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Categoria: V.R.S.António

  • Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    A vila de Castro Marim foi palco, no dia 22 de fevereiro, do 11.º Capítulo da Confraria do Atum, evento que reuniu cerca de 300 participantes de várias confrarias gastronómicas nacionais e internacionais.

    A cerimónia de entronização ocorreu no auditório da Biblioteca Municipal, destacando-se a admissão de uma jovem italiana de 18 anos com Trissomia 21 e soou do hino da Confraria do Atum.

    Foram também recebidos como novos confrades Cilio Rollo, Luísa Travassos, José Carlota, Alicja Bochenek e Nuno Lourenço Correia. Já como confrades de honra, passaram a integrar a confraria as Terras de Sal, a Banda Musical Castromarinense, Neto Gomes e João Coelho.

    Na sessão de boas-vindas, o Município de Castro Marim destacou a importância das confrarias gastronómicas na preservação da identidade cultural, anunciando a criação da Confraria do Sal e lançando a proposta para que a Confraria do Atum passe a chamar-se Confraria do Atum das Terras do Guadiana, com âmbito da Eurocidade do Guadiana.

    O evento contou com intervenções de diversas entidades e a atuação da cantora algarvia Susana Travassos. Durante a cerimónia, foram prestadas homenagens a confrades falecidos no último ano e a Confraria do Atum recebeu uma pintura da artista Manuela Leal Santos. A sessão incluiu ainda uma oração de sapiência proferida pelo escritor e jornalista Neto Gomes.

    Ao todo, participaram 60 confrarias de países como Portugal, Espanha, Itália e Bélgica. O evento culminou com um desfile até à Praça 1.º de Maio para a tradicional foto de família, seguido de um banquete na Quinta do Sobral.

  • Apoios aos pescadores de Monte Gordo

    Apoios aos pescadores de Monte Gordo

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António está a levar a construir novos armazéns de aprestos destinado à utilização pelos pescadores de Monte Gordo, em reforço do apoio à comunidade piscatória.

    A obra está orçamentada em cerca de 317 mil euros e a autarquia tem por finalidade apoiar uma atividade que considera «fundamental para a economia local», pois dela dependem muitas famílias, para além de «contribuir para a requalificação do espaço público».

    A empreitada foi adjudicada à empresa Tosca – Equipamentos em Madeira, Lda. como um projeto de conceção/construção e incluiu a edificação de 34 armazéns pré-fabricados em madeira, bem como a criação de um telheiro para uma zona de lavagem social.

    Os novos equipamentos foram instalados ao longo do paredão sul da Avenida Infante D. Henrique, a norte da Associação de Pesca Artesanal de Monte Gordo.

    Com esta intervenção, a autarquia diz-se a reforçar o seu «compromisso com o setor das pescas, criando melhores condições para os profissionais da área e promovendo a valorização do património marítimo local».

    A iniciativa visa também organizar o espaço público, proporcionando «mais segurança e funcionalidade para os pescadores que diariamente utilizam a zona para armazenar os seus equipamentos e preparar as suas atividades».

    A aposta na requalificação das infraestruturas de apoio à pesca «faz parte de um conjunto de medidas que a Câmara Municipal tem vindo a implementar para apoiar os pescadores e impulsionar a economia local, reconhecendo a importância deste setor para a identidade e sustentabilidade do concelho».

  • Volta ao Algarve em Bicicleta em VRSA

    Volta ao Algarve em Bicicleta em VRSA

    O terceiro dia da prova liga VRSA a Tavira, num total de 183,5 km, e conta com uma partida simbólica da Praça Marquês de Pombal, às 12h00. Os atletas seguem pela Avenida da República, junto ao Rio Guadiana, onde o público terá oportunidade de assistir à passagem dos ciclistas.

    O pelotão volta a Vila Real de Santo António, para a meta volante, por volta das 15h50, atravessando depois todo o concelho, entre as 15h50 e as 16h15.

    São cinco dias de competição contam com 175 corredores inscritos, em representação de 25 equipas internacionais. O pelotão de luxo inclui vencedores de grandes voltas, campeões olímpicos, mundiais e europeus, grandes especialistas internacionais em provas por etapas, sprinters, trepadores e contrarrelogistas de topo.

    Na lista de inscritos destacam-se nomes como João Almeida (UAE Team Emirates – XRG), Jonas Vingegaard e Wout van Aert (Team Visma | Lease a Bike), Primož Roglič, (Red Bull – BORA – hansgrohe), Biniam Girmay (Intermarché – Wanty), Geraint Thomas (INEOS Grenadiers), e três portugueses do pelotão internacional: Iuri Leitão (Caja Rural), Afonso Eulálio (Bahrain – Victorious) e Rui Costa (EF Education – EasyPost).

    Percursos e etapas da Volta ao Algarve

    • 19/02/2025 – 1.ª Etapa: Portimão – Lagos > 190 km
    • 20/02/2025 – 2.ª Etapa: Lagoa – Alto da Foia (Monchique) > 177,6 km
    • 21/02/2025 – 3.ª Etapa: Vila Real de Santo António – Tavira > 183,5 km
    • 22/02/2025 – 4.ª Etapa: Albufeira – Faro > 175,2 km
    • 23/02/2025 – 5.ª Etapa: Salir – Alto do Malhão (Loulé) > 19,6 km (Contrarrelógio Individual)
    ciclismo
  • Livro sobre José Afonso apresentado no núcleo AJA – VRSA

    Livro sobre José Afonso apresentado no núcleo AJA – VRSA

    A Associação José Afonso apresentou «Semeador de Palavras» no auditório da AKIVIDA, ao fim da trade de quinta-feira,onde foi também inaugurada aa Exposição Fotográfica «As Mulheres na Obra de José Afonso«, de Virginie Duhamel, artista franco-portuguesa.

    Esta exposição, onde cada música inspirou uma foto e uma perspetiva de contar e cantar a Mulher em José Afonso, estará patente na UTL até ao final do mês.

    A iniciativa foi promovida pela AJA-VRSA, no edifício da UTL que abriga o núcleo de Vila Real de Santo António dedicado ao cantor.

    Perante um auditório repleto, na UTL de Vila Real de Santo António, o núcleo local da Associação José Afonso apresentou uma obra, com a edição praticamente esgotada onde os organizadores Guadalupe Magalhães Portelinha e José Rodrigues fazem a análise da correspondência do doutor José Afonso, conhecido popularmente como Zeca Afonso.

    Pedro Rolim, começou a apresentação com agradecimentos à Associação José Afonso e à comunidade de estrangeiros presentes, que estão a aprender sobre a música e a biografia do cantor.

    Semeador de Palavras

    O livro está dividido em duas partes, uma focada no conteúdo, com 117 declarações de José Afonso, incluindo 99 entrevistas e 18 tomadas de posição, abrangendo 20 anos de sua vida (1967-1987).

    As entrevistas são vistas como fundamentais para entender o pensamento e a vida de José Afonso, corrigindo equívocos sobre suas opiniões e ações. O autor destaca a necessidade de um registro fiel de suas palavras e ideias.

    O trabalho envolveu várias pessoas e instituições, incluindo apoio financeiro da Direção-Geral das Artes e colaborações de amigos e jornalistas. O livro busca apresentar José Afonso como um homem comum, com suas inseguranças e contradições, além de seu papel como artista e ativista. Ele é descrito como alguém que lutou contra a opressão e a injustiça, tanto em sua vida pessoal quanto em sua obra.

    José Afonso é retratado como um defensor da liberdade e da igualdade, que usou sua música como uma ferramenta de mudança social. Ele expressou suas opiniões sobre a política e a cultura, mostrando uma evolução ao longo do tempo.

    O livro é considerado um serviço público, uma luta contra o esquecimento e uma forma de preservar a memória de José Afonso. A obra é vista como um testemunho do impacto duradouro de sua arte na cultura portuguesa e internacional.

    Apresentação de Semeador de Palavras - Exposição

    O livro «Semeador de Palavras« é um esforço significativo para documentar e preservar o legado de José Afonso, oferecendo uma visão autêntica de suas ideias e convicções. Através das entrevistas, José Afonso é apresentado não apenas como um ícone cultural, mas como um ser humano com vulnerabilidades, que enfrentou desafios e lutou por suas crenças.

    As reflexões de José Afonso sobre justiça social, liberdade e a importância da arte como meio de resistência permanecem relevantes, ressoando com as lutas atuais por direitos e igualdade.

    A Associação José Afonso, também em Vila Real de Santo António, está comprometida a continuar a divulgar sua vida e obra, reconhecendo a importância de sua mensagem e a necessidade de manter viva a sua memória.

    São estas as palavras finais de Guadalupe Portelinha, vice.presidente da AJA, perante o auditório vilarealense:

    Apresentação de Semeador de Palavras

    « A finalizar, peço desculpa por ser tão longo, dizer-lhe que há neste livro, semeador de palavras, vários momentos que nos desafiam, que criam perplexidade ou surpresa, porque a sua leitura nunca se torna monótona, antes carrega constantes mobilidades.

    Veja-se as suas leituras, Santo Agostinho, a poesia de São João da Cruz, a aproximação àquele Cristo dos que têm fome e sede de justiça, sendo ateu, confesso. E, pese embora algumas desarmonias e desafinações, a Coerência mantém-se firme no homem, na luta contra a injustiça social e na constante e ardente defesa da igualdade e da liberdade.

    É este o Zé que afirma, mesmo depois de morto, serei um homem de liberdade. Em suma, o homem, o cantor, que não sofre das canções, que não sofre das canções, canções, mas também com os seus depoimentos, escreveu o traseiro programa. Político, humanista e revolucionário. Serviu-se das palavras para dizer, escrever e cumprir.

    Pois foi um semeador de palavras. Dizia, semeio as palavras na música. Foi como um autêntico disseminador de palavras, com causas ideais dentro. E tentou sempre espalhar as sementes para que criassem raízes.

    Diz numa das suas canções, semear a palavra para romper e crescer como baleia. Prantei a semente da palavra, antes deixei-a matar o meu gado. Ensinei ao meu filho a labra e a colheita num terreno ao lado. A palavra rompeu, cresceu como baleia.

    E as suas palavras têm sido ouvidas, colhidas, guardadas como tesouros ou voltadas a semear. Não sei em Portugal, como em várias partes do mundo. Este livro guarda algumas dessas palavras, semente, mostras e apergoas.

    Nesta obra se lê grande parte da história da vida, de um homem grande. Sabemos que as histórias dos homens e mulheres grandes são sempre fantásticas, mas também tão reais que se tornam profundamente humanas.

    Diz-se que as últimas palavras de José Afonso foram, não posso parar. Também nós, pessoalmente, enquanto Associação, não podemos parar de divulgar a sua vida de cidadão exemplar e a sua obra que em início lhe pugnaram para o nosso futuro humano. Agradecemos a José Afonso por mais este legado. Muito obrigado».

    1. Opinião | A joia da coroa de Vila Real de Santo António

      Opinião | A joia da coroa de Vila Real de Santo António


      Tudo o que já deveria ter sido feito!

      Na realidade Vila Real de Santo António tem uma das joias por lapidar mais importantes do concelho, no sentido de se fazer um projecto verde, verdadeiramente estruturante para a economia e turismo local.

      A zona do pontão de Vila Real de Santo António necessita, com urgência, de uma intervenção de qualidade ambiental que faça, definitivamente, a requalificação daquela zona da cidade de Vila Real de Santo António e seja um polo atrativo para visitantes e locais, com a manutenção da qualidade ambiental e características únicas daquela zona esquecida de Vila Real de Santo Antonio.

      A entrada necessita desde já um projecto interpretativo de Santo António de Arenilha. a aldeia piscatória que tinha igreja e casas onde se alojavam os pescadores e primeiros habitantes de Vila Real de Santo Antonio, verdadeiro embrião da nossa cidade, e como forma de perseverar a nossa identidade e a origem dos nossos antepassados.

      Relembrar que o sino da igreja de Santo António de Arenilha, encontra-se no museu do Castelo de Castro Marim.

      O pontão necessita urgentemente de obras de pavimentação e de implantação de condições de segurança, sinalização e adequação do espaço, para que haja uma circulação segura e para que não voltem a acontecer acidentes como o que tivemos recentemente com Carla Leal.

      A implementação de energias alternativas, numa zona bastante ensolarada, convida necessariamente o municipio a instalar uma rede de iluminação pública inovadora, completamente autónoma da EDP, sem os custos associados a ramais e a consumos de energia, desnecessários e bastantes onerosos, sabendo que existem verbas do fundo ambiental e do PRR.

      A pavimentação adequada, com alcatrão permeável ambiental, da estrada que leva até ao Caramelo com uma ciclovia, em TOPMIX PERMEABLE, nome dado a este revolucionário material que promete uma gestão eficiente de águas pluviais, gestão ambiental, custos reduzidos e facilidade na sua aplicação.

      Como a instalação de uma estrutura em madeira que permita, em toda a longitude da via, o estacionamento em espinha, o qual dará lugar ao quádruplo dos carros que estacionam atualmente no local.

      A requalificação dos passadiços de acesso à praia assim como a ligação dos mesmos ao passadiço de monte gordo como forma de aliviar a massificação da praia de monte gordo.

      Um dos grandes problemas atuais de Monte Gordo é a massificação desordenada do afluxo turístico entre julho e setembro, criando grandes constrangimentos da atividade que devia ser prazenteira e tornar-se, em muitos casos, um inferno estival, gerando muitas críticas e a desvalorização da oferta, quando, na realidade, deveríamos avançar para a certificação de Monte Gordo como um dos melhores destinos turísticos do Mundo.

      É necessária A criação de dezenas de marcos de incêndio, na longitude da praia de Santo Antonio até Monte Gordo, com furos a utilizar, água do subsolo como forma de precaução para futuros incêndios deveras previsíveis atendendo à galopante alteração climática.

      Também a instalação de pequenas bombas de rega com relógios, movidas a energia solar, como forma de arborizar a zona entre o pinhal e a estrada de acesso à praia, criando comodas zonas de lazer e de descanso para peões e atletas.

      Vila Real de Santo António necessita urgentemente desta intervenção. Lembramos que muitos visitantes preferem a cidade para passar ferias, ao invés de zonas turísticas descaraterizadas;preferem uma cidade com o centro comercial a céu aberto dinâmico e atraente, com comércio de qualidade com serviços com alma, com rio, com Espanha e com todo o levante incluindo os concelhos vizinhos de Alcoutim e Castro Marim, que com o nosso concelho também têm motivos vários de atracção cultural.

      Nota: Luis Camarada membro do Conselho Estratégico Municipal, tendo dado esta solução de investimento em várias reuniões do Conselho.

    2. Opinião | O estacionamento no centro da cidade

      Opinião | O estacionamento no centro da cidade

      O estacionamento pago em Vila Real de Santo António é uma praga que prejudica o comércio na cidade Pombalina, afirma o comerciante e hoteleiro Luís Camarada.

      O estacionamento na cidade de Vila Real de Santo António foi já declarado como uma inutilidade por parte das autoridades municipais, mas a empresa concessionária apresentou uma providência cautelar que contesta a opinião do município.

      São conhecidos os meandros com que se regem os processos jurídicos e os tempos lentos para que os mesmos se concluam, em decisões concretas.

      Publicamos o texto do Facebook partilhado em VRSA + Espetacular:

      O estacionamento pago em Vila Real de Santo António tornou-se um dos maiores obstáculos para o comércio local. Numa cidade histórica e turística, onde o comércio de proximidade é vital para a economia, a imposição de taxas elevadas para estacionar tem afastado clientes, prejudicado os negócios e descaracterizado a experiência de quem visita ou vive na cidade.

      Impacto no Comércio Local
      Os comerciantes de Vila Real de Santo António têm sentido na pele os efeitos negativos desta medida. Muitos clientes evitam deslocar-se ao centro para fazer compras ou frequentar cafés e restaurantes devido aos custos do estacionamento. Em contrapartida, preferem dirigir-se a grandes superfícies comerciais nas redondezas, onde o estacionamento é gratuito e conveniente.

      A consequência direta é a quebra de receitas para os pequenos negócios, muitos dos quais já enfrentam dificuldades devido à sazonalidade turística e à concorrência das compras online. Para agravar a situação, o estacionamento pago também desmotiva a permanência prolongada dos visitantes, que acabam por limitar o tempo passado na cidade para evitar custos adicionais.

      Menos Visitantes, Mais Comércio Fechado
      Além dos clientes locais, os turistas, essenciais para a economia da cidade, também são afetados. Muitos chegam a Vila Real de Santo António de carro e, ao depararem-se com a falta de opções acessíveis de estacionamento, optam por visitar outras localidades da região, como Monte Gordo ou Ayamonte, onde a experiência é mais cómoda.

      O resultado? Um centro histórico menos movimentado, lojas fechadas e uma cidade que perde progressivamente a sua vitalidade comercial.

      Alternativas para uma Solução Justa
      Embora a gestão do estacionamento seja necessária para evitar congestionamentos e garantir a rotatividade de veículos, há soluções mais equilibradas que podem beneficiar tanto o comércio como os automobilistas. Algumas alternativas viáveis incluem:

      • Primeiros 30 a 60 minutos gratuitos: Permitiria que os clientes fizessem compras rápidas sem o peso adicional de taxas.
      • Tarifas reduzidas para residentes e comerciantes: Uma medida que beneficiaria quem vive e trabalha na cidade.
      • Zonas de estacionamento gratuito em áreas próximas do centro: Com transportes de ligação eficientes para facilitar o acesso ao comércio.
      • Revisão dos horários de pagamento: Reduzir ou eliminar a cobrança em horários de menor movimento, como ao final do dia e fins de semana.
      • Conclusão
      • O estacionamento pago em Vila Real de Santo António, tal como está implementado, representa uma ameaça ao comércio tradicional e à vida económica da cidade. Medidas alternativas poderiam garantir um equilíbrio entre a necessidade de gestão do espaço urbano e a preservação do comércio local.
      • Se esta situação continuar inalterada, corremos o risco de transformar uma cidade vibrante e histórica num local fantasma, onde o comércio de rua se torna apenas uma memória do passado. Está na hora de repensar esta estratégia antes que seja tarde demais.

      Luis Camarada

    3. Arrow autorizada a comprar  Monterrey

      Arrow autorizada a comprar Monterrey

      A empresa luxemburguesa ACO II, parte do grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a intenção de comprar o resort turístico Monte Rei Golf & Country Club, no Algarve.

      A AdC não se opôs ao negócio, afirmando que a operação não cria entraves significativos à concorrência no mercado nacional.

      O valor da transação ainda não é conhecido. A ACO II faz parte do Grupo Arrow, que integra o Grupo TDR. O Grupo Arrow atua em Portugal na gestão de créditos vencidos, investimentos imobiliários, exploração de empreendimentos turísticos e campos de golfe, e produção de pavimentos cerâmicos.

      O Grupo TDR também está presente em Portugal, explorando plataformas de veículos usados e atuando nos setores da educação e formação.

      A operação de concentração consiste na aquisição, pela ACO II, do controlo exclusivo sobre as empresas e ativos que compõem o Monte Rei Golf & Country Club.

      A aquisição faz parte da estratégia da Arrow de expandir o seu portefólio de ativos imobiliários de luxo em Portugal, visando o crescimento no setor turístico e imobiliário de alto padrão. Reconhece o potencial do mercado português e procura consolidar a sua presença através de investimentos em propriedades de prestígio.

    4. Arte Contemporânea na Eurocidade do Guadiana

      Arte Contemporânea na Eurocidade do Guadiana

      A Feira Transfronteiriça de Arte Contemporânea realiza-se de 6 a 9 de fevereiro na Eurocidade do Guadiana e reunirá artistas espanhóis e portugueses num evento que contará também com duas exposições paral em Vila Real de Santo António e Ayamonte.

      Vão ser expostas obras de reconhecidos autores como Picasso, Joséallero Ag Ruiz de la Prada ou Ceesepe, bem como alguns dos mais reconhecidos fotógrafos da viragem do século na Espanha.

      A Feira, uma iniciativa da Fundação Olontia, terá ainda concerto, conferências, recitais de poesia apresentações de livros e culturais.

      Catorze artistas contemporâneos terão durante dias as suas obras expostas ostas na Casa do Sal de Castro Marim:

      João Pedro Viegas, Julia Labrador, Greshan, Filipe de Palma, Filipe Farinha, Pedro Noel da Luz e Pedro Alves da Veiga como representação portuguesa.

      Pela parte espanhola estarão Juan Galán, Noelia Mel, Pedro Rodríguez, Juana Manuel González Flores, Pilar Lozano Iglesias e Ángel García Roldán.

      Estes artistas apresentam propostas pictóricas, fotográficas e de video arte.

      «Passeio pelo amor e a morte» (Arquivo Histórico, VRSA) é uma exposição fruto da colaboração entre o presidente Fundação Olontia, Pablo Sycet, reconhecido artista multidisciplinar, e o escritor Juan Cobos Wilkins.

      Na exposição poderão ser vistas obras de Pablo Picasso, José Caballero, Elmyr d’Hory, Lita Mora Alejandro Gorafe, Quico Rivas, Carlos Alcolea, Ciro Marra, Ceesepe, Miluca Sanz, Agredano, Agatha Ruiz de la e José Guadalupe Posada, entre outros.

      A exposição “Rostos e máscaras” (Casa Grande, Ayamonte) apresenta um percurso visual pela transformação da identidade na Espanha desde meados dos anos 70 até a atualidade.

      Através de fotografias de artistas como César Lucas e Nacho Canut, a mostra explora a evolução dos costumes e a expressão individual em um contexto sociopolítico mutante. Com imagens que abrangem desde1977, ano da primeira manifestação pelas liberdades.


    5. Célia Segura com «O melhor de mim» em Vila Real  Santo António

      Célia Segura com «O melhor de mim» em Vila Real Santo António

      A Biblioteca Municipal Vicente Campinas recebeu, ontem à tarde, 1 de Fevereiro, a apresentação do livro de poesia O Melhor de Mim, da autora Célia Segura. A sessão contou com a presença da professora Conceição Pires, responsável pelo prefácio da obra, e com diversos momentos artísticos que enriqueceram o evento, entre música, dança e leituras de poemas.

      Na abertura a cantora Nádia Catarro, acompanhada por Luís Horta, que interpretou No Teu Poema, de José Luís Tinoco, num momento que trouxe emoção à plateia. Seguiu-se uma apresentação de dança, executada antes da leitura dos poemas de Célia Segura, feita por vários amigos da escritora.

      Uma obra que esperou pelo momento certo

      Célia Segura revelou que O Melhor de Mim esteve guardado durante cerca de um ano e meio antes de ser publicado, explicando que a prioridade foi dedicar-se à causa «Vamos Ajudar o Rafael», um projeto de apoio a um menino com paralisia cerebral.

      «Havia alguém que necessitava mais de mim. A Guida sabia que o livro iria sair, era só uma questão de tempo. Mas o Rafael, que não está aqui hoje – está apenas a mãe e a irmã, a Laura –, teve prioridade. Ele precisava mais de mim naquele momento», explicou a autora, visivelmente emocionada.

      Segundo Célia Segura, a escrita é uma extensão da sua vivência e das suas relações pessoais. «Há muitos poemas neste livro que retratam toda uma parte da minha vida, da nossa vida. São situações que já passaram, mas que fazem parte da nossa história. É um registo que fica, são sentimentos que permanecem.»

      A autora admitiu que não escreve sobre tudo, mas apenas sobre aquilo que a toca profundamente. «Não consigo escrever sobre a natureza, não me diz nada. Mas sou capaz de escrever sobre o João, sobre a Leninha, sobre o meu pai que já não está fisicamente comigo, e sobre o Rafael, que muito me diz.»

      Célia também revelou que já está a trabalhar num segundo livro. «Vai sair proximamente, e já não vai levar muito tempo.»

      Poesia como partilha e conexão

      Entre os participantes no evento, o Dr. Fernando Horta, em reprsentação da Cultura da câmara municipal de Vila Real de Santo António, destacou a universalidade dos sentimentos expressos na obra de Célia Segura.

      «Há um poema muito especial que me tocou profundamente, pois fala do pai da autora. E, de certa forma, todos nós nos conseguimos rever um pouco nestas palavras, porque refletem experiências que fazem parte da vida de qualquer pessoa.»

      Sublinhou ainda a forma como Célia encara a escrita como um ato de partilha. «A Célia sente-se bem fazendo aquilo que faz, e gosta de partilhar porque isso lhe faz bem – não numa condição egoísta, mas numa generosa partilha. E isso, ao fim e ao cabo, é também cuidar. Cuidar dos outros.»

      Por sua vez, a professora Conceição Pires reforçou a importância da poesia na construção da identidade cultural e emocional de uma comunidade. «Este livro é um reflexo do que a Célia é: intensa, apaixonada e sempre disponível para dar o melhor de si aos outros.»

      A dança como expressão das emoções

      Um dos momentos marcantes do evento foi a reflexão sobre o papel da dança como forma de expressão emocional. Guida Montes, destacou a importância da arte na canalização de sentimentos e na promoção do bem-estar.

      «A arte é uma forma de nos expressarmos sem palavras. A dança permite-nos transformar emoções em movimento, tornando-as mais compreensíveis. Nos dias de hoje, as pessoas fogem das suas emoções, mas a arte permite-nos enfrentá-las.»

      A também o professor Lino Nunes acrescentou que a dança tem benefícios que vão além da expressão artística. «A dança é uma forma de terapia. A nível físico, melhora a condição cardiovascular, fortalece músculos e articulações e ajuda na prevenção da osteoporose. Mas o impacto emocional é igualmente relevante: reduz o stress, melhora a autoestima e ajuda a canalizar emoções reprimidas.»

      Uma celebração da arte e da partilha

      A apresentação de O Melhor de Mim não foi apenas um evento literário, mas uma celebração da arte e da generosidade, valores que marcam o percurso de Célia Segura. Entre poesia, música e dança, a sessão evidenciou a forma como a autora transforma as suas vivências em palavras, criando uma ligação direta com os leitores.

      Ao encerrar o evento, Célia deixou uma mensagem de gratidão e de compromisso com a sua escrita: «Tudo o que faço, tento fazer da melhor forma possível. Pode ser que nem sempre consiga, mas tento. Tento dar sempre o melhor de mim.»

      Com um novo livro já a caminho, a autora promete continuar a emocionar o público com a sua poesia, sempre fiel ao lema que dá título à sua obra.

      Nádia Catarro

      Nádia Cattarro

    6. Lídia Jorge refletiu sobre a Literatura e o Tempo em  Vila Real de Santo António

      Lídia Jorge refletiu sobre a Literatura e o Tempo em Vila Real de Santo António

      A escritora Lídia Jorge esteve presente na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, num encontro promovido pelo Clube de Leitura, onde refletiu sobre o papel da literatura na sociedade, a importância da memória e os desafios do presente.

      A sessão contou com a presença de leitores e admiradores da sua obra, que partilharam as suas impressões sobre os livros da autora, com especial destaque para o mais recente romance, Misericórdia.

      A Literatura como Espelho da Transformação Social

      Durante a conversa, Lídia Jorge definiu-se como cronista do seu tempo, abordando a forma como a sua escrita tem documentado a evolução da sociedade portuguesa nas últimas décadas. Desde o impacto da Revolução de Abril, retratado em O Dia dos Prodígios, à transição do mundo rural para o turismo no Algarve, tema central em O Cais das Merendas, a autora enfatizou que a literatura tem um papel fundamental na compreensão da identidade e na valorização da memória coletiva.

      «A minha escrita nasce da necessidade de dar voz ao que desaparece e de capturar o que muitas vezes passa despercebido”, afirmou, referindo-se à forma como retrata as mudanças socioculturais no país. Para Lídia Jorge, o sul de Portugal é um microcosmo das grandes transformações mundiais, refletindo não apenas a globalização, mas também as tensões entre modernidade e tradição».

      “Misericórdia”: Um Olhar sobre a Velhice e a Resistência

      O destaque da sessão foi a discussão sobre Misericórdia, romance que aborda o envelhecimento, os lares de idosos e a relação entre cuidadores e residentes. Inspirada em experiências pessoais, a obra retrata a luta de Dona Alberti, uma idosa que resiste à perda de autonomia e à dissolução da sua identidade num lar.

      Lídia Jorge sublinhou que este livro tem sido recebido com uma forte carga emocional pelos leitores, muitos dos quais se identificam com a realidade das personagens. «Este não é um livro sobre decadência, mas sim sobre resistência e o fulgor da vida», disse. A autora destacou a importância do afeto, das relações humanas e da memória na construção do sentido de vida, mesmo em contextos de vulnerabilidade.

      Outro tema relevante foi o papel dos imigrantes nos lares de idosos, uma realidade crescente em Portugal. A escritora observou que o encontro entre idosos e cuidadores estrangeiros, muitas vezes oriundos de contextos precários, gera novas dinâmicas sociais e afetivas, nem sempre isentas de tensões, mas também de solidariedade.

      O Algarve e a Perda da Identidade Cultural

      A sessão trouxe ainda à tona questões ligadas à identidade algarvia, especialmente a partir do livro O Cais das Merendas. Lídia Jorge refletiu sobre a forma como o Algarve se tornou uma região dominada pelo turismo, muitas vezes sem que a população local colha os benefícios desse crescimento. A autora partilhou episódios que ilustram a forma como, ao longo dos anos, a cultura local tem sido marginalizada em prol da adaptação às exigências do turismo de massas.

      «O Algarve foi colonizado economicamente, e muitas vezes, a sua população aceitou essa transformação sem resistência», afirmou. Para Lídia Jorge, a literatura pode ser uma ferramenta para refletir sobre essas mudanças e para preservar a identidade e a memória das comunidades.

      A Literatura como Ato de Resistência

      No encerramento do encontro, a escritora reforçou a importância da literatura como um espaço de resistência, capaz de questionar o presente e projetar o futuro. Referiu-se ao ato de escrever como uma forma de transformar a dor e as experiências em arte, tocando os leitores de forma profunda.

      A sessão terminou com um diálogo entre Lídia Jorge e os participantes, que partilharam as suas experiências de leitura e o impacto das suas obras nas suas vidas. No final, a escritora agradeceu a receção calorosa e elogiou a dedicação do Clube de Leitura e da Biblioteca Municipal Vicente Campinas na promoção do gosto pelos livros e pela cultura.

      Com esta sessão, Lídia Jorge reforçou o seu papel como uma das vozes mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea, deixando aos leitores de Vila Real de Santo António uma reflexão sobre a memória, a identidade e o tempo.

      Vereador Fernando Horta apelou à Valorização do Algarve e da Cultura

      A sessão foi inicialmente presidida pelo presididente da câmara municipal Álvaro Araújo que, depois de apresentar os cumprimentos de boas vindas e agradecimento à escritora, se ausentou por outros compriomissos, tendo ficado em sua representação o vereador Fernando Horta.

      Este destacou a importância da cultura, da identidade algarvia e da necessidade urgente de valorizar o património da região. Inspirando-se numa célebre citação do poeta espanhol Federico García Lorca, que afirmava que se tivesse fome preferiria meio pão e um livro, o vereador sublinhou que a literatura é essencial para alimentar o espírito e fortalecer a identidade coletiva.

      «Entrei aqui com os meus simpáticos e responsivos 100 quilos e saio pelo menos com 200. E garanto que não comi nenhum pão», afirmou, numa intervenção marcada pelo tom bem-humorado, mas também pelo compromisso com a valorização do Algarve.

      O Papel da Biblioteca e a Luta da Escritora Lídia Jorge

      Antes de abordar o tema central da sua intervenção, Fernando Horta fez questão de agradecer à equipa da Biblioteca Municipal, destacando o trabalho que considerou meritório de dinamização da cultura e de envolvimento da comunidade em diversas atividades.

      Dirigindo-se a Lídia Jorge, enalteceu a sua relevância na literatura nacional e internacional, mas também a sua força em três dimensões que, segundo o vereador, representam desafios em Portugal: ser escritora, ser mulher e ser algarvia. «Nenhuma dessas condições é fácil, e a Lídia Jorge personifica todas elas com coragem e talento», afirmou.

      A Urgência de Reivindicar o Algarve

      O ponto alto da intervenção de Fernando Horta foi a sua reflexão sobre o Algarve e a sua identidade, um tema que também perpassou as discussões ao longo da sessão com a escritora. O vereador criticou a subalternização da região, alertando para o risco de se continuar a permitir que o Algarve seja apenas um destino turístico e não um território valorizado pela sua cultura, história e economia.

      «O Algarve é subliminizado, e isso acontece porque nós deixamos que aconteça», afirmou, defendendo a necessidade de inverter essa realidade através de um esforço coletivo. «Temos que reverter, sistematizar e operacionalizar esta mudança no terreno, envolvendo toda a comunidade», apelou.

      O vereador sublinhou ainda que a história de Portugal continua a ser contada a partir de Lisboa, ignorando muitas vezes a riqueza e especificidade do Algarve. Para mudar essa realidade, afirmou que é necessário unir esforços e iniciar de imediato um trabalho conjunto para fortalecer a presença e a voz da região no panorama nacional.

      A sua intervenção terminou com um compromisso firme: «Estamos juntos e vamos começar a trabalhar a partir de hoje.»

      Diretora do Jornal do Algarve Destaca a Colaboração de Lídia Jorge e a Urgência da Defesa da Comunicação Social na Região


      No Encontro com Lídia Jorge, realizado na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, a diretora do Jornal do Algarve, Luísa Travassos, destacou a importância da recente colaboração da escritora com o jornal e sublinhou a necessidade urgente de defender a comunicação social na região.

      Lídia Jorge começou há duas semanas a publicar crónicas no Jornal do Algarve, tendo iniciado a sua participação com o artigo «Está aí alguém?», um apelo à união da comunidade cultural, empresarial e política em torno da preservação da comunicação social no Algarve.

      «É uma pedrada no charco», afirmou Luísa Travassos, salientando que o texto da escritora gerou uma forte reação, com muitas pessoas a questionarem sobre o futuro do jornal. «O Jornal do Algarve não vai acabar. Estamos todos a dar as mãos para fortalecer a comunicação social e mudar consciências e práticas», garantiu.

      A Solidão do Algarve na Defesa dos Seus Meios de Comunicação

      A diretora do jornal lamentou que, ao contrário do que acontece no Norte do país, onde empresários e comunidades locais se unem para salvar os seus jornais, no Algarve a situação seja diferente. «Aqui, está toda a gente de costas voltadas», alertou, frisando que a falta de apoio coloca em risco a sobrevivência da imprensa regional.

      Nesse sentido, destacou o contributo de Lídia Jorge como uma oportunidade para promover uma reflexão coletiva sobre o futuro do Algarve e da sua comunicação social. «A sua participação pode ser o ponto de partida para um debate mais profundo, para que as pessoas responsáveis nesta região comecem a pensar para onde vamos, que caminho queremos seguir, que futuro queremos para o Algarve», sublinhou.

      A Importância do Jornalismo e do Papel na Era Digital

      Luísa Travassos aproveitou a ocasião para reforçar a importância do jornalismo tradicional e a necessidade de preservar o formato em papel, mesmo num contexto de crescente digitalização da comunicação. «O papel tem um valor insubstituível. Não é a mesma coisa ler um livro num iPad ou num ecrã do que folhear um livro, voltar atrás, sentir o cheiro do papel, acompanhar as letras», afirmou.

      A diretora defendeu ainda que o jornal impresso tem um papel fundamental na circulação da informação dentro da comunidade, alcançando vários leitores numa única casa e promovendo o debate entre diferentes gerações.

      «Quando um jornal chega à casa de uma pessoa, não é lido só por um, mas por vários. Na biblioteca, nos cafés, em qualquer espaço público, os jornais passam de mão em mão e cumprem um papel essencial na difusão da informação e na defesa da democracia», explicou.

      O Perigo das Fake News e o Papel do Jornalismo na Democracia

      Na sua intervenção, Luísa Travassos também alertou para os riscos do crescimento das notícias falsas e do populismo, reforçando a necessidade de um jornalismo responsável, baseado na verificação dos factos. «Hoje, qualquer pessoa pode escrever no Facebook ou no Instagram sem qualquer escrutínio, mas isso não é jornalismo. Os jornais regionais são fundamentais para garantir informação credível e transparente», defendeu.

      Agradecimento a Lídia Jorge e Um Apelo à Ação

      Encerrando a sua participação, a diretora do Jornal do Algarve agradeceu publicamente a Lídia Jorge pela iniciativa de colaborar com o jornal e pela sua dedicação à defesa da cultura e da identidade algarvia. «Temos que aproveitar esta personalidade que é tão importante para a nossa região. Lídia Jorge é capaz de mover montanhas e fazer com que muitas pessoas comecem a agir», afirmou.

      Para Luísa Travassos, o artigo escrito por Lídia Jorge «Está aí alguém?» foi um primeiro passo para um debate essencial sobre o futuro do Algarve e da comunicação social na região. «Temos que começar a discutir e a agir. O Jornal do Algarve está à disposição para que isso aconteça», concluiu.

      jestevãocruz/NewsRoom

    7. Ordenamento do Território na Eurocidade do Guadiana

      Ordenamento do Território na Eurocidade do Guadiana

      A Eurocidade do Guadiana está a liderar um projeto piloto na UE de un plano conjunto de ordenamento do território em âmbito transfronteiriço, financiado pela União Europeia.

      Esta ação piloto decorre através da Direção-Geral da Política Regional e Urbana, da Associação de Regiões Fronteiriças da Europa e da Mission Opérationale Transfrontàlier.

      Trata-se de um instrumento de planeamento territorial que abrange os municípios de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António, sendo uma ação piloto, pioneira na União Europeia.

      Vem no seguimento do realizado no Observatório Transfronteiriço do Guadiana e através de um grupo de trabalho intermunicipal, onde foi apresentada a proposta às ações Resilient Borders, coordenadas pela Associação de Regiões Fronteiriças da Europa (ARFE) e pela Mission Opérationale Transfrontàlier (MOT).

      Podas

      Uma vez aprovado o projeto, a Eurocidade do Guadiana vai já elaborar um documento para articular o previsto nos planos de ordenamento urbanístico e territorial que afetam a os três municipios.

      Deve também apresentar as opções necessárias para que os três municípios possam crescer «tendo complementariedade e as suas necessidades em prol de um crescimento harmonizado e sustentavel».

      A Eurocidade do Guadiana consolida-se, desta forma como um «referente em matéria de cooperação transfronteiriça a nível europeu. Com uma visão partilhada de desenvolvimento e uma longa trajetória de trabalho conjunto, esta região demonstrou os benefícios de uma gestão coordenada do território».

      A Eurocidade do Guadiana foi pioneira na elaboração de uma das primeiras agendas urbanas transfronteiriças da União Europeia.

      Este ambicioso projeto, juntamente com planos de gestão conjuntos em áreas-chave como o turismo e o património, são as bases para uma cooperação mais estreita e eficaz.

      Complexo Desportivo

      O ordenamento do espaço transfronteiriço permite à Eurocidade do Guadiana criar um território coerente e coeso, onde as autoridades competentes coordenam ações de forma conjunta.

      Esta sinergia deve facilitar a construção de infraestruturas necessárias, a criação de espaços públicos partilhados e a resposta coordenada a desafios comuns como as alterações climáticas ou a gestão de recursos naturais.

      Os benefícios desta cooperação afiguram-se múltiplos e traduzem-se numa melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, num maior desenvolvimento económico e numa maior competitividade das empresas do território. Ao trabalharem de forma conjunta, os municípios da Eurocidade do Guadiana conseguirão otimizar recursos, potenciar as suas fortalezas e fazer face aos seus desafios de forma mais eficaz.

      Crias de flamingos
    8. Ampliação do cemitério de Cacela Velha

      Ampliação do cemitério de Cacela Velha

      A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António deu início à empreitada de ampliação do Cemitério Paroquial de Cacela Velha, a qual contempla a construção de 72 jazigos e 48 ossários.

      O projeto é tido como de carácter fundamental para a localidade e, para tanto foi preparado um investimento na ordem dos 103 mil euros, acrescido de IVA.

      A execução da obra está a cargo da empresa BeiraCruz, Lda. e a autarquia justifica-a pelo facto de o cemitério estar próximo da sua capacidade máxima, assegurando resposta às necessidades da freguesia.

      O prazo de execução é de 120 dias, calculando-se que a intervenção possa estar concluída até ao final do primeiro trimestre de 2025.

      A nova área será integrada na estrutura já existente, permitindo «uma ligação harmoniosa entre as infraestruturas».

      A autarquia considera que esta ampliação reflete um dos compromissos assumidos pelo executivo municipal para a freguesia de Vila Nova de Cacela e foi planeada de forma a respeitar o enquadramento histórico e paisagístico de Cacela Velha.

    9. Ténis de VRSA campeão regional

      Ténis de VRSA campeão regional

      O Clube Ténis de Vila Real de Santo António é o novo Campeão Regional por Equipas Sub-12 Misto.

      A equipa formada por Alisa Afanasieva, Nicolle Nezi Tammerijn, Afonso Sota, Duarte Costa, Diogo Parra, Mafalda Palma, James Wohlsen, Belen Mora Gonzalez, Irene Gomes, Luís Moreno e Manuel Sanchez sagraram-se campeões regionais na cidade de Portimão.

      Na semana passada, o Clube de Ténis de Vila Real de Santo António, já tinha sido campeão nos escalões Sub-14 (Femininos) e Sub-18 (Masculinos) e Vice-campeão em Sub-14 (Masculinos).

      Com Arenilha TV©️2025

    10. Centro Intermunicipal de Protecção Civil

      Centro Intermunicipal de Protecção Civil

      O aniversário dos Bombeiros foi celebrado com inauguração do Centro Intermunicipal de Proteção Civil e assinatura de Plano Estratégico com mais de 400 mil euros de investimento.

      Castro Marim e Vila Real de Santo António terminaram no sábado, dia 18 de janeiro, as celebrações com uma formatura e uma sessão solene que decorreu no quartel.

      A sessão solene contou com várias homenagens, condecorações, promoções e juramentos de bombeiros, além da assinatura do Plano Estratégico de Cooperação entre o Município de Castro Marim e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castro Marim e Vila Real de Santo António, que representa um investimento de mais de 400 mil euros.

      Por outro lado, este plano dá ainda a possibilidade de uma candidatura através da Comunidade Intermunicipal de Algarve para a aquisição de novas viaturas, com um investimento do Município de Castro Marim que pode ir até aos 375 mil euros até 2029.

      No mesmo dia foi inaugurado o Centro Intermunicipal de Proteção Civil, localizado no quartel dos bombeiros, que vai servir os dois concelhos do sotavento algarvio e melhorar a qualidade de toda a operacionalização e que vai permitir às populações de Castro Marim e de Vila Real de Santo António dispor de uma linha telefónica para comunicação de ocorrências durante 24 horas, todos os dias.

      Esta ideia poderá ainda ser uma ação a replicar no resto do país e traduz-se numa economia de custos para a gestão pública, com um melhor serviço ao cidadão.

      Para além de agora honrar e imortalizar os nomes dos concelhos de Castro Marim e de Vila Real de Santo António nas novas insígnias, o Município tem a convicção da importância da decisão estratégica do aproveitamento de sinergias e a valorização de um projeto conjunto, com uma corporação única e com um reforço significativo dos apoios públicos.

      A Câmara Municipal de Castro Marim assume que o melhor caminho para todos é o reforço e a criação de uma instituição única, que sirva a globalidade do território.

      «É um marco honrosamente imortalizado nas novas insígnias e passa a ser um exemplo da importância da valorização de serviços e recursos partilhados, num período onde se começa a discutir também a carreira do bombeiro», salienta a vice-presidente do Município de Castro Marim, Filomena Sintra.

      Nos últimos cinco anos, o Município de Castro Marim aumentou em seis vezes os apoios financeiros aos bombeiros, tendo agora o compromisso de suportar mais de 40% dos custos da estrutura e acrescentou mais de 400% no apoio.

      Para o futuro está prevista a entrega de novos equipamentos de proteção individual, um novo serviço de transporte de doentes não urgentes, um melhor serviço à população com a nova central de atendimento e ações de prevenção e sensibilização para a Proteção Civil.

      As celebrações deste aniversário iniciaram-se a 13 de janeiro e contaram ainda com um exercício de desencarceramento que decorreu no parque de estacionamento da Zona Envolvente à Casa do Sal, hastear das bandeiras, quartel aberto com atividades à população, uma Mostra Filatélica no Mercado Local de Castro Marim e ainda um desfile motorizado pelos dois concelhos.

      bombeiros
    11. Posto de turismo volta a Monte Gordo

      Posto de turismo volta a Monte Gordo

      A câmara municipal de Vila Real de Santo António anunciou a próxima reabertura de um novo posto de turismo, na praia de Monte Gordo.

      O equipamento será localizado na Avenida Infante Dom Henrique, sendo considerado pela autarquia como «essencial para prestar informações e apoio aos muitos visitantes nacionais e estrangeiros que escolhem Monte Gordo como destino de férias».

      Há, naquela localidade turística internacional uma lacuna, desde o encerramento do antigo posto de turismo, desativado durante as obras de requalificação da Marginal e Passadiço da praia de Monte Gordo.

      O investimento fica na estratégia de reforo da oferta de serviços turísticos no concelho, tal como a inauguração do Posto de Turismo de Vila Real de Santo António, que abriu ao público no Dia da Cidade, a 13 de maio de 2024.

      A autarquia afirma que o futuro equipamento de Monte Gordo contará com um «design moderno e funcional, perfeitamente integrado no ambiente da marginal e da praia, e será equipado com mobiliário atual, proporcionando um serviço eficiente e de qualidade».

      Com um investimento total de 123.872,47 euros (IVA incluído), o Posto de Turismo de Monte Gordo destaca-se como um ponto estratégico e tem em atenção que o município de Vila Real de Santo António foi o 11.º do país com mais dormidas em 2023 e o sexto na região do Algarve, somando mais de um milhão de pernoitas nesse ano.

      O antigo Posto de Turismo de Monte Gordo, estava localizado na Avenida Marginal. Foi encerrado em 2017 devido às obras do Programa Polis, que visavam a requalificação da frente de mar da localidade. Este encerramento deixou um vazio no suporte turístico da área, especialmente relevante considerando que Monte Gordo é uma das principais estâncias balneares do Algarve​.

      O espaço desempenhou anteriormente um papel importante como ponto de informação turística, atendendo tanto visitantes nacionais quanto internacionais, e promovendo atividades e locais de interesse na região​.

    12. Cerca de 500 mil euros para os Bombeiros VRSA/CM

      Cerca de 500 mil euros para os Bombeiros VRSA/CM

      O município de Vila Real de Santo António estabeleceu, com a Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, um protocolo para assegurar a cooperação operacional, logística e financeira, no âmbito da atividade de Proteção Civil.

      A medida representa uma atribuição financeira de 472 mil euros e destina-se a fazer face à missão da corporação durante o ano de 2025.

      Por outro lado, o protocolo dá continuidade ao compromisso já estabelecido, em 2023, entre o Município de Vila Real de Santo António e a Associação de Bombeiros.

      Com este protocolo, o município de Vila Real de Santo António reafirma o seu compromisso com a segurança da comunidade, assegurando os recursos necessários para uma resposta eficaz às emergências e à atividade de proteção e socorro.

    13. Debate sobre educação na BM Vicente Campinas

      Debate sobre educação na BM Vicente Campinas

      Foi ontem, 16 de Janeiro, iniciado um ciclo de debates bimensais na Biblioteca Municipal Vicente Campinas. Têm natureza aberta e inscrição de oradores, e são destinados ao aprofundamento da opinião pública vila-realense sobre diversas temáticas da vida em sociedade.

      O debate inicial teve como tema principal a educação e o ensino, subordinados ao lema «O Presente e o Futuro da Educação» .

      Contou, no painel principal, com a participação de Assunção Constantino, que encerrou e Mariana Rego, que o abriu, ambas em representação da Biblioteca Municipal.

      Presentes no painel estiveram ainda os diretores dos agrupamentos escolares do concelho, Rui Marques e Eduardo Cunha, o diretor da Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, Luís Romão e o orador principal Vitor Junqueira, diretor de departamento no Município.

      Assunção Constantino encerrou o debate onde foram abordados vários desafios na educação, incluindo a falta de envolvimento dos pais, políticas educativas inconsistentes devido a mudanças de governo, e a escassez de professores.

      A diversidade cultural crescente por força da imigração e o aumento de crianças com necessidades educativas especiais são destacados como fatores que complicam ainda mais a situação.

      A necessidade de escolas que preparem os alunos para o mercado de trabalho através de cursos profissionais é mencionada, assim como a dificuldade de captar o interesse da comunidade para eventos culturais.

      Apesar dos desafios, há um esforço contínuo para melhorar a educação e a oferta cultural na comunidade.

      Pontos fortes de um debate interessante:

      1. Educação como Espaço de Reconstrução Social

      • A ideia de que as escolas não são apenas instituições de ensino, mas espaços de socialização, debate e inclusão cívica foi reiterada várias vezes.
      • Aspeto original: O foco no resgate do “medo da conversa em presença” em tempos de comunicação digital, uma abordagem que conecta diretamente educação e participação democrática.

      2. Dados que Provocam Reflexão

      • O uso extensivo de dados para fundamentar as argumentações deu credibilidade às intervenções. Exemplos incluem:
      • Apenas 7% dos alunos atingem níveis altos em matemática, comparados aos 9% da média da OCDE.
      • 142 mil alunos estrangeiros, mas apenas 14 mil recebem apoio linguístico, revelando um desfasamento gritante nas políticas inclusivas.
      • 16% de abandono escolar no Algarve em 2023, o mais alto no país, mesmo sendo um destino turístico próspero.
      • Aumento de alunos com espectro autista, visto como um fenómeno local a ser estudado. Aspeto original: A combinação de dados estatísticos com reflexões sobre as razões subjacentes, como o impacto socioeconómico das famílias, mostrou uma análise abrangente.

      3. Inclusão e Multiculturalismo como Força e Desafio

      • A multiculturalidade foi abordada tanto como uma riqueza quanto como um desafio.
      • Aspeto interessante: Na Escola de Hotelaria, com alunos de 4 continentes, mais de 50% são estrangeiros, mas os alunos locais não veem a escola como uma oportunidade relevante. Isso levanta questões sobre a relação entre a comunidade e as instituições educativas.

      4. Reflexão sobre a Profissão Docente

      • A dificuldade em contratar professores qualificados e a entrada de profissionais sem formação pedagógica levantou preocupações sobre a qualidade do ensino.
      • Aspeto curioso: Foi apontado que, em alguns casos, “os piores alunos são agora professores”, mostrando a urgência de repensar o recrutamento e a formação docente.

      5. Contraste Entre Teoria e Prática

      • As políticas educativas, mesmo quando bem intencionadas, enfrentam dificuldades na implementação:
      • Exemplo: Plano de Inclusão (Decreto-Lei 54/2018) que prometia suporte personalizado aos alunos, mas falhou devido à falta de recursos nas escolas. Aspeto original: A abordagem crítica e pragmática sobre como as leis se tornam ineficazes na prática.

      6. O Papel do Mercado e a Escolha dos Jovens

      • A preferência por trabalhos sazonais com salários elevados em vez de formação a longo prazo foi vista como um obstáculo para a educação.
      • Aspeto interessante: Foi notado que o turismo, sendo a principal economia local, não consegue atrair jovens para cursos especializados, como Hotelaria e Turismo. Este fenómeno reflete uma dissonância entre mercado e educação.

      7. Propostas para a Educação

      • Português como Língua de Acolhimento: Destacou-se a necessidade de expandir o ensino de português como língua não materna para todos os alunos migrantes.
      • Aspeto original: A sugestão de criar plataformas digitais interativas para facilitar a integração linguística e cultural.
      • Reestruturação dos Ciclos Escolares: Um único ciclo dos 6 aos 12 anos para evitar transições abruptas e melhorar a continuidade educativa.

      8. Uso da Tecnologia e Inteligência Artificial

      • A tecnologia foi vista como uma ferramenta útil, mas potencialmente problemática se mal usada.
      • Aspeto curioso: A inteligência artificial foi descrita como uma “grande promessa com muitas limitações”, sendo mais adequada para tarefas mecânicas do que para questões pedagógicas profundas.

      9. Debate como Reflexo de Realidades Locais

      • A inclusão de exemplos concretos, como:
      • Jantar multicultural com 40 nacionalidades diferentes.
      • Cursos de Cozinha Coreana e Indiana, que levam alunos para formações internacionais, mas são pouco divulgados localmente.
      • A importância das famílias na educação, com a necessidade de envolver encarregados de educação de forma mais positiva e regular.

      10. Reflexão Filosófica e Pragmática

      Aspeto original: A escola foi descrita como uma instituição que precisa “educar para a utilização” da tecnologia, em vez de simplesmente proibir ou adotar. A questão da escola estar “desfasada da realidade” foi discutida de forma crítica e construtiva.

    14. A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

      A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

      Maria Prieto Garcia é redatora e gestora do portal turístico «Huelva, Tu Destino» e graduada en jornalismo pela Universidad de Sevilla. Publicou no «Huelva Información», um interessante artigo sobre Vila Real de Santo António, colocando em evidencia o que tem raízes históricas e classificando a cidade como a bonita e «A pequena Lisboa», que se situa a um salto de Huelva.

      Considera Vila Real de Santo António como um pequeno diamante em bruto que tem todo o encanto, mas vive bem sem a necessidade da massificação turística e se encontra rodeada de natureza selvagem, con ruas que recordam a capital portuguesa.

      Nota-se que ficou encantada com a cidade algarvia junto à foz do río Guadiana onde se elevam duas localidades que, «apesar de estarem situadas ao lado uma da outra, têm cada uma o seu carácter próprio e diferenciado, e não apenas pertencem a países distintos, como cada uma tem a sua singularisdade».

      E anota que, «enquanto Ayamonte é uma povoação de pescadores de Huelva, cheio de vida, que recebe o afluxo constante de visistantes pela sua beleza, praias e gastronomia, Vila Real de Santo António, em Portugal, destaque-se pela sua tranquilidade, elegância e uma arquitetura que recorda a sua capital, Lisboa».

      Importante para a promoção da cidade no mercado turístico espanhol, é que a publicação digital EsDiario recomenda uma escapada para se saciar destes destinos separados por apenas dois quilómetros de água, que se comunicam através da Ponte Internacional do Guadiana e pelo ferry que, em sua opinião, tem um preço simbólico.

      Maria Prieto Garcia iniciou a sua carreira profissional como repórter, redatora, editora e câmara na delegação de Sevilla de Agencia EFE, e como redatora e locutora na Cadena Ser e Onda Cero. Nos últimos anos tem trabalhado como redatora en meios locais como o Diario de Huelva e como gestora em varios departamentos de comunicación deportivos e gastronómicos.

      Veja o artigo do Huelva Información

      por José Estêvão Cruz
    15. Apreensão de artigos contrafeitos em Monte Gordo

      Apreensão de artigos contrafeitos em Monte Gordo

      O Comando Territorial de Faro, através do Posto Territorial de Vila Real de Santo António, identificou no dia 12 de janeiro, dois homens de 43 e 48 anos por contrafação, tendo apreendido cerca de 100 artigos, na localidade de Monte Gordo.

      No âmbito de uma ação de fiscalização a estabelecimentos, os militares da Guarda detetaram e apreenderam 95 artigos expostos para venda, que ostentavam logótipos e imagens de diversas marcas conceituadas no mercado. Entre os artigos apreendidos incluem-se peças de vestuário, brinquedos e mochilas. Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Real de Santo António.

      O objetivo principal deste tipo de ações é salvaguardar os direitos da propriedade industrial, visando essencialmente o combate à contrafação, imitação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos, assim protegendo as regras da livre concorrência do mercado e os direitos do consumidor.

      Fonte: 𝙂𝙪𝙖𝙧𝙙𝙖 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡 𝙍𝙚𝙥𝙪𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖𝙣𝙖 e Arenilha TV©️2025

    16. Refeições gratuitas no ensino básico e secundário

      Refeições gratuitas no ensino básico e secundário

      A câmara municipal de Vila Real de Santo António anunciou a renovação do fornecimento gratuito de refeições escolares para todos os alunos do ensino básico e secundário.

      A medida será paga com 150 000 € destinados ao Agrupamento de Escolas de VRSA e 350 000 € ao Agrupamento D. José I, e a autarquias assegura que vai garantir refeições de qualidade, «promovendo igualdade de oportunidades e apoiando o sucesso escolar».

      A autarquia declara-se comprometida em «construir um município mais inclusivo e focado no bem-estar e no futuro dos nossos jovens».