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  • Ana Luísa Pereira da Palma assume o cargo depois do falecimento de António Pereira

    A Assembleia de Freguesia do Azinhal formalizou, a tomada de posse de Ana Luísa Pereira da Palma como nova presidente da Junta, na sequência do falecimento de António Pereira, que havia sido reeleito em outubro do ano passado.

    Ana Luísa Pereira da Palma torna-se, assim, a primeira mulher a liderar a Junta de Freguesia do Azinhal. Com a necessidade de preencher a vaga no executivo, a até então número dois da lista mais votada (PPD/PSD), ascendeu automaticamente ao cargo.

    A nova presidente, natural e reside no Azinhal, expressou um “sentimento de grande responsabilidade” ao assumir as funções, destacou o compromisso de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo antecessor, de quem reconheceu o mérito de ter trabalhado muito para o desenvolvimento da nossa aldeia, da nossa freguesia e do bem-estar das nossas gentes”.

    Ana Luísa Pereira da Palma sublinhou a importância de princípios como “saber ouvir, saber estar e, muito importante, saber respeitar” para alcançar bons resultados na sua gestão.

    Inês Pereira Guilherme tomou posse como membro da Assembleia de Freguesia do Azinhal.

    António Pereira (PPD/PSD) havia conquistado a reeleição para a Junta de Freguesia do Azinhal nas últimas eleições autárquicas com 46,7% dos votos (149 votos), seguido pelo PS com 41,7% (133 votos) e pelo Chega com 8,2% (26 votos).

    Um Legado de Serviço Público

    Falecido recentemente, António Pereira, nascido a 27 de fevereiro de 1946, dedicou a sua vida ao serviço público e à comunidade do Azinhal. Além de ter presidido à Junta de Freguesia por diversos mandatos, iniciados em 1982, António Pereira desempenhou funções como vice-presidente do Município de Castro Marim e vereador da Câmara Municipal.

    O seu envolvimento na vida associativa do concelho foi notório, tendo sido fundador e presidente de diversas instituições, entre as quais a Casa do Povo do Azinhal, a Associação de Bem Estar Social da Freguesia do Azinhal, a Associação Nacional de Criadores de Cabra de Raça Algarvia, a Associação de Defesa Sanitária do Concelho de Castro Marim e o Rancho Folclórico do Azinhal. Para além disso, liderou a União Desportiva Castromarinense durante duas décadas.

  • Gatos isolados preocupam associações que pedem ajuda

    Gatos isolados preocupam associações que pedem ajuda

    A recente subida do nível do rio Guadiana, na sequência de intensas chuvas a montante em território espanhol, provocou uma situação de emergência no concelho de Mértola.

    Um abrigo de animais, localizado numa área ribeirinha, foi inundado, deixando 22 gatos isolados e em risco. O abrigo, gerido informalmente por voluntários dedicados à proteção animal, acolhia animais abandonados e à espera de adoção.

    A rápida elevação das águas apanhou os responsáveis de surpresa, impossibilitando a remoção atempada dos animais para um local seguro. O nível da água subiu de forma alarmante em poucas horas e, infelizmente, não tiveram tempo suficiente para retirar todos os gatos do abrigo e ficaram desesperados para os trazer de volta em segurança

    Nota: A imagem estiliza uma hipotética situação e foi obtida com recurso a IA.

  • Algarve tranquilo com reservas de água por vários anos

    Algarve tranquilo com reservas de água por vários anos

    As chuvas intensas que marcaram o início do ano trouxeram um alívio raro e muito bem‑vindo ao Algarve, uma região historicamente marcada por ciclos de seca severa.

    Depois de vários anos de preocupação crescente com a escassez hídrica, o cenário atual é descrito pelas autoridades como excecional e capaz de garantir o abastecimento público durante dois a três anos, mesmo que não volte a chover de forma significativa.

    Reservas de água em níveis históricos

    Segundo José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), as barragens do sul do país encontram‑se “praticamente cheias”, um contraste evidente face ao panorama crítico vivido nos últimos anos.
    O boletim semanal das albufeiras confirma esta tendência: Portugal continental regista 95% da capacidade total de armazenamento, um valor que se aproxima de máximos históricos.

    Mesmo sistemas tradicionalmente mais frágeis, como a albufeira do Arade, apresentam agora níveis muito acima do habitual, situando‑se nos 74% da capacidade. Em alguns casos, como na barragem de Monte da Rocha, foi mesmo necessário proceder a descargas de superfície devido ao enchimento total.

    Impacto no Baixo Guadiana

    No Baixo Guadiana, onde a dependência das reservas hídricas é particularmente sensível — tanto para o consumo humano como para a agricultura — o novo cenário oferece uma margem de segurança inédita nos últimos anos.

    A região, que inclui concelhos como Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim, tem beneficiado diretamente da recuperação das bacias hidrográficas do sotavento. A melhoria dos níveis de armazenamento reduz a pressão sobre os sistemas de captação e permite planear a gestão hídrica com maior estabilidade.

    Além disso, o Guadiana, enquanto eixo estratégico para o abastecimento e para a agricultura, apresenta caudais mais regulares, contribuindo para um equilíbrio ambiental que há muito não se verificava.

    Gestão responsável continua a ser essencial

    Apesar do otimismo, as autoridades sublinham que este é um alívio temporário e não uma solução definitiva. O Algarve continua a ser uma região vulnerável às alterações climáticas, com precipitação irregular e forte pressão turística e agrícola.

    Por isso, a APA reforça a necessidade de:

    • Manter práticas de consumo eficiente, tanto no setor doméstico como no agrícola;
    • Apostar em soluções estruturais, como a dessalinização e o reforço das interligações entre sistemas;
    • Monitorizar de forma contínua as bacias mais sensíveis, como as do Arade e do Funcho, que continuam a exigir gestão cuidada.

    Um presente tranquilo, um futuro a planear

    O Algarve respira agora de alívio. As reservas acumuladas garantem estabilidade no curto e médio prazo, permitindo que a região se concentre em preparar o futuro com mais resiliência.
    No Baixo Guadiana, onde a água é um recurso vital para a economia local e para a qualidade de vida das populações, este período de abundância deve ser encarado como uma oportunidade para consolidar estratégias de gestão sustentável.

  • Dívida de estrangeiros aos hospitais do Algarve ultrapassa um milhão de Euros

    Dívida de estrangeiros aos hospitais do Algarve ultrapassa um milhão de Euros

    A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve enfrenta um desafio significativo na recuperação de dívidas provenientes de utentes estrangeiros não residentes, com um montante acumulado de 1 milhão e 234 mil euros por cobrar.

    Esta situação coloca a ULS, que integra o Hospital de Faro, o Hospital de Portimão e o Hospital Terras do Infante em Lagos, entre as unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) mais afetadas por esta problemática.

    Os dados oficiais revelam que o elevado número de turistas na região e a complexidade em cobrar seguros internacionais contribuem para esta situação.

    Estima-se que, num ano, cerca de 71 mil estrangeiros recorrem aos serviços de urgência nos hospitais algarvios. Muitos destes utentes não possuem acordo bilateral com Portugal ou seguro de saúde válido, estando, em teoria, sujeitos ao pagamento de taxas de 112 euros por cada utilização do serviço de urgência. Contudo, a cobrança efetiva deste valor nem sempre se concretiza.

    A situação tem a ver com o elevado fluxo de turistas e a dificuldade em acionar seguros internacionais criam um cenário complexo, porque muitos utentes estrangeiros recorrem às urgências sem a cobertura necessária, e a recuperação destes valores torna-se um processo moroso e, por vezes, infrutífero.

    A ULS do Algarve pondera agora reforçar os mecanismos de cobrança e sensibilizar os turistas para a necessidade de garantir a cobertura de saúde adequada antes de viajar para a região.

  • Esforço nacional para salvar espécie rara de carvalho

    Esforço nacional para salvar espécie rara de carvalho

    Universidade do Algarve lidera recuperação nacional do Carvalho-de-Monchique

    O carvalho-de-monchique, uma das árvores autóctones mais raras e ameaçadas de Portugal, está a receber uma nova esperança de sobrevivência através de um projeto nacional ambicioso, impulsionado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A Universidade do Algarve (UAlg) juntou-se a este esforço, desempenhando um papel crucial na conservação ex situ desta espécie em declínio.

    A iniciativa, parte do programa TransForm e coordenada pelo RAIZ em colaboração com o BIOPOLIS e outras universidades, visa criar uma rede nacional de mini-arboreta para a preservação do carvalho-de-monchique ( Quercus canariensis Willd. ), anunciou aquela instituição de ensino superior no Algarve.

    A ação tem por base uma extensa investigação desenvolvida pelo grupo de Biogeografia e Geobotânica Aplicada (BEPE) do BIOPOLIS/CIBIO-InBIO (Universidade do Porto).

    A participação da UAlg foi facilitada pela professora Manuela David, curadora do Herbário da instituição, que apoiou a integração da universidade no projeto e acompanhou todo o processo.

    Recentemente, no campus da UAlg, foi realizada uma plantação de exemplares de carvalho-de-monchique, numa iniciativa que visa integrar a conservação da espécie na gestão dos espaços verdes da universidade.

    Esta plantação está plenamente alinhada com a visão estratégica da Reitoria para a promoção de campi mais sustentáveis, saudáveis e resilientes», explica Vânia Serrão de Sousa, pró-reitora para as Ciências da Sustentabilidade da UAlg.

    Carvalho-de-Monchique: Universidade do Algarve lidera «Ao integrar a conservação de uma espécie autóctone ameaçada, estamos a contribuir para a adaptação às alterações climáticas, promovendo a biodiversidade, o sombreamento e os serviços de ecossistema, com impacto positivo no bem-estar da comunidade académica.»

    A iniciativa visa igualmente reforçar o compromisso da UAlg com «soluções baseadas na natureza» para os desafios ambientais. A plantação e o acompanhamento dos exemplares contam com a colaboração de José Monteiro, José Bidarra e Helena Rodrigues.

    A Universidade do Algarve comprometeu-se a monitorizar o crescimento e desenvolvimento das árvores, consolidando o seu papel na conservação da biodiversidade e na construção de um campus mais resiliente face aos impactos das alterações climáticas.

    Este projeto pretende sublinha a importância da colaboração entre instituições de ensino superior e entidades de investigação para a proteção do património natural português.

  • O exemplo da Frusoal

    O exemplo da Frusoal

    O Triunfo da Cooperação sobre o Isolamento em Cacela

    ​A história da Frusoal confunde-se com a própria evolução da paisagem agrícola de Vila Nova de Cacela.

    Num território onde a terra sempre foi generosa, mas o mercado implacável, a empresa surge como a resposta necessária a um cenário de fragmentação que ameaçava a viabilidade das explorações familiares.

    ​O sucesso da Frusoal é a prova de que a resistência inicial de poucos foi vencida pela visão estratégica de outros. É um caso de estudo sobre como a união de esforços e a profissionalização da gestão podem transformar uma região marcada pelo pessimismo num polo de exportação e orgulho local.

    Visto no Facebook em Mais Cacela

  • Alta Mora celebra «Festival das Amendoeiras em Flor» com reforço institucional e emoção comunitária

    Alta Mora celebra «Festival das Amendoeiras em Flor» com reforço institucional e emoção comunitária

    A aldeia de Alta Mora, no interior do concelho de Castro Marim, voltou a transformar-se num polo de encontro e celebração com a 5.ª edição do Festival das Amendoeiras em Flor, um evento que une natureza, cultura e resistência comunitária.

    A sessão de abertura contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, e da presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, cuja participação foi recebida com especial reconhecimento pela população e pela organização.

    Um festival que afirma o interior

    Na intervenção inicial, foi sublinhado o simbolismo da presença das autoridades nacionais e locais. “A vossa presença simboliza o compromisso e a valorização de uma região que preserva a sua identidade”¹, afirmou um dos oradores, destacando o papel do festival na promoção do interior algarvio.

    A presidente da Câmara, Filomena Sintra, foi várias vezes referida como parceira essencial na construção do evento ao longo dos anos. A sua presença constante desde os primórdios do projeto foi lembrada com gratidão: “A senhora Presidente da Câmara… desde 2003 ou 2000 que está cá connosco”², afirmou Walter Matias, líder da associação organizadora.

    O esforço de uma comunidade que não desiste

    A preparação desta edição foi marcada por condições meteorológicas adversas, mas a resiliência da população falou mais alto. “Foram três meses de intenso trabalho… Tivemos que desmontar, tivemos que montar, mas não desistimos”³, recordou Matias, sublinhando o contributo dos cerca de 200 voluntários envolvidos.

    A autarca Filomena Sintra foi destacada como presença ativa e solidária durante todo o processo, acompanhando a organização “neste ritmo infernal, que foi baixo de chuva, de vento”⁴. O agradecimento público reforçou a ligação entre o município e a aldeia, num esforço conjunto para manter vivo o interior do concelho.

    Uma aldeia envelhecida que se reinventa

    Alta Mora tem hoje apenas cerca de 20 habitantes permanentes, muitos deles idosos. O festival é, por isso, mais do que um evento cultural: é uma estratégia de revitalização. “Aqui há uns anos eram 1.000, agora cerca de 500 habitantes”⁵, lamentou Matias, defendendo que iniciativas como esta ajudam a criar pequenas dinâmicas económicas e a atrair visitantes.

    Um dos momentos mais simbólicos foi a referência às amendoeiras decorativas criadas a partir de árvores queimadas no incêndio de 2021. “Isto é tudo trabalho manual, feito pelas pessoas da terra com 70, 80 anos”⁶, destacou o dirigente, homenageando aqueles que considera “a alma deste evento”.

    A força das parcerias

    Além da Câmara Municipal, foram reconhecidos os apoios da Junta de Freguesia, da Caixa Agrícola e da associação ADRIP, cuja equipa “é o nosso braço direito, o esquerdo e tudo o meio”⁷.

    Cultura, natureza e identidade

    O festival oferece música, teatro, caminhadas e animação de rua, convidando visitantes a descobrir um Algarve interior autêntico, longe dos circuitos turísticos tradicionais.

    A mensagem final da organização foi clara: Alta Mora quer continuar viva — e precisa de todos para isso.


    Notas de rodapé (citações diretas do documento)

    1. “A vossa presença simboliza o compromisso e a valorização de uma região…”
    2. “A senhora Presidente da Câmara… desde 2003 ou 2000 que está cá connosco.”
    3. “Foram três meses de intenso trabalho… Tivemos que desmontar, tivemos que montar, mas não desistimos.”
    4. “A Câmara… também nos acompanharam neste ritmo infernal, que foi baixo de chuva, de vento.”
    5. “Aqui há uns anos eram 1.000, agora cerca de 500 habitantes.”
    6. “Isto é tudo trabalho manual, feito pelas pessoas da terra com 70, 80 anos.”
    7. “Eles são o nosso braço direito, o esquerdo e tudo o meio.”

    Se quiseres, posso também preparar uma versão mais curta para redes sociais, ou uma versão institucional para a Câmara Municipal ou para a Associação de Amigos de Alta Mora.

  • Algarve é Destino Convidado na BTL 2026

    Algarve é Destino Convidado na BTL 2026

    Roteiro de Experiências e Forte Aposta no Turismo Interno

    Região assume o papel de Destino Nacional Convidado e apresenta uma programação diversificada, com foco na gastronomia, cultura, novos segmentos turísticos e reforço do mercado português.

    A edição de 2026 da BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, que decorre entre 25 de fevereiro e 1 de março, contará com uma forte presença do Algarve.

    A região, distinguida como Destino Nacional Convidado, preparou um programa diversificado que visa reforçar o seu posicionamento no mercado interno e apresentar as suas novas apostas para o futuro do turismo.

    O stand do Algarve, localizado no Pavilhão 1 da FIL, será um espaço de interação e descoberta, reunindo municípios, associações e parceiros regionais. A programação incluirá ativações culturais, experiências enogastronómicas e momentos de grande visibilidade mediá

    O Algarve participa na CNN Portugal Summit, integrando a mesa-redonda sobre a diversificação geográfica e setorial do turismo e na Festa de Networking. “After Hour Party – Festa Algarve“, com DJ DEELIGHT, promete animar o Grand Hall da FIL com a energia e a identidade da região.

    O Turismo do Algarve apresentará os destaques e prioridades do destino para 2026, com foco nas linhas estratégicas para o futuro da região, terá visibilidade Mediática com a participação na emissão da TSF a partir da FIL e transmissão do “Expresso da Meia-Noite” em direto do stand do Algarve.

    Na Agenda Cultural destacam-se as atuações de Dino D’Santiago, Entre Aspas & Viviane e um rancho folclórico, evidenciando a riqueza das tradições populares e a expressão cultural algarvia.

    Novas Apostas e Segmentos Turísticos

    A presença do Algarve na BTL 2026 é marcada por uma aposta na diversificação da procura e na valorização de novos segmentos turísticos, com destaque para a apresentação do Centro de Congressos de Lagoa, que visa consolidar o posicionamento do Algarve no segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions).

    Prevê-se o lançamento da marca “Algarve by Car”, incentivando a uma experiência autónoma e personalizada do destino, a promoção do turismo náutico com atividades Náuticas da Barragem de Odeleite, valorizando novos polos de atração no interior do território.

    Quanto ao Turismo de Golfe, espera-se a apresentação do PGA TOUR Champions 2026, reforçando o posicionamento internacional do Algarve como destino de referência para esta modalidade e o Enoturismo: Promoção do “Passaporte Rota dos Vinhos do Algarve”, ligando produção, cultura e experiência turística.

    Mercado Interno como Prioridade

    A participação reforçada do Algarve na BTL 2026 enquadra-se na estratégia de consolidação do mercado nacional. Segundo André Gomes, Presidente do Turismo do Algarve, “Ser Destino Nacional Convidado na BTL 2026 é uma oportunidade estratégica para reforçarmos a ligação ao mercado interno, que continua a ser o principal emissor de turistas para o Algarve e um pilar fundamental da estabilidade da nossa atividade turística.

    Com uma agenda intensa, presença mediática reforçada e uma programação diversificada, o Algarve pretende afirmar-se na BTL 2026 como um destino completo e competitivo, capaz de responder às novas exigências do mercado.

  • Icónico Hotel Garbe Renasce como “Casa de Sada Beach Resort” em 2026

    Icónico Hotel Garbe Renasce como “Casa de Sada Beach Resort” em 2026

    Armação de Pêra, Silves – O emblemático Hotel Garbe, marco histórico do turismo no Algarve, prepara-se para uma nova vida sob o nome de “Casa de Sada Beach Resort“.

    A reabertura, prevista para junho de 2026, surge após cerca de dois anos de profundas obras de remodelação, conforme anunciado pelo grupo Hilton, proprietário da unidade hoteleira.

    O futuro resort, com 183 quartos, ambiciona revitalizar a oferta turística da região. Para além do alojamento, o complexo incluirá um espaço de 300 m2 para eventos, piscina, restaurantes e bares, prometendo uma experiência completa aos seus futuros hóspedes.

    Apesar da data de reabertura apontada, o ritmo atual das obras levanta algumas dúvidas sobre a sua concretização no prazo previsto. A dimensão da intervenção em curso sugere que ainda há um extenso trabalho a realizar antes da conclusão do projeto. Essa incerteza reflete-se na ausência de abertura para reservas no site do Hilton.

    Construído entre 1959 e 1962, o Hotel Garbe integrou a primeira vaga de desenvolvimento turístico do Algarve. Originalmente com 60 quartos, o edifício foi alvo de duas ampliações ao longo dos anos. Em 2010, após ser vendido, perdeu o seu nome original e passou a designar-se Holliday Inn.

    A transformação para “Casa de Sada Beach Resort” representa um novo capítulo na longa história deste hotel, que assistiu ao crescimento e evolução do turismo na região. A renovação procura, assim, conciliar a tradição do espaço com as exigências do mercado atual, numa aposta que poderá trazer novo dinamismo a Armação de Pêra.

  • Amendoeiras em Flor pintam Alta Mora

    Amendoeiras em Flor pintam Alta Mora

    Coesão Territorial no Algarve Interior

    Castro Marim – O Festival das Amendoeiras em Flor regressa a Alta Mora, no concelho de Castro Marim, entre os dias 20 e 22 de fevereiro de 2026, celebrando a beleza da paisagem florida e promovendo o património cultural e natural do interior algarvio.

    A 5ª edição do evento contará com a presença de José Apolinário, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), na sessão de abertura.

    Organizado pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva dos Amigos da Alta Mora (ARCDAA), o festival procura dinamizar a região fora da época alta turística, combinando atividades de pedestrianismo, valorização do património local e uma programação cultural diversificada.

    O objetivo é impulsionar a economia local e reforçar a identidade do interior algarvio.

    A presença da CCDR Algarve no evento, confirmada por fonte oficial, demonstra a importância estratégica que a instituição atribui ao Festival das Amendoeiras em Flor como ferramenta de coesão territorial.

    O evento contribui para aumentar a atratividade do interior, atenuando o impacto da sazonalidade turística e promovendo um desenvolvimento mais equilibrado da região.

    A edição de 2026 integra-se no projeto “Cultura aos Montes”, uma iniciativa da ARCDAA financiada pelo Programa Regional ALGARVE 2030.

    Este projeto visa promover a inclusão social, combater o isolamento e dinamizar culturalmente os territórios do interior, integrando o Festival das Amendoeiras em Flor como uma das suas ações de maior visibilidade e impacto na comunidade.

    Através de ações em rede e da participação ativa no festival, pretende-se reforçar o tecido social e económico da região, oferecendo alternativas de lazer e cultura aos residentes e visitantes.

  • Turismo debate salários e condições de trabalho em feira de emprego com forte adesão

    Turismo debate salários e condições de trabalho em feira de emprego com forte adesão

    Mais de 100 empresas e milhares de candidatos reuniram-se na edição de 2026 da Feira de Emprego do Turismo para discutir os desafios e oportunidades do setor.

    A edição deste ano, que superou as expectativas dos organizadores, teve como foco central a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho, nomeadamente os salários e a organização do trabalho, para garantir a retenção de talento.

    Sem condições base, salário e organização do trabalho não há retenção“, foi uma das conclusões retiradas do evento, que procurou promover o contacto direto entre empresas e potenciais colaboradores. A feira contou com a presença de empresas de diversos ramos do turismo, desde hotelaria e restauração a agências de viagens e animação turística.

    António Marto e João Silva Santos, organizadores do evento, destacaram em entrevista ao TNews a evolução da feira ao longo dos anos e a importância da parceria estabelecida para “profissionalizar o processo de matching entre empresas e candidatos“.

    Segundo os responsáveis, esta profissionalização permitiu otimizar a identificação de perfis adequados às necessidades específicas de cada empresa, aumentando as chances de contratação.

    O contexto atual do emprego no turismo foi também um tema central de debate. Apesar do crescimento do setor, a dificuldade em atrair e reter profissionais qualificados persiste, principalmente devido à concorrência salarial com outros setores e países.

    A Feira de Emprego do Turismo procura ser um ponto de encontro para discutir estas questões e encontrar soluções que beneficiem tanto os trabalhadores como as empresas, promovendo um setor mais sustentável e atrativo.

    Foto: Squirrel – Algarve
  • Linha de apoio para a pesca de 3,5 milhões

    O Governo anunciou uma linha extraordinária de 3,5 milhões de euros para compensar perdas de rendimento no setor da pesca provocadas pelos temporais recentes, com um processo de candidatura descrito como célere e simplificado.

    Montante global: 3,5 milhões de euros, financiados através do programa MAR2030.

    São beneficiários os armadores de embarcações de pesca da frota do continente, com descargas em lotas nacionais e o destinam-se a compensar perdas de rendimento de embarcações que ficaram impedidas de operar devido ao mau tempo desde o final de 2025.

    O processo é considerado simplificado quando o período de paragem tenha sido igual ou superior a 30 dias, seguidos ou interpolados, entre 15 de novembro de 2025 e 20 de fevereiro de 2026.

    Também, quando se registe uma quebra de vendas com a perda de pelo menos 30% do valor das vendas em lota entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, face aos mesmos meses do ano anterior.

    Quanto dos requisitos de atividade: embarcações têm de ter exercido pesca no mar pelo menos 120 dias nos dois anos civis anteriores ao pedido, estando as candidaturas abertas até 27 de fevereiro de 2026, analisadas por ordem de chegada, sendo obrigatório que a data de submissão coincida com um dia efetivo de paragem da embarcação.

    O cálculo do apoio tem fórmula semelhante à usada na pandemia de Covid‑19, tomando como referência 30 dias de paragem e o volume de vendas de 2025.

    O Governo afirma que o modelo e o procedimento foram desenhados para garantir rapidez na decisão e no pagamento, com o objetivo de começar a pagar ainda em fevereiro.

  • Bispado do Algarve lança Fundo de Apoio a vítimas dos temporais

    Bispado do Algarve lança Fundo de Apoio a vítimas dos temporais

    Em resposta aos recentes e violentos temporais que assolaram a região, causando avultados danos materiais e pessoais, o Bispado do Algarve anunciou a criação de um fundo solidário de emergência.

    Esta iniciativa visa prestar apoio financeiro e logístico direto às famílias e comunidades mais vulneráveis afetadas pela intempérie.

    A decisão sublinha o papel ativo da Diocese na resposta a crises sociais e ambientais, posicionando-se como um pilar de suporte essencial em momentos de adversidade.

    O fundo será gerido pela estrutura diocesana, garantindo que as verbas angariadas sejam canalizadas de forma transparente e eficaz para as necessidades mais prementes, como a reconstrução de habitações, a reparação de infraestruturas comunitárias e a aquisição de bens essenciais.

    A Igreja algarvia apela agora à generosidade de toda a comunidade — fiéis, empresas e a sociedade civil em geral — para que se juntem a este esforço humanitário.

    A magnitude dos prejuízos exige uma mobilização rápida e concertada para que as vítimas possam iniciar o processo de recuperação e regressar à normalidade o mais brevemente possível.

    Detalhes sobre os mecanismos de contribuição, incluindo números de conta bancária e pontos de recolha, serão divulgados nos próximos dias através dos canais oficiais do Bispado. Esta é uma oportunidade crucial para demonstrar a coesão e o espírito de entreajuda que caracterizam a comunidade algarvia perante o flagelo dos elementos, considera a instituição religiosa.

  • Revolução na Carta de Condução

    Revolução na Carta de Condução

    As Novas Normas Europeias que Vão Mudar a Vida dos Condutores Portugueses

    A União Europeia está a preparar uma profunda revisão das regras relativas à carta de condução, um movimento que visa aumentar a segurança rodoviária e harmonizar os requisitos de circulação em todos os Estados-membros.

    Estas novas normas, resultantes da proposta para a 4.ª Diretiva Comunitária sobre Cartas de Condução, terão um impacto direto em Portugal. A principal questão que se coloca aos condutores nacionais é: quando é que estas alterações entrarão em vigor e o que se espera que mude no seu dia a dia?

    As novas regras pretendem modernizar o sistema de licenciamento, preparando-o para a era digital e respondendo aos desafios demográficos e ambientais atuais.

    Embora o processo legislativo esteja em curso, as linhas orientadoras já desenham um futuro com mais controlos, maior digitalização e requisitos específicos para determinadas faixas etárias e tipos de veículos.

    A digitalização é um dos pilares centrais desta reforma. Está previsto o lançamento de uma carta de condução digital válida em toda a UE, acessível através de uma aplicação móvel.

    Isto não só simplificará a fiscalização pelas autoridades, como também facilitará o processo de renovação ou substituição de documentos, permitindo aos condutores portugueses comprovar a sua elegibilidade em qualquer país da União sem necessitar do documento físico.

    Outra proposta que tem gerado debate intenso é a necessidade de exames médicos mais frequentes para condutores idosos. O objetivo é garantir que as capacidades psicomotoras se mantêm adequadas à condução, reduzindo o risco de acidentes.

    Embora a frequência exata ainda esteja a ser negociada, a tendência aponta para que os condutores com mais de 70 anos em Portugal possam ter de passar por avaliações médicas e psicológicas mais rigorosas e regulares para manter a validade da sua licença.

    Para os novos condutores, as regras também serão reforçadas. A Diretiva propõe a implementação de um período de experiência de pelo menos dois anos, que poderá incluir uma tolerância zero para o consumo de álcool e regras mais apertadas sobre limites de velocidade. Esta medida procura reduzir a sinistralidade entre os condutores mais jovens e inexperientes.

    Relativamente ao cronograma, é crucial entender que estas são propostas. Após aprovação final no Parlamento Europeu e no Conselho, os Estados-membros terão um período de transposição.

    O cenário mais provável aponta para que as propostas sejam finalizadas entre 2024 e 2025, com a obrigatoriedade de implementação em Portugal a ocorrer, gradualmente, nos anos seguintes – potencialmente entre 2027 e 2029. As datas específicas dependerão da velocidade com que o Governo Português transpuser a Diretiva para a lei nacional.

    Os condutores portugueses devem, assim, estar atentos. As mudanças não exigirão uma alteração imediata das cartas existentes (que continuarão válidas até à sua data de expiração), mas introduzirão novos requisitos para renovações e para o acesso às futuras cartas digitais, tornando a segurança rodoviária uma prioridade cada vez mais central na legislação europeia.

  • Ariane Volta a Brilhar: Europa Consolida Acesso Independente ao Espaço com Lançamento de Sucesso

    A Europa reafirmou a sua mestria no acesso independente ao espaço com o mais recente lançamento bem-sucedido do seu icónico veículo, o foguetão Ariane.

    A missão, que decorreu a partir do Centro Espacial Europeu de Kourou, na Guiana Francesa, colocou em órbita com precisão um conjunto de satélites cruciais, destinados a reforçar as infraestruturas de comunicação e observação terrestre do continente.

    Este lançamento não é apenas uma vitória técnica; é uma declaração de fiabilidade e resiliência da engenharia espacial europeia. O poderoso lançador Ariane demonstrou, uma vez mais, a sua capacidade de colocar cargas úteis complexas e de elevado valor nas suas órbitas planeadas, um processo monitorizado meticulosamente por equipas da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Arianespace.

    Os satélites agora em órbita irão desempenhar funções vitais, desde a melhoria das telecomunicações globais e serviços de banda larga, até ao fornecimento de dados essenciais para a monitorização climática, a gestão de desastres e a segurança.

    Estes ativos espaciais são a espinha dorsal de muitas aplicações terrestres, realçando a importância da continuidade e da capacidade de lançamento autónomo que o programa Ariane oferece.

    Num contexto de intensa competição geopolítica no setor espacial, garantir que a Europa consegue lançar missões próprias, sem depender de operadores ou nações terceiras, é um imperativo estratégico. O sucesso continuado do programa Ariane garante não só este acesso vital, mas também estimula a inovação e o investimento na base industrial tecnológica europeia.

    Enquanto a comunidade espacial europeia se prepara ativamente para a próxima era, marcada pela introdução do muito antecipado Ariane 6, este último feito do seu antecessor serve como um poderoso testemunho da excelência operacional alcançada.

    O futuro da exploração espacial europeia, e o seu lugar na vanguarda da tecnologia global, continua firmemente assegurado.

  • Buscas intensivas no Guadiana

    Buscas intensivas no Guadiana

    Encontrado o cidadão francês

    A atenção das autoridades e da comunidade local esteve, nos últimos dias, centrada no Rio Guadiana, na zona fronteiriça de La Laja. A confirmação do desfecho das intensas operações de busca encerra o dramático episódio da queda de um cidadão de nacionalidade francesa nas águas do rio internacional.

    O alerta foi dado após o desaparecimento do indivíduo, que terá caído ou sido arrastado pela corrente na região perto de La Laja, um ponto sensível do caudal do Guadiana.

    A resposta das forças de segurança e salvamento foi imediata e coordenada, envolvendo uma mobilização transfronteiriça de recursos, dada a natureza do incidente num rio que serve de fronteira natural entre Portugal e Espanha.

    Em Portugal, elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR), em articulação com a Polícia Marítima, os Bombeiros e equipas de Proteção Civil, empenharam vastos meios aquáticos e terrestres.

    A complexidade do terreno e a forte corrente do rio exigiram a utilização de embarcações especializadas e o envolvimento de equipas de mergulho para varrer as áreas mais profundas e de difícil acesso.

    Após um esforço incessante que se prolongou por vários dias, e que manteve a comunidade em sobressalto, as autoridades conseguiram finalmente localizar o corpo do cidadão francês desaparecido.

    Este trágico achado permite agora o encerramento formal das operações de busca. As circunstâncias exatas da queda continuam a ser investigadas, mas tudo aponta para um acidente fatal nas margens do rio.

    Fotografia: Por CorreiaPM – Obra do próprio, Domínio público, Hiperligação

  • O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    Castro Marim deu um passo decisivo para a valorização de um dos seus símbolos mais fortes de identidade. Numa reunião que decorreu no Edifício Multifuncional de Empresas, no passado dia 12 de fevereiro, foram formalizados os primeiros passos para a criação da Confraria do Sal, uma entidade que se propõe a promover, defender e valorizar o sal tradicional produzido no território.

    Este momento assume uma importância crucial tanto para o produto como para o concelho algarvio. O nascimento da Confraria marca o início de uma jornada dedicada à elevação do sal de Castro Marim a um estatuto de produto de excelência, intrinsecamente ligado às salinas tradicionais, ao território e ao saber-fazer ancestral transmitido pelos salineiros ao longo de gerações.

    A reunião fundacional centrou-se em temas fulcrais para a operacionalização da nova entidade. Foram debatidos e estabelecidos pontos essenciais para a sua formação, como a definição dos sócios fundadores, a elaboração do regulamento interno e o estabelecimento claro do âmbito de atuação da Confraria.

    Com a sua missão definida, a Confraria do Sal de Castro Marim visa unir esforços em torno da valorização de um produto único, assegurando a sua identidade, autenticidade e a importância histórica, cultural e económica que possui. Através da sua atuação, pretende-se contribuir ativamente para a preservação do património cultural e ambiental associado à produção salineira.

    A visão futura desta nova organização está firmemente assente nos pilares da sustentabilidade e na continuidade desta tradição milenar. A Confraria do Sal surge, assim, como a nova guardiã do ouro branco algarvio, garantindo que este legado perdure e seja reconhecido como um tesouro de Castro Marim.

  • O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou ontem domingo um diploma do Governo que altera o regime da titularização de créditos em Portugal, com o objetivo principal de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas a novas fontes de financiamento.

    O diploma, aprovado em Conselho de Ministros a 29 de janeiro, altera o Decreto-Lei n.º 453/99, de 5 de novembro, que estabelece o regime da titularização de créditos e regula a constituição e a atividade dos fundos de titularização, das respetivas sociedades gestoras e das sociedades de titularização de créditos.

    O que muda para as PME

    • Passa a ser mais fácil para as PME recorrerem a operações de titularização como forma indireta de financiamento, através de fundos ou veículos especializados.eco.sapo+1
    • Os veículos de titularização passam a poder subscrever e adquirir obrigações, incluindo em mercado primário, o que permite canalizar poupança e investimento institucional para o financiamento das empresas. observador
    • Alargam‑se os tipos de ativos que podem ser utilizados nas operações (por exemplo, mais tipos de créditos ou recebíveis), aumentando as hipóteses de uma PME ver os seus créditos “transformados” em liquidez no sistema financeiro. eco.sapo
    • A clarificação de dúvidas legais e o aumento da flexibilidade do regime pretende reduzir custos e barreiras operacionais, o que, em teoria, pode melhorar condições de acesso a crédito (prazo, preço, montantes) para PME com projetos viáveis.

    Em termos práticos, isto não dá um apoio direto imediato (como uma linha de subsídio ou garantia), mas cria uma infraestrutura financeira mais favorável para que bancos e outros investidores financiem PME através de operações de titularização de créditos.

    Apoio: Espaços – Perplexity

  • Anthropic aumenta financiamento

    A Anthropic anunciou na quinta-feira que concluiu uma ronda de financiamento Série G de US$ 30 bilhões liderada pelo fundo soberano de Singapura GIC e pela Coatue Management, mais que dobrando a avaliação da empresa de IA para US$ 380 bilhões.

    O financiamento representa a maior operação de capital de risco de 2026 e a segunda maior já registrada, ficando atrás apenas da rodada de US$ 40 bilhões da rival OpenAI em 2025. Está de candeias às avessas com o Pentágono por não autorizar jogos de guerra.

  • Enterro do Carnaval

    Enterro do Carnaval

    O Local de encontro é a sede da Banda Munsical Castromarimente, o objetivo é a diversão dos participantes.