FOZ – Guadiana Digital

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  • O dia da Andaluzia e as portagens

    O dia da Andaluzia e as portagens

    Na A-22, a que foi dado o nome de Via do Infante D. Henrique e na A-49, batizada como Autopista do V Centenário, ocorreram, nos últimos dias de Fevereiro, dois episódios que merecem ser registados e analisados com algum pormenor.

    Na A-49 os protagonistas foram os agricultores e criadores de gado convocados pela UPA-Huelva que, durante hora e meia, cortaram o trânsito para vir gritar às portas de Portugal, junto da Ponte Internacional do Rio Guadiana, o seu mais profundo protesto contra a política de preços das grandes superfícies, por imaginarem que, assim, os ouve melhor a burocracia de Bruxelas. Esta já ouviu há tempo os agricultores franceses e italianos, pois, naqueles países, já se paga ao campo por uma análise baseada nos custos de produção.

    Foi um transtorno, mas completamente esporádico, um prejuízo inevitável, dentro da normalidade do funcionamento da democracia.

    O que já se pode evitar com o normal funcionamento da democracia é a aberrante situação que se vive na fronteira, no sentido Espanha-Portugal e que não se verifica no sentido inverso: um bloqueio de horas, para resolver um problema de cobrança de portagens, que interessa apenas à PPP que as cobra e nunca deveriam ter sido estabelecidas na Via do Infante.

    Vale a pena evocar aqui os correctos e justos argumentos contra a existência destas portagens e que o simples facto de existirem complica a sua abolição. É assim como uma espécie de tumor que, uma vez nascido, a sua extirpação não se pode fazer, sem pagar os prejuízos.

    Foram anunciados descontos, mas a sua contabilidade é muito parecida com a dos cartões de supermercado que para os receber tem de lá se voltar, num ciclo vicioso de compra e desconto a quem não tem hipótese de saber se lhes estão a cobrar mais barato ou se os preços são mais altos para quem não tem cartão. Enfim, o sistema!

    O Dia da Andaluzia, o 28-F, data em que os nossos vizinhos comemoram a autonomia, é feriado naquela região. Milhares de espanhóis deslocam-se ao Algarve para uma escapadinha de um dia, tendo desde logo, à entrada em Portugal, de enfrentar uma espécie de situação, tipo um virtual PORTUGALEXIT, para cobrança à cabeça do valor de uma portagem, o que não acontece em sentido contrário, para onde os portugueses e estrangeiros residentes em Portugal se podem deslocar até Cadiz utilizando as auto-estradas espanholas.

    A cobrança das portagens faz-se de forma absurda para os tempos modernos da digitalização. As pessoas ficam ali literalmente retidas entre uma a três horas, retirando aos restaurantes, hotéis, pequeno comércio, museus e outros locais de interesse uma preciosa receita.

    Eu não sou economista, mas estou convencido que, apenas uma pequena parte da receita que se perde com o IVA, pelo estímulo negativo e pelo tempo que se vai para começar a faturar, chegaria para o governo pagar à PPP, calculado, pelas fotografias da matrícula como o faz a quem não tem dístico, o valor das portagens. E ainda recebia uma percentagem da receita.

    O melhor de tudo, ainda seria acabar de vez com esta aberração de pagamento de portagens na Via do Infante, o que parece bastante difícil pela ditadura do défice.

  • Lar para pessoas com Alzheimer em Castro Marim

    Lar para pessoas com Alzheimer em Castro Marim

    A obra da nova unidade, que segundo os promotores do projeto será a primeira do género a sul do Tejo, a instalar num edifício próximo do lar da Santa Casa da Misericórdia (SCM) de Castro Marim “pode começar em junho ou julho”, precisou o provedor daquela Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), José Cabrita.

    “As razões que levaram a SCM a avançar para este lar foi o facto de cada vez serem mais as pessoas com demência – e notamos isso aqui no lar da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim –, e de considerarmos que o nosso lar não tem capacidade de tratar pessoas nestas circunstâncias”, justificou aquele responsável.

    José Cabrita considerou que os atuais funcionários do lar da terceira idade “têm preparação” para lidar com doentes com problemas degenerativos neurológicos ou demências e antecipou a necessidade de “formar trabalhadores para depois prestarem serviço” na nova unidade.

    “Por isso, entendemos que devíamos tentar fazer esta obra e construir um lar para doentes de Alzheimer e outras demências”, acrescentou, sublinhando que “o crescimento do número de pessoas afetadas por estas doenças nota-se em todo o país” e os cuidados específicos para estas pessoas “já fazem falta”.

    O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, concelho do distrito de Faro muito afetado pelo envelhecimento populacional e desertificação do território, considerou que, “do [rio] Tejo para baixo, esta será “a primeira unidade deste género” a ser construída e irá dar apoio a “pessoas do concelho, do Algarve ou do país”, contando “com capacidade para 80 pessoas”.

    “A obra vai custar cerca de quatro milhões de euros, sendo 1,2 milhões provenientes de fundos comunitários do [programa de apoio regional] Algarve2020. A Câmara entrará com 25% e o restante será custeado através de um empréstimo bancário, que já foi concedido pelo Banco Montepio à Santa Casa”, adiantou.

    A mesma fonte esclareceu que o concurso para escolher o empreiteiro “está a decorrer” e que “termina a 10 de março”, estimando que “lá para o mês de junho, princípios de julho” se possa iniciar a obra.

    Questionado sobre quando poderá estar concluída, José cabrita respondeu que “o prazo de execução é de 18 meses”.

  • Vinhos Caseiros em prova no Grupo Desportivo e Cultural do Rio Seco

    Vinhos Caseiros em prova no Grupo Desportivo e Cultural do Rio Seco

    A «prova cega», prevista para as 19:00 horas, consiste em ocultar do provador os dados relativos à origem, marca, ano de colheita e produtor do vinho em causa, sendo uma forma mais justa de avaliação, já que todos os vinhos partem em igualdade de circunstâncias.

    Presentes, primeiro, vão estar quatro dezenas de produtores de vinho do concelho de Castro Marim e dos concelhos vizinhos.

    Depois, os dez primeiros entrarão em concurso já avaliados por um júri, estando em disputa prémios para os cinco primeiros classificados.

    A prova de vinhos caseiros decorre durante um jantar e vai ser acompanhada ao som do acordeão de Jaime Gomes.

    A iniciativa conta com o apoio da câmara municipal e da junta de freguesia de Castro Marim.

  • Gritaram na Ponte do Guadiana para serem ouvidos na UE

    Gritaram na Ponte do Guadiana para serem ouvidos na UE

    Estes agricultores foram mobilizados pela UPA-Huelva, união dos pequenos agricultores daquela província da Andaluzia.

    Durante cerca de hora e meia a circulação na fronteira entre Portugal e Espanha esteve interrompida, sendo os condutores dos tratores e outras viaturas brindados com terrinas de morangos e framboesas, enquanto durou o bloqueio.

    Esta foi a forma da província de Huelva se juntar às acções de protesto que vem alimentando, desde há semanas, os agricultores de toda a Espanha

    A concentração começou na auto-estrada A-49, no limite do concelho de Ayamonte, para depois travar a passagem da fronteira entre Espanha e Portugal.

    O lema desta manifestação fui pelo futuro do campo em Huelva e as palavras de ordem, por preço justo foram ditas em coro por agricultores e criadores de gado procedentes de todos os recantos da província de Huelva, deslocados em tratores e outros veículos agrícolas.

    Começaram no marco quilométrico 129, um pouco antes da Ponte Internacional do Guadiana, considerado o ponto estratégico para lançar uma mensagem de que Huelva está na Europa e por isso o fizeram às portas de Portugal, uma forma de gritar, alto e bom e para fora das suas fronteiras, os problemas dos agricultores da província.

    A organização considerou com muito positiva, tanto pela quantidade como pela qualidade do protesto a que se somaram agricultores de muitas cooperativas e outras empresas agrícolas, numerosos municípios, organizações agrárias como associação de citricultores.

    A manifestação começou cerca das 9:00 da manhã, em Portugal, na área de serviço ao quilómetro 129 na direcção da Ponte Internacional do Guadiana. Uma coluna de agricultores com tractores entrou pela autoestrada utilizando a pista serviço para invadir, cerca das 10:00 da manhã, a pista direita da A-49 e, meia hora mais tarde, a esquerda, até deixar completamente bloqueada a passagem da fronteira. A situação manteve-se até depois das 12:00, sempre com uma forte presença da Guarda Civil espanhola, ainda que tudo se tenha desenvolvido com a normalidade e não tenha havido que lamentar nenhum tipo de acidente.

    Numerosos condutores ficaram bloqueados na autoestrada, ainda que a Guarda Civil, para evitar o colapso total da fronteira, tivesse desviado parte do trânsito para a A-499, no km 125, na direcção de Portugal e até á N-477, no quilómetro 131, em sentido contrário.

    O tráfego ficou restabelecido nos dois sentidos depois das 12:00 horas, ainda que os organizadores tivessem autorização para manter o protesto até às 12:30. A centena de tratores que participou na marcha, vieram dos municípios mais perto como La Redondela ou Villa Blanca, entre outros,enquanto os agricultores se deslocaram até ao lugar do protesto nos seus vídeos particulares

    Porque protestam os agricultores

    As principais reivindicações da UPA-Huelva foram apresentadas durante o protesto: são contra a prática abusiva de venda com perdas e portanto a sua proibição em toda a cadeia agroalimentar, querem o estabelecimento preço justos por lei para o que solicitam que se defina qual conceito de preço justo para cada um dos produtores agrícolas e criadores de gado, estreitamente ligados aos custos da produção.

    Outras reivindicações passam para que, nos contratos de compra e venda dos alimentos, estes possam ser referenciados aos índices de custos de produção como sucede em França ou Itália e, ainda, que se reconheça a figura de mediador ou árbitro que actue a velar pelas boas relações na cadeia agro alimentar e que se actualizem os estudos sobre os custos de produção como medida para a dar mais transparência à cadeia agro alimentar, como melhor garantia para travar os abusos.

    Querem a obrigatoriedade do etiquetamento de origem para todos os produtos frescos e manufacturados, com o objectivo de apurar o valor do trabalho dos agricultores e oferecer uma melhor informação aos consumidores, o maior controle dos produtos procedentes de Países Terceiros, articulando mecanismos que permitam conhecer, através da sua análise, a qualidade e segurança, assegurando uma concorrência leal com produtos da União Europeia.

    Reivindicam ainda, o estabelecer de medidas que regulam e facilitem a venda directa dos produtos e da pecuária. Finalmente exigem do Estado espanhol a construção de das infra-estruturas que consideram necessárias na província do Huelva.

  • Deputada europeia do PCP em Monte Gordo

    Deputada europeia do PCP em Monte Gordo

    Hoje às 15 horas, Sandra Pereira, deputada do Parlamento Europeu, eleita pelo PCP, vai estar na Praia de Monte Gordo, para um encontro com os pescadores artesanais.

    Por volta das 16 horas reunirá com mariscadores naquela praia.

    A deputada faz-se acompanhar por uma delegação regional e local do PCP.

  • GFA de Mértola com financiamento aprovado

    GFA de Mértola com financiamento aprovado

    A câmara municipal de Mértola anunciou que lhe foi aprovada a candidatura ao Fundo Florestal Permanente para o funcionamento do Gabinete Técnico Florestal (GFA), referente ao ano de 2019.

    O valor do financiamento ronda os 14 mil euros. O GTF integra o gabinete municipal de Proteção Civil e tem como objetivos fundamentais a concretização das tarefas de planeamento, operacionalização, gestão, controlo e administrativa com vista à defesa da floresta contra incêndios.

    A acções principais previstas são: a elaboração e posterior actualização do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios;

    elaboração e posterior actualização do Plano de Gestão Florestal do Perímetro Florestal dos Coutos de Mértola;

    participação nas tarefas de planeamento e ordenamento dos espaços rurais do município; acompanhamento dos Programas de Ação previstos no Plano Municipal de Defesa da Floresta;

    centralização da informação relativa aos Incêndios Florestais (áreas ardidas, pontos de início e causas de incêndios);

    acompanhamento de ações preconizadas no Plano de Gestão Florestal; relacionamento com as entidades, públicas e privadas, de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) nomeadamente Estado, municípios, associações de produtores;

    promoção do cumprimento do estabelecido no Dec.-Lei nº 124/2006; acompanhamento e Divulgação do Índice Diário de Risco de Incêndio Florestal;

    coadjuvação do Presidente na CMDFCI, em reuniões e em situações de emergência, quando relacionadas com incêndios florestais e designadamente na gestão dos meios municipais associados a defesa e ao combate a incêndios florestais; supervisão e controlo de qualidade das obras municipais subcontratadas no âmbito de DFCI;

    construção e Gestão de SIG’s de DFCI;

    emissão de Propostas e de Pareceres no âmbito das medidas e ações de DFCI.

  • Jornadas do Contrabando anunciam Festival

    Jornadas do Contrabando anunciam Festival

    Foi a quarta edição. O tema viu-se alargado às memórias de fronteira, ao património intangível e imaterial e a estudos do património rural e edificado.

    Falou-se do reconhecimento e valorização de uma identidade local, fortemente marcada pelas ligações fronteiriças.

    Foram as necessidades locais, agravadas pelos acontecimentos bélicos da primeira metade do séc. XX, que fizeram disparar as ações de contrabando. A atividade deu um apreciável contributo para a sobrevivência e manutenção das populações., na conjuntura adversa.

    Para o município de Alcoutim «Estes são dados históricos considerados inegáveis. O contrabando tradicional criou uma rede de contatos e relações familiares ligando ambas as margens do Guadiana, situação que se pretende valorizar, nos nossos dias, numa perspetiva de promoção turística do território».

    Foram apresentados os documentário «220 m de Guadiana», por Paulo Vinhas Moreira; «Atores e episódios de uma serra de variadas ruralidades na primeira metade do século XX», por Miguel Rego; «Apresentação do Festival do Contrabando»; por Júlio Cardoso; «Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda», por António Rodríguez Guillén; «Fome, Guerra e Epidemia na Zona Transfronteiriça do Guadiana Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O caso de Alcoutim», por Joaquim Vieira Rodrigues; «Modos de vida no interior serrano algarvio e a dieta mediterrânica», por Jorge Queiroz; «A arquitetura tradicional do Baixo Guadiana da orla do rio às achadas de Alcoutim», por Miguel Reimão Costa e «Contrabando no Baixo Guadiana».

    Estas jornadas anteciparam o Festival do Contrabando também com a realização do espectáculo, «Evaristo, Um Clássico nunca Visto», pela Companhia Profissional de Teatro de Improviso Instantâneos que decorreu no Espaço Guadiana, na vila de Alcoutim, uma novela teatral que levou o público para uma viagem aos anos 30 e 40 do século XX, tendo como base estórias de vida alcoutenejas, contadas pelo público presente.

    O Festival do Contrabando, mais que um festival pretende ser a junção e fusão da homenagem a uma atividade que ao longo da história foi importante para as gentes da fronteira, recorrendo às artes e à cultura.

    Nos dias 27, 28 e 29 de março. Alcoutim apresenta a todos os visitantes, um mercado de época, gastronomia local, desfiles etnográficos, teatro de rua, bandas de música de rua, oficinas de artesanato e muita mais animação, tendo como grande atrativo a Ponte Pedonal Transfronteiriça Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, disponibilizando a experiência pioneira de caminhar sobre o Rio Guadiana e transpor a fronteira de forma original e única, um sonho antigo das duas vilas.

    Veja mais em www.facebook.com/festivaldocontrabando/

  • Passadiço entre Verdelago e Lota

    Passadiço entre Verdelago e Lota

    O objectivo anunciado para esta infraestrutura de custo aproximado a 936 mil euros é a salvaguarda do cordão dunar da Praia de Altura. A obra, já consignada, tem apoio do PO SEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos), Portugal 2020, cofinanciada a 75% pelo fundo de coesão.

    Para a contrapartida nacional e a despesa não elegível é utilizada uma comparticipadas no âmbito do empréstimo BEI.

    Tem passagem pela ponte na ribeira do Álamo, largura de três metros, a serpentear o sistema dunar, abraçando os apoios de praia e enquadrando na frente-mar. Terá zonas de descanso e iluminação. A intervenção envolve ainda a reconstrução dos quatro acessos à praia já existentes e a construção de um novo, articulando com os novos apoios de praia, que são da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), sob cuja orientação foi elaborado e apresenta-se, segundo afirmam os responsáveis, em conformidade com a dinâmica sedimentar do respetivo cordão dunar.

    A segunda fase, prevista para mais tarde, vai fazer ligação ao passadiço da praia de Monte Gordo.

    A autarquia de Castro Marim justifica que a infraestrutura elevada «promove a redução da erosão costeira, uma vez que garante o não pisoteio, bloqueia a ação do homem sobre as zonas de proteção, fomenta a estabilização de areias para a formação de dunas e possibilita a instalação de vegetação natural, restabelecendo assim a dinâmica do habitat dunar»

  • Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Não têm documentos e vão ser ouvidos ainda hoje por um intérprete do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), disse fonte deste organismo.

    A mesma fonte adiantou à agência Lusa que os homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos e detetados cerca das 04:30 horas, talvez vindos do Norte de África, ”falam “muito pouco francês”. O SEF vai avaliar toda a situação destas pessoas e só depois será tomada uma decisão.

    Recordando Monte Gordo

    Em dezembro, oito migrantes de nacionalidade marroquina, desembarcaram na praia de Monte Gordo, no distrito Faro, e foram acolhidos por Portugal ao abrigo do quadro de proteção internaiconal aplicado a outros estrangeiros resgatados no mediterrâneo que chegaram ao país provenientes de países como Itália e Malta.

  • CM de Moura viola direito à greve

    CM de Moura viola direito à greve

    Segundo a lei, o trabalhador paga o dia de greve com o seu salário e não com o gozo de férias. Greve é um dia de trabalho por uma vida melhor.

    fonte: Junta a tua à nossa voz – Facebook

  • Turismo português cresce acima da média da UE

    Portugal encontra-se no grupo de países onde a média da pernoita dos estrangeiros, 66% do total, supera a da União Europeia, 47%.

    Contudo, as estatísticas assinalam um abrandamento na taxa de crescimento do turismo no nosso país e espera-se um impacto negativo nas viagens, ainda não calculado, pelo aparecimento do virus Corona na República Popular da China

  • PSD quer uma data para o Hospital Central do Algarve

    A dúvida sobre o início da construção do novo Hospital Central Hospital surgiu pelo facto da ministra ter afirmado que o mesmo «deverá ser planeado este ano, «de modo a que em 2021, possamos começar a executá-lo, estamos a falar de estudos, de garantia de investimento, de decisões sobre a carteira de serviços e o caderno de encargos, para poder responder a essa necessidade dos algarvios»,.

    O PSD interpreta estas palavras como o Governo e o PS terem «abandonado os algarvios no que respeita aos cuidados de saúde hospitalares“.  

    No seu comunicado, o PSD verifica que o Hospital Central do Algarve não consta no Orçamento do Estado de 2020 ou no quadro plurianual de investimentos, até 2023, nem mesmo a «realização de investimentos em equipamentos ou obras de conservação profundas para os Hospitais de Faro e de Portimão».

  • Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    O Sindicato da Hotelaria do Algarve criticou-a por essa falta de atitude que lhe permitiria avaliar «a situação laboral e social da «força viva» mais valiosa deste setor – os trabalhadores», como assinala em comunicado.

    Aquele sindicato recorda que os trabalhadores, todos os dias, «dão o melhor de si para o êxito e o forte crescimento do sector e que tão maltratados têm sido, nomeadamente em relação aos salários, aos horários, aos direitos e às condições de trabalho, que se têm vindo a degradar”.

    Os dirigentes do Sindicato da Hotelaria estavam na expectativa que Rita Marques «tivesse tido o interesse em ouvir a opinião de quem, todos os dias, luta pela melhoria da qualidade do serviço prestado ao cliente, que luta incansavelmente pela valorização dos trabalhadores e das profissões, pelo emprego estável e com direitos, como elementos estruturantes de um serviço de qualidade».

    Na sua visita de segunda-feira passada, a governante visitou o Algarve, avistando-se com unidades hoteleiras, uma área de serviço de auto caravanismo e o Autódromo Internacional do Algarve.

  • PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    No âmbito do programa de controlo de animais errantes no município de Tavira, do qual são parceiros a PSP e a GNR, a autarquia entregou à PSP um leitor de microchip.

    Possibilita, aquando da recolha de um animal errante ou abandonado (cão ou gato) na via pública, o reencontro mais célere do animal com o seu tutor.

  • EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    Segundo o Diário Campanário, o concurso apresenta um valor base de 100 mil euros e prazo de execução de 7 sete meses, prevendo a prestação de serviços de captura e identificação de larvas de peixe em massas de água das referidas bacias hidrográficas, bem como, o tratamento e apresentação de resultados para caracterização da comunidade de larvas e avaliação do grau de dispersão.

    Os trabalhos terão lugar nos concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Alandroal, Montemor-o-Novo, Portel, Vendas Novas, Arronches, Elvas, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela e Santiago do Cacém.

  • Homenagem póstuma a Antónia Sanchez Barba

    Homenagem póstuma a Antónia Sanchez Barba

    Antónia Maria Sanchez Barba foi professora em San Lucar del Guadiana. Casou com o português Ângelo Camarada Carro que foi chefe da secretaria em Alcoutim e Vila Real de Santo António.

    Durante a homenagem, foram lidos poemas do livro que recolheu com o título de «Esse mágico nome: Guadiana», uma antologia com quatro dezenas de poemas de outros tantos poetas, dedicada ao rio, a qual já não chegou a apresentar publicamente, por ter subitamente falecido.

    Vitória Cassinelo assinalou o momento de tristeza, mas de homenagem merecida, lembrando o papel de Antoñita, nome por que era conhecida entre os amigos, no desenvolvimento de acções de carácter social, cívico e cultural, entre os povos fronteiriços de Portugal e de Espanha.

    Lembrou que ela era uma cidadã activa, desde os tempos da juventude em San Lucar del Guadiana, o matrimónio hispano-português e as participações na Associação Transfronteiriça ATA, na S.L. Alavanca e a página escrita em espanhol que manteve no «Jornal do Baixo Guadiana», bem como o trabalho em defesa da construção de uma ponte internacional que unisse os dois territórios, entre Alcoutim e San Lucar.

    Carlos Brito salientou que os que ali estavam não tinham comparecido apenas por amizade, mas também para prestarem homenagem pela sua dedicação à causa da cultura, a paixão pelo Guadiana. Colocou em relevo o facto de Antónia, no seu livro, ter encontrado e reunido poemas que provém até mesmo de Badajoz.

    António Cabrita lembrou a reunião na Casa Grande de Ayamonte, no ano de 2011, onde a iniciativa de Antónia fez reunir vários poetas de ambos os lados da fronteira, tendo um papel determinante no arranque da tertúlia «Poetas do Guadiana» que continua activa.

    Maria Rita também salientou o papel da Antónia, tendo revelado que uma das coisas que a surpreendera na homenageada tinha sido o facto de ela se ter lembrado de uma pequena terra como Balurcos, ter recebido a sua atenção, considerando-a como mulher incansável que saltava os cânones e queria sempre acrescentar algo que os valorizasse. Classificou-a de mulher excepcional.

    Augusto Lourido também se referiu ao papel cultural que Antónia desenvolveu na Região do Baixo Guadiana, tendo-a conhecido nas iniciativas dos «Poetas do Guadiana»

    No final da cerimónia, Paul, irlandês tocou no violino, a lembrar as brumas do Guadiana e uma outra em homenagem à sua terra natal.

    José Estêvão Cruz

  • Imagens aéreas RTP 2019

    Imagens aéreas RTP 2019

    https://www.facebook.com/rtpnoticias/videos/714021232752905/?t=0
  • Protocolo de memória histórica da Água Castello

    Protocolo de memória histórica da Água Castello

    O acordo assinado entre as duas partes prevê a realização de até dois passeios mensais, que consistem no Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

    Esta atividade, segundo a câmara municipal, encontra-se inserida na estratégia de desenvolvimento local, em que se pretende valorizar o ativo territorial “Água” nas suas diversas dimensões enquanto património natural, cultural e paisagístico.

    A parceria agora estabelecida entre o Município de Moura e a Mineraqua Portugal é considerada pela autarquia como fundamental para dar a conhecer a importância histórica da marca Castello na vivência da cidade de Moura.

    O protocolo insere-se nesta estratégia municipal com o objetivo de preservar a “memória” e potenciar esse “passado” como oferta cultural e turística, pretendendo igualmente envolver a comunidade escolar do concelho.

    O dia de ontem, 14 de janeiro foi o dia escolhido para a assinatura deste protocolo, já que foi precisamente a 14 de janeiro de 1899 que a Câmara Municipal de Moura assinou o contrato de exclusividade com Julio Maximo Pereira e António de Assis Camilo, para a “exportação das águas minero-medicinais” da então Vila de Moura, começando aqui a Água Castello a dar os seus primeiros passos.

    A iniciativa representa igualmente o culminar das comemorações dos 120 anos da marca, que contemplaram várias iniciativas realizadas ao longo do ano de 2019.

    A sessão de assinatura do protocolo realizou-se no recinto do Castelo de Moura, local da primeira unidade de exploração, sendo posteriormente realizado o Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

  • Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    O objectivo é a redução das vulnerabilidades dos idosos em isolamento, através da Teleassistência, projeto pioneiro no sotavento algarvio.

    Através do simples toque de um botão de alarme, o sistema permite ao idoso em situação de solidão, emergência/urgência ou segurança ser contactado por um técnico especializado que accionará a melhor resposta.

    O utente dispõe de um terminal telefónico fixo e o botão está numa pulseira ou colar. Ao ser pressionado de qualquer parte de sua casa, estabelece contacto telefónico imediato com o Contact Center da CVP, que garante o apoio a situações de emergência/urgência, segurança e solidão, 24h por dia e 365 dias por ano.

    Para o efeito, será disponibilizada uma equipa de dois técnicos da estrutura de Emergência do CHT para estabelecer proximidade e implementar o serviço de Teleassistência junto da população idosa, bem como monitorizar o seu estado de saúde através de avaliações dos parâmetros vitais.

    A deslocação dos técnicos da Emergência CVP acontecerá três vezes por semana e abrangerá cerca de 80 idosos sinalizados no concelho de Alcoutim.

    Este projeto pioneiro vai permitir aos idosos isolados usufruírem de um acompanhamento de 24 horas, 365 dias por ano, complementado pela presença física de dois técnicos da estrutura de emergência.

    O Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves, justifica o projecto com a necessidade de estarem “presentes de diversas formas junto da população sénior: através do desporto, da cultura, com os polos da Universidade Sénior e, também, ajudando aqueles que têm maiores problemas de isolamento, colaborando para que a sua segurança seja reforçada”.