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Etiqueta: Algarve

  • Volta ao Algarve em Bicicleta – 1ª Etapa

    Volta ao Algarve em Bicicleta – 1ª Etapa

    A primeira etapa da Volta ao Algarve foi ganha pelo ciclista belga Gerben Thijsen (Intermarché-Wanty), assumindo a primeira liderança na Volta ao Algarve, ao vencer ao sprint a primeira etapa, que ligou Portimão a Lagos.

    Foram 200,8 quilómetros percorridos nesta priemira da tirada, tendo Thijsen gasto 4:52.04 horas, o mesmo tempo do neerlandês Marijn Van den Berg (EF Education-EasyPost) e do belga Jordi Meeus (BORA-hansgrohe), segundo e terceiro classificados.

    Thijsen tem quatro segundos de vantagem sobre Van den Berg e seis sobre Meeus, graças às boficações, por ter chegado em primeiro lugar.

    Hoje est~e em disputa a segunda etapa, entre Lagoa e o Alto da Fóia, com contagem de montanha de primeira categoria a coincidir com a meta, colocada a 171,9 da partida.

    Classificação da primeira etapa

    1. Gerben Thijssen, Bel (Intermarché-Wanty), 04:52.04 horas com a média: de 41,045 km/h).
    2. Marijn van den Berg, Hol (EF Education-EasyPost), m.t.
    3. Jordi Meeus, Bel (BORA-hansgrohe), m.t.
    4. Lars Boven, Hol (Alpecin-Deceuninck), m.t.
    5. Arnaud Démare, Fra (Arkéa-B&B Hotels), m.t.
    6. Rui Oliveira, Por (UAE Emirates), m.t.
    7. Jasper Stuyven, Bel (Lidl-Trek), m.t.
    8. Kim Heiduk, Ale (INEOS), m.t.
    9. Luís Mendonça, Por (Sabgal-Anicolor), m.t.
    10. Casper van Uden, Hol (dsm-firmenich), m.t.

    Classificação da geral individual:

    1. Gerben Thijssen, Bel (Intermarché-Wanty), 04:51.54 horas.
    2. Marijn van den Berg, Hol (EF Education-EasyPost), a 04 segundos.
    3. Jordi Meeus, Bel (BORA-hansgrohe), a 06.
    4. Lars Boven, Hol (Alpecin-Deceuninck), a 10.
    5. Arnaud Démare, Fra (Arkéa-B&B Hotels), m.t.
    6. Rui Oliveira, Por (UAE Emirates), m.t.
    7. Jasper Stuyven, Bel (Lidl-Trek), m.t.
    8. Kim Heiduk, Ale (INEOS), m.t.
    9. Luís Mendonça, Por (Sabgal-Anicolor), m.t.
    10. Casper van Uden, Hol (dsm-firmenich), m.t.
  • Dez milhões para a qualificação do emprego no Algarve

    Dez milhões para a qualificação do emprego no Algarve

    No âmbito das qualificações, o «Aviso» dirigido aos Centros Qualifica, com uma dotação de 2.4M€, visa «apoiar a sua atividade e promover a Aprendizagem ao Longo da Vida e a melhoria das qualificações escolares e profissionais de adultos, valorizando os percursos individuais das pessoas».

    No que respeita ao emprego, foi publicado Aviso-convite ao IEFP com uma dotação de 3.6M€, para financiar os Estágios Profissionais na região, desenvolvidos em atividades económicas que integrem a Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Algarve (EREI3), tendo como foco apoiar a diversificação da base económica regional, e promovendo a transição de qualidade de jovens para o mercado de trabalho.

    A lógica é a do reforço da interação entre empresas e infraestruturas científicas e tecnológicas e de criação de empregos sustentáveis e de qualidade, foram dedicados 3.8M€ para contratação de recursos humanos altamente qualificados (licenciados, mestres, doutorados ou pós-doutorados), por entidades cuja estratégia de inovação esteja alinhada com a EREI.

    Foi publicado Aviso geral dirigido a PME, bem como Aviso específico dirigido a PME estabelecidas em territórios de baixa densidade, com uma dotação de 1.2M€ e 200 mil € respetivamente. As infraestruturas científicas, instituições científicas e tecnológicas e Laboratórios Colaborativos encontram também Aviso próprio com dotação de 2.4M€ para apoiar a contratação de recursos humanos altamente qualificados.

    Com 300 mil € dedicados para inclusão social, foi publicado Aviso para ações de criação, desenvolvimento e crescimento de Centros para o Empreendedorismo de Impacto, que tenham como fim a dinamização dos ecossistemas locais ou regionais de inovação social e de empreendedorismo de impacto através de processos de incubação, aceleração e capacitação.

    A região algarvia, «com o financiamento destas ações, espera alcançar resultados significativos rumo às metas de 2030 no âmbito do Programa ALGARVE 2030 e também do Pilar Europeu dos Direitos Sociais», entende a CCDR Algarve.

  • Turismo no Algarve prepara o futuro

    Turismo no Algarve prepara o futuro

    O programa prevê a realização de 440 horas de formação online em áreas cruciais como Liderança e Gestão de Equipas, Competências de Gestão, Marketing e Literacia Digital, Serviço de Excelência no Setor Turístico, e Gestão Sustentável dos Recursos e Eficiência Hídrica, envolvendo 1800 participantes através das escolas de Hotelaria e Turismo de Faro, Portimão e Vila Real de Santo António.

    Este esforço de capacitação é motivado em resposta às necessidades identificadas por associações setoriais, com o objetivo de apoiar empresários do turismo a melhorar a qualidade do serviço prestado, um elemento considerado inegociável para a região do Algarve, conforme destacado por André Gomes, presidente do Turismo do Algarve.

    O programa enfatiza a importância da excelência no serviço como um pilar fundamental para sustentar a economia regional e reforçar o Algarve como destino turístico de eleição, beneficiando do sucesso contínuo e dos recordes alcançados pela região em vários indicadores turísticos em 2023.

    Além disso, o programa «Competências do Futuro Algarve» inclui um levantamento de necessidades de formação junto do setor empresarial para identificar competências prioritárias e tendências no setor turístico, culminando na criação de programas de formação adaptáveis às necessidades específicas dos profissionais.

    Com duas fases de implementação previstas para períodos fora da época alta turística e complementadas por bootcamps presenciais, o programa visa não só a melhoria imediata das competências profissionais mas também a avaliação e introdução de melhorias contínuas no conteúdo formativo, reforçando o compromisso com a excelência e sustentabilidade no turismo algarvio.

  • «Caminheiros» nas margens do Guadiana em décima edição

    «Caminheiros» nas margens do Guadiana em décima edição

    O evento anual, é integrado no Algarve Walking Season, promove o turismo sustentável, destacando as belezas naturais, culturais e gastronómicas da região. O CAMINHEIROS arranca na temporada favorita, o final de estação de inverno e oferecerá uma experiência única pela cor, sons e perfumes da natureza, entrelaçando o simples ato de caminhar com experiências ricas e autênticas no território.

    Explorando o Algarve por rio, serra e fronteira

    O programa diversificado do “Caminheiros” apresenta-se como «um mosaico de experiências que despertam todos os sentidos, oferecendo uma celebração da natureza e cultura do território transfronteiriço de Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana».

    Desde caminhadas à beira do rio Guadiana até passeios de kayak, cada atividade promete «uma imersão na beleza natural da região. Os participantes podem testemunhar entardeceres deslumbrantes, explorar castelos medievais sob o manto noturno e desvendar os segredos da apicultura na serra algarvia».

    Além disso, inclui uma mistura única de experiências gastronómicas, como workshops de pão caseiro e degustações de produtos locais.

    Seja nas paisagens amplas do Serro de Panóias, nos trilhos de ronda junto ao Guadiana, ou na observação estelar, cada caminhada oferece não apenas uma jornada física, mas uma conexão com a rica herança ecológica e cultural desta região. O CAMINHEIROS «é uma oportunidade de explorar, aprender e vivenciar o Algarve de uma forma verdadeiramente única e envolvente, salienta a câmara municipal de Alcoutim».

  • PCP analisa o quadro da seca no Algarve e as medidas

    PCP analisa o quadro da seca no Algarve e as medidas

    O partido insiste na importância de uma gestão pública e sustentável da água, com investimentos significativos em infraestrutura, tecnologia e educação, para garantir que todos os setores da sociedade algarvia tenham acesso a água de forma justa e sustentável.

    O Algarve enfrenta uma crise hídrica severa, exacerbada pela «inação dos sucessivos governos do PS e do PSD/CDS», segundo o Partido Comunista Português (PCP).

    Esta crise, marcada por secas prolongadas e escassez de água, poderia ter sido atenuada com investimentos públicos adequados e a realização de obras essenciais. O PCP critica a falta de ação política efetiva, apesar dos repetidos avisos e planos apresentados que não abordaram os problemas de forma sustentável.

    Em resposta à crise, foram propostas medidas controversas, como o aumento significativo dos preços da água em escalões variados, o que levanta questões de justiça social. O PCP argumenta que esta estratégia sobrecarrega desproporcionalmente os pequenos consumidores e ignora a necessidade de investimentos públicos para resolver a raiz do problema. A falta de água no Algarve tem desdobramentos profundos, afetando não apenas o consumo doméstico, mas também setores críticos como a agricultura e o turismo, exigindo soluções diferenciadas que considerem as particularidades de cada área.

    O governo anunciou cortes no fornecimento de água para a agricultura e o abastecimento urbano, incluindo o setor turístico, numa tentativa de mitigar a crise. Contudo, o PCP critica a abordagem do governo por não apresentar um plano integrado que equilibre as diversas necessidades de uso da água com a capacidade de armazenamento e promova um consumo eficiente e racional deste recurso vital. Salienta-se a importância de uma gestão equitativa que proteja os pequenos agricultores, a agricultura familiar, e assegure o abastecimento doméstico e público.

    Para além das restrições imediatas, o PCP sublinha a urgência de medidas de longo prazo que abordem a sustentabilidade hídrica. Entre as propostas estão a modernização das infraestruturas de água, o incentivo à agricultura eficiente no uso da água, a conservação dos aquíferos, e a implementação de tecnologias para reduzir as perdas de água. Há também uma ênfase na necessidade de uma gestão pública da água que evite a privatização dos recursos hídricos, garantindo o acesso universal a este bem essencial.

    O partido propõe ainda a avaliação de soluções como a dessalinização e a interligação de sistemas hidrológicos como parte de um esforço mais amplo para enfrentar a crise. No entanto, adverte que tais medidas devem ser cuidadosamente ponderadas para evitar impactos ambientais negativos e garantir que a gestão da água permaneça sob controle público. O PCP defende uma mudança radical na política de gestão da água, com foco em investimentos estratégicos, modernização, e um compromisso firme com a sustentabilidade e a justiça social.

  • Preço da água vai subir e muito no Algarve

    Preço da água vai subir e muito no Algarve

    No primeiro escalão, será de 15 por cento, no terceiro 30 e no quarto 40 por cento. À hotelaria, comércio e indústria, vai ser aplicado um aumento de 15 por cento.

    A cobrança vai chegar com a fatura do mês de março e as percentagens vão variar de forma diferenciada. Segundo António Miguel Pina disse aos jornalistas no final da reunião que decidiu o aumento, ele resulta de um instrumento proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

    No nosso site, estamos a tentar saber se estes aumentos repercutem como os regulares, resultantes da inflação e do clausulado dos contratos, sendo extraordinários, vão ou não, ter repercussão nas taxas associadas de saneamento básico e resíduos sólidos, o que elevaria as faturas a preços proibitivos.

    Segundo António Miguel Pina, a AMAL, cujo executivo é constituído pelos presidentes das câmaras municipais algarvias, encara esta medida como «instrumento de sensibilização adicional», para penalizar quem consume mais água.

    O autarca adianta que o consumo urbano, no primeiro mês deste ano, continua a aumentar em relação ao mês homologo do ano anterior» e queixa-se da falta de consciencialização e contribuição para se reduzir o consumo de água, num momento em que é preciso o esforço de todos para enfrentar a escassez hídrica no Algarve.

    António Miguel Pina entende que é de facto preciso «chocar de alguma maneira» e revela que, em breve vão chegar outros instrumentos.

  • Padre Miguel Neto da Diocese do Algarve defende emigrantes

    Padre Miguel Neto da Diocese do Algarve defende emigrantes

    E lembra que há mais de cem anos, vimos aonde isto no levou, no pico da Revolução Industrial, salientando que devemos ter memória e valorizar as pessoas.

    Para o Padre Miguel Neto, «a dimensão e caracterização do trabalho está a mudar e nós, Igreja, temos de valorizar o fazem as pessoas, sejam elas vindas de qualquer país, oriundas de qualquer povo. Fazem falta TODOS!»

    E, como exemplo, pergunta: «em tantas IPSS, sobretudo aquelas que estão em lugares distantes dos centros urbanos, quem trabalharia na assistência direta aos utentes, se não fossem os imigrantes? Urge que a Igreja fale sobre esta nova dimensão do trabalho humano, talvez com uma encíclica na linha do que foi feito em 1981, com a Laborens Exercens e antes, com a Rerum Novarum».

    Diz que hoje assistimos a uma polarização, na qual participamos falamos e criticamos, «sem tantas vezes repararmos, não só quem esta ao nosso lado, como também em quem nos presta um serviço, tantas muitas vezes tão discretamente, que nem damos por que o façam»

    Para o clérigo da Diocese do Algarve, «Os imigrantes que acolhemos nos nossos países não sabem só servir às mesas, limpar as nossas casas e estabelecimentos (como tantos portugueses imigrantes fizeram na França), serem taxistas ou motoristas de Uber/ TVDE (como tantos portugueses imigrados na França, que foram taxistas); são pessoas que têm vida, que desconhecemos, mas que inclui uma família, uma formação e a busca de uma existência melhor, tantas vezes, não só financeiramente, mas sobretudo de paz, segurança e condições para estar melhor».

    Recorrendo ao processo histórico recorda o caso do nosso pais e sobretudo o Algarve que «sempre foi um espaço de tolerância religiosa e cultural. Prova disso é, precisamente, o facto de a conquista desta região a sul ter sido mais um ato político, do que o sentir do povo que aqui vivia. Havia um salutar convívio entre cristãos, muçulmanos (na sua maioria vindos do Iémen) e judeus, até à conquista, pelo Rei Afonso III. Vários factos apontam para isso mesmo: o rito Moçárabe, no qual eram feitas as celebrações cristãs, o respeito enorme que os muçulmanos tinham pela igreja do Corvo em Sagres, onde repousavam as relíquias de São Vicente, antes de serem levadas pelo Rei Afonso Henriques e os múltiplos relacionamentos mistos, que havia entre os vários povos aqui presentes. Distante e ignorado pelo desejo de conquista da nobreza, a gente do al-Gharb vivia e convivia em salutar paz e tolerância, nestas terras. Infelizmente, não tem recordação dessa memoria. Infelizmente, não temos recordação da necessidade que o povo português teve de ir para fora do seu pais, para melhorar a sua condição de vida. Agora, neste tempo, quase que preferimos as máquinas às pessoas».

    E, nas reflezou que faz sobre os dias de hoje diz-se entristecido e estar à espera de «um dia, ouvir alguém dizer que prefere ir a uma caixa automática de supermercado, do que ir a uma caixa de supermercado onde há um operador oriundo da América do Sul, do Médio Oriente, de África, ou da Ásia».

    Para defender a participação dos emigrantes na economia do nosso Pais recorda que «Se não valorizarmos o trabalho que os imigrantes que recebemos fazem, chegará o momento em que o nosso próprio trabalho vai estar em perigo. Cada vez tenho mais certeza disto».

    Tece depois considerações sobre a inteligência artificial e os usos que os homens estão a fazer, para de livrarem de pagar o trabalho que substituem pelo desempenho das máquinas, com todos os riscos que essas atitusdes comportam.

    E exemplifica: «As portagens não ficaram mais baratas por passarmos com o dispositivo da via verde, em vez de termos um portageiro a quem damos o cartão bancário para pagar; as compras no supermercado (ou outra superfície comercial multinacional) não ficam mais baratas por sermos nós a fazer o trabalho de um operador de caixa; os seguros, comunicações e eletricidade não ficam mais baratos, porque em vez de uma pessoa nos atender o telefone temos um Chat Bot a adivinhar o que queremos e, normalmente, ficamos sem resposta; os bancos não cobram menos comissões bancárias por, muitos deles, já não terem caixas com funcionários para depositar e levantar dinheiro».

  • Algarve em Barcelona procura respostas à seca

    Algarve em Barcelona procura respostas à seca

    O Algarve enfrenta uma seca hidrológica prolongada, resultante da ausência significativa da precipitação que afeta os níveis de armazenamento das reservas de água.

    Reunião profissional em sala de conferências moderna.

    Durante dois dias, com reuniões e visitas a instalações, procura-se a troca de experiências entre ambos os países, em especial quanto à gestão da água e com preocupações sérias e de elevada complexidade.

    A comitiva algarvia foi recebida pela Agência Catalã da Água , a Cônsul do Consulado Geral de Portugal, em Barcelona, registando a presença das equipas da Dessalinizadora de Llobregat, da EDAR de Prat de Lllobregat, da Estacão de Regeneração de Águas del Prat e do Centro Tecnológico da Água da Acciona.

    A delegação da empresa algarvia deixou «simpatia e disponibilidade para as entidades governamentais de gestão da Água da Catalunha pela desafiante situação hídrica que estão a atravessar».

  • Veja o vídeo amador crítico na derrota do Farense

    Veja o vídeo amador crítico na derrota do Farense

    O Farense, em sua própria casa, perdeu o jogo com o Futebol Clube do Porto. Da história dessa partida, contam as crónicas televisivas e os jornais desportivos.

    FOZ – Guadiana digital, normalmente não relata acontecimentos desportivos. Somos um jornal de território e atribuímos a nós próprios outras missões.

    O vídeo que nos chegou às mãos, filmado por Camila Cruz, relata, de um ponto de vista do espetador, um momento dramático do jogo, quanto, depois de ficar livre de sofrer uma grande penalidade, o Farense fica com a oportunidade de assumir vantagem no marcador.

    A falha, aqui assinalda e absolutamente natural, que acontece até ao mais privilegiado dos futebolistas, e o golo subsquente do FC Porto, marcam momentos de viragem psicológica na partida.

    Naturalmente que a história do jogo poderia ser outra, o que não significa que se retire o mérito à equipa de Sérgio Conceição, nem à forma abnegada com que os algarvios se bateram dái em diante.

    Os instantes da marcação do Penalti a favor do Farense.
  • Nonas Jornadas de História do Baixo Guadiana

    Nonas Jornadas de História do Baixo Guadiana

    O encontro começa às 10h00, com o ato de abertura, sendo que a conferência inicial, marcada para as 10h15, será apresentada por Cátia Pereira, mestre em História e Patrimónios pela Universidade do Algarve, com o tema «O Governo de Sebastião Martins Mestre em Vila Real de Santo António».

    Sebastião Martins Mestre esteve presente em dois acontecimentos marcantes para a sociedade portuguesa do século XIX: as Invasões Francesas e as Guerras Liberais. O militar e político nascido em Santo António de Arenilha destacou-se pela sua intervenção nas invasões napoleónicas. Porém, a sua imagem ficou afetada pela sua conduta, ao enveredar pela carreira política, nomeadamente, ao tornar-se governador de Vila Real de Santo António.

    Pelas 11h30, o historiador de arte Marco Sousa Santos, técnico superior de cultura do Município de Tavira e docente da Universidade do Algarve, apresenta a conferência «Do Seinal para Arenilha, de Arenilha para Castro Marim: a longa jornada de uma mesa de altar quinhentista».
    Recentemente identificadas na Ermida de Santo António, a mesa de altar e a pedra de Armas de António Leite constituem os únicos materiais arqueológicos, entretanto identificados, de Santo António de Arenilha, a antecessora de Vila Real de Santo António conhecida por ser porto de contrabando, tráfico de escravos e pirataria.

    Pelas 15h00 fica reservada a visita guiada à Ermida de Santo António, em Castro Marim, conduzida por Marco Sousa Santos e por Pedro Pires, técnico superior de cultura da Câmara Municipal de Castro Marim e estudante de doutoramento da Universidade do Algarve.

    As Jornadas de História do Baixo Guadiana, inseridas na programação cultural da Eurocidade do Guadiana, são organizadas pelo Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e contam, entre outros oradores, com a colaboração de investigadores, docentes universitários, técnicos do património e editores.

    A participação nas Jornadas é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do e-mail arquivomunicipal@cm-vrsa.pt ou telefone 281 510 260.

  • Livro apresentado em Castro Marim descomplica a menopausa

    Livro apresentado em Castro Marim descomplica a menopausa

    Com apresentação em breve já anunciada para a freguesia de Altura, foi já apresentado em Castro Marim, na Biblioteca Municipal, o novo livro de Cristina Mesquita de Oliveira, intitulado “Descomplicar a menopausa”.

    A obra aborda os mitos e mal-entendidos acerca da menopausa, os quais se tornaram o tema central da tertúlia e da apresentação.

    A autora do livro desempenha o cargo de presidente da VIDAs – Associação Portuguesa de Menopausa e a tertúlia contou com a participação da vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, da ginecologista especialista de menopausa, Anne Gompel, e da psicóloga clínica e da saúde, Lara Mendes.

    Segundo as especialistas presentes, os primeiros sintomas da menopausa podem surgir por volta dos 45 anos e não existe um sinal específico para o seu início, sendo diferente de mulher para mulher.

    Durante a sessão foi concluído que é importante os médicos dirigirem a sua atenção para com a menopausa, para acompanharem as cerca de um milhão de mulheres que vivem atualmente esta fase, uma vez que em 800 médicos ginecologistas, existem apenas 18 especialistas nesta área.

    O presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, médico de profissão, afirmou haver «muito desconhecimento em relação a esta matéria» e salientou a necessidade dos profissionais de saúde de cuidarem destes casos com mais proximidade e atenção.

    Os presentes ficaram a saber o que acontece ao corpo de uma mulher durante as três fases do processo de menopausa, o que esperar do mesmo, os efeitos mais comuns, porque se manifesta, as melhores maneiras de lidar com a situação e ainda linhas de orientação sobre os vários tratamentos disponíveis como a medicina tradicional e complementar.

  • O equilíbrio ecológico na reivindicação da água

    O equilíbrio ecológico na reivindicação da água

    Nos últimos dias, devido às recentes chuvas que ocorreram durante a passagem das depressões «Irene» e «Juan», as redes sociais encheram-se de críticas ao não aproveitamento integral dos cursos de água que ainda não se encontram represados no Algarve, em situação crítica devido à seca, todos falamos.

    Empresários, responsáveis, políticos pressionam em duas direções, a primeira na repressão dos consumos, em medidas destinadas a aumentar a eficiência hídrica das canalizações, quer em alta, quer em baixa, a segunda no sentido de aumentar as disponibilidades de água para o crescimento económico e benefício do estilo de vida moderno.

    As barragens têm-se afirmado como estruturas que desempenham um papel crucial na gestão dos recursos hídricos em todo o mundo, oferecendo uma variedade de benefícios como geração de energia, controle de enchentes, e fornecimento de água para consumo humano e irrigação.

    No entanto, a construção e operação dessas estruturas não vêm sem um custo ambiental significativo. Um dos dilemas mais prementes associados às barragens é o balanço entre os benefícios proporcionados pela retenção de água e a perda ecológica decorrente da interrupção do fluxo natural de sedimentos para o mar.

    A geração de energia hidrelétrica é talvez o benefício mais citado das barragens, uma vez que se constituem como fonte de energia renovável, relativamente limpa. São também fundamentais no controle das enchentes e protegem milhões de pessoas que vivem em áreas propensas a inundações. Além disso, as barragens armazenam água para uso na agricultura, a espinha dorsal de muitas economias locais e globais, fornecendo água potável para comunidades ao redor do mundo.

    Mas não há bela sem senão, porque as barragens ao alterarem significativamente os ecossistemas aquáticos e terrestres, reduzindo o fluxo de sedimentos ao mar, provocam uma consequência ecológica grave.

    Não apenas afetam a biodiversidade aquática, mas também as praias costeiras, as quais dependem desses sedimentos para se manterem. Espécies de peixes e outros organismos aquáticos, muitos dos quais são vitais para a segurança alimentar de comunidades locais, enfrentam declínios devido à alteração de seus habitats naturais e à interrupção de ciclos de vida essenciais.

    Desta forma, toda a nossa reivindicação nesta área tem de balancear estas duas alternativas, com moderação, e apostar na eficiência de ambos os modelos, no respeito integral pelos caudais ecológicos definidos, mas tão desrespeitados e num consumo responsável e bem calculado.

    José Estêvão Cruz

  • Dois restaurantes parcialmente destruídos na Praia do Vau

    Dois restaurantes situados na praia do Vau em Portimão, no distrito de Faro, ficaram hoje parcialmente destruídos na sequência de um incêndio que às 07:10 estava extinto, disse à Lusa fonte da Polícia Marítima.

    A mesma fonte adiantou que o incêndio não causou vítimas, estando as autoridades a fazer trabalhos de rescaldo. O alerta para o incêndio foi dado às 06:15, encontrando-se às 07:10 no local 22 operacionais, com elementos dos Bombeiros de Portimão, Lagoa e Monchique, PSP, Autoridade Marítima e Serviço Municipal de Proteção Civil, com o apoio de 10 veículos.

    As mesmas fontes disseram que ainda não são conhecidas as causas do incêndio.

  • Mais de onze mil milhões de euros é a riqueza criada no Algarve

    A riqueza produzida no Algarve alcançou 11.624 milhões de euros, segundo dados provisórios, o que representa uma mudança em relação ao mesmo período do ano anterior de 17%, superior aos 6,8% registados a nível nacional, segundo o Instituto Nacional de Estatística, que publicou as contas regionais de 2022.

    Nesse ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do Algarve cresceu 7,4% em termos reais, apresentando um desempenho superior à média do país (5,7%).

    Os números foram divulgados da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, que realça que o contributo da região para o Produto nacional reforçou-se, subindo para 4,8%, sendo este o valor mais expressivo desde 1995.

  • Consequências graves com os cortes de água prevê Macário Correia

    Consequências graves com os cortes de água prevê Macário Correia

    Enfatizou a importância da agricultura e a necessidade de revisão destes cortes. Macário Correia também destacou a ineficiência no ciclo urbano de água, onde, segundo ele, há uma perda significativa de 30 hectómetros cúbicos de água tratada devido à falta de ação dos municípios da região.

    A crítica estende-se à gestão de água no ciclo urbano, onde ele aponta a perda de milhões de metros cúbicos de água tratada nos sistemas de canalização. Salienta a necessidade de um investimento mais eficaz para resolver este problema, especialmente na região do Algarve, que enfrenta escassez de água e secas recorrentes. Esta situação contrasta com a agricultura, que, segundo Correia, apresenta uma perda muito menor em recursos hídricos.

    Finalmente, Correia apela para uma revisão dos cortes de água propostos, argumentando que as consequências económicas incluem impactos nas exportações, aumento das importações, risco para os empregos e aumento dos preços dos produtos. Sugere uma distribuição mais equitativa dos cortes, questionando a lógica de impor cortes mais severos à agricultura, que, segundo ele, utiliza a água de maneira mais eficiente.

    Por outro lado, o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, expressou a necessidade de reduzir os consumos hídricos em barragens específicas da região. A redução planeada é de 70% para a albufeira de Odeleite e 50% para a do Funcho-Arade.

    O ministro também mencionou que as medidas para reduzir o consumo urbano em 15% ainda estão a ser finalizadas, incluindo a redução da pressão da água, como uma das soluções em andamento.

    Este conjunto de medidas reflete a tentativa de equilibrar as necessidades hídricas durante a situação de seca severa, enquanto procura atender às necessidades de diferentes setores.

    Newsroom Insigth
  • Pode haver corte de água na agricultura e no consumo

    Pode haver corte de água na agricultura e no consumo

    O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) continua a considerar a situação como muito preocupante, e perto de catastrófica e salienta a necessidade de se poupar água a sério.

    Só a imprevisível chuva poderá evitar a falta de água, provavelmente até ao fim de agosto próximo, e as reduções no consumo previstas podiam permitir que a região tivesse água até ao fim do corrente ano.

    Também a redução coersiva do consumo, apoiada no aumento das tarifas de água para determinados escalões, pode vir a ser encarada, definidos consumos considerados moderados e, acima disso, penalizar os «consumidores inconscientes» com o pagamento de coimas.

    Os mais avisados especialistas em matéria de tempo, que se apoiam no saber secular para apreciar situações difíceis que já enfrentaram, consideram que a chegada deste frio, algo radical no mês de Janeiro, poderá eliminar bicharada e fungos parasitas e permitir salutares colheitas na próxima Primavera. O tempo é aleatório, até mesmo para a computação quântica.

  • A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    7 de dezembro – Libertação de milhares de peixes na Ria Formosa

    Realizou-se uma operação significativa de libertação de milhares de peixes ao largo da Armona e na Ria Formosa, tendo os peixes sido cuidadosamente transportados a bordo de uma embarcação de carga da empresa Tunipex.

    A carga incluía diversas espécies, como dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius), e robalo (Dicentrarchus labrax), todos criados em cativeiro na EPPO.

    Agosto de 2023 – Libertação de juvenis de peixes marinhos produzidos em aquacultura

    No fim de agosto procedeu-se à libertação de uns milhares de juvenis de dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius) e robalo (Dicentrarchus labrax) duas milhas a SE do Cabo de Santa Maria na costa do Sotavento algarvio.

    Esta libertação teve como objectivo contribuir para o aumento dos efectivos no recrutamento anual de espécies naturalmente existentes na nossa costa e, que devido ao seu elevado valor económico sofrem uma grande pressão piscatória, onde se acrescenta nos meses de veraneio a pesca amadora.

    Para esta operação a EPPO contou com a preciosa colaboração da Tunipex para apoio na logistica do transporte dos peixes, das instalações da EPPO para o Porto de Olhão e daí até ao local da libertação.

    O transporte de peixe vivo é uma operação delicada, de elevada exigência e rigor, em que a perfeita coordenação dos vários passos é essencial, pelo que a associação do conhecimento dos técnicos do IPMA com os meios disponibilizados pela Tunipex, a nível do equipamento pesado, nomeadamente camião e navio com grua, assim como o elevado grau de profissionalismo da tripulação, potenciam a taxa de sobrevivência dos peixes durante o transporte e no mar, permitindo assim melhor cumprir os objectivos de recrutamento de mais recursos marinhos.

    Peixes libertados: 3203 douradas de 85g; 1800 robalos de 77g com cerca de 8 meses de idade e 1800 corvinas de 77g com aproximadamente 5 meses de idade.

    Julho de 2023 – Libertação de corvinas


    Também no passado mês de julho, a EPPO/IPMA libertou corvinas produzidas em aquacultura, excedentes que não foram usadas em ensaios de investigação. Esta libertação teve como objetivo repovoar e aumentar os stocks para a pesca local na costa Algarvia.

    Nestas ações foram libertadas 3525 corvinas (Argyrosomus regius) de aproximadamente 8g no interior da Ria Formosa. Este tamanho de peixe garante um maior sucesso da sua sobrevivência na natureza.

    1º Semestre de 2023 – Doação de pescado a instituições de solidariedade social

    Nos últimos meses a Estação Piloto de Piscicultura em Olhão (EPPO/IPMA) doou cerca de 500 kg de peixe a várias instituições de solidariedade mais carenciadas do concelho de Olhão.

    Entre as instituições contam-se a Cruz Vermelha Portuguesa de Olhão e a de Moncarapacho/Fuzeta, o Grupo de Bem Fazer Celeiro de Amor, a Santa Casa da Misericórdia de Olhão e de Moncarapacho, o Centro de Bem Estar Nossa Senhora de Fátima e a ACASO.

    Desta forma foi possível a estas instituições proporcionar aos seus utentes menus que incluiram douradas e sargos de aquacultura, produzidos na EPPO.

  • Lar de Alzheimer de Castro Marim visitado por secretária de Estado

    Lar de Alzheimer de Castro Marim visitado por secretária de Estado

    A Estrutura Residencial para Idosos e Centro de Dia “José Cabrita” para pessoas com Alzheimer e outras demências, da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, inaugurada no ano passado, mereceu a visita da secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes.

    A secretária de Estado ficou a conhecer as instalações e o trabalho efetuado diariamente naquela que é a primeira unidade a sul do Tejo e uma das primeiras do País com esta especialidade.

    Reunião de negócios com participantes sérios e focados.

    A iniciativa contou com a participação do presidente do município, Francisco Amaral, do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, José Cabrita, da diretora do Centro Distrital de Segurança Social de Faro, Margarida Flores, da técnica do Lar de Alzheimer, Iola Fernandes, da diretora clínica da estrutura, Isabel Valente, e do presidente do Secretariado das Misericórdias de Faro, Armindo Vicente.

    Este equipamento social proporciona alojamento residencial permanente ou temporário a pessoas adultas com perturbação neurocognitiva, a demência, incorporando uma unidade de reabilitação neurocognitiva e serviços de saúde especializados.

  • O maior orçamento desde 2013 em Castro Marim

    O maior orçamento desde 2013 em Castro Marim

    O maior orçamento desde o ano de 2013, no município de Castro Marim, ascendendo a 27 milhões de euros é destinado à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos do concelho, ascendendo o plano de investimentos aos 10 milhões de euros, com 16 milhões destinados à manutenção da vila e freguesias do concelho.

    Os recursos vão ser utilizados especialmente em medidas e projetos para melhorar a qualidade de vida dos munícipes e tornar o concelho mais atrativo para a fixação de novas famílias, novos investimentos e novas empresas.

    As dificuldades de gerar receita para suportar o orçamento são muitas, segundo a autarquia, tanto mais que a componente de investimento depende e em muito de dundos estruturais.

    O plano e o orçamento vão permitir a requalificação de infraestruturas de água na vila de Castro Marim (1.ª fase), a beneficiação do Centro de Saúde de Castro Marim e a requalificação da Rua da Alagoa, em Altura, com candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) já aprovadas, e será implementada a Estratégia Local de Habitação, dividida entre a criação de habitações condignas para 109 famílias (Programa 1.º Direito) e a construção de apartamentos para habitação a custos controlados e conservação da habitação existente para famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária nacional.

    «Se a criação de habitação e de infraestruturas são fundamentais para aumentar a atratividade do município», o conjunto de benefícios fiscais deliberado, com a taxa de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) no mínimo legal e desconto máximo no IMI Familiar, é também um dos principais fatores para a fixação das famílias.

    IMI mais baixo

    O Município de Castro Marim vai ter o IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis mais baixo em 2024 e medida destina-se à habitação própria e permanente, passando de 0.35% para 0.30% em casas com valor patrimonial abaixo dos 200 mil euros.

    O desconto máximo sobre o IMI Familiar, o que significa que os proprietários de imóveis que têm dependentes a cargo beneficiam de uma redução do valor do imposto entre os 30 e os 140 euros.

    Foi decidida a prorrogação por mais dois anos da isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis destinados à habitação, nos termos do artigo 46.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais. O período de isenção, que é agora de três anos, passa assim para cinco anos, aplicável a prédios urbanos cujo valor patrimonial tributário não exceda 125 mil euros.

    ???? Estas medidas integram um conjunto de benefícios fiscais implementando em Castro Marim, e recentemente distinguido como “Medida Inovadora” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, «que contribui para um maior equilíbrio entre a vontade política de aliviar fiscalmente os munícipes, sem abdicar da estrutura de receitas» como destaca Filomena Sintra, vicepresidente da câmara municipal.

  • ATA quer o Algarve como destino de eleição para casamentos

    ATA quer o Algarve como destino de eleição para casamentos

    A Associação de Turismo do Algarve aposta na estratégica de conquista de noivos de todo o Mundo para que celebrem as suas cerimónias de casamento no Algarve.

    A ATA constata que é cada vez maior o número de noivos estrangeiros que escolhe o Algarve como destino para casar-se fora do seu país de origem, em especial irlandeses e britânicos, enquanto França e EUA estão entre os mercados que revelam mais sinais de crescimento.

    «Devido ao enorme potencial dos casamentos e de outras celebrações associadas ao matrimónio para o turismo da região, o Turismo do Algarve tem vindo a fazer uma aposta estratégica neste segmento».

    Para exemplificar, a ATA cita a captação do evento «Portugal in Love», fórum internacional exclusivamente dedicado ao segmento dos casamentos, que se realiza, pela primeira vez, no Algarve, entre 13 a 15 de novembro.

    O objetivo deste investimento é promover a oferta da região, de forma a conquistar o interesse de noivos de todo o mundo e a reforçar o posicionamento do Algarve como destination wedding de eleição.

    A atual edição do Portugal in Love é a mais participada de sempre, contando com 35 expositores e wedding planners de 13 mercados distintos, Emirados Árabes Unidos, Brasil, EUA, Reino Unido, Espanha, Líbano, França, Itália, Suíça, Suécia, Alemanha, Áustria e Portugal). A expectativa é a de que a participação do Turismo do Algarve neste evento possa contribuir para aumentar o número deste tipo de celebrações realizadas na região.

    «Queremos tirar o partido do facto de o Algarve reunir todos os atrativos necessários para quem procura um local de sonho para casar»-se, sublinha André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, afirmando que. «Os casamentos são uma excelente oportunidade de promoção para o destino, na medida em que permitem dar a conhecer, junto de todos os convidados, e de uma forma orgânica, a diversidade de experiências que o destino tem para oferecer a quem o visita. Por norma, este tipo de celebrações corresponde a uma estadia de alguns dias, proporcionando aos participantes uma perspetiva bem completa da região», explica.