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Etiqueta: aquicultura

  • Nova aquicultura no mar de VRSA

    Nova aquicultura no mar de VRSA

    A instalação proposta é uma plataforma semissubmersível, ancorada permanentemente ao fundo do mar. É uma estrutura estática, não possui motores, tem dimensões aproximadas de 55 por 55 metros e uma superfície operacional de cerca de 3.025 m².

    A MSP planeia produzir robalo e dourada, anualmente com produção estimada de 8.000 toneladas. O sistema de gaiolas para a produção dos peixes será instalado a uma distância de 40 metros em torno da plataforma principal, resultando em dimensões totais do sistema de cerca de 130m x 130m.

    Trata-se de uma plataforma com projeto piloto. A empresa antecipa a possibilidade de instalar estruturas semelhantes noutros pontos do globo. Atualmente, o projeto está em fase de Avaliação de Impacte Ambiental, e espera receber a aprovação oficial para o projeto até ao final do ano.

    Este desenvolvimento alinha com o compromisso de Portugal em se tornar “líder na economiaazul, e a Mariculture Systems está na vanguarda desta iniciativa com o seu projeto de aquicultura offshore”, sublinha a Direcção Geral de Recursos Marinhos.

    .A empresa espera que este projeto pioneiro abra o caminho para futuros desenvolvimentos na indústria de aquicultura em #Portugal.

    DGRM #Pescas #Aquicultura

  • A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    7 de dezembro – Libertação de milhares de peixes na Ria Formosa

    Realizou-se uma operação significativa de libertação de milhares de peixes ao largo da Armona e na Ria Formosa, tendo os peixes sido cuidadosamente transportados a bordo de uma embarcação de carga da empresa Tunipex.

    A carga incluía diversas espécies, como dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius), e robalo (Dicentrarchus labrax), todos criados em cativeiro na EPPO.

    Agosto de 2023 – Libertação de juvenis de peixes marinhos produzidos em aquacultura

    No fim de agosto procedeu-se à libertação de uns milhares de juvenis de dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius) e robalo (Dicentrarchus labrax) duas milhas a SE do Cabo de Santa Maria na costa do Sotavento algarvio.

    Esta libertação teve como objectivo contribuir para o aumento dos efectivos no recrutamento anual de espécies naturalmente existentes na nossa costa e, que devido ao seu elevado valor económico sofrem uma grande pressão piscatória, onde se acrescenta nos meses de veraneio a pesca amadora.

    Para esta operação a EPPO contou com a preciosa colaboração da Tunipex para apoio na logistica do transporte dos peixes, das instalações da EPPO para o Porto de Olhão e daí até ao local da libertação.

    O transporte de peixe vivo é uma operação delicada, de elevada exigência e rigor, em que a perfeita coordenação dos vários passos é essencial, pelo que a associação do conhecimento dos técnicos do IPMA com os meios disponibilizados pela Tunipex, a nível do equipamento pesado, nomeadamente camião e navio com grua, assim como o elevado grau de profissionalismo da tripulação, potenciam a taxa de sobrevivência dos peixes durante o transporte e no mar, permitindo assim melhor cumprir os objectivos de recrutamento de mais recursos marinhos.

    Peixes libertados: 3203 douradas de 85g; 1800 robalos de 77g com cerca de 8 meses de idade e 1800 corvinas de 77g com aproximadamente 5 meses de idade.

    Julho de 2023 – Libertação de corvinas


    Também no passado mês de julho, a EPPO/IPMA libertou corvinas produzidas em aquacultura, excedentes que não foram usadas em ensaios de investigação. Esta libertação teve como objetivo repovoar e aumentar os stocks para a pesca local na costa Algarvia.

    Nestas ações foram libertadas 3525 corvinas (Argyrosomus regius) de aproximadamente 8g no interior da Ria Formosa. Este tamanho de peixe garante um maior sucesso da sua sobrevivência na natureza.

    1º Semestre de 2023 – Doação de pescado a instituições de solidariedade social

    Nos últimos meses a Estação Piloto de Piscicultura em Olhão (EPPO/IPMA) doou cerca de 500 kg de peixe a várias instituições de solidariedade mais carenciadas do concelho de Olhão.

    Entre as instituições contam-se a Cruz Vermelha Portuguesa de Olhão e a de Moncarapacho/Fuzeta, o Grupo de Bem Fazer Celeiro de Amor, a Santa Casa da Misericórdia de Olhão e de Moncarapacho, o Centro de Bem Estar Nossa Senhora de Fátima e a ACASO.

    Desta forma foi possível a estas instituições proporcionar aos seus utentes menus que incluiram douradas e sargos de aquacultura, produzidos na EPPO.

  • Tanques de piscicultura em Alvor certificados

    Tanques de piscicultura em Alvor certificados

    Em Portugal, a Naturalfa é a única empresa reconhecida por este organismo para a realização de auditorias e certificação de produtores de peixes, crustáceos, moluscos e algas marinhas, revela a empresa em comunicado.

    A Aqualvor e a Piscicultura do Vale da Lama, pertencentes ao mesmo grupo e que se dedicam à produção de Robalo e Dourada de elevada qualidade em tanques de esteiro na Ria de Alvor, são as duas empresas nacionais já certificadas.

    Uma vez adquirido o certificado, este é válido por 12 meses, o que implica, pelo menos, uma auditoria anual para poder ser renovado.

  • Arranca em setembro em VRSA a unidade industrial de apoio à aquicultura

    Arranca em setembro em VRSA a unidade industrial de apoio à aquicultura

    José Cruz, pela da CDU recordou que existiu um precedente na freguesia de Vila Nova de Cacela, de uma suspensão do plano diretor municipal, para viabilizar a ampliação da Frusual, «caso esse que podemos dizer que hoje se mostra uma decisão de sucesso, com o objetivo de criar postos de trabalho, auxiliar os agricultores de Vila Nova de Cacela e os produtores de frutas a aumentar a sua capacidade de escoamento».

    «Portanto, eu creio que na altura não houve objeção a este levantamento das regras do plano e que todas as bancadas compreenderam bem o que era essa suspensão e temos aqui agora um caso, mas com algumas diferenças. Enquanto aquela era uma unidade privada que tinha comprado o terreno, aqui estamos num numa área que é da jurisdição da Docapesca».

    Lembrou que se trata de «uma criação de postos de trabalho e que agora vai haver uma unidade de raiz com outra estrutura com outra capacidade e creio que para Vila Real de Santo António, a criação de postos de trabalho é sempre bem-vinda e pode estimular outros investimentos do mesmo género e na mesma área. Portanto o nosso voto vai ser positivo

    Francisco Lança, deputado municipal independente quis saber se há estudo ambiental para construir naquele terreno, apesar de se saber que já várias entidades envolvidas deram seu parecer favorável.

    Considerou que o mais importante era perceber se, do ponto de vista estratégico, do ponto de vista do desenvolvimento da economia local se seria mais vantajoso ou não outro tipo de investimento, ou seja, «perceber até que ponto é que este este investimento é assim tão importante ao ponto de suspender o PDM». ,Prosseguiu dizendo que não deve ser assim uma coisa muito frequente a suspensão do PDN.

    David Vasques, deputado municipal do PSD pediu a palavra para afirmar o apoio do seu partido à operação. Também elogiou a forma como tinha sido feita a suspensão do PDM no caso da Frusual, «exemplo feliz, àquilo que se fez com a cooperativa, um terreno diferente, um terreno dos próprios, quando este é um terreno da Docapesca

    Lembrou que o terreno fica situado dentro da área da Docapesca, pertence ao Porto de Pesca, «é uma concessão, onde as construções têm que obedecer ao PDM como todas as construções no município. Portanto vemos com bons olhos e, portanto, nós vamos viabilizar».

    Ricardo Cipriano, vice-presidente do executivo camarário esclareceu que o processo teve os pareceres favoráveis das entidades e validado ou pré-validado pela CCDR Algarve.

    «O PDM naquela zona é uma zona diz que está classificada como a zona industrial de expansão, portanto ela, nos termos do PDM, tem duas formas de se regular urbanisticamente, digamos assim, ou se procede a um loteamento ou se faz um um licenciamento à parcela que é aquilo que estamos a fazer», afirmou.

    «Não obstante, o PDM ter uma incidência», prosseguiu, «ali está em zona que é da DocaPesca, ou seja, a Câmara Municipal não tem a jurisdição, naquela zona bem como toda a zona da frente ribeirinha de Vila Real de Santo António por isso é que é à Doca Pesca a quem cabe a iniciativa de instalar estas indústrias».

    A Assembleia aprovou um pacote de medidas destinadas à pavimentação de diversos pavimentos principais, degradados com o uso intensivo e uma ampliação da Estratégia Municipal de Habitação, onde serão incluídas novas casas para famílias mais necessitadas.

    O PS defende a sua ação na habitação social

    Pronunciando-se sobre aquela medida, João Reis, deputado municipal do PS, disse que a habitação «que foi praticamente esquecida durante os anteriores mandatos, assume hoje, com este executivo, apoiado pelo Partido Socialista um caráter decisivo nas prioridades de investimento deste município».

    Lembrou o fato de «Desde sempre que a habitação foi uma aposta executivos precedidos pelo Partido Socialista. E volta uma vez mais a ser a grande prioridade deste município. O caminho da responsabilidade, da solidariedade para o com o próximo, da inclusão e do progresso, são cada vez mais visíveis e Vila Real de Santo António sente que a mudança está mais visível a cada dia que passa. E já não é possível parar. Vamos continuar a mudar

    Voto de pesar pelo falecimento de Fernanda Santos

    A Assembleia Municipal aprovou um voto de pesar pelo falecimento da deputada municipal Fernanda Santos, falecida no dia vinte e quatro de julho, com sessenta e seis anos de idade, e que tinha sido cabeça de lista da CDU para aquele órgão autárquico.

    Amélia Cunha, da bancada desta força política lembrou a falecida como «uma mulher de abril, uma amante profunda da liberdade e da fraternidade. Sempre participando e apoiando a luta por um mundo melhor mais justo e igualitário».

    «Nesta sua caminhada», prosseguiu, «deu grande importância ao poder local. Fazendo parte das listas da CDU com o independente Fernanda Santos participou em muitas campanhas eleitorais e foi eleita para vários órgãos autárquicos procurando sempre o melhor para a nossa autarquia para a sua população».

    «Foi vereadora da câmara municipal entre dois mil e um e dois mil e cinco fez parte das listas para a Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela

    Lembrou, ainda, que Fernanda Santos foi professora de filosofia e psicologia na escola secundária de Vila Real de Santo António e no Instituto de Emprego e Formação Profissional e «ficará sempre na memória de muitos dos seus alunos e de toda a comunidade escolar».

    Foi observado um minuto de silêncio em honra da deputada municipal.

  • Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Arrastava parte significativa da estrutura que vai conformar os tanques que se destinam ao projeto da aquicultura de dourada e corvina da empresa Jerónimo Martins, à qual, espera-se, segundo informações já divulgadas pelo munícipio de Vila Real de Santo António, se venha a associar uma unidade de elaboração de pescado com destino em especial aos supermercados do grupo.

    Este projeto está a criar alguma expectativa quanto à possibilidade do renascimento, em termos apropriados à tecnologia do século, de uma atividade industrial para a qual a cidade teve a competência adequada no passado.

  • Aquicultura em Monte Gordo e conservas em Vila Real de Santo António

    Aquicultura em Monte Gordo e conservas em Vila Real de Santo António

    A revelação foi feita pelo presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, na presença do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa e do presidente da CCDR-Algarve José Apolinário, no encerramento da reunião de trabalhos sobre a estratégia regional para o crescimento AZUL do Algarve e contributos para a construção transfronteiriça AAA – Projeto Atlazul, envolvendo Algarve, Alentejo e Andaluzia.

    Foi ainda falada a construção de uma unidade de transformação do pescado ligada à aquicultura e de uma estação ligada ao Mar, no sapal de Castro Marim e outra em Sagres.

    O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, referiu a necessidade de se completarem os trabalhos da navegabilidade do rio Guadiana, bem como as dragagens da barra do Guadiana, que pertencem agora a Portugal.

  • DRAP Algarve anuncia a aquicultores por telemóvel a qualidade da água

    DRAP Algarve anuncia a aquicultores por telemóvel a qualidade da água

    Assim vai ser o novo serviço que o projeto PrecisAqua se propõe a desenvolver e teve um financiamento atribuído no valor de 301.083€, correspondente a uma taxa de financiamento de 70%.

    MATEREOSPACE Lda é o Promotor deste Projeto, e os parceiros são Instituto Superior Técnico e NIVA – Norwegian Institute for Water Research. Este serviço de aquacultura de precisão com dados da água em tempo real e previsão tem como promotor a UNDERSEE – Matereospace, Lda. e parceiros o Instituto Superior Técnico, a NIVA – Norwegian Institute for Water Research.
    O financiamento EEA Grants é de 301.083,00€, para o financiamento total de 430.119,00€, ao abrigo do programa Crescimento Azul.

    Justificação

    As atividades tradicionais de monitorização de água, as operações com sensores ou os processos de manutenção e controlo são sobretudo manuais e influenciados pela experiência pessoal, o que normalmente se traduz numa baixa qualidade dos dados disponíveis.

    No sector da aquicultura, onde os níveis de qualidade da água são essenciais para manter o produto em excelentes condições para o consumo humano, esta é uma tarefa dispendiosa quer em tempo quer em dinheiro.

    Por outro lado, as previsões da qualidade da água ou são inexistentes ou demoram demasiado tempo para a maioria dos produtores de peixe mais tecnológicos podendo alguns episódios que afetam a produtividade não ser detetados, como a depleção de oxigénio ou o florescimento de algas.

    Este projeto visa o lançamento no mercado de um novo serviço/produto para o setor da aquacultura que, alegam os promotores permitirá o desenvolvimento de métodos produtivos mais eficazes e sustentáveis. Os utilizadores terão acesso a tempo real e previsões de temperatura das águas superficiais e níveis de concentrações de oxigénio dissolvidos para os próximos dias e alertas de possíveis eventos de depleção de oxigénio ou mesmo de florescimento de algas.

    O novo modelo de serviço permite aos aquicultores monitorizar e prever as mudanças na qualidade da água sem preocupações com a compra de equipamentos ou com a manutenção dos sensores.