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  • Caçadores e associações na prevenção de fogos

    Caçadores e associações na prevenção de fogos

    Associações cinegéticas de Castro Marim recebem apoio do Município para continuar a prevenir incêndios

    Mais de uma dezena de associações cinegéticas do concelho de Castro Marim receberam, no final do ano de 2024, um apoio monetário do Município para continuarem o seu plano de prevenção de incêndios com limpeza de faixas de gestão de combustível e a criação de novas sementeiras.

    A entrega destes apoios decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Castro Marim e contou com a participação do executivo, da Proteção Civil e da Federação de Caçadores do Algarve, que reforçaram a importância desta iniciativa e deste protocolo na defesa do território.

    Este apoio faz parte de um protocolo que prevê a instalação e manutenção de pastagens anuais semeadas de sequeiro em rede de Faixas de Gestão de Combustível integradas nas zonas de caça associativas e municipais do concelho de Castro Marim, sendo uma medida estrutural de Defesa da Floresta Contra Incêndios e a conservação dos solos, que vai contribuir para o controlo da vegetação espontânea.

    Pretende-se ainda que este protocolo permita melhorar a eficácia na mitigação das alterações climáticas e a instalação de uma rede de defesa contra incêndios rurais, através da execução de parcelas da rede de faixas de gestão de combustível, implantadas estrategicamente de acordo com a coordenação dos serviços técnicos florestais do Município.

    Este protocolo com as coletividades cinegéticas e gestoras de zonas de caça associativa ou municipal do concelho de Castro Marim terá continuidade no ano de 2025 com um novo investimento de cerca de 60 mil euros, intervencionando uma área de 51 hectares.

  • Monte Gordo foi sucesso de participação

    Monte Gordo foi sucesso de participação

    A câmara municipal de Vila Real de Santo António, depois de avaliar como tinha decorrido a passagem do ano em Monte Gordo, constata que o destino se reafirmou como um «dos mais procurados no Algarve para celebrar a Passagem de Ano».

    Recorde-se que as festividades se estenderam por quatro adias, entre 28 e 31 de dezembro, onde «milhares de pessoas reuniram-se na Baía de Monte Gordo para desfrutar de uma programação diversificada, repleta de momentos inesquecíveis e abrilhantada por um espetáculo deslumbrante de fogo de artifício».

    A noite de 31 de dezembro constituiu o ponto alto das celebrações, com o concerto dos Calema, que cativaram o público com uma performance inesquecível e o espetáculo pirotécnico, o projeto Time Travel prolongou a animação nas primeiras horas de 2025, transportando o público numa viagem musical.

    A segurança foi assegurada por uma operação conjunta envolvendo a Proteção Civil, PSP, GNR, Bombeiros, Polícia Marítima e empresas de segurança privada, garantindo um ambiente tranquilo e seguro para todos os participantes.

    A autarquia assinala como reflexo do sucesso do evento foi «a elevada taxa de ocupação hoteleira no concelho de Vila Real de Santo António, que, em especial na zona de Monte Gordo, registou níveis próximos dos 100%».

    Para Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal «Monte Gordo voltou a afirmar-se como um destino de eleição para a festa de Passagem de Ano, proporcionando uma experiência inesquecível para todos. Este evento não só dinamiza a nossa economia local como reforça a imagem do concelho como um local de excelência. Estamos já a preparar a edição do próximo ano, que será ainda mais extraordinária».

  • A importância dos tubarões e outros predadores

    A importância dos tubarões e outros predadores

    De acordo com uma reportagem publicada em Greensavers, de que deixamos o endereço abaixo, sustenta-se que Portugal está entre os países que mais tubarões e raias capturam, apoiado-se num relatório da organização conservacionista portuguesa ANP|WWF, de 2021, intitulado «Tubarões e raias: Guardiões do oceano em crise».

    O nosso país é o terceiro na Europa com mais capturas desses elasmobrânquios: uma média de 4.340 toneladas por ano.

    Estima-se que em águas portuguesas existam 117 espécies distintas de tubarões, raias e quimeras, que, no seu conjunto, representam 89% de toda a fauna existente nos mares da Europa e 9% de todas as espécies do mundo.

    Fomos avaliar o papel que os grandes predadores desempenham no equilíbrio ecológico e soubemos que eles ajudam a manter as populações de presas sob controle, evitando a superpopulação e a consequente degradação do habitat.

    Tendem a caçar os indivíduos mais fracos ou doentes, promovendo uma população de presas mais saudável e geneticamente robusta e mantêm a biodiversidade ao controlar as populações de presas, permitindo que outras espécies coexistam, mantendo a diversidade do ecossistema.

    A presença ou ausência de grandes predadores pode ter efeitos em cascata em todo o ecossistema, afetando várias outras espécies e processos ecológicos. Por exemplo, a ausência de tubarões pode levar ao aumento de espécies de nível trófico inferior, que por sua vez podem sobre explorar recursos como corais e algas, resultando em um ecossistema desequilibrado.

    Pesca responsável é fundamental para evitar extinção de tubarões, raias e quimeras, alerta relatório

  • Nova ponte para a Ilha de Faro

    Nova ponte para a Ilha de Faro

    Com a promessa de que após a inauguração da nova ponte a antiga será desativada, abrirá ao trânsito, no próximo domingo, dia 13 de Janeiro a nova ponte de acesso à Ilha de Faro.,

    A revelação foi feita pelo presidente Rogério Bacalhau, mas não se encontra ainda definida a hora da cerimónia de inauguração, esperando-se que o Governo se venha fazer representar.

    O investimento nesta nova e moderna infraestrutura subiu aos 6,6 milhões de euros.

    Por concluir fica a iluminação LED e outros pormenores, mas a obra estará pronta a entrar em funcionamento no domingo.

    No dia seguinte à inauguração, Rogério Bacalhau, sem terminar o mandato, o seu último por ora possível, deixará a presidência da câmara da capital algarvia para se tornar presidente do Conselho de Administração da Águas do Algarve, sendo substituído pelo vereador e vice-presidente Paulo Santos.

  • Agricultura é ativo estratégico do Algarve

    Agricultura é ativo estratégico do Algarve

    A CCDR) do Algarve, I.P. – Agricultura e Pescas, com o apoio da Rede Rural Nacional e em parceria com o setor agroalimentar algarvio, está a apresentar uma campanha de vídeos curtos que narram, na primeira pessoa, casos de sucesso de investimentos apoiados por fundos comunitários.

    O objetivo é divulgar e promover a transformação em curso na agricultura algarvia e que acompanha também a evolução deste setor estratégico para o desenvolvimento socioeconómico da Europa.

    A inovação e o conhecimento, diz-nos a CCDR do Algarve «permitem hoje a coexistência e o equilíbrio entre a produtividade e a biodiversidade. A agricultura está a mudar».


    As empresas apresentadas são de vários domínios produtivos e de diferentes pontos do Algarve, mas têm um traço em comum: «estão a mudar a Agricultura do Algarve, inovando e incorporando tecnologia, com a preocupação de assegurar uma gestão cada vez mais sustentável dos recursos naturais e a mitigação e adaptação às alterações climáticas e visando uma maior competitividade».

    É este fator que lhes pode permitir a contribuição para a «indispensável diversificação da base económica regional e para o desenvolvimento territorial equilibrado das economias e comunidades rurais, nomeadamente através da criação e manutenção de emprego em condições condignas».

    Os vídeos serão disponibilizados semanalmente nas redes sociais e plataformas digitais da CCDR Algarve, sendo o de hoje o caso de sucesso da SR Berry, marca fundada em 2013 e uma referência na agricultura sustentável na área da produção de pequenos frutos vermelhos em hidroponia.

    Ver o vídeo

  • Corpo de portuguesa encontrado em Punta de El Moral

    Corpo de portuguesa encontrado em Punta de El Moral

    Na manhã de segunda-feira, 5 de Janeiro, foi encontrado o corpo de uma mulher na praia de Punta de El Moral, em Ayamonte, Andaluzia.

    A identidade da mulher ainda não foi confirmada, e a polícia está a trabalhar para determinar as circunstâncias de sua morte. Testemunhas relataram que a vítima não apresentava sinais visíveis de violência, mas uma autópsia será realizada para esclarecer a causa do óbito.

    Segundo relata o jornal Huelva Información, o corpo encontrava-se em avançado estado de decomposição na área do quebra-mar Punta del Moral, em Ayamonte, supondo-se ser o de uma mulher portuguesa cujo relatório de desaparecimento foi arquivado em 5 de janeiro em Portugal.

    Esta informação foi indicada pela Guarda Civil, especificando que um parente reconheceu alguns pertences da falecida enquanto se aguarda a confirmação oficial do legista.

  • ALGARVE 2030 executa 12 projetos de apoio à Inclusão pela Cultura.

    ALGARVE 2030 executa 12 projetos de apoio à Inclusão pela Cultura.

    O ALGARVE 2030 prevê no seu programa a ativação de uma nova medida de apoio à promoção da inclusão social por via da cultura.

    O apoio destes investimentos culturais pretende ser um meio e não um fim em si, incentivando projetos que visem a integração social e económica de grupos mais vulneráveis.

    Deste modo, a CCDR Algarve, pretende que a cultura seja um fator de coesão e de promoção da diversidade.

    Este propósito do Programa Regional encontra-se alinhado com o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e com a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, e ainda com o Plano Nacional de Combate ao Racismo e à Discriminação 2021-2025.

    Neste contexto, esteve aberto o Aviso para apresentação de candidaturas “Inclusão pela Cultura”. Visa promover a inclusão social de grupos particularmente vulneráveis, através de iniciativas e atividades de expressão artística e cultural por e para grupos desfavorecidos.

    Garante o acesso e a fruição de atividades e bens, assim como o seu envolvimento nos próprios processos de produção e representação de formas de expressão artística, como condição para um desenvolvimento mais coeso e inclusivo.

    Na sequência da análise às candidaturas apresentadas, encontram-se em execução 12 projetos apoiados pelo Programa ALGARVE 2030, que atuam em áreas e públicos distintos, cobrindo também diferentes territórios.

    São abrangidos reclusos, migrantes, idosos, pessoas com deficiência e/ou incapacidade, jovens NEET e pessoas com problemas de saúde mental.

    Os projetos apoiados preveem o desenvolvimento de oportunidades concretas de participação por meio de diversas formas de expressão artística e cultural, intervindo através de:

    aulas de dança, partilha de memórias e testemunhos; workshops, residências artísticas, espetáculos e exposições; valorização dos patrimónios culturais do território e foco em intervenções de proximidade;

    intervenção social que recorre a práticas artísticas; transformação social através de atividades artísticas e culturais, fomentando o pensamento crítico, empoderamento e participação cívica dos participantes;

    promoção da interculturalidade e a não discriminação em contexto escolar, utilizando a arte participativa;

    formação cultural e social dos indivíduos; capacitação e promoção da inclusão na comunidade, a todos os níveis.

    O apoio FSE+ aprovado de mais de 800 mil euros no âmbito do Programa ALGARVE 2030 permitirá, nos próximos anos, mostrar a cultura e a arte como instrumentos valiosos de inclusão social, contribuindo para a coesão e promoção da diversidade.

    Projetos apoiados:

    DesignaçãoBeneficiário
    OS INVISÍVEISTEATRO MUNICIPAL DE FARO – SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS
    Dansanté em tournéeARTIFICIAL- ASSOCIAÇÂO ARTÍSTICA E CULTURAL DO ALGARVE
    Festival de Artes InclusivasTEIA D’IMPULSOS – ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E DESPORTIVA
    CLUSTER CRIATIVO
    Monchique – Fábrica de Memórias
    VICENTINA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SUDOESTE
    Cultura ao MontesARCDAA – ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL E DESPORTIVA DOS AMIGOS DA ALTA-MORA
    Projeto CamarataLAC – LABORATÓRIO DE ACTIVIDADES CRIATIVAS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
    Recordar é viver, Histórias de uma vidaASSOCIAÇÃO CULTURAL DANCENEMA
    AD-HOCS: Arte e Desenvolvimento para Horizontes de Oportunidades Culturais e SociaisG. R. A. T. O. – GRUPO DE APOIO AOS TOXICODEPENDENTES
    QuART TILESFREGUESIA DE QUARTEIRA
    Tudo IncluídoMUNICÍPIO DE LAGOA
    Dançar com a Diferença em TaviraMUNICIPIO DE TAVIRA
    LINHA COMUMQUESTÃO REPETIDA – ASSOCIAÇÃO

  • Médicos internos algarvios acolhidos em Castro Marim

    Médicos internos algarvios acolhidos em Castro Marim

    O espaço de eventos da Quinta do Sobral foi o local escolhido, em Castro Marim serem dadas as boas-vindas a mais de 200 novos médicos internos de formação geral e de especialidade que começaram a trabalhar para a Unidade Local de Saúde do Algarve, na passada sexta-feira, dia 3 de janeiro.

    A sessão de abertura contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, também médico, Francisco Amaral, que inaugurou o evento com um discurso onde recordou a sua carreira na área da saúde.

    O autarca relembrou ainda as iniciativas e medidas que tomou ao longo dos últimos anos como o transporte de doentes para consultas e exames, a Unidade Móvel de Saúde, o programa de combate ao tabagismo e a mais recente campanha de vacinação contra a pneumonia.

    Aos novos médicos, Francisco Amaral aproveitou para deixar algumas palavras e conselhos, além do pedido para que estes profissionais se fixem na região algarvia.

    «Aprendam e dediquem-se de alma e coração à vossa profissão, melhor, à vossa vocação», aconselhou.

    A programação do dia incluiu ainda várias apresentações, reuniões e partilha de informações sobre o Internato Médico e Residência Farmacêutica, com a Direção de Internato Médico.

    Médicos para o Algarve
  • As Charolas

    As Charolas

    Uma Charola é muito mais do que o seu simples repertório musical, diz-nos Tina Madeira, no Facebook, qualificando-se como uma ancestral manifestação cultural que, felizmente, em Portugal, ainda perdura no sotavento algarvio, nos concelhos de Faro, S. Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Sto. António.

  • Preços do azeite em baixa

    Preços do azeite em baixa

    Os agricultores espanhóis estão preocupados com a queda acentuada dos preços do azeite, que atribuem a movimentos especulativos no mercado.

    De acordo com os dados mais recentes, o preço do azeite virgem extra caiu 54,1% desde janeiro de 2024, passando de 8,95€ para 4,1€ por litro. O azeite virgem desceu 55%, de 8,5€ para 3,8€, e o azeite normal caiu 57,6%, de 8,5€ para 3,6€ por litro.

    As organizações agrícolas, como a «Coag Andalucía», pediram ao governo espanhol que investigue possíveis práticas anti concorrenciais no setor.

    Em Portugal, a produção de azeite tem mostrado um crescimento significativo. Em 2023, a produção de azeitona para azeite aumentou 25% em comparação ao ano anterior.

    Este aumento deve-se ao aumento da produtividade nos olivais tradicionais e à entrada em produção de novos olivais intensivos. Apesar do aumento da produção, os preços do azeite em Portugal seguem as referências internacionais e não sofreram grandes alterações.

    Portugal é conhecido pela qualidade do seu azeite, com 98% da produção classificada como Virgem ou Virgem Extra. A produção de azeite virgem extra representa mais de 90% do total produzido no país. A região do Alentejo é a principal produtora de azeite em Portugal, responsável por 80% da produção nacional.

    Enquanto os agricultores espanhóis enfrentam uma queda acentuada nos preços do azeite, atribuída a possíveis movimentos especulativos, Portugal tem visto um aumento na produção e mantém a qualidade do seu azeite. A situação em Espanha pode ter impacto no mercado português, mas até agora, os preços em Portugal têm permanecido estáveis.

    Com Copilot
  • Balanço das Campanhas de Natal e Ano Novo da ANSR

    No período de Natal e do fim de ano, entre 18 de dezembro de 2024 e 2 de janeiro de 2025, registaram-se 5.499 acidentes (menos 502 que no período homólogo anterior).

    Desses acidentes resultaram 25 vítimas mortais (mais cinco do que em igual período do ano passado), 115 feridos graves (mais 8) e 1.692 feridos leves (mais 13).

    Face ao período homólogo de 18 de dezembro de 2023 a 2 de janeiro de 2024, a sinistralidade rodoviária registada traduziu-se num aumento de 25,0% no número de vítimas mortais, de 7,5% no número de feridos graves e de 0,8% no número de feridos leves, mas teve uma diminuição de 8,4% no número de acidentes.

    As 25 vítimas mortais resultaram de 25 acidentes nos distritos de Aveiro (2 vítimas mortais), Beja (1 vítima mortal), Braga (2 vítimas mortais), Castelo Branco (1 vítima mortal), Faro (3 vítimas mortais), Guarda (1 vítima mortal), Leiria (3 vítimas mortais), Lisboa (6 vítimas mortais), Porto (1 vítima mortal), Santarém (2 vítimas mortais), Setúbal (2 vítimas mortais) e Viseu (1 vítima mortal).

    Nos restantes seis distritos do Continente – Bragança, Coimbra, Évora, Portalegre, Viana do Castelo e Vila Real – bem como na Região Autónoma da Madeira e na Região Autónoma dos Açores, o objetivo de zero mortos nas estradas portuguesas foi atingido.

    Cerca de 64% das vítimas mortais registaram-se na Rede Municipal (16 vítimas mortais): 13 em arruamentos e 3 em Estradas Municipais. Por outro lado, aproximadamente 36% das vítimas mortais decorreram de acidentes na Rede Rodoviária Nacional (9 vítimas mortais): 4 em Estradas Nacionais, 3 em Autoestradas, 1 no Itinerário Principal e 1 em Itinerário Complementar.

    Nos acidentes com vítimas mortais predominaram os despistes (16), que originaram 16 vítimas mortais (64% do total), e envolveram 8 veículos ligeiros, 7 motociclos, 1 quadriciclo e 1 veículo agrícola. Houve ainda 6 colisões, que originaram igual número de vítimas mortais e envolveram 9 veículos ligeiros, 2 motociclos e 2 velocípedes, bem como 3 atropelamentos, que envolveram 3 veículos ligeiros e que originaram 3 vítimas mortais.

    As 25 vítimas mortais, 21 do sexo masculino, e quatro do sexo feminino, tinham idades entre os 19 e 76 anos.

    12,1 milhões de veículos fiscalizados: um aumento de 6,3% face ao período homólogo

    No período de 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, foram fiscalizados 12,1 milhões de veículos, quer presencialmente, pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), quer através de controlo por radar, pela GNR, pela PSP e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), o que representou um aumento de 6,3% face ao período homólogo em que foram fiscalizados 11,4 milhões de veículos.

    Do total dos veículos fiscalizados, foram registadas 65,8 mil infrações, distribuídas conforme quadro abaixo, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de condutores/veículos fiscalizados) de 0,55%, 12,7% abaixo da taxa de infração registada no período homólogo 2023/2024 (0,62%).

    Total de Infrações

    ANSR

    30 129

    GNR

    28 600

    PSP

    7 065

    Total

    65 794

    Relativamente à velocidade, foram fiscalizados 11,9 milhões de veículos, dos quais 10,2 milhões pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (85,8% do total), da responsabilidade da ANSR.

    Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 37,8 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 7,7 mil foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 30,1 mil pelos da ANSR, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,32%, inferior à registada no período homólogo (0,36%).

    No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 138,0 mil condutores, tendo 1.790 apresentado uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida, do que resultou um total de 894 detenções (taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2g/l) e 896 contraordenações rodoviárias (taxa de álcool no sangue abaixo de 1,2 g/l). A taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de testes de pesquisa de álcool realizados) foi de 1,30%, abaixo da taxa verificada no período homólogo anterior (1,48%).

    Relativamente às restantes tipologias de infração, abaixo quadro resumo:

    Tipo de infração

    N.º

    Velocidade

    37 844

    Álcool

    1 790

    Habilitação legal para conduzir

    363

    Seguro

    1 099

    Inspeção periódica obrigatória

    3 322

    Telemóvel

    635

    Cinto de segurança e sist. retenção de crianças

    765

    Outras

    19 976

    Total

    65 794

    Cerca de 493,3 Milhões de visualizações/contactos com a campanha “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR

    A campanha de Natal e Ano Novo “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR, que decorreu entre 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, contou com a parceria de mais de 368 entidades públicas e privadas, incluindo os Governos da Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, que se associaram na divulgação das mensagens da campanha, através dos seus sites institucionais e redes sociais próprias, rádios locais, regionais e nacionais, redes de publicidade exterior em várias cidades, através de cartazes, entre outros.

    Para além dos meios dos parceiros, a campanha também esteve presente noutros formatos, designadamente TV, rádios – nacionais e regionais – imprensa regional, redes sociais, Waze, rede Multibanco, painéis Led Box da rede nacional de Estações de Serviço e Painéis de Mensagem Variável nas estradas portuguesas.

    O número estimado de visualizações/contactos da campanha é de 493,3 milhões (resultados ainda provisórios).

    Nesta época, milhares de famílias estiveram envolvidas em acidentes rodoviários. Por essa razão, muitos não estiveram presentes no momento de reunião e de celebração do Natal e do Ano Novo.

    A sinistralidade rodoviária é um fenómeno com elevado impacto social, que se reflete, de forma dramática, na vida das pessoas. É também um fenómeno com graves consequências económicas para a sociedade.

    As consequências da sinistralidade rodoviária são evitáveis.

    Com o contributo de todos, podemos evitar as consequências dramáticas da sinistralidade rodoviária.

    É para este objetivo que todos trabalhamos, todos os dias!

    A apresentação do balanço da campanha pode ser consultada aqui

    Barcarena, 3 de janeiro de 2025

    Da ANSR, Gabinete de Imprensa – 911030309
    Da GNR, Capitão João Gaspar – 962091035
    Da PSP, Subintendente Sérgio Soares – 968992701

    Informação complementar relativamente aos acidentes com vítimas mortais:

    01 de janeiro de 2024

    Despiste em reta, na A5, ao Km 13,300, em São Domingos de Rana, Lisboa, de um veículo ligeiro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 56 anos.
    Despiste de um motociclo, na Avenida 29 de agosto, na Terrugem, Lisboa, seguido de colisão contra um muro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 29 anos.
    Despiste de um motociclo em reta, na Rua da Escola, em Peralva, Santarém, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 74 anos.
    Despiste de um veículo ligeiro em curva, na Rua da Igreja, em Bastuço, Braga, do qual resultou a morte do passageiro que ocupava o banco da frente, e ferimentos leves no condutor. A vítima mortal, do género feminino, tinha 75 anos.
    Despiste de um motociclo, em Setúbal, seguido de colisão contra um poste de iluminação do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 21 anos.

    30 de dezembro de 2024

    Despiste em curva de um veículo ligeiro, na EM1086, em Pico Alto, Faro, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 64 anos.

    28 de dezembro de 2024

    Colisão frontolateral em reta, na EN10 ao Km 49,520, em Pontes, Setúbal, entre um veículo ligeiro e um motociclo, tendo resultado na morte do condutor do motociclo. A vítima mortal, do género masculino, tinha 34 anos.
    Despiste de um trator agrícola em curva, na Rua das Hortas Novas, em Santa Cruz da Trapa, Viseu, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 50 anos.
    Despiste em curva, na Rua Poeta José D. Rodrigues Costa, em Colmeias, Leiria, de um veículo ligeiro, seguido de colisão contra um muro, do qual resultou a morte do condutor. A vítima mortal, do género masculino, tinha 45 anos.
    Despiste de um motociclo em curva, na A5, ao Km 20,100, no Estoril, Lisboa, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 49 anos.

    26 de dezembro de 2024

    Colisão, em Alcântara, Lisboa, entre dois veículos ligeiros, da qual resultou na morte de um passageiro que seguia num dos veículos intervenientes. A vítima mortal, do género masculino, tinha 25 anos.

    24 de dezembro de 2024

    Atropelamento de um peão na Rua Doutor França Martins, em Oliveira do Bairro, Aveiro, do qual resultou a morte do peão, do género masculino, com 57 anos.

    23 de dezembro de 2024

    Colisão frontal em reta, no IC2, ao Km 275,650, em Arrifana, Aveiro, entre dois veículos ligeiros, da qual resultou a morte de um condutor e ferimentos graves no outro. A vítima mortal, do género masculino, tinha 76 anos.

    22 de dezembro de 2024

    Despiste de um motociclo seguido de colisão contra as guardas laterais na A23, ao Km 112,724, na saída para Benquerenças, Castelo Branco, do qual resultou a morte do condutor. A vítima mortal, do género masculino, tinha 28 anos.

    21 de dezembro de 2024

    Despiste de um motociclo em reta, na EN119, ao Km 46,020, em Biscainho, Santarém, do qual resultou uma vítima mortal, do género masculino, com 37 anos.
    Atropelamento de um peão, na Rua da Ponte Pereiro, em Pedroso, Porto, do qual resultou a morte do peão, do género feminino, com 76 anos.
    Colisão em reta na EM526, em Olhos de Água, Faro, entre um motociclo e um velocípede, seguido de colisão com um veículo ligeiro que se encontrava estacionado, da qual resultou a morte do condutor do motociclo. A vítima mortal, do género masculino, tinha 19 anos.
    Colisão em reta no IP2, ao Km 353, em Santa Clara de Louredo, Beja, entre três veículos ligeiros, da qual resultou seis feridos leves, um ferido grave e um morto. A vítima mortal, do género feminino que ocupava o banco da frente de um dos veículos, tinha 71 anos.
    Atropelamento de um peão, na A19, ao Km 121,869, em Parceiros, Leiria, do qual resultou a morte do peão, do género feminino, com 50 anos.
    Colisão em reta, em Alcântara, Lisboa, de um veículo ligeiro, que se colocou em fuga, com um velocípede, tendo resultado na morte do condutor do velocípede. A vítima mortal, do género masculino, tinha 52 anos.
    Despiste de dois veículos ligeiros, em Loures, Lisboa, tendo um dos veículos embatido numa outra viatura estacionada, do qual resultou uma vítima mortal, do género masculino, com 22 anos.

    20 de dezembro de 2024

    Despiste de um veículo ligeiro em reta, na EN125, ao Km 72,200, em Ferreiras, Faro, do qual resultou a morte do condutor do género masculino, com 27 anos.
    Despiste de um motociclo em curva, na Rua do Cantim, em Fonte Coberta, Braga, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 72 anos.

    19 de dezembro de 2024

    Despiste de um veículo ligeiro em curva, na EM534-1, em Aldeia da Ribeira, Guarda, do qual resultou a morte do condutor, do género masculino, com 35 anos.

  • Produção nacional de fontes renováveis

    Produção nacional de fontes renováveis

    A produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis foi de 44 816 GWh e corresponde a 78,1% do total da produção bruta, mais saldo importador de eletricidade.

    É o que se afere do documento das estatísticas rápidas das renováveis, publicado pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), no ano-móvel (últimos 12 meses) de dezembro de 2023 a novembro de 2024,

    De acordo com a metodologia da Diretiva UE 2018/2001, que estabeleceu os objectivos a atingir em 2030, estima-se que essa percentagem se situe em 66,1%.

    Neste mesmo período, 76,1% da produção de eletricidade de origem renovável foi obtida através das tecnologias eólica e hídrica.

    No final de novembro de 2024, a potência instalada em unidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis foi de 20 361 MW, dos quais 2 459 MW são referentes a instalações de produção descentralizada.

    A capacidade instalada na produção descentralizada representa 12,1% da potência instalada renovável.

    As tecnologias hídrica e eólica representam 70% da capacidade instalada. A potência instalada da fotovoltaica foi atualizada de 2015 a 2021. No mesmo período, verificouse uma redistribuição geográfica da potência instalada da produção descentralizada. Os dados 2023 e 2024 são provisórios.

    A publicação abrange o Continente e as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira e pretende acompanhar a utilização da energia proveniente de fontes renováveis.

    Fonte: Portal Ambiente Online
  • Gás hilariante apreendido pela GNR

    O Comando Territorial de Faro da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Subdestacamento Territorial de Quarteira, apreendeu no dia 1 de janeiro, 22 botijas de óxido nitroso, em Quarteira, no decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária.

    Segundo a GNR, foi durante uma abordagem que os ocupantes do veículo fiscalizado demonstraram um comportamento suspeito. Tal levou à revista do interior da viatura, onde foram encontradas e apreendidas as citadas botijas de óxido nitroso, vulgarmente conhecido por ‘gás do riso’.

    Foi identificado um homem de 42 anos, tendo sido elaborado um auto de contraordenação, pelo que quanto às botijas apreendidas e o auto de contraordenação serão encaminhados para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

    Com esta operação, a Guarda Nacional Republicana reafirma o seu compromisso em combater atividades ilícitas e proteger a segurança e a saúde pública.

  • Turismo do Alentejo e Ribatejo diz-se descriminado nas portagens

    O presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, queixou-se tratamento desigual da região alentejana em relação a outras onde foram abolidas portagens em autoestradas.

    Alega que tal afeta a competitividade turística do seu território, mas deixa claro que não est´s contra a medida de abolição de portagens nas autoestradas do Interior e Algarve conhecidas como ex-Scut.

    Não está e de acordo que não se tenha usado a mesma bitola para com uma parte importante do interior do Alentejo.

    As declarações do dirigente foram registadas pela agência Lusa.

  • Em Castro Marim vacinam contra a pneumonia

    Em Castro Marim vacinam contra a pneumonia

    No próximo dia 6 de janeiro, segunda-feira, será iniciada uma ampla campanha de vacinação gratuita contra a pneumonia, dirigida numa primeira fase a pessoas com mais de 65 anos.

    Os responsáveis observam que «A pneumonia é a segunda causa de morte neste país, que é o terceiro na Europa onde se morre mais desta doença», daí a campanha que contarã com a colaboração das Juntas de Freguesia.

    As instituições de solidariedade social, as farmácias locais e a Unidade Móvel de Saúde do Município de Castro Marim, também participam, estando a ser feito um apelo aos castro-marinenses para que se dirijam às sedes das Juntas de Freguesia.

    Francisco Amaral, presidente e médico fez notar que «esta vacina é uma descoberta recente e basta uma única aplicação para dar imunidade para o resto da vida», acreditando que podem «diminuir muito a taxa de morbimortalidade ligada à pneumonia. Penso que também vamos fazer escola para o resto do país», segundo afirmou.

    CM - Programas de Vacinação - Cartaz
  • As Janeiras: Uma Tradição Viva no Sul de Portugal

    As Janeiras: Uma Tradição Viva no Sul de Portugal

    O mês de janeiro traz consigo uma das tradições culturais mais vibrantes do sul de Portugal: as Janeiras. Este costume secular, que remonta a práticas populares de celebração do início do ano, continua a ser um marco importante nas comunidades do Algarve e Baixo Alentejo, reunindo gerações em momentos de convívio, música e valorização do património imaterial.

    As Janeiras são caracterizadas pelo canto de grupos populares que percorrem as ruas das localidades, entoando músicas tradicionais e votos de bom ano para os seus vizinhos. A prática tem raízes nos rituais pagãos de celebração do solstício de inverno, mais tarde adaptados pela Igreja Católica como forma de exaltar os Reis Magos. Hoje, são um símbolo de união e de partilha, especialmente em regiões como o Algarve e o Baixo Alentejo, onde o vínculo comunitário permanece forte.

    Iniciativas Destacadas no Algarve e Baixo Alentejo

    Ao longo de janeiro, várias câmaras municipais do sul do país promovem eventos culturais que dão nova vida a esta tradição. Entre as iniciativas programadas destacam-se:

    1. Câmara Municipal de Alcoutim: Cumprindo a tradição um grupo de voluntários vai animar o primeiro sábado de 2025 passando pelos Lares, Associações e cafés da Freguesia e uma visita a Sanlúcar de Guadiana.

    2. Câmara Municipal de Castro Marim: Algumas povoações da freguesia de Odeleite vão estar as Janeiras no sábado, dia 4 de janeiro, a partir das 14h00, mantendo viva mais uma tradição do interior da serra do concelho de Castro Marim.
    3. O Cantar às Janeiras terá início em Odeleite, no largo da Junta de Freguesia, pelas 14h00, seguindo para as Furnazinhas pelas 15h00.
    4. Já na Corte Pequena vão cantar-se as Janeiras pelas 16h00, junto à paragem de autocarro, e em Alta Mora vai decorrer junto ao centro de convívio pelas 17h00.
    5. Esta iniciativa pretende levar às povoações mais isoladas alguns momentos de comunhão, de convívio e de solidariedade a quem, muitas vezes, nestas quadras sofre a ausência de familiares e amigos.
    1. Câmara Municipal de Tavira
    • Encontro de Janeiras: Diversos grupos de cantares locais reúnem-se no centro histórico para um espetáculo comunitário. O evento é gratuito e acontece na Praça da República no dia 6 de janeiro.
    1. Câmara Municipal de Albufeira
    • Cantares ao Luar: Grupos de jovens e seniores visitam freguesias do concelho durante a primeira semana de janeiro, proporcionando momentos de interação com os habitantes e visitantes.
    1. Câmara Municipal de Castro Verde
    • Festival de Janeiras e Reis: O Salão dos Bombeiros Voluntários recebe grupos corais alentejanos que apresentam cânticos tradicionais. Uma feira de artesanato e gastronomia local acompanha o evento.
    1. Câmara Municipal de Loulé
    • Desfile das Janeiras: Um cortejo percorre as ruas do centro histórico com grupos de folclore e coros paroquiais. A celebração inclui uma bênção especial na Igreja Matriz de São Clemente.
    1. Câmara Municipal de Mértola
    • Janeiras no Castelo: Este evento único celebra as Janeiras no emblemático Castelo de Mértola, com música tradicional e recriações históricas que remetem às origens da tradição.

    Preservação da Tradição

    As Janeiras não são apenas um momento de festa, mas também uma oportunidade de manter vivas as raízes culturais do sul de Portugal. As autarquias e associações locais têm desempenhado um papel crucial na dinamização desta tradição, garantindo que ela perdure no imaginário das comunidades e cativando novas gerações.

    Para quem procura um início de ano marcado pela cultura e pelo espírito comunitário, as celebrações das Janeiras no Algarve e Baixo Alentejo são uma experiência única, que alia a música, a história e o calor humano que define estas regiões.

    Fica o convite para todos participarem e celebrarem as Janeiras, perpetuando esta tradição que une e valoriza o património cultural português.

  • Algarve | 2025-01-02

    Hoje no Algarve:

    Sociedade,

    • Abolição das Portagens na A22: A partir 1 de janeiro de 2025, deixaram de ser cobradas portagens na autoestrada A22 (Via do Infante). Automobilistas e associações de utentes congratulam-se com esta medida, que era reivindicada há cerca de 14 anos.
    • Taxa Turística no Algarve: Sete municípios do Algarve iniciaram a cobrança de uma taxa turística. Esta medida visa reforçar as receitas municipais para investimentos em infraestruturas e promoção turística.

    Desporto,

    • Farense Rescinde Contratos: O SC Farense, clube da I Liga de futebol, anunciou a rescisão dos contratos com o defesa Talys e o médio Velásquez. A decisão foi comunicada no primeiro dia do ano.

    Cultura,

    • Tradição das Janeiras: Diversos municípios do Algarve celebram a tradição das Janeiras para dar as boas-vindas a 2025. Grupos locais percorrem as ruas cantando e desejando um bom ano novo às comunidades.

    Economia,

    • Aumentos de Preços em 2025: Com a entrada no novo ano, verificam-se aumentos nos preços de telecomunicações, rendas, transportes e pão. As portagens aumentam em todo o país, à exceção das ex-SCUT, como a Via do Infante, que deixaram de ter portagens a 1 de janeiro.

    Saúde,

    • Tempos de Espera nas Urgências: O Hospital de Portimão é um dos que apresenta maiores tempos de espera nas urgências. Casos urgentes demoram, em média, 5 horas e 36 minutos a serem atendidos, com 21 pessoas na fila.

    Ambiente

    • Alterações Climáticas: O ano de 2024 registou mais 41 dias de “calor perigoso” devido às alterações climáticas. Especialistas alertam para a necessidade de medidas urgentes para mitigar os efeitos das mudanças climáticas na região.
  • Duas centrais fotovoltaicas aos pés do Alqueva

    Duas centrais fotovoltaicas aos pés do Alqueva

    Dois projetos de contrução de centrais fotovoltaicas perto da Barragem do Aluqueva, um da EDP Renováveis e outro da Projeto da Lightsource BP, podem ser implantados nas margens do rio Guadiana.

    Ambos os projetos estão em consulta pública e aguardam a decisão da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para obter a Declaração de Impacte Ambiental favorável.

    A Central Fotovoltaica da Sobreira de Baixo está prevista para os concelhos de Vidigueira e Portel e será a maior central solar da EDP na Europa, com uma potência instalada de 242 MWp e uma produção anual estimada de 418 GWh.

    O investimento ronda os 115 milhões de euros. O projeto prevê o abate de centenas de azinheiras e sobreiros, com a compensação de replantar o triplo das árvores abatidas.

    A ligação à rede elétrica será feita através da infraestrutura da Central Hidroelétrica de Alqueva II, permitindo uma operação híbrida que combina energia solar e hídrica.

    Quanto à Central Solar Fotovoltaica do Alqueva, planeada para o concelho de Moura, o projeto representa um investimento de 365 milhões de euros para uma potência de 431,5 MWp.

    A produção anual estimada é de 680 GWh, o que corresponde a cerca de 1,4% do consumo atual de eletricidade em Portugal. O projeto inclui a instalação de quase 630 mil painéis solares e um parque de baterias, para armazenamento de energia,

    por Redacção Digital

    fotovoltaicas
  • Cultura em áreas marinhas desagrada em Lagos

    Cultura em áreas marinhas desagrada em Lagos

    Câmara Municipal de Lagos discorda de exploração de aquacultura em mar aberto no Barlavento Algarvio com a eventual concessão de um Título de Atividade Aquícola (TAA).

    Trata-se da expansão em águas marinhas, na costa sul do concelho vizinho de Vila do Bispo, abrangendo a área 2 956 955 m2), entre a Ponta dos Caminhos e Ponta do Torre.


    Teme-se que prejudique a pesca, a náutica e o turismo e, consequentemente, a economia e tecido social local e algarvios.

    A expansão da exploração pela empresa Finisterra S. A. destina-se à produção de Mexilhão-do-Mediterrâneo (Mytilus galloprovincialis), em regime extensivo, entre a Ponta dos Caminhos e Ponta do Torre (Vila do Bispo), representando uma área total de 2 956 955 m2.

    O que a autarquia teme é que seja afetada a astividade de centenas de embarcações de pesca artesanal exercem a sua faina, impactando negativamente a sua atividade e fontes de rendimento de mais de 300 famílias.

    A área em causa constitui uma zona de pesca com valor significativo na captura de pelágicos (sardinha, carapau e cavala), espécies demersais e moluscos (besugo e polvo), mariscos, entre outas espécies.

    Também a náutica (recreio, turismo de mar, eventos, operadores marítimo-turísticos, reparações navais) será afetada por esta exploração, acarretando consequências nefastas para o concelho de Lagos, bastante ligado a esta valência.

    Tendo em conta o habitual tráfego marítimo na costa do barlavento algarvio, incorre também o risco de que as embarcações de recreio possam afastar-se ou até evitar atracar em território nacional.

    A segurança é outra das preocupações, dado que este tipo de infraestrutura envolve equipamentos (cabos e boias) que condicionam a navegação, muitas vezes com deficiente sinalização que, associadas aos ventos e correntes, podem ser um perigo para pessoas e bens, para além dos danos na reputação relativamente às atividades de mar no território.

    Apesar de reconhecer a importância da aquacultura em mar aberto e os seus contributos para a economia do país, perante os efeitos prejudiciais desta exploração nas atividades piscatórias e náuticas, turismo e economia local, a Câmara Municipal de Lagos manifestou junto da Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos a sua total discordância em relação à concessão do TAA à empresa Finisterra.

    Aproveeitou para alertar para a necessidade de se reavaliar a legislação reguladora deste tipo de atividade de forma a ter em conta os impactos negativos nas regiões e implementar instrumentos de fiscalização mais eficazes.