FOZ – Guadiana Digital

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  • Presidente da AHETA pode demitir-se do cargo

    Presidente da AHETA pode demitir-se do cargo

    O comunicado assinado por Pedro Lopes, Joel Pais, Reinaldo Teixeira, Rúben Paula, Jorge Beldade, Luís Correia da Silva, Martinho Fortunato e José Queiroga Valentim, refere que “em reunião imediatamente convocada” à publicação da entrevista, a direção ouviu as explicações do presidente Elidérico Viegas e “foi informada da sua intenção em se demitir deste órgão social da AHETA”.

    Viegas apresentará a demissão perante ao presidente da Assembleia Geral. Os restantes membros da direção, em funções, querem a convocação de eleições para os órgãos sociais da AHETA, no «mais breve espaço de tempo, de modo a reforçar a capacidade de intervenção da Associação».

    Os críticos reconhecem o papel relevante do atual presidente da direção da AHETA, desde a constituição formal da Associação, «na defesa dos interesses das empresas turísticas do Algarve e na afirmação da AHETA como a mais influente e representativa associação empresarial da região, que se constitui como o principal destino turístico do país”.

    As declarações de Elidério Viegas dizem respeito a prémios atribuídos por entidades privadas pagas pelos premiados.

  • Aliança das Nações Europeias para o Empreendedorismo

    Aliança das Nações Europeias para o Empreendedorismo

    Esta nova entidade, designada Europe Startup Nations Alliance/Aliança das Nações Europeias para o Empreendedorismo, terá sede em Portugal e a sua constituição formal será concluída em 2021. 

  • Poeiras africanas no sul e Madeira

    Poeiras africanas no sul e Madeira

    Os próximos dias ficarão marcados por poeiras do norte de África, essencialmente na Região Autónoma da Madeira e no Centro e no Sul do Continente, com especial incidência a partir da próxima segunda-feira, é esperada uma carga «elevadíssima». Há probabilidade de também incidirem no Norte do País.

    Créditos: João Horta- FIRESHELTER52

  • Infraestruturas escolares do Algarve reforçadas com 34 milhões de euros

    Infraestruturas escolares do Algarve reforçadas com 34 milhões de euros

    Ao abrigo do CRESC ALGARVE 2020 foram aprovados 27 milhões de euros de investimento elegível na requalificação e construção de escolas, com um apoio previsto de 18,6 milhões de euros em fundos europeus geridos pelo PO Regional, principalmente em execução nos anos de 2021 e 2022, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

    A requalificação de escolas insere-se na Prioridade de Investimento 10.5 – Investimento no ensino, na formação, na formação profissional e nas competências e na aprendizagem ao longo da vida através do desenvolvimento das infraestruturas de formação e ensino do Eixo 7 – Reforçar as competências.

    Na região do Algarve enquadra investimentos em requalificação, reconstrução, remoção de fibrocimento e apetrechamento dos estabelecimentos de Ensino Básico do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, redimensionando-os e modernizando-os, criando condições para a utilização informática e atividades experimentais e melhorando as respetivas condições funcionais, ambientais e de conforto térmico e ou acústico.

    «Esta melhoria da qualidade dos equipamentos educativos e as valências colocadas à disposição de alunos e professores são um fator de sucesso do percurso educativo, qualificando a aprendizagem com impacto relevante na redução do abandono escolar e no combate das desigualdades sociais e territoriais», afirma a CCDR na sua nota.

    Esola da Luz em Lagos, construção
    Escola da Luz em Lagos
  • Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

    Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

  • Fórum jovem em Vila Real de Santo António

    Fórum jovem em Vila Real de Santo António

    Tendo em consideração a situação pandémica que o país atravessa, a iniciativa será dinamizada, numa fase inicial, através das plataformas digitais. O tema do primeiro fórum será escolhido através de votação online, a qual pode ser efetuada nas redes sociais e site autárquico da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    A autarquia afirma que «Depois de selecionados os assuntos mais votados, será organizado um painel de debate composto por convidados e profissionais, por área selecionada, numa dinâmica de diálogo e partilha que possa ir ao encontro dos interesses e necessidades atuais dos jovens» e diz ainda que «numa altura em que grande parte dos estudantes ainda se encontra em regime de ensino à distância, este fórum procura igualmente constituir-se como uma ferramenta cívica capaz de incrementar os níveis de participação juvenil na tomada de decisões e no debate de questões estratégicas».

    No passado mês de fevereiro, a autarquia de VRSA já tinha lançado a linha «Pergunta, que a gente responde», uma valência que pretende prestar apoio e aos jovens do concelho em áreas tão distintas como educação, formação, emprego, habitação e apoios sociais, desporto, cultura, associativismo ou saúde e, no final de 2020, um concurso para a criação do logótipo do seu Núcleo da Juventude, cuja proposta vencedora, selecionada a partir de quase duas dezenas de trabalhos apresentados, irá agora constar nos materiais gráficos que vierem a ser produzidos.

  • Retorno da pesca lúdica exigido na costa vicentina

    Retorno da pesca lúdica exigido na costa vicentina

    Defendem que a pesca lúdica deve ser encarada como uma atividade desportiva que ajuda a economia familiar, mas também contribui para manter a mente e o corpo sãos. Exigem que ,de uma forma responsável e ponderada, estas atividades possam ser retomadas no contexto de um desconfinamento responsável, se necessário faseado por freguesias, permitindo aos residentes voltar a pescar ou mariscar na sua própria freguesia. 

    «O esforço coletivo que tem sido feito pelas gentes destes concelhos, que se viram privados de uma série de atividades a bem de um motivo maior, a saúde e a vida humana, deve ser reconhecido», dizem na sua carta. que apela e tenta sensibilizar o Governo para permitir um desconfinamento gradual para a pesca lúdica, ainda que mantendo a proibição de circulação entre concelhos.

    Esta medida, além da questão cultural enraizada nestas populações é fundamental para o bem-estar de muitas famílias, numa altura em que além das dificuldades financeiras, subsistem preocupações com a saúde mental de muitas pessoas.

  • Estatuto do Doente Crónico

    A Federação Nacional de Associações de Doenças Crónicas (FENDOC) apresentou uma a proposta para a criação de um estatuto do doente crónico. O objetivo é que todos os doentes crónicos tenham o mesmo tratamento base e igualdade de direitos e benefícios, incentivando a que o Governo avance com legislação própria.

    O documento foi subscrito por dez associações e sociedades que representam cerca de 3,5 milhões de doentes em Portugal e será posteriormente apresentada ao Governo para que seja criado um grupo de trabalho para analisar o tema e a concretização da criação deste estatuto.

    Fonte: PlanetAlgarve

  • Perante a água da barragem ministro quer dessalinizar

    Perante a água da barragem ministro quer dessalinizar

    João Matos Fernandes, no alto de paredão da barragem, avistando a albufeira recarregada por dois meses de chuva para os próximos dois anos, declarou aos jornalistas que «a dessalinização é de facto mui to importante, mais ainda quando ela vai ser financiada a 100%» e quando o PRR vai pagar todo este investimento a 100%».

    O ministro do Ambiente e da Ação Climática, afirmou que os portugueses não podem perder uma oportunidade destas – fundos dos planos de resiliência – para o Algarve, e ter um projeto, que considerou pioneiro no continente.

    João Pedro Matos Fernandes apresentou três projetos para melhorar a eficiência hídrica na região, num investimento conjunto de cerca de cinco milhões de euros, entre os quais se encontra a criação de um sistema para a captação de água em profundidade na albufeira de Odeleite, que vai permitir a retirada de mais 15 milhões de metros cúbicos daquela barragem, com um investimento de 1,5 milhões de euros.

    Os outros projetos destinam-se a bombar águas residuais, tratadas para rega em dois campos de golfe de Castro Marim, a partir da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Vila Real de Santo António, um investimento de 1,5 milhões de euros, e para secagem de lamas na mesma ETAR, com um valor de 2,2 milhões de euros.

    O governante frisou a necessidade de uma nova origem uma nova origem de água, presumivelmente no Pomarão, isto é, no Guadiana, a jusante da albufeira de Alqueva, para, em casos de necessidade, poder abastecer a barragem de Odeleite, projetos que permitirão aumentar a “resiliência” da região.

    Após a cerimónia junto à barragem de Odeleite, o ministro do Ambiente seguiu para outras zonas do Algarve, onde participou nas inaugurações das estações elevatórias do mercado de Olhão, do Ferragial, em Faro, e do novo edifício da Flotação da Estação de Tratamento de Águas de Alcantarilha.

  • Um ano de atividade do Crematório de Albufeira

    Um ano de atividade do Crematório de Albufeira

    Situa-se junto ao cemitério de Vale Pedras, está adjudicado à Cremal – Cremações do Algarve, Lda. por 30 anos, tendo significado para esta empresa um investimento a rondar os 600.000 euros, e a pagar mensalmente ao município de Albufeira uma contrapartida monetária, resultante da ocupação do espaço e do número de cremações efetuadas.

    As cremações, extravasaram a «área gográfica natural», Algarve e Baixo Alentejo, tendo recebido diversas agências funerárias do norte e centro de Portugal que vieram fazer cremações a Albufeira, no pico da pandemia.

    O equipamento tem fornos de última geração, considerados os mais ecológicos do país, «não emitindo odores e de baixas emissões de gazes». Chegou mesmo a proceder a 12 cremações dia no pico da pandemia, sem necessidade de alargar horário de trabalho, «algo que naturalmente contribuiu para repor uma normalidade sanitária, fortemente abalada pelas razões por todos conhecidas», disse uma fonte da empresa ao PlanetAlgarve.

    A empresa presta serviços também no columbário, local onde se coloca o pote com as cinzas da cremação, sítio individual, cendrário, espaço coletivo onde se depositam as cinzas, serviço de frio para armazenar cadáveres, sala de despedida, salas de velório, mesmo que não seja para cremação, e ainda um conjunto de equipamentos ligeiros, que facilita em termos operacionais o trabalho das agências funerárias.

    O crematório ocupa 399 m2 de área bruta, num só piso, com uma área total de cerca de 350 m2 e é fonte de emprego para diversas pessoas. O edifício comporta diversas áreas, nomeadamente, uma Capela Ecuménica e uma Sala de Despedida. Dos espaços exteriores há a salientar o Jardim da Memória e um jardim vertical com trepadeiras de floração azul e um Jacarandá. Um outro espaço exterior é o Jardim do Cendrário, lugar de excelência das cinzas que não forem solicitadas e que, para além do Prado de Sequeiro onde pontua uma Oliveira (símbolo da paz e da purificação) e um Loureiro (símbolo do triunfo da vida e da sabedoria).

  • Agravamento do desemprego em Portugal

    Dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), referentes ao passado mês de Fevereiro, mostram um agravamento do desemprego. Desde Março de 2020 que este é o valor mais elevado de inscritos no IEFP, valor que não espelha totalmente a realidade do desemprego, cujos números são engrossados por milhares não inscritos no instituto.

  • Alemanha confinada na Páscoa

    A Alemanha decidiu fechar a maior parte das lojas e cancelar as celebrações religiosas no fim de semana da Páscoa, de 1 a 5 de abril. As reuniões estão proibidas assim como a restauração ao ar livre. A chanceler Angela Merkel, afirmou que a situação é grave, uma vez que o número de casos está a aumentar exponencialmente e as camas dos cuidados intensivos estão a encher-se denovo e a Alemanha entrou numa nova pandemia, devido à propagação de diferentes variantes.

  • CiiP Cacela – Pastores de Santa Rita

    CiiP Cacela – Pastores de Santa Rita

    Mestre Francisco Alves

    Nasceu no Monte das Pereiras, na Junqueira em 1950 e viveu em Santa Rita até ao fim dos seus dias. O seu pai já era pastor.

    Desde pequeno ganhou gosto pelos animais andando com o seu pai na pastagem: fazia vacas e bois a partir das forcas das estevas e assim brincava e se entretinha. «Lembro-me do meu pai se juntar com mais pastores na ponte da Esteveira, que vai para Castro Marim, havia ali uma perna do rio de água salgada e davam banho aos bichos, todos os anos, por altura do São João da Degola, no final de Agosto. Era bom para a saúde dos animais.”

    Casou aos 19 anos, foi para a tropa tendo posteriormente sido chamado para Angola. Quando voltou, foi trabalhar para o caminho-de-ferro, mas passado algum tempo começou a trabalhar por sua conta, na apanha do marisco, a cortar lenha.

    No final da década de 70, início de 80, começou a ter o seu rebanho, em Santa Rita. Chegou a ter 220 cabras vendendo 200 litros de leite de cabra por dia, vendido em cântaros de zinco. Nos últimos anos contava com 25 ovelhas, umas borregas pequenas e perto de 60 cabras, ordenhando apenas para o gasto da casa. «O pastor tem sempre o cajado para jogar aos animais, a funda e o cão. Pastor sem cão é o mesmo que caçador sem espingarda».

    Andava com o seu rebanho por toda a região de Cacela, desde a ilha da ria até à mata da Conceição, passando por terras de proprietários que assim o consentiam. No entanto, recorda que a GNR andava sempre a fiscalizar os pastores e os rebanhos. “Os animais para parirem depende da força da lua, normalmente é na lua cheia ou lua nova.

    Quando nascem, os borregos e os cabritos ficam com as mães, recolhidos no curral, só mais tarde começam a andar com o rebanho. «Sei distingui-los todos. Damos-lhes nomes: é a cereja, é a patifa, … Até pelos chocalhos a gente os conhece».

    Até ao fim dos seus dias, Francisco Gonçalves dedicou-se ao seu rebanho de corpo e alma, como só um verdadeiro mestre sabe faze

    António Afonso

    Conhecido por António Miguel, nasceu em 1937 no sítio da Champana, na Corte António Martins. Filho mais novos de 3 irmãos homens, viveu sempre com os seus pais, mesmo depois de casar-se.

    Veio viver para Santa Rita, nos primeiros anos da década de 60, com a sua esposa, os seus pais e uma filha. Teve depois mais 4 filhos, no total de 3 raparigas e 2 rapazes.

    Dedicado desde sempre aos trabalhos agrícolas, começou a trabalhar cedo em propriedades de lavradores da região. Durante 12 ou 13 anos participou nas campanhas na ceifa no Alentejo, durante os meses de maio e junho, terminando os trabalhos por altura do S. João. «Eram tempos muito duros. A gente ia à ceifa, no Alentejo. Deitávamos molhados e levantávamos molhados. Começávamos a ceifar ao romper do dia e a noite, já nem se via, quando a gente largava. Para ceifar trinta e poucos dias trazíamos para casa 1000 escudos, 1000 e poucos. Era uma miséria. Apanhámos uma herdade que à sombra era o céu

    Mais tarde, emigrou por temporadas de 8/9 meses, para França, onde realizava trabalhos na área da construção civil. Teria continuado a emigrar, pois ganhava-se bem, mas a família reteve-o e não voltou a fazê-lo. Foi com esse dinheiro que comprou os primeiros animais, vacas tourinas, cujo o leite era vendido para cooperativas em Vila Real de Santo António, ajudando no sustento da casa. As vacas e posteriormente as cabras davam trabalho a toda a família: soltá-las, apanhar erva, ordenhar, recolher eram tarefas diárias que tinham de ser feitas nos intervalos dos trabalhos agrícolas. O pai e, depois, a sua esposa, eram o seu grande apoio nesta actividade agro-pastoril. Quando deixou de trabalhar para os outros, António Miguel continuou com as suas cabras, entretendo-se a cuidar delas e levando-as a pastar à volta da aldeia até praticamente ao fim dos seus dias.

  • A iniquidade da vacina que ameaça a todos nós

    A iniquidade da vacina que ameaça a todos nós

    Pronunciando-se no mesmo sentido, Daniel Deusdado afirma: Se não mudarmos a estratégia de vacinação, os países ricos descobrirão rapidamente que vão ter que se revacinar vezes sem fim. E, mesmo assim, os seus cidadãos não poderão sair das fronteiras domésticas anos a fio.

    Adeus turismo, adeus aviação. E tudo isto é muito mais caro, e pior, do que vacinarmos toda a gente globalmente. Esqueçam os rankings da Fórmula 1 da vacina. O maior amigo do coronavírus é o egoísmo, diz Daniel Deusdado, no Diário de Notícias.

    Foto: Photo by Seth Doyle on Unsplash

  • Universidade do Algarve integra laboratório S2AQUAcoLAB

    Universidade do Algarve integra laboratório S2AQUAcoLAB

    Este laboratório pretende ter um papel ativo na transferência de conhecimento e tecnologias e disponibilizar serviços que aumentem a segurança alimentar e diversifiquem os produtos da aquacultura.

    O S2AQUAcoLAB reúne as competências de um Laboratório do Estado (IPMA), de uma Universidade (UAlg), através do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) e do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA), de um Instituto Politécnico (Instituto Politécnico de Leiria), de um município (Câmara Municipal de Olhão), de uma cooperativa de produtores (Formosa) e de oito empresas privadas, ACUINOVA, Piscicultura Vale da Lama, SPAROS, NECTON, AtlantikFish, Viveiros da Espargueira, Bivalvia, Oceano Fresco e Riasearch, e, eventualmente, outras que possam vir a juntar-se à associação.

    O principal objetivo do S2AQUAcoLAB é fomentar o desenvolvimento da aquacultura, através da investigação sobre a otimização da produção (WP3), com a identificação de bioindicadores de saúde e bem-estar (WP4) e abordar a problemática das alterações climáticas através da adaptação dos sistemas de produção (WP5).

    O objetivo final é gerar novos produtos, impulsionar o desenvolvimento tecnológico e explorar novas perspetivas de mercado (WP6). O S2AQUAcoLAB irá reforçar a incorporação e transferência de conhecimento/tecnologia, bem como reforçar a cooperação estratégica dos parceiros, de uma forma mais focalizada, através do desenvolvimento de atividades de formação no local (WP2).

    O S2AQUAcoLAB espera contratar, até ao final de 2023, dezanove recursos humanos altamente qualificados, incluindo 11 doutorados e 8 mestres, para integrar a sua equipa.

  • Fechar a torneira dia 22 às 22 Horas

    Fechar a torneira dia 22 às 22 Horas

    A Águas do Algarve, afirma ter investido, ao longo dos anos, na melhoria e resiliência do serviço primordial que presta à região, nomeadamente no que concerne ao Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Algarve.

    Para assinalar o Dia Mundial da Água a Águas do Algarve junta-se à iniciativa H2OFF, promovida pela Comissão Especializada de Comunicação e Educação Ambiental da APDA – Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, com a coordenação de Teresa Fernandes, a pretender chamar a atenção de todos para o valor deste precioso recurso que considera vital com o apelo ÀS 22h00, do dia 22 de março, vamos fechar a torneira durante uma hora!

    «H2Off – hora de fechar a torneira visa, desta forma, promover o uso consciente e eficiente da água, apelando a boas práticas e mudança de comportamentos em nome da sustentabilidade deste recurso escasso, mas essencial à vida

    A Aguas do Algarve, apela ainda que se melhore a utilização da água em todas as atividades diárias, especialmente nas que mais água consomem (regas e lavagens), reduzindo sempre que possível o seu consumo, menos tempo de rega, lavagens mais eficientes, inspeção dos sistemas para ajuste/redução dos gastos de água, manutenção e reparação dos sistemas para prevenção de roturas e perdas, alteração dos sistemas para outros mais eficientes (exemplo: sistemas automatizados, gota a gota, inteligentes, …), soluções construtivas e de utilização que sejam amigas do ambiente, em geral, e que promovam a poupança de água.

  • Canção da Primavera

    Canção da Primavera

    O início da Primavera de 2021 encontra os humanos confinados, mas a Natureza prossegue a tarefa de continuar a vida de outras espécies de habitantes do Planeta. O Sol brilha como sempre brilhou, os pássaros cantam nos ramos e toda a vida animal se compraz. Aqui ficam algumas das canções significativas publicadas por Álvaro Ferreira no seu «Lugar ao Sul».

    Capa do CD “Primavera 2: Música para Guitarra de Coimbra”, de Francisco Filipe Martins (Philips/Poygram, 1998)

    Outros artigos com canções alusivas à Primavera:
    Cantos d’Aurora: “Primavera”
    Roda Pé: “Primavera Alentejana”
    Grupo Coral “Os Ceifeiros de Cuba”: “No Tempo da Primavera”
    Amália Rodrigues: “Primavera” (David Mourão-Ferreira)

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    Outros artigos com música de matriz coimbrã:
    Adriano Correia de Oliveira: um grande cantor silenciado na rádio pública
    Galeria da Música Portuguesa: José Afonso
    Galeria da Música Portuguesa: Adriano Correia de Oliveira
    Galeria da Música Portuguesa: Carlos Paredes
    Galeria da Música Portuguesa: Luiz Goes
    Em memória de Adriano
    Luiz Goes: “É Preciso Acreditar”
    Em memória de Luiz Goes (1933-2012)
    Adriano Correia de Oliveira: “Cantar de Emigração”
    Celebrando Sophia de Mello Breyner Andresen
    Celebrando Carlos Paredes
    Celebrando Edmundo de Bettencourt
    Em memória de Fernando Machado Soares (1930-2014)
    Celebrando Eugénio de Andrade
    Camões recitado e cantado (III)
    José Afonso: “Vejam Bem”
    Jorge Cravo: “Outono à Beira-Rio”PUBLICADA POR ÁLVARO JOSÉ FERREIRA À(S) 09:37