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Etiqueta: artes

  • O Palco é a Vila: Teatro Comunitário de Mértola Lança Chamada para Envolver Residentes

    O Palco é a Vila: Teatro Comunitário de Mértola Lança Chamada para Envolver Residentes

    A cultura e a identidade local estão prestes a ganhar um novo palco em Mértola. O projeto Teatro Comunitário de Mértola lançou um apelo à participação de todos os residentes para a criação do seu mais recente espetáculo.

    Este projeto ambicioso propõe uma viagem cénica pela própria vila, transformando os lugares de encontro do coletivo e as paisagens quotidianas em cenários de histórias.

    O novo espetáculo tem como eixo central a exploração do que define a pertença a uma comunidade.

    Os participantes serão convidados a fazer uma profunda incursão sobre os caminhos que ligam o passado ao presente, buscando a verdadeira essência do espírito coletivo de Mértola e descobrindo as histórias de quem por ali passa e habita.

    O Teatro Comunitário de Mértola é um espaço inclusivo, aberto a pessoas de todas as idades e níveis de experiência – ou ausência dela – em representação.

    A iniciativa é um convite direto a quem deseja “contar algo ao mundo”, servindo de plataforma para a dramatização de desejos, inquietações, perguntas, soluções e ideias que o grupo considera importantes partilhar.

    Participar neste projeto vai além da simples encenação. Os ensaios oferecem uma oportunidade ímpar para o desenvolvimento de capacidades artísticas, nomeadamente ao nível da expressão, comunicação e potencial criativo.

    Os participantes terão acesso a técnicas de interpretação, improvisação, preparação e criação artística, explorando o potencial do corpo e da voz, tanto individualmente como em dinâmica de grupo, culminando na apresentação pública de criações coletivas.

    Este projeto de enriquecimento cultural e social é fruto de uma parceria estratégica entre a boa CRIAÇÃO e a Câmara Municipal de Mértola, integrado no âmbito do projeto CLDS 5G MAIS PRÓXIMOS.

    Os interessados em juntar-se a esta comunidade criativa e subir ao palco para contar a história de Mértola devem comparecer nos ensaios, que decorrem todas as quartas-feiras, no horário das 18h00 às 20h00. É o momento ideal para fazer parte do próximo capítulo cultural da vila.

  • Prémio Nova Dramaturgia procura a grande voz feminina

    Prémio Nova Dramaturgia procura a grande voz feminina

    Cepa Torta incentiva escrita por mulheres

    O panorama teatral em língua portuguesa tem uma nova janela de oportunidade.

    Estão oficialmente abertas as candidaturas para a 6.ª Edição do prestigiado Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina, uma iniciativa crucial para o reconhecimento e divulgação das criadoras contemporâneas. O prazo para submissão de peças termina a 31 de março.

    Promovido pela Companhia Cepa Torta, este prémio nasce da missão de incentivar, reconhecer e divulgar a dramaturgia escrita por mulheres. A iniciativa visa preencher lacunas no palco e fortalecer as vozes femininas na literatura dramática, garantindo que novas obras cheguem ao público e à crítica.

    A elegibilidade é clara e inclusiva. O concurso destina-se a pessoas singulares, maiores de idade, que se identifiquem com o género feminino — abrangendo escritoras cisgénero e transgénero. O requisito principal é a apresentação de uma obra dramatúrgica inédita e que nunca tenha sido representada publicamente.

    O reconhecimento da obra vencedora é multifacetado e altamente valorizado no meio. Além de um prémio pecuniário de 1.000 euros, a autora garante a edição em livro da sua peça, fruto de uma parceria com a editora Douda Correria. Mais importante, a peça será integrada na programação de 2026 do Festim Esta noite grita-se, assegurando a sua produção e estreia perante o público.

    Ao longo das suas cinco edições, o prémio já se estabeleceu como um marco, distinguindo talentos emergentes e consolidados. Entre as autoras laureadas encontram-se Sabrina Marthendal, vencedora da 5.ª edição com a peça ‘Pedral’, e Luz Ribeiro, distinguida pela obra ‘Lacuna’ na edição anterior. Nomes como Sofia Perpétua, Maria Giulia Pinheiro e Lara Mesquita também figuram na lista de vencedoras, atestando o impacto da iniciativa.

    A Companhia Cepa Torta convida todas as dramaturgas a apresentarem as suas criações. Os regulamentos completos da 6.ª edição, bem como um conjunto de Perguntas Frequentes (FAQ) que ajudam a esclarecer dúvidas, estão disponíveis para consulta. Em caso de necessidade de esclarecimentos adicionais, as interessadas podem contactar a organização através do email producao@cepatorta.org. Não perca a oportunidade de partilhar a sua escrita e fortalecer a dramaturgia feminina em Portugal.

  • Tráfico de arte no Guadiana

    Tráfico de arte no Guadiana

    A câmara municipal de Alcoutim apresenta entre 5 e 7 de Dezembro o programa de iniciativas culturais «Tráfico de Arte no Guadiana».

    Estão incluídas lendas e canções das mulheres da fronteira, a apresentação do Projeto Aves do Algarve, a iniciativa «O meu corpo fronteira», jogo da glória e pintura artística.

    Vai também haver música Tunnak e projeto participativo

    Programa:

    5, 6 e 7 de DEZEMBRO

    Vila de Alcoutim

    Quinta feira, dia 05 de dezembro – Raianas – Lendas e canções das mulheres da fronteira, por Irene Reina e Ricardo Martins | 19h00 | Cais Central da Vila

    Sexta feira, dia 06 de dezembro – Apresentação do Projeto Aves do Algarve, Guia de Campo e descoberta, pela Associação Terras do Baixo Guadiana | 10h00 | Salão Nobre da Câmara Municipal

    Jogo da Glória, Caminhos da Fronteira, pintura artística de Soizic Seon
    Jogado pelos alunos do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas do Concelho de Alcoutim

               11h00 | Cais Central da Vila

    O Meu Corpo Fronteira – Instalação Habitada
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares ) | 15h00 – 16h30 | Capela de Santo António.

    TUANAKE
    Por Companhia Honky Tonk Sail com pintura ao vivo de Soizic Seon e música de Bots Leonard (percussão, sopros, voz, guitarra e loop station)

                 19h00 | Barco Honky Tonk |  Cais Velho

    Sábado, dia 07 de dezembro

    Jogo da Glória, Caminhos da Fronteira, pintura artística de Soizic Seon
    Jogo aberto à população e visitantes com animação por Água Ardente Produções Teatrais

          11h00 | Cais Central da Vila

    O Meu Corpo Fronteira – Instalação Habitada
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares )

         15h00 – 16h30 | Capela de Santo António

    Apresentação do Livro “Poesia das Margens do Guadiana”, de José Dias Rodrigues
    16h30 | Biblioteca Municipal Carlos Brito

    Rio – Um Leito na Esfera de Fogo –Teatro de fogo participativo
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares )

       19h00   | Performance   itinerante pelo Cais e Zona ribeirinha
  • Bolsas artísticas solidárias em São Brás

    No âmbito das políticas sociais, o município de S. Brás, tendo por base a valorização das artes enquanto veículo de inclusão e coesão social, lançou um novo programa: as «Bolsas Artísticas Solidárias» destinadas apoiar, a partir do próximo ano letivo 2024/2025, jovens oriundos de famílias mais vulneráveis no desenvolvimento da sua formação artística.

    Ds artes visuais, a dança, o teatro, o cinema, a música entre outras áreas de formação cultural desenvolvidas por entidades locais e regionais, vão ser escolhidas as que promovam atividades não disponíveis no concelho, sendo as áreas abrangidas por estas bolsas.

    As candidaturas abrem em setembro e podem ser apresentadas por jovens dos três aos 25 anos, residentes no concelho.

    Anualmente, a Câmara Municipal lançará novo concurso, estabelecendo o número de bolsas a apoiar. O período de candidaturas será anunciado nos locais de informação pública e dos meios de divulgação do município. As candidaturas serão formalizadas no Centro de Apoio à Comunidade.

    A iniciativa do Município de São Brás de Alportel conta com a parceria do grupo de beneficência Helping Hands Algarve que conjuntamente com o Rotary Club Estoi de Palace International estabeleceram um acordo para apoio anual a esta iniciativa, em sintonia com o seu trabalho solidário, firmado a 6 de junho, pelo presidente da Helping Hands Algarve, Richard Brice, na presença do presidente do Rotary Clube de Estoi de Palace International, Richard Thorpe.

  • Associações algarvias de fora por falta de verba

    Associações algarvias de fora por falta de verba

    No Algarve, ficaram de fora a Companhia de Teatro do Algarve – ACTA, a JAT – Coletivo Janela Aberta Teatro, a Associação Cultural, da Mãozarra, a Associação Cultural, da Folha de Medronho – Associação de Artes Performativas ou da Copodehoje – Associação Cultural. Estas associações cumpriam os critérios estabelecidos nos concursos.

    O PCP propõe a alteração do modelo de apoio às artes, abandonando o modelo concursal e garantindo um outro modelo de financiamento que assegure o apoio a todas as estruturas artísticas e culturais, considerando o seu projeto e plano de atividades e que potencie em todo o território a dinamização e o desenvolvimento cultural do Algarve e do País.

    O deputado João Dias, do Grupo Parlamentar do PCP reuniu com a a ACTA e constatou que «Apesar do reforço orçamental anunciado pelo Governo, o facto é que este foi aplicado de forma discriminatória colocando em risco a sobrevivência de muitas estruturas».

    Verificou também que algumas associações «poderão nem sequer reunir as condições para manter o desenvolvimento do trabalho artístico e cultural, com tudo o que isso significa na fragilização da atividade cultural, no aumento do desemprego de trabalhadores da cultura e contribui para o aprofundamento de desigualdades e assimetrias regionais, podendo levar ao desaparecimento da atividade cultural em diversas localidades».

    O PCP revela que propôs o reforço de 86 milhões de euros para o ano de 2023, «mas mais uma vez, PS, acompanhado do PSD, IL e CH impediram a aprovação desta proposta, sendo responsáveis pela difícil situação de muitas estruturas culturais».

    Este partido anunciou que «exige a correção dos resultados dos concursos e o assegurar o adequado financiamento aos apoios às artes, reforçar as verbas no âmbito do Programa de Apoio Sustentado às Artes 2023/2026 e assegurar que nenhuma estrutura cultural e artística elegível e que cumpra os critérios estabelecidos pelos concursos – como é o caso destas 5 estruturas algarvias – fica sem o devido apoio».

  • ´«Palco Alberto» para a juventude

    ´«Palco Alberto» para a juventude

    A iniciativa é dinamizada pelo núcleo da juventude e procura valorizar e apoiar todos os jovens que estão a dar os primeiros passos no campo da expressão artística e plástica, concedendo-lhes um espaço próprio para o efeito.

    Nas duas edições já realizadas, foram vários os participantes que tiveram a oportunidade de apresentar ao público o seu talento nas áreas da música, poesia e representação e partilhar conhecimentos e experiências. Nesta terceira edição, e depois de já decorrido o período de inscrições a autarquia espera que a criatividade e o dinamismo voltem a ser chamados à cena no Centro Cultural.

    Os bilhetes são gratuitos e podem ser levantados na bilheteira do Centro Cultural António Aleixo, No dia do espetáculo, se existirem ainda bilhetes disponíveis, a bilheteira abre às 21:00 horas , sendo o acesso efetuado através da Rua 5 de Outubro. A atividade realiza-se em cumprimento das normas de controlo e segurança definidas pela DGS, no âmbito da Covid-19.

  • Cerâmica e renda de bilros em Lagoa

    Cerâmica e renda de bilros em Lagoa

    A Escola de Artes de Lagoa – Mestre Fernando Rodrigues, que é referência no concelho e no Algarve pelo trabalho que vem desenvolvendo junto dos diferentes públicos na área das Artes Plásticas e Decorativas, pretende alargar a sua oferta formativa com novas oficinas, dirigidas ao público em geral.

    Fazem parte desta recente oferta a Oficina de Olaria e Cerâmica, dando continuidade ao desejo de mestre Fernando Rodrigues em perpetuar esta tradição, e uma Oficina de Renda de Bilros, arte que também era praticada na região do Algarve e em vias de desaparecer.

    As oficinas são concebidas e orientadas para o público em geral, permitindo viver a experiencia artística. Seguindo um plano regular de formação, as pessoas podem praticar diferentes técnicas e o uso de diferentes materiais, passando por todas as fases desde a criação da peça até à sua finalização.

    Oficina de Renda de Bilros

    A renda de bilros é uma arte tradicional com forte ligação às regiões de Peniche e Vila do Conde, mas também é praticada no Algarve, apesar de ser uma arte que tem vindo a desaparecer da região. Hoje em dia, é uma arte versátil e adaptada a todas as faixas etárias, que permite criar os tradicionais naperons, mas também outra diversidade de trabalhos como quadros, aplicações, marcadores de livros, bijuteria, peças decorativas e muito mais.

  • Plano Nacional das Artes apresentado no Lethes em Faro

    Plano Nacional das Artes apresentado no Lethes em Faro

    A estratégia do Plano Nacional das Artes foi revelada hoje, dia 14 de junho, no Teatro Lethes, em Faro, com a comunicação dos princípios e valores que orientam as medidas do seu plano estratégico, e a importância do envolvimento de todos os cidadãos neste processo.

    Na sessão estiveram presentes cerca de 50 participantes, entre representantes de municípios, agentes e instituições culturais, agrupamentos de escolas e outras entidades da área da cultura e da educação.

    Ao final desta tarde, será assinado o compromisso “Cultura para tod@s” entre as escolas e os agentes e instituições culturais do concelho, momento promovido pela Câmara Municipal de Faro em parceria com o Plano Nacional das Artes.

  • PCP/Algarve quer o apoio imediato aos trabalhadores das artes e da cultura

    PCP/Algarve quer o apoio imediato aos trabalhadores das artes e da cultura

    A justificar a sua exigência para execução imediata, aquele partido assinala que “As dificuldades sentidas pelos trabalhadores das artes e da cultura ao longo dos anos viram-se profundamente agravadas no decorrer das medidas de combate e prevenção do surto epidémico. A situação é particularmente preocupante numa região como a do Algarve, marcada por uma profunda sazonalidade, decorrente de décadas de promoção da monoatividade do turismo e que afeta de forma acrescida todo o universo de trabalhadores directa ou indirectamente associados às artes do espectáculo”.