AS barragens espanholas diminuíram durante a passada semana em 10,32 h3 de água, para 3,691,38 hm3, mesmo tendo em conta toda a água que caiu, no país vizinho, sobre a Bacia do Guadiana.
Segundo Sira Guadiana, o total armazenado representa 38,87% da capacidade das barragens espanholas, ainda 6,9 % menos que a média dos últimos dez anos.
A expetativa é alta, uma vez que se encontram em agenda questões muito prementes sobre a distribuição da água retida nos rios e ribeiras pelos dois países e a viabilidade da Ponte Alcoutim-San Lúcar de Guadiana e a assinatura de diversos instrumentos jurídicos bilaterais.
Aa Ambifaro- Gestão de Equipamentos Municipais, está a realizar a Feira de Santa Iria no Largo de São Francisco, Faro, este ano prolongada por mais um dia até 27 de Outubro de 2024.
Um ar retroativo para um recuo no tempo, a lembrar a longa história da Feira de Faro, as novidades e a diversão e, naturalmente, os «comes e bebes».
Segundo uma reportagem de Beatriz Maio, de 9 de outubo, estas estão a fazer jus ao que o país tem de melhor e também neste nicho, o Algarve não é exceção.
Revela que, em Lagos, se produz a Cerveja Vicentina, um fruto da paixão de Catarina de Lencastre pela costa algarvia e pelo fabrico desta bebida.
Além desta, há ainda a A Golden Ale é a cerveja mais leve, ideal para quem não está familiarizado com a cultura da cerveja artesanal e perfeita tanto para um momento de diversão e convívio como de lazer num ambiente mais relaxado e a IPA (India pale ale) é a mais conhecida, destacando-se pela frescura do lúpulo, uma planta que confere um sabor amargo e floral à bebida. Como tal, é particularmente destinada a apreciadores de cerveja artesanal.
Veja a reportagem em <https://www.barlavento.pt/cerveja-vicentina-enaltece-producao-local-em-lagos/
Os concursos públicos agora renovados destinam-se à execução de um Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura; requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim: reparação do Caminho Municipal entre Cabacinhos e o limite do concelho de Tavira; e a requalificação do parque de estacionamento da urbanização Bela Praia, em Altura.
O novo Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura, segundo a câmara municipal, terá uma extensão de 384 metros, com caixas de visita e ramais domiciliários desde a Rua do Regato até à Estação Elevatória, localizada na Avenida 24 de Junho.
A primeira fase da requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim vai decorrer no setor nascente, com a execução de infraestruturas de abastecimento de água, drenagem de águas residuais e pluviais, de eletricidade e de telecomunicações e requalificação de pavimentos.
O Mendes Bota, destacou-se no passado na política algarvia, como presidente da câmara municipal de Loule e como deputado pela região do Algarve e pretende, com este seu livro, colocar um dedo no que considera «um urbanismo suicida; a betonização brutal em curso da faixa litoral do Algarve; a explosão descontrolada da construção clandestina; o colapso das infraestruturas de saneamento; a carência de água face aos consumos atuais e futuros; a saturação da rede viária; a falta de estacionamentos; a densificação exagerada dos centros urbanos.»
Nele se mostra preocupado com o que considera «a privatização encapotada das praias; a necessidade de habitação a custos controlados; a lógica perversa do financiamento autárquico, baseada no metro quadrado de construção; a descaracterização cultural e arquitetónica da região.»
Entende que existe «a impunidade da grafitagem generalizada; o agravar das desigualdades interior/litoral; a debilidade da diversificação da atividade económica; os contrastes sociais extremos; o campo livre para os traficantes das adições e das migrações; a insegurança e a criminalidade crescentes.»
José Mendes Bota entende que se nada for feito, em função do que denuncia e ali publica, para memória futura, chegaremos a um desatre, embora considere que, ainda se vai a tempo.
A introdução da obra vai estar a cargo do editor Nuno Campos Inácio e do professor doutor José Carlos Vilhena de Mesquita, finalizando com a intervenção do autor, seguida de sessão de autógrafos.
Tito Olívio Henriques, engenheiro, sociólogo, poeta e escritor, faleceu aos 93 anos, depois de uma carreira diversificada e ter sido uma figura de relevo nas Letras algarvias, desde os anos 60.
Sessenta foram as obras que publicou, tendo recebido mais de uma centena de prémios literários, tendo merecido também reconhecimento em várias medalhas de mérito e homenagens por seu trabalho social e cultural.
O Rotary Club de Faro instituiu um prémio de poesiaTito Olívio em sua homenagem, incentivando a produção literária e homenageando sua contribuição à cultura.
Em 2020, a Ordem dos Engenheiros atribuiu-lhe o Prémio Carreira pelos seus mais de 60 anos dedicados à engenharia civil.
A Carta Europeia das Incapacidades reconhece e prova as incapacidades em toda a EU, assegurando aos seus portadores o acesso a serviços essenciais em todos os 27 países, desde transportes a eventos culturais.
A Carta de Parqueamento garante uniformes direitos de estacionamento em todos os países da EU, concedendo uma grande independência a quem tem incapacidades individuais.
Porém, não será de imediato. Os cartões ainda não estão prontos e as diretivas terão de ser assinadas pelo Concelho e pelo Parlamento Europeu e apenas váo entrar em vigor depois da publicação no Jornal Oficial da União Europeia.
Os países terão dois anos e meio para adaptação à legislação nacional e mais um ano para aplicar as medidas.
Uma Descoberta Fascinante aconteceu no ano de 2018, quando a comunidade arqueológica foi surpreendida por uma descoberta extraordinária na Ucrânia: os restos de um casal da Idade do Bronze, que permaneciam entrelaçados em abraço por impressionantes 3.000 anos.
Esta descoberta não apenas oferece um vislumbre sobre a vida e os costumes da época, mas também levanta questões sobre o amor e as conexões humanas ao longo da história.
A Idade do Bronze, que floresceu entre aproximadamente 3300 a.C. e 1200 a.C., é conhecida por seu desenvolvimento significativo em ferramentas de metal, agricultura e, é claro, pela formação de complexas estruturas sociais.
A história do casal descoberto na Ucrânia insere-se neste rico contexto, revelando nuances da vida cotidiana, crenças e a importância dos laços familiares na antiguidade. A posição dos corpos sugere que a relação entre eles era profundamente significativa.
A descoberta do casal bronzeado não apenas comoveu o público, mas também impulsionou discussões entre arqueólogos e antropólogos sobre a cultura na época.
Além de compreender as relações interpessoais ao longo da história, essa descoberta ajuda a rever como as pessoas vão definir o amor e a união. Há a teoria que está a ser investigada de que a mulher teria bebido veneno para partir com o homem, uma vez que a posição náo poderia coincidir com serem ambos enterrados mortos.
Os cientistas continuam a estudar os restos para entender melhor as práticas funerárias e as dinâmicas sociais. O encanto dessa história tridimensional nos lembra que, mesmo após milénios, as emoções humanas permanecem constante.
A UTL / AKIVIDA participou na «Exposição de Poesia e Arte» realizada na Biblioteca Municipal Carlos Brito, em Alcoutim.
As artistas Ana Horta Rodrigues e Maria Manuel Félix, alunas da UTL há muitos anos, participaram nesta exposição com várias obras da sua autoria, muitas delas realizadas nas aulas de pintura.
O projeto vai continuar ativo e vai levar novos eventos culturais ao concelho, pelo que a Akivida aproveitou a ocasião para parabenizar os envolvidos na organização da exposição «que, mais uma vez, provou que as línguas não são barreiras mas o encontro de pessoas e culturas».
As antigas fábricas de conservas da Ramirez estão em estado de devolutas em Vila Real de Santo António, Matosinhos e Leça da Palmeira situação que incomoda as autarquias e a população pelo estado de degradação que se acentua.
Há dez anos, a Conserveira mudou produção de Leça da Palmeira para Lavra, também em Matosinhos
A vizinhança da antiga Ramirez, em Leça da Palmeira, relata ao Jornal de Notícias que «já se falou num hotel e em hipermercados» para o futuro do edifício, sendo ainda aventada a hipótese de um centro empresarial.
A Câmara Municipal de Matosinhos indicou ao jornal que, «até hoje, não deu entrada nenhum pedido de informação ou licenciamento».
Adiantou que o imóvel está incluído na proposta aprovada pela Câmara, em 2021, como edifício a classificar como conjunto de interesse municipal.
Fundada em 1853, em Vila Real de Santo António, pelo andaluz Sebastian Ramirez, é a mais antiga conserveira em laboração. O neto, Emílio, deslocou a principal unidade para o concelho de Matosinhos.
A Ramirez é hoje gerida pela quinta geração da família. A unidade industrial de Lavra obedece aos mais modernos conceitos tecnológicos e de robotização industrial.
Trata-se da mais recente aposta desportiva em Alcoutim, sendo já considerada como um sucesso dentro da comunidade canonista, na opinião dos responsáveis do Grupo Desportivo de Alcoutim, organizador da Taça Internacional do Guadiana.
A prova contou com perto de 30 clubes oriundos de Espanha e Portugal, onde remaram nas águas do Guadiana quase meio milhar de atletas.
A Taça Internacional do Guadiana poderá tornar-se a prova de eleição na abertura de cada época desportiva especialmente entre os clubes portugueses e espanhóis, como competição de referência.
Primeiro na tarde do passado dia 15, a seguir da na manhã de 16, dois acidentes causaram ferimentos em cinco pessoas, no mesmo troço de estrada, o IC1, perto da povoação de S. Marcos da Serra, concelho de Silves.
O acidente do dia 15, envolveu uma viatura pesada. De uma ligeira e colisão resultaram dois feridos graves e um ligeiro.
O da quarta-feira envolveu um veículo pesado de mercadorias e um automóvel, deixando dois homens ficaram feridos, um deles com gravidade.
Elementos dos Bombeiros de S. Bartolomeu de Messines, INEM e GNR e um helicóptero foram utilizados na assistência às vítimas, posteriormente, transportados para o Hospital do Barlavento.
A circulação esteve interrompida enquanto decorreram as operações de socorro, remoção das viaturas e limpeza da via.
A aeronave Tarsis UAS da Aertec tornou-se o centro das atenções por fazer a a primeira decolagem do CEUS em Huelva, para o desenvolvimento de uma missão específica e testes de reconhecimento, segundo a própria empresa especializada em tecnologia aeroespacial.
Esta descolagem é considerada um marco importante para o setor aeronáutico espanhol, onde a província de Huelva é líder na nova era das operações aéreas, ao acolher um dos mais potentes centros de testes e certificação de drones para sistemas aéreos não tripulados da Europa e do mundo.
A escolha de Huelva para acolher o CEUS, o centro de experimentação e certificação de aeronaves tripuladas de terra, é estratégica, devido à localização em Moguer que permite ter uma estrada de teste para decolagem e pouso, ter os sistemas optrónicos da Cedea em El Arenosillo, a proximidade de uma zona de exclusão aérea de um milhão de hectares e excelentes condições atmosféricas para voo.
Para além destas características há ainda a presença de todo o ecossistema industrial aeronáutico espanhol do hub Sevilha-Baía de Cádis.
Uma nota de imprensa enviada à Inforpress explica que a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).
Esta exposição é enquadrada no projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.
A nota diz que o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto «eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento» de Santo Antão e do arquipélago.
O projeto «Capacitar e promover para desenvolver» é um projeto de cooperação internacional entre Portugal e Cabo Verde e visa contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do tecido económico dos territórios rurais envolvidos no processo de cooperação.
Em Santo Antão, o projeto tem realizado formação para guias de turismo, grupos de mulheres sobre culinária e transformação agroalimentar, empresários sobre a criação de micro negócios e comunidades sobre a igualdade de género.
No quadro deste projeto decorre, durante quatro dias, na cidade do Porto Novo, uma oficina sobre a agricultura sustentável destinada aos agricultores em Santo Antão.
A água que choveu da Berenice fará a cama para encher as barragens com as próximas chuvas.
Segundo o sistema de informação espanhol Sira Guadiana, o conjunto de barragens da Confederação Hidrográfica do Guadiana armezenavam, esta semana, à data de 15 de Outubro, 3.701,67 hectómetros cúbicos de água, tendo subido apenas 0,12%.
Estão agora a 38,98% da capacidade total, mas ainda a menos 7,05% da média dos últimos dez anos.
Portanto, a tempestade Berenice, com estas primeiras precipitações, desempenhou «um papel fundamental na humidificação do terreno e na otimização da escorrência, o que proporciona o aporte de água às barragens em episódios posteriores de chuva.»
Analisando a gestão da água em tempos de escassez, na província de Huelva, o jornalista Jordi Landero, afirma, na edição de hoje do Huelva Información que ela enfrenta um desafio crítico com a gestão dos seus recursos hídricos.
A região, conhecida pela sua agricultura próspera e indústria, tem lidado com uma severa escassez de água que levou a Comissão de Gestão da Seca da Demarcação Hidrográfica Tinto-Odiel-Piedras-Chanza a tomar medidas drásticas para garantir a sustentabilidade hídrica.
Recentemente, a Comissão decidiu manter a redução de 25% no fornecimento de água para irrigação agrícola e uma redução real de 5% para uso industrial.
Esta decisão foi tomada após uma avaliação cuidadosa da situação atual e foi recebida positivamente pelas comunidades de regantes da província, representadas pela associação Huelva Riega.
A medida reflete um esforço coletivo para adaptar-se à realidade da escassez de água e destaca a importância da colaboração entre agricultores, indústrias e autoridades para enfrentar os desafios ambientais.
A situação de escassez severa em Huelva também afeta o uso urbano de água, com a ativação de planos de economia de água nas Unidades de Demanda Urbana.
O objetivo é alcançar uma redução de 5% no abastecimento urbano, estabelecendo um consumo máximo de 237 litros por pessoa por dia. Essas restrições são vitais para garantir que a água continue disponível para todos os setores durante períodos de seca prolongada.
As chuvas recentes foram recebidas com otimismo, mas reconhece-se que não são suficientes para reverter a situação das reservas de água.
É um lembrete de que a gestão eficiente da água é uma responsabilidade contínua que requer vigilância e adaptação constantes às condições climáticas e hidrológicas.
O caso de Huelva é um exemplo da necessidade de políticas de gestão de água que sejam flexíveis e adaptáveis às mudanças ambientais.
A colaboração entre diferentes setores e a implementação de medidas de economia de água são essenciais para garantir a resiliência das comunidades frente às adversidades climáticas.
A medida adotada pela Comissão de Gestão da Sequía é um passo na direção certa, mostrando que, mesmo em tempos de crise, é possível gerir os recursos naturais de forma sustentável e responsável, afirma-se.
Segundo o diariodehuelva.es, de hoje, 15 de Outubro, o Conselho de Ministros autoriza a assinatura do acordo entre Espanha e Portugal para a construção de uma ponte internacional sobre o rio Guadiana, entre as localidades de Sanlúcar de Guadiana (Huelva) e Alcoutim (Algarve).
Aquele diário assinala também que é o segundo grande projecto, depois do anúncio do AVE para Huelva, que o Governo de Pedro Sánchez agiliza em poucos dias.
O acordo abrange o projecto de construção de uma ponte que ligue as referidas localidades, para permitir fisicamente o trânsito e a comunicação entre ambas.
Este objetivo foi incluído nas Declarações Finais das sucessivas Cimeiras Ibéricas.
O texto do acordo responde ao espírito de cooperação amistosa que rege as relações entre Espanha e Portugal e pretende melhorar as condições de circulação de veículos e pessoas entre os dois Estados, contribuindo assim para o desenvolvimento da zona transfronteiriça que se situa em a Comunidade Autónoma da Andaluzia do lado espanhol e a Região do Algarve do lado português, assinala aquele periódico.
O município do Porto Novo recebe entre 17 e 18 de Outubro uma mostra de produtos locais nacionais e provenientes de Portugal, promovida Associação Terras Baixo Guadiana, no âmbito do Seminário «Territórios sustentáveis: iniciativas locais, desafios globais».
Segundo a Inforpress a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).
Esta exposição em Santo Antão, enquadra o projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.
Segundo a nota, o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto “eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento” de Santo Antão e do arquipélago.
Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.
já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.
A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm
Em declarações prestadas ao jornal Huelva Información de hoje, a presidene da câmara municipal de Huelva, Pilar Miranda, faz um balanço positivo da Feira do Cavalo de 2024, pela primeira vez de titularidade municipal.
A trégua meteorológica de domingo compensou o sofrimento dos primeiros dias, sexta e sábado que nem teve cavalos, tendo a compensação chegado das casetas.
A presidente agradeceu aos trabalhadores municipais pelo árduo trabalho e à Associação Huelva Equestre, uma das colaboradoras no evento.
«Foi um resultado muito bom, as pessoas passaram bem e o nome de Huelva foi ouvido a nível nacional», sublinhou a autarca que celebra o impulso económico para a sua cidade, ciente de que as pessoas «gastaram muito dinheiro, náo apenas na própria festa, mas também nos restaurantes e estabelecimento comerciais».
A Feira de Outono e do Cavalo de Huelva terminou no passado domingo, depois de quatro dias de festa e chuvas intermitentes que, de algum modo, pareciam travar a alegria dos participantes. Porém, assinala o jornal «nem a água, nem o vento, nem as poças de água detiveram os festejos.