FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Guadiana

  • Primeiro destino acessível Ibérico transfronteiriço

    Primeiro destino acessível Ibérico transfronteiriço

    Predif e Accesible Portugal apresentam amanhã na FITUR a Eurocidadede Guadiana como o primeiro destino acessível e transfronteiriço da Península Ibérica, conformando os três municípios que a integram, Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    Durante mais de um ano estes destinos avaliaram os recursos públicos eprivados, bem como desenvolveram um processo de formação e assessoria a empresários e às próprias administrações para a melhoria das condições no destino.

    O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial que tem por nome Eurocidade do Guadiana, onde participam os três municípios, conta com o apoio da Predif e da Accesible Portugal para adaptar o destino turístico a todos os visitantes com necessidades especiais. Na primeira etapa, para além da assessoria e formação foi avaliada quase uma centena de recursos e a respetiva incorporação na plataforma Tur4sll.

    Cerca de 80 recursos turísticos são susceptíveis de obter o certificado de acessibilidade nos próximos meses, sendo de destacar serviços de hotéis, restaurantes, hostels, transportes, mercados e experiências de tempos livres que pressupõem um importante atrativo para desfrutar deste destino transfronteiriço. Têm também certificado acessível praias, miradouros turísticos ou terminais de transportes.

    Estes projetos tem contado com apoios de fundos europeus FEDER e Interreg Espanha-Portugal.

  • Encontros de Dança do Guadiana – Parte 1

    Encontros de Dança do Guadiana – Parte 1

    As «Danças do Guadiana» contam com a participação de vários grupos, escolas ecompanhias de dança do concelho de Vila Real de Santo António, a Academia de Baile Gracia Diaz, a Academia de Ballet Contemporâneo, a Companhia de Dança a Idade de Ouro, Conservatório Regional de VRSA e Splash Escola de Dança.

    Esta é a primeira de três sessões da iniciativa «Danças do Guadiana», que decorrerem durante o mês de maio, transmitidas, em formato digital, nos canais do município e do programa «Bezaranha – Há ventos que vêm por bem!”, promovido em parceria com os 16 municípios da região do Algarve e a Direção Regional da Cultura.

    Veja o vídeo da Parte 1

  • Água do Guadiana diminuiu em Espanha

    Água do Guadiana diminuiu em Espanha

    A zona oriental, mais próxima da nascente, tem 31,3% da capacidade de armazenamento, baixou 0,10% em relação à semana passada e 21,62%, em relação aos últimos dez anos. Na zona ocidental, aquela onde o rio corre num paralelo, os números são respetivamente, 37,3%, -0,19% e -22,79%. A zona sul, a mais perto da entrada do rio em Portugal e da barragem do Alqueva, tem 67,30% de armazenamento, perdeu 0,51% na última semana e 3,95% nos últimos dez anos.

    Por tal, a CHG chama a atenção para o facto dos aquíferos não disporem de água ilimitada e recorda que o uso abusivo, se nos dá agua hoje, dará sede para o amanhã, apelando à colaboração de todos e que se pense no futuro.

  • Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Poetas que escreveram para este livro procederam à leitura de poemas, junto às fachadas dos três municípios e José Luís Náscer, responsável pela edição procedeu à apresentação da obra.

    Para as celebrações do Dia da Europa, a Eurocidade do Guadiana organizou uma série de atos, dando grande visibilidade mediática ao evento com iniciativas realizadas com a presença de público e transmitidas em direto pelas redes sociais.

    Toda a programação conjugou a música, a poesia, entrega de prémios e discursos de responsáveis pelos municípios envolvidos e dirigentes da própria Eurocidade. Susana Travassos participou e o grupo Energia Mako & Akira, animou com a iniciativa música e vinho. Foi entregue o prémio de cooperação transfronteiriça ao serviço de transportes fluviais que opera no rio Guadiana, entre Ayamonte e Vila Real de Santo António e apresentado o livro de poesia «Poética na Eurocidade do Guadiana», poesia bilingue de autores de ambas as margens deste rio peninsular.

    Este livro foi financiado pelo programa Interreg Espanha-Portugal 2020. As intervenções de apresentação estiveram a cargo de Eladio Horta, por Ayamonte; Carmo Costa, por Vila Real de Santo António e Célia Segura, por Castro Marim.

    Os atos inaugurais foram realizados na sexta-feita passada. No município de Ayamonte com o içar da bandeira local e da Europa e declaração institucional por parte de Javier López, com leitura de poesia por parte de Carmen Azaústre, acompanhada na viola por Pako Barrera. Em Castro Marim foi Nuria Guerreiro quem içou a bandeira, Filomena Sintra dirigiu a palavra aos assistentes e António Cabrita leu poemas acompanhado à guitarra por Natálio Martin. Em Vila Real de Santo António coube ao presidente da câmara municipal Luís Romão içar a bandeira e fazer a declaração institucional. São Constantino leu a poesia. acompanhado na guitarra por André Ramos, neste dia tão emblemático para a Eurocidade do Guadiana.

    Para além das comemorações do dia da Europa, as comunidades transfronteiriças da foz do rio Guadiana aproveitaram a oportunidade para reforçar laços institucionais, de amizade e cultura.

    . /José Estêvão Cruz

  • Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    A equipa técnica intermunicipal propôs e a Assembleia do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, acedeu, reconhecendo o esforço cooperativo que os atuais empresários estão a fazer e daqueles que o fizeram anteriormente para «ultrapassar todos os obstáculos e dificuldades jurídicas, linguísticas, cambiais e avanços como a chegada da ponte e o facto de ainda continuarem a ser uma referência para a conexão entre os dois países».

    Apesar do serviço que se encontra temporariamente interrompido devido à pandemia de covid-19, deverá regressar e apenas regressar nas próximas semanas, ainda assim foi merecedor do prémio.

    Até à inauguração da Ponte Internacional do Guadiana em 1991, esta era mais a Sul a única ligação por via marítima entre as duas margens do rio Guadiana.

    Embora a ponte seja a mais preferida das ligações, este percurso de quem atravessa o rio nas embarcações das empresas de ambas as margens tem o sabor de passeio turístico, de elevado valor paisagístico, acima de tudo quando a meio do rio se tem uma perspetiva da foz para jusante e da serra donde o rio provém. O trajeto facilita a deslocação de visitantes e promove o intercâmbio e o fluxo de turistas entre as populações fronteiriças.

  • Regantes de Huelva querem troca com Pomarão

    Regantes de Huelva querem troca com Pomarão

    Na nota de imprensa, divulgada ontem, quarta-feira, referiram-se a decisões da ANP WWF Portugal e WWF, sobre o aumento do acesso às aguas do rio Guadiana e recordaram que a bombagem de água de Boca-Chança , em épocas de seca e escassez de chuvas, em Huelva e na regiãio transfronteiriça Alentejo-Algarve, espera legitimação desde 1985. Lembram a bombagem de 75 hm3/ano durante a seca de 1991-1995 que «solucionaram a escassez de água para consumo humano e para a indústri a agricultura de Huelva».

    Nestas reinvidicações referem-se à vontade de Portugal também efectuar bombagens das águas do rio para consumo humano, como o faz Espanha desde o ano de 1979 em Boca-Chança, no estuário do afluente do Guadiana, junto à localidade portuguesa do Pomarão.

    Estas novas reinvidicações espanholas estão a ser alimentadas pelas recentes possibilidades levantadas pelo Governo portguguês de utilizar águas doGuadiana a partir de semalhante origem para «aumentar a oferta de recursos hídricos no Sotavento do Algarve com um transvase para a barragem de Odeleite para usos urbanos, de turismo e agrícola».

    «Não se trata de repor água únicamente por seca, como, com ignorância da realidade nesta região transfronteriça de España e Portugal, se continua a insistir, por aqueles que não têm em conta os objetivos dos acordo hispano-lusos em matéria de agua nos rios internacionais anteriores ao ano 2000, nos que fica claro que se trata de atender também às situações de escassez na região transfronteriça”, aponta a Corehu.

  • Acesso de agricultura espanhola a Alqueva deve ser pago

    Acesso de agricultura espanhola a Alqueva deve ser pago

    A FENAREG entende ser urgente regulamentar as captações diretas em Alqueva a partir de Espanha, estimada em 50 hm3/ano e ser «necessário garantir que os regantes espanhóis pagam um preço pelo uso da água, à semelhança dos regantes portugueses em situação de ‘precários’»

    Para o Algarve, a Federação apoia a construção de uma barragem na Ribeira da Foupana, onde constataram que a precipitação ocorrida entre outubro de 2020 e fevereiro de 2021 teria sido suficiente para completar 51% da capacidade total (130 hm³) da albufeira.

    NoTejo, a FENAREG vê como essencial avançar com a barragem do Alvito, no rio Ocreza, para regularizar os caudais nesta bacia hidrográfica. Aunsculatados os regantes portugueses, no Verão, o caudal de água libertado por Espanha no Tejo é insuficiente para as necessidades dos regantes e de outros utilizadores, além de constituir uma ameaça ao equilíbrio dos sistemas ribeirinhos.

  • Saramugo deu a ganhar 25.000 euros no Joker da RTP1

    Saramugo deu a ganhar 25.000 euros no Joker da RTP1

    O conhecimento ou intuição de que o saramugo é uma espécie endógena do rio Guadiana, permitiu a uma concorrente do Jocker da RTP1, estacionar no penúltimo patamar do concurso e levar para cada o segundo prémio.

    Aqui, em Guadiana Digital, desde há muito que vimos a dar conhecimento desta espécie que já se encontra em regiome de protecção, em especiala pelo projeto VALAGUA, do qual a Odiana, uma associação de direito privado dos concelhos de Castro Marim, Alcoutim e Vila Real de Santo António é parceira.

    O projeto VALAGUA – Projeto de Valorização Ambiental e Gestão Integrada da Água e dos Habitats no Baixo Guadiana Transfronteiriço, é cofinanciado pelo Programa de Cooperação Interreg Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020.

    Está sob a chefia da ADPM, Mértola e visa contribuir para a proteção e a gestão sustentável dos espaços naturais do Baixo Guadiana e, em particular, dos sistemas ribeirinhos característicos deste território, incidindo, sobretudo, no desenvolvimento e na partilha de instrumentos de gestão integrada da água e da biodiversidade, na valorização ecoturística dos recursos naturais e no envolvimento dos atores sociais, políticos e técnicos com intervenção na temática.

    A Odiana participa neste projecto com várias acções, entre as quais o Estudo de Restauro Ecológico e Valorização do Habitat do Saramugo nos Açudes de Várzeas, Galaxes e Bentos (Alcoutim); Restauro Ecológico Funcional e Acessos à Zona da Barquinha (VRSA); e Marcação Percurso Pedestre na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e VRSA.

    Salvaguarda do Saramugo (sapo.pt)

  • Pesca Lúdica a partir de 5 de Abril

    Pesca Lúdica a partir de 5 de Abril

    De acordo com o Plano de Desconfinamento em curso, pode já ser praticada a partir do próximo dia 5 de Abril, «sem prejuízo de o calendário poder ser alterado em função da evolução dos critérios epidemiológicos em Portugal Continental».

    Recorde-se que mais de 3.200 pessoas assinaram uma petição a reivindicar a abertura imediata da pesca lúdica para pescadores com licença válida em 2020, pois a prática está proibida como medida de contenção à pandemia de covid-19. Na petição, dirigida ao presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, os subscritores referem que a pesca lúdica é uma “importante” forma de subsistência para muitas famílias desfavorecidas.

    Foto: Photo by Mathieu Le Roux on Unsplash

  • «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    Por imposições do confinamento imposto pela pandemia ligada à Covid-19, neste ano que se considera atípico, o Festival do Contrabando, será substituído pelo Tráfico de Arte no Guadiana, novo formato adaptado aos tempos atuais.

    O mercado será feito à moda antiga, os espetáculos de rua, a passagem mística pelo rio Guadiana entre as duas povoações , Alcoutim e Sanlúcar del Guadiana, os sons da música vibrante que o caracterizam, os aromas e cheiros das tasquinhas, com todo esplendor de vida a que nos habituou, vão regressa . «O cenário pandêmico, a consciência e ética de todos, obriga à segurança e resiliência, com esperança e otimismo», observa a autarquia, na esperança de melhores dias.

    Em novembro de 2020, a gigante e colorida peça Lontra – Big Trash Animals, e o Túnel Memórias do Contrabando foram algumas das peças que o Festival do Contrabando colocou em Alcoutim com o mote do «Tráfico de Artes no Guadiana». Repetir o evento nestes moldes e voltar a surpreender e aumentar o leque de pretextos para visitar este território é objetivo da autarquia para o futuro.

    Com ele, pretende levar expressões culturais e artísticas ao Guadiana, através da criação de autores nacionais, internacionais e locais, permitindo «conhecer o horizonte dos nossos limites, possibilitando-nos atravessar novos caminhos de forma a podermos divulgar e valorizar as Artes no Guadiana, associando-as sempre ao tema Contrabando, e potencializando a estratégia de desdobrar estes valores em mais épocas do ano».

    O evento transfronteiriço já é uma marca da identidade Internacional, cultural entre dois povos do Baixo Guadiana, as povoações vizinhas de Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, e , com base no tema do contrabando, tornou-se um valor estratégico que permite promover a sua história, o património, a cultura e a memória local, preservada por este festival.

    Para assinalar a data e celebrar a valorização do território, lançou um vídeo promocional do «Festival de Contrabando – Tráfico de Artes no Guadiana», e promete anunciar uma nova data para quando se reúnam as condições de saúde pública e segurança favoráveis, apostando pela paciência e resiliência de todos.

    Esperamos que nos acompanhem, fiquem atentos ao Facebook do Festival do Contrabando (https://www.facebook.com/festivaldocontrabando ) e até lá mantenham-se seguros.

  • Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

    Javalis cruzam o Guadiana perto de Mérida

  • Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    A presidente (alcaldeza) Natália Santos pretende transformar o município num referente turístico da Andaluzia e a obra em curso destina-se basicamente a integrar o centro urbano com o rio e é uma aposta firme no desenvolvimento turístico e sustentável.

    A obra implica d demolição do velho casario, antigos armazéns e fábricas.

    Desenvolve-se numa área de mais de quarenta mil metros quadrados de superfície e vai unir o acesso norte de Ayamonte com as ruas de Castro Marín, das Flores e do Cais de Portugal, implicando a criação de novas ligações rodoviárias e o desenvolvimento de amplos passeios pedestres frente ao rio, a ampliação da pista de bicicletas, a reordenação das zonas de estacionamento e criação de novos espaços multifuncionais.

    Procura a autarquia fronteiriça conseguir a conservação do ambiente natural, a criação de novos espaços de encontros e novos acessos ao centro da cidade, bem como a reabilitação urbanística do ambiente, a regeneração de espaços urbanos e da flora e fauna da ribeira e recuperação de áreas para espaços verdes.

    Os entulhos gerados pela demolição de algumas das naves e edificações da área serão reutilizados como material de recheio da mesma obra. As obras podem estar concluídas no fim do próximo Verão e são apoiadas por Fundos Europeus FEDER.

  • Quinta do Contrabando relança turismo do Guadiana em Huelva

    Quinta do Contrabando relança turismo do Guadiana em Huelva

    Integrando numa zona com cais próprio para aceder pelo rio Guadiana, na fronteira entre Portugal e Espanha avançará, segundo informa hoje o diário ABC de Sevilha, com a assinatura de M. Rosa Font.

    O novo projeto, situado em Sanlúcar del Guadiana, fronteiriço a Alcoutim, idealizado por uma empresa da província de Huelva para dar um impulso ao turismo rural, pretende ser marcado por altos padrões de qualidade e de serviços e colocar-se perfeitamente integrado no ambiente. A escolha do nome tem a ver com a história daquela povoação raiana e sua geminação com Alcoutim, porque recorda rotas antigas de bandoleiros e contrabandistas, no conceito de slow-life.

    O investimento total ronda os 550.000 euros. A empresa Predio Portil Servicios Imobiliários obteve, através do programa espanhol de apoio ao investimento turísticos das PME uma linha de financiamento de 45% para a fase de construção do projeto. O prazo de construção é de cerca de dez meses. Vai criar cinco postos de trabalho.

    Veja a reportagem original

  • «CERCAS DE ALCARIAS DE MESQUITA» É PROJETO ARQUEOLÓGICO DA IACAM

    «CERCAS DE ALCARIAS DE MESQUITA» É PROJETO ARQUEOLÓGICO DA IACAM

    Este projeto acompanha outros como «Da Hispânia a al-Andalus: Arabização, islamização e resistência no meio rural», um projeto que será dirigido por Bilal Sarr (UGR) juntamente com Maria Fátima Palma (FCT/CAM/CEAACP/UGR), que será também principal responsável pelas intervenções em Portugal, e que tem uma importante participação da Universidade de Granada, do Campo Arqueológico de Mértola, Câmara Municipal de Mértola, através do Museu de Mértola, Centro de Estudos em Arqueologia, Arte e Ciências do Património (CEAACP).

    Os investigadores Susana Gómez, Virgílio Lopes, Luca Mattei, Antonio Reyes Martínez, Marco Fernandes e Miguel Reimão também participam neste projeto. A organização comprometeu-se a informar sobre o desenvolvimento das atividades arqueológicas e os resultados deste projeto a ser desenvolvido nas proximidades do rio Guadiana ao longo do próximo ano 2021 e que considera estimulante.

    A aldeia da Mesquita, localizada na margem do Guadiana, frente ao Pomarão, no concelho de Mértola tem em curso um projeto de Turismo de Aldeia do qual já demos conhecimento aos nossos leitores:

  • Jacinto-de-água eliminado do Guadiana pelos espanhóis

    Jacinto-de-água eliminado do Guadiana pelos espanhóis

    Está contida a entrada da planta em águas portuguesas


    Após quinze anos de luta intensa contra o jacinto-de-água, no leito do rio Guadiana Internacional, a Confederação Hidrográfica do Guadiana, Espanha, anunciou ter vencido a batalha contra esta espécie invasora, utilizando um plano radica de combate e controlol.

    A Confederação considera que, em todo o curso do rio Guadiana, está controlada a propagação da espécie. Porém, a luta não vai cessar com este êxito e prosseguem os trabalhos de vigilância e manutenção até à erradicação total.

    O rio Guadiana tinha as suas águas cobertas de maciços desta planta flutuante que impediam a passagem da luz solar e diminuíam os níveis de oxigénio, prejudicando a fauna piscícola e os pescadores. Foi no ano de 2004 que se detetou a presença da planta nas águas do rio, tendo chegado a cobrir mais de 185 quilómetros do caudal e 635 quilómetros das margens, em todo o percurso.

    Foram investidos mais de 50 milhões de euros durante os últimos quinze anos nesta luta, lançando um Plano de Choque em Outubro de 2018, seguindo uma estratégia delineada por especialistas da Confederação que colocou no terreno equipas de técnicos especializados e maquinaria pesada, para extração das grandes manchas de vegetação desta planta. Foram também utilizados mais de 5.000 metros de barreiras flutuantes para segregar a invasão, utilizando três dezenas de embarcações adaptadas.

    O antes e o depois

    Nos últimos dois anos, esta luta contou com um dispositivo permanente de 100 trabalhadores. Foi até utilizada a colaboração do ministério da defesa de Espanha, que participou com a Unidade Militar de Emergência. Com a aplicação do plano, ficam protegidas as infraestruturas de rega, as culturas de regadio associadas e foi mesmo, conseguido conter a entrada massiva da planta em águas portuguesas, evitando um desastre económico e ambiental na Península Ibérica.

    O jacinto-de-água

    O jacinto de água é uma espécie exótica invasora emergente que tem a sua ação facilitada pelas alterações climáticas. É uma planta flutuante originária da floresta amazónica, estando considerada como a das mais perigosas do mundo para os ambientes aquáticos. Encerra um risco para o ecossistema fluvial, as economias regionais e a saúde pública. É uma espécie de rápida propagação e as suas sementes permanecem ativas por quinze anos.

    Fonte: Confederación Hidrográfica del Guadiana



  • FIKE recolhe imagens do Guadiana  para curtas

    FIKE recolhe imagens do Guadiana para curtas

    O FIKE – Festival Internacional de Curtas Metragens de Évora está a realizar um filme sobre a memória do Rio Guadiana no concelho do Alandroal. Trata-se de uma ação desenvolvida no âmbito do Projeto Intermunicipal de Inclusão pela Cultura, promovido pela CIMAC, com o apoio da Câmara Municipal do Alandroal.

    Segundo a Rádio Campanário, foi já iniciada a fase de entrevistas e recolhas de imagens e fotografias sobre o rio, nas freguesias de maior proximidade.

    Será realizado um documentário cinematográfico cujo tema é o rio Guadiana, o património natural e cultural do território a partir dos conhecimentos da população do concelho do Alandroal e das suas aldeias ribeirinhas.

    O FIKE integra-se no núcleo de Cinema da Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António d’Aguia, e promove a mostra de filmes de curta-metragem, a exibição regular de cinema e apoia a produção de cinema no Alentejo.

    O Projeto Intermunicipal de Inclusão pela Cultura, promovido pela CIMAC, é financiado pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e Fundo Social Europeu / União Europeia. Quando termina, o filme será exibido em sessões de cinema junto da população. Vela mais em www.festivalfike.com

    Origem: Rio Guadiana: Recolha de imagens e fotografias para festival de curta

  • Apreensão de 1,5 toneladas de haxixe no guadiana

    Apreensão de 1,5 toneladas de haxixe no guadiana

    Durante uma operação de vigilância, controlo e patrulhamento da costa e mar territorial, foi detetada uma embarcação de alta velocidade a aproximar-se do rio Guadiana, com um comportamento suspeito para os militares do subdestacamento da Unidade de Controlo Costeiro (UCC), com o apoio do Sistema Integrado de Vigilância Costeira, no dia de ontem.

    A dar razão às suspeitas, foi realizado um acompanhamento contínuo dos movimentos dessa embarcação eativada a Equipa Marítima para proceder à interceção.

    Apercebendo-se da presença da embarcação da GNR, os indivíduos que se encontravam a bordo da embarcação suspeita encetaram fuga de imediato, lançando os fardos de haxixe borda fora. No total, foram apreendidos 48 fardos de haxixe e ainda alguns equipamentos eletrónicos.

    Da ocorrência foi dado conhecimento à Polícia Judiciária, entidade competente para prosseguir com as diligências de investigação.

  • Nenúfar mexicano progride no Guadiana em Espanha

    Nenúfar mexicano progride no Guadiana em Espanha

    Mais de 400 hectares do Guadiana foram alcançados pelos nenúfar mexicano, espécie invasora neste curso de água que está a afectar o rio e os seus afluentes na área geográfica de Badajoz, em Espanha, informa o jornal Linhas de Elvas.

    A associação espanhola “Salvesmos el Guadiana“, citada pelo jornal HOY, alertou já para as repercussões que esta planta pode ter no meio aquático e no ambiente.

    A falta de soluções definitivas, o calor e o crescimento da vegetação selvagem dentro e fora de água são factores apontados pela coletividade que estima em 410 hectares a área afetada pelo nenúfar mexicano.

    Segundo avança a associação são necessários 6 milhões de euros para combater o problema, estando apenas dois milhões disponíveis até ao momento.

  • Ligação fluvial retomada na fronteira do Guadiana

    Ligação fluvial retomada na fronteira do Guadiana

    Com o horário de Primavera e as carreiras de forma intercalada entre o barco português e espanhol, foi retomada a ligação de transporte de passageiros pelo rio Guadiana entre Vila Real de Santo António e a cidade de Ayamonte, interrompida em Março, devido à pandemia da covid-19.

    A reabertura da passagem fluvial luso-espanhola entre o Algarve e a região autónoma da Andaluzia junta-se assim à ligação rodoviária restabelecida em 01 de Julho, entre Castro Marim e Ayamonte, através da Ponte Internacional do Guadiana, que também tinha sido encerrada em Março, excepto para transporte de mercadorias e trabalhadores transfronteiriços.

    Pela utilidade de que se revestem, acima de tudo para quem não dispõe de viatura, publicamos os horários das carreiras:

  • Português de 42 anos morre em acidente de mota de água em Sanlúcar de Guadiana

    Português de 42 anos morre em acidente de mota de água em Sanlúcar de Guadiana

    Um homem morreu ontem à tarde ao embater com uma mota de água contra um dos espigões do cais do porto desportivo de San Lucar del Guadiana, frente a Alcoutim, segundo o jornal HuelvaCosta,

    A colisão ocorreu em águas espanholas do rio Guadiana. Na ocasião do alerta, 19:30 horas, era assinalda a ocorrência de pessoas feridas, uma delas com gravidade.

    O serviço 1-1-2 alertou imediatamente a Guarda Civil de Espanha e a Empresa Pública de Emergencias Sanitarias (EPES). Esta confirmou posteriormente que o acidentado tinha falecido no local, em consequência do acidente náutico.

    Trata-se de um homem de 42 anos e nacionalidade portuguesa. Segundo testemunhas ouvidas por aquele jornal, reside na cidade de Setúbal e tinha família em Sanlúcar de Guadiana.

    Fonte: Fallece un varón al chocar con una moto de agua contra el puerto deportivo de Sanlúcar de Guadiana