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Etiqueta: Arte

  • Alcoutim enriquece património cultural com doação de esculturas e pinturas de artista espanhol

    Alcoutim enriquece património cultural com doação de esculturas e pinturas de artista espanhol

    ## Alcoutim enriquece património cultural com doação de esculturas e pinturas de artista espanhol

    **Alcoutim, 23 de março** – A vila de Alcoutim viu o seu património artístico reforçado ontem, dia 22 de março, com a inauguração da escultura “Mujer Tumbada”, doada ao município pelo artista plástico espanhol Pepe Gámez. A obra foi instalada num local de destaque na vila, tornando-se um novo ponto de interesse cultural.

    A cerimónia de inauguração contou com a presença do autor, Pepe Gámez, e do Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino. O evento prosseguiu na Ermida de Nossa Senhora da Conceição, que acolhe agora uma exposição com 25 esculturas e 11 pinturas, também estas oferecidas por Gámez.

    A doação do artista espanhol representa um importante contributo para o enriquecimento da oferta cultural do concelho, permitindo aos residentes e visitantes apreciarem um conjunto significativo de obras de arte contemporânea.

    A manhã foi ainda abrilhantada por um momento musical a cargo do “Trio Clássico Amanhecer” e pela declamação de poemas por Domingo Perez, proporcionando aos presentes um ambiente de celebração da arte e da cultura. A iniciativa foi acolhida com entusiasmo pela população local, que demonstrou grande interesse pelas obras expostas.

  • Espanhol Pepe Gámez doa coleção a Alcoutim

    Espanhol Pepe Gámez doa coleção a Alcoutim

    Tesouro artístico chega avaliado em mais de 92 Mil Euros

    O património cultural do concelho de Alcoutim acaba de ser significativamente reforçado com uma doação de grande valor e impacto.

    O artista plástico espanhol Pepe Gámez entregou ao Município uma coleção impressionante, composta por 36 obras de arte, entre as quais se contam 25 esculturas e 11 pinturas.

    De acordo com o próprio autor, o valor global desta coleção ultrapassa os 92 mil euros. Mais do que o valor material, estas peças constituem uma autêntica retrospetiva do percurso de Gámez, representando um contributo fundamental para a dinamização artística da região algarvia.

    Residente em Ayamonte, Pepe Gámez é reconhecido pela expressividade das suas criações, que transitam entre a escultura e a pintura. A sua obra reflete uma profunda ligação à sua terra, ao imaginário mediterrânico e à condição humana, empregando uma linguagem visual que funde, com sensibilidade, a tradição e a contemporaneidade.

    Gámez é conhecido por valorizar o imperfeito, o simbólico e o essencial, através do engenho e de uma estética singular. A decisão de doar esta vasta coleção a Alcoutim surge como um gesto de partilha cultural e de valorização da arte junto da comunidade, promovendo a acessibilidade cultural transfronteiriça.

    As 36 obras já se encontram integradas no espólio municipal e estão, de momento, expostas em dois locais emblemáticos do concelho: a Ermida da Conceição e a Biblioteca Municipal Carlos Brito. O Município adianta, contudo, que estas peças poderão vir a ser exibidas noutros espaços públicos e culturais, maximizando a oferta e o acesso à arte para residentes e visitantes.

    O Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, sublinhou a relevância deste gesto. “Esta doação representa um ato de grande generosidade por parte do artista Pepe Gámez e constitui um enriquecimento significativo do património cultural do nosso concelho”, afirmou o autarca, destacando ainda o papel que Alcoutim pode desempenhar na promoção da cultura.

    O Município de Alcoutim manifestou o seu profundo agradecimento ao artista, garantindo que esta doação reforça o seu firme compromisso com a valorização cultural, a dinamização artística e a preservação deste valioso património para as futuras gerações.

  • Associação da Calçada Portuguesa promove roteiro pela arte em Lisboa

    Associação da Calçada Portuguesa promove roteiro pela arte em Lisboa

    A Associação da Calçada Portuguesa (ACP) promove, no dia 5 de julho, um roteiro a pé pela Avenida Almirante Reis e arredores da Igreja de São Brito, em Lisboa, com o objetivo de valorizar e divulgar a calçada portuguesa como património cultural.

    A iniciativa, gratuita e exclusiva para membros de uma associação (SSCGD), visa destacar a importância da calçada como elemento identitário e artístico da cidade e do país.

    O percurso de três horas, com início às 10:00 horas na Avenida Almirante Reis, apresentará exemplares notáveis da arte da calçada em locais como o Instituto Superior Técnico, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a Rua António Patrício e o Mercado do Alvalade.

    Entre os destaques, estão os mosaicos com as figuras de desenhos animados Pato Donald, Pernalonga e Calimero, próximos à Sapataria Godiva, e o primeiro exemplo de calçada-mosaico a cores de Lisboa, perto da Escola Básica S. João de Brito.

    A ACP, que se define como entidade de referência na preservação da calçada portuguesa, busca através desta iniciativa fortalecer o reconhecimento deste património como «traço identitário, afetivo e artístico marcante” das cidades portuguesas».

    As inscrições, obrigatórias e limitadas, devem ser realizadas até às 12h do dia 3 de julho através de formulário online ou QR code (disponíveis no press release original). Desistências devem ser comunicadas até 1 de julho.

    Serviço:

    • Evento: Roteiro “Arte e Saber-Fazer da Calçada Portuguesa”
    • Data: 5 de julho (sábado)
    • Hora: 10h (duração de 3 horas)
    • Ponto de Encontro: Placa central da Alameda (Avenida Almirante Reis)
    • Preço: Gratuito (exclusivo para SSCGD)
    • Inscrições: Até 3 de julho, 12h (formulário online ou QR code)
    • Recomendações: Calçado e roupa confortáveis. Não recomendado para crianças menores de 6 anos ou pessoas com mobilidade reduzida.

  • Começa hoje a Art Expo Algarve no Portimão Arena

    Começa hoje a Art Expo Algarve no Portimão Arena

    É a terceira edição e tem mais de 140 artistas entre emergentes e de renome internacional, assim como diversas galerias, em representação de mais de 35 países.

    Considerado o maior evento do género alguma vez realizado em Portugal pela IPRICEGRAB, Lda, entidade organizadora, a Art Expo Algarve teve as primeiras edições em 2023, reunindo este ano pintores, fotógrafos, ilustradores e escultores, que promoverão os seus trabalhos.

    Nesta edição, haverá uma demonstração ao vivo a cargo de Denys Dytyniuk, artista de renome internacional e a presença da modelo e empresária Raquel Prates, durante a demonstração amanhã sábado pelas 16:00 horas.

    A feira está vocacionada para que artistas, galerias e coletivos de criadores, estabelecidos e emergentes, exibam e vendam diretamente ao público obras de alta qualidade, em estilos tradicional e contemporâneo, dirigindo-se em especial aos amantes da arte e aos colecionadores.

    A realização do certame, que terá entrada livre e abrirá portas das 10h00 às 20h00, conta com as parcerias das revistas de arte a nível mundial “Art Market Magazine” e “Lens Magazine”, bem como da ARTONLY – Art Suplly Store, além do apoio da Câmara Municipal de Portimão.

  • Um passeio pela arte em Ayamonte

    Um passeio pela arte em Ayamonte

    Um autêntico museu ao ar livre sob a luz da iluminação pública e ggrinaldas de luzes, que wnprwtavam às ruas os tons quentes do espírito romântico e boêmio.

    Neste «Passeio pela Arte», participaram diferentes pintores, fotógrafos e escultores a expor as suas obras nas ruas.

    Os autores nasceram em Ayamonte ou estão ligados à cidade por residência ou atividade, notando-se também a presença de artistas portugueses convidados.

    Nesta exposição não se tem em conta a idade ou profissionalismo. A cada um é atribuído um espaço fixo de parede e a calçada fica identificada, para que as obras da sua escolha possam ser exibidas.

    Trata-se de um evento cultural que permite desfrutar de uma extensa demonstração artística ao percorrem-se as ruas e praças de Ayamonte, num horário estabelecido entre as 20 horas e as duas da manhã do novo dia.

    A organização esteve a cargo da associação cultural «Taller de Arte La Escalera» e da Câmara Municipal de Ayamonte.

    Veja os vídeos:

    Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4

  • Exposição DUAS MARGENS

    Exposição DUAS MARGENS

    No dia 11 de Julho de 2024, a Confraria do Atum, de Vila Real de Santo António apadrinhou novamente, a exposição de pintura e escultura, denominada «DUAS MARGENS».

    Esta exposição vai estar patente no Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António, com obras de autores espanhóis e portugueses e curadoria de Ana Feu, também ela confrade da Confraria do Atum.

    A qualidade dos trabalhos expostos recomenda a visita.

  • Dias abertos da VAGABUNDAS

    Dias abertos da VAGABUNDAS

    Este ano foram selecionadas para esta Residência as artistas Margarida Azevedo e Vera Santana que, durante o mês de Maio, puderam desenvolver as suas propostas na Mina de S. Domingos, em Mértola.Durante o mês de maio, puderam desenvolver as suas propostas na Mina de S. Domingos, concelho Mértola.

    No fecho desta «Residência» há lugar à partilha dos trabalhos desenvolvidos, fruto da pesquisa e criação com a comunidade da Mina de S. Domingos, e, também, o aproveitar o momento para o debate dos desafios inerentes à «criação no feminino em comunidades onde a desertificação cultural e social são uma realidade».

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    DIAS ABERTOS - VAGABUNDAS '24:

    30 maio às 18H00: Cineteatro da Mina de S.Domingos, Mértola
    “ALMA LAVRA” por Margarida Azevedo
    “PAPOILAS” por Vera Santana

    2 de junho às 17H00: Penha Sco – Arte Cooperativa, Lisboa
    “ALMA LAVRA” por Margarida Azevedo
    “PAPOILAS” por Vera Santana
    Inclui debate com as artistas e com o painel de júri deste ano, as artistas convidadas Ana Borralho, Raquel André e Inês Achando (Cepa Torta)

  • Onde a liberdade respira arte

    Onde a liberdade respira arte

    A iniciativa, anunciou a câmara municipal, visa dar voz aos alunos, professores e comunidade escolar, no âmbito das diferentes áreas disciplinares e curriculares, e pretende o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos culturais e artísticos, oferecendo um leque de eventos diversificados.

    O «RespirArte» abre-se igualmente à comunidade, sendo possível assistir, em espaços interiores e exteriores da cidade, a um leque de espetáculos que percorrerão expressões artísticas como a dança, o teatro e a poesia, passando ainda pela pintura, pelo desenho, pela música, a escultura e o vídeo.

    Para o presidente da autarquia local, Álvaro Araújo, «Trata-se de uma iniciativa em que o município, em estreita colaboração com toda a comunidade escolar, contribui para a divulgação das boas práticas educativas e partilha com a população a qualidade do desempenho dos alunos em contexto escolar».

    O projeto «RespirArte» é desenvolvido pelo município de Vila Real de Santo António, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António, o Agrupamento de Escolas D. José I e os clubes e associações do concelho.

    A entrada é livre para todas as atividades e os espetáculos dos dias 20 e 21 de março estão sujeitos ao levantamento prévio de bilhetes. Todos os residentes e visitantes são convidados a juntarem-se à celebração da arte, da cultura e da liberdade em Vila Real de Santo António.

  • O «Passeio Pela Arte» na cidade de Ayamonte

    O «Passeio Pela Arte» na cidade de Ayamonte

    Calor para que nada falte nesta noite de pleno agosto. Pessoas admirando e curtindo cada trabalho como se fosse a primeira vez e ganhando uma garrafinha de água fresquinha para enfrentar todo o calor do mundo.

    E enquanto, no pátio do convento de La Merced, as autoridades locais e provinciais declaravam inaugurada esta edição dedicada ao pintor valenciano Sorolla, no pátio da Casa Grande, esperavam alguns minutos para iniciar a sua participação nesta edição, com novas coleções de poemas e novas leituras poéticas.

    O amigo Rúa deu as boas-vindas ao grande público, apresentou o poeta Eladio Orta que ia revelar os segredos da sua última obra “A não estratégia da árvore”. Um recital carregado com a enorme personalidade do poeta camponês de Canela e disposto a não deixar nada sem resposta. Aplausos são sempre o prêmio pela leitura e reconhecimento da obra do escritor.

    Em seguida, foi o moderador da noite quem deu a palavra a Fabiola A. Lorente Sorolla, bisneta do pintor valenciano, que fez referência à coleção de poemas publicada na época “Sorolla. Versos para um centenário” e onde foram recolhidos os 24 poemas expostos em 2019 por ocasião dos atos e exposição de referência ao centenário da pesca do atum em Ayamonte. Palavras carinhosas e carinhosas que os participantes souberam apreciar.

    Em seguida, falaram sobre o livro “A pintura de Ayamonte hoje. Breve Crônica” que faz um passeio pelas publicações da imprensa nos últimos 10 anos e que refletem a intensa atividade pictórica da cidade. Um livro que não deixa ninguém indiferente ao número de amostras do enorme potencial pictórico dos ayamontinos.

    Por fim, foram os poetas presentes na coletânea de poemas dedicados a Sorolla e presentes na noite mágica, que recitaram seus próprios poemas. Versos em espanhol e português. Palavras emocionais, cotidianas ou mesmo emprestadas foram lançadas pela rampa de um pátio que conduz ao frescor dos desejos. Ana Deacracia, Eladio Orta, Clara Lourenço, Miguel Cabrera, María Luisa D. Borrallo, Antonio Cabrita, Ana I. Núñez, Carmen Azaustre, Clemen Esteban e o próprio moderador.

    Boas palavras, bons votos e poesia presentes mais uma vez neste evento pictórico que surpreende a cada dia mais pela sua imensidão. Parabéns.

    José Luís Rua Nascer, visto em Huelva,ya

  • «Arte sem fronteiras» no Revelim de Castro Marim

    «Arte sem fronteiras» no Revelim de Castro Marim

    É já no próximo domingo que o Revelim de Santo António, em Castro Marim, volta a acolher, com início às 18:00 horas, o Festival de Dança “Arte sem Fronteiras”.

    É um espetáculo que reúne escolas de dança do território do Baixo-Guadiana, Splash Dance Crew (VRSA), Conservatório de Vila Real de Santo António, Arutla (Altura), Companhia de Dança do Algarve (Faro), Estúdio-T (Olhão), Danzarte Ayamonte (Ayamonte), num espetáculo cheio de alegria e de talento.

    O evento reúne em palco cerca de 300 crianças e jovens, com coreografias que vão desde as influências dohip-hopaté à música clássica e contemporânea, numa combinação única de música, luz e movimento.

    O objetivo é o reforço e valorização do trabalho que as escolas desenvolvem com os jovens do território, para além de promover o gosto pela expressão artística, ao demonstrar os benefícios, físicos e mentais, associados à prática.

    O Festival de Dança «Arte sem Fronteiras«, no Revelim de Santo António, em Castro Marim, é uma organização da Escola de Dança “Splash” em parceria com a Câmara Municipal de Castro Marim.

    A entrada é livre.

  • Residência artística Cepa Torta em Mina de S. Domingos

    Residência artística Cepa Torta em Mina de S. Domingos

    As artistas selecionadas vão desenvolver, durante um mês, trabalho artístico, cruzando as questões relacionadas com o condicionamento social da mulher na intersecção com a criação artística, em zonas do interior, longe das luzes da ribalta da urbe.

    A Cepa Torta recebeu 37 candidaturas e foram selecionadas duas artistas vencedoras e duas suplentes. As duas vencedoras, Marta Xavier e Catarina Vieira, vão viajar até à Mina de S. Domingos, no mês de Abril, onde podem desenvolver o seu trabalho com as necessárias condições, «aproveitando este maravilhoso lugar e a generosidade das suas gentes para pensar e criar com toda a liberdade e dignidade que muitas vezes ainda faltam às mulheres criadoras», informa a organização. São elas Marta Xavier e Catarina Vieira.

    «VAGABUNDAS» é uma residência artística que tem como objetivo promover a criação artística no feminino e na interseção com o desenvolvimento de trabalho artístico descentralizado, em particular em comunidades com problemas de desenvolvimento e desertificação.

    Com uma periodicidade anual, esta residência inspira-se na história de Mercedes Blasco, um dos muitos pseudónimos de Conceição Vitória Marques, e no nome da sua obra literária mais conhecida “Vagabunda”, um diário de memórias da mulher e da artista.

    Reconhecer a sua importância e tê-la como inspiração é reforçar a sua existência, o seu legado e dar a relevância política que, em vida, Mercedes não teve. Inspiramo-nos na sua história para criar VAGABUNDAS, residência artística de criação para mulheres portuguesas.

    Fazê-lo no interior, na aldeia natal de Mercedes, na Mina de S. Domingos (Mértola), é afirmar a necessidade de uma criação mais descentralizada, sustentável e verdadeiramente acessível e participada.

  • Arte pelas ruas de Ayamonte encerra hoje

    Arte pelas ruas de Ayamonte encerra hoje

    É um total de 130 artistas ligados, com mais de mil obras, numa exposição ao ar livre, pelas ruas da cidade fronteiriça a Vila Real de Santo António, a magia da Caminhada pela Arte, ausente durante os dois anos, por causa da pandemia da Covid-19.

    Regressaram as grinaldas de lâmpadas às suas estreitas do centro de Ayamonte. Cor, luz, a arte e cultura neste município que leva a arte nas suas idiossincrasia e é berço do grande artistas da pintura e da escultura,

    Lola Martín, irmãos González Sáenz, Rafael e Joaquín, José Vázquez, o ilustrador Prudencio Navarro Pallares ou do escultor que criou o seu próprio estilo no imaginário andaluno do Século XX, Antonio León Ortega.

    Esta nona edição e é organizada pelo workshop de arte La Escalera e pela câmara municipal da cidade fronteiriça, que nutre uma imensa admiração por Joaquín Sorolla, pintor que capturou como nenhum outro a luz do Sul, da Andaluzia.

    A Caminhada pela Arte foi inaugurada na sexta-feira à noite no centro cultural da Casa Grande pela presidente da câmara, Natalia Santos, que, para além dos aspetos relacionados com a atividade artística, destacou o impacto económico deste evento cultural.

    Este ano incorporaram também as atuações da Pulse and Pick Orchestra da Polymnia Association of Ayamonte, e um quarteto de cordas de Huelva, que colocou a nota musical nas duas noites de arte.

    A última edição presencial do Paseo por el Arte contou com obras de cerca de 120 artistas, bem como a presença, segundo o Consistório Ayamontino, de mais de 28.000 visitantes.

    A iniciativa surgiu do entusiasmo dos artistas que compõem o workshop de arte La Escalera, que sempre se convenceram de que é possível reunir profissionais e amadores de arte no mesmo espaço, e que Ao mesmo tempo, também quiseram reconhecer o trabalho de artistas desaparecidos. Outro dos seus objetivos sempre foi apoiar a cultura da sua cidade.

  • Residência artística na EC1 Manuel Cabanas

    Residência artística na EC1 Manuel Cabanas

    A apresentação final do projeto teve lugar na passada sexta-feira, no Largo Manuel Cabanas, em Vila Nova de Cacela, tendo contado com a presença da vereadora da cultura da câmara Municipal local, Conceição Pires, além de representantes, dirigentes e coordenadores do programa e do Agrupamento de Escolas.

    O Programa de Educação Estética e Artística (PEEA), é uma iniciativa da Direção-Geral da Educação que pretende enriquecer as experiências de educação. Inscreve-se no quadro de uma política educativa de valorização da cultura e das artes do ministério, propondo metodologias inovadoras de aprendizagem nas áreas das Artes Visuais, Dança, Expressão Dramática/Teatro e Música.

    Neste contexto, acompanha os educadores e professores, de forma continuada, através de planos sequenciados, com formação docente, iniciativas com parceiros culturais, projetos de ações educativas e realização de eventos no âmbito da Educação Artística – a fim de ser construída uma rede de conhecimentos e recursos, de acordo com cada contexto escolar.

    Além da Equipa de Educação Artística, estrutura central, o PEEA contou ainda com um grupo de Embaixadores Regionais e Locais que, junto da escola EB1 Manuel Cabanas, estabeleceu uma relação de proximidade, acompanhando os docentes, os alunos e a comunidade.

    Esta rede de professores realiza ações sequenciadas que reconhecem a Arte como forma de conhecimento e valorizam as culturas locais e globais para a construção de uma marca de identidade.

  • Respirar a arte em Vila Real de Santo António

    Respirar a arte em Vila Real de Santo António

    A iniciativa é do município de Vila Real de Santo António e tem por objetivo o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos de leitura dos alunos e da comunidade escolar e local, oferecendo um leque de eventos diversificados e variados. A partir do livro e da leitura para, derivar para a arte… porque tudo é arte: a literatura, a dança, o teatro, a poesia, a pintura, o desenho, a dança.

    O projeto procura expandir a leitura à comunidade através da realização de atividades culturais e artísticas, promovendo a participação ativa dos alunos e professores com a divulgação de trabalhos e performances elaborados em contexto pedagógico. sendo composto por exposições, teatro, poesia, fotografia, arte e literatura.

    No Centro Cultural António Aleixo vão estar a Galeria dos Poetas Contemporâneos, com Retratos de Fernando Pessoa, Modernismo, o Modernismo Português, Gravura e Stencil de «Os Lusíadas», Cozinhando Letras, trabalhos dos alunos de Artes Visuais do AEVRSA, «Aves do Sotavento Algarvio». o «Borboletas», «Portas com História», «Chaminés de Vila Real», trabalhos de expressão plástica do Clube de Artes da Escola Secundária de VRSA, «Animais Queridos», trabalhos dos alunos do AEDJI, «Árvore de Esperança», «Desconstrução I», o «Desconstrução II», «Bruxas nas histórias», «Ilusão Ótica», «Pequenos Artistas», «A Maior Flor do Mundo»,  Registos gráficos da cidade – aulas ao vivo nas ruas da cidade, Concurso público «Fotografa VRSA», Exposição das fotografias no CCAA.

    RecriArte – teatro, poesia, canto, dança, (recriação de excertos de obras pelos alunos do 3.º ciclo e Ensino Secundário da Escola Secundária VRSA).

    Faz de Conta – O Monstro das Cores, (oferta educativa para os alunos do 1º Ciclo do ensino básico -2ºF da EB de Monte Gordo)
    14h30 > Performance «Raposinha», performance artística constituída por música para piano, projeção de vídeo e declamação lírica da autoria de Fernando Pessanha).
    As peças de teatro ALOCSE – Escola ao Contrário e Peça de teatro Cusquedo, (performances teatrais resultado da soma de aprendizagens e experiências dos módulos da disciplina de T.P.I.E. – Técnicas Pedagógicas de Intervenção Educativa do 12ºano da turma Profissional de Técnicos de Apoio à Infância da Escola Secundária de VRSA)

    Na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, a exposição «Alfabeto de Formas», a Tertúlia «Poesias do Mundo», (pelos alunos e professores do PLA – Português Língua de Acolhimento da Escola Secundária VRSA), um Roteiro poético por Vila Real de Santo António, (organização do Agrupamento de Escolas de VRSA), a Oficina de Design, (exposição de trabalhos dos alunos de Artes Visuais-12ºD da Escola Secundária VRSA).

    Na Praça Marquês de Pombal, Música e Poesia em Movimento, (Música pelas turmas de 4.º ano da EB de Monte Gordo e Clube de Música da EB D. José I/ Poesia pelos alunos do 9.º ano da EB de Monte Gordo e 8.º ano da EB D. José I do AEDJI)

    Novamente na Praça Marquês de Pombal, o Coro do Conservatório Regional de VRSA, CantArte, (pelos alunos do 11ºE da Escola Secundária de VRSA, leitura de cenas alusivas à obra de Frei Luís de Sousa, (pelos alunos do 11ºE da Escola Secundária de VRSA), Amor de Perdição, (texto invertido da autoria dos alunos do 11ºC da Escola Secundária VRSA), distribuição de marcadores de livros – quadras de António Aleixo, (pelos alunos da Escola Secundária de VRSA).

    Na Avenida da República – junto ao Conservatório Regional de VRSA, Dança, música e poesia com acordeão, (pelos alunos do Conservatório Regional de VRSA), CantArte, (pelos alunos do 11ºE da Escola Secundária de VRSA), Amor de Perdição,
    (texto invertido da autoria dos alunos do 11ºA da Escola Secundária VRSA), Os Maias, (Leitura encenada de excertos da obra pelos alunos do 11ºB e 11ºG da Escola Secundária VRSA) e há um Dia Aberto no Conservatório

  • Museu Islâmico de Mértola faz 20 anos

    Museu Islâmico de Mértola faz 20 anos

    Para a autarquia, não é nada que altere aqueles que são os pressupostos iniciais dos seus mentores, ao nível dos conteúdos e do discurso: «O projeto de arquitetura e a museografia realçam as caraterísticas do próprio edifício e marcam nas linhas, nas cores e nas formas a presença da herança islâmica e criam um discurso lógico e coerente».

    E faz notar que, recentemente, realizou uma intervenção de manutenção do edifício «com o objetivo de corrigir anomalias resultantes do passar dos anos, a par do desenvolvimento de ações que visam uma maior eficiência energética e a criação de condições ambientais adequadas aos que aqui trabalham, aos que visitam e à conservação da coleção exposta».

    E apela a que se visite, ou revisite o Museu de Mértola e, neste aniversário, dê uma especial atenção ao Núcleo de Arte Islâmica e se veja para além do objeto e pense nas mãos por onde passou, até chegar à excelência de uma vitrine.

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    O núcleo museológico de Arte Islâmica, inaugurado há 20 anos, em 21 de dezembro de 2001, é exemplo do trabalho que tem vindo a realizar-se em Mértola. A coordenação, conceção e conteúdos são da responsabilidade de Cláudio Torres e Santiago Macias que, com uma vasta e diversificada equipa, desenvolveram, ao longo de anos, um trabalho de «excelência na investigação, estudo, inventário e conservação».

    A arqueologia, principalmente a intervenção desenvolvida pelo Campo Arqueológico de Mértola na Alcáçova, permitiu reunir uma importante coleção de objetos representativos do quotidiano de um passado longínquo, que tem ecos em formas, técnicas, costumes e saberes-fazer que ainda reconhecemos e nos são próximos.

    Para acolher este lote excecional de materiais foi escolhido um antigo armazém do século XVIII, localizado em pleno Centro histórico, na zona da antiga Porta da Ribeira, propriedade da Câmara Municipal e reabilitado com um projeto do Arquiteto José Alberto Alegria, financiado pelo Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo, pela Direção Geral de Ordenamento do Território e pela Autarquia, integrado no Projeto Integrado de Mertola.

    A câmara anuncia que, ela segurança de todos, neste Natal está encerrado nos dias 24, 25 e 26 de dezembro, reabrindo no dia 28.

  • «ARTE NUMA PERSPETIVA DIFERENTE» – 19ª Edição

    «ARTE NUMA PERSPETIVA DIFERENTE» – 19ª Edição

    Foi ontem, dia 3 de dezembro, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, inaugurada a 19ª edição
    da exposição “ARTE NUMA PERSPETIVA DIFERENTE”, dos utentes do Centro de Atividades
    Ocupacionais do CPCB – Centro de Paralisia Cerebral de Beja.

    Esta 19ª edição reúne um conjunto de 20 trabalhos que nos transportam para visão
    descomprometida e não formatada do mundo. Os traços fluem livres e despidos de estereótipos,
    resultando em trabalhos com títulos como “A Boneca ao Sol”, “A Menina das Pulseiras” ou o
    “Toscano Barrigudo”.

    A exposição foi resulta de uma parceria entre a EDIA e o Centro de Paralisia Cerebral de Beja, existe desde 2002, sendo,
    atualmente, um dos estímulos ao desenvolvimento intelectual dos utentes do Centro, reforçando a sua integração e inclusão social e aumentando a sua autoestima, segundo os promotores
    Devido ao atual contexto de pandemia, a exposição é, excecionalmente, realizada online, com divulgação conjunta da EDIA e CPCB.
    A receita proveniente da venda dos trabalhos reverte integralmente para o Centro de Paralisia Cerebral de Beja.

    Visite a exposição “ARTE NUMA PERSPETIVA DIFERENTE” – 19ª Edição, em: