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Etiqueta: AMAL

  • Os desafios do envelhecimento nas zonas rurais no Webinar da AMAL

    A AMAL organizou, a semana passada, o webinar internacional do projeto europeu Interreg Sudoe RuralSilverHubS, uma iniciativa que reúne parceiros de Espanha, França e Portugal, para enfrentar os desafios do envelhecimento, da despovoação e do acesso a serviços em zonas rurais.

    Este evento foi transmitido online a partir de Portugal e destacou resultados, boas práticas e desafios do envelhecimento no espaço Sudoe (sudoeste europeu). “Futuro”, “oportunidade”, “inovação” e “bem-estar”: assim definiram os participantes a Silver Economy no contexto rural.

    O webinar contou com a participação de cerca de 80 pessoas, entre stakeholders, especialistas e representantes institucionais, com o objetivo de partilhar resultados e soluções inovadoras, no âmbito da Silver Economy.

    A sessão foi conduzida por Simone Julio (Associação Oficina) e teve início com a intervenção de boas-vindas de Marta Farrero, Head of Transversal Projects da Diputación de Tarragona, entidade líder do projeto.

    No primeiro bloco, dedicado aos territory snapshots, foram apresentadas as principais características e desafios dos territórios participantes, que permitiram uma visão comparativa dos contextos rurais nos três países.

    Essas apresentações foram feitas por: Teresa Martinho (Comunidade Intermunicipal do Algarve), Vera Soares (Comunidade Intermunicipal do Ave), Laura Capel (Diputación de Tarragona), Beatriz García (SODEBUR), Isabelle Lesterpt (Gérontopôle Nouvelle-Aquitaine) e Estelle Lafforgue (SilverOcc Clusterlab).

    Seguidamente, foram apresentados os resultados da análise da Silver Economy em Portugal, França e Espanha, oferecendo uma perspetiva global sobre as tendências e oportunidades nos territórios rurais.

    Neste contexto, foi realizada uma sondagem interativa em direto que permitiu conhecer o perfil dos participantes, maioritariamente pessoas entre os 45 e os 55 anos, provenientes, sobretudo, do setor público e da sociedade civil, mas com representação, também, do meio académico e do setor privado.

    Como resultado, os participantes definiram a Silver Economy com quatro conceitos-chave: futuro, oportunidade, inovação e bem-estar.

    O webinar incluiu ainda um bloco dedicado à apresentação de boas práticas, em que se incluíram: o projeto SerrAdentro (Algarve); Cruz Vermelha Portuguesa, região do Ave; Y-logica, Burgos e La Fabrique à Initiative, Nouvelle-Aquitaine, entre outras iniciativas. Estas experiências evidenciaram o potencial da inovação social e tecnológica para melhorar a qualidade de vida das pessoas com mais de 55 anos em territórios rurais.

    Posteriormente, realizou-se uma mesa-redonda centrada nos desafios territoriais, nos fatores facilitadores e nas ações prioritárias para impulsionar a Silver Economy.

    Durante o debate, foram abordadas questões como os principais obstáculos em cada território, as iniciativas que têm demonstrado resultados eficazes e as ações mais viáveis a curto e médio prazo.

    A sessão terminou com um espaço aberto de perguntas, promovendo o intercâmbio de ideias e a identificação de oportunidades de colaboração futura.

    O encerramento do evento ficou a cargo da Diputación de Tarragona, com a intervenção de Marta Farrero, que destacou a importância da cooperação transnacional e da partilha de conhecimento para promover territórios rurais mais inclusivos, resilientes e sustentáveis.

    O projeto RuralSilverHubS, com uma duração de 30 meses e um orçamento de cerca de 1,3 milhões de euros, tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas com mais de 55 anos em zonas rurais através da promoção da Silver Economy, da inovação social e da cooperação territorial.

    O consórcio do projeto é composto por nove parceiros: a Diputación de Tarragona (líder), a Sociedad para el Desarrollo de la Provincia de Burgos (SODEBUR), a Universidade de Vigo, a Fundação Finnova, o Gérontopôle Nouvelle-Aquitaine, o SilverOcc Clusterlab, a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), a Comunidade Intermunicipal do Ave e a Cruz Vermelha Portuguesa.

    Fonte AMAL

  • Algarve Reforça Combate aos Incêndios Rurais

    Algarve Reforça Combate aos Incêndios Rurais

    Investimento milionário

    Municípios do Algarve, Autoridade Nacional de Emergência e Bombeiros unem esforços para o DECIR 2026, visando uma resposta eficaz durante o período de maior risco.

    Os 16 municípios do Algarve aprovaram um protocolo que visa reforçar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para 2026.

    A iniciativa, promovida pela AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, conta com o envolvimento da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), através do Comando Regional do Algarve, da Federação dos Bombeiros do Algarve e das 13 Associações Humanitárias de Bombeiros do distrito.

    O protocolo, que estará em vigor entre 15 de maio e 15 de outubro, período considerado de maior vulnerabilidade a incêndios rurais, define os critérios e procedimentos para o financiamento do DECIR.

    Este dispositivo tem-se revelado crucial no ataque inicial aos fogos, minimizando a sua propagação e impacto.

    Este ano, os municípios do Algarve comprometem-se a contribuir com um total de 1.023.264,00€ para o DECIR. A decisão de aumentar o investimento foi tomada durante a reunião do Conselho Intermunicipal, realizada na passada sexta-feira, 10 de abril.

    Uma parte significativa deste financiamento destina-se a aumentar a comparticipação diária dos 1.191 bombeiros que integram o dispositivo. Cada município contribuirá com 63.954,00€ para assegurar um apoio diário de 36 euros por bombeiro, um aumento de 6 euros face a 2025. A ANEPC complementará este apoio com mais 84 euros por bombeiro, um acréscimo de 9 euros em relação ao ano anterior.

    O DECIR 2026 procura garantir uma resposta eficaz aos incêndios rurais em toda a região, sem comprometer a capacidade de resposta a outras situações de emergência. A iniciativa torna-se ainda mais relevante considerando o aumento populacional que o Algarve regista durante o período de verão, fruto do turismo.

    O protocolo estabelece ainda que as Associações Humanitárias de Bombeiros e os Corpos de Bombeiros Municipais devem constituir as Equipas de Intervenção do DECIR, seguindo as diretrizes do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, para os diferentes níveis de empenhamento operacional: Bravo (15 a 31 de maio), Charlie (1 a 30 de junho), Delta (1 de julho a 30 de setembro) e, novamente, Charlie (1 a 15 de outubro).

  • Algarve Aposta no Desenvolvimento Rural com o Programa PADRE II

    A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e a Autoridade de Gestão do Programa Regional do Algarve 2021-2027, representada pela CCDR Algarve, formalizaram a assinatura do contrato para o PADRE II – Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos 2025 – 2027.

    O acordo, com uma dotação de 27,2 milhões de euros provenientes do FEDER, foi celebrado durante o Conselho Intermunicipal realizado na sexta-feira passada, 26 de setembro.

    O PADRE II tem como foco principal os territórios rurais e de baixa densidade da região, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Plano de Ação de Desenvolvimento dos Recursos Endógenos (PADRE I), implementado entre 2014 e 2020.

    O objetivo central do programa é promover a valorização e a dinamização destas áreas, impulsionando o seu desenvolvimento sustentável.

    O plano assenta numa estratégia que visa a diversificação económica, a sustentabilidade ambiental e a capacitação da população local, com o intuito de incentivar a fixação de habitantes, fortalecer a resiliência e promover a coesão territorial. A ação do PADRE II está estruturada em cinco eixos principais:

    Conservação da Natureza e Biodiversidade: Iniciativas focadas na proteção e preservação do património natural da região.
    Criação de uma Rede de Aldeias Inteligentes: Implementação de novas tecnologias para estimular o desenvolvimento e a criação de oportunidades de emprego e de novas formas de ocupação nas áreas rurais.
    Medidas Transversais: Consolidação e reforço das boas práticas implementadas durante o período de vigência do PADRE I.
    Intervenções Estruturais Territoriais: Ações específicas para cada território, baseadas nos seus recursos endógenos mais relevantes.
    Capacitação e Governança: Desenvolvimento de competências e capacidade de gestão, tanto para a implementação do plano como para os seus diversos intervenientes.

    A coordenação estratégica e operacional do PADRE II será da responsabilidade da AMAL, assegurando a articulação entre o Conselho Intermunicipal, a AG Algarve 2030 (Autoridade de Gestão) e as entidades gestoras de Projetos Transversais.

    José Apolinário, presidente da CCDR Algarve e da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do Programa Regional do Algarve 2021-2027, expressou otimismo em relação ao sucesso do PADRE II, destacando a “articulação sempre muito boa entre a AG e a AMAL e a cooperação e colaboração que todos os municípios têm conseguido ao longo dos últimos anos”.

    Composição da AMAL será alterada nas próximas eleições locais

    A AMAL, Comunidade Intermunicipal do Algarve, é uma pessoa coletiva de direito público e natureza associativa, constituída pelos 16 municípios da região: Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, S. Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.

    Criada em 13 de março de 1992, a AMAL tem como missão potenciar o desenvolvimento dos municípios, reforçar e promover a identidade da Região do Algarve, através da articulação de interesses e da criação de sinergias.

    A sua estrutura é composta pela Assembleia Intermunicipal, o Conselho Intermunicipal e o Secretariado Executivo Intermunicipal.

  • Barragens da Foupana e de Alportel querem os municípios

    Barragens da Foupana e de Alportel querem os municípios

    A Comunidade Intermunicipal do Algarve está a reafirmar a necessidade de construção das barragens da Foupana e de Alportel, e a Associação de Beneficiários do Plano de Rega do Sotavento do Algarve (ABPRSA) destaca as vantagens dessas barragens para a região.

    É convição dessas organizações que, com essas barragens, aumentaria a capacidade de armazenamento de água, beneficiando tanto o setor agrícola quanto o consumo urbano.

    Por exemplo, a barragem da Foupana ajudaria a reduzir as tarifas de água doméstica e aumentaria o perímetro de rega do sotavento e a barragem de Alportel teria uma capacidade de armazenamento de 10hm3 e ajudaria no controle de cheias em Tavira.

    Os municípios também destacam a necessidade de captação de água do Guadiana no Pomarão e a ligação do sistema da barragem de Alqueva ao de Beliche-Odeleite. A construção de uma central de dessalinização também é mencionada como uma solução para enfrentar a falta de água na região.

  • Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    AMAL e ICNF apresentam o caderno pedagógico «O Camaleão Que Não Mudava de Cor», destinado a alunos do 2º ciclo.

    Trata-se de um livro editado pela Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e pela Direção Regional do Algarve do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e foi apresentado no Centro de Educação Ambiental de Marim, em Olhão.

    O caderno tem duas partes distintas: a primeira, é um conto para colorir, da autoria de Ana Xavier e ilustrações de João Pinto, que aborda temas como a amizade, a autoestima, a exclusão e as migrações.

    Revela a morfologia e o comportamento do camaleão-comum, a única espécie de camaleão que ocorre em Portugal (e na Europa).

    Tem uma segunda parte, de carácter informativo, sobre as características e comportamento do camaleão-comum, com fotografias de Teresa Patrício, do RIAS e da Associação A ROCHA. No final, tem ainda jogos e desafios propostos pela técnica da AMAL, Susana Marreiros.

    Este projeto está direcionado para alunos do 2º ciclo e assenta no princípio de que «Só se ama aquilo que se conhece», tendo por objetivo dar a conhecer o camaleão-comum e o seu habitat, cuja preservação é urgente.

    Trata-se de uma iniciativa desenvolvida no âmbito da cogestão do Parque Natural da Ria Formosa e financiada pelo Fundo Ambiental.

    Na sessão de apresentação do caderno, estiveram presentes várias turmas da área do Parque Natural da Ria Formosa (Olhão, Faro e Tavira), tendo o conto sido lido por alunos da Escola E. B. 2 3 João da Rosa, a que se seguiu a distribuição dos cadernos pelos alunos e uma apresentação interativa pelo ilustrador João Pinto.

    Tanto o Primeiro Secretário da AMAL, Joaquim Brandão Pires, como o Diretor Regional do ICNF, Castelão Rodrigues, aproveitaram a ocasião para alertar e sensibilizar os mais novos para a importância da preservação não só desta espécie, mas da natureza, como um todo, porque «só assim poderemos ter uma sociedade mais sustentável».

  • AMAL continuará a oferecer jornais digitais

    AMAL continuará a oferecer jornais digitais

    As Bibliotecas Municipais do Algarve vão continuar a disponibilizar gratuitamente acesso a jornais e revistas nacionais e estrangeiras, em formato digital, através da aplicação «PressReader».

    Os leitores da Rede Intermunicipal das Bibliotecas do Algarve (BIBAL)vão poder continuar a usufruir de acesso gratuito a mais de 7000 publicações online. O investimento para a disponibilização deste serviço inovador, totalmente suportado por decisão dos presidentes de câmara algarvios, ronda os 65 mil euros e terá uma duração de três anos.

    Os leitores da BIBAL vão continuar a ter à disposição o serviço PressReader, uma plataforma digital que dá acesso a jornais e revistas online. São mais de 7000 publicações que, através deste serviço inovador e gratuito, podem ser lidas no momento ou descarregadas para uma leitura posterior. 

    Os autarcas do Algarve mantêm a convicção de que esta iniciativa universaliza e democratiza o acesso à informação e ao conhecimento, incentivando, simultaneamente, à leitura, pelo que decidiram, na sua Reunião do Conselho Intermunicipal de 15 de novembro de 2024, aprovar este investimento, garantindo, assim, a disponibilização do PressReader na rede de bibliotecas municipais pertencentes à BIBAL por mais um período de três anos (2025, 2026 e 2027).

    Recorde-se que a PressReader é uma plataforma digital, distribuída em Portugal pela WECUL, que disponibiliza o acesso direto e integral a mais de 7000 publicações (jornais e revistas), nacionais e estrangeiras, logo que publicadas e acessíveis aos leitores inscritos em cada Biblioteca, dentro ou fora destas, por computador ou em dispositivos móveis.

    O acesso à plataforma é possível de várias formas, com as credenciais de utilizador da biblioteca. Toda a informação é disponibilizada em cada uma das bibliotecas municipais.

  • Amal debate floresta

    Amal debate floresta

    A importância crescente das autarquias na gestão florestal e no processo de gestão integrada do fogo rural conferiu especial relevância ao seminário, onde o presidente da AMAL, António Pina, expressou preocupação com a pressão sobre os municípios nesta área.

    António Pina criticou a perceção equivocada das competências municipais, do quadro constitucional e da distribuição de responsabilidades na administração do Estado.

    Após os incêndios de Pedrógão, acusou o Estado de transferir responsabilidades para os municípios, questionando a quem recai a culpa, quando falham as infraestruturas ou a administração central.

    O presidente da AMAL defendeu que os autarcas devem ser responsáveis pelas suas áreas e colaborar onde não têm competência, mas não devem ser responsabilizados por falhas fora do seu âmbito.

    O secretário de Estado das Florestas, presente durante todo o seminário, considerou as discussões muito pertinentes e afirmou conhecer bem a realidade do setor, ressaltando que não se pode esperar que o governo atual resolva em 50 dias o que não foi feito em anos. Rui Ladeira enfatizou que ainda há muito trabalho pela frente.

  • Liderança na AMAL – correcção

    Liderança na AMAL – correcção

    A notícia que demos estava incorreta, bem como as conclusões retiradas da mesma. Foi um erro de interpretação cometido pela nossa Redacção sobre as mudanças no próximo cargo de Osvaldo Gonçalves.

    Ele foi nomeado como representante dos municípios do Algarve na ALGAR e não para a AMAL, como a notícia refere. Ao visado, ao vice-presidente do município de Alcoutim, à AMAL e à ALGAR, e naturalmente aos nossos leitores, pedimos as nossas desculpas pelo erro cometido.

    O restante articulado fica sem efeito e foi por nós anulado. Reforçaremos a atenção para manter o rigor que nos caracteriza.

  • Assembleia Intermunicipal do Algarve apreciou taxa turística

    Assembleia Intermunicipal do Algarve apreciou taxa turística

    A Assembleia Intermunicipal do Algarve reuniu de forma descentralizada em Loulé, no dia 19 de Dezembro, tendo aprovados os principais documentos de gestão da Comunidade Intermunicipal do Algarve, AMAL, Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2023, e discutidas moções dos Grupos Intermunicipais do PSD e PS.

    Estiveram presentes 47 dos 58 membros no Cineteatro Louletano, das várias forças políticas, eleitos nas 16 assembleias municipais da região. Esta forma descentralizada que ocorreu em Loulé, já aconteceu também em Vila Real de Santo António e Lagoa. A sede da Assembleia é na capital do Algarve, Faro.

    Foi apresentada a proposta para a aplicar na região a taxa turística na região no valor de dois euros, conhecida da reunião do Conselho Intermunicipal da AMAL, realizada em novembro e que se encontra sob análise e foi explicada pelo presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes, o presidente da Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AIHSA), Daniel do Adro, e do presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Hélder Martins.

    Prevê a aplicação da taxa em todos os concelhos da região e para todas as tipologias turísticas, assim como uma discriminação positiva para a época baixa , na qual será cobrado metade do valor a acordar. A proposta ainda prevê que uma parte das receitas venha a ser aplicada em cada município e a outra parte reverta para a criação de um fundo regional destinado à promoção e animação turística. O modelo a aplicar será decidido por uma Comissão formada por representantes da AMAL, RTA, ATA, AIHSA e AHETA.

      O PSD, viu aprovada a sua moção intitulada «Preço das portagens no Algarve viola a lei”», e a moção do PS as suas moções «Garantir água é garantir o nosso futuro» e «Hospital Central do Algarve é preciso avançar».

      Foram rejeitadas duas moções apresentadas pelo Grupo Intermunicipal da CDU, uma «Pelo direito à saúde. Atrair e fixar profissionais no Serviço Nacional de Saúde, Combater o assalto dos grupos privados de saúde» e uma outra «Pelo fim das portagens na Via do Infante».

      Durante a Assembleia foram ainda aprovados os principais documentos de gestão da Comunidade Intermunicipal do Algarve para o próximo ano, entre os quais as .

        O presidente da AMAL, António Pina, prestou igualmente alguns esclarecimentos sobre as áreas de trabalho mais relevantes para o próximo ano, nomeadamente a Mobilidade/Transportes, Eficiência Hídrica, Eficiência Energética, Ordenamento do Território e Ambiente/Alterações Climáticas.

        A Assembleia Intermunicipal da AMAL volta a reunir em Lagos em abril de 2023.

      • Contingência no Algarve para combater a seca

        Contingência no Algarve para combater a seca

        Durante o mês de agosto e muito provavelmente também em setembro, vão estar encerradas as piscinas com exceção das abertas nos territórios mais do interior, imobilizadas as fontes ornamentais, exceto para a manutenção, reduzidos os dias de rega e cessar a rega dos espaços verdes públicos relvados, com reconversão por espécies autóctones e com necessidades menores de disponibilidade hídrica.

        Estas medidas foram decididas pelos municípios algarvios, tendo estado presente Pedro Coelho, diretor da ARH Algarve/APA, Agência Portuguesa do Ambiente.

        Se algumas medidas já estavam a ser aplicadas existem outras que apenas serão tomadas ou reforçadas durante as próximas semanas, uma vez que a região está com «cenário de seca», em alguns casos extrema.

        Cada município vai agora tentar sensibilizar a própria população para a gravidade do problema e para a urgência na redução dos consumos de água. As medidas já em vigor tinham avançado desde o início de março.

        De recordar que a AMAL está também, em concertação com os municípios, empresas municipais e empresas concessionárias de exploração e gestão dos serviços públicos de distribuição de água, a investir no «controlo ativo de perdas de água e na reabilitação de infraestruturas, numa das medidas enquadradas no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência».

      • AMAL quer mais verbas para a redução tarifária

        AMAL quer mais verbas para a redução tarifária

        A Assembleia Intermunicipal do Algarve, realizou este ano a sua primeira sessão em Vila Real de Santo António, no Centro Cultural António Aleixo. Aqui, foram aprovados os Documentos de Prestação de Contas de 2021 da AMAL, a 1ª Revisão ao Orçamento e Grandes Opções do Plano do 2022 e analisadas diversas Moções e Votos de Pesar, apresentados pelos Grupos Intermunicipais do PS, do PSD e da CDU.

        Foi também sublinhada a necessidade urgente do Governo reforçar as verbas do PART- Programa de Apoio à Redução Tarifária dos Transportes Públicos.

        Esta sessão descentralizada «insere-se no roteiro da Assembleia Intermunicipal em Movimento, iniciativa do Presidente da Assembleia, José Águas da Cruz, que tem vindo a concretizar durante o seu mandato, de descentralizar a realização destas sessões nos municípios do Algarve, por forma a levar a Assembleia aos algarvios».

        Com este objetivo, desde que foi instalada, a Assembleia Intermunicipal já realizou sessões nos municípios de Faro, de Lagoa, de Vila Real de Santo António e Olhão.

        O PSD viu aprovada uma sua moção a solicitar a transmissão em direto das Reuniões da Assembleia Intermunicipal do Algarve, outra pela construção da Barragem da Foupana; o PS, uma pela atribuição da designação «Aeroporto Internacional de Faro – Almirante Gago Coutinho» ao Aeroporto Internacional de Faro que ficou agendada para a próxima sessão. Foram, também, discutidos e votados três documentos apresentados pelo Grupo Intermunicipal da CDU, uma moção sobre os encerramentos das urgências de pediatria nos Hospitais de Faro e de Portimão que «não podem continuar», que foi aprovada. A Assembleia Intermunicipal rejeitou as moções «Pela melhoria dos transportes públicos no Algarve” e o “Voto de Pesar pelas vítimas da guerra na Ucrânia” por não concordar com a redação desses documentos.

        Por iniciativa do Grupo do PS foi aprovado, por unanimidade e aclamação, um voto de pesar pelo falecimento do prof. Joaquim Vairinhos. Foi observado um minuto de silêncio, em memória das vítimas da guerra na Ucrânia.

        Os membros da Assembleia ouviram as preocupações dos 16 presidentes das câmaras municipais do Algarve, expressas pelo presidente da AMAL, António Pina, em relação à necessidade urgente do reforço, por parte do Governo, das verbas do PART-Programa de Apoio à Redução Tarifária dos Transportes Públicos, uma vez que esta será a única solução para manter a região algarvia neste projeto, já que as «autarquias não terão capacidade para suportar, por muito mais tempo, os encargos que estão a ter com o programa».

        A razão é porque o Governo anunciou no final de janeiro um reforço da verba do PART em 15 milhões de euros, a distribuir por várias Comunidades Intermunicipais e pelas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, enquanto Autoridades Regionais de Transportes. A decisão surgiu depois de se ter verificado que, durante a pandemia, houve uma expectável diminuição do número de passageiros e, para fazer face aos problemas resultantes do subfinanciamento do sistema de transportes públicos, o governo anunciou esse adicional de verbas. A AMAL não foi contemplada nesse reforço, mas está agora confrontada com uma situação que torna difícil a manutenção do programa na região.

        Outra questão de vital importância para o Algarve, objeto de discussão, foi a escassez de água na Região e as medidas tomadas e programadas para a mitigar, tendo o Presidente da AMAL se comprometido a enviar a todos os membros da Assembleia Intermunicipal um ponto de situação sobre as intervenções previstas para esta área, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência.

      • AMAL promove seminário “Sistemas Alimentares Sustentáveis”

        AMAL promove seminário “Sistemas Alimentares Sustentáveis”

        Participam eleitos autárquicos do país e dirigentes de entidades do setor. O evento decorre na Universidade do Algarve, Campus da Penha, Auditório 1.05, Complexo Pedagógico (Faro), entre as 09:00 e as 12:00 horas. Está inserido na iniciativa «Algarve Tech Hub SUMMIT» que decorre até 3 de Abril.

        Este seminário surge na sequência do trabalho que a AMAL está a desenvolver para a concretização de “Sistemas Alimentares Sustentáveis” que «aproximem agricultura e ambiente, estimulando a alteração dos comportamentos de compra, com vista a agilizar circuitos curtos de comercialização e hábitos de consumo saudáveis e, por outro lado, incorporando a economia circular de resíduos e de desperdícios alimentares». 

        Os sistemas alimentares desempenham um papel de grande relevância na transição para modelos de desenvolvimento sustentável e inclusivo, representando uma clara oportunidade para a coesão e para a inovação territorial.

        O projeto “Sistemas Alimentares Sustentáveis” é co-financiado pelo FEDER, através do Programa Operacional Regional CRESC ALGARVE 2020.

        Eis o alinhamento das intervencões:

        09H00 | Painel I
        Apresentação do Projeto “Sistemas Alimentares Sustentáveis”
        Sessão de Boas Vindas
        Brandão Pires – Primeiro Secretário AMAL

        Sistemas Alimentares Sustentáveis e Alimentação Escolar
        Francisco Sarmento – Vagari

        Apresentação do projeto “Sistemas Alimentares Sustentáveis”
        Sofia Freitas – Diretora executiva da Ruris
        Artur Gregório – Presidente da Direção In Loco

        10H00 | Painel II
        Implementação de Sistemas Alimentares Sustentáveis: Exemplos de Boas Práticas
        Programa de Sustentabilidade na Alimentação Escolar
        Laura Maria Rodrigues – Presidente da CM de Torres Vedras

        Bio Região
        Pedro Mouro – Vice-Presidente da CM de São Pedro do Sul

        Bio Cantinas
        Armindo Jacinto – Presidente da CM de Idanha-a-Nova

        10H45 | Mesa Redonda
        O Impacto do Mercado Institucional de Alimentos na Saúde, Educação e Economia
        João Pedro Valadas da Silva Monteiro – Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Algarve
        Alexandre Martins Lima – Delegado Regional de Educação do Algarve
        Paulo Morgado – Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do
        Algarve

        Moderador: Francisco Amaral – Médico e Presidente da Câmara de Castro Marim
        11H30 | Encerramento da Sessão

        António Pina – Presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL)

      • Leitores das bibliotecas do Algarve com acesso a milhares de jornais e revistas

        Leitores das bibliotecas do Algarve com acesso a milhares de jornais e revistas

        O serviço foi adquirido pela , adquirido pela AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve que nele investiu cerca de cerca de 20 mil euros. Trata-se do acesso dos leitores da BIBAL ao serviço PressReader, «plataforma digital que dá acesso a jornais e revistas online». S

        Mais de 7.000 títulos nacionais e estrangeiros que existe há mais de dez anos em plataforma paga, mas que os leitores algarvios passam a dispor de forma gratuita. As notícia, podem ser lidas no momento ou descarregadas para leitura posterior.

        Para os autarcas algarvios «esta iniciativa universaliza e democratiza o acesso à informação e ao conhecimento, incentivando simultaneamente a leitura». Tratando-se de um serviço digital e em linha, os leitores fazem-no de forma global e fácil, no âmbito da missão das bibliotecas públicas.

        A aquisição deste serviço foi aprovada, por unanimidade, na Reunião do Conselho Intermunicipal de julho do ano passado. Na ocasião, todos os presidentes reconheceram a importância da medida para as comunidades da Região e decidiram suportar esta despesa, garantindo, assim, a disponibilização do serviço na rede de bibliotecas municipais pertencentes à BIBAL (à excepção de Aljezur, único município que ainda não tem Biblioteca).

        A PressReader é uma plataforma digital, distribuída em Portugal pela WECUL, que disponibiliza o acesso direto e integral a publicações periódicas de mais de 150 países e em mais de 60 línguas, através de uma interface com várias funcionalidades, entre elas pesquisas por título, país, língua ou categoria. O acesso à plataforma é possível de várias formas, com as credenciais de utilizador da biblioteca. Toda a informação é disponibilizada em cada uma das bibliotecas municipais.

        A plataforma paga aos jornais pelas leituras que são feitas na sua plataforma. Quem quiser aceder gratuitamente, deve informar-se junto da sua biblioteca concelhia.

      • Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

        Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

        O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Pedro Matos Fernandes, presidiu hoje, dia 7 de maio, à cerimónia de assinatura dos protocolos de colaboração técnica e financeira para a cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e do Parque Natural da Ria Formosa, entre o Fundo Ambiental, tutelado pela Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e da Transição Energética), a Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, e o ICNF, IP – Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

        Durante três anos, estes protocolos podem dotar a comissão de cogestão de apoio técnico e operacional, dedicado e em exclusividade, garantindo a aplicação das atividades consideradas prioritárias, no âmbito da promoção destas áreas protegidas. Para efeitos de financiamento da concretização das atividades o Fundo Ambiental obriga-se a transferir para a AMAL até ao limite de 100.000,00, por cada área protegida.  

        O protocolo surge na sequência dos municípios de Faro, Loulé, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António terem solicitado formalmente a adesão ao modelo de cogestão para o Parque Natural da Ria Formosa e para a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, e delegado essa competência na AMAL.

        A entrega formal do pedido ao ICNF, na pessoa do presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Nuno Banza, foi feita pelo presidente da câmara municipal de Faro, Rogério Bacalhau, que vai presidir à futura comissão de cogestão do Parque Natural da Ria Formosa, e pelo presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, que vai presidir à futura comissão de cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

        António Pina, presidente da AMAL, afirmou na cerimónia que a concretização deste protocolo vem ao encontro do que os municípios há muito solicitavam. «É verdade que é um desafio e que o destino destes territórios passa agora, também, a depender de nós, mas é exactamente esta oportunidade que andamos a pedir há tanto tempo”, disse, sublinhando ainda que “não fazia sentido, nós, os municípios que estão no terreno e que defendem que todos possamos usufruir da natureza, não terem uma voz ativa no desenvolvimento e nas decisões respeitantes a estas áreas protegidas. Defendemos que o caminho é este. Estas áreas protegidas são, efectivamente, cada vez mais, pólos de atração, contribuindo para promover localmente a economia e o desenvolvimento social”.

        O sentido que deixou claro António Pina é que o Algarve pretende apostar no Turismo de Natureza e defendeu, por essa razão, que “os autarcas da região querem fazer parte integrante das soluções que possam ser encontradas para o seu desenvolvimento”. 

        Nuno Banza, presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,, assumiu que, hoje em dia, “já não é possível desligar o homem da natureza e a forma como este equilíbrio se consegue tem mesmo de ser encontrada”. E acrescentou que “estes protocolos são um passo seguro nessa direção porque, para o ICNF, é determinante partilhar este objectivo com os municípios, que efectivamente são os que se encontram ativamente no terreno

        À Diretora do Fundo Ambiental, Alexandra Carvalho, a falar sobre o apoio dedicado à promoção da cogestão em áreas protegidas, que o Fundo Ambiental dispõe disse que “ caminho que agora se começa a construir é fundamental porque “a protecção e desenvolvimento destes territórios devem ser sempre tratados em parceria e obviamente que quem está no terreno trará benefícios a este desafio”. Alexandra Carvalho deixou claro que “será sempre garantida a salvaguarda da natureza, mas queremos que exista uma proximidade maior com as pessoas que vivem nestes territórios”. Em jeito de conclusão, recordou o desígnio das Nações Unidas, uma vez que este é o ano para termos um novo enquadramento para preservar a biodiversidade e nos reconciliarmos com a Natureza “antes que seja tarde demais”. 

        Noo encerramento da cerimónia, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Matos Fernandes, alertou para a necessidade global de cuidar de um bem tão importante como a Natureza, colocando em evidência a importância da iniciativa do Algarve depois do nono protocolo de cogestão assinado, ser a primeira vez que isto acontece com uma Comunidade Intermunicipal, a mostrar que o Algarve, é uma região que se junta e «fala a uma só voz». O Ministro lembrou que o valor do apoio do Fundo Ambiental, na área da Conservação da Natureza e da promoção da Biodiversidade, foi de 32,2 milhões de euros entre 2017 e 2020 e, para 2021,, existem 11,5 milhões.

        Para além dos outorgantes dos protocolos, António Pina, Alexandra Carvalho e Joaquim Castelão Rodrigues, do Ministro do Ambiente e da Ação Climática e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, a cerimónia contou ainda com a presença, no local e por via digital, dos presidentes de câmara do Algarve e do presidente da CCDR Algarve, José Apolinário.

      • Loulé valoriza antas e escrita do Ameixial

        Loulé valoriza antas e escrita do Ameixial

        O projecto em curso visa o refiorço da singularidade da Serra e do interior do Algarve e integra a estratégia da câmara municipal para a valorização e divulgação dos recursos culturais deste concelho, através do seu património cultural.

        O projeto abrange a Anta do Beringel e a Anta da Pedra do Alagar, monumentos megalíticos pré-históricos com cerca de 7000 anos, bem como os sítios arqueológicos onde foram encontrados alguns exemplares das estelas com escrita do Sudoeste datadas da Idade do Ferro, com cerca de 2500 anos. Distingue-se ainda por ter uma estratégia integrada entre o conhecimento científico dos monumentos e sua a classificação.

        Entre outros aspetos, pretende-se investigar os monumentos e as estruturas ali existentes, conhecer a história desses sítios, mas também compreender o modo de vida das populações antigas que aqui viveram e com quem tinham contactos culturais e comerciais.

        As escavações arqueológicas, fundamentais para o conhecimento científico destes sítios, vão igualmente permitir identificar as ações necessárias à conservação e restauro dos monumentos que, por sua vez, irão garantir condições de proteção e segurança dos próprios monumentos e de quem os visita.

        «As soluções técnicas resultantes dos estudos arqueológicos e de conservação serão deste modo o alicerce para um arranjo paisagístico que se pretende minimalista e integrado na paisagem natural da Serra. Desta forma, para além de se salvaguardar o sítio arqueológico, a sua valorização irá contemplar conteúdos para a visita do público em geral numa linguagem acessível, mas também o reforço da sinalética na rede rodoviária facilitando assim o acesso ao local.

        Por último, para além da sua divulgação em eventos com o envolvimento da comunidade local e da integração no projeto Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, a Autarquia encontra-se a diligenciar o processo de classificação dos sítios que vão ser alvo de valorização.

        A Câmara Municipal de Loulé pretende, com este trabalho, promover não apenas a identidade dos lugares através da valorização destes monumentos do Ameixial, mas também diversificar e potenciar a atratividade do interior do Algarve em termos turísticos, criar condições para a sua visitação, estimular o conhecimento do passado e a visita ao território serrano, e contribuir para a dinamização da economia e atratividade deste território.

        O projeto de valorização da escrita do Sudoeste e das antas do Ameixial conta com fundos comunitários do Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos (PADRE), integrado no Programa Operacional Regional do Algarve (PO CRESC ALGARVE 2020), cuja entidade promotora é a Associação de Municípios do Algarve (AMAL).

      • AMAL aprovou o orçamento e tem novo presidente

        AMAL aprovou o orçamento e tem novo presidente

        Ágoas da Cruz é o novo presidente da Assembleia Intermunicipal do Algarve, AMAL, eleito hoje, na sequência do pedido de renúncia de Adriano Pimpão. A Assembleia aprovou também o Orçamento e documentos conexos para o ano de 2021.

        Desta vez, reuniu no Auditório Municipal de Olhão, para poderem ser garantidas as condições necessárias de segurança e distanciação dos seus membros, dentro das medidas exigidas pela Direcção Geral de Saúde para combate à Covid-19.

        A AMAL aprovou diversas moções, uma da CDU para que apele às câmaras municipais para que sejam garantidos suplementos de remuneração por trabalho em condições de perigosidade e insalubridade já a partir de 1 de Janeiro de ; duas do BE, uma delas apelando a que os consumos de água de pequenas e médias empresas sejam considerados como consumos domésticos e outra sobre o resgate da concessão da requalificação da EN125, entre Olhão e Vila Real de Santo António. O PAN viu aprovada a sua moção sobre a necessidade de dotar os transportes coletivos com acesso a pessoas com mobilidade reduzida nos transportes públicos do Algarve. A outra, que pedia a suspensão e revogação do Plano de Urbanização das Alagoas Brancas, no concelho de Lagoa foi rejeitada.

      • Época de incêndios preparada pela AMAL

        Época de incêndios preparada pela AMAL

        A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) já começou as preparações para a época de incêndios.

        A Brigada de Sapadores Florestais conta agora com mais um veículo especial para ajudar na defesa da floresta. 

        Entretanto o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) entregou esta semana à AMAL um trator com grade de discos (na imagem), destroçador florestal e corta-matos que vai ajudar no desempenho da Brigada Intermunicipal de Sapadores Florestais nos trabalhos que têm sido desenvolvidos ao longo dos últimos meses. 

        Com este material, a Brigada procura estar em pleno para o trabalho de antecipação ao combate a incêndios, na preparação e planeamento de uma resposta de defesa das florestas e do meio rural no Algarve. 

        A criação desta Brigada Intermunicipal decorre de uma Resolução do Conselho de Ministros para “promover uma nova lógica de intervenção no território florestal, criando Gabinetes Técnicos Florestais Intermunicipais, alterando o patamar territorial de planeamento e dando capacidade de intervenção pública através da criação de Brigadas Especiais de Sapadores Florestais com competências, nomeadamente, no âmbito de ações de silvicultura preventiva e de intervenção e emergência pós-fogo”. 

        O Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal, financiado pelo Fundo Florestal Permanente, entrou em funcionamento a 1 de setembro de 2018, e a Brigada, composta por três equipas, está no terreno desde maio de 2019.