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Etiqueta: alojamento

  • Hóspedes e dormidas no alojamento turístico sobem 2,6% e 1,3% em maio – INE (ATUALIZADA)

    Os hóspedes e as dormidas no setor do alojamento turístico aumentaram 2,6% e 1,3% em maio, em termos homólogos, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

    Segundo o INE, em maio o setor do alojamento turístico registou 3,2 milhões de hóspedes (+2,6%) e 7,8 milhões de dormidas (+1,3%). Em maio, o setor gerou 717,0 milhões de euros de proveitos totais (resultantes de toda a atividade do estabelecimento hoteleiro) e 550,6 milhões de euros de proveitos de aposento (apenas referentes às dormidas), o que representa subidas de 8,7% e 8,9%, respetivamente, face ao mesmo mês de 2024.

    Em maio, entre os 10 principais mercados emissores em termos de dormidas, os Estados Unidos destacaram-se com um crescimento de 6,0%. Em oposição, o mercado brasileiro assinalou o maior decréscimo (-11,6%).

    As dormidas de residentes totalizaram 2,0 milhões, tendo crescido 5,9% já os mercados externos decresceram 0,2%, fixando-se nos 5,8 milhões de dormidas.

    Em maio, os maiores aumentos nas dormidas ocorreram no Norte, com mais 6,6% e no Centro com mais 5,6%. As regiões do Algarve e da Grande Lisboa apresentaram decréscimos de 3,1% e 0,7%.
    O Algarve concentrou 25,8% do total de dormidas, seguindo-se a Grande Lisboa com 24,1%.

    Em maio, a estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico diminuiu 1,3% para 2,44 noites.
    A taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico reduziu em maio 0,5 pontos percentuais (p.p.) fixando-se nos 52,3% enquanto a taxa líquida de ocupação-quarto registou um crescimento de 0,5 p.p para 64,7%.

    Relativamente aos proveitos, a Grande Lisboa foi a região que mais contribuiu com 31,9% dos proveitos totais e 34,0% dos proveitos de aposento, seguida do Algarve com 22,5% e 20,7%, respetivamente.

    Em maio, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 83,4 euros registando um aumento de 6,7%, já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 128,9 euros, mais 5,8%.

    O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Grande Lisboa (142,7 euros), seguindo-se a Região Autónoma da Madeira (108,1 euros).


    Os maiores crescimentos observaram-se na Madeira (+18,5%) e no Centro (+13,5%). O município de Lisboa concentrou 19,5% do total de dormidas de maio, um aumento de 0,1% atingindo os 1,5 milhões, as dormidas de residentes aumentaram 3,6% e as de não residentes diminuíram 0,5%.

    O Porto destacou-se com um crescimento de 5,3% totalizando 655,0 mil dormidas, 8,4% do total, em resultado dos crescimentos de residentes (+4,2%) e não residentes (+5,5%).

    ./com AJR // JNM e LUSA
  • Base de vida na Vista Real

    Base de vida na Vista Real

    A Base de Vida, fica localizada na Vista Real, é composta por 26 módulos de contentores metálicos, sendo 20 deles para dormitório de pessoal, dois para refeitórios, dois para balneários, um para armazém e outro para receção.

    É também na Vista Real que está aprovado um hotel destinado a servir de retaguarda para alojamento dos trabalhadores do próprio empreendimento Verdelago, que iniciou a sua exploração em 2023, nas componentes já construídas.

    O promotor diz-se ciente de que a globalidade do empreendimento Verdelago com o hotel de cinco estrelas implica a instalação de cerca de 300 postos de trabalho, com níveis de qualificação exigentes, que face às dificuldades de habitação da região precisariam de um elemento de sustentabilidade e atração. Prevê-se o início da sua construção no início de 2025.

    No que diz respeito à Base de Vida, prevê-se a desinstalação em 2026, com a inauguração do hotel do empreendimento Verdelago.

    Quando a terminar a obra, do empreiteiro Teixeira Duarte, já em funções, a Base de Vida será retirada e serão repostas as condições iniciais do terreno.

  • AM de VRSAntónio aprova casa de apoio temporário

    AM de VRSAntónio aprova casa de apoio temporário

    O presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo deu nota aos deputados municipais de que o objetivo da autarquia é utilizar o prédio devoluto para a instalação de uma Bolsa Nacional de Habitação Urgente e Temporária, de Alojamento Urgente e Temporário.

    Com este edifício, a câmara municipal procurará dar «uma resposta estruturada e transversal para as pessoas que carecem de soluções de alojamento de emergência, devido a acontecimentos excecionais ou imprevisíveis ou a situações de risco iminente, ou de transição»,

    Esclareceu que se trata de situações que, pela sua natureza, necessitam de respostas de alojamento, de acompanhamento, antes de poderem ser encaminhadas para uma solução habitacional definitiva.

    Tomou como exemplos explicativos da utilização uma pessoa que sofre de violência doméstica, onde é necessário afastar a vítima do agressor, ou, em caso de catástrofe, quando se coloque a necessidade de realojar pessoas temporariamente. Ou seja, se há um incêndio, é para esse tipo de habitação que serão encaminhadas as pessoas.

    Adiantou que este tipo de solução social é supervisionado, pela Segurança Social e pelo Instituto da Segurança Social e, ainda, inclui a obrigatoriamente de uma IPSS, gerir o espaço, devendo ter «todas as condições necessárias para fazer esse acompanhamento».

    edificio cp 2
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    Como ficará o atual edifício

    O edifício que, atualmente se encontra devoluto e tem 40 quartos, sofrerá obras, ficando com apenas 18 quartos e 31 camas. Três dos quartos serão duplos e 13 individuais.

    A estrutura será dotada de gabinetes técnicos, com psicólogos e os técnicos da ação social julgados necessários, bem como os respetivos arrumos, lavandarias, sala para funcionários e para descanso e espaços de convívio entre os próprios utentes.

    Álvaro Araújo considera que se trata de «uma valência que vai dignificar aquele espaço e penso que vai dignificar também o nosso conselho com uma resposta que é necessária».

    Anota que no concelho de Vila Real de Santo António se registam problemáticas que carecem de resposta e «em vez de levarmos e mandarmos as pessoas para fora do nosso conselho, elas ficarão aqui enquanto não se encontre a solução, uma solução definitiva, ou entre familiares, ou mesmo uma solução de habitação social».

    A proposta ca câmara municipal foi aprovada com os votos favoráveis do PS, da CDU e do independente, uma abstenção e o voto contra do PSD.

    edificio cp 1
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    PSD apresenta as razões do voto contrário

    Na sua declaração de voto desfavorável, os eleitos do PSD manifestaram o entendimento que a proposta não salvaguarda o interesse municipal, não é acompanhada de quaisquer elementos que possibilitem compreender «que tipo de obras ou não se irão realizar. De que montante? Que critérios precederam à escolha desta localização? Como funcionarão as acessibilidades ao local? Deixará de haver votação?»

    Perguntam também se o acesso a este espaço deixará de ser condicionado; que razões justificam que este investimento seja canalizado para obtenção de um direito temporário de utilização ao invés de se adquirirem edificações para inclusão no património municipal?

    Querem saber como é possível aceitar que a IP Património possa praticamente em qualquer altura resgatar a subconcessão e que as obras e benfeitorias realizadas pela Câmara em caso de resgate da concessão ingressem no domínio público ferroviário, não tendo o município direito a qualquer imunização?

    E, finalmente, como é possível aceitar contratualmente que o município responda independentemente de culpa por quaisquer danos e prejuízos e que a IP Património, por sua vez, não responda por danos ou prejuízos sofridos pelo município?

    A reativação deste espaço atualmente devoluto e com ocupação clandestina, está a preocupar os moradores das imediações que consideram que há risco para os filhos e de desvalorização dos edifícios que adquiriram.

  • Estudantes em protesto nacional

    Os estudantes do ensino superior vão manifestar-se em Lisboa, no dia 21 de março, em protesto contra o aumento do custo do alojamento estudantil, anunciaram as associações e federações académicas.

    O protesto foi convocado pelas associações de Coimbra, Açores, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Madeira, Trás-os-Montes e Alto Douro e pela Federação Académica de Lisboa.

    Consideram as nítidas as dificuldades sentidas pelos agregados familiares portugueses para suportar a «inflação desmedida no mercado imobiliário ponderado no momento de decidir investir na carreira dos seus educandos»
    O Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior poderia ajudar a ultrapassar esta barreira, mas a sua concretização está demasiado demorada, avaliam.

    A concentração terá por mote «Teto e habitação, um direito à educação», estando a concentração agendada para as 14:30, no Rossio, de onde os estudantes vão seguir até à Assembleia da República.
    Três dias depois, será o «Dia Nacional do Estudante», 24 de março.

  • Algarve sobe nos óscares do turismo e na oferta hotelaria

    Algarve sobe nos óscares do turismo e na oferta hotelaria

    A crescente procura por parte dos turistas, aliada à enorme oferta de luxo para férias e escapadinhas, contribuem para o sucesso do setor.

    Quanto ao crescimento da oferta hoteleira, para além das 400 novas unidades hoteleiras, nos últimos três anos, existe a previsão da ativação de mais 100 até 2026, com 60 aberturas previstas para 2024, totalizando cerca de 10 mil novos quartos, sendo que, este aumento da oferta, se dará em Lisboa, 15%, no Porto, 16%, e no Algarve, 10% do total.

    O Algarve, inserido no contexto nacional, demonstra um crescimento sólido no setor do turismo, com a abertura de novas unidades hoteleiras e a diversificação da oferta. A região continua a ser uma das mais procuradas pelos turistas, tanto nacionais como internacionais, e o futuro parece promissor, neste setor da economia.

  • «Concierge Digital» é aplicação para hóspedes e hotelaria rural

    «Concierge Digital» é aplicação para hóspedes e hotelaria rural

    A AHRP anunciou que esta ferramenta visa «beneficiar as unidades de turismo em espaço rural, oferecendo uma gama de funcionalidades através da aplicação Concierge Digital».

    Entre essas funcionalidades apresentadas, merecem destaque a promoção das unidades de alojamento e das regiões; a interação com os hóspedes por meio de chat, o fornecimento de informações turísticas; a possibilidade de check-in digital; e oportunidade de aumentar a receita através da venda de produtos e serviços complementares à estadia.

    A adesão ao Concierge Digital é gratuita para as unidades de turismo em espaço rural, sendo necessário realizar um pedido junto da Associação dos Hotéis Rurais. Após a adesão, as unidades recebem suporte na configuração, por meio de manuais e tutoriais.

  • Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Aquele organismo ligado aos hoteleiros algarvios discorda da tentativa de resolver o problema da habitação do país recorrendo a medidas que abrangem o alojamento local.

    Diz ainda que o necessário são medidas que fomentem e fortaleçam a atividade económica e que proporcionem ao governo as receitas para construir habitação a custos controlados e o consequente arrendamento a valores suportáveis pelos mais desfavorecidos.

    A AHETA diz ser imperativo garantir alojamento para conseguir contratar mais recursos humanos para as empresas e que os empresários algarvios querem dar melhores condições de habitabilidade aos seus colaboradores, construindo residências, mas que «o que não conseguem em virtude da classificação dos terrenos disponíveis»

    E dizem aceitar e até sugerem que sobre essas residências seja imposta uma cláusula de proibição de que as mesmas sejam vendidas, ou usadas para outro fim, durante 50 ou 100 anos.

    A associação também questiona a decisão do Governo de colocar fim que considera o corte abrupto dos Vistos Gold «que permitiram trazer para o país muitos milhões de euros de investimento, e impostos, especialmente na imobiliária».

    Considera que, mais uma vez «vamos perder investimentos vitais, para outros países, que continuam a ter várias formas apelativas de captação de investimento estrangeiro».

    A AHETA está convencida que as medidas agora aprovadas e divulgadas serão revistas, de imediato, antes de entrarem em vigor, «a bem do Algarve e da qualidade do turismo».

  • Faro vende terreno para 184 alojamentos

    Faro vende terreno para 184 alojamentos

    Faro vai ter mais 184 unidades de alojamento na zona da Penha, sobre um terreno de 4.000 m2, caso se concretize com êxito a hasta pública, a realizar no Salão Nobre do município, a partir das 10:00 horas do próximo dia 24 do mês em curso.

    A área a alienar situa-se junto ao Complexo Desportivo da Penha, na Avenida Cidade de Hayward, e o preço de base de licitação é de 4,255 milhões de euros.

    As peças que instruem o procedimento estão a consulta no Departamento de Gestão Administrativa e Patrimonial / Serviço de Património e Cadastro, no edifício dos Paços do Concelho e também na Loja do Munícipe, situado na Loja do Cidadão do Mercado Municipal de Faro, de segunda a sexta-feira, entre as 09:00 e as 17:00 horas.

    As propostas escritas devem dar entrada até às 16:00 horas do dia 20 de março, através de correio registado e com aviso de receção, em invólucro opaco e fechado, dirigida ao presidente da comissão da hasta pública, para a morada indicada de acordo com as peças do procedimento.

    Até às 16:00 horas de 27 de fevereiro, os interessados podem também fazer pedidos de esclarecimento, aos quais a comissão de hasta pública tem de responder até 9 de março, esclarece o município.

  • Alojamento local para aves em Alcoutim

    Alojamento local para aves em Alcoutim

    A Vita Nativa é uma organização sem fins lucrativos para a conservação do ambiente e pretende promover o estudo e a conservação da natureza, divulgar e valorizar o património natural e contribuir para a participação ativa na defesa do ambiente e dos serviços do ecossistema.

    A associação está a desenvolver aquele projeto que resultou de uma iniciativa vencedora do Orçamento Participativo Portugal 2018 e que visa promover a diversidade de avifauna em toda a região do Algarve. Participa também o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), representado pela Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

    A principal ação do projeto passa pela cedência e instalação, de forma gratuita, de caixas-ninho (cerca de 25 no concelho de Alcoutim) para pequenas espécies de aves, como os chapins, e para aves de rapina de média dimensão, como o peneireiro-vulgar, a coruja-das-torres e o mocho-galego.

    As entidades celebrantes do protocolo pretendem estimular a fixação de mais aves em meio urbano e, desta forma, fomentar o interesse e proporcionar um contacto mais direto da sociedade em relação às aves, bem como promover e realçar o importante papel das aves no controlo de pragas biológicas.

    O projeto também visa envolver a sociedade em geral, mas acima de tudo os vários agentes locais e regionais que fazem a gestão do território algarvio, entre os quais de destacar os municípios, o ICNF e também as entidades privadas ligadas aos setores da hotelaria, agricultura e silvicultura.

    Sendo a sensibilização ambiental outro objetivo do projeto, serão desenvolvidas atividades com as comunidades escolares, os Centros de Ciência Viva e outros organismos da região ligados à educação.

  • Estabelecimentos hoteleiros com novas funções

    Estabelecimentos hoteleiros com novas funções

    O diploma enquadra-se nas medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença covid-19,. Trata-se de uma autorização excecional e temporária que abrange os empreendimentos turísticos, cuja classificação inclui estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos resorts, empreendimentos de turismo de habitação, empreendimentos de turismo no espaço rural e, ainda, parques de campismo e de caravanismo.

    Das medidas excecionais aplicáveis aos empreendimentos turísticos, introduzidas pelo decreto-lei que entrou em vigor hoje, dia seguinte ao da sua publicação, contam a possibilidade de disponibilizar a totalidade ou parte das unidades de alojamento que compõem estes empreendimentos para outros usos compatíveis.

    E o diploma define os novos usos temporários: alojamento prolongado, com ou sem prestação de serviços; escritório e espaços de cowork; reuniões, exposições e outros eventos culturais; ‘showrooms’; ensino e formação e salas de convívio de centros de dia ou outros grupos ou organizações.

    O diploma atribui às entidades exploradoras dos empreendimentos turísticos o número de unidades de alojamento a disponibilizar e que a afetação de parte ou da totalidade das unidades de alojamento pelas entidades exploradoras não implica a perda da qualificação como empreendimento turístico.