e a relação que cria com outras Confrarias enquadra-se no nível superior do saber estar e fazer na ação Confradica, é claro que existe sempre um rosto, mas dele hoje não vamos aqui falar.

    Ainda que será um gosto passar uma jornada prazerosa e cultural em Vila Real de Santo António. Já agora só porque este espaço não se reserva exclusivamente a quem está envolvido no mundo Confradico parece-me importante salientar que estes eventos participativos entre Confrarias e Amigos são ao cargo de cada Confrade e Amigo, ou seja, são as pessoas que pagam dos seus bolsos as suas jornadas Capitulares.

    Cartaz do 8º Capítulo
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  • Falar de atum como quem fala de presunto de bolota

    Falar de atum como quem fala de presunto de bolota

    De José Antonio López González, de Isla Cistina, província de Huelva, membro da confraria vila-realense e com sua licença, divulgamos um texto, acompanhado das respetivas fotos, onde nos demonstra as excelência gastronómicas do atum e como se pode tratar para consumir como se fosse um presunto de bolota.

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    A ventresca, barriga ou flanco é um pedaço de atum com forma triangular que se localiza na parte inferior do peixe, na zona junto à cabeça. Quando está em salmoura, chama-se aijá.

    Para o preparar, lava-se uma boa barriga de um atum rabilho Thunnus thynnus de armação (almadraba) e de direito, com peso aproximado aos 300 kg. Corta-se em lascas de 3 dedos, esfrega-se e cobre-se com sal, prepara-se uma salmoura húmida e junta-se às lascas, até cobrir,. Espera-se entre 35 a 40 dias, certificando-se que nunca lhe falte a salmoura.

    Limpa-se, retirando a pele, mais a membrana da lateral, deixando um paralelepípedo perfeito. Com uma boa faca, cortam-se fatias finas. São, depois adoçados em água por cerca de cinco minutos e cobertos com EVOO (azeite extra virgem) muito fino. Ficam prontos a saborear.

    Até agora, Ángel León e Petaca Chico da armação de Barbate, apareceram e criaram o «JAMÓN DEL MAR». O restaurante de Aponiete propôs a Petaca Chico cortar uma barriga de atum em forma de paleta e que fosse tratada com um processo de cura semelhante ao do presunto.

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    A partir daí, Paco Malia, da Petaca Chico, que trabalha no produto há mais de 25 anos, iniciou um projeto de P&D. Primeiro, pega na barriga do atum, que é a parte mais gorda, e trata-a como se fosse um presunto ibérico de bolota. Eles usam uma salmoura seca e fria para extrair a água e usam correntes de ar para secá-la. Utiliza-se uma cura determinada dependendo do peso e da quantidade de gordura infiltrada de cada barriga.

    Agora é hora de saborear:

    Obtém-se uma nova forma, textura e sabor, semelhante ao presunto ibérico de bolota D0, mas com a intensidade do sabor do autêntico atum tinto de armação. Sabor mais intenso que a filha, com sabor residual de salmoura, a mojama, a umami.

    UM ESPETÁCULO

    JÁ TEMOS OUTRO ESTRADIVARIUS!, quase gritam os nossos vizinhos que, como Antonio Stradivari, obtiveram peças únicas em função da matéria-prima.

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    Tivemos o prazer de o experimentar, doado pela Petaca Chico, nos prémios atribuídos pelo Ministério da Agricultura e Pescas, Águas e Desenvolvimento Rural em reconhecimento às gentes do Mar. Foi reconhecido o trabalho dos pescadores e premioado um pescador de oeste outro de Levante e um dado reconhecimento especial à almadraba.

    O marinheiro do oeste foi, Antonio Carrillo Escamez, o mouro, o do leste foi José López López e o da almadraba Vicente Zaragoza Casamayor de 96 anos de Benidorm por toda a sua vida dedicada à armação, de 1940 a 2004, ocupando todos os cargos até chegar a Capitão e Arrais da Almadraba Barbate.

    Antonio Carrillo pescador e proprietário desde os 10 anos, foi para o mar até os 66 e agora, aos 89 anos, continua comandando sua frota de barcos.

    O António, o Vicente e eu juntámos diante de um presunto do mar estes antigos marinheiros que tinham provado todos os peixes que povoam o mar e principalmente o ATUM VERMELHO DE ALMADRABA e ficaram surpreendidos com o presunto do mar, maravilhados.

    Disseram que apesar de sua longa vida, ele ainda tem coisas a descobrir.

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    Nota: José António Lopez Gonzalez é confrade de honra da Confraria do Atum de Vilas Real de Santo António e presidente e Alma Master de «La Muy Noble Sociedad de Amigos del Atun Thunus Thynnus e Amantes del Vino de Isla Cristina».