FOZ – Guadiana Digital

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  • Ontem foi dia de acidentes no Sotavento algarvio

    Ontem foi dia de acidentes no Sotavento algarvio

    Passavam poucos minutos das oito da manhã quando surgiu o alerta para um acidente de viação na A22 entre o Nó de Tavira e o Nó de Monte Gordo. Um veiculo pesado de mercadorias carregado com pedras sofreu um despiste perto do Nó da Pinheira provocando um ferido. Após assistido no local, foi conduzido pelo INEM para o Hospital de Faro.

    No local estiveram Bombeiros de Tavira, Vila Real de Santo António, INEM e autoridades, um total de 13 operacionais e 5 veículos responderam a esta situação.

    Na Luz de Tavira, um trabalhador na área da construção civil, durante uma operação de descarga, sofreu um acidente que o imobilizou sob uma estrutura de ferros. As equipas de emergência conseguiram evitar o pior, estabilizando em segurança a área, tendo sido retirado a vitima de forma controlada e assistida no local, sendo conduzido ao Hospital de Faro.

    Estiveram envolvidos nesta operação os Bombeiros de Tavira com um Veiculo de Salvamento e Desencarceramento, uma Ambulância do INEM de Olhão, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação e as autoridades.

    E assim, dia a dia, hora a hora as equipas na comunidade vão continuando de uma forma muito subtil a garantir uma resposta às emergências que vão surgindo e garantindo a segurança.

    Fonte: João Horta – FIRESHELTER52

  • Parlamento Europeu aprova acordo com Inglaterra

    Como se previa, o Parlamento Europeu, deu luz verde ao acordo com o Reino Unido. O processo de saída do Reino Unido está concluído.

  • Com 1 euro de capital compram no Algarve casas de 80.000

    Com 1 euro de capital compram no Algarve casas de 80.000

    Os contratos de arrendamento para habitação permanente foram celebrados com opção de compra em 2014. Se não quiser exercer o direito de preferência, os móveis e utensílios que o inquilino não consiga retirar até essa data vão ser considerados abandonados e a Norfin dará o fim que entender, incluindo destruição ou colocação em recipientes de resíduos urbanos.

    O exercício do direito de preferência é absoluto na criação de dificuldades para o inquilino pretendente. O comprador destinado é a MEMORYZOOM, uma empresa com capital de 1 euro e o preço ronda os 80.000 euros, havendo mais famílias em circunstâncias semelhantes na cidade. Se o inquilino quiser comprar a casa, terá de ser a pronto, líquidos de taxas, comissões ou outros encargos que terá de assumir ele próprio.

    Terá ainda de se deslocar a Lisboa, em data estabelecida pelo vendedor. A compra será efetuada no estado em que se encontra o prédio, como está, onde está,  sem qualquer garantia expressa por parte do vendedor, com todos os defeitos de estrutura e outros, e renunciar à garantia legal prevista no Código Civil. Os vendedores também não querem saber se existem ou não outros direitos de preferência sobre o prédio e ónus ou encargos que não estejam registados na conservatória.

    Também se fica a saber que, se o direito de preferência não for exercido no curto tempo estipulado na carta, o Fundo FIIAH venderá à MEMORIZOOM a casa e será esta a executora do despejo do arrendatário no final do contrato, a 31 de Agosto de 2021.

    As casas que estão a sofrer estas investidas financeiras fizeram parte de um programa de custos controlados da câmara municipal de Vila Real de Santo António, cuja construtora faliu.

  • «Cartographia das Manobras Militares – FUNDAÇÃO DA VILLA REAL – 1776» editada pela Guadiana

    «Cartographia das Manobras Militares – FUNDAÇÃO DA VILLA REAL – 1776» editada pela Guadiana

    Passados que são 16 anos, a Editora Guadiana coloca à disposição do público um legado da história de Vila Real de Santo António, uma coleção reproduz os “Fac-simile” dos originais pombalinos da autoria de Sande de Vasconcelos, relativos às manobras do dia da fundação,  de Vila Real de Santo António, 13 de Maio de 1776.

    Esta coleção está limitada de 7 gravuras, enquadradas historicamente pelo Dr. Fernando Pessanha, apresentadas numa brochura de grande qualidade, com lançamento previsto para o dia 13 de Maio de 2021.

     

    Sande Vasconcelos

    Nascido em Évora, em 1738, Sande Vasconcelos ingressou na Academia Militar da Corte em 1756, onde cursou fortificação e se formou em engenharia militar. Em 1761 contraiu matrimónio com D. Maria Joaquina de Ataíde e Melo e, no ano seguinte, foi promovido a capitão de infantaria com exercício de engenheiro (por essa altura prestava serviço em Almeida, tendo assistido à capitulação desta praça de guerra, no contexto da Guerra Fantástica.

    Em 1769 esteve presente na evacuação de Mazagão e, em 1772, já com o posto de Sargento-Mor de infantaria, Sande Vasconcelos foi colocado no Reino do Algarve “para nele assistir, exercitando o seu emprego na forma que exercita o Sargento-Mor Romão José do Rego”, onde participou ativamente na edificação de Vila Real de Santo António, projeto concebido ao abrigo do Plano de Restauração do Reino do Algarve concebido pelo ministro de D. José I, o Marquês de Pombal.”

  • 65 poetas integram o “Cancioneiro Popular do Concelho de Loulé”

    65 poetas integram o “Cancioneiro Popular do Concelho de Loulé”

    A procura perpetuar memórias, tradições, saberes e vivências e  foi dada a conhecer ao público, numa cerimónia que contou com várias personalidades ligadas às letras e à vida cultural louletana, entre as quais a escritora Lídia Jorge e Guilherme D’Oliveira Martins. A  Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, testemunhou aqui mais um dos valores ativos do aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira.

    O Cancioneiro Popular do Concelho de Loulé” reúne o trabalho de 65 poetas das 9 freguesias do município, em cinco volumes, num total de mais de duas mil páginas. Foi  elaborado no âmbito de uma parceria entre autarquia e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, parceira esta que teve início antes da pandemia, o que não inviabilizou o processo, como explicou João Minho Marques, o docente que coordenou a obra.

    Sinal tanto de “resistência” como de “inspiração”, esta recolha antológica visa “preservar a memória do povo louletano”, num concelho onde o “cancioneiro faz sentido e é atual”, de acordo com as palavras do administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, Guilherme D’Oliveira Martins, numa referência desde logo a António Aleixo, o maior poeta popular português, Casimiro de Brito, Lídia Jorge e ainda ao papel de Maria Aliete Galhoz na preservação do património oral.

    Este cancioneiro é também Geoparque porque é a valorização das pessoas e do nosso património cultural e humano”, explicou Vítor Aleixo, no dia em o território Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira que quer obter a chancela de Geoparque Mundial da UNESCO esteve em destaque.

    O autarca, que  expressou o sentimento de dever cumprido com o lançamento desta obra, notou que “Faltava honrar esta tradição cultural tão viva e mantida ao longo dos anos pelo povo genuíno. Traduz a obra do povo, os seus saberes ancestrais, enriquece-nos com sensibilidades, atravessa os séculos e é tão importante”,

  • Testes periódicos para pequenas e micro empresas em Castro Marim

    Testes periódicos para pequenas e micro empresas em Castro Marim

    Esta é uma medida com que o município pretende reduzir o risco de propagação do vírus no concelho de Castro Marim, apoiar e estimular o comércio local.

    O presidente da câmara municipal, Francisco Amaral, pronunciando-se sobre a medida justificou que “depois do impacto que as medidas para combater a pandemia tiveram no setor do turismo, é fundamental estabelecer medidas que deem segurança aos trabalhadores e aos turistas, para que possam continuar a escolher Castro Marim”,

    Esta medida segue-se à testagem massiva de toda a população do concelho à COVID-19, numa altura em que o mesmo chegou a registar os números mais preocupantes da região algarvia.

    O rastreio vai ser realizado periodicamente e as inscrições são obrigatórias. Trata.se da terceira fase da campanha “Testar para parar o vírus”, iniciada em fevereiro. Com várias ações conduzidas por uma equipa de profissionais de saúde voluntários, esta iniciativa teve a particularidade de levar a testagem COVID-19 na UMS (Unidade Móvel de Saúde), percorrendo as povoações mais isoladas do concelho.

  • Morangos cultivados em contentores reciclados

    Morangos cultivados em contentores reciclados

    Na província espanhola de Huelva foram instaladas as primeiras plantações denominadas Vertical Green – verde vertical – onde a cooperativa Onubafruit começou a cultivar frutos vermelhos.

    Ali, o CEO da Vertical Green, explicou ao presidente da Asaja-Huelva, José Luís Álvarez, as vantagens que, em seu entender, apresentam estas plantacções , tais como a garantia das colheitas, utilização de variedades independentemente das condições climatéricas, o prolongamento das campanhas atuais, a poupança de água que pode chegar a 95%, a blindagem a pragas e doenças, a uniformidade da produção, a especialização e a redução de custos de mão de obra.

    Trata-se de uma produção otimizada e maximizada, realizada em contentores marítimos reciclados (Green Shelters), módulos facilmente transportáveis, instaláveis sobre qualquer localização. Três destes contentores podem produzir o equivalente a um hectare de cultivo tradicional.

    Nota: Não são apresentadas informações sobre a questão da biodiversidade animal.

    ./Fonte: Campo Actual /Huelva

  • Eurocidade do Guadiana dá voz a cidadãos transfronteiriços

    Eurocidade do Guadiana dá voz a cidadãos transfronteiriços

    As comemorações do Dia da Europa promovidas pela Eurocidade do Guadiana, agrupamento europeu territorial da cidade de Castro Marim, Vila Real de Santo António e Ayamonte, têm início no próximo dia 6 de Maio e são expressas por atos institucionais, concertos, poesia, encontros desportivos e profissionais. Vão decorrer até ao final desse mês.

    Foi hoje apresentado em Ayamonte, sede atual da presidência, o calendário das atividades previstas para a para estes atos que têm por objetivo recordar a paz e unidade do continente. Colocam o foco na cidadania transfronteiriça, através de reportagens audiovisuais, entrevistas e encontros participativos, na área do turismo e destinam-se a recordar valores e benefícios no que diz respeito ao fato de se pertencer à União Europeia.

    Remedios Sánchez, representante da Eurocidade do Guadiana y Conselheira de Cooperação transfronteiriça no município de Ayamonte, afirmou que «desde adesão de Espanha e Portugal à UE temos facilidades tais como compartilhar a moeda,  melhores serviços e infraestruturas, bolsas de mobilidade estudantil ou laboral, entre outras muitas, muchas oportunidades de desenvolvimento».  Diz ainda que é através destas comemorações que querem conhecer, em ambos os lados da fronteira, o que fazem os cidadãos, as empresas e os artistas.

    Os atos comemorativos iniciam-se a 6 de Maio com uma Gala Online que contará com a intervenção musical de Susana Travassos, em representação de Vila Real de Santo António, e o duo ayamontino de rapeiros Energia MAKO & AKIRA Est. Será também apresentado, durante a gala, o livro «Poética na Eurocidade do Guadiana», com poemas do coletivo Poetas do Guadiana, publicado no contexto da comemoração. Serão também dado a conhecer os vencedores do prémio Cooperação Transfronteiriça da Eurocidade do Guadiana.

    Seguem-se os atos institucionais nos três municípios, a 7 de Maio, com içar da bandeira Europeia e discursos institucionais a que se juntará uma leitura poética musicalizada, à porta de cada sede de município, Ayamonte, Vila Real de Santo António e Castro Marim.

    As comemorações vão ser acompanhadas por uma intensa campanha de comunicação e atividades paralelas, entre as quais se encontra a apresentação do Ciclo de Atividades Desportivas da Eurocidade e o Foro Anual de Turismo Transfronteiriço.

    O cartaz da atual edição é da autoria do artista castromarinense Elias Gato. É uma obra da qual existem apenas nove cópias, cada uma delas diferente, pois são realizadas com impressão tradicional, numa pequena oficina artesanal de São Bartolomeu. Elais é licenciado em pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, professor de arte, escritor e editor nas Edições Punhefla.

    Apesar desta edição estar a ser coordenada pelo município de Ayamonte, encarregado de coordenar as atividades, tem rotatividade anual com implicação de toda a equipa da Eurocidade do Guadiana, incluindo as atividades previstas no Projeto EuroGuadiana 2020, financiado pela União Europeia, através do Programa Interreg VA-Espanha-Portugal (POCTEP)

  • Baleia estava morta nos baixios e já foi removida

    Baleia estava morta nos baixios e já foi removida

    Créditos da Foto: Lena Valério

    A baleia encalhada nos baixios da praia de Santo António e avistada na manhã de terça-feira, estava morta e deu à costa, mobilizando meios humanos e materiais para a respetiva remoção da água, no Porto de Recreio de Vila Real de Santo António e com o auxílio do guindaste da Associação Naval do Guadiana.

    A  baleia acabou por ser arrastada pelo vento forte de sudoeste,  durante a tarde e ficou encostada ao molhe que separa o rio Guadiana do areal, em situação de condições de segurança e meteorológicas adversas. 

    A baleia, com cerca de 14 a 16 metros de comprimento e 20 toneladas, foi rebocada por um barco desde o pontão de Vila Real de Santo António, onde se encontrava na terça-feira ao final da tarde, para um local junto das instalações da empresa Nautiber e depois para a Doca de Recreio.

    Foi necessária a intervenção de mergulhadores dos bombeiros de Vila Real de Santo António, que ataram cabos ao corpo da baleia para ser rebocada . Na operação foram envolvidas cerca de 20 efetivos da Polícia Marítima, da Estação de Salva-Vidas, da Capitania e do serviço de Proteção Civil de Vila Real de Santo António, além de elementos da Docapesca e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. 

     

     
  • Guadiana já tem estaleiro para a ciência do Mar

    Guadiana já tem estaleiro para a ciência do Mar

    «Mar profundo» é assim mesmo que está nomeado o primeiro navio com essa finalidade, uma embarcação capaz de testar a tecnologia de ponta desenvolvida no nosso País e que qualifica a Nautiber como empresa capaz de participar neste nicho especializado da construção naval.

    O navio deslizou no carro para as águas mansas do rio Guadiana, atestando desde logo a flutuabilidade. Terá a missão de testar novas tecnologias na área das ciências marítimas, como robots, sensores e veículos submarinos não tripulados. Vai ser utilizado acima de tudo pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL) da Universidade do Algarve, mas também por outras entidades académicas.

    Foi construído durante a pandemia, atestando a resistência do mundo do trabalho à adversidade, tendo a construção demorado cerca de um ano.

    Rui Roque, responsável pelo estaleiro e pela empresa afirmou aos jornalistas que a obra era de grande importância para a empresa «porque pode abrir-nos outros mercados que até agora, sem executar e sem fazer algo assim, possivelmente, não teríamos acesso. Esta oportunidade que o INESC TEC nos deu é fundamental para a nossa indústria»

    Salientou que está criado um produto específico, vendável lá fora. Lembrou que a empresa já tinha realizado outros trabalhos, mas não com uma embarcação tão especializada. «É a nossa entrada no segmento da ciência», confirmou.

    A cerimónia de «bota-abaixo» contou com a presença de Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; José Apolinário, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve; José Manuel Mendonça, professor catedrático no Departamento de Engenharia e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e presidente do Conselho de Administração do INESC TEC; de Paulo Águas, Reitor da Universidade do Algarve; e de Helena Pereira, presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) , madrinha do «Mar Profundo»  marinheira com curso de Patrão de Costa.

    A embarcação foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais.

    Muito trabalho ainda por fazer

    O «Mar Profundo» ainda não está pronto, falta a instalação de computadores e outros meios de apoio à missão que se destina, permitir dar um salto muito grande para testar se aquilo que foi feito em tanque no laboratório está ou não, funcional para a função que foi projetada. Os robots são do tipo AUV (Autonomous Underwater Vehicle) e ROV (Remotely Operated Vehicle) para a exploração dos recursos da plataforma marinha, assim como vários tipos de sensores.

    O «Mar Profundo» terá «computadores a bordo, um sistema de comunicação e duas plataformas de acesso ao mar. Terá também uma grua e plataforma móvel e pode testar se os robots conseguem localizar e chegar a recursos. Prevê-se que entre ao serviço em setembro, cento e cinquenta dias por ano. Tem 19 metros por 7 de boca, permitindo a presença de oito investigadores a bordo, mais três a quatro tripulantes. Tem uma autonomia até três dias no mar antes de voltar a um porto…

    A Nautiber foi escolhida em concurso público, emprega diretamente setenta pessoas e mais dez subcontratadas. Em média, a empresa entrega dez embarcações por ano, o que representa uma faturação média de sete milhões de euros. Neste momento de incerteza e da crise mundial, o estaleiro tem encomendadas catorze embarcações já em construção, sendo oito para exportação e as restantes para o mercado nacional, revelou Rui Roque aos jornalistas presentes.

  • Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    É um navio de investigação para «teste e validação de tecnologias na área das ciências marítimas desenvolvido pela TEC4SEA, parceria formada pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL), reconhecida pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e incluída no Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico (RNIIE)».

    A embarcação científica foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais, e permitirá deslocar para alto mar e mar profundo recursos humanos, laboratoriais e logísticos que só podiam atuar em terra.

    Fica assim reforçada com esta unidade naval, a TEC4SEA, uma parceria capaz de desenvolver investigação potenciadora da Economia do Mar e de desenvolvimento de tecnologias de exploração do mar, apostando na área da robótica (veículos autónomos e não autónomos), comunicações e monitorização avançada.

    A Nautiber

    Vocacionados para a construção à medida do Armador, a NAUTIBER – Estaleiros Navais do Guadiana Lda. é conhecida como os “Alfaiates da Fibra de Vidro” e é especializada em construção em poliéster, reforçado a fibra de vidro e reparação naval, constituindo um exemplo da capacidade deste setor e do potencial de diversificação da economia da Região do Algarve.

    Com um portfolio diversificado, a NAUTIBER está intimamente ligada à comunidade piscatória e marítima da Região, construindo embarcações de pesca (arrastões, palangreiros, cercadoras, atuneiros e ganchorra) e de apoio à aquacultura “offshore”, unidades de fiscalização e dragagens, embarcações de recreio, marítimo-turísticas e de transporte de passageiros (monocasco, catamarans e trimarans).

  • Baleia encalhada nos baixios da Praia de Santo António

    Baleia encalhada nos baixios da Praia de Santo António

    Uma baleia encalhou esta manhã na Praia de Santo António, a cerca de 200 metros do areal,da praia de Santo António, alertou o Jornal do Algarve que esteve no local.

    O avistamento do animal foi reportado à Polícia Marítima por populares que passeavam na praia. O comandante Rui Andrade disse àquele jornal que a Polícia Marítima ainda está a avaliar a situação e quais serão os trabalhos a realizar durante o dia de hoje, uma vez que está maré alta. A maré baixa está prevista para as 14:59.

    Foto: Gonçalo Dourado

  • Futebol em brasa

    Futebol em brasa

    A UEFA prossegue com o seu novo modelo de Liga dos Campeões e os grandes clubes europeus de Inglaterra, Espanha e Itália querem criar uma Super Liga fechada para uma elite de clubes, já por si ricos.

    O Comité executivo da UEFA reuniu em Montreux, na Suíça, e decidiu o anunciado novo formato para a liga dos clubes que forem campeões europeus, baseada no modelo do mérito desportivo, na qual entram os que obtiverem melhores resultados, mesmo que, por vezes não tenham os maiores orçamentos da prova.

    Este modelo vai entrar em vigor na época 2024-2025, já ao virar da esquina do tempo. De acordo com o divulgado, a prova da chamada Champions passa a contar com 36 equipas em vez das atuais 32. Cai a fase de grupos. Serão formados quatro grupos de nove equipas, que vão disputar quatro ligas. Os oito melhores dessas quatro são diretamente apurados para os oitavos de final. Os que ficarem nos lugares 25 e 36 são eliminados. Os que terminem entre o posto 9 e 24 disputam eliminatórias de dois jogos para serem também apurados, completando os clubes participantes nos oitavos.

    A partir desse ponto, a Champions prossegue no atual formato de eliminatórias, como se conhece em duas partidas.Calculados os jogos, o vencedor e o subcampeão terá participado em 17 encontros em vez dos 13 do modelo atual. Se vier de um play-off terá disputado 19 jogos.

    Mas, em relação ao modelo fechado da nova competição proposta, a Super Liga de Clubes, este modelo também não é inocente, uma vez que quatro países, Inglaterra, Espanha, Alemanha e Itália, continuam a ter na Champions presença assegurada para quatro clubes em detrimento de outros que tem apenas três, dois ou um. Apesar desta desigualdade, a participação dos clubes é de geometria variável, em função do mérito desportivo e vencedores da liga Europa têm acesso.

    Os próximos dias vão ser decisivos. Apesar da oposição da UEFA e da FIFA e das ameaças de sanções a clubes e jogadores de dissidentes, o capital financeiro olha para aquela liga com alguma gula e o JP Mogan, o tal que classificou a dívida portuguesa ao nível de lixo, está disponível para financiar a rotura.

    Photo by Vienna Reyes on Unsplash

  • Passagem entre Espanha e Marrocos em estudo para o Verão

    Passagem entre Espanha e Marrocos em estudo para o Verão

    A autoridade Portuária da Baía de Algeciras (APBA) colocou a concurso a prestação de diversos serviços e contratos de abastecimento, para o caso de ser ativado o tráfego internacional e normal, antes da pandemia, de viajantes do Norte da Europa, nos meses de Junho a Setembro.

    O presidente da APBA, Gerardo Landaluce disse ao diário andaluz Huelva Informacíon que deveriam colocar-se na ordem do dia as licitações para que o procedimento administrativo estivesse em ordem no tempo oportuno. A APBA tem aberto o concurso para adjudicar o serviço de ordenamento de veículos e informação aos passageiros dos portos de Algeciras e Tarifa. O contrato anual tem um valor estimado de 1,323 milhões de euros, com possibilidade de ser prorrogado até 2022. Há um outro para o fornecimento de água ao pessoal da autoridade portuária no valor de 20,4 mil euros por ano.

    Neste momento, o Reino de Marrocos está em estado de emergência e fecho de fronteiras, pelo menos até 10 de Maio do ano em curso, sendo que a operação da fronteira é normalmente iniciada em Junho, faltando menos de um mês.

    foto: Photo by Alejandro Martin on Unsplash

  • CDU analisa acontecimentos em VRSA

    CDU analisa acontecimentos em VRSA

    Face à detenção da Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António ocorrida no passado dia 13 de Abril, assim como de alguns funcionários e interlocutores da autarquia, a Coordenadora da CDU de Vila Real de Santo António emitiu uma nota na qual «considera a necessidade de se clarificar com a máxima urgência os motivos que estiveram na origem desta atuação por parte das autoridades».

    A CDU diz não antecipar «julgamentos que competem ao poder judicial determinar», mas nota que a gravidade das notícias que têm vindo a público, «tornam imprescindível um cabal e rápido apuramento da verdade com as correspondentes consequências judiciais e políticas que este processo venha a impor».

    A CDU lembra a intervenção de denúncia e crítica que a CDU tem feito da gestão municipal em diversos domínios, urbanísticos ou outros, «contrários aos interesses da população, do concelho e da própria autarquia».

    «Estejam ou não directamente relacionados os recentes acontecimentos com o processo de venda por ajuste directo de um terreno em Abril de 2020 em Monte Gordo à empresa Saint Germain – Empreendimentos Imobiliários SA (contra o qual a CDU votou alertando então para eventuais problemas que dele podiam decorrer) o que se impõe reafirmar é que, para lá de ilegalidades agora em investigação, estamos perante um percurso de desastre imposto pela gestão do PSD ao longo dos últimos 16 anos neste concelho».

    Referindo-se à demissão anunciada por parte da Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita, entende que essa «não anula no plano político, nem a gravidade dos factos que têm sido divulgados por diversos órgãos de comunicação social, nem a responsabilidade política do PSD na gestão que tem imposto ao concelho de Vila Real de Santo António».

  • Guadiana inspira Casa do Rio em Brinches

    Guadiana inspira Casa do Rio em Brinches

    De acordo com a informação avançada pelo município de Serpa, a candidatura apresentada ao Programa de Desenvolvimento Rural 2020, prevê que a relação histórica entre a população e o Rio Guadiana seja o elemento central de um local onde este património natural e histórico, bem como a sua biodiversidade, sejam exponenciados com novas atratividades, ligadas à promoção turística e dos produtos locais e gastronómicos.

    Deste modo, a rede museológica do concelho de Serpa está a crescer, resultado de uma aposta do Município, que se encontra a criar novos espaços culturais nas freguesias do concelho, como a Casa do Rio, em Brinches.

    O concurso público para a empreitada de transformação do edifício da Sociedade 1º de Junho Brinchense em futura Casa do Rio – Brinches já está lançado e tem o preço base de 217.489,66 €. O Rio Guadiana, enquanto elemento identitário ligado ao modo de vida, aos hábitos, às tradições e à cultura da freguesia de Brinches e a Casa do Rio, irá fazer essa ponte.

    O edifício histórico da Sociedade 1.º de Junho Brinchense alberga, há décadas, associações culturais e desportivas da localidade e funciona como centro de recreação e lazer.

    A Casa do Rio ficará instalada neste espaço, e, numa primeira fase, será realizada a requalificação e adaptação do edifício, no valor de cerca de 160 mil euros, criando um espaço dotado de uma zona expositiva e de uma cozinha, para confecionar refeições e dinamizar atividades de demostração e apresentação de produtos endógenos, bem como a realização de oficinas de cozinha. Na segunda fase será produzido o conteúdo museográfico.

  • Foto do Dia – Restauros

    Foto do Dia – Restauros

    Restauro finalizado. Últimas afinações da Maxi Puch da Oliveira’s Garage..

    ./Helder Oliveira

  • Poetas do Guadiana celebram a Eurocidade no dia da Europa

    Poetas do Guadiana celebram a Eurocidade no dia da Europa

    Estes três concelhos fazem parte da Eurocidade do Guadiana e são os mais representativos da poesia que se faz nas terras do Baixo-Guadiana.

    É um livro que evidencia o bem sucedido trabalho que os poetas do Baixo Guadiana realizam há anos, unindo as terras de um e outro lado do rio. Tem prólogo de Pedro Ojeda e  comentário da poética na Foz do Guadiana de Pedro Jubilot, Fernando Cabrita e José Juan Diaz Trillo.

    Os poemas, de 20 autores, fazem com que este poemário  «Poética na Eurocidad do Guadiana» seja uma nova obra de colecionador. A tiragem é curta, a viagem longa, dizem os prefaciadores. A edição é de José Luís Rúa, residente em Ayamonte,  um dos mais ativos divulgadores dos poetas do Guadiana.

    Fotos de José Luiz Rúa 

  • Concerto «Liberdades» em Lagoa

    Concerto «Liberdades» em Lagoa

    É ja’ no próximo dia 23 de abril, pelas 19:00 horas , que sobe ao palco do Auditório Carlos do Carmo a Orquestra de Jazz do Algarve, para apresentar o concerto “Liberdades”. O espetáculo conta ainda com as participações das cantoras Ana Laíns e Ana “Cherry” Caldeira.

    O concerto é pago e os detentores do passaporte cultural, cartão Lagoa Social ou Rota do Petisco vão ter vinte por cento de desconto.

    O programa Liberdades é um programa que «salta de um desafio, num momento temporal onde muitos de nós se esquecem daquilo que é a Liberdade e dos seus limites, do que isso implica afinal em todas as nossas vidas e momentos. O 25 de Abril de 1974 é a data mais recente da História de Portugal, da mais recente Liberdade do nosso País, mas, porque o conceito é muito mais lato, decidimos assim fazer uma ponte e uma fusão a vários níveis. Se por um lado temos os incontornáveis “E Depois do Adeus”, ou “Pedra Filosofal”, também pelo Mundo teremos um “Bella Ciao”, ou um “Blowing In The Wind”. Fundimos assim vários autores, de Zeca Afonso a Paulo de Carvalho, Manuel Freire, Bob Dylan, John Lennon ou Bob Marley, entre outros. Todos aqui reunidos nas suas visões sobre Liberdade, ou das várias Liberdades». lê-se na sinopse.

    Vários orquestradores foram selecionados, no Reino Unido, Itália, Estados Unidos da América, Alemanha ou Islândia.

    «Mantendo o Jazz como linguagem Universal e de fundo, vamos poder escutar a leitura de cada um deles sobre os temas musicais selecionados, não deixando de respeitar aquilo que são. Um desafio enorme, mantendo todas as Liberdades artísticas», promete a organização.

    Duas vozes nacionais: Ana Laíns e Ana “Cherry” Caldeira emprestam a sua voz aos temas internacionais.

    O espetáculo, realizar-se-á cumprindo com todas as normas da Direção Geral de Saúde (DGS), nomeadamente a lotação de apenas 50% da sala (com lugares intercalados), dispensadores de gel desinfetante, sinalização de espaços interiores e exteriores, indicação das regras de higiene, uso obrigatório de máscara, distanciamento social, entre outras normas exigidas por lei.

  • Lusitano de VRSA  tem 105 anos

    Lusitano de VRSA tem 105 anos

    Fundado a 15 de abril de 1916, o Lusitano Futebol Clube é popularmente conhecido como Lusitano Vila Real de Santo António, ou simplesmente Lusitano VRSA.

    Somou três participações (consecutivas) na I Divisão durante a década de 1940 e marcou presença na edição inaugural da II Liga em 1990-91. No dia em que comemora o 105.º aniversário, vale a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo emblema algarvio no segundo escalão.

    Créditos: O blog do David