No próximo dia 29 de setembro de 2024 a partir das 09:45 horas, está de volta o Duatlo Cross do Azinhal, concelho de Castro Marim.
A concentração está marcada para o Largo da Junta de Freguesia de Azinhal e a competição, integra o Campeonato Regional de Triatlo e Duatlo do Algarve e Baixo Alentejo.
A organização é conjunta do Grupo Desportivo e Recreativo Cultural, do Leões do Sul FC e do Município de Castro Marim, com o apoio da Junta de Freguesia de Azinhal e da Associação BTT Baixo Guadiana.
O Duatlo do Azinhal é uma prova aberta a atletas com mais de 16 anos, nacionais e estrangeiros, federados e não-federados e estafetas masculinas, femininas e mistas.
Este Duatlo Cross do Azinhal, pontua para o Campeonato Absoluto do Algarve e Baixo Alentejo, Campeonato Individual de Duatlo, com apuramento dos Campeões Regionais da modalidade.
As inscrições encontram-se abertas no site da Federação de Triatlo, onde pode ser consultado o respetivo regulamento da prova.
Portugal teve uma contribuição líquida de 195 milhões de euros, ficando em nono lugar de uma tabela liderada pela França (1.564 milhões de euros) e a Alemanha (1.423), com a Itália em terceiro (855 milhões).
A taxa sobre plásticos originou 7,2 mil milhões de euros de receitas para o orçamento da UE em 2023, quantificou o Tribunal de Contas Europeu (TCE), alertando para problemas com os dados sobre este recurso próprio.
Num relatório da auditoria ao recurso próprio introduzido em 2021, o TCE destaca que a Comissão Europeia deve assinalar riscos que afetam a qualidade dos dados e definir um calendário para resolver as dificuldades que impedem cada país de estimar os resíduos gerados.
Deve utilizar os dois métodos, o da abordagem baseada nas embalagens colocadas no mercado e na baseada na análise dos resíduos.
Em 2023, as receitas do recurso próprio baseado nos plásticos ascenderam a 7,2 mil milhões de euros, o que corresponde a 4,0% das receitas totais da UE.
O projeto Zimbral for LIFE, financiado pelo Programa LIFE da União Europeia, tem como principal objetivo melhorar o estado de conservação dos zimbrais, um habitat prioritário para a biodiversidade em Portugal.
A sessão contou com a participação de Celeste Sousa, diretora do CFAE Levante Algarvio, Álvaro Araújo, presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, representantes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), além de Carlos Pinto Gomes, da Universidade de Évora.
Os zimbrais são fundamentais para a proteção das dunas costeiras e para a fauna local. Porém, encontram-se ameaçados pela urbanização e espécies invasoras.
Como parte da iniciativa, foi realizada uma visita de campo à Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António, onde os participantes puderam observar diretamente o habitat dos zimbrais.
A visita foi guiada por especialistas da Universidade de Évora e do ICNF, tendo permitido uma experiência educativa única sobre a importância ecológica dos zimbrais e a respetiva preservação.
O evento destacou a necessidade urgente de sensibilizar a comunidade, especialmente as gerações mais jovens, sobre a importância da conservação ambiental e da proteção dos habitats naturais.
As entidades promotoras desta ação foram o CFAE Levante Algarvio e a Universidade de Évora, através do projeto Zimbral for LIFE. O público-alvo incluiu professores do ensino básico e secundário, educadores de infância, assim como técnicos de entidades ligadas ao ambiente.
Uma colisão entre dois veículos ligeiros ocorreu no sítio do Beco, Vila Nova de Cacela.
O trânsito esteve cortado para que o helicóptero do INEM pudesse a aterrar e transportar os feridos para o hospital de Portimão, segundo informou a Arenilha TV.
O acidente ocorreu entre dois ligeiros, na estrada nacional 125, no passado dia 20 de setembro, tento participado no socorro e assistência, no local, dezanove operacionais auxiliados por seis viaturas e um meio aéreo
No próximo sábado dia 28 de setembro pelas 18:00 horas, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas é apresentado o livro de fotografia LONGLINESS do fotógrafo Luís Ramos.
A obra será a apresentada por Vitor Cardeira, apresentando um conjunto fotografias feitas entre dezembro de 2020 em março de 2021, «tempo em que nos deparámos com vários períodos de confinamento, privados da liberdade de escolha e de movimentos».
As ruas, as cidades e os locais públicos, tornaram-se espaços sem vida.
Há um relatório publicado por um grupo de trabalho da Organização das Nações Unidas que é classificado como surpreendente e muito claro sobre o potencial que a tecnologia da inteligência artificial supõe como risco para a Humanidade.
Dizem os especialistas que a inteligência artificial, uma ferramenta da qual se for feito bom uso, tem aplicações benéficas mas, se for utilizada por o mal, pode ser destrutiva, inclusivamente para os sistemas políticos e para as sociedades, no seu conjunto.
Em função destas conclusões, o relatório aponta expressamente para a criação de uma agência internacional e afirma a necessidade de uma Governança Global.
O Município de Castro Marim ofereceu a todos os alunos do primeiro ciclo do agrupamento de escolas os livros de fichas das disciplinas de português, matemática, estudo do meio e inglês, anunciou-te a autarquia.
Em comunicado, a autarquia dá nota de a medida se destina a amenizar os «elevados em cargos financeiros que o início antes de falar apresenta plus encarregados de educação em família e adianta que representam combate à explosão ou prover igualdade não sei escolar e eu também não complemento à medida de oferecermos mas não é de chocolate são 300 os alunos.
As fichas ficam con pessoas e foram as entregues às turmas das escolas de Castro Marim.
A partir de dia 18, tem início uma greve nacional dos profissionais de saúde que dura em dois dias. Será marcada por uma manifestação de médicos, no primeiro dia, e por uma concentração de enfermeiros, no segundo, ambas frente do ministério da Saúde em Lisboa.
Para o presidente dos sindicatos portugueses José Carlos Martins e da Federação Nacional dos Médicos, Redondo Sá as razões que levaram a marcar a paralização têm a ver com administração do descontentamento que existe na área.
O Processo de vacinação funciona melhor quando está centrado nos Centros de Saúde em vez de nas farmácias, é o que diz a Associação de Unidades de Saúde Familiar.
A opinião da USF-AN é baseada na época anterior, de onde os dados estatísticos demonstram que a centralização da vacinação nas farmácias, numa fase inicial não foi muito positiva.
O projeto, encontra-se em risco, uma vez que a obra precisa de estar concluída até 2026 para que possa ser garantido o financiamento, ao abrigo no Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal, PRR.
Notícias anteriores indicam que a burocracia tem sido em fator significativo no atraso da resposta espanhola ao início das obras desta ponte como já demos nota nas nossas páginas.
O apresentou as suas preocupações de que a obra ainda depende de acordo sobre as ligações rodoviárias em território espanhol.
Segundo conseguimos apurar, o projeto inclui a criação de novas infraestrutura rodoviárias que vão ligar a ponte às estradas existentes em ambos os lados da fronteira, sendo realizadas as respetivas obras de acesso.
O início
Foi no dia 8 de setembro de 2021 que a ministra da coesão territorial Ana Abrunhosa participou na assinatura do contrato financiamento da ponte entre Alcoutim e São Lucas de Guadiana, no mesmo dia em que foi assinada a escritura sobre a ponte do rio Sever.
O acordos somavam 18 milhões de euros e os projetos deveriam ser com realizados pelas câmara Municipais de Alcoutim e Nisa com a intermediação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e do Alentejo, em ligação à estrutura da missão recuperar Portugal.
Estas ligações entre o Algarve Andaluzia destinam-se a dar um novo impulso ao trabalho desenvolvido no âmbito da EuroregiãoAAA, que inclui também o Alentejo e ocupa 21% da superfície da Península Ibérica.
Espera-se que a conclusão desse projeto que se melhora qualidade de vida da população e se a segurança rodoviárias portuguesas espanhola, reduzindo cerca de 70 km a ligação entre Alcoutim e São Lucas de Guadiana
O início do processo remonta à na 21ª Cimeira Ibérica, encontro anual entre os governos de Espanha e Portugal ao mais alto nível que decorreu em 28 de outubro de 2021.
Foi durante uma ação de vigilância na zona da Cacela Velha, que os elementos do Projeto SeaWatch detectaram três banhistas a precisar de auxílio, em dificuldades na água, após terem sido arrastadas pela forte corrente que se fazia sentir na ria Formosa.
As vítimas foram prontamente resgatadas elementos do Projeto SeaWatch, tendo sido transportadas para terra, encontrando-se bem fisicamente e sem necessidade assistência médica.
A Autoridade Marítima Nacional reforça o não aconselhamento da atividade balnear na zona da barra da Cacela Velha pelos perigos que a mesma representa.
A empresa agradeceu publicamente «esta honrosa distinção, que nos enche de orgulho e nos responsabiliza ainda mais!»
Promete continuar no percurso que desde o início trilhou com grande apego, com grande amor à terra, às «nossas coisas, a nossa gente, nas sempre repetidas palavras de Rafael Correia, na partilha da pertença, no desejo de dar vida, de trazer desenvolvimento, de repovoar este digno lugar, esta terra que os anos foram abandonando…».
A empresa tem por objetivo a produção de enchidos, presuntos e derivados de porco preto, nascido e criado em liberdade no monte do Zambujal.
O Festival é promovido pela Entidade Regional de Turismo ao Alentejo e Ribatejo, tendo por objetivo dinamizar a plenitude da rede de percursos pedestres, reforçando a região enquanto Destino de Caminhadas.
Nos primeiros dias do Festival, realiza-se a «Conferência de Turismo de Passeios Pedestres», Montemor-o-Novo – 10 outubro, a organização de um Percurso Pedestres Promocional de grande participação, Arraiolos – 12 de outubro, e ainda um passeio pedestre em Cabrela – 13 de outubro) sob a temática Turismo Literário.
No fim de semana seguinte, nos dias 19 e 20 de outubro, acontece a iniciativa «TODO O ALENTEJO A CAMINHAR» com a organização de caminhadas em simultâneo, por todos os municípios do Alentejo.
Com este novo Festival, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, pretende dinamizar e promover o Turismo de Caminhada no Alentejo através da valorização dos percursos pedestres da região.
O objetivo é incentivar a descoberta da «rica biodiversidade, cultura e património da região, e proporcionando experiências de bem-estar e conexão com a natureza para os participantes».
O Comando Territorial de Leiria, através do Posto Territorial de Pombal, deteve no dia 15 de setembro, um homem de 75 anos, por ter provocado um incêndio florestal, na localidade de Casal d’Além, concelho de Pombal.
Na sequência de alerta a dar conta de um foco de incêndio, os militares da Guarda deslocaram-se para o local onde apuraram que teve origem numa queima de amontoados de sobrantes agrícolas, que se descontrolou, tendo consumido uma área total de 100 m2 de mato/floresta.
No decorrer das diligências policiais, o autor foi localizado, detido e constituído arguido. Os foram factos comunicados ao Tribunal Judicial de Pombal.
A GNR continua a assumir como uma das prioridades a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, sustentada numa atuação preventiva e esforço de patrulhamento nas áreas florestais.
A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção ambiental e dos animais.
Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.
A Rota Serrana de Auto Caravanismo é uma estratégia para «criar um novo destino turístico no interior do Algarve, atraindo para este território rural auto caravanistas de todo o mundo interessados em descobrir as paisagens, as comunidades, o património, a gastronomia e o artesanato únicos e genuínos».
Alcoutim, São Brás de Alportel, Ameixial, Salir, São Marcos da Serra, Alferce e Marmelete, bem como Cachopo, que ainda não tem ASA mas é uma Aldeia Amiga do Autocaravanismo) compõem, neste momento a Rota Serrana.
Muitas outras localizações apenas aguardam as condições adequadas para integrarem esta rede e contribuírem para reforçar a capacidade de atração do mundo rural, de forma equilibrada e sustentável, acrescenta a IN-LOCO.
A ASA de Salir abriu em regime aberto, bastando contactar a entidade responsável, a Junta de Freguesia de Salir, para desfrutar, com qualidade e todas as condições, de momentos de grande intimidade com uma região território rural algarvio que fica no coração do aspirante a Geoparque Algarvensis.
Foi o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) que intervindo nas Comemorações do Dia do Município de Alcoutim,. fez o ponto de situação do processo de construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana.
E assumiu que, caso dependesse apenas das entidades e instâncias regionais previstas na Convenção de Valença de 2002 – CCDR ALGARVE e JUNTA DE ANDALUZIA, o concurso para a obra já tinha avançado.
José Apolinário destacou o empenho do Governo Português e agradeceu ao alcaide de Sanlúcar de Guadiana o apoio para o avanço da obra.
Disse também que Portugal inscreveu no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) aquela ponte sobre o rio Guadiana, que se encontra batizada como Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana e tem financiamento assegurado.
A ponte tem o apoio do atual Governo da República, como teve do anterior Governo e consta das conclusões da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriça (ECDT), de várias Cimeiras bilaterais entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha.
Foi tema expressamente abordado pelo Primeiro-Ministro Luis Montenegro na sua primeira reunião oficial com o Presidente do Governo do Reino de Espanha Pedro Sanchéz.
Tem mobilizado os esforços do Governo, em particular os Ministros da Coesão Territorial, dos Negócios Estrangeiros, das Infraestruturas, do Ambiente e Ação Climática, da Embaixada de Portugal em Madrid, da Cônsul de Portugal em Sevilha, no sentido de superar as dificuldades institucionais e a eventual necessidade de financiamento dos acessos do lado de Espanha.
Há porém uma preocupação, pois «Ultrapassar todos os obstáculos que ainda subsistem pode não ser compatível com os prazos de execução do PRR, mas esta é uma obra que tem de ser executada».
O Município de Alcoutim tem o projeto de execução concluído e pronto a lançar empreitada, estimando um investimento de 13 Milhões de Euros, porventura um pouco mais em resultado do aumento de custos de obras públicas e esta é uma obra que terá de se executar.
Por enquanto só se atravessa de barco, ponte pedonal ou funicular.
O eucalipto, que alimenta as grandes indústrias de celulose no centro do país, é frequentemente citado como a principal causa dos incêndios em Portugal, sendo incompatível com o clima local.
Tem sido inúmeros os alertas sobre os perigos da proliferação dos eucaliptos, pouco tem sido feito para mitigar o risco. O maior incêndio do ano, antes destes, ocorreu na Madeira, onde centenas de hectares de eucaliptos foram consumidos pelas chamas.
Nos últimos anos, os incêndios florestais em Portugal têm apresentado um aumento significativo em frequência e intensidade, o que levanta preocupações sobre a gestão do território e as condições climáticas na região. De acordo com dados do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), nos últimos cinco anos, houve um registro alarmante de incidentes, com cerca de 13.000 hectares queimados apenas em 2022. Esta situação tem gerado sérios danos ao meio ambiente, à biodiversidade e à economia local, especialmente em áreas do interior do país, onde a vegetação é mais densa e suscetível ao fogo.
Os fatores que contribuem para a incidência de incêndios florestais em Portugal são variados. A mudança climática tem intensificado as temperaturas extremas e reduzido a umidade do ar, criando um ambiente propício para o alastramento das chamas. Além disso, a gestão inadequada do território, marcada pelo abandono de terrenos agrícolas e florestais, resulta no acúmulo de biomassa, que serve como combustível para os incêndios. Regiões como a Beira Alta e o Minho têm sido particularmente afetadas, com suas florestas densas e uma biodiversidade rica, mas vulnerável a esses eventos devastadores.
Estudos recentes também indicam que a falta de investimento em infraestrutura e na prevenção de incêndios tem exacerbado a situação. A escassez de recursos para a manutenção de caminhos e acessos nas áreas florestais dificulta o combate aos incêndios, além de aumentar o risco de grandes incêndios devido à dificuldade em controlar o fogo rapidamente. As florestas de pinheiro e eucalipto, predominantemente presentes no interior de Portugal, são espécies altamente inflamáveis e, quando combinadas com as condições climáticas adversas, criam um cenário alarmante para os ecossistemas e as comunidades locais.
Estratégias de prevenção e preparação
O combate aos incêndios no interior de Portugal tem se beneficiado de um conjunto diversificado de estratégias de prevenção e preparação. Uma das abordagens mais eficazes envolve a implementação de programas de sensibilização que buscam informar a população sobre a importância das práticas adequadas de manejo de florestas e da minimização de riscos. Esses programas frequentemente oferecem workshops e materiais informativos, permitindo que os cidadãos compreendam melhor como atuar proativamente em caso de incêndios e a relevância das práticas preventivas.
A limpeza regular das florestas é outra estratégia fundamental na mitigação do risco de incêndios. A acumulação de material combustível, como folhas secas e galhos, cria um cenário propenso para o início e a rápida propagação de incêndios. Portanto, ações como o desbaste e a remoção de resíduos florestais são promovidas em várias comunidades. Além disso, a prática de queimadas controladas se apresenta como uma técnica eficaz, quando realizada sob condições adequadas e com monitoramento, ajudando a reduzir a carga de combustível nas florestas e, consequentemente, o potencial de incêndios descontrolados.
Outro aspecto crucial da prevenção é a colaboração entre diferentes entidades. Associações de bombeiros, Organizações Não Governamentais (ONGs) e a comunidade local desempenham papéis vitais nesse esforço. A troca de informações e recursos entre essas partes garante uma resposta coordenada e eficiente em caso de emergência. Finalmente, a formação e capacitação de voluntários são indispensáveis, fornecendo a esses indivíduos as habilidades necessárias para atuar em situações de incêndio. Essa preparação não apenas fortalece a rede de apoio durante emergências, mas também estimula a resiliência da comunidade frente aos desafios que os incêndios florestais podem trazer.
Tecnologia e inovação no combate aos incêndios
A crescente ameaça de incêndios florestais em Portugal tem impulsionado o investimento em tecnologias inovadoras que visam aprimorar as estratégias de combate e prevenção. Uma das ferramentas mais promissoras é o uso de drones, que oferecem uma visão aérea detalhada das áreas afetadas. Equipados com câmeras de alta resolução e sensores térmicos, esses dispositivos permitem a detecção precoce de focos de incêndio, possibilitando uma resposta mais rápida por parte das equipes de emergência.
Além dos drones, imagens de satélite desempenham um papel crucial no monitoramento das condições climáticas e na identificação de áreas propensas a incêndios. Essas imagens são utilizadas para analisar a vegetação, a umidade do solo e outros fatores que podem influenciar o surgimento de focos. Essa abordagem baseada em dados permite que as autoridades planejem ações preventivas, otimizando o uso de recursos e minimizando riscos.
Sistemas de monitoramento em tempo real também têm se mostrado essenciais no combate aos incêndios. Com o uso de sensores e redes de comunicação, é possível acompanhar a evolução das chamas e as condições meteorológicas, garantindo uma coordenação mais eficaz das operações de combate. Essas inovações possibilitam um uso mais direcionado de recursos, como equipes de combate e equipamentos, aumentando a eficácia no controle das chamas.
As novas técnicas de combate, como o uso de retardantes e outros produtos químicos, apresentam vantagens adicionais em relação aos métodos tradicionais. Os retardantes criam uma barreira que impede a propagação do fogo, sendo utilizados para proteger áreas vulneráveis. A aplicação dessas tecnologias e metodologias inovadoras não apenas melhora a capacidade de resposta, mas também redefine as práticas de combate, contribuindo para um futuro mais seguro em relação aos incêndios florestais em Portugal.
Desafios e oportunidades futuras
O combate aos incêndios no interior de Portugal ainda enfrenta uma série de desafios significativos. Entre esses, destacam-se as limitações financeiras que impactam diretamente a capacidade de resposta e a implementação de medidas preventivas. Muitas vezes, os investimentos em tecnologias de monitoramento e em formação especializada para equipes de combate são insuficientes, resultando em uma resposta que pode ser lenta e ineficaz. Além disso, a falta de infraestrutura adequada em áreas rurais e de difícil acesso torna o combate aos incêndios mais complicado, exacerbando as consequências de um evento já devastador.
Com relação às oportunidades futuras, é imperativo considerar a implementação de políticas públicas que incentivem investimentos em um sistema de gestão de incêndios mais resiliente. Uma abordagem integrada, que envolva as comunidades locais, instituições de ensino e órgãos governamentais, pode promover uma maior conscientização sobre o cuidado com as florestas e a utilização de práticas de manejo sustentável. Por exemplo, programas de reabilitação de áreas afetadas por incêndios e a criação de corredores ecológicos podem contribuir para a mitigação dos riscos.
Além disso, a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias, como drones para monitoramento aéreo e sistemas de alerta precoce, podem ser oportunidades valiosas para fortalecer a resposta a eventos de incêndios. A promoção de parcerias público-privadas também se revela uma estratégia eficaz, pois pode unir esforços e recursos de diferentes setores na luta contra este problema. Essas iniciativas são cruciais para que o sistema de gestão de incêndios se torne não apenas mais eficaz, mas também mais sustentável no longo prazo.
Conseguir uma consulta presencial com o médico de família em Huelva não foi uma tarefa fácil durante a pandemia de coronavírus.
Nem o é quatro anos e meio depois, de acordo com os dados de sexta-feira, 13 de setembro, compilados pela UGT e também confirmados por pelo jornal Huelva Información.
O número médio de dias que um utilizador de um centro de saúde da capital de Huelva tem que esperar por uma consulta presencial solicitada no ClicSalud é de duas semanas, ultrapassando 14 dias em alguns dos centros.
É um fato que obriga os pacientes a fazer fila a partir das 7:00 horas nos centros de saúde para tentar conseguir uma das consultas marcadas para o dia, o que nem sempre é garantido de madrugada, como afirma o secretário-geral da União Provincial de Saúde e Setores Sócio-sanitários do CCOO de Huelva, Juan José Rodríguez.
O Plano de reestruturação destinado a reduzir os custos operacionais da Santa Casa da Misericórdia em 15%, será executado com a venda de património, a redução das rendas pagas, cortes no pessoal e introdução de novos jogos.
Este plano destina-se a enfrentar a queda nas receitas e o aumento dos custos, tendo sido aprovado pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho.
As medidas vão ser aplicadas até 2027, com o objetivo de reverter a crise da instituição.
A Alemanha ativou o fecho das suas fronteiras com os nove países vizinhos, na segunda-feira, numa decisão sem precedentes e que, eventualmente colocará à prova a unidade de União Europeia, segundo os especialistas.
A medida é considerada um golpe importante no princípio fundamental da livre circulação na União Europeia, também por estabelecer um precedente para qualquer outro Estado-Membro.
Visa diretamente quer redução da imigração irregular e os países abrangidos são a Áustria, a Polónia, a República Checa, a Suíça, a França, o Luxemburgo, a Bélgica, os Países Baixos e a Dinamarca.
A medida foi tomada ao abrigo das regras do Espaço Schengen, que prevêem a adoção de restrições temporárias nas suas fronteiras por uma série de razões específicas.