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Etiqueta: assistência

  • Nadadores salvadores com certificação até ao fim deste ano

    Nadadores salvadores com certificação até ao fim deste ano

    O Intitito de Socorros a Náufragos, entidade reguladora da economia assistência a banhistas, com o regime legal do nadador-salvador e no âmbito das suas competências como entidade com a responsabilidade de certificação dos nadadores-salvadores, vai realizar sessões de Exame Específico de Aptidão Técnica, para efeitos de recertificação nas categorias de nadador-salvador e nadador-salvador coordenador.

    Com essas sessões os nadadores-salvadores podem assegurar a recertificação dos seus cartões, sem terem que frequentar uma nova formação, bem como os nadadores-salvadores estrangeiros que pretendam ver a sua formação reconhecida em Portugal, devendo para isso inscrever-se com a maior antecedência possível, por forma a garantir que se encontra com a certificação válida para desempenhar funções.

  • Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Assim, a Escola Básica do 1.º ciclo do Azinhal vai ser alvo de obras de remodelação e adaptação, para transformar o espaço, utilizando financiamento candidato ao Plano de Recuperação e Resiliência e investimento do Município de Castro Marim. Para o efeito foi assinado contrato de comodato, com aquela associação.

    A gestão e desenvolvimento fica a cargo da ABESFA, em colaboração com o Município e em parceria com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. O equipamento constituirá um contributo na conciliação da vida familiar e profissional do agregado familiar e proporcionará condições para o desenvolvimento integral da criança, num ambiente de segurança física e afetiva.

    A escola vai ter capacidade para oito crianças em berçário e mais 30 em salas de marcha. ´QE ainda proposta a agregação de uma valência de pré-escolar e a instalação de uma sala com capacidade de 12 crianças.

    O edifício, depois de ampliado terá sala de berçário, áreas de apoio, uma zona de receção/acolhimento e distribuição das crianças, duas novas salas de marcha e atividades, áreas afetas ao pessoal e serviços, uma sala de pré-escolar, a salvaguarda do campo de jogo exterior, um recreio com zona coberta e outra descoberta e áreas de direção e de serviços administrativos e técnicos.

    A oportunidade de abrir este equipamento, segundo revelou a câmara municipal, surge na sequência do encerramento compulsivo de uma creche privada que servia várias famílias daquela freguesia, ditada ao abandono, que tem sofrido com a perda sistemática e acentuada de habitantes.

    Este novo equipamento será essencial para o território do interior do Município de Castro Marim, uma vez que se tem assistido a uma alteração substancial nas famílias e nas estruturas sociodemográficas e uma quebra na rede de apoio familiar e de vizinhança, contribuindo também para a fixação da população.

  • A pobreza ainda é tanta que necessita de planos

    A pobreza ainda é tanta que necessita de planos

    Na fase inicial de elaboração do Plano de Desenvolvimento Social do Algarve, PDSA, foi traçado o Diagnóstico Social da região, que teve por base diversos indicadores, como o fato de, nas duas últimas décadas, a população residente do Algarve ter crescido 18,3%, enquanto, no mesmo período, a população portuguesa decresceu 0,1%. Os estrangeiros representam já 22,5% do total de residentes, enquanto no resto do país essa representatividade é de 6,8%.

    Quanto à população residente em risco de pobreza há aqui valores superiores à média do país, e, no final do ano passado, 10.963 crianças e jovens encontravam-se em situação de pobreza extrema na região.

    A qualidade do emprego no Algarve é, em média, pior do que no resto do país. Os salários são mais baixos e os contratos de trabalho têm maior precaridade. O Algarve apresenta piores condições ao nível da saúde, conclusão aferida pelos indicadores per capita, como número de médicos, enfermeiros e camas de hospital.

    O acesso à habitação constitui um dos principais problemas da região e existe uma quase ausência de respostas no que toca à habitação social, já que as autarquias, na sequência da crise e das consequentes restrições ao investimento, foram obrigadas a não prosseguir no aprofundamento desta vertente, que é, alías uma competência do Governo.

    Ao nível da educação, têm-se registado níveis de insucesso e de abandono escolar precoce acima da média nacional. O Algarve enfrenta, assim, desafios de diversa ordem, que devem merecer uma resposta de dimensão regional, que confira uma maior coerência e eficácia nas soluções, e é a esses desafios que se pensa responder com este Plano, a ser concretizado através de 12 programas de ação, cada um deles com objetivos a fixar, medidas a desenvolver e meios a afetar.

    Integram, também, o núcleo central deste projeto: a Delegação Regional do IEFP; a Administração Regional de Saúde; a Direção Regional dos Estabelecimentos Escolares; a CCDR Algarve; a Universidade do Algarve; a União Regional das Instituições Particulares de Solidariedade Social e o Secretariado das Misericórdias do Distrito de Faro.

    A curto prazo irão ser implementados seis programas, que as diversas entidades regionais vão definir no seu conteúdo, objetivos, metas, meios e quadro de responsabilidades de execução: Estratégia Regional de Combate à Pobreza; Programa Regional de Apoio à Infância; Programa Regional para a Integração de Imigrantes; Estratégia Regional para o Acesso à Habitação; Programa Regional para o Combate ao Insucesso e Abandono Escolar e Programa Regional para a Igualdade de Género e Combate à Violência Doméstica.

    A execução e implementação do Plano de Desenvolvimento Social do Algarve irá ser tarefa da Plataforma de Acompanhamento, formada pelas entidades regionais envolvidas e que irá, de imediato, iniciar o trabalho. Esta Plataforma irá coordenar e monitorizar o PDSA, bem como produzir conhecimento sobre a região.

  • Idoso evacuado de helicóptero para o CHUA

    Idoso evacuado de helicóptero para o CHUA

    Inicialmente, suspeitou-se de paragem cardiorrespiratória, o que não veio a verificar-se. A vítima foi evacuada desde a pista de aterragem provisória da Aldeia Nova para o Centro Hospitalar da Universidade do Algarve.

    A localização inicial da evacuação seria o Complexo Desportivo de Monte Gordo, mas a pista de aterragem da Aldeia Nova foi a alternativa escolhida pela equipa do INEM.

    Estiveram no local bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim e INEM.

    com Arenilha TV ????????????????

  • Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    O músico e cantor Diogo Piçarra apresentou o seu livro pedagógico “Os Tvgas”, um projeto de promoção da Língua e Literatura Portuguesa, na Biblioteca Municipal de Castro Marim, em iniciativa foi destinada aos alunos do 3.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Castro Marim.

    O integra um projeto pedagógico da mais alargado – Coleção Reinventar por Diogo Piçarra, e, nele, o leitor ingressa numa viagem íntima do autor pela obra camoniana “Os Lusíadas”.

    Os cinco séculos que separam Piçarra de Camões foram o mote para o livro, numa odisseia por mares e continentes, desta feita, para descobrir, conhecer e dar a conhecer portugueses e portuguesas que partiram de Portugal.

    Os jovens assistiram à dramatização da obra e à performance musical dos temas, que o autor e músico compôs para o projeto, e para casa levaram o livro, editado pela Betweien e assinado pelo músico Diogo Piçarra.

    Durante a sessão foi lançado um novo repto a Diogo Piçarra, o de ser embaixador do projeto de investigação da Estrutura Residencial e Centro de Dia “José Cabrita” Alzheimer e Outras Demências, da St. Casa da Misericórdia de Castro Marim, recentemente inaugurada.

    Castro Marim considera Diogo Piçarra como «referência nacional e algarvio de grande notoriedade», e seria uma forma de para ali levar a debate as demências e conhecimento dos mais jovens e gerar a sensibilização necessária sobre a matéria. Mais do que uma residência, o equipamento social destina-se a ser também um «espaço de estudo e investigação».

    O CLDS-4G «Castro Marim (COM) Vida» é promovido pelo Município de Castro Marim, coordenado pela Associação Odiana, e cofinanciado pelo CRESC Algarve 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

  • ACP faz 120 anos e celebra também em Faro

    ACP faz 120 anos e celebra também em Faro

    O presidente do ACP Carlos Barbosa recebeu os sócios, após uma pequena cerimónia de confraternização entre os presentes, falando dos vários desafios que se colocam aos automobilistas e das alterações arbitrárias que a Brisa tem introduzido nos contratos dos dísticos, bem como dos novos desafios que impõe a mobilidade elétrica.

    Para o presidente do ACP, o desenvolvimento dos combustíveis sintéticos fará com que as atuais viaturas possam perdurar muito para além da diretiva da União Europeia que prevê o fim dos carros de combustão nas estradas e a sua substituição por elétricos. Estas afirmações foram proferidas perante uma vetusta plateia de condutores algarvios e uma esclarecedora sessão, na qual os sócios tiveram ocasião de manifestar as suas preocupações do momento, sobre viaturas, caravanas e trotinetas.

    No final da cerimónia foram agraciados com diplomas os três associados que cumpriram cinquenta anos de filiação no clube e oferecido ao mais júnior na sessão, ainda criança, o primeiro exemplar de banda desenhada que conta a história do ACP, também entregue aos presentes.

    O Real Automóvel Clube de Portugal foi fundado em 15 de Abril de 1903, na sede da Sociedade de Geografia de Lisboa, dez anos depois da chegada do primeiro automóvel a Portugal, Panhard & Levassor, importado como máquina agrícola, na sequência do êxito alcançado por uma corrida entre a Figueira da Foz e Lisboa que durou 7 horas, 29 minutos e 25 segundos, organizada por um grupo de jornalistas ligados ao jornal «A Época», de Lisboa,

    Após a implantação da República em 1910 caíram a palavra Real e a coroa no emblema, ficando simplesmente a designar-se Automóvel Clube de Portugal. A História do ACP em banda desenhada foi oferecida aos presentes nesta ocasião comemorativa tendo sido o mais júnior da plateia a receber o primeiro livro.

  • Casa de Inverno para sem-abrigo em Portimão

    Casa de Inverno para sem-abrigo em Portimão

    Uma casa temporária para albergar pessoas em situação de sem-abrigo foi disponibilizada no centro da cidade de Portimão pela câmara municipal.

    A disponibilidade do imóvel prolonga-se até 31 de março, para evitar que aqueles cidadãos passem o Inverno sem teto, tendo capacidade para quatro mulheres e oito homens. O horário de funcionamento é 20:00 e as 9:00 horas, e dispõe de acolhimento, copa de cozinha, dormida, balneário, apoio e encaminhamento psicossocial. Trata-se de uma resposta do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem Abrigo de Portimão, que a autarquia pretende tornar permanente, aberto todo o ano.

    A autarquia assinou um protocolo de cedência de instalações com a Santa Casa da Misericórdia de Portimão, em que assumiu a concretização das obras para que o espaço tenha as condições necessárias, para que a resposta social se concretizasse no imediato.

    Para a gestão também foi estabelecido um acordo entre o município e as entidades que integram aquele Núcleo, como as Juntas de Freguesias de Portimão, Alvor e Mexilhoeira Grande, a unidade local do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, a Associação para o Planeamento da Família, a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, o Grupo de Apoio aos Toxicodependentes (GRATO), bem como as Misericórdias das três freguesias.

    O funcionamento está a cargo do Movimento de Apoio à Problemática da Sida que receberá uma comparticipação de quase 12 mil euros do município, para assegurar despesas com dois ajudantes noturnos, limpeza diária e refeições ligeiras, cabendo ainda às restantes instituições responder com os recursos de que dispõem, sempre que solicitadas.

    Segundo a autarquia a medida «reforça outras já existentes, que vão desde o alojamento e reinserção social, à alimentação, vestuário, saúde e higiene».
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  • “Ria Solidária” continuará a salvar vidas

    “Ria Solidária” continuará a salvar vidas

    O protocolo, iniciado em 2018 foi renovado no princípio da semana entre os municípios de Faro, de Olhão e o Instituto Nacional de Emergência Médica, ficando garantida a operacionalização, utilização e sustentabilidade da emergência naquele vasto território húmido.

    Os custos desta operabilidade estão repartidos equitativamente entre estas três entidades e ascendem a 21 mil euros anuais, destinados a cobrir as despesas de manutenção e operacionalização. A embarcação foi construída pelo Governo Civil de Faro em 2007 e entregue pela Autoridade Nacional de Proteção Civil à Autoridade Marítima Nacional, AMN, em 2013.

    Auxílio às populações

    O «Ria Solidária» é operado pela AMN a partir da Estação Salva Vidas de Olhão, para, de modo regular, servir as populações dos núcleos da ilha da Culatra, concelho de Faro, e das ilhas da Fuseta e Armona, concelho de Olhão.

    Efetua o transporte logístico de doentes e pessoas com mobilidade reduzida face à inacessibilidade por outros meios com as condições adequadas. Em média, executa 180 evacuações por ano, consideradas como assistência pré-hospitalar às populações destas ilhas.