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Etiqueta: apresentações

  • ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

    ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

    … Frágil é procurar a verdade quando se vive no mundo de mentiras…

    … um lindo poema um livro pode ter nascido de contemplação de morada de um pôr de sol…

    … noutra vida teremos oportunidade de Agir de outra forma, se ela existir…

    Maria Luísa Currito nasceu em 8 de dezembro de 1952, em Vila Real de Santo António onde reside. Formou-se no Magistério Primário de Faro em 1972. Em 1995 licenciou-se em história na Universidade Nova de Lisboa. Foi como professora que teve a sua principal atividade e, no âmbito da educação, desempenhou, ainda, o cargo de Delegada Escolar e o presidente do Agrupamento de Escolas.

    Foi durante várias décadas membro da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco em Vila Real de Santo António. Exerceu vários carros políticos e regionais.

    Valoriza a família e sempre a teve como a sua prioridade. Ler e escrever são complementos essenciais à vida. Sempre viu na escrita um interlocutor passivo e recetivo a todos os sonhos, anseios, reflexões, frustrações e motivações.

    Pela sua recetividade e cumplicidade considera a escrita a forma ideal e fácil para libertar a criatividade e as emoções.

  • Catarina Marques na frente da lista da CDU no Algarve

    Catarina Marques na frente da lista da CDU no Algarve

    Catarina Marques, tem 46 anos, é professora de Educação Especial, coordenadora da União de Sindicatos do Algarve, foi membro da direção do Clube Desportivo de Montenegro e Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Montenegro. Foi eleita na Assembleia Municipal de Faro e é membro da direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Com a divulgação da primeira candidata à Assembleia da República, anunciada no «Acto Público» realizado em Faro, no café Maktostasa, CDU vai, desde já, avançar na preparação da batalha eleitoral que definirá o rumo do Algarve e do país.

    Analisando a atual legislatura que terminou por intervenção do Presidente da República, após a demissão do Governo, a CDU analisa como grave situação social que se atravessa, anotando como «reveladora do que foram dois anos de maioria absoluta do PS, nos quais PSD, CDS, Ch e Il sempre se mostraram coniventes com o conteúdo e, quando muito, descontentes com a forma como era aplicada), duma política que deixa profundas marcas de atrasos e dificuldades nos trabalhadores, nas populações e na região».

    «Por um lado, temos o acentuar das desigualdades económicas e sociais, em que as famílias lutam diariamente para pagar contas e dar comida aos filhos, e por outro lado, temos os grandes grupos económicos e financeiros a acumular escandalosos lucros e a apropriar-se da riqueza que é gerada pelos trabalhadores. E coloca-se uma questão essencial: queremos continuar assim ou queremos um outro caminho, uma alternativa, uma mudança de rumo?» – pergunta a próxima candidata da CDU.

    Público assistindo palestra em ambiente fechado.
    cdu catarina marques assistencia

    Para esclarecer, do seu ponto de vista que a resposta «não é difícil e que queremos de facto uma alternativa que só a CDU está em condições de protagonizar. Precisamos de uma política que valorize e esteja comprometida com o progresso do Algarve e com a melhoria das condições de vida e de trabalho dos que cá estão.»

    Para a CDU estas eleições são uma oportunidade de mudança desta política protagonizada por os de sempre. Uma oportunidade que «trabalhadores e populações não podem deixar de aproveitar para avançar para uma vida melhor, para construir uma alternativa. Dando mais força à CDU mais perto dessa realidade e a alternativa se concretizará».

    A CDU avança com o objectivo de eleger um deputado pelo Algarve e recuperar «uma importante voz na Assembleia da República, na defesa dos interesses algarvios e dos seus trabalhadores».