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Categoria: Tech

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  • GNR e Microsoft Lançam Nova Campanha Nacional pela Segurança Online

    GNR e Microsoft Lançam Nova Campanha Nacional pela Segurança Online

    Cyberbullying em Foco

    A Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Microsoft Portugal voltam a unir forças para assinalar o Dia da Internet Mais Segura, que se celebra a 10 de fevereiro.

    Esta 12.ª edição do programa nacional coloca o combate ao cyberbullying no centro das atenções, promovendo uma utilização mais responsável e consciente da tecnologia por parte das gerações mais jovens.

    O encontro, concebido para capacitar crianças e jovens para uma navegação segura, visa dotá-los de ferramentas essenciais para reconhecer comportamentos de risco e adotar estratégias de autoproteção no ambiente digital.

    O arranque oficial do programa terá lugar no dia 10 de fevereiro, às 10h, na Sede da Microsoft Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa.

    A sessão comemorativa irá reunir 100 crianças num momento de sensibilização focado na prevenção do cyberbullying, na promoção de comportamentos responsáveis na Internet e na crucial importância da proteção de dados pessoais.

    Esta colaboração de longa data – a Microsoft Portugal é membro fundador do Consórcio da Internet Segura – reflete um compromisso contínuo com a segurança digital em Portugal. Os resultados acumulados do programa ao longo da última década atestam a sua abrangência nacional:

    O programa já envolveu mais de 431 mil alunos, abrangendo o 1.º ao 3.º ciclo de ensino. Mais de 38 mil professores e encarregados de educação já participaram nas mais de 11 mil sessões realizadas em todo o território nacional.

    Nos próximos meses, o programa intensifica a sua presença nas escolas. Serão realizadas sessões gratuitas dirigidas a alunos do ensino básico e secundário em todo o país. Esta fase contará com o envolvimento de mais de 400 militares das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário da GNR e mais de 100 voluntários da Microsoft Portugal.

    O objetivo primordial desta edição passa por chegar ao maior número possível de instituições de ensino, equipando a comunidade escolar com estratégias eficazes para lidar com situações de cyberbullying, promovendo o bem-estar e a confiança dos jovens no ambiente online.

    As escolas do ensino básico e secundário que pretendam agendar uma sessão ‘Internet Segura 2026’ para os seus alunos podem contactar a equipa através do e-mail sid2026@microsoft.com. Devem ser indicados o nome da escola, o ciclo de ensino e os horários disponíveis para a realização da sessão, que pode ser agendada em formato presencial ou virtual.

  • A Controversa Implementação do TPM 2.0 também no Ubuntu

    A Controversa Implementação do TPM 2.0 também no Ubuntu

    Uma onda de descontentamento alastra-se pela comunidade de utilizadores do Ubuntu, um dos sistemas operativos Linux mais populares. A origem da insatisfação reside na recente decisão da Canonical, a empresa por detrás do Ubuntu, de apertar o cerco em torno da implementação do TPM 2.0 (Trusted Platform Module) na futura versão 25.10.

    O TPM é um microchip de segurança que, em teoria, reforça a integridade do sistema, verificando se o software não foi alterado por agentes maliciosos. No entanto, a decisão da Canonical está a ser vista por muitos como uma manobra que se desvia dos princípios de liberdade e abertura que sempre nortearam o software de código aberto.

    O Que Mudará na Versão 25.10?

    A mudança mais significativa é a obrigatoriedade de ter o TPM 2.0 ativo em sistemas que executam o Ubuntu 25.10. Embora o módulo já estivesse presente em muitas máquinas modernas, o utilizador tinha a opção de o desativar. Com a nova versão, essa escolha será, efetivamente, eliminada. Para os críticos, esta é uma medida que não só restringe a liberdade de configuração, como também pode levar a problemas de compatibilidade em hardware mais antigo ou em sistemas sem o chip.

    A preocupação de muitos utilizadores é que esta decisão seja o primeiro passo para um ecossistema mais fechado e controlado, à semelhança do que acontece em sistemas como o Windows 11. O medo é que a Canonical comece a impor requisitos de hardware cada vez mais rígidos, o que afastaria os utilizadores que valorizam a flexibilidade e a capacidade de dar uma segunda vida a hardware mais antigo.


    A Canonical Defende-se

    A Canonical ainda não emitiu uma declaração formal e abrangente sobre o assunto. No entanto, a empresa tem defendido a medida em fóruns de desenvolvimento e comunicados técnicos, argumentando que a implementação do TPM 2.0 é essencial para garantir a segurança dos utilizadores num cenário de ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticado. O objetivo, segundo a empresa, é assegurar que o sistema operativo arranque num estado de confiança, livre de malware de baixo nível.


    Divisão na Comunidade

    A comunidade Linux, conhecida pela sua paixão e por vezes veemência, está dividida. Por um lado, há os que apoiam a decisão da Canonical, vendo-a como um passo necessário para tornar o Ubuntu mais seguro e apelativo para o mercado empresarial e para o utilizador comum, que não quer preocupar-se com configurações de segurança.

    Por outro lado, o grupo que se opõe à medida é mais ruidoso e apaixonado. Estes utilizadores sentem que a Canonical está a trair os seus valores originais e a afastar-se da filosofia open source em favor de uma maior integração com o hardware proprietário. O receio de que esta seja uma porta aberta para a Digital Rights Management (DRM) a nível de hardware também é uma preocupação crescente.

    A controvérsia em torno do TPM 2.0 está a testar a lealdade de muitos utilizadores ao Ubuntu. Será que a Canonical irá recuar e oferecer uma opção para desativar o módulo, ou manterá a sua posição, arriscando-se a afastar uma parte significativa da sua base de utilizadores mais dedicados? A resposta a esta pergunta definirá o futuro do Ubuntu e o seu lugar no ecossistema open source.

    Redacção GEM-DIGI

  • USB-C  já é Carregador Universal na UE

    USB-C já é Carregador Universal na UE

    Esta medida visa reduzir o desperdício eletrónico e simplificar a vida dos consumidores, permitindo o uso de um único carregador para múltiplos aparelhos.

    Dispositivos abrangidos:

    • Telemóveis
    • Tablets
    • Câmaras digitais
    • Auscultadores e auriculares
    • Consolas de videojogos portáteis
    • Altifalantes portáteis
    • Leitores eletrónicos
    • Teclados e ratos sem fios
    • Sistemas de navegação portáteis

    Os computadores portáteis também serão abrangidos por esta diretiva, mas terão um prazo adicional até 28 de abril de 2026 para se adaptarem às novas regras.

    Objetivos da diretiva:

    • Comodidade para os consumidores: Eliminar a necessidade de múltiplos carregadores para dispositivos diferentes.
    • Redução de resíduos eletrónicos: Diminuir a quantidade de carregadores descartados, contribuindo para a sustentabilidade ambiental.
    • Harmonização do mercado: Evitar a fragmentação do mercado de dispositivos de carregamento, promovendo a interoperabilidade entre marcas e produtos.

    Estima-se que, em 2020, os consumidores da UE possuíam, em média, três carregadores para os seus dispositivos eletrónicos, dos quais usavam regularmente dois. Anualmente, a UE regista cerca de 11 mil toneladas de resíduos eletrónicos provenientes de carregadores descartados.

    Além disso, a diretiva harmoniza os requisitos de carregamento rápido e permite aos consumidores escolher se desejam ou não receber um novo carregador com cada compra de dispositivo, incentivando a reutilização de carregadores existentes.

    Esta iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da UE para promover o consumo sustentável e a economia circular, garantindo que os consumidores tenham acesso a soluções de carregamento mais ecológicas e eficientes.

    NewsRoom Insigth