O terceiro dia da prova liga VRSA a Tavira, num total de 183,5 km, e conta com uma partida simbólica da Praça Marquês de Pombal, às 12h00. Os atletas seguem pela Avenida da República, junto ao Rio Guadiana, onde o público terá oportunidade de assistir à passagem dos ciclistas.
O pelotão volta a Vila Real de Santo António, para a meta volante, por volta das 15h50, atravessando depois todo o concelho, entre as 15h50 e as 16h15.
São cinco dias de competição contam com 175 corredores inscritos, em representação de 25 equipas internacionais. O pelotão de luxo inclui vencedores de grandes voltas, campeões olímpicos, mundiais e europeus, grandes especialistas internacionais em provas por etapas, sprinters, trepadores e contrarrelogistas de topo.
Na lista de inscritos destacam-se nomes como João Almeida (UAE Team Emirates – XRG), Jonas Vingegaard e Wout van Aert (Team Visma | Lease a Bike), Primož Roglič, (Red Bull – BORA – hansgrohe), Biniam Girmay (Intermarché – Wanty), Geraint Thomas (INEOS Grenadiers), e três portugueses do pelotão internacional: Iuri Leitão (Caja Rural), Afonso Eulálio (Bahrain – Victorious) e Rui Costa (EF Education – EasyPost).
Percursos e etapas da Volta ao Algarve
19/02/2025 – 1.ª Etapa: Portimão – Lagos > 190 km
20/02/2025 – 2.ª Etapa: Lagoa – Alto da Foia (Monchique) > 177,6 km
21/02/2025 – 3.ª Etapa: Vila Real de Santo António – Tavira > 183,5 km
22/02/2025 – 4.ª Etapa: Albufeira – Faro > 175,2 km
23/02/2025 – 5.ª Etapa: Salir – Alto do Malhão (Loulé) > 19,6 km (Contrarrelógio Individual)
A Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP ao congratar-se com a aprovação na Assembleia da República da desagregação de freguesias, que permite a reposição de 17 Freguesias no Algarve enviou uma saudação às populações de Barão de São João, Bensafrim, Alcantarilha, Pêra, Algoz, Tunes, Tôr, Querença, Benafim, Conceição de Faro, Estoi, Fuseta, Moncarapacho, Luz de Tavira, Santo Estevão, Cabanas de Tavira e Conceição de Tavira.
A DORAL do PCP considera a reposição destas freguesias é vitória das populações pela sua luta, uma vez que contraria o Memorando da Troika assinado por PS, PSD e CDS em 2011, como a reforma administrativa do território como medida que viria a ser aprovada pelo então governo PSD/CDS.
Após a execução, foi extinto um total de 1168 freguesiase no Algarve foram 33. O PCP destaca o papel da maioria dos órgãos autárquicos, assumindo oposição e rejeitando o processo de extinção, como relevante.
Afirma ter estado «desde a primeira hora ao lado das populações, mobilizando e organizando a luta, intervindo nos órgãos autárquicos, apresentando iniciativas legislativas na Assembleia da República para reverter o processo de extinção e ser respeitada a vontade de quem não se conformou com uma imposição administrativa cega e surda».
No Algarve, em 12 anos, assinala este partido, «terão sido centenas de moções e tomadas de posição pelos eleitos do PCP e da CDU, apresentadas nas Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, nos 3 mandatos autárquicos que entretanto decorreram».
O PCP e a CDU vão, a partir de agora, «acompanhar todo o processo administrativo que irá se iniciar, no sentido do cumprimento da lei aprovada, garantindo que nas próximas eleições autárquicas as freguesias sejam restabelecidas».
O PCP e a CDU afirmam que «irão continuar a lutar pela valorização do Poder Local, pela defesa dos interesses das populações e por políticas alternativas que tenham como propósito o desenvolvimento e a melhoria das condições de vida».
A Universidade do Algarve vai realizar amanhã, dia 17 de Janeiro, a Assinatura do Contrato de Empreitada das Novas Residências Universitárias dos Campi da Penha e de Gambelas.
A cerimónia decorre às 14:30 horas, na Sala de Seminários da Reitoria, no Campus de Gambelas. 15 de Janeiro de 2025.
As duas empreitadas foram adjudicadas por 15 864 609,11 € + IVA, sendo que a construção das novas residências totalizará 287 novas camas, 125 no Campus da Penha e 162 no Campus de Gambelas.
Esta empreitada realiza-se no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A CCDR) do Algarve, I.P. – Agricultura e Pescas, com o apoio da Rede Rural Nacional e em parceria com o setor agroalimentar algarvio, está a apresentar uma campanha de vídeos curtos que narram, na primeira pessoa, casos de sucesso de investimentos apoiados por fundos comunitários.
O objetivo é divulgar e promover a transformação em curso na agricultura algarvia e que acompanha também a evolução deste setor estratégico para o desenvolvimento socioeconómico da Europa.
A inovação e o conhecimento, diz-nos a CCDR do Algarve «permitem hoje a coexistência e o equilíbrio entre a produtividade e a biodiversidade. A agricultura está a mudar».
As empresas apresentadas são de vários domínios produtivos e de diferentes pontos do Algarve, mas têm um traço em comum: «estão a mudar a Agricultura do Algarve, inovando e incorporando tecnologia, com a preocupação de assegurar uma gestão cada vez mais sustentável dos recursos naturais e a mitigação e adaptação às alterações climáticas e visando uma maior competitividade».
É este fator que lhes pode permitir a contribuição para a «indispensável diversificação da base económica regional e para o desenvolvimento territorial equilibrado das economias e comunidades rurais, nomeadamente através da criação e manutenção de emprego em condições condignas».
Os vídeos serão disponibilizados semanalmente nas redes sociais e plataformas digitais da CCDR Algarve, sendo o de hoje o caso de sucesso da SR Berry, marca fundada em 2013 e uma referência na agricultura sustentável na área da produção de pequenos frutos vermelhos em hidroponia.
O ALGARVE 2030 prevê no seu programa a ativação de uma nova medida de apoio à promoção da inclusão social por via da cultura.
O apoio destes investimentos culturais pretende ser um meio e não um fim em si, incentivando projetos que visem a integração social e económica de grupos mais vulneráveis.
Deste modo, a CCDR Algarve, pretende que a cultura seja um fator de coesão e de promoção da diversidade.
Este propósito do Programa Regional encontra-se alinhado com o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e com a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, e ainda com o Plano Nacional de Combate ao Racismo e à Discriminação 2021-2025.
Neste contexto, esteve aberto o Aviso para apresentação de candidaturas “Inclusão pela Cultura”. Visa promover a inclusão social de grupos particularmente vulneráveis, através de iniciativas e atividades de expressão artística e cultural por e para grupos desfavorecidos.
Garante o acesso e a fruição de atividades e bens, assim como o seu envolvimento nos próprios processos de produção e representação de formas de expressão artística, como condição para um desenvolvimento mais coeso e inclusivo.
Na sequência da análise às candidaturas apresentadas, encontram-se em execução 12 projetos apoiados pelo Programa ALGARVE 2030, que atuam em áreas e públicos distintos, cobrindo também diferentes territórios.
São abrangidos reclusos, migrantes, idosos, pessoas com deficiência e/ou incapacidade, jovens NEET e pessoas com problemas de saúde mental.
Os projetos apoiados preveem o desenvolvimento de oportunidades concretas de participação por meio de diversas formas de expressão artística e cultural, intervindo através de:
aulas de dança, partilha de memórias e testemunhos; workshops, residências artísticas, espetáculos e exposições; valorização dos patrimónios culturais do território e foco em intervenções de proximidade;
intervenção social que recorre a práticas artísticas; transformação social através de atividades artísticas e culturais, fomentando o pensamento crítico, empoderamento e participação cívica dos participantes;
promoção da interculturalidade e a não discriminação em contexto escolar, utilizando a arte participativa;
formação cultural e social dos indivíduos; capacitação e promoção da inclusão na comunidade, a todos os níveis.
O apoio FSE+ aprovado de mais de 800 mil euros no âmbito do Programa ALGARVE 2030 permitirá, nos próximos anos, mostrar a cultura e a arte como instrumentos valiosos de inclusão social, contribuindo para a coesão e promoção da diversidade.
Projetos apoiados:
Designação
Beneficiário
OS INVISÍVEIS
TEATRO MUNICIPAL DE FARO – SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS
Dansanté em tournée
ARTIFICIAL- ASSOCIAÇÂO ARTÍSTICA E CULTURAL DO ALGARVE
Festival de Artes Inclusivas
TEIA D’IMPULSOS – ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E DESPORTIVA
CLUSTER CRIATIVO Monchique – Fábrica de Memórias
VICENTINA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SUDOESTE
Cultura ao Montes
ARCDAA – ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL E DESPORTIVA DOS AMIGOS DA ALTA-MORA
Projeto Camarata
LAC – LABORATÓRIO DE ACTIVIDADES CRIATIVAS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
Recordar é viver, Histórias de uma vida
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DANCENEMA
AD-HOCS: Arte e Desenvolvimento para Horizontes de Oportunidades Culturais e Sociais
G. R. A. T. O. – GRUPO DE APOIO AOS TOXICODEPENDENTES
O espaço de eventos da Quinta do Sobral foi o local escolhido, em Castro Marim serem dadas as boas-vindas a mais de 200 novos médicos internos de formação geral e de especialidade que começaram a trabalhar para a Unidade Local de Saúde do Algarve, na passada sexta-feira, dia 3 de janeiro.
A sessão de abertura contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, também médico, Francisco Amaral, que inaugurou o evento com um discurso onde recordou a sua carreira na área da saúde.
O autarca relembrou ainda as iniciativas e medidas que tomou ao longo dos últimos anos como o transporte de doentes para consultas e exames, a Unidade Móvel de Saúde, o programa de combate ao tabagismo e a mais recente campanha de vacinação contra a pneumonia.
Aos novos médicos, Francisco Amaral aproveitou para deixar algumas palavras e conselhos, além do pedido para que estes profissionais se fixem na região algarvia.
«Aprendam e dediquem-se de alma e coração à vossa profissão, melhor, à vossa vocação», aconselhou.
A programação do dia incluiu ainda várias apresentações, reuniões e partilha de informações sobre o Internato Médico e Residência Farmacêutica, com a Direção de Internato Médico.
Uma Charola é muito mais do que o seu simples repertório musical, diz-nos Tina Madeira, no Facebook, qualificando-se como uma ancestral manifestação cultural que, felizmente, em Portugal, ainda perdura no sotavento algarvio, nos concelhos de Faro, S. Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Sto. António.
Abolição das Portagens na A22: A partir 1 de janeiro de 2025, deixaram de ser cobradas portagens na autoestrada A22 (Via do Infante). Automobilistas e associações de utentes congratulam-se com esta medida, que era reivindicada há cerca de 14 anos.
Taxa Turística no Algarve: Sete municípios do Algarve iniciaram a cobrança de uma taxa turística. Esta medida visa reforçar as receitas municipais para investimentos em infraestruturas e promoção turística.
Desporto,
Farense Rescinde Contratos: O SC Farense, clube da I Liga de futebol, anunciou a rescisão dos contratos com o defesa Talys e o médio Velásquez. A decisão foi comunicada no primeiro dia do ano.
Cultura,
Tradição das Janeiras: Diversos municípios do Algarve celebram a tradição das Janeiras para dar as boas-vindas a 2025. Grupos locais percorrem as ruas cantando e desejando um bom ano novo às comunidades.
Economia,
Aumentos de Preços em 2025: Com a entrada no novo ano, verificam-se aumentos nos preços de telecomunicações, rendas, transportes e pão. As portagens aumentam em todo o país, à exceção das ex-SCUT, como a Via do Infante, que deixaram de ter portagens a 1 de janeiro.
Saúde,
Tempos de Espera nas Urgências: O Hospital de Portimão é um dos que apresenta maiores tempos de espera nas urgências. Casos urgentes demoram, em média, 5 horas e 36 minutos a serem atendidos, com 21 pessoas na fila.
Ambiente
Alterações Climáticas: O ano de 2024 registou mais 41 dias de “calor perigoso” devido às alterações climáticas. Especialistas alertam para a necessidade de medidas urgentes para mitigar os efeitos das mudanças climáticas na região.
Os habitantes da província de Huelva estão satisfeitos pela eliminação das portagens na Via do Infante, não apenas pelas que tinham de pagar para visitarem o Algarve, mas também pelas que os algarvios pagavam para os visistar.
Em declarações prestadas ao Huelva Información, o presidente da câmara municipal de Ayamonte, Alberto Fernández, afirmou celebrar este acontecimento e considera que tal ajudará a livre circulação entre as duas regiões vizinhas, eliminando uma espécie de direito alfandegário que vinha a ser suportado.
«Nos últimos dias temos ouvido dizer que os Estados Unidos querem colocar tarifas sobre alguns produtos espanhóis, porque a portagem é, no fundo, também uma tarifa, porque uma pessoa de Faro que quer vir a Ayamonte almoçar, além da gasolina, tem de pagar um preço acrescido, quando a autoestrada é uma infraestrutura que foi feita com fundos europeus, portanto, nunca fez sentido que esse pedágio tivesse sido implementado», acrescentou em áudio enviado aos media.
Salientou que este fluxo de pessoas vai ajudar muito, tanto o Algarve como Ayamonte, do ponto de vista comercial, turístico, social ou cultural e vão ser recuperadas as relações comerciais e turísticas que historicamente tivemos entre os dois lados do Guadiana.
Lembrou também Alberto Fernandez aquelas empresas que ou compram produtos em Portugal que se vendem em Espanha ou compram produtos em Espanha que se vendem em Portugal e são transportadoras de mercadorias, estão a pagar uma tarifa, o que encarece o preço desse produto.
Foram abolidas no passado dia 2 de maio pela a Assembleia da República as portagens nas antigas autoestradas SCUT – Sem Custos para o Utilizador – onde a portagem era paga pelo Estado.
O sistema de autoestradas SCUT foi criado em 1997 em Portugal e o custo foi suportado pelo Estado em regime de portagem virtual até 2011, quando a cobrança foi imposta a todos os usuários que usam essas estradas, por meio de um sistema eletrônico.
A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) divulgou os resultados do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2023. O Algarve registou um investimento em I&D de 64,5 milhões de euros, marcando um crescimento de 18% face a 2022 e uma variação de 51% em relação a 2020. A despesa em I&D corresponde a 0,49% do PIB regional e 1,4% da despesa nacional.
Destaques por Setores:
Ensino Superior: Continua a liderar em despesa, representando 96% do gasto em instituições públicas.
Empresas: Absorveram 39% do total, com crescimento de 16% em 2023, sendo 51% executado por PME.
Serviços intensivos em conhecimento: Representaram 43,3% da despesa empresarial.
Indústria transformadora: Executou 27% da despesa empresarial.
Instituições Particulares Sem Fins Lucrativos (IPSFL): A despesa aumentou de 5,2M€ para 11,6M€, elevando sua participação de 9,5% para 18%.
Setor Estado: Redução de 9% na despesa.
Recursos Humanos em I&D:
Contabilizaram 1.206,6 ETI (Equivalente a Tempo Integral), representando 1,5% do total nacional.
Destaque para o Ensino Superior (672 ETI) e Empresas (376 ETI).
O Algarve possui a maior proporção de mulheres em I&D no país (49,3%).
Os dados destacam o crescimento na participação empresarial e o aumento expressivo no setor das IPSFL, reforçando o papel do Algarve no desenvolvimento científico e tecnológico nacional.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul está a exigir a intervenção urgente da ministra da Saúde devido à falta de médicos pediatras nos hospitais de Faro e Portimão.
Em comunicado, o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS-FNAM) diz que o Ministério da Saúde é responsável por não travar a falta de médicos pediatras na Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, levando à limitação do funcionamento das urgências pediátricas e dos blocos de partos.
Para além do mais o Sindicato exigiu uma reunião com o Conselho de Administração da ULS do Algarve, para a qual não obteve qualquer resposta.
Trata-se da limitação do número de pediatras disponíveis que tem obrigado à concentração de funções da urgência noturna num único médico pediatra escalado no serviço de medicina intensiva pediátrica e neonatal, ficando responsável por cinco postos de cuidados intensivos neonatais, 12 de cuidados intermédios e ainda três postos de cuidados intensivos pediátricos.
Para além do mais, este médico é cumulativamente responsável pelo atendimento contínuo ao bloco de partos, apoio aos recém-nascidos internados no puerpério, e orientação do transporte inter-hospitalar pediátrico.
«Em situações limite, este único médico poderá ter de escolher entre socorrer um recém-nascido que necessite de reanimação, receber um doente crítico na sala de emergência ou atender uma situação de doença complexa na enfermaria“, refere o Sindicato.
Foi lançada oficialmente a plataforma digital «Turismo Fora d’Horas», na sede da Região de Turismo do Algarve.
É um projeto de sentido inovador e o propósito é levar os territórios rurais para o mapa turístico, revelando destinos únicos, tradições e vivências singulares, fora dos circuitos e épocas turísticas convencionais.
A apresentação da plataforma resulta da cooperação entre a Associação Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, a ESDIME – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste, CRL e a Terras Dentro – Associação para o Desenvolvimento Integrado.
O projeto «Turismo Fora d’Horas» nasce também com o objetivo de promover o equilíbrio e a desconcentração do turismo, valorizando os recursos endógenos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.
É uma plataforma digital para oferecer uma experiência única para explorar o património cultural, natural e humano de regiões que merecem ser redescobertas.
Ao apostar na promoção de territórios fora da rota habitual, o projeto visa combater a sazonalidade e dinamizar a economia local, destacando os ativos únicos de cada território e oferecendo narrativas que enriquecem a experiência de cada visitante.
Com conteúdos exclusivos e histórias reais, o “Turismo Fora d’Horas” pretende diferenciar-se pela sua abordagem centrada na essência e na descoberta, onde cada experiência é uma oportunidade de conexão com as tradições, paisagens e gentes que tornam cada lugar inesquecível.
No “Turismo Fora d’Horas” há sempre algo novo por descobrir – fora do mapa, fora da «caixa» e fora d’horas.
Na reunião, vão manter um encontro com o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, para debater a ligação de alta velocidade da Andaluzia e do Algarve. As autoridades municipais em conjunto com o ministro, em reunião técnica sobre alta velocidade, analisam o manifesto institucional que será lido e assinado posteriormente.
Representantes dos municípios de Faro, Huelva e Sevilha têm demonstrado um interesse crescente na criação de uma ligação ferroviária de alta velocidade entre estas cidades.
Em 13 de fevereiro de 2024, durante o 1.º Encontro Internacional pela Alta Velocidade realizado em Huelva, os presidentes das câmaras municipais de Faro, Rogério Bacalhau, de Huelva, Pilar Miranda, e de Sevilha, José Luis Sanz, assinaram um manifesto conjunto.
Este documento instou as autoridades nacionais e europeias a reconhecerem a importância deste corredor ferroviário, defendendo a sua inclusão como obra prioritária na Rede Transeuropeia de Transportes e a alocação dos fundos necessários para o início dos trabalhos preliminares.
Posteriormente, em 23 de março de 2024, a Câmara Municipal de Faro aprovou, por unanimidade, uma manifestação de apoio institucional ao avanço desta linha ferroviária de alta velocidade, reforçando o compromisso regional com o projeto.
Mais recentemente, em 23 de outubro de 2024, durante a XXXV Cimeira Luso-Espanhola realizada em Faro, os primeiros-ministros de Portugal e Espanha comprometeram-se a avançar com estudos de fluxos de mobilidade e análises custo-benefício para a ligação Faro-Huelva-Sevilha.
Este compromisso foi formalizado na declaração conjunta da cimeira, sinalizando um passo significativo para a concretização do projeto.
Fontes: Sul Informação, Cadena Ser e Algarve Marafado
O Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP) atribuiu o Prémio Nacional de Artesanato 2023 à Cooperativa QRER e à Proactivetur / Projeto TASA.
Foi na categorias “Entidade Privada” e “Investigação” pela elaboração do RED BOOK – LISTA VERMELHA DAS ATIVIDADES ARTESANAIS ALGARVIAS, que já havia também sido reconhecido com o prémio Prof. Manuel Gomes Guerreiro, atribuído pela Universidade do Algarve e parceiros.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., que promoveu a concretização do RedBook das Atividades Tradicionais, congratulou-se com o reconhecimento obtido.
Dirigiu também «uma especial palavra de apreço à equipa da Proactivetur, em particular a Susana Calado Martins e Graça Palma, pelo trabalho de entrevistas no terreno e de elaboração do RedBook.
Este prossegue a linha do projeto TASA – Técnicas Ancestrais Soluções Atuais», marca registada detida pela CCDR-Algarve, entidade promotora deste projeto inovador de Artesanato e Design que visa “Afirmar e Divulgar a Atividade Artesanal como Profissão de Futuro”, e que junta a inovação – design de novos produtos – à tradição.
E prossegue porque utiliza materiais e técnicas artesanais, saberes que têm vindo a ser transmitidos de geração em geração e resultam em produtos utilitários com uma estética contemporânea de reconhecida aceitação.
Magalhães_ICC, acrónimo do Centro Magalhães para o Empreendedorismo de Indústrias Culturais e Criativas, pretende estabelecer uma rede de cooperação transfronteiriça destinada a consolidar e a promover a oferta cultural inovadora no seio da EURORREGIÃO Alentejo – Algarve – Andaluzia (EUROAAA).
O projeto consiste na criação de «uma unidade de demonstração com o objetivo de encontrar soluções para a gestão sustentável de recursos, nomeadamente para a agricultura e produção de alimentos», segundo a Lusa,
Denominado CisWEFE-NEX, o projeto tem um valor global de 11,5 milhões de euros (ME), financiado em 9,5 ME por fundos comunitários através do Cluster 6 do Horizonte Europa inserido na iniciativa Circular Cities and Regions.
O projeto apresentado em Portimão foi aprovado com uma duração de cinco anos, três para a implementação da unidade de demonstração industrial e dois para a demonstração do produto final.
O Algarve foi a região piloto selecionada para testar o sistema, dado estar inserida na Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia e enfrentar desafios ambientais comuns, entre os quais o stresse hídrico.
O projeto já tem o financiamento comunitário aprovado, mas aguarda pelos licenciamentos da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Câmara de Portimão.
A União dos Sindicatos do Algarve/ CGTP-IN e o Sindicato da Hotelaria do Algarve (SHA) realizam no dia 22 de novembro um debate sobre o Turismo no Algarve: atualidade e perspetivas para o progresso da região.
O debate começa às 15 horas, no anfiteatro Professor Doutor Ludgero dos Santos Sequeira, na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve econta com a participação de professores e alunos da Universidade do Algarve, do presidente da Região de Turismo do Algarve, do coordenador do SHA e da coordenadora da USAL/ CGTP-IN.
O debate pretende promover a reflexão e discussão sobre a realidade do Turismo no Algarve, apontando medidas para o seu desenvolvimento, para a melhoria das condições de trabalho e perspetivas para o progresso integral da região.
O parque fica localizado junto a serviços públicos, como a Segurança Social, as Piscinas Municipais ou a Escola Secundária, e está aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana.
O objetivo é melhorar e incrementar a oferta e condições de estacionamento numa zona que se encontra a 10 minutos do centro da cidade.
Neste terreno onde funcionou um parque improvisado em terra batida, tendo sido melhoradas as condições de conforto e segurança para o estacionamento de veículos ligeiros e criados lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida e zona de estacionamento de motociclos e bicicletas.
Esta obra, custou ao município 435.000 euros, conta com iluminação pública «amiga do ambiente».
A entrada de viaturas e pessoas é efetuada através da Rua A Voz de Loulé, havendo igualmente um acesso pedonal pela Avenida Laginha Serafim.
Com este novo parque de estacionamento, a Câmara Municipal de Loulé pretende reduzir a circulação automóvel no núcleo urbano, promover os modos de mobilidade suave como andar a pé, ou de bicicleta, e assim tornar a cidade mais amiga do ambiente, com emissões de CO2 cada vez mais reduzidas.
A Plataforma Água Sustentável (PAS) afirma, sem ambiguidades, que a intenção de construir a Estação de Dessalinização de Água do Mar do Algarve (EDAMA) ineficaz, um desperdício económico, uma obra perdulária, um prejuízo para a pesca e turismo locais, tem um elevado custo ambiental e é uma oportunidade perdida pelo governo.
É uma decisão ineficaz, porque, no máximo da sua produção de água, comatará 6,8% do total dos consumos anuais da região, cerca de 236,5 hm3. (20% dos 34% do consumo urbano) quando atualmente se perde, em média, 30% da água nas redes de distribuição urbana do Algarve.
Será um desperdício económico porque desvia verbas que deveriam ser aplicadas em soluções eficazes, como a reabilitação das redes de abastecimento de água, recorrendo à instalação de tecnologias para a deteção e localização de fugas, monitorização e manutenção das perdas de água, e o aproveitamento das águas residuais tratadas (ApR).
Será uma obra perdulária porque se trata de uma obra que produzirá água de menor qualidade e muito cara, o que conduzirá ao aumento do preço da água, sem resolver o problema da sua escassez.
Será um prejuízo para a pesca e turismo locais porque diminui a quantidade e qualidade do pescado, bem como a qualidade da água do mar, descaracteriza e desfigura a paisagem natural da praia da Falésia, zona icónica da costa algarvia
Será um elevado custo ambiental porque a poluição química provocada pela descarga da salmoura misturada com substâncias orgânicas e metais pesados terá efeitos irreversíveis na vida marinha. É uma elevada perda ambiental porque se prevê uma intervenção nas arribas da falésia, com perigo de derrocada, impactes graves no Parque Natural da Ria Formosa, na Zona Especial de Conservação da Ribeira de Quarteira, no Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado e nos recifes artificiais de Quarteira.
Vai requerer, igualmente, relevados consumos energéticos, sendo cerca de 85% com recurso a combustíveis fósseis, com o subsequente aumento de emissão de carbono para a atmosfera.-
É uma perda de oportunidade de o Governo fazer a diferença, resolvendo o problema dos recursos hídricos no Algarve, pela reprogramação do PRR, direcionando o financiamento para a resolução do problema das perdas de água na rede de distribuição e para a reutilização e das ApR. A dessalinização deveria ser, uma solução de último recurso, o que, manifestamente, não é o caso presente.
Em vez disso, a decisão agora tomada de avançar com o processo da EDAMA criará novos problemas económicos, sociais e ambientais que legaremos às novas gerações.
A PAS considera que o caminho a seguir para evitar a escassez de água não está no aumento da oferta, mas sim na gestão criteriosa do recurso e na execução de ações estruturais, de acordo com a recomendação específica feita a Portugal pelo Conselho Europeu, em 19 junho de 20241
Assim, as ações prioritárias seriam criar condições favoráveis para haver um aumento de Pluviosidade e Retenção de Água no Território, Aumento da Eficiência Hídrica e Promoção do Uso Racional da Água e Reutilização da água, promovendo um modelo sustentável de gestão hídrica que evite agravar os problemas económicos, sociais e ambientais já existentes.
Esta mega infraestrutura coloca em risco o futuro da região e dos Algarvios, conclui a Plataforma Água Sustentável.
Este encontro realizado em Faro, como noticiámos, abordou soluções para as controvérsias que surgem em torno da transferência de água, especialmente considerando as diferentes perspetivas dos agricultores e das comunidades locais.
Descontentamento dos Agricultores Alentejanos
A transferência de água do Alentejo para o Algarve tem gerado descontentamento entre os agricultores alentejanos. Eles expressam preocupações sobre como isso poderia impactar suas colheitas e a sustentabilidade a longo prazo da agricultura na região. A gestão cuidadosa dos recursos hídricos é fundamental para garantir a produção agrícola e a segurança alimentar, algo que os agricultores desejam que seja considerado nas discussões.
Reações na Província de Huelva
O acordo estabelecido na cimeira apresenta três regimes de uso e volumes, permitindo que, em períodos secos, se possam utilizar por captura 30 hectómetros cúbicos por ano, em períodos intermédios 60; e, nos períodos chuvosos, o volume das bacias hidrográficas não é limitado, chegando até onde Huelva pode bombear.
A Associação das Comunidades de Regante de Huelva, Huelva Riega, entende que o caudal representa, agora, um máximo de 42 hectómetros cúbicos por ano.
Em declarações prestadas ao Huelva Información, dizem que «agrava a situação do sistema hídrico de Huelva por ser um volume total insuficiente para os utilizadores de água – consumo humano, agricultura, indústria e turismo – e não tem em conta o défice de 80 hectómetros cúbicos que a província tem».
Porém permite que seja consolidada a utilização de Bocachanza, uma captação à saída da barragem do Chança, que bombeia água para Huelva e cuja utilização foi interdita no acordo de Albufeira.
Por outro lado, o novo acordo permite – e, portanto, reconhece – a utilização do sistema de bombagem de Bocachança entre os meses de outubro e abril sem ter de estar em situação de necessidade, como tem vindo a acontecer até agora. A entidade considera ser “uma boa notícia”, «porque consolidamos a utilização de Bocachanza para o sistema de Huelva».
O risco de se fazer um acordo que envolvesse esta captação sempre foi um cavalo de batalha das organizações ecologistas que velam pela saúde ecológica do rio.
Quanto à ferrovia é notório o descontentamento pelo calendário de construção das ferrovias desejadas para unir Faro e Huelva.
A expetativa é alta, uma vez que se encontram em agenda questões muito prementes sobre a distribuição da água retida nos rios e ribeiras pelos dois países e a viabilidade da Ponte Alcoutim-San Lúcar de Guadiana e a assinatura de diversos instrumentos jurídicos bilaterais.