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Etiqueta: ANSR

  • Portugal regista aumento chocante de vítimas mortais no Período Festivo

    Portugal regista aumento chocante de vítimas mortais no Período Festivo

    Os festejos de Natal e Ano Novo 2025/2026 foram marcados por um aumento dramático na sinistralidade fatal nas estradas portuguesas.

    Os dados divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP revelam que, apesar de uma redução no número total de acidentes, o saldo de vítimas mortais disparou, sinalizando a intensidade e gravidade dos sinistros ocorridos.

    Durante o período global da Operação (18 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026), registaram-se 38 vítimas mortais, um aumento de 31% face ao período homólogo anterior.

    Esta tragédia ocorreu em 6083 acidentes, menos 4,4% do que no ano anterior. Esta estatística sublinha uma tendência preocupante: os acidentes que acontecem são significativamente mais graves e letais.

    No que diz respeito apenas ao Ano Novo (27 de dezembro a 4 de janeiro), o aumento foi ainda mais acentuado: 26 mortes em apenas nove dias, representando um crescimento de 86% de vítimas mortais face ao período de 2024/2025.

    A análise das causas aponta para comportamentos de risco recorrentes. Os despistes continuam a ser o flagelo principal, responsáveis por 53% das vítimas mortais no período festivo.

    Seguem-se as colisões (26%) e os atropelamentos (21%). A conjugação de excesso de velocidade, desatenção e cansaço em viagens de maior duração revela-se fatal.

    As 38 vidas perdidas tinham idades entre os 20 e os 88 anos. A esmagadora maioria das vítimas (32) era do sexo masculino. A distribuição geográfica das mortes mostra concentrações críticas nos distritos de Lisboa (7), Aveiro (7), Braga (5) e Porto (4). As estatísticas reforçam que a prudência é a única ferramenta eficaz na prevenção destes desfechos trágicos.

    Em resposta à elevada sinistralidade, as Forças de Segurança intensificaram a fiscalização rodoviária, numa escala impressionante. No total das operações de Natal e Ano Novo, foram controlados cerca de 13,8 milhões de veículos, recorrendo massivamente aos sistemas de radar (SINCRO).

    Deste esforço resultaram 52.114 infrações. Cerca de 60% destas contraordenações dizem respeito, precisamente, ao excesso de velocidade, confirmando que este é o principal motor de risco nas estradas nacionais. Outras infrações relevantes incluíram a ausência de inspeção periódica obrigatória (6,7%) e a utilização indevida do telemóvel ao volante.

    A vertente criminal também revela a persistência de condutas de alto risco. Foram registados 1749 crimes rodoviários, sendo a condução com taxa de álcool igual ou superior a 1,2 g/l (1102 casos) e a condução sem habilitação legal (502 casos) as categorias mais proeminentes. Estes números frios expõem a irresponsabilidade que ceifa vidas todos os anos.

    Paralelamente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) manteve um dispositivo especial de prontidão, com o pré-posicionamento de 867 bombeiros e 256 veículos diariamente em 142 locais estratégicos de maior sinistralidade, garantindo a resposta rápida às emergências que infelizmente se materializaram.

    O balanço final das autoridades é claro: a tecnologia de fiscalização pode detetar infrações, mas a mudança só será sustentável se for impulsionada pela responsabilidade individual de cada condutor.

  • ‘Taxa Zero ao Volante’: Contra o Álcool nas Estradas

    ‘Taxa Zero ao Volante’: Contra o Álcool nas Estradas

    BARCARENA – A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), em coordenação com a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), lança amanhã, dia 4 de novembro de 2025, a campanha de segurança rodoviária Taxa Zero ao Volante.

    Esta iniciativa, que se prolonga até 10 de novembro, insere-se no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025 e visa alertar e fiscalizar rigorosamente a condução sob a influência do álcool.

    Portugal continua a enfrentar um grave problema de sinistralidade associado ao consumo de bebidas alcoólicas. Dados de 2023 revelam uma realidade preocupante: um em cada quatro condutores falecidos em acidentes de viação apresentava uma taxa de álcool no sangue (TAS) igual ou superior a 0,5 g/l.

    Mais chocante ainda, 73% das vítimas autopsiadas que excediam o limite legalmente permitido tinham uma taxa superior ao valor considerado crime (≥1,20 g/l).

    A condução sob o efeito do álcool é um fator de risco comprovado que provoca alterações significativas no desempenho dos condutores. Causa perturbações cognitivas, afeta o processamento da informação e limita drasticamente a capacidade de reação a imprevistos.

    O álcool diminui ainda o campo visual, provocando a chamada “visão em túnel” e induzindo estados de euforia e desinibição que aumentam exponencialmente o risco de envolvimento em acidentes rodoviários. Com uma taxa de álcool no sangue de apenas 0,5 g/l, o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica.

    Durante a campanha “Taxa Zero ao Volante”, as Forças de Segurança (GNR e PSP) levarão a cabo operações de fiscalização intensivas, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário. O objetivo principal é garantir a diminuição da sinistralidade e promover a adoção de comportamentos seguros na estrada.

    Simultaneamente, a ANSR irá promover ações de sensibilização em território continental, bem como nos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, reforçando a mensagem de que a prevenção é fundamental.

    As ações de sensibilização e as operações de fiscalização decorrerão em conjunto em diversas localidades: a 4 de novembro (08h00) na Rotunda de Acesso A24 em Andrães (ANSR/GNR); a 5 de novembro (14h00) na Avenida Engenheiro Duarte Pacheco em Chaves (ANSR/PSP); a 6 de novembro (08h00) na EN 1 / IC2 – Km 119 (ANSR/GNR); a 7 de novembro (22h00) na EN360 (Estrada da Foz) (ANSR/PSP); e a 10 de novembro (13h00) na EM 524, em Tunes (ANSR/GNR).

    Esta é a última das 11 campanhas planeadas no âmbito do PNF de 2025. As autoridades sublinham que a sinistralidade rodoviária não deve ser encarada como uma fatalidade. As consequências mais graves dos acidentes podem ser evitadas através da responsabilidade e da adoção de comportamentos seguros. A mensagem final é um apelo direto a todos os condutores: Respira vida, sopra zero!

  • Sinistralidade Rodoviária em 2024

    Sinistralidade Rodoviária em 2024

    O Relatório Anual de Sinistralidade e Fiscalização Rodoviária de 2024 revela uma diminuição no número de vítimas mortais e feridos leves, mas um aumento nos acidentes e feridos graves em comparação com 2019, ano de referência para as metas europeias de segurança rodoviária.

    Em 2024, Portugal Continental e Regiões Autónomas registaram 38.037 acidentes com vítimas, resultando em 477 mortes, 2.756 feridos graves e 44.618 feridos leves. Comparativamente a 2019, houve menos 43 óbitos (-8,3%) e 335 feridos leves (-0,7%). No entanto, o número de acidentes subiu 2,1% (mais 786) e o de feridos graves aumentou 8,8% (mais 224).

    Destaques do Relatório:

    • Continente: Apesar da diminuição de 19 mortes (-3,9%) face a 2014, os acidentes (+18,7%), feridos graves (+19,7%) e feridos leves (+15,3%) apresentaram um aumento significativo. O índice de gravidade (mortes por 100 acidentes) diminuiu 19,1%.
    • Comparação com 2023: Redução de quatro mortes (-0,9%), mas aumentos nos acidentes (+3,9%), feridos graves (+5,7%) e feridos leves (+4,0%).
    • Circulação Rodoviária: O aumento na circulação rodoviária nas autoestradas pode ter contribuído para o aumento do risco de acidentes nessas vias, apesar da diminuição de 0,7% no consumo de combustível rodoviário.
    • Tipos de Acidente: A colisão foi o tipo de acidente mais frequente (53,6%), mas os despistes (33,0% dos acidentes) foram responsáveis pela maior percentagem de mortes (44,3%).
    • Localização: O número de mortes em áreas urbanas (253) superou o de áreas rurais (210), com um aumento significativo face a 2019 e 2023. No entanto, o índice de gravidade em áreas rurais foi mais de três vezes superior ao das áreas urbanas.
    • Tipo de Via: A maioria dos acidentes (62,6%) ocorreu em arruamentos, enquanto as estradas nacionais foram palco de um maior número de mortes (36,5%). As autoestradas registaram uma diminuição de mortes e o número de feridos graves manteve-se igual face a 2023.
    • Vítimas: Condutores representaram a maior parte das vítimas mortais (73,2%), seguidos por peões (14,9%) e passageiros (11,9%). Houve um aumento significativo de mortes entre peões em relação a 2023.
    • Veículos: Automóveis ligeiros estiveram envolvidos em 70,8% dos acidentes. Destaca-se o aumento no envolvimento de bicicletas e motociclos.
    • Responsabilidade da Via: A Infraestruturas de Portugal (41,3%) e os Municípios são as entidades gestoras de via com maior número de vítimas mortais na sua rede.

    Fiscalização Rodoviária:

    A fiscalização rodoviária aumentou 47,7% em relação a 2023, atingindo 262,5 milhões de veículos fiscalizados. No entanto, as infrações diminuíram 10,1%, com uma taxa de infração global de 0,50% (uma redução de 36,3%).

    • Excesso de Velocidade: Responsável por 60,5% das infrações, embora tenha registado uma diminuição de 5,9%.
    • Álcool e Cinto de Segurança: Diminuições significativas nas infrações relacionadas com álcool e cinto de segurança (-23,1% e -23,2%, respetivamente).
    • Seguro e Inspeção: Aumentos nas infrações relacionadas com a falta de seguro (+54,6%) e inspeção periódica obrigatória (+26,9%).
    • Condução sob Influência de Álcool: Diminuição de 9,3% nos testes de álcool e uma redução de 15,3% na taxa de infração.
    • Criminalidade Rodoviária: Queda de 31,2% no número de detenções, principalmente devido à condução sob influência de álcool e falta de habilitação legal.

    Carta por Pontos:

    Até dezembro de 2024, 757,3 mil condutores foram sancionados com a subtração de pontos. Desde 2016, 3.425 condutores tiveram a sua carta de condução cassada.

    Nota: A Comissão Europeia utiliza o ano de 2019 como referência para monitorizar as metas de redução de mortes e feridos graves até 2030. As metas da Comissão Europeia são referentes a vítimas mortais a 30 dias e a feridos graves de acordo com a classificação MAIS 3+, o que difere da metodologia deste relatório, que contabiliza vítimas apuradas em 24 horas.

    ./Fonte ANSR – Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária

  • Balanço da Campanha «Zero ao Volante»

    Balanço da Campanha «Zero ao Volante»

    A campanha de segurança rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, promovida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre 4 e 10 de fevereiro e teve como objetivo alertar para os riscos da condução sob o efeito do álcool.

    Principais números e ações:

    • 349 condutores e passageiros sensibilizados em cinco ações da ANSR em Viana do Castelo, Castelo Branco e Lisboa, além de ações nos Açores e Madeira.
    • 4,2 milhões de veículos fiscalizados, sendo:
    • 4,1 milhões em controlo de velocidade por radar (3,7 milhões pelo sistema SINCRO da ANSR);
    • 75,4 mil veículos fiscalizados presencialmente pela GNR e PSP.
    • 26 mil infrações registadas, incluindo:
    • 876 infrações por condução sob efeito do álcool (820 no Continente e 56 nas Regiões Autónomas).
    • Destas, 654 detetadas pela GNR e 222 pela PSP.

    Acidentes registados:

    • 2.477 acidentes, com:
    • 7 vítimas mortais (homens entre 14 e 69 anos).
    • 27 feridos graves e 684 feridos leves.
    • Em relação ao período homólogo de 2024:
    • Menos 231 acidentes;
    • Mesmo número de vítimas mortais;
    • Menos 9 feridos graves;
    • Menos 157 feridos leves.
    • Os acidentes mortais ocorreram nos distritos de Braga, Coimbra, Faro, Leiria, Santarém e Setúbal e envolveram colisões, despistes e um atropelamento.

    Plano Nacional de Fiscalização (PNF)

    Esta foi a segunda das 11 campanhas planeadas para 2025. Estão previstas mais nove campanhas ao longo do ano, abrangendo temas como Velocidade, Álcool, Acessórios de Segurança, Telemóvel e veículos de duas rodas a motor, em conformidade com as recomendações europeias.

    Desde 2020, ANSR, GNR e PSP realizam campanhas anuais de sensibilização e fiscalização. Em 2025, 950 pessoas já foram sensibilizadas presencialmente, enquanto 146,3 mil condutores foram fiscalizados presencialmente e 8,9 milhões de veículos foram monitorizados por radar.

    🚗 Objetivo principal: Reforçar a segurança rodoviária e reduzir os acidentes causados pelo consumo de álcool ao volante.

  • Balanço das Campanhas de Natal e Ano Novo da ANSR

    No período de Natal e do fim de ano, entre 18 de dezembro de 2024 e 2 de janeiro de 2025, registaram-se 5.499 acidentes (menos 502 que no período homólogo anterior).

    Desses acidentes resultaram 25 vítimas mortais (mais cinco do que em igual período do ano passado), 115 feridos graves (mais 8) e 1.692 feridos leves (mais 13).

    Face ao período homólogo de 18 de dezembro de 2023 a 2 de janeiro de 2024, a sinistralidade rodoviária registada traduziu-se num aumento de 25,0% no número de vítimas mortais, de 7,5% no número de feridos graves e de 0,8% no número de feridos leves, mas teve uma diminuição de 8,4% no número de acidentes.

    As 25 vítimas mortais resultaram de 25 acidentes nos distritos de Aveiro (2 vítimas mortais), Beja (1 vítima mortal), Braga (2 vítimas mortais), Castelo Branco (1 vítima mortal), Faro (3 vítimas mortais), Guarda (1 vítima mortal), Leiria (3 vítimas mortais), Lisboa (6 vítimas mortais), Porto (1 vítima mortal), Santarém (2 vítimas mortais), Setúbal (2 vítimas mortais) e Viseu (1 vítima mortal).

    Nos restantes seis distritos do Continente – Bragança, Coimbra, Évora, Portalegre, Viana do Castelo e Vila Real – bem como na Região Autónoma da Madeira e na Região Autónoma dos Açores, o objetivo de zero mortos nas estradas portuguesas foi atingido.

    Cerca de 64% das vítimas mortais registaram-se na Rede Municipal (16 vítimas mortais): 13 em arruamentos e 3 em Estradas Municipais. Por outro lado, aproximadamente 36% das vítimas mortais decorreram de acidentes na Rede Rodoviária Nacional (9 vítimas mortais): 4 em Estradas Nacionais, 3 em Autoestradas, 1 no Itinerário Principal e 1 em Itinerário Complementar.

    Nos acidentes com vítimas mortais predominaram os despistes (16), que originaram 16 vítimas mortais (64% do total), e envolveram 8 veículos ligeiros, 7 motociclos, 1 quadriciclo e 1 veículo agrícola. Houve ainda 6 colisões, que originaram igual número de vítimas mortais e envolveram 9 veículos ligeiros, 2 motociclos e 2 velocípedes, bem como 3 atropelamentos, que envolveram 3 veículos ligeiros e que originaram 3 vítimas mortais.

    As 25 vítimas mortais, 21 do sexo masculino, e quatro do sexo feminino, tinham idades entre os 19 e 76 anos.

    12,1 milhões de veículos fiscalizados: um aumento de 6,3% face ao período homólogo

    No período de 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, foram fiscalizados 12,1 milhões de veículos, quer presencialmente, pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), quer através de controlo por radar, pela GNR, pela PSP e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), o que representou um aumento de 6,3% face ao período homólogo em que foram fiscalizados 11,4 milhões de veículos.

    Do total dos veículos fiscalizados, foram registadas 65,8 mil infrações, distribuídas conforme quadro abaixo, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de condutores/veículos fiscalizados) de 0,55%, 12,7% abaixo da taxa de infração registada no período homólogo 2023/2024 (0,62%).

    Total de Infrações

    ANSR

    30 129

    GNR

    28 600

    PSP

    7 065

    Total

    65 794

    Relativamente à velocidade, foram fiscalizados 11,9 milhões de veículos, dos quais 10,2 milhões pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (85,8% do total), da responsabilidade da ANSR.

    Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 37,8 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 7,7 mil foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 30,1 mil pelos da ANSR, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,32%, inferior à registada no período homólogo (0,36%).

    No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 138,0 mil condutores, tendo 1.790 apresentado uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida, do que resultou um total de 894 detenções (taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2g/l) e 896 contraordenações rodoviárias (taxa de álcool no sangue abaixo de 1,2 g/l). A taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de testes de pesquisa de álcool realizados) foi de 1,30%, abaixo da taxa verificada no período homólogo anterior (1,48%).

    Relativamente às restantes tipologias de infração, abaixo quadro resumo:

    Tipo de infração

    N.º

    Velocidade

    37 844

    Álcool

    1 790

    Habilitação legal para conduzir

    363

    Seguro

    1 099

    Inspeção periódica obrigatória

    3 322

    Telemóvel

    635

    Cinto de segurança e sist. retenção de crianças

    765

    Outras

    19 976

    Total

    65 794

    Cerca de 493,3 Milhões de visualizações/contactos com a campanha “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR

    A campanha de Natal e Ano Novo “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR, que decorreu entre 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, contou com a parceria de mais de 368 entidades públicas e privadas, incluindo os Governos da Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, que se associaram na divulgação das mensagens da campanha, através dos seus sites institucionais e redes sociais próprias, rádios locais, regionais e nacionais, redes de publicidade exterior em várias cidades, através de cartazes, entre outros.

    Para além dos meios dos parceiros, a campanha também esteve presente noutros formatos, designadamente TV, rádios – nacionais e regionais – imprensa regional, redes sociais, Waze, rede Multibanco, painéis Led Box da rede nacional de Estações de Serviço e Painéis de Mensagem Variável nas estradas portuguesas.

    O número estimado de visualizações/contactos da campanha é de 493,3 milhões (resultados ainda provisórios).

    Nesta época, milhares de famílias estiveram envolvidas em acidentes rodoviários. Por essa razão, muitos não estiveram presentes no momento de reunião e de celebração do Natal e do Ano Novo.

    A sinistralidade rodoviária é um fenómeno com elevado impacto social, que se reflete, de forma dramática, na vida das pessoas. É também um fenómeno com graves consequências económicas para a sociedade.

    As consequências da sinistralidade rodoviária são evitáveis.

    Com o contributo de todos, podemos evitar as consequências dramáticas da sinistralidade rodoviária.

    É para este objetivo que todos trabalhamos, todos os dias!

    A apresentação do balanço da campanha pode ser consultada aqui

    Barcarena, 3 de janeiro de 2025

    Da ANSR, Gabinete de Imprensa – 911030309
    Da GNR, Capitão João Gaspar – 962091035
    Da PSP, Subintendente Sérgio Soares – 968992701

    Informação complementar relativamente aos acidentes com vítimas mortais:

    01 de janeiro de 2024

    Despiste em reta, na A5, ao Km 13,300, em São Domingos de Rana, Lisboa, de um veículo ligeiro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 56 anos.
    Despiste de um motociclo, na Avenida 29 de agosto, na Terrugem, Lisboa, seguido de colisão contra um muro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 29 anos.
    Despiste de um motociclo em reta, na Rua da Escola, em Peralva, Santarém, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 74 anos.
    Despiste de um veículo ligeiro em curva, na Rua da Igreja, em Bastuço, Braga, do qual resultou a morte do passageiro que ocupava o banco da frente, e ferimentos leves no condutor. A vítima mortal, do género feminino, tinha 75 anos.
    Despiste de um motociclo, em Setúbal, seguido de colisão contra um poste de iluminação do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 21 anos.

    30 de dezembro de 2024

    Despiste em curva de um veículo ligeiro, na EM1086, em Pico Alto, Faro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 64 anos.

    28 de dezembro de 2024

    Colisão frontolateral em reta, na EN10 ao Km 49,520, em Pontes, Setúbal, entre um veículo ligeiro e um motociclo, tendo resultado na morte do condutor do motociclo. A vítima mortal, do género masculino, tinha 34 anos.
    Despiste de um trator agrícola em curva, na Rua das Hortas Novas, em Santa Cruz da Trapa, Viseu, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 50 anos.
    Despiste em curva, na Rua Poeta José D. Rodrigues Costa, em Colmeias, Leiria, de um veículo ligeiro, seguido de colisão contra um muro, do qual resultou a morte do condutor. A vítima mortal, do género masculino, tinha 45 anos.
    Despiste de um motociclo em curva, na A5, ao Km 20,100, no Estoril, Lisboa, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 49 anos.

    26 de dezembro de 2024

    Colisão, em Alcântara, Lisboa, entre dois veículos ligeiros, da qual resultou na morte de um passageiro que seguia num dos veículos intervenientes. A vítima mortal, do género masculino, tinha 25 anos.

    24 de dezembro de 2024

    Atropelamento de um peão na Rua Doutor França Martins, em Oliveira do Bairro, Aveiro, do qual resultou a morte do peão, do género masculino, com 57 anos.

    23 de dezembro de 2024

    Colisão frontal em reta, no IC2, ao Km 275,650, em Arrifana, Aveiro, entre dois veículos ligeiros, da qual resultou a morte de um condutor e ferimentos graves no outro. A vítima mortal, do género masculino, tinha 76 anos.

    22 de dezembro de 2024

    Despiste de um motociclo seguido de colisão contra as guardas laterais na A23, ao Km 112,724, na saída para Benquerenças, Castelo Branco, do qual resultou a morte do condutor. A vítima mortal, do género masculino, tinha 28 anos.

    21 de dezembro de 2024

    Despiste de um motociclo em reta, na EN119, ao Km 46,020, em Biscainho, Santarém, do qual resultou uma vítima mortal, do género masculino, com 37 anos.
    Atropelamento de um peão, na Rua da Ponte Pereiro, em Pedroso, Porto, do qual resultou a morte do peão, do género feminino, com 76 anos.
    Colisão em reta na EM526, em Olhos de Água, Faro, entre um motociclo e um velocípede, seguido de colisão com um veículo ligeiro que se encontrava estacionado, da qual resultou a morte do condutor do motociclo. A vítima mortal, do género masculino, tinha 19 anos.
    Colisão em reta no IP2, ao Km 353, em Santa Clara de Louredo, Beja, entre três veículos ligeiros, da qual resultou seis feridos leves, um ferido grave e um morto. A vítima mortal, do género feminino que ocupava o banco da frente de um dos veículos, tinha 71 anos.
    Atropelamento de um peão, na A19, ao Km 121,869, em Parceiros, Leiria, do qual resultou a morte do peão, do género feminino, com 50 anos.
    Colisão em reta, em Alcântara, Lisboa, de um veículo ligeiro, que se colocou em fuga, com um velocípede, tendo resultado na morte do condutor do velocípede. A vítima mortal, do género masculino, tinha 52 anos.
    Despiste de dois veículos ligeiros, em Loures, Lisboa, tendo um dos veículos embatido numa outra viatura estacionada, do qual resultou uma vítima mortal, do género masculino, com 22 anos.

    20 de dezembro de 2024

    Despiste de um veículo ligeiro em reta, na EN125, ao Km 72,200, em Ferreiras, Faro, do qual resultou a morte do condutor do género masculino, com 27 anos.
    Despiste de um motociclo em curva, na Rua do Cantim, em Fonte Coberta, Braga, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 72 anos.

    19 de dezembro de 2024

    Despiste de um veículo ligeiro em curva, na EM534-1, em Aldeia da Ribeira, Guarda, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 35 anos.

  • Lançamento da Campanha “Taxa Zero ao Volante”

    A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje, dia 20 de agosto, a Campanha de Segurança Rodoviária «Taxa Zero ao Volante», inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

    A decorrer entre os dias 20 e 26 de agosto, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool.

    A terceira ação de sensibilização e de fiscalização, que terá lugar no Largo de São Mamede, em Lisboa, dia 22 de agosto, com início às 21h00, contará com a presença da Ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, e do Secretário de Estado da Proteção Civil, Paulo Simões Ribeiro.

    Em 2022, dois em cada cinco condutores mortos em acidentes de viação apresentavam uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e três em cada quatro destes condutores tinham uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l.

    Vários estudos científicos demonstram que conduzir sob a influência do álcool causa várias perturbações, designadamente, ao nível cognitivo e do processamento de informação, bem como alterações na capacidade de reagir aos imprevistos e descoordenação motora.

    A campanha “Taxa Zero ao Volante” integrará:

    • Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços da administração regional dos Açores e da Madeira;
    • Operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita à condução sob a influência do álcool.

    Estas ações de sensibilização vão decorrer em simultâneo com operações de fiscalização nos seguintes dias e locais:

    A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a condução sob a influência do álcool é um risco para a sua segurança e a dos outros:

    Das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024, esta é a oitava. Até ao final do ano serão realizadas mais quatro campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

    As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

    O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel.

    Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

    A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

    Para mais informações, contactar:

    • Da ANSR, Gabinete de Imprensa – 911030309
    • Da GNR, Capitão Lígia dos Santos – 961195023
    • Da PSP, Subintendente Sérgio Soares – 968992701
  • Dar ao volante folga ao telemóvel

    Dar ao volante folga ao telemóvel

    A campanha decorre entre os dias 7 e 13 de maio, tendo por objetivo alertar os condutores para «as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução».

    Quando se conduz a 50 km/h, observa a ANSR, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o que equivale a percorrer uma fila de 10 carros.

    A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas.

    A campanha «Ao volante, o telemóvel pode esperar» integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações
    regionais dos Açores e da Madeira.

    Ainda, as operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita ao manuseamento do telemóvel durante a condução.