Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Tavira realizaram na quarta-feira, dia 17 de abril, uma ação de fiscalização destinada à atividade da pesca com recurso à arte da ganchorra rebocada, entre a praia do Barril e a Barra de Tavira, da qual resultou a elaboração de três autos de notícia.
Durante esta ação foram fiscalizadas cinco embarcações de pesca em plena atividade, com tripulantes de nacionalidade espanhola, com recurso a artes de pesca denominadas de «ganchorra rebocada», estando três delas a operar fora do horário legalmente definido.
Blog
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Ganchorra em pesca ilegal
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Liderança na AMAL – correcção
A notícia que demos estava incorreta, bem como as conclusões retiradas da mesma. Foi um erro de interpretação cometido pela nossa Redacção sobre as mudanças no próximo cargo de Osvaldo Gonçalves.
Ele foi nomeado como representante dos municípios do Algarve na ALGAR e não para a AMAL, como a notícia refere. Ao visado, ao vice-presidente do município de Alcoutim, à AMAL e à ALGAR, e naturalmente aos nossos leitores, pedimos as nossas desculpas pelo erro cometido.
O restante articulado fica sem efeito e foi por nós anulado. Reforçaremos a atenção para manter o rigor que nos caracteriza.
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Palavra Proibida na BM Vicente Campinas
A exposição de Livros PALAVRA PROIBIDA, está aberta na Biblioteca Municipal Vicente Campinas em Vila Real de Santo António-
No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a Biblioteca organizou uma mostra com o intuito de evidenciar a vastidão de livros cuja circulação foi proibida pela ditadura.
Se não puder deslocar-se à Bibioteca, o que é sempre melhor, e mais abrangente, pode ver a exposição dos vários livros expostos no vídeo:
./Carmo Costa
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Portugal defende título em Tavira
Está prevista a presença do presidente da ANSR, Rui Ribeiro, na cerimónia de entrega dos prémios às equipas vencedoras dos campeonatos nacionais, que terá lugar no dia 21 de abril, domingo, às 16:30 horas, no Parque de Feiras Exposições de Tavira.
O nosso País vai defender o título de campeão mundial conquistado no ano passado em Lanzarote, Espanha, onde estiveram presentes 67 equipas de todo mundo, tendo a prova sido vencida pela equipa do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.
Os Campeonatos Nacionais de Trauma e Desencarceramento 2024 contam com a participação de 15 equipas de desencarceramento e 40 equipas de trauma provenientes de diversos locais de Portugal continental e Ilhas.
A organização é da Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD), em colaboração com o Corpo de Bombeiros Municipais de Tavira.
No âmbito desta temática, a Resposta Pós-Acidente é um dos elementos do Sistema Seguro e está também incluída na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 como uma das áreas chave de intervenção.
Os cuidados médicos pós-acidente e a rapidez com que o socorro chega ao local do acidente podem significar a diferença entre a vida e a morte.
Assim, a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 irá contemplar um programa com medidas específicas para a Resposta Pós-Acidente.
Nestas respostas está incluída, a formação sistematizada das equipas de emergência e salvamento, para reduzir os tempos de desencarceramento, bem como a elaboração de planos de ação para diminuir os tempos de socorro.
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PCP dá relevo à luta na Cimpor
Reivindicam aumentos salariais de 8%, 37 horas semanais a partir de janeiro, retribuição do trabalho por turnos, melhorias nas carreiras profissionais e pela manutenção da assistência na doença.
O PCP considera CIMPOR como uma empresa de um sector estratégico para o nosso país.
Lembra que o processo de privatização «daquele que foi outrora um dos principais grupos industriais portugueses, começou pelas mãos de um Governo PSD em 1994 e foi desenvolvido posteriormente por sucessivos governos quer do PS, quer do PSD».
Aquele partido anota que, atualmente, a empresa é totalmente dominada por capital privado e maioritariamente estrangeiro.
Destaca esta unidade industrial no Algarve, como «importante na diversificação da actividade económica e na promoção do aparelho produtivo regional. Produzir cimento e outros derivados no nosso País, significa não ficar dependente do exterior num bem que é essencial, mas também devia significar a valorização dos seus trabalhadores».
A presença do PCP, junto dos trabalhadores em greve, «é uma forma de assinalar a importância da luta pelos direitos de quem cria riqueza e faz avançar o País, mas também pela importância que damos à produção e à soberania nacional».
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Reciclagem de telemóveis
A sustentabilidade e a inovação tecnológica são dois pilares fundamentais para o futuro do nosso planeta.
Bruno Borges, CEO da iServices, partilhou com a Green Savers conhecimentos valiosos sobre como a sua empresa está a liderar pelo exemplo no mercado de reparação de dispositivos móveis.
A iServices, reconhecida como a melhor empresa de reparação multimarca em 2023, não só repara telemóveis mas também os recondiciona, realizando mais de 40 testes para assegurar a qualidade dos equipamentos recondicionados.
Esta prática não só oferece aos clientes dispositivos de topo a preços acessíveis mas também promove a economia circular e a sustentabilidade.
Em 2023, a iServices conseguiu evitar que 43 toneladas de dispositivos se tornassem lixo eletrónico, o que por sua vez preveniu a emissão de 17,5 mil toneladas de dióxido de carbono e economizou uma quantidade de água equivalente a 12 piscinas olímpicas.
A estratégia de sustentabilidade da empresa baseia-se numa política de 4R’s: Reparar, Recondicionar, Reutilizar e Retomar. Além disso, a iServices está comprometida com um plano de gestão de resíduos responsável e com a transição para uma frota de veículos totalmente elétrica.
A entrevista completa com Bruno Borges revela mais sobre as iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social da iServices, e pode ser lida na íntegra na Green Savers.A sustentabilidade e a inovação tecnológica são dois pilares fundamentais para o futuro do nosso planeta.
Bruno Borges, CEO da iServices, partilhou com a Green Savers insights valiosos sobre como a sua empresa está a liderar pelo exemplo no mercado de reparação de dispositivos móveis.
A iServices, reconhecida como a melhor empresa de reparação multimarca em 2023, não só repara telemóveis mas também os recondiciona, realizando mais de 40 testes para assegurar a qualidade dos equipamentos recondicionados. Esta prática não só oferece aos clientes dispositivos de topo a preços acessíveis mas também promove a economia circular e a sustentabilidade.
Em 2023, a iServices conseguiu evitar que 43 toneladas de dispositivos se tornassem lixo eletrónico, o que por sua vez preveniu a emissão de 17,5 mil toneladas de dióxido de carbono e economizou uma quantidade de água equivalente a 12 piscinas olímpicas.A estratégia de sustentabilidade da empresa baseia-se numa política de 4R’s: Reparar, Recondicionar, Reutilizar e Retomar. Além disso, a iServices está comprometida com um plano de gestão de resíduos responsável e com a transição para uma frota de veículos totalmente elétrica.
A entrevista completa com Bruno Borges revela mais sobre as iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social da iServices, e pode ser lida na íntegra na Green Savers. -

Desafio nas 500 milhas de Chaves a Faro
Quase 80 automóveis clássicos vão alinhar alinham à partida nas 500 Milhas ACP, um dos maiores ralis de regularidade da Península Ibérica.
A caminho das duas décadas de história, as 500 Milhas ACP regressam ao seu figurino original e levam 77 equipas a percorrer a maior estrada da Europa, a Estrada Nacional 2, para atravessarem Portugal de norte a sul.
A 19.ª edição da prova do Automóvel Club de Portugal atraiu uma das maiores listas de inscritos de sempre, com 77 clássicos produzidos nas décadas de 1950, 1960 e 1970. Entre os participantes, destaque para o carro mais antigo, um Jaguar , um dos exemplares com mais de 70 anos que vão enfrentar o desafio de percorrer toda a EN2.
Outra raridade em prova é um AC Aceca de 1960, mais um destaque numa lista diversificada e que inclui modelos históricos de asmarcas como a Porsche, MG, Austin Healey, Mercedes-Benz, Alfa Romeo, Fiat, BMW, Simca, Morris, Volvo, Triumph, Peugeot, Volkswagen, Lancia, Citroën, Toyota e Opel.
Uma odisseia de Trás-os-Montes ao Algarve
Os concorrentes vão disputar um total de 19 setores de regularidade, divididos em duas etapas, a exigirem perícia e precisão, por entre algumas das mais belas paisagens do país. A concentração de máquinas e pilotos acontece na próxima sexta-feira, em Chaves, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, com a partida do primeiro concorrente a acontecer na manhã de sábado, logo às 06h01, no Km 0 da Nacional 2.
Os concorrentes rumam a sul e passam por Santa Marta de Penaguião, Lamego, Castro Daire, Tondela, Sertã (local do almoço), Abrantes, Mora, Ferreira do Alentejo, Almodôvar e Faro, que marca o final da EN2, com a chegada da prova a acontecer no Porto de Recreio de Olhão, cidade algarvia que também recebe o jantar e a entrega de prémios.
Em 2023, as 500 Milhas ACP tiveram emoção e indecisão mesmo até aos últimos quilómetros quanto aos vencedores de cada categoria, além de terem registado uma elevada percentagem de concorrentes a concluir a prova, atestando a excelente preparação das máquinas e equipas.
Além de um dos maiores e mais importantes ralis de regularidade da Península Ibérica, as 500 Milhas ACP são também uma jornada de descoberta da história e dos territórios atravessados pela Estrada Nacional 2, uma oportunidade única para ver verdadeiras máquinas do tempo num desafiante périplo pelo país.
PROGRAMA 500 MILHAS ACP
19 de abril (sexta-feira)
15h00 / 19h00 – Verificações – Chaves – Estacionamento junto ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso
Após as verificações, as viaturas ficam em exposição durante o resto do dia e noite.
20 de abril (sábado)
- 06h01 – Partida do Km 0 em Chaves para o primeiro concorrente
- 13h00 – Almoço na Sertã
- 21h38 – Chegada ao Porto de Recreio de Olhão para o primeiro concorrente
- 22h00 – Jantar e entrega de prémios – Olhão
HORAS DE PASSAGEM
- 07h35 Santa Marta de Penaguião
- 08h10 Lamego
- 08h52 Castro Daire
- 09h45 Viseu
- 11h05 Penacova
- 11h42 Góis
- 12h30 Pedrogão Grande
- 13h00 Sertã
- 15h00 Abrantes
- 15h45 Domingão / Ponte de Sor
- 16h38 Ciborro
- 17h30 Escoural
- 18h05 Torrão
- 18h22 Odivelas / Ferreira do Alentejo
- 19h23 Ervidel
- 20h00 Almodôvar
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0cupação de jovens em Mourão
O objetivo é oferecer aos jovens uma ocupação saudável dos tempos livres, em atividades de interesse municipal.
O município de Mourão esclarece que desenvolveu o projeto para permitir o “contacto experimental com a vida profissional de forma a potenciar as suas capacidades cívicas e de participação social, sendo ao mesmo tempo um contributo para a inserção no mundo laboral“.
A iniciativa encontra-se aberta à participação de todos os jovens residentes no concelho de Mourão que estejam à procura do primeiro emprego ou desempregados, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos.
Vão ser ocupados no desenvolvimento de atividades numa área à sua escolha, como por exemplo a educação, património e cultura, desporto, saúde oiação social,
Cada candidato tem direito a um seguro de acidentes pessoais e uma bolsa mensal no valor de 400€.
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Alemã morre em queda de falésia
Alegadamente pode ter-se desequilibrado enquanto tirava fotografias. Às 13:30 horas foi recebido o alerta, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), sendo, de imediato, ativados para o local tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres e elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos.
Quando localizaram o corpo da vítima, constatado que a mesma já se encontrava sem vida, tendo, após autorização do Ministério Público, recolhido recolhido e transportado o corpo pelos tripulantes da Estação Salva-vidas para o Porto da Baleeira.
Nesse local, foi declarado o óbito pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER). A vítima será posteriormente transportada para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portimão, pelos elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo.
O Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima e do INEM foram ativados e encontram-se a prestar apoio ao acompanhante da vítima. O Comando-local da Polícia Marítima de Lagos tomou conta da ocorrência.
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Terminou a seca, mas deixou rasto
O IPMA usou o índice PDSI, que se baseia no conceito do balanço da água tendo em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo e permite detetar a ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).
Balanço e lições para o futuro
A seca que assolou as regiões do Algarve e Alentejo foi um período desafiador que deixou marcas profundas na paisagem, na economia e na vida das pessoas.
Durante este tempo, enfrentou-se a pior seca de que há registo, com barragens e reservatórios a atingirem níveis críticos de água, afetando severamente a agricultura, uma das principais atividades económicas destas regiões.
No Algarve, a Barragem da Bravura, em Lagos, chegou a estar a apenas 8% da sua capacidade, o que representou um duro golpe para os agricultores que dependem deste recurso vital.
A situação não foi muito diferente na Barragem do Arade, que desceu para 15% da sua capacidade, deixando cerca de 1.800 agricultores com uma quantidade de água insuficiente para as suas necessidades.
A seca prolongada foi exacerbada pelas alterações climáticas, com 2023 a ser registado como o ano mais quente para o planeta, aumentando o pessimismo quanto à possibilidade de recuperação a curto prazo.
No Alentejo, a situação também foi grave, com o território a sofrer de seca severa e extrema. Apesar de uma ligeira melhoria na primeira quinzena de Março, grande parte do sul de Portugal não viu variações significativas na quantidade de água no solo.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) relatou que, apesar das chuvas que caíram, o período de Outubro de 2021 a Março de 2022 foi o mais seco desde 1931, evidenciando a gravidade e a persistência da seca.
A seca no Algarve e Alentejo não só afetou a agricultura mas também teve impactos na biodiversidade, nos recursos hídricos e na qualidade de vida das populações.
A escassez de água levou a restrições no consumo, aumentou os custos de produção e forçou muitos a repensar as práticas de gestão de água e terra. Este período de seca destacou a necessidade urgente de medidas de adaptação e mitigação das alterações climáticas, bem como de uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.
Com o anúncio do fim da seca, há uma sensação de alívio, mas também a consciência de que eventos semelhantes podem voltar a ocorrer.
É crucial aprender com esta experiência e trabalhar para garantir que as regiões do Algarve e Alentejo estejam mais bem preparadas para enfrentar os desafios que as alterações climáticas possam trazer no futuro.
Foto: Joaquim Félix
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Dejetos humanos fazem voar aviões
Segundo apurou a TNews, a Firefly Green Fuels, empresa britânica de biocombustíveis, apoiada pela Wizz Air, desenvolveu um processo para converter resíduos humanos em combustível de aviação sustentável (SAF).
A empresa tem como objetivo construir uma unidade de produção piloto em Harwich, Essex, até 2027, seguida de uma unidade à escala comercial até 2029, depois de garantir acordos com uma série de parceiros.
A equipe de liderança da Firefly está a trabalhar intensamente para colocar este novo processo SAF em funcionamento no Reino Unido, antes de expandir para outros mercados globais, escreve a imprensa britânica.
De acordo com um estudo da Cranfield University, o SAF da Firefly proporciona uma economia de carbono de 92% em comparação com o combustível de aviação convencional.
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Em Serpa há descida do Guadiana
A câmara municipal de Serpa está a propor, para o dia 20 de abril, uma descida do rio Guadiana em canoa, no troço entre os Moinhos Velhos (Brinches) e o Moinho da Amendoeira (Serpa).
A descida tem quase 10 quilómetros e uma duração prevista de 3 horas, sendo recomendado o uso de roupa e calçado adequado à atividade, chapéu e protetor solar.
A autarquia promove esta descida do Rio Guadiana porque ela «permite partir à aventura e descobrir o último reduto selvagem e natural de um rio que faz parte da memória coletiva e lendária do Alentejo».
O percurso é assinalado como calmo e fluído, sendo regularmente animado pelos rápidos, à passagem dos açudes das antigas azenhas, proporcionando a sensação e emoção das «águas bravas».
A Rota das Azenhas é efetuada no percurso de canoagem homologado desde 2012 e apresentado como «Por Este Rio Abaixo», permitindo usufruir das potencialidades do rio Guadiana para a prática de canoagem como atividade de promoção turística e desporto de natureza.
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Em Brás de Alportel ajudam a a pagar a renda
O município de São Brás de Alportel apoia as famílias no pagamento da renda, na da 4.ª edição do Programa de Apoio. Este apoio encontra-se formalizado desde o dia 21 de março, com efeitos retroativos ao início do ano de 2024
O Programa de Apoio ao Arrendamento é uma medida social que foi lançada em 2020, que já permitiu atribuir 160 apoios a famílias são-brasenses, que enfrentam maiores dificuldades a pagar a renda das suas casas.
O município apoiou esta medida «consciente da dificuldade crescente e generalizada em todo o país, no acesso à habitação».
Releva que tem tem procurado dar resposta a esta problemática com a criação de medidas concretas, e dá o exemplo do Programa Municipal de Apoio Arrendamento, que consiste na atribuição de um apoio monetário mensal para apoiar os agregados familiares em situação de vulnerabilidade no pagamento da renda de casa.
Dos 45 apoios previstos pelo município para o ano em curso, até ao momento foram aprovadas 24 candidaturas, e está aberta a possibilidade, prevista pela câmara municipal, de atribuir mais apoios, ao longo do ano, caso surjam candidaturas que reúnam as condições e critérios necessários.
Para se candidatarem a estes apoios, os agregados familiares em dificuldades devem contactar os Serviços Sociais do Município, localizados no Centro de Apoio à Comunidade.
A par deste programa, o município de São Brás de Alportel tem a decorrer desde 2020, o Programa de Apoio ao Arrendamento Jovem, que classifica como «uma nova resposta social promotora do acesso à habitação, adequada às necessidades de jovens famílias», tendo sido já atribuídos 17 apoios.
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Está de regresso o TT «Trilhos Inter-Vivos»
Será qual o XVII Passeio Turístico Todo-o-Terreno, onde os apaixonados por aventuras, paisagens deslumbrantes e momentos inesquecíveis são convidados a participar e onde reafirmam o compromisso com a qualidade, segurança e a experiência inigualável que sempre caracterizaram este evento.
O passeio Turístico TT «Trilhos Inter-Vivos», destina-se a proporcionar lazer e envolvimento familiar, a celebração da cultura, tradição e gastronomia da região. Percorrem-se caminhos entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, onde os participantes têm a oportunidade única de conhecer aldeias pitorescas e conviver com as tradições autênticas do concelho de Alcoutim.
A Associação INTER-VIVOS acumulou, ao longo de edições anteriores, um vasto conhecimento e compreensão das expectativas dos participantes. Cada detalhe foi cuidadosamente considerado para criar uma experiência refletindo a paixão pela região de Alcoutim e o desejo de proporcionar momentos memoráveis aos participantes.
Este ano, a novidade introduzida foi o «Acampamento Familiar», para uma noite especial, «repleta de diversão ao redor de uma fogueira, criando memórias para todas as idades. Queremos que usufrua das maravilhas naturais e culturais, sinta-se parte desta celebração e experimente a hospitalidade única de Alcoutim”, adianta a organização esperando que os participantes estejam preparados para um evento repleto de diversão e aventura.
A Associação INTER-VIVOS lança o convite assim os amantes de TT a confiarem na experiência consolidada e no seu compromisso com a segurança e qualidade
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Medidas do mais habitação podem ser alteradas
O novo governo quer revogar diversas disposições do programa Mais Habitação, com ênfase nas restrições ao Alojamento Local (AL).
A proposta de Luís Montenegro é eliminar a contribuição extraordinária para o AL e os limites de tempo das licenças para alojamento turístico temporário.
Essas medidas, anunciadas no programa do executivo na quarta-feira, 10 de abril, receberam elogios de Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), que vê o programa como um meio de alcançar equilíbrio e assegurar a estabilidade do setor.
Segundo o programa do governo divulgado na mesma data, o objetivo é abolir imediatamente a Contribuição Extraordinária sobre o AL, a caducidade das licenças anteriores ao Mais Habitação e rever as limitações legais impostas pelo governo anterior.
Isso significa que as medidas restritivas introduzidas pelo Mais Habitação ao negócio do AL devem ser eliminadas:
- A Contribuição Extraordinária sobre o AL (CEAL) de 15%, calculada com base em coeficientes econômicos e de pressão urbanística, aplicada a apartamentos de AL e estabelecimentos de hospedagem em zonas costeiras densamente povoadas. Até o momento, não há regulamentação para o cálculo da CEAL;
- A caducidade das licenças de AL: novos registros passaram a ter validade de cinco anos, e as licenças existentes seriam reavaliadas em 2030, ano a partir do qual seriam renováveis a cada cinco anos.
Além disso, o novo Executivo da Aliança Democrática pretende revisar outras “limitações legais” ao AL, incluindo a possibilidade de dois terços dos condôminos decidirem pelo cancelamento de um AL existente ou a exigência de comprovação da atividade de AL para evitar o cancelamento dos registros.
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Começou a Feira de Sevilha
A Feira de Sevilha, um dos eventos mais emblemáticos da Andaluzia, começou hoje com a tradicional cerimônia de iluminação à meia-noite, marcando o início de uma semana de festividades que capturam a essência da cultura local.
Este ano, a feira promete continuar sua longa tradição de ser um ponto de encontro vital para a comunidade agrária e camponesa, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência rica e vibrante para todos os visitantes.
Desde sua origem em 1847 como uma feira de gado, a Feira de Sevilha evoluiu para se tornar uma celebração cultural que atrai atenção internacional. A edição de 2024 não é exceção, com expectativas de uma semana repleta de música, dança, gastronomia e diversão sem fim.
O evento deste ano, que ocorre de 14 a 20 de abril, é uma oportunidade para os sevilhanos e visitantes de todo o mundo mergulharem na atmosfera única que só a Feira de Sevilha pode oferecer.
Uma das características mais esperadas é o flamenco, um estilo de dança tradicional que é sinônimo do festival da primavera. A feira transforma-se numa cidade dentro de uma cidade, com um belo portão na entrada e pequenas casas, chamadas “casetas”, iluminadas por lanternas, criando um cenário mágico.
As ruas são pavimentadas com uma terra amarela especial, conhecida como «albero» que adiciona ao charme do ambiente.
O «jantar de pescaíto», realizado no sábado anterior à iluminação, é um momento de convívio onde se partilham comidas típicas, como o peixe frito, acompanhado de enchidos, queijos e vinhos ou manzanilla. Este jantar simboliza a antecipação e alegria antes do evento principal.
A iluminação, ou «El Alumbrao», é um espetáculo à parte, com 200.000 lâmpadas acendendo as 15 ruas do recinto da feira, criando uma atmosfera mágica que dá início à festa, acima de tudo quando observado da Avenida de Flota de Indias ou da rua Assunção, que oferecem vistas privilegiadas da cerimônia.
Além disso, o clima para a Feira de Abril de Sevilha de 2024 é promissor, com previsões de céu parcialmente nublado, calor e poucas chances de chuva, criando condições ideais para aproveitar todos os dias e noites da feira.
A Feira de Sevilha é mais do que um evento; é uma expressão da identidade andaluza, um encontro de tradições e um convite aberto para celebrar a vida. A edição de 2024 continua a honrar esse espírito, prometendo ser uma experiência inesquecível para todos os que participam.
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Pescadores em Quarteira receiam dessalinizadora
Os pescadores locais, que dependem das águas costeiras para o seu sustento, expressaram preocupações de que o processo de dessalinização possa levar à poluição marinha, afetando negativamente a vida marinha e a qualidade do pescado.
“O mar é a nossa casa e a fonte do nosso trabalho,” disse João Silva, um pescador veterano de Quarteira. “Qualquer ameaça à pureza das nossas águas é uma ameaça direta à nossa comunidade.”
A dessalinização, processo que remove o sal e outros minerais da água do mar para torná-la potável, tem sido promovida como uma solução para as crescentes necessidades hídricas da região. No entanto, os resíduos salinos e químicos resultantes do processo podem ser reintroduzidos no oceano, levantando questões ambientais.
Os pescadores apelam às autoridades para considerarem alternativas e para realizarem estudos de impacto ambiental mais aprofundados. “Não somos contra o progresso,” afirmou Maria Costa, proprietária de uma pequena empresa de pesca. “Mas queremos garantias de que o progresso não virá à custa do nosso modo de vida.”
A tensão entre o desenvolvimento sustentável e a preservação dos meios de subsistência tradicionais continua a ser um tema quente em Quarteira, com os pescadores determinados a fazer ouvir a sua voz.
A Associação dos Pescadores Armadores de Quarteira, Quarpesca, classificou, na passada quinta-feira que a instalação de uma estação dessalinizadora na praia da Falésia, concelho de Albufeira será uma tragédia que pode impossibilitar o sustento a muitas famílias de pescadores.
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Ponto de Situação da alta velocidade Faro – Huelva
A situação atual das reivindicações das autoridades da província de Huelva, juntamente com a CCDR do Algarve e a Câmara Municipal de Faro, reflete uma busca por atenção e ação em relação a um projeto de construção importante.
As autoridades locais têm expressado a necessidade de avançar com o projeto, que parece ter sido adiado até 2050. Este adiamento tem causado preocupação entre os envolvidos, que esperam uma resposta mais rápida tanto da Comissão Europeia quanto do Governo de Espanha.
A CCDR do Algarve, uma entidade pública que desempenha um papel crucial no desenvolvimento regional, tem sido uma voz ativa nesse processo, buscando estimular a competitividade e o desenvolvimento sustentável na região. A Câmara Municipal de Faro, representando os interesses locais, também tem participado ativamente nas discussões, enfatizando a importância do projeto para a comunidade local.
O atraso na construção levanta questões sobre as prioridades e o compromisso das autoridades superiores com o desenvolvimento regional. A Comissão Europeia e o Governo de Espanha são atores-chave que podem influenciar o ritmo e a realização do projeto. A expectativa é que haja uma maior colaboração e um sentido de urgência para atender às demandas das autoridades locais e regionais.
Este caso destaca a complexidade das relações intergovernamentais e a importância da comunicação eficaz e da ação conjunta para o progresso de projetos significativos que impactam diretamente as comunidades locais. A resolução dessa situação será um indicativo do compromisso com o desenvolvimento regional e a capacidade de resposta às necessidades locais.
O projeto específico
O projeto específico em questão, que tem sido alvo de reivindicação por parte das autoridades da província de Huelva, da CCDR do Algarve e da Câmara Municipal de Faro, refere-se ao avanço da linha ferroviária de alta velocidade entre Faro, Huelva e Sevilha.
Esta infraestrutura é vista como um elemento crucial para o desenvolvimento regional, melhorando as conexões e a mobilidade entre as regiões do Algarve em Portugal e a Andaluzia na Espanha. A linha ferroviária de alta velocidade é esperada para fortalecer os laços históricos, comerciais e culturais, além de promover o turismo e a economia local.
No entanto, apesar da importância atribuída ao projeto pelas autoridades locais e regionais, parece que tanto a Comissão Europeia quanto o Governo de Espanha não têm demonstrado a urgência esperada para a sua realização. O projeto foi adiado para 2050, o que gerou descontentamento e preocupação entre os defensores da iniciativa, que esperam uma aceleração no processo de planejamento e execução.
A situação destaca a necessidade de uma maior colaboração e comprometimento entre as entidades governamentais em diferentes níveis para garantir que projetos de infraestrutura essenciais para o desenvolvimento regional sejam priorizados e concluídos em tempo hábil.
A resolução dessa questão será um teste significativo para a capacidade de resposta das autoridades superiores às necessidades e expectativas das comunidades locais e regionais.
Benefícios esperados
Os benefícios esperados da linha ferroviária de alta velocidade entre Faro, Huelva e Sevilha são vastos e abrangentes, refletindo o potencial de transformação que uma infraestrutura moderna e eficiente pode trazer para as regiões envolvidas. Aqui estão alguns dos benefícios mais significativos:
- Desenvolvimento Econômico: A linha de alta velocidade é projetada para estimular o crescimento econômico, atraindo investimentos, melhorando o comércio e facilitando o turismo. As cidades e regiões conectadas pela linha podem esperar um aumento na atividade econômica, impulsionado pelo acesso mais fácil e rápido.
- Crescimento do Turismo: Com a redução significativa no tempo de viagem, espera-se que mais turistas sejam atraídos para a região, beneficiando-se da facilidade de deslocamento entre destinos culturais e turísticos de Portugal e Espanha.
- Coesão Social e Territorial: A linha ferroviária de alta velocidade promoverá uma maior integração entre as regiões do Algarve e da Andaluzia, fortalecendo os laços sociais e culturais e promovendo uma sensação de unidade entre as comunidades transfronteiriças.
- Melhoria da Infraestrutura de Transportes: A nova linha ferroviária oferecerá uma alternativa de transporte mais rápida e confortável, incentivando as pessoas a optarem pelo trem em vez de outros meios de transporte menos sustentáveis.
- Benefícios Ambientais: Ao proporcionar uma opção de transporte de baixo carbono, a linha de alta velocidade contribuirá para os esforços de descarbonização e para o combate às alterações climáticas, alinhando-se com as metas ambientais europeias.
- Desenvolvimento Logístico: A linha melhorará a logística de transporte de mercadorias, tornando o transporte mais eficiente e menos custoso, o que é vital para a competitividade das empresas locais.
- Acesso a Oportunidades de Emprego: Com a melhoria das conexões de transporte, os residentes terão acesso mais fácil a uma gama mais ampla de oportunidades de emprego, podendo viver em uma região e trabalhar em outra.
- Inclusão Digital e Tecnológica: A linha ferroviária também poderá ser um vetor para a inclusão digital, com a implementação de tecnologias avançadas para a gestão e operação dos serviços ferroviários.
- Estímulo à Inovação: A infraestrutura moderna pode estimular a inovação em setores como o turismo, tecnologia e serviços, incentivando a criação de novos negócios e startups.
- Melhoria da Qualidade de Vida: A redução do tempo de viagem e a melhoria da qualidade dos serviços de transporte têm um impacto direto na qualidade de vida dos cidadãos, proporcionando mais tempo para lazer e família.
A implementação da linha ferroviária de alta velocidade é, portanto, uma peça chave para o desenvolvimento sustentável e integrado das regiões do Algarve em Portugal e da Andaluzia na Espanha, representando um passo significativo para o futuro da mobilidade na Europa.
A investigação do Huelva Información
La Línea de Alta Velocidad Sevilla-Huelva ya estaba prevista en el Plan Estratégico de Infraestructuras y Transportes 2005-2020 (PEIT), si los distintos ejecutivos que han pasado por el Gobierno de España hubieran cumplido sus propios planes, la alta velocidad ya sería una realidad para los onubenses desde hace años.
Hace unos años hubiera sido más barato, pero las últimas estimaciones sitúan la construcción de un nuevo trazado en 1.500 millones de euros. Se tardaría en construir tres años. El problema, es que ahora, tras las últimas revisiones, la proyección es para el año 2050.
Huelva estaba en ese plan inicial de 2005-2020. Luego colocaron a la provincia en el horizonte 2012-2024, planteándose un nuevo marco de referencia al haberse tenido en cuenta, los cambios significativos acaecidos en el entorno socioeconómico en los últimos años y la nueva definición de la Red Transeuropea de Transporte de diciembre 2013. Tras la última previsión que nos sitúa como la última provincia de España con litoral que tendría la alta velocidad, el Gobierno anunciaba el pasado mes de enero que se continuaba con la tramitación del estudio informativo y la Declaración de Impacto Ambiental (DIA).
Pese a que ésta es la realidad, el Consejo Económico y Social de la provincia de Huelva (CESpH) sigue sin renunciar a esta infraestructura y la cataloga como una de las seis inversiones que podrían cambiar la realidad socioeconómica de la provincia de Huelva.
Las ventajas que supondría el AVE Huelva-Sevilla, responsabilidad de la Entidad Pública Empresarial Administrador de Infraestructuras Ferroviarias (ADIF) del Gobierno de España, son evidentes. Reducción del tiempo de viaje, desarrollo económico y social, vertebración territorial, reducción de la siniestralidad… y con la misma viabilidad o mayor que el resto de las provincias de España que ya lo tienen.
Todo está ya estudiado para iniciar la construcción del AVE, falta la voluntad de invertir. Sería una nueva línea ferroviaria de alta velocidad de doble vía, electrificada con ancho internacional entre Sevilla y Huelva que daría continuidad al actual servicio existente entre Madrid y Sevilla. La velocidad de diseño sería de 350 km/h. No se consideran paradas intermedias salvo para las alternativas que pasan por La Palma del Condado y habría una ausencia de cruces a nivel con otras infraestructuras.
Se estima que las obras del ave generarían alrededor de 4.500 empleos entre directo e indirectos. A esta cantidad habría que sumarle el incremento en el personal ferroviario, tanto a bordo de los trenes como en el personal dedicado al mantenimiento y explotación de las infraestructuras.
En sentido contrario, la no ejecución del proyecto convierte al Levante y a la Costa del Sol en zonas más accesible desde la capital de España, con la consiguiente escapada del turismo a estas zonas. No actuar supondría mantener los niveles de eficiencia actuales y no optimizar los costes/tiempo de transporte en la red ferroviaria. Tampoco supone ninguna ventaja ambiental desde el punto de vista de la mejora de las variables de sostenibilidad aplicadas a este medio de transporte.
De acordo com o Livro Branco do CESpH, «o principal obstáculo é a vontade política. Diferentes governos, tanto PP quanto PSOE, manifestaram a intenção de construir a linha de alta velocidade, mas nenhum incluiu essa infraestrutura dentro da PGE. Foram aprovadas rubricas orçamentais apenas para a realização de estudos, para a apresentação de projectos e para a elaboração da declaração de impacto ambiental. O atual governo também não fez isso.»
./Com Huelva Información e Copilot.



