Recebido o alerta de um popular que se encontrava na praia, pelas 14:30 horas, sobre a ocorrência do acidente, frente ao cais da Marina de Portimão, foram ativados para o local elementos do Comando-Local da Polícia Marítima Portimão e tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo, além de elementos dos Bombeiros de Portimão.
Da colisão, resultaram três feridos ligeiros, duas mulheres de nacionalidade americana, de 57 e 22 anos e um homem de 57 anos.
Segundo as autoridades, os proprietários das embarcações foram notificados que não podem navegar até ser realizada uma vistoria que comprove as condições de navegabilidade.
Tomou conta da ocorrência, o Comando-local da Polícia Marítima de Portimão, tendo sido instaurado um processo de sinistro marítimo para se apurarem as causas do acidente e contatada a inexistência de foco de poluição no rio Arade.
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Com Arenilha TV©️2024
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Colisão no rio Arade
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Protestos pelo encerramento da Rio Tinto Plásticos
Segundo relata o Huelva Información, o encerramento da empresa Rio Tinto Plásticos COEXPAN, parte do Grupo Lantero e localizada em El Campillo, conta com a rejeição entre trabalhadores, partidos políticos e sindicatos, que já se manifestaram.
Juan Carlos Jiménez, presidente da câmara municipal, afirmou na segunda-feira que a manifestação é um exemplo claro de que a região está unida, contra a alegação de falta de produção, mas que «é evidente que a ausência de produção na Cuenca Minera deve-se ao deslocamento dos empregos para Madrid», o que pode ser objeto de negociação.
Segundo Diego Pernet, representante dos trabalhadores, trabalham há 33 anos” e são 32 famílias que dependem da empresa. A situação é a de que com a exceção da mineração, tudo mais foi encerrado, não estão dispostos a fechar e vão lutar ao máximo.
O secretário-geral da FICA-UGT Huelva, nota que o sindicato espera a chegada da direção da empresa e do escritório jurídico para entender a motivação por trás da decisão de cessar as atividades e demitir 100% dos funcionários. Sebastián Donaire, “afirma que a UGT discorda totalmente, pois acreditamos que a situação «foi causada pela empresa, devido à falta de investimento e de trabalho, direcionando pedidos desta fábrica para outras em Madrid, o que indica um encerramento premeditado pela própria empresa. Inicialmente, não consideramos o encerramento das atividades nem demissões.
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Bandeiras Azuis em Huelva
Quanto aos portos, a Marina de Ayamonte, que se junta este ano, a Marina da Associação Náutica Nuevo Portil em Cartaya, a Marina de Isla Cristina, a Marina El Terrón em Lepe, a Marina de Mazagón em Palos de la Frontera e a Marina em Punta Umbría, hastearão a bandeira azul.
Este ano, como novidade, temos um Serviço Turístico distinguido com a Bandeira Azul: o barco turístico Gran Guerrero da EMAI (Excursões Marítimas da Ilha) em Isla Cristina, disse Herrera.
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Novos apartamento entregues em Alcoutim
A iniciativa está enquadrada no âmbito do programa 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).
O projeto de reabilitação, com um custo total de 566.961,64€, beneficia de uma comparticipação de 213.131,76€ por parte do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), evidenciando o compromisso do Município em melhorar as condições habitacionais da população de Alcoutim.
Após a conclusão das obras, a autarquia apresentou uma candidatura ao IHRU no dia 26 de setembro de 2022, no âmbito do 1º Direito, que foi aprovada, resultando na assinatura do contrato em 9 de maio de 2024. Este marco é considerado pelo município como um passo crucial, culminando o extenso processo com a atribuição de quatro apartamentos T2 e um T1 a cinco famílias, melhorando assim as suas condições de vida e assegurando o direito a uma habitação adequada, com o potencial de fixar estas famílias na região.
Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, enfatizou a importância desta atribuição: «É nossa missão assegurar que todos os munícipes tenham acesso a uma habitação digna e apropriada. Este é um passo essencial para alcançar esse objetivo e estamos dedicados a prosseguir com o desenvolvimento da nossa Estratégia Local de Habitação.»
A continuidade desta estratégia, releva a autarquia, é vital para garantir que mais famílias em Alcoutim tenham acesso a condições habitacionais superiores, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida na comunidade.
O Município de Alcoutim aproveitou esta oportunidade para reiterar o seu compromisso de «desenvolver políticas habitacionais que atendam às necessidades concretas dos seus habitantes, reconhecendo a habitação como um pilar fundamental para o progresso do concelho»
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AS 114 casas do Parque do Cine-Foz
Segundo as declarações prestadas pelo presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, a autarquia emitiu um edital para que privados, que o quisessem, pudessem vender ao município casas para arrendamento acessível.Oficialmente é considerado como rendimento acessível rendas de valores mínimos à volta dos 260€ e valores máximos a rondar os 600€, sendo tido em conta a capacidade das famílias para efetuarem os pagamentos, em função de uma avaliação da taxa de esforço.
A Greeprime, que pertence ao grupo Ferreira., segundo revelou o presidente na Assembleia Municipal, concorreu à execução de um projeto de construção de 114 casas, cujo modelo foi exibido e pode ser encontrado para consulta pública.Este projeto e a sua polémica localização foi levado à Assembleia Municipal de 27 Junho, uma vez que tinha associada uma isenção de taxas de construção como incentivo ao investidor que já trabalha e constrói habitação a custos controlados e outras, em todo o país e, no momento está a construir, no Algarve, em Faro, em Loulé, em Portimão.
O presidente fez saber que teve «o cuidado de ir ver o andar modelo que estava a ser construído a custos controlados também em Faro. E fiquei muito agradado com aquilo que vi. Por acaso, na altura, disse: há aqui determinadas coisas que no nosso território têm que ter alteração, têm que sofrer alteração. E o senhor disse-me que se fizermos, isto é, se houver forma de nós vendermos as casas ao município, não haverá problema nenhum em fazer essas pequenas alterações».
Álvaro Araújo sublinhou que «O empreendimento, como foi mostrado na sessão, é um empreendimento que tem os materiais de qualidade. Porque é assim, quando o financiamento vem do PRR e vem da Europa, a construção está obrigada a determinadas normas. Por exemplo, de eficiência energética, de eficiência hídrica, de segurança, de acessibilidade, de climatização. Tudo isso tem que ser avaliado. E por isso é que as casas são caras.»
O projeto encontra-se, para consulta pública, disponível na Câmara Municipal.
O presidente procurou desfazer os receios de que ali, naquela zona que os moradores vizinhos tem por nobre, porque as taxas de IMI são altas e os prédios tem construção cuidada, se ia construir um bairro social. ««Não são caixotes como as pessoas poderiam pensar», disse.
Mas eu ficaria muito triste que nós não conseguíssemos executar este projeto. Porque ninguém vai ficar prejudicado e muita gente vai ficar beneficiada. Eu o que vos digo, eu sei que há pessoas que não gostam que eu fale assim, mas é verdade. Eu faço atendimentos e atendo pessoas que 99% dos temas é a habitação. Ainda na semana passada esteve lá um casal de jovens, com um filho e com outro que vem a caminho. E diziam, eu contei isto na sessão e aqui volto a dizer. E diziam, Sr. Presidente, nós estamos numa casa e estamos a ser despejados neste momento.
O senhorio precisa da casa. Estamos a pagar uma renda de 400 euros. Eu olhei para ele e disse, nós não temos solução para vocês. Infelizmente o município não tem casa disponível.
O dinheiro do PRR
Sem o dinheiro do PRR a câmara municipal não poderá comprar «casa absolutamente nenhuma, porque o município não se pode endividar»
O presidente diz-se «um bocado revoltado. É natural que fique, porque nós, este executivo, estas pessoas que estão aqui a dar a cara, e que dão a cara todos os dias de uma forma transparente, não querem mais do que resolver um problema grave que existe no nosso Conselho. Nós ficamos muito preocupados com o que acontece nos outros concelhos. Mas nós temos que nos preocupar é com o nosso concelho. E o problema da habitação é um problema grave».
Negou que as casas já estejam atribuídas, e revelou que existe um universo de 1181 famílias que estão identificadas na Estratégia Local de Habitação. «Querem acreditar que todas essas famílias vão degradar, o que quer que seja?» Deixou a pergunta no ar.
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Morte por violência doméstica em Espanha
Seis mortos por violência doméstica em 24 horas, em Espanha, em menos de 24 horas., onde, em um dos casos, o assassino desmembrou a ex-mulher e os dois filhos, colocando os corpos numa câmara frigorífica.
Os restantes crimes dizem respeito a um homem que estrangulou a namorada e a um outro que atirou sobre a companheira e a mãe desta, antes de se suicidar.
O Governo de Pedro Sanchez convocou uma comissão de crise para debater o problema. O crime que vitimou três pessoas ocorreu em Cuenca, quando um homem, condenado por violência doméstica e prestes a entrar na prisão, matou a mulher e os filhos – de oito e três anos.
A mulher encontrava-se num programa de acompanhamento de vítimas de violência doméstica, tendo sido colocada num grau de risco não elevado.
O jornal «El País» revela outro dos casos que ocorreu em Granada, após um homem disparar sobre a ex-namorada, de 20 anos, e a mãe desta, suicidando-se de seguida.
Em Málaga, um homem estrangulou a namorada e tentou matar-se. Em 2024, já morreram nove crianças por violência doméstica no país. É o maior número em 20 anos, a par de 2015.
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Água extrema no Alentejo
No Alentejo, fica aqui assinalado o fenómeno extremo, ocorrido em meia hora, quando, na aldeia de Brinches, Serpa, ocorreu a precipitação de 150 litros por metro quadrado, uma intensa «tromba de água» que provocou inundações em habitações e estradas e derrocadas de muros.
Na zona mais baixa de Brinches, houve inundações, como explicou o presidente do Município de Serpa, João Efigénio Palma, registando-se móveis e eletrodomésticos destruídos pela água.
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Bolsas artísticas solidárias em São Brás
No âmbito das políticas sociais, o município de S. Brás, tendo por base a valorização das artes enquanto veículo de inclusão e coesão social, lançou um novo programa: as «Bolsas Artísticas Solidárias» destinadas apoiar, a partir do próximo ano letivo 2024/2025, jovens oriundos de famílias mais vulneráveis no desenvolvimento da sua formação artística.
Ds artes visuais, a dança, o teatro, o cinema, a música entre outras áreas de formação cultural desenvolvidas por entidades locais e regionais, vão ser escolhidas as que promovam atividades não disponíveis no concelho, sendo as áreas abrangidas por estas bolsas.
As candidaturas abrem em setembro e podem ser apresentadas por jovens dos três aos 25 anos, residentes no concelho.
Anualmente, a Câmara Municipal lançará novo concurso, estabelecendo o número de bolsas a apoiar. O período de candidaturas será anunciado nos locais de informação pública e dos meios de divulgação do município. As candidaturas serão formalizadas no Centro de Apoio à Comunidade.
A iniciativa do Município de São Brás de Alportel conta com a parceria do grupo de beneficência Helping Hands Algarve que conjuntamente com o Rotary Club Estoi de Palace International estabeleceram um acordo para apoio anual a esta iniciativa, em sintonia com o seu trabalho solidário, firmado a 6 de junho, pelo presidente da Helping Hands Algarve, Richard Brice, na presença do presidente do Rotary Clube de Estoi de Palace International, Richard Thorpe.
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Lagoa compra Alagoas Brancas
A Câmara Municipal de Lagoa acaba de anunciar que celebrou ontem a escritura de compra dos terrenos das «Alagoas Brancas», adquirindo os terrenos à empresa Edifícios Atlântico, S.A., por um valor de 3 milhões e 670 mil euros.
No final do ano de 2023 a autarquia tinha celebrado um protocolo de colaboração com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), que lhe permitiu receber o montante doado pelo governo para a realização da compra dos terrenos.
Revela a autarquia que «O processo de negociação durou vários meses e foram inúmeras as diligências efetuadas pelo executivo permanente para que fosse possível chegar a um acordo de atendimento que permitiu que o ato de ontem fosse uma realidade».
Para além das diligências efetuadas pelo Município de Lagoa, o envolvimento do governo, à data das negociações, «foi determinante para o desfecho desta pasta de negociações», considera.
Os técnicos do Município de Lagoa já se encontram, a alguns meses, a trabalhar no projeto do Parque Natural que ali irá nascer, uma vez que ficou logo acordado no protocolo celebrado com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) que os terrenos a adquirir seriam para construir um Parque Natural.
Loteamento Alagoas Brancas
O loteamento das Alagoas Brancas é parte integrante do Plano de Urbanização da Cidade de Lagoa, que foi aprovado na reunião de Câmara de 6 de fevereiro de 2008.
Este plano «definido a zona sul da cidade de Lagoa como zona de expansão de atividades económicas e implantação de áreas industriais de usos múltiplos comerciais e de serviços, pelo que o promotor teve todos os direitos adquiridos para construir naquela zona de cidade».
Recordam que este loteamento e construção no mesmo fez nascer um movimento cívico, a que se juntaram algumas associações ambientalistas, que desde a primeira hora «contestaram a construção naquele local porque considerarem que lá existe uma riqueza natural que deverá ser preservada».
Felizmente, graças ao entendimento com o promotor, que abdicou de todos os seus direitos, foi possível ao Município de Lagoa chegar a um acordo que permitiu comprar os terrenos e preservar aquela zona da cidade, onde já em 2021 o atual Executivo passou a classificar aquela zona, através do PDM, como solo rural, para que jamais fosse possível construir no local.
Luís Encarnação, presidente da câmara municipal classifica este momento como «de enorme satisfação para mim e para o meu executivo, uma vez que conseguimos resolver um problema que herdamos e que já se arrastava há muitos anos».
Entende que Lagoa ficou a ganhar porque «conseguimos cumprir com aquilo para o qual sempre estive disponível que era resolver a situação sem nunca hipotecar o futuro de Lagoa e dos Lagoenses».
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PCP contra o fim da pediatria em Portimão
No Hospital de Portimão, dizem os comunistas, a falta recorrente de médicos pediatras tem causado sérias preocupações entre a população há bastante tempo. Esta carência pode resultar no desmantelamento e encerramento dos serviços de Pediatria, incluindo internamento e urgência, afetando também os serviços de Obstetrícia e o Bloco de Partos, segundo opinam.
Recentemente, relatam, um episódio durou vários dias, incluindo um fim de semana, deixando o Hospital de Portimão sem pediatras, afetando a Urgência Pediátrica, o internamento de Pediatria, o Bloco de Partos e o serviço de Obstetrícia, que, embora não tenham fechado, operaram sem o suporte de um médico especialista em pediatria.
Essa situação, mais uma vez, levou à transferência preventiva de grávidas, bebês e crianças para Faro, uma medida habitual que causa transtornos significativos, especialmente no que diz respeito ao deslocamento de pais e filhos por longas distâncias.
O Secretariado da DORAL do PCP alerta para a iminente possibilidade de extinção do Departamento de Pediatria de Portimão, com a consequente centralização num único Departamento Regional em Faro, impactando todos os serviços pediátricos, como a Urgência, o Internamento e a Maternidade do Hospital de Portimão.
Classifica a situação como intolerável e sublinha o desequilíbrio regional que isso implica, porque representa uma sobrecarga adicional para o Hospital de Faro.
Daí vão resultar longas esperas, custos significativos de deslocação ou aumento na utilização de ambulâncias, num contexto onde este serviço já enfrenta dificuldades crescentes, particularmente o transporte inter-hospitalar devido à falta de profissionais.
Um exemplo específico e preocupante que assinalam é a inoperância do Transporte Inter-hospitalar Pediátrico devido a restrições na formação de equipas.
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Casa comprada por jovens isenta de IMT e de IS
O Governo declarou na terça-feira, 25 de junho de 2024, que aprovou um decreto-lei isentando de IMT, Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis, e de IS Imposto de Selo, a aquisição da primeira casa própria e permanente por jovens até 35 anos.
Após autorização da Assembleia da República, o Conselho de Ministros aprovou na terça-feira uma isenção parcial para valores acima de 316 mil euros e até 633 mil euros para jovens na compra da primeira casa.
A medida, efetiva a partir de 1 de agosto, «inclui um mecanismo compensatório para os municípios para mitigar a perda de receita fiscal», segundo o governo.
A isenção aplica-se à primeira compra de imóvel exclusivamente para habitação própria e permanente, exigindo que os jovens compradores não possuam nenhum imóvel habitacional na data da compra ou em qualquer momento nos três anos anteriores, e que não sejam considerados dependentes para efeitos de IRS.
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Triatlo Sprint estreia em Tavira
No próximo domingo, 30 de junho às 10:30 horas, começa o 1.º Triatlo Sprint Cidade de Tavira, cuja primeira edição inclui bicicleta de estrada, em alternativa ao cross, com bicicletas de BTT, de forma a abranger um conjunto de aficionados com preferência por este tipo de prova.A prova tem o seu local de concentração entre o jardim do coreto e a Praça da República, espaço que se encontrará decorado pelo Dia da Cidade e festejos dos Santos Populares, dando assim um colorido adicional ao evento.
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Chineses com fábrica de automóveis na Europa
O construtor automóvel chinês Changan pretende abrir uma subsidiária na Europa com a qual tenciona vender vender 300 mil carros até ao ano de 2030, segundo a imprensa chinesa citada pela agência Lusa.
De acordo com documentos para os investidores, citados pelo portal de notícias económicas Yicai, a Changan vai lançar as suas marcas elétricas Deepal, Changan Qiyuan e Avatr na Europa este ano.A empresa está sediada em Chongqing, no centro da China, tendo iniciado, no ano passado, uma estratégia global para desenvolver o seu negócio internacional e construir fábricas no estrangeiro.
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Lei do restauro da Natureza
Diversas ONG subscreveram um comunicado sobre o Conselho do Ambiente da União Europeia (UE) que fechou o acordo sobre a lei Lei de Restauro da Natureza, com voto positivo de Portugal.
Os Estados-Membros cumpriram os seus compromissos e, com uma maioria de 20 países, representando 66,07% da população, a lei foi oficialmente aprovada, com a Ministra do Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler a intervir no último minuto, alterando a anterior posição do país e salvaguardando a lei.
Portugal «manteve-se do lado certo da história, com a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, a votar a favor da Lei de Restauro da Natureza e mantendo a posição que Portugal já tinha, anteriormente, assumido», anotam as ONG.
A votação, sublinhas, «é uma vitória maciça para a natureza da Europa e para os cidadãos que há muito apelam a uma ação imediata para combater o declínio alarmante da natureza».E esclarecem: «Depois de anos de intensa campanha e de muitos altos e baixos, estamos radiantes com o facto de esta lei ser agora uma realidade — este dia ficará na história como um ponto de viragem para a natureza e a sociedade».
Dizem que, a partir de agora é necesário que «todos ponham mãos à obra: os Estados-Membros devem aplicar corretamente e sem demora esta legislação nos seus países, em estreita colaboração com todas as partes interessadas.
No fim de contas, a natureza pode recuperar, para bem do nosso clima, da biodiversidade e das pessoas!», afirma a coligação #RestoreNature, constituída pela BirdLife Europe, ClientEarth, EEB e WWF EU, cujos membros em Portugal juntaram esforços com outras organizações de defesa do ambiente nacionais para se baterem pela Lei de Restauro da Natureza.
No fim de contas, a lei enfrentou um dos percursos mais tumultuosos da história da legislação da UE, dizem os signatários. «Depois de sobreviver a uma campanha de desinformação absurda e sem precedentes, com o objetivo de destruir a Lei de Restauro da Natureza no Parlamento Europeu, enfrentou o risco de ser rejeitada na última etapa no Conselho Europeu de Ministros do Ambiente. No final, porém, o apoio à lei acabou por prevalecer».
Trata-se de um resultado oportuno para apresentar na próxima Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (COP16), a realizar no final deste ano, mostrando que a Europa está disposta a assumir a liderança na resolução das crises climática e da biodiversidade, assumindo os seus compromissos globais.É também uma mensagem muito clara para o novo Parlamento e a nova Comissão da UE, para que não se esqueçam de manter a biodiversidade na primeira linha da sua agenda.
Este resultado surgiu na sequência de uma mobilização pública maciça, dizem os signatários. Ao longo dos últimos anos, mais de um milhão de assinaturas e mensagens de cidadãos, apelos repetidos de mais de 6000 cientistas, mais de 100 empresas, organizações de juventude e da sociedade civil de vários sectores foram feitos para defender esta lei e a integridade do Pacto Ecológico Europeu.
A lei não é apenas «uma grande mais-valia não só para a natureza, mas também para a agricultura sustentável, que deve ser mais apoiada através também da Política Agrícola Comum, e para o desenvolvimento das regiões desfavorecidas do interior do país, através da criação de novas atividades económicas de empregos verdes».
As 31 organizações de ambiente e movimentos de cidadãos que apoiaram e acompanharam a campanha #RestoreNature em Portugal estão a congratular-se com este marco histórico, e estendem um agradecimento a «todos os que contribuíram para este resultado e o tornaram possível».Subscrevem este xomunicado as ONGA e os movimentos ADPM; AEPGA; Agrobio; ALAMBI; Aldeia; Almargem; ANP|WWF; A Rocha; Campo Aberto; CEENTAA; CPADA; Dunas Livres; FAPAS; GEC; GEOTA; Íris; Juntos pelo Sudoeste; LPN; MovRioDouro; OIKOS; OMA; Palombar; PolliNET; ProTejo; PTF; Quercus; Sciaena; SPEA; SPECO; TAGIS; ZERO
Fonte: ANP|WWF
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In Loco debate desenvolvimento local
A assembleia de parceiros do Grupo de Ação Local “Algarve Central 2030” reuniu no passado dia 25 de junho, na sede da Associação In Loco, com o objetivo de aprovar o Plano de Implementação da Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) para o território.
A assembleia foi precedida de uma reunião de trabalho, realizado no dia 17 onde se debateram as prioridades da EDL face às medidas do PEPAC abrangidas pelo plano.
O plano visa tormar-se um instrumento de programação para implementar a estratégia aprovada para o território no âmbito do Desenvolvimento Local de Base Comunitária.
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Gerador substituído por cabo em Cabanas
A E-REDES conclui construção de troço de alimentação de energia da ilha de Cabanas, o que se traduz em um benefício das infraestruturas existentes.
Investimento rondou os 120 mil euros e visa garantir energia à ilha, substituindo o atual gerador em funcionamento permanente diário. -

Verde Lago vai ter hotel
Representa um investimento de 53 milhões de euros, fortalecendo a posição de Castro Marim e contribuindo para a criação de emprego e para a melhoria da oferta turística do Sotavento Algarvio, dentro de três anos, no mês de Maio.
O empreendimento Verdelago, com uma área total de 86 hectares, dos quais 70 são áreas verdes, com acesso direto à praia e um quilômetro de frente marítima, representa um investimento total de cerca de 300 milhões de euros, com 120 milhões já executados desde 2021.
A integração harmoniosa da nova unidade hoteleira na paisagem foi uma das prioridades do ateliê de arquitetura Saraiva & Associados, com o paisagismo de Hipólito Raposo, na concepção do projeto.

Pelo passadiço do Verde Lago No âmbito da missão de articulação territorial e políticas públicas essenciais para o desenvolvimento regional e o acompanhamento dos Municípios, o Conselho Diretivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., esteve presente na cerimônia.
Também assistiram ao lançamento da primeira predra o Turismo do Algarve, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), acompanhou o Executivo Municipal de Castro Marim.
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Bombeiros reconhecem acessos
A instrução da equipa de combate a incêndios (ECIN) foi dedicada ao reconhecimento de acessos, bem como o estado dis caminhos e acessos à Mata Nacional de Vila Real de Santo António e Monte Gordo, além de disso estas instruções reforçam a presença no espaço florestal, servindo de elemento dissuasor.
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Tavira mais neutra no clima
O projeto “Tavira + Neutra”, vencedor do concurso “Iniciativa de Participação Climática”, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, decidiu envolver a comunidade na elaboração do Plano Municipal de Ação Climática.
Este plano pretende que dar corpo à ”estratégia de adaptação às alterações climáticas e de mitigação das emissões de gases com efeito de estufa, assegurando o necessário alinhamento com os instrumentos de política nacional e os compromissos de Portugal a nível internacional”.
Tavira, quer assumir um compromisso, a nível local, com o esforço global de limitar o aquecimento do planeta a 1,5˚ C, o limite considerado seguro pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas.
No dia 13 de julho de 2024, pelas 10h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, decorre mais uma sessão participativa aberta à comunidade.
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Julien Assenge em liberdade
Julian Assange está em liberdade, fez saber o WikiLeaks através da sua conta de Twitter (X) no dia de ontem.
O jornalista australiano, perseguido por ter revelado notícias incómodas para os interesses norte-americanos, deixou a prisão de máxima segurança de Belmarsh, depois de ter lá ter passado 1901 dias.
«O Supremo Tribunal de Londres concedeu-lhe a liberdade sob fiança e foi libertado no aeroporto de Stansted durante a tarde, onde embarcou num avião e partiu do Reino Unido», acrescentou o comunicado divulgado na rede social.
Para o organismo que se tornou conhecido pela maior divulgação de documentos classificados dos EUA – mais de 700 mil documentos sobre actividades militares e diplomáticas norte-americanas, nos quais se expunham alegados crimes de guerra no Iraque e no Afeganistão –, esta libertação só foi possível graças à campanha internacional de solidariedade em torno de Julian Assange, que «abarcou organizações de base, defensores da liberdade de imprensa, deputados e dirigentes de todo espectro político, até chegar às Nações Unidas».Julian Assange, que faz 53 anos no próximo dia 3 de Julho, enfrentava agora um processo de extradição para os Estados Unidos e uma pena até 175 anos de cadeia, ao abrigo de uma lei que foi aprovada em 1917.