FOZ – Guadiana Digital

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  • III Encontro Transfronteiriço de Jovens está a decorrer em Sevilha

    III Encontro Transfronteiriço de Jovens está a decorrer em Sevilha

    Quinze jovens, um empresário e quatro autarcas constituem o contingente do Algarve às jornadas da juventude ALENTEJO – ALGARVE – ANDALUZIA, promovidas pelo Conselho Andaluz do Movimento Europeu (CAME) e parceiros, realizadas hoje a amanhã, 16 de novembro, em Sevilha.

    As atividades iniciaram no Consulado de Portugal em Sevilha, com a receção de Cláudia Boesch aos cinquenta jovens das três regiões, que participarão em grupos de trabalho, mesas redondas e outras iniciativas nesta terceira edição do encontro, que já se realizou em anos anteriores em La Rábida e Castro Marim e em Vila Viçosa.

    O objetivo é sensibilizar os jovens para o facto de fazerem parte de um espaço transfronteiriço onde podem desenvolver as suas competências aproveitando as sinergias oferecidas por esta singularidade territorial. Pretende-se também incentivar o empreendedorismo e a participação nos assuntos públicos, nomeadamente europeus.

    O tema deste ano centra-se na paz e na democracia na Europa, pelo que serão abordadas questões relacionadas com este tópico, especialmente no que diz respeito ao papel da juventude face aos conflitos armados.

    Para além dos jovens, foram convidados vários atores das três regiões incluindo empresários e representantes das autoridades locais da Euroregião Alentejo – Algarve – Andaluzia (EUROAAA) e dos municípios BELC (Building Europe with Local Authorities).

    O programa inicia-se na sexta-feira, dia 15, às 13h30, com uma conferência inaugural proferida por Ana Juárez, da Direção-Geral da Comissão Europeia, e Enric Millo, Secretário-Geral da Ação Externa da Junta da Andaluzia.

    Após um “Porto de honra” com produtos das três regiões, segue-se a primeira ronda de trabalhos de grupo, sob o título “Responsabilidade social e competitividade, caminhos para a paz”. Seguir-se-á um passeio pela cidade anfitriã e um jantar na pousada de juventude de Sevilha.

    No sábado, a jornada deslocar-se-á ao Colegio Mayor Hernando Colón, onde se trabalhará sobre “Democracia e Paz, valores fundamentais”.

    Após este trabalho de grupo, haverá um debate sobre “Europa, Quo Vadis?”, seguido de um almoço e da apresentação das conclusões, que dará lugar à cerimónia de encerramento com a participação de representantes da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu em Espanha e Portugal.

    Para além do CAME e da Junta de Andaluzia, colaboram neste projeto outras instituições de ambos os países, como os Europe Direct (Huelva, Algarve, Alentejo central e litoral, Málaga, Córdoba e Sevilha), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, os conselhos regionais de Huelva, Córdoba e Málaga, a Universidade de Sevilha, o Conselho Andaluz da Juventude, o Ayuntamiento de Sevilha, a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), o Município de Vila Viçosa e a Associação Cultural Lieva.

    O Conselho Andaluz do Movimento Europeu e todos os parceiros estão empenhados para que o encontro traga mais e melhor conhecimento, reflexão e debate entre os jovens dos dois países, e entre eles e os empresários e políticos que participam, constituindo um momento de estímulo ao espírito empreendedor, à participação, à cidadania ativa, na defesa da democracia e da Paz na Europa.

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  • Entrada poente de Castro Marim em renovação

    Entrada poente de Castro Marim em renovação

    A primeira fase da requalificação da entrada poente de Castro Marim arranca em breve, anunciou a câmara municipal, especificando que é nomeadamente a rua de São Sebastião, que vai ser alvo de uma intervenção de requalificação.

    A autarquia apontou como início da obra da primeira fase as próximas semanas, e constará de promover a sua utilização pedonal, valorização estética e ambiental.

    N primeira fase vão ser abatidas as árvores existentes, explicando a câmara que «as atuais estão a causar danos nos edifícios próximos de habitação e comércio e na rede de abastecimento de água, devido ao crescimento descontrolado das raízes destas espécies, consideradas impróprias e não adaptadas ao espaço».

    A rede de abastecimento de água que está danificada devido a estas árvores será substituída, com o espaço a ser também temporariamente reparado para que se possa usufruir durante este período com tranquilidade.

    Numa segunda fase, após o lançamento da obra a concurso, vai ser criada uma área completamente plana, sem divisões entre os passeios de calçada e as vias de circulação viária, que serão alargados e vão acolher balizadores limitadores que separem a área pedonal da estrada.

    A rua ficará apenas de um único sentido, de leste para oeste, para valorizar a circulação pedonal e assegurar a segurança dos transeuntes.

    As zonas vão apresentar espaços de estadia, além de áreas de enquadramento e proteção, com bancos, canteiros, floreiras e novas espécies de árvores, para gerar sombra.

    «A área da estátua de homenagem aos Combatentes do Ultramar também será valorizada com um novo enquadramento de vegetação envolvente», acrescenta a autarquia.

    A escolha das espécies foi feita de acordo com a sua adaptação às condições climatéricas da região e ao seu baixo consumo de água, contribuindo assim para a sua poupança e luta contra a seca que se abate no concelho de Castro Marim e no Algarve, recorrendo sempre que possível a espécies autóctones da zona mediterrânea.

    O espaço terá também um sistema de rega automático e eficiente para todas as zonas plantadas, feito de forma localizada, através de gotejadores auto-compensantes, com um sistema automático que impede que se regue em períodos de chuva.

    Esta obra procuram «gerar condições de conforto ambiental e de convívio social, resultando num espaço agradável».

  • Vila Real de Santo António anuncia redução no passivo

    Vila Real de Santo António anuncia redução no passivo

    Afirma ter apresentado em 2023, uma das maiores reduções do passivo exigível entre os municípios portugueses, registando uma descida de 34,5%, colocando-se «no grupo dos três municípios com maior redução percentual da dívida, um dado que, segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses»,

    Para a câmara municipal, estas medidas assinalam uma «mudança significativa e histórica na trajetória financeira da autarquia».

    Afirma também que, para além da redução da dívida, Vila Real de Santo António destacou-se ainda em outros indicadores financeiros.

    Em 2023, o município foi o terceiro a nível nacional com maior amortização de empréstimos, totalizando um valor superior a 7 milhões de euros – a maior amortização já registada por VRSA.

    «Este esforço representa o compromisso da autarquia em reduzir o enorme endividamento herdado de gestões anteriores e libertar recursos para investimentos prioritários, mantendo o foco na melhoria dos serviços prestados à população», sublinham

    A par deste esforço de amortização, VRSA registou uma posição relevante na independência financeira, situando-se «entre os primeiros do Algarve e ocupando o 13.º lugar a nível nacional».

    Diz ainda a autarquia que o município alcançou «o melhor resultado de sempre em receitas próprias provenientes de taxas e licenças, sem qualquer aumento de taxas desde 2020».

    Estes resultados refletem a capacidade do executivo municipal em maximizar receitas sem onerar os munícipes e o setor empresarial local.

    Desta forma, Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal, sublinha a importância deste caminho de responsabilidade e rigor financeiro:

    «Estamos a inverter uma situação difícil e a construir um futuro mais sustentável para Vila Real de Santo António», adiantando que vão continuar firmes «no cumprimento das nossas obrigações e no objetivo de restabelecer o equilíbrio financeiro do concelho.”

    Nem tudo são rosas e o município «ainda enfrenta desafios consideráveis decorrentes da herança financeira do passado». saliantam.

    Entre 2013 e 2023, Vila Real de Santo António registou o maior valor de encargos financeiros por habitante, com um custo superior a 1.100 euros por cada um.

    Esta situação coloca em destaque a necessidade de manter «uma gestão prudente e disciplinada», focada na sustentabilidade financeira e no alívio dos encargos para os munícipes.

  • Feirinha da Castanha animou altura

    A Feirinha da Castanha levou muita animação a Altura, junto ao Mercado Municipal, no sábado, dia 9 de novembro, com música e tradições para celebrar o São Martinho.

    A castanha assada esteve em destaque, juntamente com a jeropiga e outros produtos regionais, disponíveis num mercadinho tradicional e que atraiu muitas famílias.

    A animação do magusto ficou a cargo dos Acordeanima e ainda da atuação do Rancho Folclórico da Luz de Tavira.

    As celebrações do São Martinho têm sido um bom pretexto para divulgar os nossos produtos, aproveitando também o momento para promover a castanha assada de rua, uma tradição muito portuguesa.

    A Feira da Castanha foi organizada pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.

  • Figos-Cheios na Oficina de Santa Rita

    Figos-Cheios na Oficina de Santa Rita

    Em Santa Rita vai haver uma Oficina, no próximo dia 24 de Novembro, promovida pelo CIIP de Cacela, onde vão ser partilhadas receitas e experimentar a sua confeção.

    A orientados pé de Almerinda Pereira, uma das mais conhecidas mestres na coinfecção de pão e doces do Baixo Guadiana.

    Por ocasião do dia de Todos os Santos, a anunciar um ciclo de festividades ligado ao Culto dos Mortos, era tradição, em todo o Algarve, confecionar figos-cheios, bombons de figo e estrelas de figo, por vezes chamados de «Santos».

    «O figo e a amêndoa, terminada a época da apanha, eram os ingredientes principais destas iguarias que eram oferecidas a familiares e amigos, degustadas no dia de todos os Santos e Dia dos Finados com um cálice de aguardente, ou oferecidas à criançada que no dia 1 de Novembro batia de porta em porta com um saco de pano ou uma cestinha a pedir “pelos Santos” ou pelas alminhas», diz-nos a CIIP de Cacela.

  • ‘Vida Inclusiva’ e REFOOD têm novas instalações em VRSA

    ‘Vida Inclusiva’ e REFOOD têm novas instalações em VRSA

    Ambas as instituições encontram-se comprometidas com a assistência a famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade.

    O projeto «Vila Inclusiva», inclui uma mercearia e uma loja social, terá a sua capacidade ampliada com esta nova instalação, para lhe permitir um maior alcance na distribuição de bens essenciais, como alimentos, artigos de puericultura, produtos de higiene, vestuário e ajudas técnicas.

    Este serviço é considerado como «um apoio crucial para as famílias vila-realenses que enfrentam dificuldades socioeconómicas, promovendo a inclusão e o apoio social de forma mais ampla e eficaz».

    A REFOOD, passou para o Lote 46 da zona industrial de VRSA, para dali poder prosseguir a missão de recolher e redistribuir alimentos em boas condições para pessoas necessitadas.

    Continuará a promover o combate ao desperdício alimentar e a inclusão comunitária. REFOOD opera sem fins lucrativos e tem vindo a desempenhar um papel vital no fortalecimento da solidariedade local.

    A câmara municipal chamou a atenção de ter sido possível, com o realojamento, «resolver uma ocupação ilegal que se prolongava desde 2022, após a cessação do contrato de comodato celebrado com a Associação Igreja Pentecostal Trombeta Eterna».

    Em setembro de 2022, a Autarquia tinha notificado aquela associação sobre o término do contrato e a necessidade de destinar o imóvel a serviços públicos decorrentes da transferência de competências do Estado para as autarquias locais.

    A autarquia sublinha que nenhum cidadão será prejudicado com esta transição, «uma vez que a rede de apoio à comunidade, assegurada pelas quatro instituições referidas, continuará a atender à população com qualidade e dedicação».

  • Pedra do Valado entrará no turismo como mergulho de topo

    Pedra do Valado entrará no turismo como mergulho de topo

    Determinada a destacar-se como destino de mergulho, a autoridade está a promover o Parque Natural Marinho da Pedra do Valado, um dos primeiros parques marinhos protegidos em Portugal e o maior recife costeiro da região.

    «Este recife único, com uma biodiversidade rica, oferece aos mergulhadores um ambiente natural perfeito para explorar a vida marinha», refere o Turismo do Algarve em comunicado.

    Durante o World Travel Market, em Londres, o EDP Art Reef by Vhils recebeu um prémio da British Guild of Travel Writers (BGTW), permitindo reforçar esta aposta. «A associação, que reúne profissionais de media e especialistas na criação de conteúdos sobre viagens e turismo, distinguiu a inovação e o valor artístico do EDP Art Reef, uma exposição subaquática criada por Vhils com 13 esculturas feitas a partir de peças antigas de centrais elétricas, instaladas a mais de 10 metros de profundidade ao largo de Albufeira», lê-se na mesma nota de imprensa.

    Assim, nos próximos anos, o Algarve poderá tornar-se um destino de mergulho de topo, tirando partido do património único que temos neste segmento do turismo náutico, como declarou o presidente do Turismo do Algarve, André Gomes, em Londres.

    O Turismo do Algarve garante ainda que, para assegurar a sustentabilidade e a qualidade da experiência no parque, estão em curso procedimentos de regulamentação e certificação para as atividades a desenvolver na área.

    Desta forma, a autoridade visa garantir que as práticas e serviços prestados estão em conformidade com os padrões internacionais.

    Outro local de mergulho no Algarve destacado é o Parque Subaquático Ocean Revival, ao largo de Portimão.

    Este parque conta com quatro navios desativados da marinha afundados, criando o maior recife artificial do mundo e um habitat que atrai e sustenta vida marinha diversificada.

    Com três locais de mergulho únicos situados num raio de poucos quilómetros, o Algarve diferencia-se como um destino ímpar para a comunidade de mergulho, com uma oferta de experiências subaquáticas que poucos destinos no mundo conseguem igualar, disse ainda André Gomes.

  • PRR em risco de cumprimento na habitação

    Benjamim Pereira, o novo presidente do IHRU, em entrevista ao idealista/news, disse que está a tentar evitar que as dificuldades encontradas na instituição, tutelada pela Secretaria de Estado da Habitação, condicionem a execução do PRR.

    Para aquele governante, com menos de dois anos para Portugal concluir a construção das 26 mil casas financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)o País corre o risco de ter de devolver as verbas europeias.

    O risco é o prazo de execução das obras e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), tem falta de recursos humanos e de tecnologia.

    Foi há cerca de dois meses que Benjamim Pereira assumiu a pasta de presidente do IHRU, tendo encontrado um organismo público em dificuldades.

    A meta de concluir a construção das 26 mil casas até 2026, depende, para começar, de um diagnóstico por equipas profissionais, melhorar os processos e, no fundo, dar uma resposta para cumprir com aquilo que é a missão e os objetivos do IHRU.

    Veja na íntegra
  • Fernando Pessanha premiado pela Defesa Nacional

    Fernando Pessanha premiado pela Defesa Nacional

    Com um prémio monetário de 6.000,00€ e a publicação do trabalho vencedor, o Prémio Defesa Nacional visa promover o estudo e a divulgação dos feitos e personalidades marcantes da nossa História, bem como a investigação dos eventos militares portugueses sob a ótica da Defesa Nacional.

    É atribuído a trabalhos académicos notáveis que gerem interesse e contribuam significativamente para a compreensão da História Militar de Portugal, integrando-se nas atividades da Comissão Portuguesa de História Militar.

    Fernando Pessanha

    A obra agora distinguida, desenvolvida a partir da tese de doutoramento de Fernando Pessanha, tem por título Nuno Fernandes de Ataíde, o »nunca esta quedo» – A acção do capitão de Safim no apogeu da presença militar portuguesa em Marrocos, investigação anteriormente galardoada com o honorífico cum laude (distinção e louvor) pela Universidade de Huelva, em Espanha.

    A investigação agora galardoada com o Prémio Defesa Nacional 2023 analisa a acção militar, política e estratégica de Nuno Fernandes de Ataíde, alcaide-mor de Alvor (actual concelho de Portimão) e capitão de Safim, numa vasta área do sul de Marrocos, durante o reinado de D. Manuel, mais concretamente, entre 1510 e 1516.

    Conhecido entre os seus contemporâneos como o «nunca esta quedo», Nuno Fernandes de Ataíde foi o responsável pela instituição do primeiro protetorado europeu no Norte de África, tendo comandado as armas lusas em campanhas vitoriosas que chegaram às portas de Marraquexe e ao Grande Atlas.

    Segundo o autor, investigador da Academia de Marinha e do CHAM – Universidade Nova de Lisboa, “a acção de Nuno Fernandes de Ataíde, enquanto braço executor do projeto imperial manuelino, é apenas equiparável à ação de Afonso de Albuquerque no Oriente. A História de Portugal tem uma manifesta dívida para com a memória de Nuno Fernandes, o grande paladino português que se bateu até às últimas consequências no teatro de operações norte africano do séc. XVI”. O historiador algarvio, técnico superior de cultura da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, irá receber o prémio em Sessão Solene presidida por sua excelência o Ministro da Defesa Nacional, no dia 4 de Dezembro, nas instalações do Ministério da Defesa Nacional.

  • Seis milhões para modernização do Ensino Superior no Algarve

    Seis milhões para modernização do Ensino Superior no Algarve

    O objetivo é contribuir para a diversificação e reforço da oferta formativa, com cursos técnicos superiores profissionais nas áreas da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI).

    O investimento é com uma dotação de fundos europeus FEDER na ordem de 6.000.000€, com uma taxa de cofinanciamento de 60%.

    A ação procura responder aos problemas estruturais relacionados com o défice de qualificações ao nível do ensino superior, em particular nas áreas das ciências e das tecnologias.

    Estes problemas poderiam penalizar os futuros desafios decorrentes das transições digital e climática.

    Procura aumentar o número de alunos e de diplomados com o ensino superior em áreas STEAM ((Science, Technology, Engineering, Arts Mathematics). Estão, desta forma justificadas as novas instalações e equipamentos, que viabilizem esses investimentos.

    Nos últimos 20 anos (terminados em 2022/23), a taxa de escolarização no ensino superior aumentou 6,5 pontos percentuais (p.p.) no Algarve, de 18,9% para 25,4%, não conseguindo acompanhar o crescimento do País, que registou um aumento de 15,3 p.p., de 27,5% para 42,8%.

    O investimento no aumento de capacidade realizar-se-á em diversos espaços da Universidade do Algarve, com um novo edifício no Campus de Portimão, em lote a ceder pelo Município, o novo Edifício Digital do campus de Gambelas, e equipamentos na Escola Superior de Educação e Comunicação no Campus da Penha. Será ainda modernizado o Laboratório de Inovação Alimentar (UAlg Tech Med) no campus da Penha.

    Os contributos esperados com a mobilização destes tipos de ação são os seguintes:

    • Aumentar as relações de cooperação entre a Universidade e os empregadores, por via da realização de estágios, e da criação de oferta formativa (microcredenciais) ajustadas às necessidades do tecido económico;
    • Aumentar a taxa de participação e os indicadores de sucesso educativo dos jovens residentes no Barlavento Algarvio;
    • Garantir condições físicas ao aumento da taxa de participação dos jovens no ensino superior, com mais de 500 jovens/ano a iniciarem CTeSP, e por essa via contribuir para aumentar a percentagem de jovens com 18-22 anos a frequentar o ensino superior para valores superiores a 30% em 2030, bem como multiplicar por 5 o número de adultos em formação ao longo da vida em todas as IES até 2030;
    • Garantir acessibilidades físicas adequadas em todas as infraestruturas pedagógicas de ensino superior.

    O Aviso-convite já foi publicado convidando a entidade pública (UAlg) a apresentar as candidaturas até ao próximo dia 30 de junho de 2025.
    Consulte aqui os avisos publicados: https://algarve.portugal2030.pt/avisos/

    fonte: PRA 2030

  • CPCJ de Loulé no Mar Shoping pelas crianças

    CPCJ de Loulé no Mar Shoping pelas crianças

    De 18 de novembro a 01 de dezembro, o MAR Shopping Algarve recebe a exposição artística «Reflexão Gráfica sobre os Direitos (e Deveres) das Crianças e Jovens», numa iniciativa organizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Loulé, enquadrada no tema da Convenção sobre os Direitos da Criança.

    A exposição apresenta trabalhos criados por alunos de alguns estabelecimentos educativos do concelho – Escola Secundária de Loulé, Escola Profissional de Alte e Casa de Acolhimento ‘Os Miúdos’ – e estará localizada no Piso 0, junto à entrada principal do Meeting Place.

    No dia 20 de novembro de 1989, as Nações Unidas adotaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança, um documento essencial que define um vasto conjunto de direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais para todas as crianças. Em 1990, Portugal assinou esta convenção, afirmando o seu compromisso com a proteção e promoção da defesa dos direitos infantis.

    Ao acolher esta iniciativa artística, o MAR Shopping Algarve reforça o seu papel como facilitador de iniciativas culturais e educativas com impacto social. Este evento insere-se numa estratégia mais ampla de responsabilidade social, alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, que visa criar um impacto positivo na comunidade local.

    Esta exposição não só destaca a criatividade dos alunos, como também pretende sensibilizar o público para a importância dos direitos e deveres das crianças e jovens. “Em novembro, celebra-se a Convenção sobre os Direitos da Criança, e a CPCJ de Loulé não podia deixar passar em branco esta data.

    Este projeto pretende ser não apenas uma forma de dar voz aos jovens e promover a sua participação ativa na sociedade, mas também uma oportunidade única para sensibilizar a comunidade para a importância de reconhecer e respeitar os direitos das crianças e dos jovens. Ao mesmo tempo, é fundamental que os próprios jovens compreendam não só os seus direitos, mas também os seus deveres enquanto cidadãos ativos e responsáveis. Através desta reflexão gráfica, podemos compreender de que forma estes jovens percebem e interpretam estas questões tão relevantes”, explica Cátia Dinis, Presidente da CPCJ de Loulé.

    Estamos muito orgulhosos por acolher esta exposição, que não só evidencia o talento dos jovens da nossa região, mas também sublinha a importância de temas tão essenciais como os direitos das crianças. Esperamos que todos os visitantes se sintam inspirados e mais conscientes do papel que cada um de nós pode desempenhar na proteção e promoção dos direitos dos mais novos”, afirma Ana Antunes, Diretora do MAR Shopping Algarve.

  • Faleceu Carlos Luís Figueiras

    Faleceu Carlos Luís Figueiras

    Foi diretor o do jornal Baixo Guadiana, jornal de território dos municípios de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim. Era colaborador semanal no Jornal do Algarve onde assinava uma coluna de análise política e social, «Vai andando que estou chegando».

    Carlos Luís Figueiras dirigiu o PCP na região do Algarve Esteve à frente da DORAL do PCP, na nossa região, sendo por muitos anos o rosto do partido no Algarve, partido do qual divergiu e foi expulso por divergências insanáveis no início do século, simultaneamente com Edgar Correia e Carlos Brito. Era membro da Refundação Comunista.

    Saiu clandestinamente do país, tendo recebido em Bruxelas, onde aderiu ao PCP o estatuto de refugiado político. Na capital belga frequentou a Universidade Livre de Bruxelas em ciências políticas e sociais, tendo rumado a Moscovo onde frequentou o Instituto de Ciências Sociais e Políticas.

    Em agosto de 1968, regressou a Portugal, como quadro do PCP, mantendo-se na clandestinidade até ao 25 de Abril de 1974 e dessa experiência publicou o livro «A Casa», com a editora Lápis de Memórias. Tinha em preparação um segundo livro.

    À família e amigos, a direção do FOZ – Guadiana Digital, apresenta o sentido pesar pela sua morte.

  • Água armazenada no Guadiana

    Água armazenada no Guadiana

    Segundo dados do último boletim semanal de albufeiras da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), entre 31 de outubro a 4 de novembro, a quantidade de água aumentou cerca de 2% na barragem de Odeleite e 1% na do Beliche.

    No lado espanhol e segundo dados da Confederação Hidrográfica do Guadiana, o conjunto de barragens das águas do Guadiana está a 40,64% da capacidade total.

    Alqueva está com uma cota de 148,46, perto da máxima de atingir de 152 metros. Já a barragem de Pedrogão, na Vidigueira, que funciona como contra-embalse da barragem do Alqueva, encontra-se com a cota de 83,48 metros, perto do máximo.

  • SIC veio ver o Vale do Guadiana

    SIC veio ver o Vale do Guadiana

    Percorreu as águas com o biólogo Paulo Célio que apresentou o canto dos pássaros, foi ver a vinha, esteve a almoçar na Casa Amarela e até espreitou um lince.

    A reserva mantém-se natural, como há milhares de anos, escapando a intervenção alusiva da atividade humana.

    Foi descobrir o rio e o casario de Mértola através da vidraça da Casa Amarela, considerada «uma boa sugestão para quem gosta de pratos tradicionais com um toque de inovação». Ali, o célebre gaspacho, apresenta-se com novidade de ser de melancia.

    Típico aqui do Alentejo, levou um toque pessoal com a melancia, no pão alentejano o recheado, que anda que é o melhor pão de
    Portugal, dizem eles.

    Há a visita a um empreendimento turístico, às vinhas e o refresco dos Gelados Nicolau.

    Veja aqui o vídeo

  • Pedro Serra e a água do Guadiana

    Pedro Serra e a água do Guadiana

    Do estado de entusiasmo ou infelicidade que uns e outros de manifestam, é a infelicidade, o que para Pedro Serra «evidencia o desconhecimento generalizado da situação que se vivia e dos termos do acordo alcançado!»

    Numa questão anterior a 1998, quando foi assinada a Convenção de Albufeira, mas que se arrasta desde 1985, quando, depois de concluída a construção da barragem do Chança, observa o que toda a gente sabia:

    «Os nossos amigos espanhóis não desativaram a estação elevatória de Bocachança que haviam sido autorizados em 1973 (!), pela Comissão dos Rios Internacionais, a instalar a jusante desta barragem, já na margem esquerda do Guadiana.

    Esta autorização antecipava «o transvase de águas desta bacia para a região de Huelva e para a rega na Andaluzia, bacias dos rios Piedras, Odiel e Tinto, três bacias puramente espanholas que ficam entaladas entre os rios Guadiana e Guadalquibir», transvase esse que o convénio de 1968 autorizava.

    Pedro Seera debruça-se depois sobre as questões técnicas do acordo e respetivas derivações para a preparação do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) para viabilizar os apoios financeiros da UE ao projeto, como veio a acontecer.

    Lembra ter a Comissão Europeia interpelado o Governo Espanhol sobre se este se sentia confortável com a situação, tendo este respondeu afirmativamente e mesmo declarado que asseguraria os caudais vindos de montante necessários ao sucesso do empreendimento, «como está a suceder», anota o articulista.

    Agora a Espanha está autorizada a levar para o seu território um máximo de 60 hm3/ano de águas deste rio, entre Dezembro e Abril, época húmida, em anos de precipitação média, 30 hm3 em anos secos, e Portugal pode levar idênticos volumes (agora reduzidos a metade) para o Algarve.

    «Com isto a captação da Águas do Algarve no Pomarão fica viabilizada e a captação de Bocachança vê a sua situação regularizada do ponto de vista do direito», diz Pedro Serra.

    E anota que não são colocados em causa os caudais ecológicos definidos por Portugal em 2005, que passam a ter consagração convencional. «Esta solução coloca alguma pressão adicional sobre a exploração de Alqueva, mas tal seria sempre inevitável se queríamos fechar um acordo sobre o regime de caudais deste rio para aquela secção».

    Também se pronuncia positivamente sobre as vantagens para as duas Partes são evidentes, tais como o encerramento de uma disputa que se arrastava há demasiado tempo, regularização da situação da captação de Bocachança e o dar consistência ao projeto das Águas do Algarve.

    Releva o facto de adicionalmente ter ficado acordado que os agricultores (espanhóis) da margem esquerda do Guadiana que captam água da albufeira de Alqueva passam a pagar por essa água a tarifa que os da margem direita já pagam, o que suscitou alguma indignação da parte das associações que os representam, como se poderia esperar.

    Depois aborda os problemas relacionados com o rio Tejo e a EDP e outros de natureza técnica relacionados com o acordo.

    A dependência de Espanha

    Serra diz que «A questão que muitos esquecem é que não podemos ficar completamente dependentes da gestão que é feita em Espanha das águas destas bacias tão importantes (as suas afluências representam cerca de 50% do total das águas que correm em todos os rios da Península Ibérica), temos de fazer a nossa parte!»

    «A convenção de Albufeira é vista como mais vinculante do que os contratos de concessão celebrados com empresas privadas, é a conclusão a que temos de chegar!», remata Pedro Serra no seu artigo.

    Veja aqui a opinião completa de Pedro Serra

  • Concelhos regionais deve ser ouvidos sobre a água

    O Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., José Apolinário, defendeu que a opinião dos Conselhos Regionais das CCDRs seja ouvida na definição dos investimentos na água.

    Esta defesa é estensíva à participação das CCDRs no Conselho Nacional da Água.

    Aquele organismo gestor para a Região do Algarve considera, neste sentido, a sua missão no planeamento regional e no ordenamento do território e a importância estratégica dos recursos hídricos para o desenvolvimento regional.

    O presidente da CCDR – Algarve falava na sessão de encerramento do encontro «Água ao serviço do Futuro», que decorreu em Odemira a 5 de novembro, onde sublinhou a importância da governança da água colocando quatro questões à reflexão dos participantes sobre o tema.

  • Albufeira Capital Europeia do Desporto 2026

    Albufeira Capital Europeia do Desporto 2026

    A decisão aconteceu após a visita da Comissão da ACES Europa, liderada por Gian Francesco Lupattelli, que avaliou as infraestruturas desportivas, o trabalho do município, dos clubes e associações locais, e as perspetivas para o desporto em Albufeira.

    A ACES Europa reconheceu a qualidade das infraestruturas de Albufeira, do seu know-how, capacidade de organizar grandes eventos desportivos e o dinamismo associativo.

    A candidatura de Albufeira, sob o lema «Desporto é para Todos», destacou-se também pela construção do Centro de Alto Rendimento Desportivo e do Pavilhão Desportivo em Ferreiras, em parceria com as Juntas de Freguesia e associações do concelho.

    Albufeira segue o legado de Viseu (2024), Viana do Castelo (2023), Leiria (2022), Odivelas (2020) e Portimão (2019), trazendo o evento de volta ao sul de Portugal.

    A CCDR do Algarve, que celebra a escolha, entende que ela «reforça o papel de Albufeira como destino de destaque para eventos desportivos nacionais e internacionais, em áreas como atletismo, basquetebol, futebol, golfe, natação, automobilismo e motociclismo, além de impulsionar os clubes locais e a prática desportiva anual».

    Para concluir, o Desporto tem um papel vital no Turismo, embora não tenha sido o foco principal da candidatura, que se centrou mais nas pessoas.














  • Em Castro Marim caçadores participam na prevenção

    Em Castro Marim caçadores participam na prevenção

    Trata-se de um protocolo prevê a instalação e manutenção de pastagens anuais semeadas de sequeiro em rede de Faixas de Gestão de Combustível integradas nas zonas de caça associativas e municipais do concelho de Castro Marim.

    É uma medida estrutural de Defesa da Floresta Contra Incêndios e a conservação dos solos, que vai contribuir para o controlo da vegetação espontânea.

    Pretende-se ainda que este protocolo permita melhorar a eficácia na mitigação das alterações climáticas e a instalação de uma rede de defesa contra incêndios rurais.

    Será parcelada a rede de faixas de gestão de combustível, implantado as parcelas estrategicamente de acordo com a coordenação dos serviços técnicos florestais do município.

    Este protocolo abrange dezenas coletividades cinegéticas e gestoras de zonas de caça associativa ou municipal do concelho de Castro Marim irá continuar no próximo ano com um novo investimento de cerca de 60 mil euros, intervencionando uma área de 51 hectares.

  • Chef Filipe Martins na Copa do Mundo do Pannetone

    Chef Filipe Martins na Copa do Mundo do Pannetone

    Filipe Martins vai representar Portugal na Copa do Mundo do Panettone em Milão, informou João Conceição.

    Filipe Martins, é chef pasteleiro e fundador da Kubidoce e vai representar Portugal na IV edição da Copa do Mundo do Panettone, que decorre de 8 a 10 de novembro de 2024, em Milão.

    Esta participação surge após a distinção do seu Panettone Tradicional como o melhor de Portugal na competição nacional de 2023/24.

    Trata-se de uma competição internacional que reúne mestres pasteleiros de todo o mundo, avaliando a qualidade e a técnica na produção deste doce tradicional italiano.

    Os participantes foram selecionados através de rigorosas provas nacionais realizadas em diversos países, incluindo Portugal, onde Filipe Martins se destacou pela sua abordagem artesanal e respeito pelas técnicas clássicas de confeção do Panettone.

    Partilha Facebook de João Conceição


  • Paulo Paulino declara-se candidato à presidência em Alcoutim

    Paulo Paulino declara-se candidato à presidência em Alcoutim

    Em entrevista a Paulo Moreno do Região Sul, o atual presidente da câmara municipal de Alcoutim, pronunciou-se o seu futuro político, afirmando que, no momento se afirma a sua disponibilidade para ser o candidato pelo Partido Socialista para dar continuidade ao cargo que ocupa no momento.

    Esta é a sua intenção que terá de ser sufragada ainda pela comissão política concelhia, onde, em breve será apresentada a sua proposta.

    Destaque ainda para as declarações prestadas sobre a construção da nova ponte sobre o rio Guadiana, em Alcoutim, com garantia de acordo assinado pelos governos Ibéricos no decorrer da XXXV Cimeira Luso-Espanhola, realizada em Faro, no passado dia 23 de outubro