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  • Pela paz e por Abril – Exposição em Quarteira

    De 10 de dezembro a 1 de fevereiro, a Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, recebe a Exposição coletiva de artes plásticas «Pela Paz, por Abril».

    Assinala o 50.º aniversário do 25 de Abril, destacando-o como um marco de paz que pôs fim à guerra colonial e reconheceu a independência dos povos colonizados. A exposição é organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

    A Revolução de Abril trouxe direitos fundamentais como liberdade, saúde e educação públicas, e a abolição da censura e da polícia política. Em 1976, foram formalmente registados os Estatutos do CPPC, refletindo a luta pela paz e democracia em Portugal.

    O 25 de Abril permitiu conquistas políticas, económicas, sociais e culturais que transformaram Portugal, consagradas na Constituição da República Portuguesa e o CPPC reafirma a importância dos valores da Revolução de Abril, especialmente num contexto global de ameaças à paz e segurança, como guerras e militarismo crescente.

    Esta exposição reflete a ação da organização pacifista na continuidade de promoção da paz, da soberania e da cooperação, colaborando com artistas e organizações para expandir a cultura da paz, em parceria com a associação de Arte algarvia Peace and Art Society.

    A exposição inaugura no passado dia 7 de dezembro, pode ser visitada de terça-feira a sábado, entre as 10:00 e as 13:00 horas e das 14:00 às 18:00 horas.

  • Igualdade de Género é compromisso renovado

    Igualdade de Género é compromisso renovado

    Esta manifestação não foi apenas uma celebração dos 50 anos da Revolução dos Cravos, mas também um grito de resistência contra qualquer retrocesso nos direitos das mulheres.

    O MDM, uma organização com uma longa história de advocacia pelos direitos das mulheres, destacou a importância de garantir que a igualdade estabelecida na lei seja efetivamente vivenciada no dia a dia.

    A marcha começou no Rossio, avançando para o Largo do Carmo, um local simbólico da liberdade conquistada em 1974. A presença de artistas como Celina da Piedade, o movimento Baque Mulher Lisboa e as Mondeguinas, reforçou a mensagem de que a cultura e a arte são fundamentais na promoção da mudança social.

    O MDM enfatizou que, após as eleições de 10 de Março, surgiram novos desafios políticos que exigem uma participação mais ativa das mulheres na sociedade. A organização apela às eleitas para que se posicionem ao lado das mulheres, garantindo que os avanços alcançados desde a Revolução de Abril não sejam perdidos.

    Este evento é um lembrete de que a igualdade de género não é apenas uma questão de justiça social, mas também um pré-requisito para o desenvolvimento sustentável e a paz.

    A determinação e força demonstradas pelas «Mulheres de Abril» são um testemunho da resiliência e do compromisso contínuo de Portugal com os valores da igualdade e da liberdade.