FOZ – Guadiana Digital

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  • Novo número da revista «Promontoria»

    Novo número da revista «Promontoria»


    O Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes, em Vila Real de Santo António, recebe, esta sexta-feira, dia 4 de Fevereiro, pelas 18:00 horas, a apresentação do último número da Promontoria – Revista de História, Arqueologia e Património da Universidade do Algarve.

    Esta apresentação está inserida no ciclo «Arquivo entre Histórias» e a cargo de Andreia Fidalgo, docente de História Moderna da Universidade do Algarve.

    Está prevista a presença de vários autores deste 13º volume, como José Eduardo Horta Correia, Fernando Pessanha ou Pedro Pires.

    O ato, de forma a garantir o distanciamento e a etiqueta respiratória, a entrada está sujeita a inscrição ou reserva antecipada através do e-mail arquivomunicipal@cm-vrsa.pt.

  • 38 anos da Escola de Violas de VRSA

    38 anos da Escola de Violas de VRSA

    O presidente da Junta de Freguesia, Valentim Santos esteve também presente na cerimónia desta instituição que está há 28 anos a formar a juventude vila-realense nos primeiros contatos com um instrumento musical e já contribuiu para o aparecimento de excelentes músicos.

    A efeméride foi assinalada com um recital, com a presença do executivo da Junta de Freguesia, estendendo-se as a felicitações aos fundadores da escola, aos seus alunos e a todos os intervenientes na sua já longa e rica história. Francisco Salas Ramires, tem sido o professor incansável das várias gerações que por ali passaram, recolhendo esta escola o carinho e a atenção de toda a comunidade local.

    O que o Francisco e a Vilma têm feito pelos jovens há várias gerações, merecem o devido reconhecimento de todo o concelho, é a ideia geral daqueles que por ali passaram.

  • Albufeira de Odeleite nova praia das onze em apreciação

    Albufeira de Odeleite nova praia das onze em apreciação

    A lista contém a relação das águas balneares, costeiras, de transição e interiores, a identificar para 2022 a que podem vir a ser acrescentadas mais onze, Viana do Castelo: Rodanho (Transição)

    Lourinhã: Areia Branca-Foz (Costeira); Nazaré: Norte (Costeira); Sabugal: Rapoula do Côa (interior); Arganil: Poço da Cesta; (interior); São Pedro do Sul: Ucha (interior); São Pedro do Sul: Nodar (interior); Constância: Praia Fluvial de Constância (interior);
    Ferreira do Zêzere: Bairrada/ Bairradinha (interior); Vila Velha de Ródão: Foz do Cobrão (interior); Portel: Oriola (interior); Cuba: Albergaria dos Fusos (interior); Ferreira do Alentejo: Albufeira de Odivelas (interior); Castro Marim: Albufeira de Odeleite (interior), pertencente à Bacia Hidrográfica do Guadiana.

    Na proposta da lista de águas balneares costeiras e de transição a identificar, para além das citadas, constam em 2022 em Portugal continental 8 praias do concelho de Mafra: Algodio ou do Norte, Baleia ou do Sul, Coxos, Foz do Lizandro-Mar, Porto da Calada, Ribeira de Ilhas, Ribeira ou dos Pescadores e São Lourenço (mantendo assim as de 2021); 13 praias do concelho de Torres Vedras: Amanhã-Santa Cruz, Azul, Centro-Santa Cruz, Física-Santa Cruz, Formosa, Foz do Sizandro-Mar, Mirante-Santa Cruz, Navio, Pisão-Santa Cruz, Porto Novo, Santa Helena, Santa Rita-Norte e Santa Rita-Sul (mantendo assim as de 2021); 6 praias do concelho de Sintra: Adraga, Azenhas do Mar, Grande, Maçãs, Magoito e São Julião (mantendo assim as de 2021). A praia da Foz Lizandro-Rio continua a fazer parte da proposta de lista de águas balneares interiores a identificar em 2022.

    A identificação destas praias fica dependente do parecer favorável da Administração Regional de Saúde e, no caso da praia da Rapoula, do Côa (Sabugal) depende ainda do ICNF Centro e a Poço da Cesta (Arganil) e da verificação das condições de acessibilidade.

    ./Créditos: Jornal de Mafra

  • O perigo das bactérias resistentes

    O perigo das bactérias resistentes

    Segundo o estudo, em 2019, mais de um milhão de pessoas morreram em todo o mundo por causa de infeções bacterianas comuns que se tornaram resistentes aos antibióticos. Os investigadores acreditam que outras cinco milhões de mortes podem estar associadas a estas infeções, mesmo que não tinham sido a causa direta dos óbitos.

    Para Ramanan Laxminarayan, professor no Centro de Dinâmica, Economia e Política de Doenças, em Washington, é preciso prevenir infeções, em primeiro lugar, através da vacinação. A segunda etapa, diz, é utilizar os antibióticos de forma sensata, já que 70% dos antibióticos são utilizados na alimentação dos animais. Segundo este investigador, a terceira fase é desenvolver novos antibióticos, porque há muito poucos em teste e as bactérias estão sempre à procura de uma forma de se tornarem resistentes.

  • Identificação de Cabo Verde produzida em Portugal

    Passados quatro anos, o Cartão Nacional de Identificação (CNI) de Cabo Verde, dá garantia de identificação a 267 mil cabo-verdianos, segundo dados consultados agência pela Lusa.

    O CNI, documento de identificação também com características eletrónicas, integra o projeto do Sistema Nacional de Identificação e Autenticação Civil (SNIAC) e foi lançado em janeiro de 2018, com a sua emissão em Portugal. O CNI é também um documento que permite ao cidadão ligações com vários serviços através da Internet, com recursos às suas valências de autenticação e assinatura digital.

    Cabo Verde lançou também o passaporte eletrónica, produzido igualmente em Portugal, e que segundo dados deste mês do Ministério da Justiça cabo-verdiano já conta com 231.523 titulares.

  • ADPM de Mértola em Cabo Verde

    ADPM de Mértola em Cabo Verde

    O Sistemas Agroflorestais é um projeto promovido pela ADPM Mértola, na ilha de Santo Antão, Cabo Verde????????. A ação pretende incrementar a produtividade agrícola e a resiliência às alterações climáticas, aplicando princípios da agroecologia.

    Os principais objetivos do projeto são o reorientar a produção agrícola para sistemas de produção alimentar inteligente face ao clima; melhorar a qualidade de vida no meio rural, através do aumento da produtividade e rendimentos agrícolas; combater a desertificação, através de técnicas agroecológicas que aumentam a produção de alimentos, ao mesmo tempo que protegem o solo da erosão; e regenerar áreas degradadas, com espécies com diferentes funções incluindo alimentação humana e animal.

    Conhecer o programa

  • Biblioteca auxilia Centro de Acolhimento

    Biblioteca auxilia Centro de Acolhimento

    Este ano dedicou o seu trabalho da época natalícia para o ornamento da árvore de natal da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, ao qual esteve associada a uma campanha de angariação de bens, a favor do CAT (Centro de Acolhimento Temporário) “Uma Porta Amiga”.

    O Clube “Malha de Letras” que já conta com um número consistente de participantes, entregou os bens doados aos representantes do CAT “Uma Porta Amiga”l com o apoio do estabelecimento local “O Metro e meio” que ofereceu a matéria-prima para a concepção dos trabalhos e à gentil participação de particulares e dos estabelecimentos locais com as suas doações, as casas A Centenária, Bética 2, Casa Jardim, Casa Segura, Coroa Home, Estabelecimentos Cipriano, Josita e Nórdica.

  • «Ecoambiente» pode ter contrato renovado em VRSA

    «Ecoambiente» pode ter contrato renovado em VRSA

    As novas condições do contrato, que tem estado a ser renegociado com a empresa preveem um «aumento dos níveis de cobertura, eficácia e dotação de recursos humanos, de forma a garantir a correta limpeza e higiene pública de todo o concelho», segundo a autarquia que pretende efetuar um conjunto de reuniões com os partidos com assento nos órgãos do município para apresentar os contornos do novo contrato e recolher «contributos e sugestões».

    O processo negocial «resulta de um vasto conjunto de reuniões desenvolvidas com a empresa e pretende trazer ao município ganhos na eficácia e eficiência dos serviços prestados, procurando corrigir situações que têm motivado queixas da população» e visa obter a melhor relação custo-benefício.

    Diz a câmara municipal que «irá honrar todos os encargos que vierem a ser definidos no acordo – para que assim possa ser prestado um serviço de excelência à população em matéria de limpeza urbana» e evitar o conjunto de incumprimentos que, no passado, resultaram na acumulação de uma dívida à empresa no valor de 1,2 milhões de euros, colocando em causa a eficácia e a sustentabilidade da operação». Logo no início do mandato, a autarquia chegou a mencionar a rescisão deste contrato de prestação de serviços.

    A EcoAmbiente

    A Ecoambiente é uma empresa multisserviços na área do ambiente e diz assentar a solidez em investimento contínuo nas mais recentes práticas tecnológicas e em profissionais motivados pelo impacto ambiental e tem instalações em Sintra e na Maia.

  • 1º Open de Snooker no Campesino

    1º Open de Snooker no Campesino

    A competição é dividida em três fases, a primeira de grupos, a segunda a eliminar e a final. Todos os jogos da fase de grupos e fases a eliminar são à melhor de cinco, exceto as meias finais e final que são a melhor de 7 partidas.

    O os jogos vão ser disputados no nosso centro de jogos do clube, respeitando as regras em vigor da DGS. sendo obrigatório um uso de mascara.

  • Regantes espanhóis manipulam caudais no Alto Guadiana

    Regantes espanhóis manipulam caudais no Alto Guadiana

    A denúncia foi tornada pública pela Confederação Hidrográfica do Guadiana, podendo as penalidades contra os falsificadores excede, se for o caso, 50.000 euros. O objetivo anunciado pela CHG é o de «consciencializar os utilizadores da água e chamar a atenção para a responsabilidade». A CHG releva que estas ações «resultam em detrimento de todos».

    Antes do início da Campanha de Irrigação, a Confederação Hidrográfica de Guadiana verificou, no âmbito das ações de controlo e vigilância do domínio público hidráulico que realiza, «a manipulação de três medidores volumosos instalados em captações de águas subterrâneas no Slto Guadiana, através de diferentes procedimentos (ímãs, fios, hastes)».

    Como já foi dito em outras ocasiões, salienta aquele organismo do Governo espanhol, «tais atos podem constituir crime contra o meio ambiente e os recursos naturais. As penalidades excederão, se for caso disso, 50.000 euros e implicarão o processamento das extinções dos direitos de uso da água desses usos».

    A Lei das Águas do país vizinho prevê que os detentores de concessões administrativas de água, tanto subterrâneas quanto superficiais, e todos aqueles que, por qualquer título, tiverem direito ao uso exclusivo da água, sejam obrigados a instalar e manter os sistemas de medição correspondentes que garantam informações precisas sobre os fluxos de água efetivamente consumidos ou utilizados e, quando apropriado, retorna.

    Os medidores de fluxo fornecem informações sobre os fluxos de água utilizados para garantir o respeito aos direitos existentes, medir o volume de água efetivamente consumida ou utilizada, permitir o planejamento e o gerenciamento corretos dos recursos e garantir a qualidade da água.

  • Empresa algarvia inova no exterior com «caixas de música»

    Empresa algarvia inova no exterior com «caixas de música»

    Na era da música digital, uma empresa algarvia conquistou a Europa e os Estados Unidos com uma nova geração de aparelhagens de alta-fidelidade e dá agora o salto para levar estas caixas de música ao resto do mundo.

    Debruçado sobre o miolo do leitor de música topo de gama, Nuno Vitorino aponta para a linearidade dos circuitos postos a descoberto para pôr em evidência o que faz destas caixas algarvias as mais fiéis amigas do sinal acústico. “Toda a cadeia de áudio, que vai desde o servidor de música até às colunas, qualquer desvio que incorra pelo meio, sejam interferências, ruído nos sinais, os relógios que não estão bem sincronizados… tudo vai ter impacto no som final e influencia a naturalidade daquilo que nós, humanos, entendemos como um instrumento que está a tocar à nossa frente”.

    Uma engenhoca que nasceu em casa

    A carreira industrial começou quase por acidente na vida de Nuno Vitorino e de Amélia Santos, quando viviam no Reino Unido. Ambos engenheiros informáticos com carreira internacional, engendraram uma instalação caseira para digitalizar com qualidade a coleção pessoal de CD. “Os amigos que iam lá a casa ficavam muito curiosos e, por brincadeira, acabámos por colocar aquilo no eBay, onde, em 6 meses, vendemos 200 unidades. Apercebemo-nos que tínhamos criado algo com potencial de mercado”, recorda Amélia.

    Longe vão os tempos do protótipo digitalizador de música, da mudança para Portugal em 2009 e até dos primeiros ensaios de produto em Tavira, em 2013, quando lançaram a empresa. Nos 5 anos de vida da marca internacional, não só já contam com toda uma gama de aparelhos (quatro, que custam entre mil e 15 mil euros), como cada um é já muito mais do que um digitalizador de música: é servidor, gestor de biblioteca e leitor de alta-fidelidade.

    Para isso, muito contribuiu a equipa de desenvolvimento de software que a empresa dispõe no Pólo Tecnológico de Lisboa e que hoje conta com 10 programadores. O sistema operativo concebido, o innuOS, é uma espécie de estação central que agrega todas as fontes de música (serviços de streaming, rádios online, ficheiros de música ou até os velhinhos CD), organiza-as e tira delas o melhor proveito possível. “Só para ter uma ideia da sensibilidade do que estamos a falar, até o percurso do sinal pela motherboard pode influenciar a qualidade de som, pois pode dar a volta por muitos componentes ou ir direto ao CPU e à saída para os conversores analógicos. Por isso, o nosso software controla desde as Bios das motherboards à aplicação de interface”, explica Nuno Vitorino.

    Veja artigo completo

  • Leitores das bibliotecas do Algarve com acesso a milhares de jornais e revistas

    Leitores das bibliotecas do Algarve com acesso a milhares de jornais e revistas

    O serviço foi adquirido pela , adquirido pela AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve que nele investiu cerca de cerca de 20 mil euros. Trata-se do acesso dos leitores da BIBAL ao serviço PressReader, «plataforma digital que dá acesso a jornais e revistas online». S

    Mais de 7.000 títulos nacionais e estrangeiros que existe há mais de dez anos em plataforma paga, mas que os leitores algarvios passam a dispor de forma gratuita. As notícia, podem ser lidas no momento ou descarregadas para leitura posterior.

    Para os autarcas algarvios «esta iniciativa universaliza e democratiza o acesso à informação e ao conhecimento, incentivando simultaneamente a leitura». Tratando-se de um serviço digital e em linha, os leitores fazem-no de forma global e fácil, no âmbito da missão das bibliotecas públicas.

    A aquisição deste serviço foi aprovada, por unanimidade, na Reunião do Conselho Intermunicipal de julho do ano passado. Na ocasião, todos os presidentes reconheceram a importância da medida para as comunidades da Região e decidiram suportar esta despesa, garantindo, assim, a disponibilização do serviço na rede de bibliotecas municipais pertencentes à BIBAL (à excepção de Aljezur, único município que ainda não tem Biblioteca).

    A PressReader é uma plataforma digital, distribuída em Portugal pela WECUL, que disponibiliza o acesso direto e integral a publicações periódicas de mais de 150 países e em mais de 60 línguas, através de uma interface com várias funcionalidades, entre elas pesquisas por título, país, língua ou categoria. O acesso à plataforma é possível de várias formas, com as credenciais de utilizador da biblioteca. Toda a informação é disponibilizada em cada uma das bibliotecas municipais.

    A plataforma paga aos jornais pelas leituras que são feitas na sua plataforma. Quem quiser aceder gratuitamente, deve informar-se junto da sua biblioteca concelhia.

  • Mais de 36.000 na Ciclovia das Lezírias em 2021

    Mais de 36.000 na Ciclovia das Lezírias em 2021

    A autarquia considera que este número de utilizadores «reflete o grande aporte social e turístico que o investimento traz à região».  Foi possível apurar este valo através da instalação de um sistema de monitorização que contabiliza os utilizadores pedestrianistas, instalado pela Associação Odiana, de base territorial. Porém o mesmo sistema não se encontra habilitado para apurar o número de ciclistas que transitam na mesma via e se calculam na ordem das centenas .

    Pa a autarquia, a ciclovia, além de permitir «uma ligação sustentável da vila castro-marinense à cidade pombalina, a apenas 3km de distância, «oferece uma vista deslumbrante para a Reserva Natural do Sapal e é o primeiro troço de um projeto integrado de sustentabilidade ambiental que o Município de Castro Marim promove como Triângulo Verde». 

    Este triângulo abarca os trajetos Vila Real de St. António – Castro Marim – Praia Verde, cuja segunda fase Castro Marim – Praia Verde deverá avançar já este ano, uma empreitada estimada em cerca de 850.000,00+IVA, enquadrada no PO CRESC Algarve 2020, cofinanciada a 50% pelo FEDER, no âmbito do PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável).

    A obra será ainda objeto de candidatura ao Empréstimo Quadro do BEI e a sua criação está integrada num projeto de valorização da rodovia (E.N. 125-6), nomeadamente no alargamento e repavimentação e na melhoria da drenagem.

    A ciclovia que fechará o circuito do Triângulo Verde é a de Vila Real de St. António até à Praia Verde, um troço da Ecovia do Litoral e do EuroVelo, promovida pela CCDR – Algarve e pela AMAL.

    A sublinhar ainda a parceria transfronteiriça em curso, para a candidatura de um troço da Ciclovia Paco de Lucía, que irá ligar a sede do concelho ao Monte Francisco, à Junqueira, à sede da Reserva Natural e a Ayamonte, através da Ponte Internacional do Guadiana.

  • Aldeia columbófila em Monte Gordo para federados

    Aldeia columbófila em Monte Gordo para federados

    O município de Vila Real de Santo António anunciou que se encontra a desenvolver projetos para construir a Aldeia Columbófila de Monte Gordo, equipamento com que pretende contribuir para a valorização desta atividade desportiva e para o ordenamento da zona poente daquela vila.

    Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal já reuniu com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Guarda Nacional Republicana e o presidente da Junta de Freguesia de Monte Gordo no sentido de iniciar o processo de reabilitação da área ocupada a poente, para poder proceder à remoção das estruturas ilegais que ali foram sendo instaladas nos últimos anos.

    O objetivo das entidades que irão iniciar um trabalho conjunto, é manter no terreno apenas os pombais pertencentes a columbófilos federados, procedendo depois à sua migração para a Aldeia Columbófila que irá ser instalada nas proximidades, anuncia a autarquia.

    A medida visa ordenar aquela zona protegida do território, a qual integra a Mata Nacional das Dunas Litorais, «removendo estruturas ilegais e corrigindo situações que poderiam colocar em causa pessoas e bens, nomeadamente a propagação de fogos florestais»

    O ICNF vai notificar por edital, todos os proprietários das estruturas ali existentes, no sentido de se proceder à regularização da ocupação do espaço público. A possibilidade de permanência de pombais e abrigos no local estará reservada apenas a columbófilos devidamente federados, pelo que os equipamentos não regularizados ou pertencentes a entidades não federadas serão removidos.

    Álvaro Araújo entende que «a construção da Aldeia Columbófila irá valorizar uma atividade com forte tradição no município e contribuirá para dignificar uma das zonas mais nobres da vila de Monte Gordo».

  • Cobertura da Escola D. José I foi concluída em VRSA

    Cobertura da Escola D. José I foi concluída em VRSA

    Decido a sucessivos incumprimentos registados no contrato, a Câmara Municipal foi obrigada a rescindir com o empreiteiro responsável pelos trabalhos e efetuou a cedência da posição contratual a uma nova empresa, «zelando para que, durante a interrupção das atividades letivas do final do primeiro período, fosse reposto o funcionamento da escola»

    Entretanto, a direção da escola optou por manter apenas os alunos do segundo ciclo nas instalações da EB 2/3 D. José I, tendo em consideração os estragos causados no interior, devidos ao atraso da empreitada, nomeadamente «infiltrações e outros prejuízos que irão obrigar a reparações».

    As turmas do terceiro ciclo váo, deste modo, durante o segundo período, frequentar as aulas no edifício da Universidade dos Tempos Livres, cedido pela autarquia e localizado a 300 metros da sede escolar, com exceção das aulas de Educação Física, que decorrerão no Pavilhão da Escola.

    De forma a salvaguardar as melhores condições de ensino e aprendizagem, a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António colaborou, desde o primeiro momento, na adaptação das instalações da Universidade dos Tempos Livres, nomeadamente na instalação de equipamento informático e iluminação, dotando o edifício com as melhores condições funcionais para alunos e professores.

    Para garantir todas as normas sanitárias e de segurança, o imóvel foi também alvo de vistorias pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e pela Autoridade Local de Saúde Pública, tendo procedido ao corte de trânsito e proibição de estacionamento temporário na rua Dr. António Passos, de modo a prolongar as áreas externas e aumentar os espaços de circulação, o que causou alguma celeuma e desagrado nas imediações.

    A Direção de Serviços da Região do Algarve da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares já desencadeou os procedimentos necessários para assegurar a reparação das salas afetadas no edifício sede, prevendo-se que todos os trabalhos se encontrem concluídos até ao final do segundo período letivo, anuncia a autarquia.

    A Câmara Municipal de VRSA fez saber que «irá aplicar todas as sanções pecuniárias e indemnizatórias – por incumprimento contratual – que se revelarem pertinentes para fazer face aos prejuízos e danos causados».

    A Empreitada de Substituição da Cobertura da Escola EB 2/3 D. José I representa um investimento de 116 mil euros + IVA e visa a remoção de todos os componentes de amianto presentes na estrutura e a aplicação de novos materiais.

  • Maior percentagem da superfície agrícola utilizada não usa regadio

    Maior percentagem da superfície agrícola utilizada não usa regadio

    Os números provém do estudo “Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década”, coordenado pela EDIA — Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, que salienta que revelam a necessidade de continuar a beneficiar as zonas carenciadas deste recurso fundamental à manutenção das actividades económicas sustentáveis em territórios rurais.

    O estudo está em consulta pública. Todos os contributos deverão ser remetidos para até ao próximo dia 14 de Janeiro.

    Ainda segundo o estudo, as relações entre área regada/SAU «revelam bastantes assimetrias regionais, situando-se este valor, na área das DRAP [Direcções Regionais de Agricultura e pescas], entre um mínimo de 8% e um máximo de 37%. Existem assim bastantes contrastes entre regiões do país, também fruto das diferenças climáticas e disponibilidades hídricas existentes».

    Dentro da área regada em Portugal, salienta o documento que cerca de 40% (240.000 ha) são ocupados por regadios de iniciativa pública, sendo que destes cerca de 70.000 ha se encontram em avançado estado de degradação e com mais de 50 anos de existência.

    E acrescenta que «existem sistemas de adução de água em funcionamento extremamente modernos e eficientes, mas continuam a subsistir outros, com níveis de obsolescência e perdas de água completamente inaceitáveis para os padrões actuais, e que necessitam de uma rápida e eficaz correcção»”

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  • Suspenso em Monsaraz o boletim epidemiológico

    Suspenso em Monsaraz o boletim epidemiológico

    A publicação desse boletim epidemiológico, que tem carácter informativo, «deve também servir o intuito de dar à população indicação do evoluir da pandemia na nossa terra, e isso não está a acontecer, pelo contrário, os baixos números que nos enviam e que publicamos, e que não correspondem minimamente à realidade podem induzir uma falsa sensação de segurança nas pessoas, que queremos evitar», anunciou a autarquia.

    Os números de infeção por Covid-19 são, efectivamente, altos, constatam, afirmando que procuram, junto de todas as autoridades de saúde, «perceber o motivo deste desfasamento entre os dados que nos são enviados e aquilo que efetivamente sabemos existir, e a justificação é que o enorme número de casos está a atrasar todo o circuito de informação».

    Na circunstância, Entendem que não podemos continuar a comunicar aos reguenguenses números que «não são verdadeiros.
    Retomaremos a publicação do boletim epidemiológico quando os dados voltarem a espelhar a realidade, até lá estamos atentos e sempre disponíveis para proteger a população
    ».

  • Altruísmo que o Mundo necessita

    Altruísmo que o Mundo necessita

    A informação chega através de uma notícia e entrevista dada ao diário espanhol «El Paía» pela microbiologista hondurenha María Elena Bottazzi que decidiu oferecer ao mundo uma vacina livre de patentes contra o Covid-19. A Índia é o primeiro país a autorizar seu uso de emergência. ‎
    María Elena Bottazzi é codirectora do «Centro de Desarrollo de Vacunas del Hospital Infantil de Texas (EUA)».

    Num momento em que as receitas esperadas pelas multinacionais norte-americanas Pfizer e Moderna, além da alemã BioNTech, com as vendas das suas vacinas contra o coronavírus a chegaram a 62 mil milhões de euros em 2021, segundo ‎‎cálculo‎‎ do jornal ‎‎Cinco Días, citados pelo «El País», a microbiologista hondurenha propõe um retorno ao modelo de Salk (livre patente) e a sua equipa desenvolveu uma nova vacina que oferece ao Mundo.

    ‎Diz que a dela que é ‎‎”uma vacina para o mundo” e em breve espera-se a aprovação de países, como Indonésia, Bangladesh e Botsuana. A injeção, chamada Corbevax, é fabricada com um processo usado há décadas para a vacina contra hepatite B, por isso há muitos fabricantes capazes de torná-lo por pouco mais de um euro cada dose.

    A eficácia da nova droga chega a 90% em relação ao coronavírus original, de acordo com ‎‎um comunicado‎‎ do Hospital Infantil do Texas, embora os detalhes dos ensaios ainda não tenham sido publicados. “Agora estamos confirmando a eficácia contra a variante ómicron, mas acreditamos que ela manterá uma boa proteção“, diz Bottazzi.‎

    Leia aqui a entrevista completa publicada no «El País»

  • ADPM de Mértola com Monapo em Moçambique na compostagem

    ADPM de Mértola com Monapo em Moçambique na compostagem

    A ADPM, em conjunto com a Unidade de Agricultura e Meio Ambiente do Conselho Municipal da Vila de Monapo, em Moçambique, iniciou o processo de compostagem urbana, «um trabalho necessário não só para o atendimento das comunidades agrícolas através da doação de compostos orgânicos, mas também para o município alcançar mais uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o ODS 11, fomentando ainda mais a sustentabilidade das comunidades e do município», explicou o técnico da Unidade, Serafim da Costa.

    Apesar da dificuldade encontrada em mostrar à população a importância da reciclagem, está prevista uma ação de sensibilização junto da comunidade numa feira já com o composto pronto.

    O Projeto Desenvolvimento Rural Sustentável – Capacitação do setor agrícola no distrito de Monapo é cofinanciado pelo Camões, I.P.

  • Aves presas em redes de pesca

    Aves presas em redes de pesca

    Estes animais, -juntamente com garças, gaivotas, corvos-marinhos, galeirões e colhereiros foram retirados de uma rede de piscicultura onde ficaram presos. No total foram 24 animais, sendo que os únicos vivos eram flamingos, dez dos 18. Um dos sobreviventes acabou por morrer mais tarde.

    Dos nove flamingos que sobreviveram, o RIAS já conseguiu devolver à Natureza seis, que não apresentavam ferimentos físicos, e atualmente ainda estão très a recuperar das lesões provocadas pelos fios da rede em que estavam presos.

    O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado na Quinta de Marim (Olhão). Tem como principal objectivo recuperar animais selvagens feridos ou debilitados.