Publicado por MSN Portugal em Terça-feira, 31 de maio de 2022
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Lince ibérico respeitado à saída de Mértola
As fotografias que publicamos mostram a sequência do atravessamento da estrada Nacional 122, na saída de Mértola em direção a Beja.

O lince avalia a situação, os condutores respeitam o animal, o trânsito imobiliza. Depois, atravessa calmamente. As fotos foram tiradas por José Vicente, de Vila Real de Santo António, que conduzia um autocarro de transporte de passageiros.

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Princesa Eugene em Portugal
Princesa Eugenie e o marido mudam-se para Portugal
Publicado por MSN Portugal em Terça-feira, 31 de maio de 2022 -

Terra de Maio edição 2022
A ministra entregou o Prémio de Cooperação Transfronteiriça da Eurocidade do Guadiana aos elementos que integram o Centro de Cooperação Policial e Aduaneira de Castro Marim, localizado na Ponte Internacional do Guadiana, como forma de agradecimento pelo trabalho desenvolvido durante a pandemia de covid-19.
A governante ficou a conhecer os pormenores sobre queijos tradicionais do território e visitou o Centro Multiusos do Azinhal, onde estavam em exposição produtos regionais e tradicionais do Baixo Guadiana, com a realização de workshops e apresentações de gastronomia e cozinha.
A feira Terra de Maio tem como objetivo principal a promoção e o incremento da cabra de raça algarvio e os saberes e sabores que estão associados à espécie, através do evento que conta com artesanato local, tasquinhas de gastronomia regional, showcookings, exposições de animais, música, folclore, animação infantil, balão de ar quente e demonstrações equestres.O programa deste ano contou com a atuação de Némanus (28 de maio) e Íris (29 de maio), além da participação da Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António (27 de maio), dos chefes Noélia Jerónimo, Leonel Pereira e Ricardo Silva (29 de maio) e da Comissão Vitivinícola do Algarve (27 de maio).
No sábado decorreu ainda a quarta edição do Maior Queijo de Cabra de Raça Algarvia, um queijo fresco com 40 quilos e 80 centímetros de diâmetro.
Figo da Índia apresentado pela Odiana
A Odiana, através do projeto INTERPYME, marcou presença no certame Terra de Maio destacando um dos seus produtores aderentes, a Herdade da Malhada, com o figo da Índia, no espaço de conferências e demonstrações do evento, em Castro Marim, e contou.
Este presente a diretora Catarina Cavaco, que referenciou as atividades, os produtores aderentes e os benefícios deste projeto que pretende promover as PME do setor agroalimentar e turismo gastronómico.
O produtor aderente INTERPYME: Nelson Ventura, da Herdade da Malhada, em Alcoutim, dedicada à produção biológica certificada, apresentou o figo da índia como um fruto de polpa a consumir em fresco, fruto seco ou em sumo, com a palma rica em nutrientes, tal como a flor desidratada e utilizada em infusões. A figueira da Índia é um cato.
Demonstração de manuseamento do produto
As empresas beneficiárias do INTERPYME, trabalham produtos como o sal e flor de sal, a amêndoa, o figo fresco e seco, manteigas e barras energéticas, o queijo fresco de cabra, o presunto e os enchidos, a doçaria tradicional, as compotas, o mel, os citrinos, e os transformados e confeccionados com os produtos locais mais identitários, num total de 14 empresas aderentes.
O INTERPYME – Plataforma para Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas do Algarve e das Províncias de Cadiz e Huelva – é uma iniciativa de cooperação entre o Algarve, Alentejo e Andaluzia, Programa Interreg V-A Espanha- Portugal 2014-2020 (POCTEP), e cofinanciado pelo FEDER. Pretende promover as oportunidades ao nível do financiamento, promoção e internacionalização para as PME do setor agroalimentar e conta com o apoio dos municípios de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.
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Governo quer liderança mundial no turismo sustentável
O ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, em entrevista à TNews, afirmou ter uma visão positiva sobre o setor do turismo e quer ver Portugal a liderar o turismo sustentável a nível mundial..
Entende que muitas vezes é subestimada a dinâmica endógena que o turismo tem para se adaptar às situações e para ser resiliente
Para o ministro, a indústria turística é muito versátil e o turismo puxa por outros setores da economia, valoriza o território, valoriza as comunidades, gera conhecimento, gera conectividade e desenvolve redes.
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Taxas de juro do BCE podem subir 0,25%
O economista chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, antecipou que a entidade deve subir os juros em 25 pontos-base nas suas reuniões de política monetária de julho e setembro, em entrevista ao jornal espanhol Cinco Días
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Mértola tem programa para as «Festas da Vila»
Mértola prepara-se para acolher as tradicionais “Festas da Vila”, como todos os anos por ocasião do Feriado Municipal, a 24 de junho.
Os festejos de São João invadem as ruas, o Castelo e o tradicional palco junto ao Guadiana no cais do Rio há espetáculo. Estes dias, são ponto de reencontro de todos os mertolenses e de todos os que visitam a vila para sentir e participar na animação e convívio com sons e alegria.
Este ano é de retoma de festividades, e são vários os espetáculos e artistas que vão subir aos vários palcos durante sete dias, disfrutando ao máximo as comemorações do São João.
Já no próximo dia 17 de Junho , realiza-se o espetáculo de Moullinex, no Castelo da Vila. No mesmo local, no dia seguinte, 18 de junho,, será a noite do Cante Alentejano a «entoar e encantar no recinto». No dia 22, o destino é o anfiteatro Zeca Afonso, que recebe uma “Noite de Fados”.
Já na contagem decrescente para o momento alto das comemorações das Festas da Vila de Mértola e com o aproximar do feriado Municipal, a celebração deste santo popular começa com a atuação dos «Alcoolémia” a 23 de junho no cais do Guadiana».

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Tiroteios continuam nos EUA
Uma pessoa foi morta e sete ficaram feridas num tiroteio que decorreu ontem num festival, no Oklahoma. O Partido Republicano mantém a indisponibilidade para aprovar legislação que limite a venda de armas nos Estados Unidos.
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A caminho das 32 horas semanais
O Governo pretende investir dez milhões de euros para lançar um apoio financeiro às empresas, antes do final de junho, para implementar a semana de quatro dias de trabalho, reduzindo das 40 para as 32 horas semanais. O projeto-piloto é ainda piloto.
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Ministra Abrunhosa no Caminho Marítimo de Santiago
Este evento teve o apoio e o envolvimento da estação Náutica do Baixo Guadiana, estrutura coordenada pela Associação Naval do Guadiana e dos municípios de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim, que criaram todas as condições para assegurar a partida inaugural.
O projeto «Caminho Marítimo de Santiago em Portugal» a que já fizemos referência, pretende recriar, na costa portuguesa, a viagem da mítica «Barca de Pedra» que terá transportado o corpo do Apóstolo Santiago até à Galiza, navegando entre os locais que estão historicamente associados ao culto e à Ordem de Santiago – os Portos de ligação forte com Santiago.
A largada do cruzeiro inaugural do novo e primeiro «Caminho Marítimo de Santiago» em Portugal ocorreu ontem, dia 28 de maio no porto de Vila Real de Santo António.
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Agenda Verde para o turismo algarvio
Apolinário acredita que a proposta de alocação de fundos do Programa Operacional Regional 2021-2027 defendida pelo organismo que dirige, coloca no objetivo Sustentabilidade Ambiental mais de 40% dos 780,3 Milhões de Euros a gerir na Região.
O presidente da CCDR Algarve afirmou que querem acelerar a transição climática e a descarbonização, «reforçando e somando os Fundos europeus geridos na região a outras fontes de financiamento e a outros investimentos em curso com impacte na descarbonização e na transição climática, de que o mais significativo é o investimento na eletrificação da linha ferroviária do Algarve».
José Apolinário mostra-se esperançado que todos aquela obra esteja concluída até ao final do primeiro trimestre de 2024.
Outra das apostas será a aquisição de veículos de transporte público movidos a baterias ou de fomento da mobilidade ativa, da mobilidade suave e da micro mobilidade.
O programa Sustentabilidade e Trismo: Construir Uma Agenda Verde Para o Turismo No Algarve
Segundo revelou o presidente da CCDR Algarve, a transição climática é uma urgência global, nacional, regional e local e as alterações climáticas são o grande desafio ao Futuro da União Europeia.Portugal propôs-se atingir a neutralidade carbónica em 2050, reduzir as emissões GEE entre 45% e 55% relativamente a 2005 e reduzir em 35% o consumo de energia primária, melhorando a eficiência energética e, no Algarve, «à nossa escala, à escala municipal e regional, temos de contribuir para conter o aumento da temperatura média que, entre outros efeitos, provoca a subida do nível médio das águas do mar, com modelos climáticos a apontarem à escala global para um aumento do nível médio das águas do mar entre os 0,29 m e os 0,59 m no ano 2100.», sublinhou, referindo-se de seguida aos problemas do aumento da temperatura, diminuição da pluviosidade, a erosão costeira e à possível subida prevista das águas do mar devido às alterações climáticas,
E chamou para o desafio a capacitação de atores e a qualificação dos profissionais do setor, por forma a garantir competências adequadas que ajudem a concretizar o desígnio, objetivo da CCDR Algarve, pois « “os quase 40% do território com estatuto de proteção ambiental conferem-nos valor estratégico distintivo, uma marca, que nos qualifica e diferencia a oferta, os produtos e torna imperativa a adoção de práticas mais sustentáveis».O como
Na opinião de José Apolinário, «É importante assegurar e promover o envolvimento da população local nestes processos e práticas, providenciando espaços de encontro, de oportunidade e de participação. O seu envolvimento e percepção é crucial na avaliação e monitorização das capacidades de carga do território e do destino»A plateia esteve constituída por autarcas, decisores e empresários, e o presidente da CCDR Algarve referiu que «os Fundos Europeus devem trazer o impulso para qualificar o território, e ajudar as empresas nesta transformação, em especial as PME, formar e qualificar os trabalhadores, a seguir este caminho de sustentabilidade ambiental.»
José Apolinário lembrou que decorreram 50 anos sobre a Conferência de Estocolmo de 1972, onde as políticas públicas de Ambiente começaram a ganhar dimensão global, 30 anos sobre a Conferência do Rio 1992 onde se configurou o desenvolvimento sustentável com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra, prevendo que em 2022, «podemos e devemos assumir que o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade são mais do que um carimbo ou uma moda e os Fundos Europeus uma oportunidade de mudança de paradigma para os diversos atores no território e na Região.»
A Conferência “Smart & Sustainable Cities e os Desafios do Turismo”, durou longo de dois dias no Auditório do Museu de Portimão, integrada numa iniciativa decorrente da parceria entre a Câmara Municipal de Portimão, o Autódromo Internacional do Algarve, a GEN Portugal e os Territórios Criativos. -

Treze anos de Via Algarviana
Para assinalar a data, a Associação Almargem promove um evento que vai juntar entidades e municípios parceiros numa mesa redonda com o tema “13 anos de Via Algarviana: o que mudou nos territórios de baixa densidade?”.
A sessão inclui ainda um balanço das ações que têm estado a ser desenvolvidas pela equipa de gestão da Via Algarviana e uma antevisão dos novos materiais de divulgação desta Grande Rota junto do público nacional e internacional. A sessão tem início às 09:30, no dia 2 de junho de 2022, na Sala da Assembleia Municipal de Loulé.
Anabela Santos, coordenadora da Via Algarviana, vai apresentar as ações em curso no âmbito das candidaturas «Revitalizar Monchique, o turismo como catalisador» (financiada pelo Turismo de Portugal) e «Via Algarviana: Pelos Caminhos do Património» (integrada na Operação – 10.2.1.6 – Renovação de aldeias, financiada pelo PDR2020).
Estas candidaturas incluem, entre outras ações, a implementação de novas rotas pedestres, que irão integrar os mais de 800 km totais de percursos já existentes no território Via Algarviana, e campanhas de divulgação e promoção.
A sessão prosseguirá com a apresentação dos novos materiais promocionais, desenvolvidos dentro da candidatura “Via Algarviana – (Des)envolvendo o Interior do Algarve”, no âmbito do programa Valorizar, Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, financiado pelo Turismo de Portugal. Estes materiais vêm dotar a Via Algarviana de um conjunto precioso de ferramentas de divulgação, e trazem aos utilizadores desta Grande Rota novos recursos para explorarem ainda mais o património natural e cultural da região. A forte aposta nos mercados internacionais, cada vez mais presentes, levou à criação de materiais em seis idiomas.
Às 11:45 hora tem início a mesa-redonda, moderada pela jornalista Elisabete Rodrigues, e que conta com as intervenções de representantes das entidades e municípios parceiros. O impacto da Via Algarviana e as mudanças ocorridas nos territórios de baixa densidade do Algarve desde a criação desta grande rota são o tema de debate. Recorde-se que a GR13 – Via Algarviana percorre maioritariamente territórios de baixa densidade, e que a sua missão passa também pela promoção do património natural e cultural do interior algarvio, favorecendo a dinamização de pequenos negócios.
A sessão encerra com um momento de celebração, em que será feito um brinde e cortado o bolo de aniversário.
Este evento tem o apoio da Câmara Municipal de Loulé, d’A Ti Marquinhas, do Portal dos Queijos e da Quinta do Freixo.
Sobre o Projeto Via Algarviana:
A GR13 – Via Algarviana parte de Alcoutim, nas margens do rio Guadiana, e termina no Cabo de São Vicente. Atravessa o interior do Algarve ao longo de cerca de 300 quilómetros, divididos em 14 setores, percorrendo os territórios de Baixa Densidade do Algarve. Além deste eixo principal da Grande Rota, a Via Algarviana inclui uma rede de infraestruturas complementares (pequenas rotas e ligações), cruzando um total de 13 concelhos (Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira e Vila do Bispo).
O projeto Via Algarviana tem contribuído para desenvolver uma rede de percursos pedestres no Algarve, devidamente sinalizados e divulgados, e promove o património natural e cultural do interior algarvio, com a dinamização de serviços de alojamento e restauração, levando cada vez mais visitantes, portugueses e estrangeiros, ao “Território Via Algarviana” localizado no interior algarvio.
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Subida do mar prevista em obra de Quarteira
O edifício situa-se na freguesia de Quarteira, vai ser erguido no espaço imediatamente a norte do porto de pesca. e a câmara municipal de Loulé quer começar a obra no início de 2023, sendo que o atraso ficou a dever-se a uma reformulação do projeto para ter em atenção o resultado de um estudo sobre o avanço das águas do mar sobre a costa.
A obra poderá orçar os vinte milhões de euros, dado que o seu perfil estará na linha dos mercados do Mediterrâneo, muito arejados e ventilados, de grande beleza estética, com espaços abertos e pátios interiores de comunicação entre as diferentes valências.
Vai dispor de 24 bancas para peixe e outras 24 para produtos frutícolas e hortícolas, um food court com 10 módulos de restauração, seis lojas, oito quiosques e, ainda, um piso em mezzanine para dois escritórios, um espaço para exposições e outro para coworking, sendo mais um espaço multiusos, em que o mercado do peixe, das frutas e das verduras são ser elementos centrais.
Quanto aos atuais edifícios dos mercados da fruta e do peixe, eles vão ser mantidos, por terem um valor patrimonial e histórico. No âmbito do projeto de requalificação daquela área, que corresponde à terceira fase do Passeio das Dunas, vão ser demolidas pequenas construções precárias contíguas ao atual mercado do peixe para abrir a frente de mar no Largo das Cortes Reais.
O novo mercado, que se insere numa área bruta de construção de quase 15.000 metros quadrados, vai ter no exterior 100 lugares para estacionamento e dois pisos em cave, para 224 lugares.
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Varíola Monkeypox regista casos no Algarve
Segundo a Direção-Geral da Saúde, registaram-se no País mais 16 casos de Monkeypox, varíola, deixando confirmados em Portugal 74 de infeções, à data de onte,. 27 de Maio.
Embora a maioria das infeções tenham sido notificadas em Lisboa e Vale do Tejo, há já registo de casos nas regiões Norte e no Algarve, segundo o comunicado.
As infeções confirmadas pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) são em homens entre os 23 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, refere a DGS, acrescentando que todos se mantêm em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis.
A autoridade de saúde recomenda às pessoas que apresentem erupção cutânea, lesões ulcerativas, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço para procurar aconselhamento médico. Aconselha ainda a cobrir as lesões cutâneas quando se dirigirem a uma unidade de saúde.
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Resposta a incêndios rurais complexos testada no Algarve
O processo de aprontamento do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) do Algarve, no âmbito da Autoridade Nacional de Proteção Civil, incluiu no Algarve uma vertente especifica do programa regional de treino operacional dedicada aos Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) de todos os Municípios.
O objetivo foi o de preparar as consideradas áreas chave da ação das autarquias em teatros de operações complexos.
Neste percurso de aperfeiçoamento foi abordada a Logística Operacional, no contexto do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) / Sistema de Gestão de Operações (SGO), com destaque para a implementação das áreas funcionais das Zonas de Concentração e Reservas (ZCR) e Pontos de Trânsito (PT)..O mesmo para a organização dos sistemas logísticos a implementar nos teatros de operações.
Foram igualmente explorados temas nucleares na dinâmica das estruturas municipais de proteção civil, como foi o caso das comunicações de emergência, dos sistemas de informação geográfica e de apoio à decisão, empenhamento de máquinas de rasto, bem como o papel dos SMPC no sistema de monitorização e comunicação de risco, de alerta especial e de aviso à população.
Os vários elementos dos SMPC foram ainda sensibilizados para a condução de veículos táticos fora de estrada em situações adversas, participando numa banca pratica dinamizada por formadores da área temática que os preparou para esse efeito.
O ambicioso cronograma de preparação para o período historicamente mais vulnerável à ocorrência e desenvolvimento de incêndios rurais culminou com um exercício de decisão, na modalidade de TTX (Tabletop Exercise) onde participaram os Coordenadores Municipais de Proteção Civil, enquanto dirigentes dos Serviços Municipais.
O exercício, baseado em cenários de ocorrências reais que assolaram a região nos últimos anos, levou os participantes a elaborar planos logísticos, a materializar planos de comunicações, a organizar zonas de concentração e reserva, e sobretudo focarem-se na articulação, coordenação e no trabalho em rede na sustentação da resposta a situações de exceção, no principio da cooperação entre SMPC para otimizar as capacidades logísticas existentes.
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Queda na formação de empresas
Abril foi o primeiro mês desde outubro de 2021 em que a criação de novas empresas caiu face ao período homólogo. Existem em Portugal 3.3332 novas empresas, encerraram 757 3 faliram 132.
A descida foi concentrada na região Norte (-322 constituições), que corresponde a cerca de 70% do total da queda verificada, e com grande contribuição do setor do Retalho.
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PCP receia fuga à Construção do HCA
Na discussão do Orçamento de Estado para o ano de 2022 foi aprovada por unanimidade a proposta do Partido Socialista, na qual é expresso o compromisso de construção de um novo hospital.
Durante a discussão e votação na especialidade das propostas para o Orçamento do Estado para 2022, entre as várias iniciativas para que se avançasse com a construção do novo Hospital Central no Algarve, nota este partido que a sua proposta abrangia um Plano Plurianual de Investimentos no Serviço Nacional de Saúde, envolvendo equipamentos e infraestruturas do SNS e a construção do Hospital Central do Algarve, «proposta essa que não foi acompanhada nem pelo PS, nem pelo PSD».
Referindo-se a comportamentos e promessas de sucessivos governos anteriores, o PCP Algarve sublinha: «As populações do Algarve já têm suficiente experiência para perceber que, em matéria de investimentos na região algarvia prometidos por sucessivos governos, é preciso ver para crer. Prova disso são os vários anúncios de construção do novo Hospital Central do Algarve que, pelo menos desde 2002, atravessaram sem excepção os Governos do PS e do PSD/CDS, sem que as ditas intenções se concretizassem. Ao todo, foram até ao momento 20 anos de promessas de PS, PSD e CDS, com zero concretização».
Em matéria de saúde no Algarve, «tão importante como a construção do novo Hospital Central, é o reforço dos cuidados primários de saúde, é a garantia de que todos os algarvios têm direito a médico e enfermeiro de família, é a capacidade do SNS de atrair e fixar profissionais, para garantir consultas, exames, cirurgias à população».
O PCP lamenta ainda que no Algarve, o Serviço Nacional de Saúde seja confrontado «com crescentes dificuldades, ao passo que o negócio da doença de que os grupos privados de saúde se alimentam, continua a florescer à custa dos recursos públicos que para aí são desviados».
Para o PCP o reforço do Serviço Nacional de Saúde, com o seu carácter universal e tendencialmente gratuito, «é a única forma de assegurar sem discriminações o direito à saúde do povo português. Um reforço que é todos os dias comprometido com as opções de PS e PSD de submissão à moeda única e aos critérios do défice e que impedem a valorização dos serviços públicos».
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Algarve tem passe turístico sem limite
Viajar dentro do principal destino de férias nacional é agora mais fácil: e permite aceder a todas as linhas de autocarros “Vamus Algarve”
Válido por um período de três ou sete dias, a partir da primeira validação nas linhas regulares “Vamus Algarve”, incluindo o serviço Aerobus, que liga o aeroporto de Faro ao centro da cidade e a Albufeira, Lagoa, Portimão e Lagos, e a nova linha EVA Cliffs Line, que transporta o viajante por alguns dos principais pontos turísticos do destino em modo hop on hop off, o passe turístico algarvio não tem número limite de viagens.
O passe turístico de três dia tem um custo de 35 euros e o de sete dias pode ser adquirido por 45 euros na rede de postos de informação turística espalhados por toda a região, visitados anualmente por mais de meio milhão de turistas, excursionistas e residentes no Algarve.
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Cruzeiro inaugural do Caminho Marítimo de Santiago
Na rota estão nove portos portugueses e três galegos, durante 17 dias, segundo António José Correia, da Fórum Oceano – Associação de Economia do Mar, disse à agência Lusa.
Será o primeiro teste de um projeto que visa criar, por mar, uma estrutura de apoio capaz de permitir a qualquer pessoa percorrer a costa portuguesa rumo a Santiago de Compostela, na região espanhola da Galiza.
A criação deste percurso marítimo foi um desafio apresentado pela Upstream à Fórum Oceano para, com as redes das estações náuticas que existem ao longo da costa portuguesa, se poder estruturar o Caminho Marítimo de Santiago em Portugal, no quadro do Caminho Português de Santiago.
Houve uma unanimidade nas estações náuticas para acolher este projeto, que tem o fito de criar condições para que, em qualquer altura do ano, qualquer nauta, peregrino nauta ou qualquer velejador possa demandar os portos que a organização denominou como portos de Santiago.
Existe uma listagem de cerca de 40 portos, uns mais pequenos, outros maiores, uns com mais ligação à rota que a ‘barca de pedra’ terá traçado vinda de Jaffa [em Israel] até à Galiza, quando supostamente transportou o Santo Peregrino para Compostela no ano 40 do primeiro milénio, que poderão depois ser utilizados pelos viajantes.
Vila Real de Santo António marcará o ponto de partida do “cruzeiro inaugural e demonstrativo”, composto por um conjunto de embarcações que irá crescendo à medida que a viagem prosseguir rumo a Norte, entre as quais se encontra a caravela Vera Cruz, que tem prevista a visita de 3.500 crianças, durante as paragens.
O destino é Vila Garcia de Arosa. Leva a bordo, para além da tripulação que vai assegurar a navegação, convidados e meios de comunicação. .
A colaboração das estações náuticas, são coordenadas por municípios ou comunidades intermunicipais, salvo a do Baixo Guadiana, em Vila Real de Santo António, gerida pela Associação Naval do Guadiana, para garantir que em cada porto há condições de acolhimento ao nível das embarcações e apoio para receções ou algum alojamento..
O cruzeiro vai passar por localidades como Vilamoura, Lagos, Sines, Cascais, Peniche, Aveiro, Matosinhos, Baiona, Vila Gracia de Arosa ou Padrón. A estruturação de todo o Caminho Marítimo de Santiago em Portugal pode estar concluída até ao final do ano em curso..

