FOZ – Guadiana Digital

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  • Ayamonte recebeu bibliotecas públicas

    Ayamonte recebeu bibliotecas públicas

    A Biblioteca Municipal Vicente Campinas fez-se representar pela sua Coordenadora Assunção Constantino que apresentou a comunicação «Biblioteca públicas: o trabalho em rede em prol da comunidade».

    O evento contou com a presença da delegada territorial de Cultura, Teresa Herrera, e da Conselheira de Cultura da Câmara Municipal, María José Martín.

    Foi um encontro especial pelo seu carácter transfronteiriço, em que as apresentações foram feitas pelos responsáveis das bibliotecas portuguesas de Lisboa e Vila Real de Santo António.

  • Castro Marim premiado pela atividade desportiva

    Castro Marim premiado pela atividade desportiva

    Este prémio valoriza as práticas adotadas pelos municípios na promoção do desporto e atividade física, sendo um reconhecimento público de excelência e de apoio às associações desportivas parceiras do Município de Castro Marim, além de destacar a sua gestão desportiva eficiente e inovadora.

    Para atribuição do título são consideradas dez áreas: organização desportiva, instalações, eventos, programas, estratégias de sustentabilidade ecológica, desporto solidário, parcerias, realidade desportiva, legislação, marketing e inovação.

    Este evento reuniu representantes de municípios do Algarve e parte do Alentejo, celebrando as boas práticas, programas e iniciativas que promovem a qualidade de vida das suas populações e o fortalecimento das comunidades locais.

    O programa «Município Amigo do Desporto» é promovido pela plataforma Cidade Social, constituindo uma rede de municípios portugueses, um grupo de partilha de boas práticas, de benchmarking e de formação em relação ao modelo de intervenção dos municípios nas práticas de atividades físicas e no desenvolvimento desportivo.

  • Desfibriladores para os bombeiros de VRSA e Castro Marim

    Desfibriladores para os bombeiros de VRSA e Castro Marim

    São desfibrilhadores automáticos para salvar vidas e a entrega simbólica dos equipamentos decorreu no Quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, na presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, que destacou a prioridade atribuída à proteção da vida e a resposta a emergências.

    Os DAE vão ser instalados em locais estratégicos do concelho, assegurando uma resposta rápida em situações de paragem cardíaca súbita, designadamente nos seguintes espaços:

    Parque Municipal de Campismo de Monte Gordo; Piscinas Municipais de Vila Real de Santo António; Viatura da Proteção Civil; Pavilhão Municipal de Vila Nova de Cacela; Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António; Paços do Concelho da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    Diversos estudos comprovam que o uso de um desfibrilhador, nos primeiros três minutos após uma paragem cardíaca, pode aumentar a taxa de sobrevivência até 74%.

    Este investimento representa, assim, um passo crucial na proteção da vida e no reforço da segurança da população.

    Para garantir a correta utilização dos dispositivos, foi realizada uma formação em Suporte Básico de Vida (SBV) e utilização de DAE.

    A iniciativa foi desenvolvida em articulação com os Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, o Serviço Municipal de Proteção Civil e o Gabinete Municipal de Saúde, capacitando os funcionários municipais para responderem, de forma eficaz, a emergências nos locais onde os dispositivos serão instalados.

    Com este investimento e a formação complementar, a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António diz-se a reafirma «o seu compromisso com a saúde, segurança e bem-estar da comunidade, contribuindo para um concelho mais resiliente e preparado para salvar vidas».

    Desfibriladores
  • Natal a ganhar prémios em Vila Real de Santo António

    Natal a ganhar prémios em Vila Real de Santo António

    A iniciativa que tem como objetivo reforçar o apoio ao comércio local em todo o concelho e promover a sua vitalidade e consolidando-o como uma alternativa competitiva às grandes superfícies comerciais.

    De 15 de novembro a 24 de dezembro, todas as compras de 20 euros ou mais realizadas em estabelecimentos aderentes das freguesias de Vila Real de Santo António, Monte Gordo e Vila Nova de Cacela dão direito a um cupão de participação, habilitando os clientes a um sorteio com prémios aliciantes no valor total de 3.592,34 euros:

    1.º prémio: uma scooter elétrica; 2.º prémio: uma bicicleta elétrica; 3.º prémio: uma trotineta elétrica.

    Como participar?

    Para participar, basta apresentar o talão de compra, de valor igual ou superior a 20 euros, na Câmara Municipal de Vila Real de Santo António ou nas Juntas de Freguesia de Monte Gordo e Vila Nova de Cacela, onde será entregue o cupão de participação.

    Este deverá ser devidamente preenchido e colocado nas urnas disponíveis até ao dia 26 de dezembro.

    O sorteio dos prémios terá lugar no dia 27 de dezembro de 2024, às 16:00, no palco da Vila Natal de Vila Real de Santo António. A lista dos vencedores será publicada no site oficial do município (www.cm-vrsa.pt).

    Regras de adesão

    Podem aderir à campanha todos os estabelecimentos de comércio, serviços e restauração local do concelho, à exceção de unidades de distribuição alimentar de média e grande dimensão, ginásios e serviços que operem com anuidades, imobiliárias e empresas de construção ou gestão de condomínios.

    Compromisso com a dinamização económica

    Com a campanha «Natal a Ganhar», o município reafirma o seu compromisso com a dinamização económica do concelho e com a valorização do comércio local e do Centro Comercial a Céu Aberto de Vila Real de Santo António, incentivando os munícipes a realizar as suas compras na rede de estabelecimentos tradicionais, durante a quadra festiva.

    A iniciativa constitui um contributo relevante para a promoção da economia local e para a manutenção da vitalidade das áreas comerciais das três freguesias do concelho.

    O município pede apoio ao comércio local, com a participação nesta campanha «Natal a Ganhar», que entende ser um contributo para o crescimento económico do concelho de Vila Real de Santo António.

    comércio

  • Excelência para Férias Ativas em Castro Marim

    Excelência para Férias Ativas em Castro Marim

    O programa «Férias Ativas», do Município de Castro Marim, que existe há mais de uma década, foi agora distinguido com o prémio de qualidade «Campo de Férias» pela Cidade Social.

    Este prémio de excelência autárquica, na área do desporto, reconhece o programa «Férias Ativas» e é revelador das boas práticas implementadas no mesmo.

    Destaca o empenho e colaboração de todos os intervenientes envolvidos, que durante as pausas letivas da Páscoa e do verão ocupam os tempos livres das crianças do concelho.

    O programa foi premiado também pelo seu compromisso com a excelência autárquica e pelo seu impacto positivo na comunidade.

    As Férias Ativas têm como objetivos principais proporcionar às crianças e jovens do concelho uma ocupação de tempos livres diversificada, possibilitando-as a vivência de situações desportivas e socioculturais, evitar o sedentarismo, fomentar a integração e o convívio social, além de criar novas competências físicas e comportamentais.

    A iniciativa tem também como objetivo ser uma estratégia de apresentação e informação aos jovens sobre toda a oferta existente no concelho, que inclui o associativismo e atividades na Biblioteca Municipal e nas Piscinas Municipais de Castro Marim.

    As Férias Ativas de Castro Marim são ecléticas, inclusivas, gratuitas e promovem experiências tão distintas como o golfe, vela, canoagem, carpintaria e até hortofruticultura e calcetaria.

    O Município de Castro Marim tem investido e apostado anualmente nesta iniciativa, esforçando-se continuamente por apresentar atividades diferenciadoras e úteis para os jovens, tornando-se num apoio para os encarregados de educação a cada interrupção letiva.

    As crianças e jovens com necessidades educativas especiais também tiveram a oportunidade de participar nesta iniciativa, com férias adaptadas em instituições especializadas, cuja participação foi assegurada pelo Município de Castro Marim.

  • USA/CGTP debate turismo no Algarve

    USA/CGTP debate turismo no Algarve

    A União dos Sindicatos do Algarve/ CGTP-IN e o Sindicato da Hotelaria do Algarve (SHA) realizam no dia 22 de novembro um debate sobre o Turismo no Algarve: atualidade e perspetivas para o progresso da região.

    O debate começa às 15 horas, no anfiteatro Professor Doutor Ludgero dos Santos Sequeira, na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve econta com a participação de professores e alunos da Universidade do Algarve, do presidente da Região de Turismo do Algarve, do coordenador do SHA e da coordenadora da USAL/ CGTP-IN.

    O debate pretende promover a reflexão e discussão sobre a realidade do Turismo no Algarve, apontando medidas para o seu desenvolvimento, para a melhoria das condições de trabalho e perspetivas para o progresso integral da região.

  • Verde Lago vendeu 85% das três primeiras fases

    Verde Lago vendeu 85% das três primeiras fases

    O resort situado no concelho de Castro Marim, Verdelago Resort, anunciou que sucesso de vendas continua e atingiu já como vendidas 85% das unidades em comercialização.

    Para tal contribuiu o sucesso de vendas da primeira fase, todas as unidades vendidas Assim, as tipologias das segundas e terceiras fases do empreendimento estão quase todas colocadas, uma percentagem de 85%, com os T1, T3, villas e townhouses esgotadas.

    A empresa anunciou que apenas lhe restam 12 unidades de tipologia T2 disponíveis e, destas, quatro já estão com pré-reserva.

    Face este sucesso, foi criada uma lista de espera para as fases futuras, anotando que a procura supera a oferta.

    O Verdelago Resort tem trazido uma oferta até agora inexistente na região do Sotavento Algarvio, desde a privacidade dos apartamentos e townhouses de luxo, às villas de generosas dimensões e aos serviços exclusivos, que, segundo a empresa, «dificilmente encontram rivais e ao acesso direto e exclusivo à praia a partir dos passadiços suspensos, o resort de 5 estrelas, tem na sua génese um aldeamento turístico que resulta de um projeto imobiliário turístico focado em luxo sustentável e informal, que trocou um campo de golfe por um santuário natural».

    É Lucília Cruz Pinto, diretora comercial Real Estate do Verdelago Resort quem acrescenta ainda que «o projeto continua a atrair principalmente investidores portugueses que vêm na qualidade, no conceito e na localização motivos mais do que suficientes para serem proprietários de casas no Verdelago».

    As tipologias ainda em construção têm entrega prevista para o verão e outono de 2025.

    Integrado na paisagem natural envolvente, o Verdelago é um projeto que faz parte de uma nova geração de resorts que privilegiam a sustentabilidade e o estilo de vida em comunhão com a natureza.

    Trata-se de um empreendimento de luxo sustentável conta com um investimento total na ordem dos 300 milhões de euros, estendendo-se ao longo de 86 hectares, onde se incluem um Parque Verde de Recreio e Lazer, um Clube do Aldeamento (com restaurante, bares, open market, esplanada, piscinas e zonas de estar) e um hotel de 5 estrelas, com a chancela Marriott, com 197 quartos, cuja primeira pedra foi lançada este ano e onde se incluem seis suites isoladas no meio do pinhal (Forest Suites).

    Já aqui temos feito referência às características desta unidade de topo do concelho de Castro Marim que possui ainda o Verdelago Beach Club, um conceito onde a gastronomia da região tem um toque surpreendente e os petiscos e cocktails de autor completam o cenário à beira-mar.

    Portugueses são os principais compradores

    Se a maioria dos proprietários a comprar casa no Verdelago Resort são portugueses, que representam mais de 80% das transações imobiliárias, há outros inquilinos que se interessaram pelas valências.

    De entre os investidores estrangeiros, destacam-se nacionalidades, como americanos, espanhóis, polacos, italianos ou holandeses.

    Os 85% das vendas referem-se apenas a três fases, mas o Verdelago Resort vai desenvolver-se em seis fases e a expectativa é que esteja concluído entre sete e dez anos.

    No final, contará com 340 residenciais turísticas, a que se somam 197 quartos no hotel de cinco estrela, cuja construção está já em andamento.

  • Mértola na passagem do ano

    Mértola na passagem do ano

    O Município de Mértola convida todos os habitantes e visitantes da vila museu a celebrar a entrada em 2025 num evento único, que decorre no dia 31 de dezembro, no Pavilhão Multiusos Expo Mértola.

    Com um programa diversificado, recheado de música ao vivo e muita animação, esta promete ser uma noite inesquecível para todas as idades.

    As festividades iniciam com a atuação da banda REMEMBER – Tributo 80 & 90, que apresenta os maiores sucessos das décadas de 80 e 90. Com um repertório nostálgico e cheio de energia, os REMEMBER garantem o ambiente perfeito para abrir as celebrações.

    Pela meia-noite, o céu de Mértola ilumina-se com um espetáculo de fogo de artifício, marcando a chegada de 2025 e proporcionando um momento mágico para todos os presentes.

    Logo após as doze badaladas, os cabeça de cartaz RAYA, sobem ao palco. Conhecidos pela sua energia contagiante e um repertório vibrante, prometem animar o público com um concerto inesquecível e cheio de ritmo.

    A partir das 02h00, a animação fica a cargo de João Melgueira DJ Set, que assume os comandos musicais para manter a diversão até ao final da noite.

  • Petição sobre a obra de José Mário Branco

    Petição sobre a obra de José Mário Branco

    A petição tem mais de 5200 assinaturas recolhidas com vista à declaração de interesse nacional e consequente classificação da obra fonográfica do músico José Mário Branco.

    Nascido em 1942 e falecido em 2019, o intérprete, compositor, arranjador e produtor portuense tem um percurso em disco entre 1969, data em que foi editado o EP «Seis Cantigas de Amigo», e, no próprio ano em que faleceu, produziu o álbum “Ruas e Memórias”, do fadista Marco Oliveira.

    O último disco de José Mário Branco em nome próprio, a coletânea «Inéditos – 1967-1999», foi publicado em 2018, mas a riqueza da sua obra não se esgota unicamente nesses registos, devendo compreender as composições escritas para outros e ainda as produções, destacando-se o seu trabalho inovador na área do fado a partir da década de 1990, especialmente ao lado de Camané e da letrista Manuela de Freitas.

    José Mário Branco dirigiu, entre outros, o álbum «Cantigas do Maio» (1971), de José Afonso, publicado na mesma altura do seu primeiro álbum, «Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontade», colaborando com Sérgio Godinho em diversos momentos do percurso de ambos.

    Depois de 1974, fundou o Grupo de Acção Cultural – Vozes na Luta, responsável por uma nova abordagem ao cancioneiro tradicional português.

    Com este pedido de classificação, os proponentes e os signatários pretendem que a obra de José Mário Branco seja mais divulgada, estudada e interpretada, tendo em conta a riqueza do seu criador, onde confluíam os universos da música popular, da música erudita e ainda de uma importante passagem pelo teatro.

    Os promotores da Petição :

    Alain Vachier (produtor musical); Ana Ribeiro (música); António Bulcão (Cantautor); Antonio Duarte (músico); A.P. Braga (cantautor) ; Armando Carvalhêda (Radialista); Arnaldo Trindade (editor fonográfico); Cândido Mota (Radialista); Carlos Alberto Moniz (cantautor); Carlos Clara Gomes ( cantautor); Francisco Fanhais (cantor); Francisco Naia (cantautor); Gaspar Varela (músico); João Afonso (cantautor); João Carlos Callixto (Investigador musical e autor de programas de rádio e televisão); João Loio (músico); João Nogueira (músico); Jorge Mendes (músico); José Barros (cantor/autor/compositor); José Carita (músico); José Manuel Ésse (músico); Lúcia Moniz (actriz/cantautora); Luís Almeida (cantautor); Luis Galrito (cantautor); Luís Gil Bettencourt (músico); Lurdes Nobre (produtora musical); Manuel Freire (cantautor); Marco Oliveira (cantautor); Mário Mata (cantautor); Miguel Calhaz (cantautor); Pedro Branco (cantautor); Rogério Charraz (cantautor); Rogério Oliveira (músico); Rui Curto (músico); Rui Júnior (músico); Rui Sousa (músico); Samuel Quedas (cantautor); Silvestre Fonseca (músico); Tino Flores (cantautor); Toni da Costa (músico); Vitor Paulo (músico); Vitor Sarmento (músico)

    Créditos: Lugar ao Sul

  • Motas e Quads da Sand Race  na Marquês de Pombal

    Motas e Quads da Sand Race na Marquês de Pombal

    Com um circuito ampliado para seis quilómetros, a etapa vai reunir «os melhores pilotos de motos e quads do mundo junto à costa algarvia».

    A competição oficial é dividida em quatro corridas principais: no dia 23 de novembro, a Corrida de Motos, às 12h45, e a Corrida de Quads, pelas 15h30; e no dia 24, a Corrida de Motos (13h45) e a Corrida de Quads (15h30).

    Outras atividades

    A festa começa na sexta-feira, 22 de novembro, com as verificações técnicas das motos e quads, entre as 18h00 e as 22h00, junto ao cais de embarque, em Vila Real de Santo António (VRSA).

    A partir das 19h00, as máquinas estarão expostas na Praça Marquês de Pombal.

    No sábado, 23 de novembro, as atividades começam com o desfile das motos e quads desde Vila Real de Santo António até Monte Gordo, às 10h30. Durante o dia, e já em Monte Gordo, o público poderá assistir aos Monster Show Trials (11h30, 14h30 e 17h00).

    O sábado termina com um programa noturno de animação musical, incluindo o concerto «Stoned – Rolling Stones Tribute», às 18h00, ao qual se segue as atuações dos DJs Dominique (21h30) e Jonny V (23h00).

    No domingo, 24 de novembro, a animação continua com mais três momentos de Monster Show Trials, às 12h30, 15h00 e 16h20. O evento culminará com a entrega de prémios, às 17h00, e o concerto dos «Cookie Monsters», às 18h00, encerrando assim a programação.

  • Alcoutim + próximo

    Alcoutim + próximo

    Reconhecendo os resultados positivos decorrentes da concretização do projeto «+ Próximo», como «fundamentais para combater a solidão e o isolamento dos idosos sinalizados», do concelho, a Câmara Municipal de Alcoutim aprovou um protocolo de colaboração com o Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    A autarquia assume o compromisso de financiar o projeto «+ Próximo» por ser um projeto inovador de teleassistência à população mais idosa do concelho (com idade maior ou igual a 65 anos e em situação de isolamento social e geográfico).

    Em comunicado, a autarquia explica que ele «Consiste na instalação de dois aparelhos. Um é colocado na pulseira ou no colar que pode ser premido em caso de pânico, e outro é colocado junto ao telefone, permitindo falar com a central, o que facilita uma intervenção precoce em caso de risco».

    «Uma vez acionado, o serviço direciona a chamada para os meios mais adequados, designadamente forças de segurança, 112 ou familiares» esclarecem.

    A execução do projeto está a cargo do Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    O acompanhamento no domicílio assenta «no levantamento de necessidades, no rastreio de parâmetros de saúde (tensão arterial, glicémia e colesterol), na divulgação do serviço de teleassistência, bem como na instalação e contínua monitorização da funcionalidade dos dispositivos necessários para o seu usufruto».

    Iniciado em 2020, o projeto resultou de um Protocolo de Associação ao Contrato Local de Segurança do município de Alcoutim com a Área Governativa da Administração Interna e a Cruz Vermelha Portuguesa (Centro Humanitário de Tavira).

    O financiamento do projeto foi sempre garantido pela Secretaria Geral da Administração Interna através de verbas provenientes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no âmbito de apoios previstos para riscos sociais.

    Nesta 5.ª edição, revela a autarquia, após várias diligências e diversas formas de contacto, quer presenciais quer à distância, sempre com boas expetativas à renovação do apoio à continuidade deste importante projeto para a realidade de Alcoutim, «não foi recebida qualquer informação ou decisão sobre o processo de renovação».

    O projeto “+ Próximo”, pressupõe um investimento de, aproximadamente, 56 mil euros, e acompanha atualmente 73 seniores em 35 localidades dispersas pelas quatro freguesias do concelho, sendo os utentes maioritariamente mulheres com uma idade média de 82 anos, inventariou a câmara municipal de Alcoutim.

  • Presépio do Sal e das Artes no Natal de Castro Marim

    Presépio do Sal e das Artes no Natal de Castro Marim

    A inauguração do Presépio do Sal e das Artes, agendada para as 16h00 do dia 1 de dezembro na Casa do Sal, em Castro Marim, vai marcar o início da época natalícia no concelho, que a autarquia promete ser mágica e que tem a empreita como novidade.

    Com uma nova linguagem para esta edição, o tradicional Presépio do Sal e das Artes vai utilizar este ano alguns elementos artesanais e do interior da serra de Castro Marim, como a empreita, a cana e a palma, através da sabedoria ancestral emanada pelas gentes da terra.

    O Presépio do Sal e das Artes volta a contar com os acervos do colecionador Ernesto Pires, colaborador de edições anteriores, em parceria com a Junta de Freguesia de Castro Marim, que tem vindo também a adquirir as suas próprias peças, enquanto o presépio de cana tem a assinatura de Martinho Fernandes e Paula Gaspar.

    A empreita do interior do concelho de Castro Marim é um dos novos elementos que se junta ao Presépio do Sal e das Artes.

    É feita e trabalhada por artesãos locais naturais da Junqueira, que desde sempre, deu vida e forma a objetos com os mais diversos usos, tendo um papel importante na sua função de acondicionamento, transporte de bens, agricultura, pesca, salinicultura e atividades domésticas.

    Sob um céu estrelado, estará patente este Presépio do Sal e das Artes até ao dia 6 de janeiro de 2025, com novas formas e interpretações criativas sobre o nascimento de Jesus, juntamente com o «ouro branco» de Castro Marim: o sal.

    O Presépio do Sal e das Artes, ao longo dos anos, continua o seu trabalho na promoção e reforço do grande motor económico, social e cultural de Castro Marim, que é o sal, com o objetivo de enriquecer e valorizar a ligação simbiótica do concelho à atividade salineira e, paralelamente, promover outros elementos da cultura e patrimónios locais, como o artesanato e as artes.

    A promoção do sal e das artes ancestrais é fundamental para a reafirmação do património imaterial do concelho de Castro Marim, e para a sua continuidade com uma aposta na originalidade e numa permanente evolução e adaptação dos materiais e das técnicas tradicionais aos dias de hoje.

  • Mais 30 postos para poupar água em Castro Marim

    Mais 30 postos para poupar água em Castro Marim

    Apesar de ser o concelho do Algarve que mais tem mostrado desempenho de poupança contínua no consumo de água e este trabalho, devido às Zonas de Medição de Caudal, que têm sido instaladas ao longo dos últimos anos nos principais pontos de abastecimento, em todo o concelho.

    A continuidade e o ritmo que a autarquia tem por bom «contribuem para uma intervenção mais rápida em ruturas não visíveis à superfície, evitando o desperdício e apostando na poupança de água».

    As novas Zonas de Medição de Caudal estão a ser atualmente instaladas em de Altura, Monte Francisco, São Bartolomeu, Barrocal, Montinho da Conveniência, Odeleite, Portela Alta, Brenhosa, Alcaria, Corte Nova e Foz de Odeleite.

    A implementação de Zonas de Medição de Caudal tem também como objetivo «a adoção de uma estratégia ativa de redução de perdas nos sistemas de abastecimento, garantindo uma melhor qualidade do serviço, a sustentabilidade ambiental do território e maior resiliência dos sistemas».

    O município entende que esta operação contribuirá também para melhorar a eficiência de utilização da água, promover o uso eficiente da mesma, «contribuindo para a minimização dos riscos decorrentes da carência de água em situação hídrica normal, potenciada durante os períodos de seca e eliminar os desperdícios, reduzindo as perdas nos sistemas».

  • AMAL tem orçamento para o Algarve

    AMAL tem orçamento para o Algarve

    As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento da Comunidade Intermunicipal do Algarve para 2025, que ronda os 18 milhões e 700 mil euros, foram aprovados na reunião extraordinária do Conselho Intermunicipal, na sexta-feira passada.

    O orçamento centra-se na operacionalização de novos instrumentos, através da contratualização de programas afetos a fundos europeus; a mobilidade; o ambiente e a área social considerados setores prioritários da AMAL para o próximo ano.

    Para a AMAL o ano vai ser arcado pelo encerramento do Algarve 2020 e, simultaneamente, pelo início mais efetivo do Algarve 2030 e pela continuidade de projetos no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A AMAL irá gerir cerca de 365 milhões de euros provenientes de fundos europeus, verbas provenientes do PRR, mas também do Programa Operacional Regional.

    Neste caso, são destinadas a dar continuidade a dois programas: o ITI AMAL (para projetos nas áreas dos resíduos, água, saúde, educação, combate às alterações climáticas, requalificação urbana e transformação digital,) e o ITI PADRE 2 (para investimentos em territórios de baixa densidade).

    A área da mobilidade, 2025 será para a AMAL, um ano particularmente importante para a AMAL, enquanto Autoridade Regional de Transportes.

    Vai dar continuidade a uma aposta na descarbonização dos transportes. Será lançado o concurso para a 2ª concessão de transporte público rodoviário de passageiros, que terá alterações em relação à atual concessão, permitindo melhorar o serviço de transportes de passageiros na região.

    Entre outras medidas, caberá, também, à AMAL gerir no Algarve o Programa “Incentiva + TP” nos transportes públicos.

    Quanto ao ambiente ambiental, será um ano importante para a concretização de diversas ações previstas no Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC).

    O PIAAC-Amal passará a integrar a componente mitigação e terá um sistema de monitorização articulado com os Planos de Ação Climática dos 16 municípios do Algarve.


    A AMAL afirma que vai continuar a trabalhar na cogestão dos Parques Naturais da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e manterá o reforço do Gabinete Florestal Intermunicipal, renovando a operacionalização com os Gabinetes Florestais dos municípios.

    Na área da Formação e Desenvolvimento Social, os serviços da AMAL continuarão a dar resposta às necessidades de formação dos funcionários autárquicos, agora incluindo os que foram integrados por via do processo de descentralização de competências.

    Terá responsabilidades no planeamento e elaboração da rede plurianual de oferta educativa de dupla certificação e na concretização do Plano Intermunicipal de Promoção do Sucesso Escolar no Algarve. Irá, por outro lado, concretizar e dinamizar diversas das ações previstas no Plano de Desenvolvimento Social do Algarve.

    A transição digital é outra das apostas para 2025, quer a nível interno, da própria AMAL, quer junto dos municípios associados, dotando a região de bases de dados que apoiem a tomada de decisão mais fundamentada. A AMAL irá acompanhar mais o investimento produtivo, no sentido de simplificar processos e reduzir custos de contexto.

    Depois da aprovação, na reunião do Conselho Intermunicipal, o Orçamento, no valor de 18.711.252,00€) e as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2025, assim como o Plano de Recrutamento e o Mapa de Pessoal, seguem para votação na Assembleia Intermunicipal, que ocorrerá em reunião a realizar no próximo mês de dezembro.

  • ANMP apoia Governo na taxação aos produtores de resíduos

    ANMP apoia Governo na taxação aos produtores de resíduos

    A Associação Nacional dos Municípios Portugueses reagia ao diploma do Governo publicado, em 29 de outubro, que aprova o modelo de cálculo e determina os valores de contrapartidas financeiras pela recolha seletiva de resíduos de embalagem e triagem ou apenas pela triagem, a aplicar a partir de janeiro de 2025.

    O novo modelo tem por base os valores propostos por um estudo contratado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e elaborado pela Ambirumo, declarada como entidade independente. O estudo, segundo é informado é do conhecimento de todas as partes interessadas desde 2023.

    No comunicado divulgado, a ANMP também considera muito importante a publicação do despacho. Porém, e observa os valores adotados no novo modelo ainda não suportam os custos reais da recolha seletiva e tratamento de resíduos de embalagens.

    Os valores em causa não são atualizados há oito anos, dado que estão congelados desde 2016, apesar de todas as reivindicações da associação e dos municípios em geral que, em cada ano, perderam valores avaliados em milhões de euros.

    A ANMP tem a opinião de que não podem ser os municípios e o erário público a suportar os custos e que estes devem ser da responsabilidade dos produtores de embalagens.

    Conseguir este objetivo em Portugal pode fazer que o País se aproxime das metas previstas neste setor e manifesta-se a favor da entrada em vigor a 1 de janeiro próximo do despacho governamental.


  • Água a correr para o mar

    Água a correr para o mar

    Reportagem: A gestão das águas e as consequências de represar ribeiras e rios nas populações ribeirinhas e na vida aquática

    As populações que vivem junto a ribeiras e rios de Portugal frequentemente apontam o dedo à gestão hídrica, especialmente nos períodos de seca, quando a água corre para o mar, aparentemente sem qualquer controlo.

    Esse cenário levanta questões relevantes sobre o impacto da construção de barragens e a necessidade de represar as águas.

    Esta abordagem, que visa prevenir cheias e armazenar água para usos futuros, tem repercussões significativas tanto para as atividades econômicas, como a pesca, quanto para o equilíbrio ecológico das regiões afetadas.

    Consequências da Repressão das Ribeiras e Rios

    A construção de barragens é uma medida amplamente adotada em muitas partes do mundo para gerir os recursos hídricos, evitando cheias e garantindo o fornecimento de água em períodos de seca.

    Contudo, represar ribeiras e rios altera profundamente os ecossistemas. A água, ao ser acumulada em grandes reservatórios, deixa de correr livremente em direção ao mar, reduzindo o volume dos caudais nos períodos de maior necessidade.

    Esta diminuição de caudais afeta diretamente o que é conhecido como «caudal ecológico», isto é, o fluxo mínimo de água necessário para manter a vida e os processos ecológicos dos rios e suas áreas circundantes.

    A falta de um caudal adequado compromete a qualidade da água, que perde capacidade de autorrenovação, e limita os nutrientes que chegam às zonas de estuário, impactando diretamente as cadeias alimentares.

    Impacto na Atividade da Pesca e na Fauna Piscícola

    Para as comunidades piscatórias, a redução do volume de água doce que chega ao mar tem consequências econômicas e ambientais.

    A água doce que flui das ribeiras e rios carrega consigo nutrientes essenciais que fertilizam as zonas de estuário e zonas costeiras, servindo de alimento para a fauna marinha e apoiando as populações de peixes que são a base da pesca.

    Com caudais reduzidos, estes nutrientes não chegam às zonas costeiras em quantidades suficientes, resultando na perda de produtividade das águas.

    O ciclo de vida de várias espécies de peixes que habitam o mar e utilizam as águas costeiras para desova é interrompido.

    Estas espécies, ao encontrarem condições menos favoráveis para o desenvolvimento, enfrentam uma taxa de sobrevivência mais baixa, afetando a disponibilidade de pescado nas zonas ribeirinhas e pressionando ainda mais a atividade pesqueira.

    Desafios de Conciliar Armazenamento e Caudal Ecológico

    A solução para garantir que haja um equilíbrio entre o armazenamento de água e o respeito pelo caudal ecológico passa por uma gestão criteriosa dos reservatórios.

    É crucial que as barragens mantenham descargas controladas que assegurem a saúde dos rios e a chegada de água aos estuários, especialmente em períodos críticos.

    Este equilíbrio exige políticas de gestão hídrica ajustadas às realidades climáticas, com monitorização constante e ajustes nas quantidades de água liberadas em função das condições naturais de cada período.

    Além disso, projetos de requalificação de margens e zonas de inundação natural podem ajudar a recuperar parte dos habitats aquáticos perdidos e a criar condições mais favoráveis para a preservação de espécies, contribuindo para a resiliência ecológica e para a sustentabilidade das atividades económicas que delas dependem.

    Considerações Finais

    A solução para as queixas das populações ribeirinhas e para a sustentabilidade da pesca passa por repensar o papel das barragens na gestão dos recursos hídricos.

    É preciso, portanto, que o foco não esteja apenas em armazenar água, mas em garantir a continuidade dos ciclos naturais que beneficiam tanto os ecossistemas quanto as economias locais.

  • Algarve Trail Running termina no Cais de Alcoutim

    Algarve Trail Running termina no Cais de Alcoutim

    Considerada a prova de corrida contínua mais longa e desafiante de Portugal, a ALUT percorre o interior algarvio de poente para nascente, utilizando a Grande Rota 13 da Via Algarviana.

    «É uma prova única que dá a conhecer a história, cultura, gastronomia e natureza do Algarve, decorrendo no designado período de época baixa do turismo, com o objetivo de combater a sazonalidade na região”, segundo disse à Lusa o diretor da prova.

    De acordo com Bruno Rodrigues, a ALUT tem conquistado cada vez mais adeptos, sendo esperadas este ano mais de 800 pessoas, entre atletas, equipas de apoio e elementos da organização. No ano passado tiveram um total de 600 participantes, número que este ano estimam superar, atendendo à dada a notoriedade da prova.

    Estão inscritos 124 atletas, 96 dos quais a solo e seis equipas de estafetas, sendo a prova limitada à participação de 100 atletas a solo, na qual cerca de metade são estrangeiros.

    “Este ano atingimos um número recorde de estrangeiros, com uma percentagem superior a 40% de atletas dos quatro cantos do mundo, com destaque para participantes de Espanha, França, Polónia e Reino Unido”, notou.

    Bruno Rodrigues revelou que a ALUT vai contar este ano “com a elite mundial feminina da modalidade, o que torna a competição algarvia das mais intensas disputadas até hoje”.

    Segundo o diretor da prova, o grau de dificuldade vai aumentar este ano, já que o percurso sofreu uma alteração para que possa passar pelos três pontos mais elevados do Algarve, que são a Madrinha, a Picota e a Fóia, no concelho de Monchique.

    “É uma pequena novidade para os atletas sentirem que estão a explorar ao máximo o território”, referiu.

    Bruno Rodrigues disse que a ALUT “pretende ser um evento lúdico, uma viagem para dar a conhecer o interior algarvio, num contacto com as populações locais”.

    Ao longo do percurso vão ser instaladas 10 bases de vida, locais que se destinam ao descanso e reabastecimento dos atletas, com alimentação variada e produtos típicos da região, e onde a população pode manter contacto com os participantes.

    A sétima edição da ALUT vai percorrer trilhos pelos concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Tavira, São Brás de Alportel, Loulé, Silves, Monchique, Lagos e Vila do Bispo, com uma base logística e de secretariado instalada na cidade de Faro.

    Organizada pela Algarve Trail Running (ATR), a prova tem início às 14.30 horas do dia 28 de novembro junto ao Forte do Beliche, em Sagres (Vila do Bispo), e termina às 14.30 horas do dia 01 de dezembro, estando a meta instalada no cais de Castro Marim.

  • Teste antigénios para instituições de Castro Marim

    Teste antigénios para instituições de Castro Marim

    Os testes para controlo da covid-19 e de três estirpes de gripe foram entregues à Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, à Associação Cegonha Branca e à Associação de Bem-Estar Social da Freguesia do Azinhal, destinados à população mais vulnerável dos lares e centros de dia destas instituições.

    «É uma batalha que ainda não está ganha, mas com o programa de vacinação e uma atuação precoce, poderemos minimizar o impacto destas doenças», sublinha a autarquia em comunicado.

    O município frisa que se mantém «vigilante junto das entidades de apoio social na salvaguarda da população mais idosa».

  • APALA tem um ano

    APALA tem um ano

    A APALA – Associação de Pesca Artesanal e Lúdica de Altura celebrou o seu primeiro aniversário, reunindo cerca de 100 pessoas numa homenagem ao legado cultural e ambiental que marca a ligação da comunidade de Altura ao mar.

    A APALA dedica-se a preservar o património piscatório, promovendo práticas sustentáveis e um desenvolvimento local enraizado nos valores e tradições da região.

    A associação tem contado com o apoio da câmara municipal de Castro Marim. O presidente Francisco Amaral e a vice-presidente, Filomena Sintra, estiveram presentes na festa de comemoração do primeiro ano de vida da APALA e a data foi assinalada com uma visita aos varadeiros de pesca.

    Após a visita, os convidados reuniram-se num jantar de convívio no restaurante O Girassol, onde puderam «partilhar memórias e reforçar o sentimento de união em torno da tradição e cultura marítima de Altura».

    O presidente da APALA, Paulo Sousa, destacou o compromisso da associação com a melhoria das infraestruturas locais, afirmando as intenções principais da associação: «É nossa intenção preservar e melhorar as condições do nosso varadeiro e apoios de pesca, para que alguma degradação que hoje se sente faça parte do passado. Queremos que qualquer pessoa que nos visite tenha orgulho no trabalho realizado pelos pescadores de Altura, que, a par do desenvolvimento da sua atividade, souberam cuidar e preservar o seu local de trabalho e os espaços envolventes», esclareceu.

    A APALA, é constituída por famílias locais e descendentes de gerações de pescadores e a sua missão é a revitalizar e perpetuar o saber ancestral, respeitando as boas práticas de pesca lúdica e profissional”.

    Não ficam por aqui, pois querem, para além da preservação da tradição, o fortalecimento da educação ambiental, posicionando-se como um agente de mudança na sustentabilidade e no equilíbrio ecológico.

  • Depressão em altitude afeta o sul Ibérico – Partilhas

    Depressão em altitude afeta o sul Ibérico – Partilhas

    Em Portugal, várias localidades do Algarve e do Alentejo registraram inundações, quedas de árvores e danos em infraestruturas públicas e residenciais.

    Neste momento de dificuldades, os especialistas chamam a atenção que a primeira função das barragens é a regularização dos caudais dos rios. A água que os rios aportam ao mar é essencial à alimentação do ecossistema que garante à Humanidade o sustento com recurso aos mares.

    Diversas estradas foram bloqueadas temporariamente, complicando o trânsito e causando transtornos para os moradores.

    No Algarve, localidades como Faro e Portimão enfrentaram enchentes em áreas urbanas, prejudicando o comércio local e afetando residências.

    No Alentejo, municípios como Beja e Évora também foram impactados, com relatos de interrupções temporárias de energia em algumas áreas.

    Os serviços de proteção civil e bombeiros responderam a diversas ocorrências para garantir a segurança dos residentes.

    Na Andaluzia, a depressão trouxe episódios de chuva torrencial especialmente em regiões como Huelva e Sevilha.

    Alagamentos urbanos causaram transtornos nas áreas centrais e nos transportes, com algumas estações de metro temporariamente fechadas em Sevilha. As autoridades locais atuaram para mitigar os danos e garantir o retorno seguro às atividades normais.

    Testemunhos:

    Desta situação, apresentamos testemunhos significativos recolhidos por habitantes locais da área territorial a que nos dedicamos principalmente, começando pelo esclarecido depoimento de Rosa Dias que aborda causas e consequências da fúria destes fenómenos naturais.

    Citamos Rosa Dias:
    Há 16 anos aqui e nunca tinha subido tanto. Está ou esteve (????) a 4cm de alagar uma das casas.
    Não só a chuva foi muita como a hora exacta coincidiu com a maré cheia de lua cheia e com o rio guadiana cheio de água de descargas espanholas.
    As linhas naturais de drenagem pluvial para o sapal de Castro Marim estavam já saturadas, e o próprio sapal cheio de água da maré.
    As linhas do interior não tinham para onde escoar e transbordaram para pomares, estradas, campos, etc.
    No nosso caso rebentaram com um muro de contenção que tinha feito o meu bisavó há mais de 100 anos, e inundaram o nosso figueiral novo, plantado em 2015.
    Nunca tinha visto a água galgar a linha do comboio, está 2,5m sobrelevada face ao fundo do curso de água… mas a força foi muita.
    Não há fome que não dê em fartura. A nossa barragem já encheu e assim ficará até ao Verão.
    E depois ainda dizem que não chove suficiente para justificar a construção da barragem da Foupana. Epá voltem para a escola aprender geografia, algo falhou aí.
    
    Veja no Facebook de Rosa Dias
    Amigos de Tavira:

    Imagens poderosas da torrente das águas no Rio Gilão.

    Arenilha TV

    Neste vídeo pode ver que a Praia Pluvial Pego Fundo ficou submersa.