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Categoria: Legislativas 24

  • José Gusmão é o primeiro candidato no Bloco de Esquerda

    José Gusmão é o primeiro candidato no Bloco de Esquerda

    José Gusmão afirmou no ato de entrega da lista que a candidatura pretende «promover um esforço de abertura que ajude a dar resposta às inúmeras questões que preocupam a nossa população e construir uma região em que os algarvios possam viver com toda a qualidade durante todo o ano».

    O eurodeputado candidato pelo Algarve sublinha a gravidade da emergência da água, considerando que «é preciso olhar para o modelo insustentável da economia do Algarve, em vez de castigar as famílias pelas consequências desse modelo.»

    O programa de candidatura é orientado em oito prioridades, habitação, água, saúde, escola pública, agricultura, ambiente, economia, mobilidade e regionalização. O coletivo reunido na lista manifesta a urgência da esquerda socialista para a transformação da realidade com as classes trabalhadoras de forma a dar respostas claras e inequívocas do Algarve e dos algarviose diz ser «a força que pode devolver uma representação política ao campo à esquerda do centrão».

    Lista de candidatos às Eleições Legislativas 2024
    Efetivos

    1. José Gusmão, 47 anos, Economista e Deputado no Parlamento Europeu, Loulé;
    2. Guadalupe Simões (independente), 57, Enfermeira, Dirigente Sindical, Loulé;
    3. Sandra da Costa Moutinho, 46 anos, Investigadora/Professora Ativista pela habitação, Albufeira;
    4. Pedro Miguel Sousa Mota, 50 anos, Gestor Comercial, Portimão;
    5. João Afonso (independente), 55 anos, Professor e sindicalista, Albufeira;
    6. Stéphanie Marie Ringenbach Jordão (independente), 37 anos, Assistente Operacional, Lagoa;
    7. José António Sousa Moreira, 56 anos, Professor Universitário/Dirigente Sindical, Faro;
    8. Ana Isabel da Silva Ramos, 42 anos, Segurança/Delegada Sindical, Olhão;
    9. Diana Batista Brazão Lourenço (independente), 20 anos, Estudante Universitária de Sociologia, Faro.

    Suplentes

    1. Jo Rodrigues, 27 anos, Medicina: Clínica Geral, Lagos;
    2. Inês Silva Morgado (independente), 32 anos, Arquiteta Paisagista, Vila do Bispo;
    3. Jorge Manuel Ramos, 61 anos, Engenheiro de Telecomunicações, Lagoa;
    4. Marilú da Veiga Correia Batista Santana, 62 anos, Assistente Operacional, Portimão;
    5. Sebastião José Simão Pires (independente), 66 anos, Mediador Imobiliário, Vila Real de Santo António;

    O mandatário da Juventude é Alexandre Alves Santos, de 19 anos, é estudante universitário e residente no concelho de Loulé.

    O professor universitário e ex-Reitor da Universidade do Algarve (UAlg), António Branco é o mandatário distrital, reside em Faro e tem 63 anos.

  • Jamila Madeira é primeira na Lista PS no Algarve

    Jamila Madeira é primeira na Lista PS no Algarve

    Jamila Madeira volta a ser a primeira candidata na lista, seguindo-se Jorge Botelho, Luís Graça e Isabel Guerreiro. Na 5ª posição figura Custódio Moreno.

    O Partido Socialista destaca a sua «lista de gente do Algarve, que conhece o Algarve e que os algarvios conhecem. Uma lista de algarvios para representar e defender o Algarve».

    São cinco mulheres nos primeiros nove lugares efectivos e plena igualdade de género no total dos 14 candidatos. Destaca ainda a ampla representação regional e amplo apoio manifestado na aprovação por unanimidade pelo Secretariado da federação e pelos 95,5% dos votos favoráveis dos membros da comissão política do PS Algarve.

    Os candidatos efetivos são Jamila Madeira, Jorge Botelho, Luís Graça, Isabel Guerreiro, Custódio Moreno, Sofia Belchior, Dinis Nascimento, Célia Paz e Ana Passos

    Os suplentes são José Amarelinho, Patrícia Teixeira, Luís Ribeiro, Paula Couto e Rui Lourenço

  • Novel AD propõem medidas contra a seca no Algarve

    Novel AD propõem medidas contra a seca no Algarve

    Aproveitou a oportunidade para criticar que, nos sucessivos anos de seca que se têm vindo a registar no Algarve, o Governo PS «foi incapaz de concretizar soluções para atenuar o drama da falta de água no Algarve»,

    Segundo Pinto Luz, cabeça de lista da AD pelo Algarve, afirmou que a «seca climática e a seca de soluções do Governo são uma mistura explosiva que vai ser paga duramente pelos algarvios

    As seis «medidas de contingência para salvar a agricultura no Algarve», passam pela redução de consumo das autarquias em percentagem idêntica às perdas que cada uma regista no sistema em baixa.

    Diz a AD que o ciclo urbano tem uma média de perdas de 30 por cento, mas só se exige um corte de 15%. Deste modo, «penaliza-se mais quem não investiu na manutenção das condutas e penaliza-se a agricultura».

    Entende que o esforço de poupança pode ser mais bem redistribuído com a instalação de sistema de rega eficientes em jardins e espaços públicos, permitir aos agricultores cuja produção seja substancialmente reduzida ou suspensa o acesso ao regime de lay-off dos seus trabalhadores;

    A Reabilitação dos furos municipais desativados, nos casos em que seja sustentável a sua reutilização, a criação de uma linha de crédito para os agricultores afetados que permita o reescalonamento de empréstimos.

    Finalmente, propugna por obras de emergência nos aproveitamentos hidroagrícolas para melhorar a eficiência do sistema e reduzir perdas.

    Para o cabeça de lista da AD, «O Algarve não pode só servir para passar férias e de motor da economia e depois quando precisam de nós não estamos lá para ajudar. É uma obrigação nacional».

  • Lista de Candidatos da CDU pelo Círculo de Faro

    Lista de Candidatos da CDU pelo Círculo de Faro

    A lista integra 8 mulheres e 6 homens, com uma média etária de 44,5 anos, envolvendo candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões.

    A iniciativa foi apresentada por Rosa Palma mandatária da CDU, e nela tomaram a palavra Tiago Aldeias, membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista Os Verdes, Celso Costa membro do Comité Central do PCP e responsável pela Organização Regional do Algarve do PCP e Catarina Marques 1ª candidata CDU.

    Com o lema «A CDU avança com confiança», aquela força política diz estar «preparada para uma intensa e combativa batalha eleitoral, em que cada voto alcançado será mais um para a necessária mudança de rumo político na região e no país, para a Alternativa que se impõe, para dar luta às crescentes desigualdades sociais, às dificuldades económicas, na defesa dos trabalhadores e do trabalho, dos serviços públicos, pela habitação, pela mobilidade e transportes públicos, por uma vida melhor no Algarve».

    Diz, ainda que a hora é de mudança e que basta de injustiças, afirmada nas palavras de ordem.

    LISTA DE CANDIDATOS À ELEIÇÃO PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    CANDIDATOS EFECTIVOS

    1 – Catarina Alexandra Matos Marques

    Catarina Marques, 46 anos, Professora de Educação Especial.É dirigente do Sindicato dos Professores da Zona Sul. É Coordenadora da União de Sindicatos do Algarve. Foi eleita no Conselho Pedagógico da Escola Superior de Educação da Universidade do Algarve. Foi membro da direcção do Clube Desportivo de Montenegro e Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Montenegro. Foi eleita na Assembleia de Freguesia do Montenegro e na Assembleia Municipal de Faro. É membro da Comissão Concelhia de Faro do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    2 – Mário Rodrigo de Sousa Cunha

    Mário Cunha, 38 anos, Advogado e Mediador de Conflitos. Integra os corpos sociais da Associação Portuguesa de Juristas Democratas e da Associação Al-Portel. É dirigente do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos. É membro fundador do Grupo de Jogos de Tabuleiro de São Brás de Alportel. É eleito na Assembleia Municipal de São Brás de Alportel. É membro da Comissão Concelhia de São Brás de Alportel do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    3 – Joana Catarina Quintanova Sanches

    Joana Sanches, 42 anos, Enfermeira. É dirigente sindical. Foi eleita na Assembleia Municipal de Portimão. É membro da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP e do Comité Central do PCP.

    Luís Fagundes, 51 anos, Livreiro. É eleito na Assembleia de Freguesia de São Gonçalo de Lagos. É membro da Comissão Concelhia de Lagos do PCP e da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Paula Vilallonga, 67 anos, Médica. É licenciada pela Faculdade Ciências Médicas de Lisboa. Tem o grau de Chefe de Serviço e de Formação em Terapia Familiar. Foi Assistente Graduada de Clínica Geral e Orientadora do Internato de Medicina Geral e Familiar no Centro Saúde de Vila do Bispo e no polo de sagres. Foi Coordenadora do Centro de Saúde de Vila do Bispo. Atualmente exerce funções de Terapeuta Familiar na Unidade de Terapia Familiar de Faro. Foi Presidente da Assembleia Municipal de Serpa. É membro do Partido Ecologista “Os Verdes” – PEV.

    Gabriela Brígida, 31 anos, Técnica Superior. É Licenciada em Gestão pela UALG. É Vice-Presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Silves. É independente.

    Jorge Costa, 62 anos, Carteiro. É dirigente sindical. Atleta olímpico nos Jogos de Atenas em 2004, é treinador de atletismo e organizador do “Troféu de marcha Jorge Costa”, assim como dos “Jogos de Quelfes” desde a sua primeira edição, sendo vice-presidente da “Associação Jogos de Quelfes – Portugal”. É membro da Comissão Concelhia de Olhão do PCP.

    Sandra Jesus, 53 anos, Professora de Educação Musical. É Dirigente sindical. É membro da Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

  • CDU entregou lista regional no Tribunal em Faro

    CDU entregou lista regional no Tribunal em Faro

    A CDU entregou ontem, no Tribunal de Faro, a lista dos seus candidatos às eleições para a Assembleia da República 2024.

    A entrega foi feita por Rosa Palma, mandatária regional da CDU, em conjunto com diversos candidatos, incluindo a primeira candidata Catarina Marques e outros ativistas da CDU, que quiseram marcar presença neste ato de formalização da candidatura.

    A lista que integra oito mulheres e seis homens. Segundo a candidatura, «envolve candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões».

    Aquela força política considera os seus candidatos como empenhados em participar «numa intensa e exigente campanha eleitoral», onde espera a participação de muitos activistas e amigos da CDU, «levando as propostas da nossa candidatura para uma vida melhor no Algarve. Uma campanha que passará pelo contacto e esclarecimento para a necessária mudança de rumo político que o Algarve, e o país, tanto precisam».

    A divulgação dos nomes dos candidatos será feita em acto de apresentação pública no próximo dia 20 de Janeiro em Faro.

  • Miguel Pinho Luz encabeça lista da AD no Algarve

    Miguel Pinho Luz encabeça lista da AD no Algarve

    Cristóvão Norte, terá a segunda posição e manifestou o seu apoio à solução, respeitando a «uma escolha do presidente do partido».

    Contudo, sabe-se que as 16 concelhias do PSD/Algarve enviaram uma carta ao presidente do PSD a expressar desagrado pela escolha.

    A escolha terá ficado a dever-se às matérias que tem tratado, designadamente o turismo, as infraestruturas. Pinto Luz revelou à CNN que tem ligações familiares ao Algarve, pela via de um avô paterno e a nível profissional, por lidar com questões de turismo.

  • Governo e autarquias instados pela CNE a evitar práticas de propaganda

    Governo e autarquias instados pela CNE a evitar práticas de propaganda

    Trata-se de um período com características muito específicas que exige de todos os responsáveis políticos a maior contenção e, embora continuem a ser permitidas as inaugurações, está vedada aos governantes a comparência em atos que possam ter influência no comportamento do eleitorado e outros deveres a cumprir.

    Assim, o dever de neutralidade e de imparcialidade vai manter-se até ao dia da eleição, o próximo 10 de março, tendo a Comissão Nacional de Eleições emitido aviso nesse sentido.

    Os titulares de cargos públicos devem abster-se de participar na campanha e beneficiar certas candidaturas e evitar «projetar coisas além do mandato em curso», porque o fariam em violação da lei, diz ainda a CNE.

    Assim, «os governos e autarquias têm a responsabilidade de não cometer práticas propagandísticas, ou que possam ser entendidas como propaganda pelos eleitores»

  • Aliança Democrática está de volta

    Os presidentes do PSD e do CDS, Luís Montenegro e Nuno Melo, confirmaram que os seus partidos vão fazer uma coligação pré-eleitoral para as legislativas de 10 de março e também para as europeias que se realizam em julho, no seguimento dos compromissos, já existentes nas regiões da Madeira e dos Açores, e dos entendimentos locais que se perspetivam para as autárquicas de 2025.

    Na bagagem política dizem trazer a salvação e reabilitação do Estado Social, ultrapassando o que classificam como definhamento em curso, para assegurar a todos os portugueses a saúde, educação e habitação acessíveis e com qualidade.

    A coligação chega com coragem reformista que «fomente a competitividade das empresas, a qualificação dos portugueses, a inovação e geração de valor acrescentado, o reforço do Portugal empreendedor e exportador e a valorização do mundo rural»

    Para a «efetiva mudança política e de políticas», os partidos prometem atingir «elevados níveis de prosperidade, de crescimento da economia e dos rendimentos e oportunidades para todos os portugueses».

    PSD e o CDS-PP procuram vincar diferenças em relação aos executivos de António Costa e prometem uma governação que tenha elevada exigência ética, integridade, responsabilidade política, respeito pela separação de poderes e pelas instituições, e empenho efetivo no combate à corrupção e tráfico de influências.