FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Sociedade

  • Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Não têm documentos e vão ser ouvidos ainda hoje por um intérprete do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), disse fonte deste organismo.

    A mesma fonte adiantou à agência Lusa que os homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos e detetados cerca das 04:30 horas, talvez vindos do Norte de África, ”falam “muito pouco francês”. O SEF vai avaliar toda a situação destas pessoas e só depois será tomada uma decisão.

    Recordando Monte Gordo

    Em dezembro, oito migrantes de nacionalidade marroquina, desembarcaram na praia de Monte Gordo, no distrito Faro, e foram acolhidos por Portugal ao abrigo do quadro de proteção internaiconal aplicado a outros estrangeiros resgatados no mediterrâneo que chegaram ao país provenientes de países como Itália e Malta.

  • PSD quer uma data para o Hospital Central do Algarve

    A dúvida sobre o início da construção do novo Hospital Central Hospital surgiu pelo facto da ministra ter afirmado que o mesmo «deverá ser planeado este ano, «de modo a que em 2021, possamos começar a executá-lo, estamos a falar de estudos, de garantia de investimento, de decisões sobre a carteira de serviços e o caderno de encargos, para poder responder a essa necessidade dos algarvios»,.

    O PSD interpreta estas palavras como o Governo e o PS terem «abandonado os algarvios no que respeita aos cuidados de saúde hospitalares“.  

    No seu comunicado, o PSD verifica que o Hospital Central do Algarve não consta no Orçamento do Estado de 2020 ou no quadro plurianual de investimentos, até 2023, nem mesmo a «realização de investimentos em equipamentos ou obras de conservação profundas para os Hospitais de Faro e de Portimão».

  • PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    No âmbito do programa de controlo de animais errantes no município de Tavira, do qual são parceiros a PSP e a GNR, a autarquia entregou à PSP um leitor de microchip.

    Possibilita, aquando da recolha de um animal errante ou abandonado (cão ou gato) na via pública, o reencontro mais célere do animal com o seu tutor.

  • Protocolo de memória histórica da Água Castello

    Protocolo de memória histórica da Água Castello

    O acordo assinado entre as duas partes prevê a realização de até dois passeios mensais, que consistem no Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

    Esta atividade, segundo a câmara municipal, encontra-se inserida na estratégia de desenvolvimento local, em que se pretende valorizar o ativo territorial “Água” nas suas diversas dimensões enquanto património natural, cultural e paisagístico.

    A parceria agora estabelecida entre o Município de Moura e a Mineraqua Portugal é considerada pela autarquia como fundamental para dar a conhecer a importância histórica da marca Castello na vivência da cidade de Moura.

    O protocolo insere-se nesta estratégia municipal com o objetivo de preservar a “memória” e potenciar esse “passado” como oferta cultural e turística, pretendendo igualmente envolver a comunidade escolar do concelho.

    O dia de ontem, 14 de janeiro foi o dia escolhido para a assinatura deste protocolo, já que foi precisamente a 14 de janeiro de 1899 que a Câmara Municipal de Moura assinou o contrato de exclusividade com Julio Maximo Pereira e António de Assis Camilo, para a “exportação das águas minero-medicinais” da então Vila de Moura, começando aqui a Água Castello a dar os seus primeiros passos.

    A iniciativa representa igualmente o culminar das comemorações dos 120 anos da marca, que contemplaram várias iniciativas realizadas ao longo do ano de 2019.

    A sessão de assinatura do protocolo realizou-se no recinto do Castelo de Moura, local da primeira unidade de exploração, sendo posteriormente realizado o Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

  • Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    O objectivo é a redução das vulnerabilidades dos idosos em isolamento, através da Teleassistência, projeto pioneiro no sotavento algarvio.

    Através do simples toque de um botão de alarme, o sistema permite ao idoso em situação de solidão, emergência/urgência ou segurança ser contactado por um técnico especializado que accionará a melhor resposta.

    O utente dispõe de um terminal telefónico fixo e o botão está numa pulseira ou colar. Ao ser pressionado de qualquer parte de sua casa, estabelece contacto telefónico imediato com o Contact Center da CVP, que garante o apoio a situações de emergência/urgência, segurança e solidão, 24h por dia e 365 dias por ano.

    Para o efeito, será disponibilizada uma equipa de dois técnicos da estrutura de Emergência do CHT para estabelecer proximidade e implementar o serviço de Teleassistência junto da população idosa, bem como monitorizar o seu estado de saúde através de avaliações dos parâmetros vitais.

    A deslocação dos técnicos da Emergência CVP acontecerá três vezes por semana e abrangerá cerca de 80 idosos sinalizados no concelho de Alcoutim.

    Este projeto pioneiro vai permitir aos idosos isolados usufruírem de um acompanhamento de 24 horas, 365 dias por ano, complementado pela presença física de dois técnicos da estrutura de emergência.

    O Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves, justifica o projecto com a necessidade de estarem “presentes de diversas formas junto da população sénior: através do desporto, da cultura, com os polos da Universidade Sénior e, também, ajudando aqueles que têm maiores problemas de isolamento, colaborando para que a sua segurança seja reforçada”.