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Etiqueta: apoio

  • Cuidados Médicos no Interior de Castro Marim

    Cuidados Médicos no Interior de Castro Marim

    Saúde Mais Perto com o regresso da Unidade Móvel /

    A Unidade Móvel de Saúde de Castro Marim retomou, esta segunda-feira, o seu serviço de proximidade, levando cuidados médicos e de enfermagem às populações mais isoladas e dispersas do concelho.

    A iniciativa, que já se tornou uma referência na região, visa garantir o acesso à saúde a residentes em aldeias e montes, onde a distância aos centros de saúde pode representar uma barreira significativa.

    O reinício da atividade aconteceu na aldeia da Tenência, na freguesia de Odeleite, com uma receção positiva por parte da comunidade local, que reconhece o valor e a importância deste projeto.

    A Unidade Móvel percorre diariamente diversas povoações do interior do concelho, assegurando cuidados médicos ao domicílio, com foco na população mais vulnerável e frágil.

    O serviço permite um acompanhamento mais assíduo e personalizado, possibilitando uma avaliação abrangente da situação clínica dos pacientes, tendo em conta a sua realidade familiar, habitacional e social.

    Distinguindo-se de outras iniciativas semelhantes na região, a Unidade Móvel de Saúde de Castro Marim oferece um serviço completo, operando em pleno para garantir o acesso à saúde a quem mais precisa.

    Para mais informações sobre o itinerário e horários da Unidade Móvel, os interessados podem consultar os canais de comunicação do Município de Castro Marim.

    Foto: CM Castro Marim
  • Alcoutim Assegura Continuidade de Apoio a Idosos Isolados com Financiamento Municipal

    Alcoutim Assegura Continuidade de Apoio a Idosos Isolados com Financiamento Municipal

    O Município de Alcoutim anunciou que irá financiar uma nova edição do projeto social + Próximo, sistema de teleassistência vital para a população idosa e isolada do concelho, depois de incertezas sobre o financiamento de outras entidades.

    A decisão assegura a continuidade de um serviço que tem demonstrado ser crucial no combate à solidão e no reforço da segurança dos mais vulneráveis.

    O projeto “+ Próximo” destina-se a residentes com 65 anos ou mais, que se encontram em situação de isolamento social e geográfico.

    Através de um sistema de teleassistência, os beneficiários dispõem de um equipamento portátil (pulseira ou colar) e uma unidade fixa ligada ao telefone, permitindo o contacto rápido com uma central de apoio em caso de emergência.

    Em situações de perigo, o sistema aciona automaticamente os serviços de emergência, forças de segurança ou familiares.

    Implementado pelo Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, o projeto vai além da simples instalação dos equipamentos.

    A equipa da Cruz Vermelha realiza visitas domiciliárias regulares, avalia as necessidades dos beneficiários, efetua rastreios de parâmetros de saúde (tensão arterial, glicémia e colesterol) e monitoriza o funcionamento dos dispositivos.

    Lançado em 2020, o + Próximo surgiu de um protocolo entre o Município de Alcoutim, a Administração Interna e a Cruz Vermelha Portuguesa, no âmbito do Contrato Local de Segurança.

    As edições anteriores foram financiadas pela Secretaria-Geral da Administração Interna, através de verbas da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

    Apesar dos esforços da autarquia, a continuidade do financiamento por parte destas entidades não foi garantida para a presente edição.

    Perante este cenário, e consciente da importância do projeto para a comunidade, o Município de Alcoutim decidiu assumir o financiamento integral, num investimento estimado em cerca de 80 mil euros.

    Reconhecemos o impacto positivo do ‘+ Próximo’ na vida dos nossos munícipes mais vulneráveis,” afirmou fonte da autarquia. «Com este investimento, reafirmamos o nosso compromisso com a proteção e o bem-estar da nossa população idosa, garantindo uma resposta social de proximidade que é fundamental para o nosso território.»

    O + Próximo tem-se revelado uma ferramenta essencial para promover a autonomia e a segurança dos idosos em Alcoutim, contribuindo para um envelhecimento mais ativo e digno. A iniciativa municipal garante que este apoio vital continue disponível para aqueles que mais precisam.

  • Linha de apoio para a pesca de 3,5 milhões

    O Governo anunciou uma linha extraordinária de 3,5 milhões de euros para compensar perdas de rendimento no setor da pesca provocadas pelos temporais recentes, com um processo de candidatura descrito como célere e simplificado.

    Montante global: 3,5 milhões de euros, financiados através do programa MAR2030.

    São beneficiários os armadores de embarcações de pesca da frota do continente, com descargas em lotas nacionais e o destinam-se a compensar perdas de rendimento de embarcações que ficaram impedidas de operar devido ao mau tempo desde o final de 2025.

    O processo é considerado simplificado quando o período de paragem tenha sido igual ou superior a 30 dias, seguidos ou interpolados, entre 15 de novembro de 2025 e 20 de fevereiro de 2026.

    Também, quando se registe uma quebra de vendas com a perda de pelo menos 30% do valor das vendas em lota entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, face aos mesmos meses do ano anterior.

    Quanto dos requisitos de atividade: embarcações têm de ter exercido pesca no mar pelo menos 120 dias nos dois anos civis anteriores ao pedido, estando as candidaturas abertas até 27 de fevereiro de 2026, analisadas por ordem de chegada, sendo obrigatório que a data de submissão coincida com um dia efetivo de paragem da embarcação.

    O cálculo do apoio tem fórmula semelhante à usada na pandemia de Covid‑19, tomando como referência 30 dias de paragem e o volume de vendas de 2025.

    O Governo afirma que o modelo e o procedimento foram desenhados para garantir rapidez na decisão e no pagamento, com o objetivo de começar a pagar ainda em fevereiro.

  • Bispado do Algarve lança Fundo de Apoio a vítimas dos temporais

    Bispado do Algarve lança Fundo de Apoio a vítimas dos temporais

    Em resposta aos recentes e violentos temporais que assolaram a região, causando avultados danos materiais e pessoais, o Bispado do Algarve anunciou a criação de um fundo solidário de emergência.

    Esta iniciativa visa prestar apoio financeiro e logístico direto às famílias e comunidades mais vulneráveis afetadas pela intempérie.

    A decisão sublinha o papel ativo da Diocese na resposta a crises sociais e ambientais, posicionando-se como um pilar de suporte essencial em momentos de adversidade.

    O fundo será gerido pela estrutura diocesana, garantindo que as verbas angariadas sejam canalizadas de forma transparente e eficaz para as necessidades mais prementes, como a reconstrução de habitações, a reparação de infraestruturas comunitárias e a aquisição de bens essenciais.

    A Igreja algarvia apela agora à generosidade de toda a comunidade — fiéis, empresas e a sociedade civil em geral — para que se juntem a este esforço humanitário.

    A magnitude dos prejuízos exige uma mobilização rápida e concertada para que as vítimas possam iniciar o processo de recuperação e regressar à normalidade o mais brevemente possível.

    Detalhes sobre os mecanismos de contribuição, incluindo números de conta bancária e pontos de recolha, serão divulgados nos próximos dias através dos canais oficiais do Bispado. Esta é uma oportunidade crucial para demonstrar a coesão e o espírito de entreajuda que caracterizam a comunidade algarvia perante o flagelo dos elementos, considera a instituição religiosa.

  • Posto de turismo volta a Monte Gordo

    Posto de turismo volta a Monte Gordo

    A câmara municipal de Vila Real de Santo António anunciou a próxima reabertura de um novo posto de turismo, na praia de Monte Gordo.

    O equipamento será localizado na Avenida Infante Dom Henrique, sendo considerado pela autarquia como «essencial para prestar informações e apoio aos muitos visitantes nacionais e estrangeiros que escolhem Monte Gordo como destino de férias».

    Há, naquela localidade turística internacional uma lacuna, desde o encerramento do antigo posto de turismo, desativado durante as obras de requalificação da Marginal e Passadiço da praia de Monte Gordo.

    O investimento fica na estratégia de reforo da oferta de serviços turísticos no concelho, tal como a inauguração do Posto de Turismo de Vila Real de Santo António, que abriu ao público no Dia da Cidade, a 13 de maio de 2024.

    A autarquia afirma que o futuro equipamento de Monte Gordo contará com um «design moderno e funcional, perfeitamente integrado no ambiente da marginal e da praia, e será equipado com mobiliário atual, proporcionando um serviço eficiente e de qualidade».

    Com um investimento total de 123.872,47 euros (IVA incluído), o Posto de Turismo de Monte Gordo destaca-se como um ponto estratégico e tem em atenção que o município de Vila Real de Santo António foi o 11.º do país com mais dormidas em 2023 e o sexto na região do Algarve, somando mais de um milhão de pernoitas nesse ano.

    O antigo Posto de Turismo de Monte Gordo, estava localizado na Avenida Marginal. Foi encerrado em 2017 devido às obras do Programa Polis, que visavam a requalificação da frente de mar da localidade. Este encerramento deixou um vazio no suporte turístico da área, especialmente relevante considerando que Monte Gordo é uma das principais estâncias balneares do Algarve​.

    O espaço desempenhou anteriormente um papel importante como ponto de informação turística, atendendo tanto visitantes nacionais quanto internacionais, e promovendo atividades e locais de interesse na região​.

  • Alcoutim + próximo

    Alcoutim + próximo

    Reconhecendo os resultados positivos decorrentes da concretização do projeto «+ Próximo», como «fundamentais para combater a solidão e o isolamento dos idosos sinalizados», do concelho, a Câmara Municipal de Alcoutim aprovou um protocolo de colaboração com o Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    A autarquia assume o compromisso de financiar o projeto «+ Próximo» por ser um projeto inovador de teleassistência à população mais idosa do concelho (com idade maior ou igual a 65 anos e em situação de isolamento social e geográfico).

    Em comunicado, a autarquia explica que ele «Consiste na instalação de dois aparelhos. Um é colocado na pulseira ou no colar que pode ser premido em caso de pânico, e outro é colocado junto ao telefone, permitindo falar com a central, o que facilita uma intervenção precoce em caso de risco».

    «Uma vez acionado, o serviço direciona a chamada para os meios mais adequados, designadamente forças de segurança, 112 ou familiares» esclarecem.

    A execução do projeto está a cargo do Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    O acompanhamento no domicílio assenta «no levantamento de necessidades, no rastreio de parâmetros de saúde (tensão arterial, glicémia e colesterol), na divulgação do serviço de teleassistência, bem como na instalação e contínua monitorização da funcionalidade dos dispositivos necessários para o seu usufruto».

    Iniciado em 2020, o projeto resultou de um Protocolo de Associação ao Contrato Local de Segurança do município de Alcoutim com a Área Governativa da Administração Interna e a Cruz Vermelha Portuguesa (Centro Humanitário de Tavira).

    O financiamento do projeto foi sempre garantido pela Secretaria Geral da Administração Interna através de verbas provenientes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no âmbito de apoios previstos para riscos sociais.

    Nesta 5.ª edição, revela a autarquia, após várias diligências e diversas formas de contacto, quer presenciais quer à distância, sempre com boas expetativas à renovação do apoio à continuidade deste importante projeto para a realidade de Alcoutim, «não foi recebida qualquer informação ou decisão sobre o processo de renovação».

    O projeto “+ Próximo”, pressupõe um investimento de, aproximadamente, 56 mil euros, e acompanha atualmente 73 seniores em 35 localidades dispersas pelas quatro freguesias do concelho, sendo os utentes maioritariamente mulheres com uma idade média de 82 anos, inventariou a câmara municipal de Alcoutim.

  • DGARTS apoia três projetos algarvios

    DGARTS apoia três projetos algarvios

    É concretizado o apoio a 94 projetos, com um montante financeiro global de 2.330.000 euros, a serem realizados por todo o país, 34 na região do Norte, com uma verba de 730.000 €, onze na região Centro, com 345.000 €,36 na Área Metropolitana de Lisboa, com 970.000 €, seis no Alentejo, com 140.000 €, três no Algarve, com 45.000 €, dois na RA Açore, com 30.000 € e, igualmente, dois na RA Madeira, com 70.000 €.

    Os apoios serão atribuídos a 53 projetos na área das artes plásticas, com uma verba de 1.285.000 €, dezassete na área de fotografia, com375.000 €, doze na área de novos media, com 350.000 €, sete na área de arquitetura, 195.000 € e cinco na área do design,125.000 €, nos domínios da Criação, Programação e Edição.

    No caso concreto do Algarve, foram distinguidas as candidaturas UMA ÁRVORE, apresentada pela Escola da Macieira – Associação Cultural, na categoria Artes Plásticas), BIODATA EM SINTONIA – EXPLORAÇÃO DA FLORA DE TAVIRA NA MEDIA ARTE DIGITAL, apresentada por André Manuel Fialho Conde, na categoria Novos Media e SALARIS – FICÇÕES A PARTIR DO SAL, apresentada por Natália Loyola Cruz, na categoria Artes Plásticas, tendo todos obtido um apoio de 15.000 euros.

    Como objetivos estratégicos deste concurso, destaca-se o incentivo a projetos dinamizadores do setor, nomeadamente na relação dos artistas e curadores com entidades e espaços integradas na Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC).

    Também se destaca o estímulo da diversidade cultural, promovendo projetos artísticos de criadores e intérpretes com diferentes perfis e origens, incluindo portugueses ciganos, imigrantes e seus descendentes, e pessoas refugiadas.

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do ALGARVE, I.P., através da sua Unidade de Cultura, declara-se à disposição dos agentes culturais para todas as iniciativas visando a promoção cultural.

  • Governo decidiu apoios ao setor agrícola

    Governo decidiu apoios ao setor agrícola

    O Governo observa que «O setor agrícola apresenta-se particularmente sensível aos efeitos das alterações climáticas, com uma situação de seca com repercussão muito significativa na região da Algarve, cujos níveis de aprovisionamento hídrico têm registado uma diminuição preocupante»

    As medidas excecionais de gestão do respetivo uso, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 26-A/2024, de 20 de fevereiro, implicam, nesta fase, uma possível redução até 25 % do volume de água consumido pelo setor agrícola, com a consequente quebra de produção e respetivos rendimentos.

    O Governo diz aguardar a evolução das condições climatéricas nestes meses de fevereiro, março e abril, bem como dos consumos de água dos diversos utilizadores, monitorização da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

    No âmbito da missão e atribuições da CCDR Algarve, I.P., nos termos dos artigos 3º e 4º do Decreto-lei nº 36/ 2023 , de 26 de maio, foi concertado entre os serviços desconcentrados da agricultura e pescas com o sector associativo agrícola da região confederações agrícolas, organizações de produtores e associações de regantes, a apresentação aos ministérios sectoriais competentes em razão da matéria, de um programa de apoio para compensação dos efeitos da seca e restrição do uso da água ao nível das explorações agropecuárias e entidades gestoras dos aproveitamentos hidroagrícolas públicos e a proposta de medidas de investimento em novas fontes de disponibilidade de água no curto prazo e melhoria da eficiência hídrica.

    Com o objetivo de apoiar encargos de tesouraria para financiamento da atividade dos operadores da produção, transformação ou comercialização de produtos agrícolas, foi criada uma Linha de Crédito, designada «Linha de Tesouraria — setor agrícola II», com bonificação de juros de 100%, a pagar pelo IFAP.

    O Governo diz estar a preparar «medidas de apoio ao investimento na construção de pequenas charcas e reservatórios, assim como de melhoria da eficiência hídrica em aproveitamentos hidroagrícolas, desde logo com o financiamento da medida especifica do PRR, monitorização e controlo dos consumos, gestão inteligente e combate às perdas nos sistemas, bem como relacionados com a captação do volume morto da barragem do Arade».

    A CCDR Algarve I.P., no exercício da missão atribuída pela respetiva lei orgânica, vai manter um acompanhamento ativo e informado na implementação destas medidas, bem como na salvaguarda das disponibilidades de água para o setor agrícola.

    Desde o passado dia 2 e até 29 de fevereiro, está aberto um período de apresentação de candidaturas à «Operação 3.2.2 – Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas, para captações de água subterrânea (furos), sistema de bombagem associado e painéis fotovoltaicos na zona do Sotavento Algarvio, com uma dotação orçamental total de 2.000.000 €, disponibilizados pelo PEPAC».

  • Algarve 2030 para apoio aos sem-abrigo

    Algarve 2030 para apoio aos sem-abrigo

    No Algarve, além de respostas inovadoras como o Housing First ou os apartamentos partilhados, destaca-se o Centro de Alojamento de Emergência Social (CAES), criado pelo Movimento de Apoio à Problemática da Sida (MAPS), no Patacão, em Faro.

    As instituições europeias, o Governo português, os parceiros sociais, a sociedade civil, comprometeram-se a trabalhar em conjunto para lutar contra a situação de sem-abrigo na União Europeia e em Portugal.

    No Programa Regional Algarve 2030, o apoio a pessoas em situação de sem-abrigo tem uma dotação indicativa que duplica os valores do quadro de programação anterior. Pretendem-se intervenções precoces e acompanhamentos mais próximos, complementados pelo acesso à habitação, melhores resultados ao nível da reinserção social desta população vulnerável.

    Também com progressos no combate ao problema, o projeto LEGOS, uma parceria apresentada por instituições da região, com o apoio dos Municípios e respetivos Núcleos Locais para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo, NPISA, constitui uma abordagem inovadora de desenvolvimento social e de promoção de estratégias locais de inclusão ativa, tornando o Algarve numa importante referência na meta estabelecida pela estratégia nacional.

    Neste sentido, foi lançada uma Plataforma Europeia de Combate à Situação de Sem-Abrigo e, a nível nacional, foi delineada uma Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA), conduzida por uma Estrutura Executiva.

    A condição de sem‑abrigo é considerada uma das formas mais graves de pobreza e privação que «tem de ser abolida por políticas específicas e integradas». Para além de se ter tornado uma prioridade da política social europeia, o apoio às pessoas em situação de sem-abrigo tem sido uma das bandeiras da Presidência da República e do Governo português, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

    O Programa prevê o apoio a projetos integrados, de base territorial, de resposta a pessoas em situação de sem-abrigo, que promovam respostas de acompanhamento, suporte habitacional e ações ocupacionais que promovam a empregabilidade e a (re)inserção no mercado de trabalho.

    Como objetivo pretende-se diminuir em 80% o número de pessoas sinalizadas em situação de sem-abrigo sem gestor de caso, aumentando a sua inserção no mercado laboral em pelo menos 30%.


    O prazo de candidatura ao Aviso em curso termina a 14 de dezembro.

  • Um milhão para desenvolvimento social em Loulé

    Um milhão para desenvolvimento social em Loulé

    Para a autarquia, o programa que é «instrumento determinante para que as IPSS possam levar por diante as suas atividades», tem, para o ano em curso, uma dotação orçamental superior a 1 milhão de euros. e «vem na senda dos programas que a Câmara Municipal de Loulé começou a desenvolver em 2016».

    As medidas abrangem as atividades correntes permitem a cada entidade institucional obter um limite máximo de 20.000€, a manutenção e renovação de edifícios, a eficiência energética, por forma a melhorar as instalações das instituições, numa aposta que vai ao encontro das políticas de sustentabilidade promovidas pelo Município. Neste ano, é contemplado também o apoio às obras de adaptação dos sistemas de controlo da legionela, uma situação de saúde pública que pode causar problemas às instituições e aos utentes.

    Foi igualmente abordada a questão da aquisição de equipamentos informáticos e outros equipamentos fundamentais, assim como apoio à aquisição de viaturas, destinado às instituições que fazem transporte de utentes ou apoio domiciliário e que necessitem de uma viatura para o desenvolvimento dessas respostas sociais. Vai também haver apoios extraordinários, nomeadamente a programas de apoio e emergência alimentar.

    As candidaturas ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Social de Loulé 2022 decorrerão durante o mês de abril, enquanto que em maio e início de junho as mesmas serão analisadas e submetidas a reunião de Câmara, sendo depois celebrados os contratos-programa. A execução das medidas decorrerá durante o segundo semestre do ano.

    O presidente da câmara municipal, Vítor Aleixo sublinhou que os seus objetivos têm em vista que as IPSS sejam robustas, com boas condições para poderem prestar um trabalho social que é absolutamente imprescindível até «porque queremos um concelho inclusivo, coeso e sustentável».

    Referindo-se à possibilidade de as instituições receberem vítimas refugiadas da guerra na Ucrânia, pediu a máxima atenção e o máximo carinho. «Olhem para a situação do ponto de vista humanitário, pois são pessoas que partiram das suas terras, onde tinham vidas organizadas e eram felizes».

    Vítor Aleixo fez ainda um balanço daquela que tem sido a Estratégia Municipal de Habitação de Loulé, nomeadamente dos doze pedidos de apoio gerados no âmbito da parceria com o IHRU, na ordem dos 15 milhões de euros, para resolver os problemas no concelho.

    O presidente da Câmara Municipal de Loulé deixou, por último, uma nota em relação às políticas para responder aos problemas dos idosos, bem como as novas abordagens para o envelhecimento ativo que tiveram um momento alto com a recente inauguração, na aldeia de Alte, do Observatório Nacional do Envelhecimento.

  • Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Segundo a autarquia todas as empresas do concelho terão ajuda de forma gratuita através desta nova ferramenta com a qual pretende «prestar aconselhamento e informação aos empresários e trabalhadores independentes, agora que se aproximam novas medidas restritivas em virtude da decretação de mais um Estado de Emergência, sendo previsível um novo abrandamento da atividade económica”.

    O gabinete presta apoio no processo de candidatura e acesso a linhas de crédito do Governo. O Gabinete de Apoio à Crise presta ainda informações jurídicas acerca dos normativos e diplomas que venham a ser decretados, como as limitações do funcionamento do comércio e empresas durante o Estado de Emergência, além de promover o encaminhamento psicológico e social, para «promover ferramentas que possam preservar a capacidade produtiva das empresas e os postos de trabalho, garantindo que estas tenham a liquidez suficiente para satisfazer as suas obrigações com os fornecedores, os clientes, trabalhadores e o Estado».

    O novo gabinete está disponível de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 13:00, sendo a equipa constituída por funcionários da autarquia.

  • Vila Real de Santo António prepara pavilhão desportivo para 85 camas de isolamento

    Vila Real de Santo António prepara pavilhão desportivo para 85 camas de isolamento

    Segundoi a autarquia «Este recurso permitirá acolher grupos específicos que necessitem de ficar em isolamento e alojar pessoas que já estejam contaminadas com o Covid-19 (ou sejam suspeitas de contaminação), prevenindo assim a infeção de familiares e da restante população».

    A estrutura está localizada no Pavilhão João Ilídio Setúbal, junto ao Centro de Saúde de VRSA. O equipamento disponibiliza 85 camas nas devidas condições de higiene e segurança, com separação de áreas e circuitos próprios de sujos e limpos, de forma a evitar focos de contágio.

    O apetrechamento do local esteve a cargo do município de VRSA, através da doação de diversos materiais por parte dos funcionários da Câmara Municipal, empresários e comunidade em geral, tendo sido posteriormente entregues à Autoridade Local de Saúde.

    Todas as ações de limpeza, higienização e desinfeção do espaço, vigilância e fornecimento das refeições serão da responsabilidade do Município.

    Para efeitos de criação da ZAP, foi destinado o Pavilhão João Ilídio Setúbal por reunir as seguintes condições:

    • Proximidade ao Centro de Saúde;
    • Área suficiente para a colocação de camas em que seja respeitada a distância de segurança mínima;
    • Existência de balneários e sanitários em número suficiente que permita a higiene de doentes e pessoal médico e auxiliar em separado;
    • Chão e paredes laváveis que permitem a limpeza de acordo com as medidas de higienização de instalações hospitalares;
    • Fácil acesso de ambulâncias e profissionais de saúde ao local.