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  • Afonso Dias canta Brel em Alcoutim

    Afonso Dias canta Brel em Alcoutim

    Afonso Dias estará em Alcoutim para cantar Jacques Brel, que será recordado em mais de 60 minutos de canções. A apresentação ocorre na Biblioteca Municipal Carlos Brito (Casa dos Condes), em Alcoutim, no próximo sábado, dia 25 de janeiro, pelas 16:00 horas, em espetáculo com entrada gratuita.

    Afonso Dias é um músico, cantor, poeta, ator e encenador português nascido a 13 de agosto de 1949. Militou contra a ditadura do Estado Novo, e cantou nos anos 60 e 70 em inúmeras sessões a solo ou ao lado de Zeca Afonso, Francisco Fanhais, Samuel, Pedro Lobo Antunes, Pedro Barroso e muitos outros.

    No âmbito do teatro, frequentou, nos anos 60 e 70, ações de formação teatral com Costa Ferreira, Carmen Dolores e Rogério Paulo.

    Conjuntamente com Fausto, José Mário Branco e Tino Flores, foi, em 1974, um dos fundadores do GAC – Grupo de Acção Cultural, no qual participou na produção e na gravação de três LP e oito EP, e em centenas de espetáculos ao vivo entre 1974 e 1978.

    Em 1979, gravou o seu primeiro álbum a solo, intitulado “O que vale a pena”, com músicas de sua autoria e poemas seus e de Hélia Correia e José Fanha.

    Foi deputado à Assembleia Constituinte pela UDP em 1975/76 e é um dos signatários da Constituição da República que votou favoravelmente a 2 de abril de 1976.

    Em 14 de Abril de 2016, foi-lhe conferido o título de deputado honorário pela Assembleia da República.

    Há dezenas de anos que canta e diz poesia, no país e pela Europa – Alemanha, Holanda, França, Inglaterra, e também no Brasil.

    É membro do Conselho Consultivo da AJA – Associação José Afonso.

    As apresentações de Afonso Dias, regra geral, são temáticas e/ou dedicadas a autores ou a temas específicos.

    Jacques Brel (1929 — 1978) foi um autor de canções, compositor e cantor belga francófono. Esteve ainda ligado ao cinema de língua francesa. Tornou-se internacionalmente conhecido pela música “Ne me quitte pas”, interpretada e composta por ele.

    Jacques Brel, o poeta da canção de amor e amargura, de ironia e sarcasmo; Brel o compositor inspirado e o intérprete único; Brel o homem generoso, fraterno e atento; Brel, o belga, que cantou os sentimentos do mundo: “Ne me quittes pas”, “Les vieux”, “Quand on a que l’amour”, entre outras.

  • Centro Intermunicipal de Protecção Civil

    Centro Intermunicipal de Protecção Civil

    O aniversário dos Bombeiros foi celebrado com inauguração do Centro Intermunicipal de Proteção Civil e assinatura de Plano Estratégico com mais de 400 mil euros de investimento.

    Castro Marim e Vila Real de Santo António terminaram no sábado, dia 18 de janeiro, as celebrações com uma formatura e uma sessão solene que decorreu no quartel.

    A sessão solene contou com várias homenagens, condecorações, promoções e juramentos de bombeiros, além da assinatura do Plano Estratégico de Cooperação entre o Município de Castro Marim e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castro Marim e Vila Real de Santo António, que representa um investimento de mais de 400 mil euros.

    Por outro lado, este plano dá ainda a possibilidade de uma candidatura através da Comunidade Intermunicipal de Algarve para a aquisição de novas viaturas, com um investimento do Município de Castro Marim que pode ir até aos 375 mil euros até 2029.

    No mesmo dia foi inaugurado o Centro Intermunicipal de Proteção Civil, localizado no quartel dos bombeiros, que vai servir os dois concelhos do sotavento algarvio e melhorar a qualidade de toda a operacionalização e que vai permitir às populações de Castro Marim e de Vila Real de Santo António dispor de uma linha telefónica para comunicação de ocorrências durante 24 horas, todos os dias.

    Esta ideia poderá ainda ser uma ação a replicar no resto do país e traduz-se numa economia de custos para a gestão pública, com um melhor serviço ao cidadão.

    Para além de agora honrar e imortalizar os nomes dos concelhos de Castro Marim e de Vila Real de Santo António nas novas insígnias, o Município tem a convicção da importância da decisão estratégica do aproveitamento de sinergias e a valorização de um projeto conjunto, com uma corporação única e com um reforço significativo dos apoios públicos.

    A Câmara Municipal de Castro Marim assume que o melhor caminho para todos é o reforço e a criação de uma instituição única, que sirva a globalidade do território.

    «É um marco honrosamente imortalizado nas novas insígnias e passa a ser um exemplo da importância da valorização de serviços e recursos partilhados, num período onde se começa a discutir também a carreira do bombeiro», salienta a vice-presidente do Município de Castro Marim, Filomena Sintra.

    Nos últimos cinco anos, o Município de Castro Marim aumentou em seis vezes os apoios financeiros aos bombeiros, tendo agora o compromisso de suportar mais de 40% dos custos da estrutura e acrescentou mais de 400% no apoio.

    Para o futuro está prevista a entrega de novos equipamentos de proteção individual, um novo serviço de transporte de doentes não urgentes, um melhor serviço à população com a nova central de atendimento e ações de prevenção e sensibilização para a Proteção Civil.

    As celebrações deste aniversário iniciaram-se a 13 de janeiro e contaram ainda com um exercício de desencarceramento que decorreu no parque de estacionamento da Zona Envolvente à Casa do Sal, hastear das bandeiras, quartel aberto com atividades à população, uma Mostra Filatélica no Mercado Local de Castro Marim e ainda um desfile motorizado pelos dois concelhos.

    bombeiros
  • Rota da Fé da Eurocidade do Guadiana

    Rota da Fé da Eurocidade do Guadiana

    A Eurocidade do Guadiana, apresenta na Feria Internacional de Turismo- FITUR uma proposta turística que considera inovadora por centrada no rico património religioso da região que abrange.

    Através de uma vasta programação de actividades e eventos ao longo do ano, pretende-se atrair visitantes interessados em descobrir a profunda ligação entre fé, cultura e tradição que caracteriza este canto do sul da Península Ibérica.

    A campanha «Eurocidade do Guadiana: Em Corpo e Alma», apresentada na FITUR, baseia-se na experiência e vivência do turismo religioso.

    Foi elaborada uma agenda anual transfronteiriça, focada no património religioso e cultural do território da Eurocidade do Guadiana; um lugar profundamente marcado pelas suas «tradições populares, devoção sólida e fé inabalável».

    Esta Agenda 2025 é pioneira e tem como objectivo «incentivar a visita aos municípios transfronteiriços, onde será possível de uma forma única de experimentar e conhecer a cultura e tradição popular, além da herança monumental, artística e patrimonial da Eurocidade do Guadiana».

    De janeiro a dezembro, esta agenda anual oferece um calendário de eventos religiosos e culturais, baseados na tradição e festas populares.

    A proposta defende que a Eurocidade é um local único para experimentar a religiosidade, com as singularidades de Portugal e Espanha.

    O roteiro cultural expõe eventos como a Semana Santa de Ayamonte, a Procissão de Velas em Castro Marim e Vila Real de Santo António, as festas de verão a iniciar em Maio em Santa Rita até Setembro em honra das distintas padroeiras das freguesias de Castro Marim e Vila Real de Santo António, além das diversas actividades de Natal e Ano Novo na Eurocidade.

    Também é apresentado o tradicional Banho Santo na Praia da Manta Rota e as diferentes festas de Santos Populares em Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    Uma proposta de visita que, além do tradicional roteiro por rico património, permite conhecer através de realidade virtual, graças à digitalização dos diversos espaços religiosos.

    Na apresentação desta campanha, que tem como base a Rota da Fé do Território Museu para mostrar o património religioso das três cidades, será exibido um vídeo promocional que demonstrará a experiência de compreender a religiosidade, o sentimento e a fé.

    Para o segmento MICE, a Eurocidade oferece um Centro de Congressos e Exposições de primeira linha, com oito mil metros quadrados de instalações, amplas áreas expositivas, salas de negócios e reuniões, três auditórios e um espaço cênico que se encontra entre os melhores da Andaluzia e do Algarve. Nestas instalações, aliás, está localizada a sede e os escritórios administrativos da Eurocidade do Guadiana.

  • Greve na Algar

    Os trabalhadores estão em greve para forçar a administração da empresa a satisfazer as suas principais reivindicações.

    Os trabalhadores consideram ridículo o aumento de salário proposto, no valor de 2%, e a recusa do aumento do subsídio de refeição, nem a resposta a outras matérias do Caderno Reivindicativo 2025.

    Neste caderno é proposta a criação do subsídio de insalubridade, penosidade e risco; aumento dos valores do trabalho suplementar; negociação da tabela salarial e das carreiras, entre outras matérias.

    A greve começou paralizou os serviços da Triagem de Faro, Portimão, UTM de Portimão e a CVO de São Brás do Alportel.

    Os trabalhadores concentraram-se na Estação de Tratamento de São João da Venda (Faro) e no Aterro Sanitário do Barlavento. As fortes chuva não desmobilizaram as concentrações. Em São João da Venda a chuva era tal que forçou os trabalhadores a abrigarem-se sob o telheiro do serviço da entrada da Estação.

    Esteve presente o Grupo Laboral do BE/Algarve, a coordenadora da USAL, Catarina Marques e o dirigente do Site-Sul, António Hilário.

  • Reservatório em S. Brás de combate a incêndios

    Após a participação ativa dos são brasenses, tanto na fase de propostas quanto na fase de votação, chegou final o processo participação do Orçamento Participativo de 2025, sendo vencedora a proposta de criação de um Reservatório deio aoate a Incêndios.

    Esta aprovação foi considerada como um passo importante a proteção da serra e do concelho, reforçando a estratégia de defesa da floresta contra incêndios.

  • Motopor investe no Algarve

    A Motorpor abriu novas instalações em Faro, tendo reunido cerca de 200 convidados, do universo algarvio e do mundo automóvel.

    No novo espaço, onde vão estar instaladas sete marcas automóveis, foram criados 45 novos postos de trabalho,. Tem a área nove mil metros quadrados, sendo 3.400 área de construção. Inclui salas de exposição de cada uma das marcas ali representadas pela empresa.

    São elas a Fiat/Fiat Profissional, Abarth, Peugeot, Opel, Citroën, Jeep e DS), dispondo a Motorpor de um novo edifício com uma unidade de colisão, um centro de peças, um centro logístico de viaturas e, a curto prazo, um centro de formação.

  • Algarve tem mais uma vila

    Boliqueime foi oficialmente elevada ao estatuto de Vila, no dia 17 de janeiro, após a aprovação da proposta na generalidade a 4 de outubro e da com a aprovação unânime por parte do parlamento, na sequência da sua discussão em sede de especialidade.

    O projeto de lei tinha sido apresentado à Comissão de Poder Local e Coesão Territorial pelos deputados socialistas eleitos pelo círculo de Faro, Jamila Madeira, Luís Graça e Jorge Botelho.

    Boliqueime pode ser vila por ter mais de 3 mil eleitores em aglomerado populacional contínuo e a existência de várias infraestruturas essenciais, incluindo posto médico, farmácia, espaços culturais, agência bancária e serviços de transportes públicos.

    Boliqueime, é uma das freguesias do concelho de Loulé, com uma área de 46,21 km² e uma população estimada em cerca de 6 mil habitantes.

  • Alcoutim prossegue com Cartão  Social

    Alcoutim prossegue com Cartão Social

    O Município de Alcoutim vai apoiar cerca de três dezenas de famílias carenciadas, com o Cartão Social, instrumento que visa melhorar as condições de vida e combater a exclusão social.

    Os beneficiários terão direito a reduções de 50% em taxas, tarifas e licenças fornecidas pelo município, além de acesso ao tarifário social nos serviços de água, saneamento e resíduos.

    O cartão é válido por um ano, renovável, e as candidaturas decorrem em novembro e dezembro na Unidade de Ação Social. O apoio é destinado a residentes do concelho há pelo menos um ano, recenseados, e com rendimento inferior ao limite fixado.

    Além disso, a autarquia presta apoio anual para famílias em situação de pobreza extrema, incluindo subsídios para recuperação de habitações e pagamento de medicamentos.

  • Posto de turismo volta a Monte Gordo

    Posto de turismo volta a Monte Gordo

    A câmara municipal de Vila Real de Santo António anunciou a próxima reabertura de um novo posto de turismo, na praia de Monte Gordo.

    O equipamento será localizado na Avenida Infante Dom Henrique, sendo considerado pela autarquia como «essencial para prestar informações e apoio aos muitos visitantes nacionais e estrangeiros que escolhem Monte Gordo como destino de férias».

    Há, naquela localidade turística internacional uma lacuna, desde o encerramento do antigo posto de turismo, desativado durante as obras de requalificação da Marginal e Passadiço da praia de Monte Gordo.

    O investimento fica na estratégia de reforo da oferta de serviços turísticos no concelho, tal como a inauguração do Posto de Turismo de Vila Real de Santo António, que abriu ao público no Dia da Cidade, a 13 de maio de 2024.

    A autarquia afirma que o futuro equipamento de Monte Gordo contará com um «design moderno e funcional, perfeitamente integrado no ambiente da marginal e da praia, e será equipado com mobiliário atual, proporcionando um serviço eficiente e de qualidade».

    Com um investimento total de 123.872,47 euros (IVA incluído), o Posto de Turismo de Monte Gordo destaca-se como um ponto estratégico e tem em atenção que o município de Vila Real de Santo António foi o 11.º do país com mais dormidas em 2023 e o sexto na região do Algarve, somando mais de um milhão de pernoitas nesse ano.

    O antigo Posto de Turismo de Monte Gordo, estava localizado na Avenida Marginal. Foi encerrado em 2017 devido às obras do Programa Polis, que visavam a requalificação da frente de mar da localidade. Este encerramento deixou um vazio no suporte turístico da área, especialmente relevante considerando que Monte Gordo é uma das principais estâncias balneares do Algarve​.

    O espaço desempenhou anteriormente um papel importante como ponto de informação turística, atendendo tanto visitantes nacionais quanto internacionais, e promovendo atividades e locais de interesse na região​.

  • Ecovias avançam com Algarve 2030

    Ecovias avançam com Algarve 2030

    Fundos Europeus fazem avançar ecovias do Algarve.
    Vila do Bispo conclui o primeiro projeto municipal com financiamento do Programa Regional ALGARVE 2030

    O Município de Vila do Bispo procede dia 18 de janeiro à inauguração da Ecovia e Ciclovia da Costa Vicentina.

    Este é um projeto estruturante para os concelhos de Vila do Bispo e Aljezur, quer do ponto de vista da mobilidade quer do da atratividade do território, constituindo-se como impulsionador do desenvolvimento sustentável destes municípios e de uma oferta turística baseada na valorização do património natural, potenciando a atratividade do território.

    O projeto assenta numa rede de ecovias e ciclovias que ligam Vila do Bispo e Aljezur, permitindo aos seus utilizadores o contato com a natureza, usufruindo das caraterísticas únicas destes dois concelhos.
    O principal objetivo é potenciar o território, através da valorização do património natural e cultural, permitindo uma mobilidade suave entre as várias localidades ao longo deste Eixo da Costa Vicentina e o contato com a natureza no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina na Região do Algarve, fomentando ainda o desenvolvimento do produto “Cycling & Walking “.

    Encontram-se neste momento concluídos, os 91,63 km no concelho de Vila do Bispo, pertencentes à Ecovia da Costa Vicentina que faz a ligação direta do Alentejo (na Ribeira de Odeceixe) a Sagres. Encontra-se por concluir os 16,94 km de Aljezur, que no total perfaz uma extensão total de 108,57 Km.

    O Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020, financiou uma primeira parte da construção das 3 Ciclovias Regionais do Algarve num montante aproximado de 6 milhões de euros de investimento com uma comparticipação de FEDER de 4,4 milhões de euros.

    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul, a Ecovia/ Ciclovia da Costa Vicentina e a Ecovia/ Ciclovia da Rota do Guadiana, são as 3 ciclovias regionais previstas para o Algarve e que se desenvolvem respetivamente entre Odeceixe e Sagres, entre Sagres e V. Real de Santo António e entre esta cidade e Alcoutim.

    Estas redes de Ciclovias Regionais integram redes internacionais e dão continuidade a uma rede ciclável urbana atravessando e ligando entre si os principais centros urbanos regionais e estão configuradas para acolher as deslocações pendulares diárias, principalmente para a escola e trabalho, mas também por motivos de comércio, lazer e outros.

    A Ecovia/Ciclovia da Costa Vicentina integra a Rede Europeia de Ciclovias, rotas EuroVelo, destinadas à prática do Cicloturismo ao longo do continente europeu, mas também uma boa alternativa para mobilidade diária e para lazer de uso local, as rotas EuroVelo contam com 14 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente europeu, com um comprimento total de 70.000 Km em 42 países.

    No âmbito do anterior programa CRESC Algarve 2020 ficaram concretizados 74 kms dos cerca de 250 kms totais, o que representa aproximadamente 1/3 do traçado total, prevendo-se que o restante venha a ser totalmente executado durante a vigência do atual Programa Regional ALGARVE 2030.

    No concelho de Vila do Bispo compreende uma extensão total de 24 Km, divididos por 3 troços (Limite do Concelho Aljezur/Vila do Bispo – Praia da Cordoama; Praia da Cordoama – EN268); e Cabo de S. Vicente – Sagres. Em Aljezur, compreende uma extensão de 60 Km, divididos por 13 troços entre Odeceixe e o limite do Concelho de Vila de Bispo (EN 268). No conjunto, trata-se de um custo total de 2,6 milhões de euros, com um investimento elegível de 1,9 milhões de euros, comparticipado a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

    ALGARVE 2030 aposta no Turismo de Natureza!

  • Cerca de 500 mil euros para os Bombeiros VRSA/CM

    Cerca de 500 mil euros para os Bombeiros VRSA/CM

    O município de Vila Real de Santo António estabeleceu, com a Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, um protocolo para assegurar a cooperação operacional, logística e financeira, no âmbito da atividade de Proteção Civil.

    A medida representa uma atribuição financeira de 472 mil euros e destina-se a fazer face à missão da corporação durante o ano de 2025.

    Por outro lado, o protocolo dá continuidade ao compromisso já estabelecido, em 2023, entre o Município de Vila Real de Santo António e a Associação de Bombeiros.

    Com este protocolo, o município de Vila Real de Santo António reafirma o seu compromisso com a segurança da comunidade, assegurando os recursos necessários para uma resposta eficaz às emergências e à atividade de proteção e socorro.

  • 135 anos dos Bombeiros em selo apresentado em Castro Marim

    135 anos dos Bombeiros em selo apresentado em Castro Marim

    O carimbo comemorativo do 135.º aniversário dos Bombeiros de Castro Marim e Vila Real de Santo António foi apresentado na quarta, 15 de janeiro, no Mercado Local, onde está patente a Mostra Filatélica.

    Este carimbo foi elaborado pelos CTT e teve base a revista “Prevenir”, que foi alguns anos o órgão oficial da Associação do Comando de Bombeiros.

    Para o Município de Castro Mar, este carimbo e o selo comemorativo dos bombeiros são um marco histórico, honrosamente imortalizado na filatelia, além de assumir como estratégico para o território o aproveitamento de sinergias, a valorização de um projeto conjunto uma corporação única com um reforço significativo apoios públicos.

    No dia funcionou no Mercado Local um Posto de correio, enquanto final da tarde decorreu um desfibrilizado com as viaturas utilizadas bombeiros, atravessou os dois concelhos do sotavento algarvio.

    A Mostra Filatélica está patente até ao dia 20 de janeiro e pode ser visitada diariamente durante o horário de funcionamento do Mercado Local, entre as09h00 e as 13h00 e 14h30 às 17h30.Esta iniciativa é organizada pela secção de colecionismo da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António e Castro Marim, em parceria com o Município de Castro Marim, a Federação Portuguesa de Filatel e CTT Correios de Portugal.

    Fonte: autarquia
  • Nas igrejas de Castro Marim e Altura o fado é divino

    Nas igrejas de Castro Marim e Altura o fado é divino

    A Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Altura, e a Igreja de Nossa Senhora dos Mártires, em Castro Marim, vão transformar-se em casa de fado com o espetáculo Fado Divino, nos dias 24 de janeiro e 7 de fevereiro, respetivamente.

    O primeiro concerto contará com a atuação de Nádia Catarro e Luís Saturnino na voz, Bruno Mira na guitarra portuguesa e Gonçalo Cercas na viola de fado, que prometem uma atuação única em Altura.

    Já a 7 de fevereiro o espetáculo vai decorrer na igreja de Castro Marim, com Nádia Catarro e Luís Manhita na voz, Fernando Vicente na guitarra portuguesa e Gonçalo Cercas na viola de fado.

    Os concertos estão agendados para as 21:00 horas e têm entrada livre.

  • Reposição de freguesias

    A desagregação que vai repor 302 freguesias, foi aprovada no parlamento português, tendo o projeto de lei obtido os votos a favor dos proponentes PSD, PS, BE, PCP, Livre e PAN, e ainda do CDS-PP, o voto contra da Iniciativa Liberal (IL) e a abstenção do Chega na generalidade, na especialidade e em votação final global.

    As freguesias que agora vão ser repostas foram agregadas em 135 uniões de freguesia ou extintas e os seus territórios distribuídos por outras autarquias durante a reforma administrativa que em 2013 reduziu 1.168 freguesias do continente, de 4.260 para as atuais 3.092, por imposição da então «troika».

    O projeto de lei aprovado, subscrito por PSD, PS, BE, PCP, Livre e PAN, tem em conta 135 processos de pedidos de reversão, quase todos de uniões de freguesias de Portugal continental, mas também repõe freguesias que tinham sido extintas, como a de Brenha, na Figueira da Foz, e a de Bicos, em Odemira.

  • Manifestação pela paz em Lisboa

    Realiza-se amanhã, sá­bado, dia 18, entre o Cais do Sodré e o Rossio, em Lisboa, uma a ma­ni­fes­tação sob o lema «É ur­gente pôr fim à guerra! Todos juntos pela Paz!», pro­mo­vida por algumas de­zenas de or­ga­ni­za­ções, estando os transportes a ser organizados em todo o País

    São organizações sin­di­cais, es­tu­dantis, ju­venis, cul­tu­rais e de di­versas ou­tras ti­po­lo­gias, ar­tistas plás­ticos, de­sig­ners e ilus­tra­dores os que de­mons­traram o apoio à ma­ni­fes­tação e aos seus ob­jec­tivos.

    Também per­so­na­li­dades de di­versas áreas da vida na­ci­onal, através de de­poi­mentos di­vul­gados pelo CPPC e MPPM nas redes so­ciais, ape­laram à par­ti­ci­pação.

    Os promotores referem a ur­gência de mo­bi­li­zação por uma causa tão «a­tual e de­ter­mi­nante para sal­va­guardar o pre­sente e o fu­turo da Hu­ma­ni­dade».

    Manifestam-se também preocupados com os de­sen­vol­vi­mentos no plano in­ter­na­ci­onal e a re­a­li­dade dra­má­tica com que estão con­fron­tadas «mi­lhões de pes­soas ví­timas da guerra, o risco de um con­flito de grandes e trá­gicas pro­por­ções, com­provam a ne­ces­si­dade e a emer­gência de pôr fim à con­fron­tação e à cor­rida aos ar­ma­mentos, fa­zendo tudo o que es­tiver ao nosso al­cance para que se abram ca­mi­nhos para a Paz, o diá­logo, a so­lução po­lí­tica dos con­flitos».

  • Vinho do Algarve atinge milhões de litros em produção

    Vinho do Algarve atinge milhões de litros em produção

    O Algarve, região conhecida por suas praias deslumbrantes e clima ameno, alcançou um marco histórico na produção de vinho. Nos últimos anos, a região tem testemunhado um aumento significativo na produção, atingindo milhões de litros.

    Esse crescimento é atribuído a vários fatores, incluindo o investimento em novas vinhas, a adoção de técnicas modernas de vinificação e o crescente reconhecimento da qualidade dos vinhos do Algarve. A região possui condições climáticas ideais para o cultivo de uvas, com verões quentes e secos e invernos amenos.

    A variedade de uvas cultivadas no Algarve é ampla, incluindo castas locais como Negra Mole e Castelão, bem como variedades internacionais como Cabernet Sauvignon e Syrah. Os vinhos produzidos variam de tintos encorpados a brancos refrescantes, atendendo a uma ampla gama de paladares.

    O aumento da produção de vinho no Algarve não apenas beneficia a economia local, mas também contribui para a reputação da região como um destino gastronômico. Os vinhos do Algarve estão ganhando reconhecimento internacional por sua qualidade e autenticidade, atraindo enófilos e turistas de todo o mundo.

    Além disso, a indústria vinícola do Algarve está comprometida com a sustentabilidade. Muitas vinícolas adotaram práticas agrícolas orgânicas e biodinâmicas, respeitando o meio ambiente e preservando a biodiversidade da região.

    O marco histórico alcançado pela produção de vinho do Algarve é um testemunho do trabalho árduo e dedicação dos viticultores e enólogos da região. Com a crescente demanda por vinhos de alta qualidade, espera-se que a indústria vinícola do Algarve continue a prosperar nos próximos anos, consolidando a posição da região como um importante produtor de vinho em Portugal.

  • Debate sobre educação na BM Vicente Campinas

    Debate sobre educação na BM Vicente Campinas

    Foi ontem, 16 de Janeiro, iniciado um ciclo de debates bimensais na Biblioteca Municipal Vicente Campinas. Têm natureza aberta e inscrição de oradores, e são destinados ao aprofundamento da opinião pública vila-realense sobre diversas temáticas da vida em sociedade.

    O debate inicial teve como tema principal a educação e o ensino, subordinados ao lema «O Presente e o Futuro da Educação» .

    Contou, no painel principal, com a participação de Assunção Constantino, que encerrou e Mariana Rego, que o abriu, ambas em representação da Biblioteca Municipal.

    Presentes no painel estiveram ainda os diretores dos agrupamentos escolares do concelho, Rui Marques e Eduardo Cunha, o diretor da Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, Luís Romão e o orador principal Vitor Junqueira, diretor de departamento no Município.

    Assunção Constantino encerrou o debate onde foram abordados vários desafios na educação, incluindo a falta de envolvimento dos pais, políticas educativas inconsistentes devido a mudanças de governo, e a escassez de professores.

    A diversidade cultural crescente por força da imigração e o aumento de crianças com necessidades educativas especiais são destacados como fatores que complicam ainda mais a situação.

    A necessidade de escolas que preparem os alunos para o mercado de trabalho através de cursos profissionais é mencionada, assim como a dificuldade de captar o interesse da comunidade para eventos culturais.

    Apesar dos desafios, há um esforço contínuo para melhorar a educação e a oferta cultural na comunidade.

    Pontos fortes de um debate interessante:

    1. Educação como Espaço de Reconstrução Social

    • A ideia de que as escolas não são apenas instituições de ensino, mas espaços de socialização, debate e inclusão cívica foi reiterada várias vezes.
    • Aspeto original: O foco no resgate do “medo da conversa em presença” em tempos de comunicação digital, uma abordagem que conecta diretamente educação e participação democrática.

    2. Dados que Provocam Reflexão

    • O uso extensivo de dados para fundamentar as argumentações deu credibilidade às intervenções. Exemplos incluem:
    • Apenas 7% dos alunos atingem níveis altos em matemática, comparados aos 9% da média da OCDE.
    • 142 mil alunos estrangeiros, mas apenas 14 mil recebem apoio linguístico, revelando um desfasamento gritante nas políticas inclusivas.
    • 16% de abandono escolar no Algarve em 2023, o mais alto no país, mesmo sendo um destino turístico próspero.
    • Aumento de alunos com espectro autista, visto como um fenómeno local a ser estudado. Aspeto original: A combinação de dados estatísticos com reflexões sobre as razões subjacentes, como o impacto socioeconómico das famílias, mostrou uma análise abrangente.

    3. Inclusão e Multiculturalismo como Força e Desafio

    • A multiculturalidade foi abordada tanto como uma riqueza quanto como um desafio.
    • Aspeto interessante: Na Escola de Hotelaria, com alunos de 4 continentes, mais de 50% são estrangeiros, mas os alunos locais não veem a escola como uma oportunidade relevante. Isso levanta questões sobre a relação entre a comunidade e as instituições educativas.

    4. Reflexão sobre a Profissão Docente

    • A dificuldade em contratar professores qualificados e a entrada de profissionais sem formação pedagógica levantou preocupações sobre a qualidade do ensino.
    • Aspeto curioso: Foi apontado que, em alguns casos, “os piores alunos são agora professores”, mostrando a urgência de repensar o recrutamento e a formação docente.

    5. Contraste Entre Teoria e Prática

    • As políticas educativas, mesmo quando bem intencionadas, enfrentam dificuldades na implementação:
    • Exemplo: Plano de Inclusão (Decreto-Lei 54/2018) que prometia suporte personalizado aos alunos, mas falhou devido à falta de recursos nas escolas. Aspeto original: A abordagem crítica e pragmática sobre como as leis se tornam ineficazes na prática.

    6. O Papel do Mercado e a Escolha dos Jovens

    • A preferência por trabalhos sazonais com salários elevados em vez de formação a longo prazo foi vista como um obstáculo para a educação.
    • Aspeto interessante: Foi notado que o turismo, sendo a principal economia local, não consegue atrair jovens para cursos especializados, como Hotelaria e Turismo. Este fenómeno reflete uma dissonância entre mercado e educação.

    7. Propostas para a Educação

    • Português como Língua de Acolhimento: Destacou-se a necessidade de expandir o ensino de português como língua não materna para todos os alunos migrantes.
    • Aspeto original: A sugestão de criar plataformas digitais interativas para facilitar a integração linguística e cultural.
    • Reestruturação dos Ciclos Escolares: Um único ciclo dos 6 aos 12 anos para evitar transições abruptas e melhorar a continuidade educativa.

    8. Uso da Tecnologia e Inteligência Artificial

    • A tecnologia foi vista como uma ferramenta útil, mas potencialmente problemática se mal usada.
    • Aspeto curioso: A inteligência artificial foi descrita como uma “grande promessa com muitas limitações”, sendo mais adequada para tarefas mecânicas do que para questões pedagógicas profundas.

    9. Debate como Reflexo de Realidades Locais

    • A inclusão de exemplos concretos, como:
    • Jantar multicultural com 40 nacionalidades diferentes.
    • Cursos de Cozinha Coreana e Indiana, que levam alunos para formações internacionais, mas são pouco divulgados localmente.
    • A importância das famílias na educação, com a necessidade de envolver encarregados de educação de forma mais positiva e regular.

    10. Reflexão Filosófica e Pragmática

    Aspeto original: A escola foi descrita como uma instituição que precisa “educar para a utilização” da tecnologia, em vez de simplesmente proibir ou adotar. A questão da escola estar “desfasada da realidade” foi discutida de forma crítica e construtiva.

  • A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

    A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

    Maria Prieto Garcia é redatora e gestora do portal turístico «Huelva, Tu Destino» e graduada en jornalismo pela Universidad de Sevilla. Publicou no «Huelva Información», um interessante artigo sobre Vila Real de Santo António, colocando em evidencia o que tem raízes históricas e classificando a cidade como a bonita e «A pequena Lisboa», que se situa a um salto de Huelva.

    Considera Vila Real de Santo António como um pequeno diamante em bruto que tem todo o encanto, mas vive bem sem a necessidade da massificação turística e se encontra rodeada de natureza selvagem, con ruas que recordam a capital portuguesa.

    Nota-se que ficou encantada com a cidade algarvia junto à foz do río Guadiana onde se elevam duas localidades que, «apesar de estarem situadas ao lado uma da outra, têm cada uma o seu carácter próprio e diferenciado, e não apenas pertencem a países distintos, como cada uma tem a sua singularisdade».

    E anota que, «enquanto Ayamonte é uma povoação de pescadores de Huelva, cheio de vida, que recebe o afluxo constante de visistantes pela sua beleza, praias e gastronomia, Vila Real de Santo António, em Portugal, destaque-se pela sua tranquilidade, elegância e uma arquitetura que recorda a sua capital, Lisboa».

    Importante para a promoção da cidade no mercado turístico espanhol, é que a publicação digital EsDiario recomenda uma escapada para se saciar destes destinos separados por apenas dois quilómetros de água, que se comunicam através da Ponte Internacional do Guadiana e pelo ferry que, em sua opinião, tem um preço simbólico.

    Maria Prieto Garcia iniciou a sua carreira profissional como repórter, redatora, editora e câmara na delegação de Sevilla de Agencia EFE, e como redatora e locutora na Cadena Ser e Onda Cero. Nos últimos anos tem trabalhado como redatora en meios locais como o Diario de Huelva e como gestora em varios departamentos de comunicación deportivos e gastronómicos.

    Veja o artigo do Huelva Información

    por José Estêvão Cruz
  • Novas residências na UALG

    Novas residências na UALG

    A Universidade do Algarve vai realizar amanhã, dia 17 de Janeiro, a Assinatura do Contrato de Empreitada das Novas Residências Universitárias dos Campi da Penha e de Gambelas.

    A cerimónia decorre às 14:30 horas, na Sala de Seminários da Reitoria, no Campus de Gambelas.
    15 de Janeiro de 2025.
     
    As duas empreitadas foram adjudicadas por 15 864 609,11 € + IVA, sendo que a construção das novas residências totalizará 287 novas camas, 125 no Campus da Penha e 162 no Campus de Gambelas.

    Esta empreitada realiza-se no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

  • Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    Caderno Pedagógico em defesa do camaleão

    AMAL e ICNF apresentam o caderno pedagógico «O Camaleão Que Não Mudava de Cor», destinado a alunos do 2º ciclo.

    Trata-se de um livro editado pela Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e pela Direção Regional do Algarve do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e foi apresentado no Centro de Educação Ambiental de Marim, em Olhão.

    O caderno tem duas partes distintas: a primeira, é um conto para colorir, da autoria de Ana Xavier e ilustrações de João Pinto, que aborda temas como a amizade, a autoestima, a exclusão e as migrações.

    Revela a morfologia e o comportamento do camaleão-comum, a única espécie de camaleão que ocorre em Portugal (e na Europa).

    Tem uma segunda parte, de carácter informativo, sobre as características e comportamento do camaleão-comum, com fotografias de Teresa Patrício, do RIAS e da Associação A ROCHA. No final, tem ainda jogos e desafios propostos pela técnica da AMAL, Susana Marreiros.

    Este projeto está direcionado para alunos do 2º ciclo e assenta no princípio de que «Só se ama aquilo que se conhece», tendo por objetivo dar a conhecer o camaleão-comum e o seu habitat, cuja preservação é urgente.

    Trata-se de uma iniciativa desenvolvida no âmbito da cogestão do Parque Natural da Ria Formosa e financiada pelo Fundo Ambiental.

    Na sessão de apresentação do caderno, estiveram presentes várias turmas da área do Parque Natural da Ria Formosa (Olhão, Faro e Tavira), tendo o conto sido lido por alunos da Escola E. B. 2 3 João da Rosa, a que se seguiu a distribuição dos cadernos pelos alunos e uma apresentação interativa pelo ilustrador João Pinto.

    Tanto o Primeiro Secretário da AMAL, Joaquim Brandão Pires, como o Diretor Regional do ICNF, Castelão Rodrigues, aproveitaram a ocasião para alertar e sensibilizar os mais novos para a importância da preservação não só desta espécie, mas da natureza, como um todo, porque «só assim poderemos ter uma sociedade mais sustentável».