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Etiqueta: arrendamento

  • Oferta de arrendamento em 2024

    A atividade de arrendamento contraiu em meados do ano passado, o que pode ser justificado quer pela falta de oferta, quer pelos novos estímulos à compra de casa (queda dos juros ou isenção de IMT Jovem), informa o Idealista/news.

    Este menor dinamismo no arrendamento, a par da maior rentabilidade nos imóveis comprados para arrendar e chegada de novos empreendimentos imobiliários ao mercado, podem ajudar a explicar o facto de a oferta de casas para arrendar em Portugal ter aumentado 59% no final de 2024 face ao que estava disponível no mesmo período de 2023.

    Esta informação partiu da análise de dados do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.

  • Polémica com a vizinhança em Porches

    Polémica com a vizinhança em Porches

    É um movimento muito grande, um entra e sai constante no prédio de pessoas estranhas, com barulho e um intenso cheiro a droga nas escadas. Temos aqui famílias e crianças e começa a existir um sentimento de insegurança”, explicou o morador Hélder Conduto àquele jornal. Afirma já ter contactado diferentes autoridades, a dar conhecimento da situação, mas que «ninguém faz nada».

    Oa moradores não querem o inquilino fora do bairro, mas que lhe seja dada uma casa no rés-do-chão, onde incomoda menos, apon tando para que existem casas livres noutros blocos.

    Queixam-se também da ausência de fiscalização e de nenhuma preocupação com o bairro, quer da parte da Segurança Social, quer da Câmara Municipal.

    «Ninguém vem cá saber o que se passa, os problemas que existem e os casos sociais, pois há também aqui pessoas sozinhas que estão desamparadas e que precisam de apoio. Está tudo a degradar-se neste bairro e ninguém quer saber», lamentou ainda o senhor Hélder Conduto ao jornal.

  • Algarve ainda sem apartamentos devolutos do Estado para o arrendamento

    Algarve ainda sem apartamentos devolutos do Estado para o arrendamento

    Há 18 câmaras municipais interessadas em gerir estes imóveis do Estado, uma vez que a gestão pode ser descentralizadas para as autarquias que tiverem interesse.

    Por enquanto, serão apenas Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Almada, Amadora, Barreiro, Braga, Caldas da Rainha, Chaves, Oeiras, Palmela, Penafiel, Figueiró dos Vinhos, Seixal, Vila Franca de Xira e
    Vila Nova de Gaia.

    São casas de guardas florestais e magistrados, antigas escolas, antigas residências de estudantes e também prédios urbanos, lojas, armazéns, garagens e lotes de terrenos para construção.

    Entre eles está, por exemplo, o antigo hospital Miguel Bombarda e o hospital Militar da Estrela, ambos em Lisboa, e também as Instalações da Manutenção Militar, no Porto, refere o mesmo jornal, revela o Jornal de Negócios.