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Etiqueta: 25 Abril

  • São Brás de luto municipal por Orlando Sobral da Silva

    São Brás de luto municipal por Orlando Sobral da Silva


    Orlando Sobral da Silva, personalidade singular e exemplar na história da democracia são-brasense, faleceu no dia 30 de janeiro, aos 88 anos de idade,

    Por constituir uma «imensa perda para o Município e a comunidade são-brasense» e por não ter sido possível, em tempo útil, reunir extraordinariamente a Câmara Municipal, o presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel utilizou uma prorrogativa legal e decretou um dia de luto municipal, publicamente manifestado, através do erguer a bandeira do Município a meia haste, no dia 1 de fevereiro, no edifício dos Paços do Concelho.

    Reconhecido como são-brasense de coração, Orlando Silva foi desde sempre um cidadão ativo na vida da comunidade, a nível político, cultural e desportivo, sendo «uma figura singular e exemplar da nossa memória e história local».

    Defensor e leal aos seus ideais político, Orlando Silva foi membro da Assembleia Municipal de São Brás de Alportel eleito em quatro mandatos, nomeadamente: de 1983 a 1985 e de 1986 a 1989, enquanto eleito pela Aliança Povo Unido; de 1994 a 1997 e de 2002 a 2005 enquanto eleito pela Coligação Democrática Unitária.

    Cidadão exemplar na sua participação cívica, Homem de muitas paixões e interesses com especial foco no desenvolvimento da comunidade, foi um dos fundadores do Grupo de Música Popular Portuguesa «Veredas da Memória« e um «entusiástico defensor das tradições locais e da promoção da cultura. Também se destacou pelo seu envolvimento pioneiro na prática desportiva das marchas e caminhadas, mantendo sempre viva a sua paixão pela natureza», releva a autarquia.

    Em dezembro de 2024, tinha já recebido da câmara e ds Assembleia Municipal, um voto de louvor, numa «justa homenagem pelo seu envolvimento na vida democrática do concelho, numa iniciativa integrada nas comemorações do 50.º Aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974».

    O presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Vitor Guerreiro, apresentou, em nome da Câmara Municipal, dos seus órgãos eleitos, de todos os seus trabalhadores e colaboradores, em representação da comunidade são-brasense, «os mais sentidos pêsames à sua família enlutada, bem como a todos os seus amigos num reconhecido tributo à sua Vida».

  • Castro Marim | Água chega a Pisa Barro

    Castro Marim | Água chega a Pisa Barro

     

    Para assinalar a abertura da Rede de Abastecimento de Água em Pisa Barro e o 50.º Aniversário do 25 de Abril de 1974, a Banda Musical Castromarinense celebrou, com a sua atuação em Pisa Barro, durante as celebrações dos 50 anos do 25 de Abril de 1974 mais um passo dado pelo concelho de Castro Marim no desenvolvimento do interior, a tão esperada abertura da Rede de Abastecimento de Água.

    Comemorou-se, também, «a crescente presença das autarquias na melhoria das condições de vida das pessoas e na prestação de serviços básicos, desde o abastecimento de água à população até à programação cultural aquele que era um dos grandes objetivos do município e do atual executivo»

    Esta semana, assinala a autarquia, ficou totalmente concretizado o objetivo, «permitindo assim o abastecimento de água, em quantidade e qualidade, colocando um ponto final ao fornecimento instável que existia graças a captações subterrâneas que alimentavam redes próprias, particulares ou fontenários».

    O investimento foi superior a um milhão de euros, a alimentação de água efetua-se agora a partir da extensão da rede municipal de distribuição atualmente existente, com base em duas origens alternativas, o Reservatório de Monte Francisco e o Reservatório do Cabeço, integrados no Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve.O projeto foi aprovado pelo programa PO SEUR, sendo apoiado por Portugal e pela União Europeia, cofinanciado a 82,04% pelo Fundo de Coesão.

    Em 2020, o Município de Castro Marim executou uma obra que estendeu a rede de abastecimento de água a mais de 30 povoações das freguesias de Azinhal e Odeleite, «pretendendo continuar com esta política nos aglomerados populacionais ainda não servidos».

  • União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    Nesta iniciativa participam a Escola de Dança Urban Expression, a banda Cão Amarelo, dos alunos da Escola de Música Moderna do Sul, dos alunos da Associação Cultural Fusetense, com um projeto de tributo a Xutos e Pontapés e ainda com o projeto Arraial Lalá com a prsença do fadista José Manuel Ferreira.

    No dia 25 de abril, inicia-se pelas 16h00, uma manifestação pela Liberdade agendada para sair do Jardim Manuel Bívar em Faro, percorrendo algumas ruas da cidade de Faro e terminando no Largo de São Pedro.

    Para a União dos Sindicatos do Algarve, o 25 de Abril é celebrado como um dos momentos maiores da história contemporânea de Portugal, pelo que assinalar os seus 50 anos equivale comemorar a concretização coletiva que pôs fim a 48 anos de ditadura.

  • Séniores de Castro Marim fazem cravos de Abril

    Séniores de Castro Marim fazem cravos de Abril

    O projeto tem vindo a assinalar uma diferença positiva na vida dos idosos e pretende combater o isolamento e a exclusão socio cultural.

    Construir cravos para decorar o edifício dos Paços do Concelho, é o empenhamento dos mais idosos, com a dinamização da educadora Fátima Valentim e das animadoras do lar.

    Os cravos são feitos à mão pelos idosos de Castro Marim e terão vários tamanhos, com o objetivo de decorar o local onde decorrerão maior parte das iniciativas das comemorações do próximo dia 25 de abril.

  • Debate sobre a mulher algarvia no Estado Novo

    Hoje, às 21:00 horas, na Biblioteca Municipal de Silves, realiza-se uma palestra proferida pela investigadora Maria João Raminhos Duarte e promovida pelo Município de Silves, no âmbito do 50º Aniversário do 25 de Abril.

    A conferência é o resultado de uma investigação em história Contemporânea do Algarve. Pretende dar a conhecer e esclarecer o papel desempenhado pelas mulheres algarvias na oposição ao regime ditatorial, revelando as suas práticas de luta e resistência até ao 25 de Abril de 1974.

    Esta palestra destina-se ao debate sobre o papel da mulher algarvia no Estado Novo e tem por mote «a resistência do fmenino vozes e silêncio das companheiras algarvias.»

  • Carlos Albino no 25 de Abril em Loulé

    Carlos Albino no 25 de Abril em Loulé

    Carlos Albino aceitou o convite feito pelo presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, e pelo presidente da Assembleia Municipal, Carlos Silva Gomes, devido ao facto de Carlos Albino, por motivo de ser uma personalidade louletana com uma forte ligação a este importante momento da história portuguesa.

    A autarquia considera que falar da Revolução dos Cravos tem de ter em conta este louletano que esteve diretamente ligado ao desenrolar dos acontecimentos do dia 25 de abril de 1974.

    Foi ele o responsável pela emissão da senha do início das operações militares que iriam derrubar o regime ditatorial, através do programa ‘Limite’, na Rádio Renascença.

    Coube a Carlos Albino a leitura gravada da primeira estrofe da canção ‘Grândola Vila Morena’, de José Afonso, que confirmou o golpe e o avanço das Forças Armadas”.

  • 25 de Abril encheu o Baixo-Guadiana

    25 de Abril encheu o Baixo-Guadiana

    Vila Real de Santo António assinalou a data do assinala o 48.º aniversário da Revolução de Abril com um programa que se estendeu a todas as freguesias quee inclui um debate e um espetáculo musical. As celebrações iniciam-se com o Hastear da Bandeira e uma arruada musical – com a Banda Filarmónica da Associação Cultural de VRSA – nas três freguesias do concelho.

    No Centro Cultural António Aleixo, teve lugar uma  Sessão Solene da Assembleia Municipal de Vila Real de Santo António, comemorativa do Dia da Liberdade, na qual usaram da palavra todos os partidos políticos e grupos independentes nela representados.

    No jardim da Avenida da República houve uma  mesa redonda «Vamos falar de Abril. A construção de um Portugal Contemporâneo».

    O debate sobre a construção do Portugal contemporâneo fez-se com filhos e netos da revolução nascidos na democracia, beneficiario do Estado Social, que procuraram compreender qual é o papel dos jovens na manutenção da democracia e das liberdades, que sempre conheceram, se as lutas dos jovens que cresceram no pós-25 de Abril são muito diferentes das lutas dos jovens de hoje e se o 25 de Abril é um projeto inacabado e a liberdade uma luta constante, quais são os maiores desafios para as novas gerações e quais os caminhos a construir, num país que se quer, contemporâneo.

    As comemorações do Dia da Liberdade encerram com um concerto musical da formação «Os Intencionais», às 21h30, na Praça Marquês de Pombal. Originalmente intitulados «Henrique&Silva», os dois jovens de Vila Real de Santo António iniciam agora o seu projeto musical como «Os Intencionais», homenageando o poeta António Aleixo, depois de, em novembro de 2021, terem assinado um contrato com a Sony Music Portugal para o lançamento do primeiro disco de originais. Fortemente influenciados pela música popular portuguesa e brasileira, revisitam o cancioneiro popular da música portuguesa com um novo toque pop, apelativo a todos os públicos.

    Também integrada nas comemorações da Revolução dos Cravos, a Biblioteca Municipal Vicente Campinas acolhe, até ao dia 30 de abril, a exposição «Poema: um lugar de liberdade», organizada pela Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

    O PCP voltou a realizar na Praça Marquês de Pombal o seu tradional almoço comemorativo com música alusiva a Abril por Joanna Lenon e Tiago Lopes e uma intervenção política de Rui Braga, do Comité Central.

    A Feira de São Marcos, no Pereiro em Alcoutim realizou-se como um encontro de gerações e o cartaz acolheu o cravo que simboliza a revolução.

    Realizou-se após o intervalo forçado da grande feira anual, em dia de feriado nacional e de festa pelo dia da Liberdade, a União das Freguesias de Alcoutim e Pereiro promoveu o seu reinicio e coloco-o na agenda das comemorações oficiais do 25 de abril na Praça da Republica em Alcoutim no período da manhã,

    O espaço da feira foi repensado, para maior comodidade dos visitantes e sobretudo o incremento das condições de segurança. Nesse sentido foi delimitado o recinto da feira e organizado a disposição dos expositores por área de atividade / negócio. Está interdita qualquer instalação de venda ambulante fora das áreas definidas, nomeadamente na ER124, EM506 e no interior da Aldeia do Pereiro.

    Castro Marim celebrou o 48° aniversário de uma das datas mais importantes e marcantes na história do nosso país: o 25 de abril de 1974, o Dia da Liberdade.

    Assinalou que Portugal viveu durante várias décadas num regime autoritário e ditatorial, marcado, essencialmente, pela censura e controlo, quase absoluto, dos seus opositores políticos e da própria opinião pública, por parte de uma polícia política dura e implacável: a Pide.

    A Junta de Freguesia de altura fez apelo a todos nós, como autênticos «Capitães de abril”, para que continuem a defender os valores da liberdade, do desenvolvimento, da cidadania e da democracia, citando o General Ramalho Eanes «A República de Abril oferece todas as liberdades, mas esqueceu-se que é necessário criar cidadãos, sobretudo através da educação. Pouco se fez para que a cidadania adulta, exigente e participativa existisse.»

  • PCP pede Grândola cantada à janela no 25 de Abril

    PCP pede Grândola cantada à janela no 25 de Abril

    O PCP endereçou aos portugueses uma mensagem de apoio ao apelo feito pela Associação 25 de Abril e outros democratas, para que, no próximo dia 25 de Abril, às 15 horas, sejam cantada à janela a composição da autoria de José Afonso ´«Grândola Vila Morena» e o Hino Nacional, como forma de ser realizada a comemoração da da histórica de fundação do atual regime democrático, em situação de confinamento, por pandemia da Covid-19,.

  • Comemorações do 25 de Abril

    Comemorações do 25 de Abril

    Várias entidades estão a fazer um apelo sobre as comemorações dos 46 anos da Revolução de Abril «o heroico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas, logo seguido por um amplo levantamento popular, que pôs fim a 48 longos anos de obscurantismo e ditadura fascista. Mais do que uma data, o 25 de Abril assinala o início de um processo revolucionário protagonizado pelo povo e pelos militares progressistas que realizou profundas transformações e conquistas democráticas no nosso país – conquistaram-se liberdades e garantias, direitos políticos, económicos, sociais e culturais, afirmaram-se a soberania e a independência nacionais, que foram consagrados na Constituição da República Portuguesa».