FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Guadiana

  • Uma importante descoberta arqueológica sobre Arenilha

    Uma importante descoberta arqueológica sobre Arenilha

    De facto, uma das grandes dúvidas da História do sotavento algarvio acaba de ser esclarecida: a localização das pedras nobres da Ermida de Santo António, edificada na vila de Santo António de Arenilha.

    Tal como podemos acompanhar nos vários estudos que temos vindo a publicar em várias revistas culturais/científicas/académicas, a vila de Arenilha foi fundada na foz do Guadiana, em 1513. Foi constituída como um couto de homiziados, sendo que no seu porto – onde eram contrabandeados escravos e mercadorias trazidas das praças portuguesas do Norte de África – era frequentemente atacado pelo corso e pela pirataria, principalmente a magrebina.

    Altar - Arenilha

    A partir de 1542, a alcaidaria-mor de Arenilha foi atribuída a António Leite, capitão das praças portuguesas de Mazagão, Azamor e do forte do Seinal, como compensação pela perda da capitania de Mazagão, onde se concentraram as forças portuguesas no sul de Marrocos depois da evacuação de Safim e Azamor.

    De facto, foi durante a evacuação de Alcácer Ceguer, em 1550, que o capitão António Leite transferiu para os edifícios religiosos de Santo António de Arenilha (Igreja da Trindade e Ermida de Santo António) as pedras nobres da capela existente no forte do Seinal, nomeadamente, as pias baptismais e de água benta, uma coluna com as armas de António Leite e até a pedra do altar-mor.

    Estas informações, avançadas por Hugo Cavaco, em 2010, e por nós desenvolvidas desde 2014, levantaram, no entanto, uma dúvida: o destino dado às pedras nobres de Arenilha quando a população da vila se dispersou pelo concelho, durante o séc. XVII que assistiu à Guerra da Restauração (1640-1668).

    A resposta a este enigma com quatro séculos foi agora desvendada pelo historiador de arte Marco Sousa Santos, que identificou, na Ermida de Santo António, em Castro Marim, um pedestal com o brasão de armas do capitão António Leite, alcaide-mor de Arenilha, assim como o tampo de uma mesa de altar onde figura a inscrição:

    “ESTE.(A)LTAR.E.IRMI/DA.MANDOV.FAZER.AMTO.LE.ESTÃNDO.POR.CAPITÃ.N/O.SE(INAL) (…)”.

    Esta descoberta destaca-se, desde logo, pela sua grande importância histórico-cultural, não só por se tratar de um património arqueológico dos Algarves de Aquém e de Além-mar, trazido para a foz do Guadiana no contexto da reformulação da estratégia norte-africana de D. João III, como também por se tratar dos únicos materiais (até agora conhecidos) que sobreviveram ao desaparecimento da sede de concelho de Santo António de Arenilha, reconstruída a partir de 1774 e cujo nome, em 1775, veio a ser alterado para Vila Real de Santo António, segundo deliberação do marquês de Pombal. Mais uma prova, agora física, de que a nossa terra é muito mais antiga do que, deliberadamente, nos quiseram convencer com o pretexto rebuscado da arquitectura pombalina. Contra factos não há argumentos.

    Fernando Pessanha
    Historiador
  • Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Como é conhecido da história local, as conservas de peixe começaram pelas salgas, refinadas pela sofisticação catalã, pela descoberta da pasteurização e, mais tarde, pelo enlatamento em azeite.

    O novo processo, que faz o requinte dos consumidores espanhóis, para os quais, de momento, está a ser conduzida oitenta por cento da produção, e consiste em acrescentar à segurança da salga, o sabor do fumado, em forno apropriado para o efeito ou a frio, criando um novo e requintado sabor que atenua a rispidez do sal.

    O produto já está à venda em cadeias como a Pingo Doce e Auchan, na cadeia algarvia Apolónia e nos supermercados Intermarché do Sotavento. Há capacidade para aumentar a produção e duas novas naves operacionais estão prontas para entrar em funcionamento, caso seja necessário aumentar a produção.

    A Sociedade de Pescas Pelágicas 

    Visitámos a unidade e conversámos com Paulo Carvalho e Carlos Benjamin Carvalho e as declarações que se seguem relativamente à empresa, foram colhidas de ambos, em relação ao conhecimento da fábrica e das suas origens.

    «Há, primeiro, o processo produtivo da sardinha fumada. Portanto, é a novidade que é introduzida por esta sociedade, aqui em Vila Real de Santo António,  porque nós, no nosso mercado, só temos tido conserva tradicional e a conserva fumada tem origem praticamente nos países nórdicos», começou por nos dizer Benjamim, acrescentando: «Eles fumam a sardinha à lareira».

    Dizemos que vimos para dar conhecimento aos nossos leitores  principalmente das novidades e o que a empresa entende ser possível dar a conhecer ou divulgar no mercado e também sobre as dificuldades que, sendo conhecidas, permitam a tomada de medidas  para ajudar a ultrapassar.

    Vamos falar da fábrica, que é uma unidade produtiva, e mais do produto produzido.  É uma unidade grande e não o parece de fora e temos aqui uma unidade produtiva bastante importante em Vila Real de Santo António da qual deve ser dado conhecimento à população, observámos.

    «Pois sim, é uma das poucas indústrias cá em Vila Real de Santo António, em especial nesta área que é mais nossa, que é a área do mar que se perdeu muito na nossa terra», disse-nos Carlos Benjamim e falou-nos da perda da transformação do pescado, em especial do atum, com a infelicidade da morte de Dâmaso, um vizinho. «Eles ainda continuam a vender um produto, mas  já não é produzido ali». Mostrou-se satisfeito pela continuidade da unidade, mas triste porque acabou o desmancho do peixe no local, processo conhecido por ronqueamento. Agora, «compram as peças já desarmadas que lhes são necessárias para a laboração».

    A Sociedade não vende para o mercado local, não tem venda ao público do atum. «Vai para Espanha, principalmente. A Espanha representa oitenta por cento do nosso negócio, são os consumidores fundamentais. No mercado que temos em Espanha a restauração e a hotelaria são os destinatários. Aqui, no nosso mercado, é a venda direta ao público basicamente nos supermercados, nas grandes superfícies, já estamos em quase todas, já fizermos contrato com o Pingo Doce, vamos começar a fornecer o Pingo Doce e estamos a fornecer Corte Inglês», explica Paulo de Carvalho.

    Em Vila Real de Santo António e Monte Gordo também vendem para o Intermarché, locais. Conseguiram dar satisfação às exigências com que foram escolhidos, cumpriram todas e, no setor da distribuição, neste momento, têm o mercado assegurado.

    «Aqui, em relação ao processo produtivo dos trabalhadores, a produção conta comigo e mais cinco e temos  sócio presidente e, ainda,  uma funcionária na na nossa loja, nas costas deste armazém (Lote 15 da Zona Industrial), onde vendemos os nossos produtos», esclarece Paulo de Carvalho

    A fumagem aromática 

    Fazemos notar que, em relação ao  processo de fumar a sardinha, para nós, gente do Sul, pareceu-nos uma ideia estranha porque não é hábito, é um hábito mais nórdico do que propriamente aqui nosso. 

    «Mas é uma fumagem diferente e a nossa é a frio, abaixo dos trinta e cinco graus é considerado fumagem frio. Apesar de ser um conservante, a fumagem que fazemos, quando se faz a fumagem em frio, é mais para aromatizar, para dar o sabor de fumo do que como conservante. Com fumo, é feita a fumagem a quente. A conservação é a sal», explica Paulo de Carvalho.

    Carlos Benjamim aponta-nos orgulhoso o cartaz emoldurado no escritório da sede da Companhia das Pescas Pelágicas, a produtora das novas conservas que representa a distinção do ano de 2022, como produtor nacional, pela revista «Vinhos», e continua;

    «Da atividade das pescas, que foi o motivo da fundação da sociedade, sobrou o leme, também pendurado, ao lado da moldura da condecoração e das fotografias das embarcações sucessivamente abatidas para a conversão. Tiveram uma traineira, a «Pelágico», a seguir um palangreiro, para a pesca do espadarte, o «Rio Zêzere». Fizemos, então, de raiz, um barco novo, em ferro, o «Rio Pravia», com umas condições diferentes de congelação, com uma autonomia para três meses de mar acabamos com esses e tivemos novamente outra traineira, que foi a última que teve atividade em Vila de Santo António e não foi do senhor Vairinhos. Chamava-se «Pelágico» como a primeira»

    Quando terminaram a atividade da pesca, a sociedade, inicialmente armadora, construiu a fábrica que inicialmente era só um bloco começaram por fazer filetes de sardinha, na altura em que havia sardinha com abundância e a preços para indústria, têm uma máquina para fazer os filetes e chegaram a produzir dez toneladas diárias para o mercado e, através de uma empresa, vendiam para a cadeia de distribuição do Mercadona com a qual chegaram a estar quase em regime de dedicação. Até que a sardinha, em quantidade e preço acessível acabou, também devido às quotas.

    «Estiveram uma temporada praticamente parados e depois retomámos a atividade a fazer outras coisas como peixe fresco, até que surgiu um cliente a querer cavala fumada. Fazíamos os filetes e eles faziam a fumagem noutro lado. Começaram a pedir outros artigos e passamos para a sardinha fumada e cavala fumada, em processos diferentes, já que a cavala fumada exige fumo líquido, cujo processo desconheciamos, não tinham estufa. Uma encomenda generosa permitiu fazer o investimento no forno e garantir a transposição do processo tecnológico para a fábrica de Vila Real de Santo António».

    A pandemia que provocou uma paragem, onde não tiveram mais ajudas que a parte financeira do lay-off. Não tiveram ajudas da Segurança Social «é só conversa de televisão». Têm a noção de ter aguentado sozinhos a pandemia. A seguir apareceu a guerra e também sofreram pela quebra no óleo de girassol que vinha da Ucrânia, porque os preços dispararam.

    Com o abastecimento assegurado no mercado espanhol, perguntámos se não era hora de crescer para Portugal, mas apontam duas limitações. Os produtos que produzem ainda são estranhos ao paladar português, os hábitos de comer tapas são diferentes e há poucos recursos financeiros para um investimento em divulgação nacional.

    Confiança e vontade de fazer mais e melhor foi coisa que não vi que faltasse aos sócios que se lançaram nesta inovadora gastronomia das conservas «Real Filets»

    FOZ/José Estêvão Cruz
  • Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Começou com a recepção da comitiva espanhola no Cais de Embarque de VRSA e seguiu em arruada até à Praça Marquês de Pombal, com uma banda portuguesa e outra espanhola que tocaram, à vez, os Hinos Nacionais, frente ao edifício da sede do concelho de Vila Real de Santo António, na cerimónia do hastear das bandeiras de ambos os países ibéricos.

    Depois nova arruada pelas ruas da cidade de VRSA, a comitiva regressou ao cais de embarque, para a travessia fluvial do Rio Guadiana até cidade Ayamonte, localidade onde se prosseguiu em clima de festa com um desfile até à sede do Ayuntamiento local, sendo novamente tocados os Hinos dos dois países.

    A iniciativa terminou com os discursos solenes e com a abertura oficial das festividades das Angústias, que foi simbolicamente marcada pela inauguração da iluminação do recinto da romaria ayamontina, ato popularmente apelidado como «el encendido del alumbrado».

    Ayamonte e Vila Real de Santo António são cidades geminadas e pertencem à Eurocidade do Guadiana que agrega também Castro Marim.

  • Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    A Ribeira da Foupana é um curso de água que nasce na Serra do Caldeirão, a uma altitude de 495 metros, percorrendo os concelhos algarvios de Alcoutim e Castro Marim e desaguando na Ribeira de Odeleite, um pouco antes da sua foz, na margem direita do Rio Guadiana.

    O valor garantido pelo Governo é meio milhão de euros e este projeto, que é acompanhado por um estudo de impacto ambiental, será o primeiro passo na construção de uma barragem que irá dar será mais um auxílio para ajudar no abastecimento de água ao Algarve.

    Foto: Francisco Amaral
  • Procissão e saudações no Guadiana à Senhora da Encarnação

    Procissão e saudações no Guadiana à Senhora da Encarnação

    Porém, o programa que hoje se inicia, é recheado de atividades lúdicas que se prolongam até ao fogo de artifício da noite de domingo, a encerrar a Festa que é um dos pontos altos do calendário, reunindo moradores e visitantes para três dias de festividades.

    As celebrações começam esta sexta-feira com a atuação do dj Miax, às 22:00 horas e do dj Pedro Carrilho, às 00:00 horas, no jardim da Avenida da República, frente à capitania.

    Amanhã, sábado, 2 de setembro, a música ao vivo entra em cena às 22:00 horas com a apresentação da «Banda Oitentamente», na Praça Marquês de Pombal. O programa continua ao ritmo do dj Gustavo Vera, que assume o palco no Jardim da Avenida da República, a partir da meia-noite.

    O terceiro e último dia das festividades, 3 de setembro, domingo, começa às 8:00, com a alvorada. Às 10:00, a diversão continua com o Pau de Sebo, uma competição realizada na Associação de Pescadores Santo António de Arenilha. A tradição marítima é celebrada com a Corrida de Barcos, também na Associação de Pescadores Santo António de Arenilha, às 12h00.

    A música ao vivo volta à Praça Marquês de Pombal, às 21:30 horas, com a Orquestra Sérgio Peres, banda vila-realense fundada nos anos 70 e que alcançou o sucesso com temas como «Sem Ti». A formação, renovada, está de regresso aos palcos com uma atuação única, em Vila Real de Santo António. Segue-se um grandioso concerto de Tributo aos Gipsy Kings, com muita cor, luz e boa disposição, às 22h00.O cartaz encerra com um espetáculo de fogo de artifício, à meia-noite, na Avenida da República, junto ao Rio Guadiana.

    As festas em honra de Nossa Senhora da Encarnação são organizadas pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e pela Paróquia da Nossa Senhora da Encarnação, em parceria com a Junta de Freguesia de VRSA e a Associação de Pescadores Santo António de Arenilha.

  • O «Passeio Pela Arte» na cidade de Ayamonte

    O «Passeio Pela Arte» na cidade de Ayamonte

    Calor para que nada falte nesta noite de pleno agosto. Pessoas admirando e curtindo cada trabalho como se fosse a primeira vez e ganhando uma garrafinha de água fresquinha para enfrentar todo o calor do mundo.

    E enquanto, no pátio do convento de La Merced, as autoridades locais e provinciais declaravam inaugurada esta edição dedicada ao pintor valenciano Sorolla, no pátio da Casa Grande, esperavam alguns minutos para iniciar a sua participação nesta edição, com novas coleções de poemas e novas leituras poéticas.

    O amigo Rúa deu as boas-vindas ao grande público, apresentou o poeta Eladio Orta que ia revelar os segredos da sua última obra “A não estratégia da árvore”. Um recital carregado com a enorme personalidade do poeta camponês de Canela e disposto a não deixar nada sem resposta. Aplausos são sempre o prêmio pela leitura e reconhecimento da obra do escritor.

    Em seguida, foi o moderador da noite quem deu a palavra a Fabiola A. Lorente Sorolla, bisneta do pintor valenciano, que fez referência à coleção de poemas publicada na época “Sorolla. Versos para um centenário” e onde foram recolhidos os 24 poemas expostos em 2019 por ocasião dos atos e exposição de referência ao centenário da pesca do atum em Ayamonte. Palavras carinhosas e carinhosas que os participantes souberam apreciar.

    Em seguida, falaram sobre o livro “A pintura de Ayamonte hoje. Breve Crônica” que faz um passeio pelas publicações da imprensa nos últimos 10 anos e que refletem a intensa atividade pictórica da cidade. Um livro que não deixa ninguém indiferente ao número de amostras do enorme potencial pictórico dos ayamontinos.

    Por fim, foram os poetas presentes na coletânea de poemas dedicados a Sorolla e presentes na noite mágica, que recitaram seus próprios poemas. Versos em espanhol e português. Palavras emocionais, cotidianas ou mesmo emprestadas foram lançadas pela rampa de um pátio que conduz ao frescor dos desejos. Ana Deacracia, Eladio Orta, Clara Lourenço, Miguel Cabrera, María Luisa D. Borrallo, Antonio Cabrita, Ana I. Núñez, Carmen Azaustre, Clemen Esteban e o próprio moderador.

    Boas palavras, bons votos e poesia presentes mais uma vez neste evento pictórico que surpreende a cada dia mais pela sua imensidão. Parabéns.

    José Luís Rua Nascer, visto em Huelva,ya

  • Tenta salvar uma amiga e morre afogada no Guadiana

    Tenta salvar uma amiga e morre afogada no Guadiana

    A mulher de 22 anos, de nacionalidade estrangeira, morreu afogada no rio Guadiana, em Azenhas do Guadiana, Mértola, já depois de ter salvado uma amiga, segundo a agência Lusa, a partir de fonte da GNR.

    Ao Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, a nota de desaparecimento da mulher, no Guadiana, foi dada às 20:54 horas.

    Foram mobilizados para o local, de acordo com o Comando Sub-Regional, 26 operacionais, apoiados por três embarcações e 11 veículos, dos bombeiros de Mértola, da Capitania do Porto de Vila Real de Santo António, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

  • Água quente e areia fina na praia fluvial Pego Fundo

    Água quente e areia fina na praia fluvial Pego Fundo

    O Algarve é um destino de eleição para muita gente no verão. As praias de areia lisa e mar quente são uma atração para todos os que gostam de banhos de sol e mergulhos. Mas não é só de mar que se faz esta zona do país. Em Alcoutim, no meio da paisagem rural, há uma praia fluvial que também atrai muitos turistas e locais.

    Apesar da pequena dimensão, é servida por várias infraestruturas para garantir a melhor experiência a quem por ali passa o dia. Além de ter zona de duches e um bar de apoio, tem parque de merendas, campo de voleibol e uma zona para atividades lúdicas e desportivas.

    A praia fluvial do Pego Fundo tem o galardão “Praia Acessível – Praia Para Todos!”.

  • Captar água do Guadiana será a norte da Mesquita

    Captar água do Guadiana será a norte da Mesquita

    A solução prevista. implica a construção de uma «Tomada de Água no Pomarão», que tem como objetivo analisar a potencial interferência do projeto no ambiente biofísico e socioeconómico, e propor medidas de mitigação que possibilitem a implementação sustentável do mesmo.

    O projeto prevê a construção de uma captação de água superficial na zona estuarina do rio Guadiana, a norte da povoação de Mesquita, a montante do Pomarão. A jusante do Pomarão, junto ao paredão da barragem do Chança, afluente do rio Guadiana, já lá se encontra o chamado Boca-Chança que abasteceu de água os campos de frutos vermelhos da província de Huelva.

    Os agricultores espanhóis que utilizam a água do Guadiana ao abrigo do acordo de Albufeira, tem reclamado a abertura desta captação, alegando que os portugueses utilizam a água para outros fins que não o agrícola.

    A partir da captação, agora em apreciação, será ligada uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, onde a água captada será restituída.

    Os traçados da conduta adutora apresentam três alternativas, uma delas com duas variantes, a percorrerem os concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim, prevendo-se assim aumentar a resiliência e capacidade hidráulica do sistema intermunicipal de abastecimento de água do Algarve.

    A Solução da Tomada de Água no Pomarão é financiada no âmbito do PRR para a gestão da água na região, com um investimento de cerca de 61,5 milhões de euros. À Avaliação de Impacto Ambiental, se positiva, segue-se a emissão da Declaração de Impacto de Ambiental que permitirá avançar para o concurso de empreitada.

    A água será captada numa zona do Pomarão, onde as águas não tenham a influência salina, com caudal previsto de caudal de dois m3/s durante quatro meses e um m3/s durante outros quatro meses no ano. Vão ser transferidos anualmente um máximo de 30 hm3 para o sistema Odeleite-Beliche, que serve de origem de água para abastecimento urbano ao sistema intermunicipal do Algarve e para regar o Sotavento Algarvio.

  • Bombeiros de VRSA e Castro Marim melhor equipados

    Bombeiros de VRSA e Castro Marim melhor equipados

    A medida representa um investimento em equipamento de cerca de 1.750 euros por bombeiro, tendo a verba sido conseguida pelo «esforço de ambos os municípios» e o comandante Miguel Silva assegurou que eles têm a qualidade que garante a segurança no combate aos incêndios urbanos.

    Segundo a autarquia vila-realense, o comandante vê agora realizada uma das suas primeiras aspirações, que era «uma necessidade antiga, visto que o equipamento dos bombeiros não tinha as condições mínimas de segurança para aquilo que é a atividade dos nossos operacionais».

    Em representação dos municípios estiveram presentes no ato de entrega. Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António e o vereador da câmara municipal de Castro Marim, João Pereira.

  • Cartografia do Guadiana e do Gargálias em consulta pública

    Cartografia do Guadiana e do Gargálias em consulta pública

    Segundo a nota de imprensa, vão ser especificamente consultadas as DPH cartográficas, as Zonas de Inundação e as Zonas de Vazão Preferencial dos referidos rios.  

    A exposição dos mapas, sobre a qual se desenvolve o processo de consulta pública, pode ser consultada no site da Confederação Hidrográfica do Guadiana.

    Durante o período de consulta , que dura três meses, poderão ser dados contributos e quantas observações e sugestões sejam consideradas adequadas, dirigidas à Confederação Hidrográfica do Guadiana, à sua sede electrónica ou por correio postal para a sede da Agência da Bacia, em Badajoz.

  • Festival Andanças junto ao Guadiana

    Festival Andanças junto ao Guadiana

    O evento é organizado pela Associação PédeXumbo, em parceria com o Município de Reguengos de Monsaraz, a União de Freguesias de Campo e Campinho e a Associação Gente Nova de Campinho.

    Os participantes têm a possibilidade de fazer passeios de barco pelo Lago Alqueva, um percurso pedestre por Monsaraz e visitas ao Observatório do Lago Alqueva e à destilaria Sharish Gin. Durante o Andanças estará a circular o Transfer Alqueva que vai levar os festivaleiros para darem um mergulho na Praia Fluvial de Monsaraz.

    O festival vai ter lotação para 1.500 pessoas e a partir desta edição será realizado de dois em dois anos. Os bilhetes os residentes no concelho de Reguengos de Monsaraz têm 50 por cento de desconto no preço.

    O Andanças é definido como «uma aldeia global onde os participantes são convidados a interagir e a partilhar entre eles, mas também com a comunidade de Campinho. É um festival que promove a música e a dança popular enquanto meios privilegiados de aprendizagem e intercâmbio entre gerações, saberes e culturas, reavivando hábitos sociais de viver a música retomando a prática do baile popular com abordagens às danças tradicionais portuguesas e do mundo».

    Durante os quatro dias do Andanças vão realizar-se mais de 120 atividades em sete espaços diferentes de programação, com bailes, concertos, oficinas e atividades para as famílias e para as crianças, anuncia a autarquia. A programação apresenta cinco bailes por noite com artistas de Portugal, Espanha, França, Itália e Brasil. No palco vão estar os portugueses Zé Oliveira, Os Burricos, Grupo Velha Guarda da Madeira, Burel, Dahu, Não És Tu Sou Eu, Stompin At Six e Aire, os espanhóis Sérgio Cobos, Obal e Zaroj, os brasileiros Espaço Baião, os franceses Edentia e Duo des Cîmes e os italianos Rudemá.

    O Andanças vai ter concertos com propostas musicais tão diversas como os Malino, Malotira, Fado Badiu ou Ramblers Parade, mas também com artistas do concelho de Reguengos de Monsaraz como os 5 Castas, Al’Canti, Encanta Modas, Brisas do Alentejo e o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz. Durante a madrugada atuam dj’s que vão misturar a música latina, africana, caribenha e eletrónica, com os sets a cargo de Waty Barbosa, Dj Deão e Quim Ezequiel, Tito e Estereocleidomastóideo.

    A programação do festival inclui performances, arruadas, oficinas criativas, oficinas de instrumentos e conversas, como por exemplo sobre as tradições de Campinho, pintura alentejana em olaria e produção de tijolos rústicos para construção. O Andanças preparou diversas atividades para as famílias, nomeadamente oficinas de relaxamento com ioga dance, meditação coletiva, danças circulares sagradas ou massagem ayurvédica, mas também para as crianças que vão ter jogos, danças de roda e brincadeiras dançadas, cantigas e brinquedos do Brasil, oficinas de origami, de circo e de feltragem, assim como o Circo VagaMundo que vai apresentar o espetáculo “O Modesto Augusto”.

    Na Praça Bernardino José Cruz vai ficar o Mercado de Artesanato, um espaço tradicional para venda de bens regionais e artesanato do mundo. Para além da Cantina Andanças, com refeições completas, haverá o espaço de tasquinhas junto ao recinto principal.

  • Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

    Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

    É pelo menos o que se depreende das palavras preferidas por Álvaro Araújo, presidente da câmara Municipal de Vila Real de Santo António, na abertura da exposição de pintura e a escultura «2 MARGENS», inaugurada na passada sexta-feira, 7 de Julho, no centro cultural António Aleixo da cidade de pombalina. «Nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda maior e que sirva as três comunidades por igual»., disse.

    Também o novo executivo de Ayamonte, saído da recentes eleições autárquicas em Espanha, nomeou já uma nova conselheira para a Eurocidade do Guadiana.

    Em breve e no âmbito da rotatividade estabelecida, Vila Real de Santo António a assumirá a presença da Eurocidade do Guadiana e o novo presidente ressaltou já que valorizava o trabalho existente neste território, no objetivo do reunir as duas margens do rio.

    Álvaro Araújo afradeceu aos distritos artistas plásticos e dos poetas do Guadiana, quanto a este desenho transfronteiriço, na pessoa da Ayamontina Ana Feu, sob cuja iniciativa nasceu a exposição, que tem já quatro anos de exibição de distintas obras. Terminou dizendo «nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda melhor e que sirva as três comunidades por igual.

  • Fado e Flamengo unem Alcoutim e San Lúcar de Guadiana

    Fado e Flamengo unem Alcoutim e San Lúcar de Guadiana

    Este evento integra um conjunto de iniciativas, num verdadeiro espirito de cooperação transfronteiriça que prometeem, através da expressão musical, aproximar ainda mais estas duas vilas Gêmeas do Guadiana.

    No Fado, teremos as vozes de Nani Nadais e Susana Martins, acompanhadas pela guitarra portuguesa de Pedro Ferreira e a viola de fado de Miguel Monteiro.

    No Flamenco, teremos a presença da Companhia Flamenca Laura Guastini, trazendo consigo um espetáculo intitulado «Fronteras». O cante de Carmen Yruela, a guitarra de Cristian Cabello, a percussão de Miguel Rosa e o baile envolvente de Laura Guastini com a promessa de portar o público para a essência do Flamenco.

    Fado e do Flamenco, duas formas de expressão que refletem a identidade cultural e a riqueza histórica de Portugal e Espanha. A «Noite de Fado e Flamenco» é aberta ao público e o município convida todos os amantes da música e da cultura a participar do momento especial de celebração e intercâmbio cultural entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana.

    Alcoutim Com Vida começa hoje

    A iniciativa “Alcoutim Com Vida” começa hoje e prolonga-se por todas as quartas-feiras, a partir das 22:00 horas, na Praça da República. O programa é recheado de eventos para encerra final de agosto.

    A banda Pop «Santana Experience» é a aposta do município para o arranque da animação. A 12 de julho é a vez da música Popular e Latina com o grupo «Koincidencias? No dia19 de julho chegam as sonoridades Pop Rock trazidas pela banda «The Kangarros». No dia 26 de julho é o fadoa animar a noite com a atuação de «Fado Tropical».

    Domingos Caetano e o Tributo ao Rock Português está agendado para dia 2 de agosto. Dia 9 de agosto é dedicado, outra vez, ao Pop Rock dos «DeeP CoveR». Os ritmos africanos e brasileiros de «Ary Ferreira e Pau de Cabinda Quarteto» podem ser um interessante pretexto para dançar.

    A música popular Alentejana de «Oh Laurinda» chega a 23 de agosto. O fecho, na praça, acontece dia 30 de agosto com «Música no teu Tempo», a percorrer diversos estilos musicais.

    A autarquia procura, assim, apresentar um cartaz variado e gratuito, em ambiente descontraído e multicultural para proporcionar um atrativo entretenimento ao verão de Alcoutim.

  • Rádio e e-mail ajudam emprego transfronteiriço Algarve-Andaluzia

    Rádio e e-mail ajudam emprego transfronteiriço Algarve-Andaluzia

    A emissão e a newsletter, têm por objetivo divulgar as características do EURES e apresentar a oferta de serviços que possam ser prestados a empresas e trabalhadores que desenvolvam a sua atividade laboral, no âmbito da fronteira.

    A União Europeia, reconhece que, dentro do princípio da livre circulação de pessoas, podem com regularidade surgir dificuldades, no que toca a relações laborais ou empresariais, nas áreas de fronteira. Assim, s pessoas que vivem numa região e trabalham na outra ou as que diariamente cruzam a fronteira para trabalhar ou, ainda, as empresas que operam no espaço da fronteira, enfrentam um conjunto de dificuldades adicionais que o serviço especializado de emprego transfronteiriço pretende ajudar a resolver.

    O serviço EURES Andaluzia – Algarve desenvolve um alargado calendário de atividades cofinanciadas pela União Europeia com o objetivo de favorecer o emprego e transparência laboral entre ambos os mercados de trabalho, dado tratar-se da dinamização de uma mobilidade justa, promovendo o conhecimento de oportunidades laborais e profissionais em ambas regiões.

    O projeto EURES Transfronteiriço Andaluzia – Algarve, Eurocidade do Guadiana AECT, é liderado pelo Serviço Andaluz de Emprego e pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) conjuntamente com os principais agentes sociais e económicos do território fronteiriço.

    As ações de comunicação de rádio e a newsletter são coordenadas pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial – Eurocidade do Guadiana que participa como sócio do projeto.

  • Filomena Sintra é o presente e o futuro de Castro Marim

    Filomena Sintra é o presente e o futuro de Castro Marim

    «A minha vice-presidente a Filomena Sintra … , não tenho palavras que encerrem o que sinto por esta jovem. Qualquer palavra ficará além da realidade. Ela é uma mulher de causas e Castro Marim é a sua causa. É o presente e o futuro de Castro Marim. Muito obrigado, Filomena, pela alma que colocas em tudo aquilo que tu fazes», assim se lhe dirigiu.

    Francisco Amaral está na presidência do município há dez anos e foi essa década que quis assinalar no seu discurso, chamando-lhe «Uma data redonda que me faz olhar para trás e refletir sobre o que marcou esta minha década à frente dos destinos deste município».

    E disse o que, em seu entender mudou: «Em dez anos o mundo mudou, Castro Marim, mudou e cada um de nós, mudou a dinâmica da vida, e a mudança exige-nos a capacidade de adaptação à mesma. Nesta última década o mundo tornou-se mais global para o bem e para o mal. O mundo digital e o desenvolvimento assombroso da inteligência artificial lançam grandes desafios no campo das interações humanas, da vida em liberdade e do desenvolvimento e organização das sociedades. O aumento dos fluxos imigratórios, uns legais e muitos outros de forma ilegal e furtiva, pondo em risco a própria vida e um letreiro na tumba dos esquecidos».

    Francisco Amaral relevou a presença de uma considerável comunidade de emigrantes no concelho para assinalar que eles ciam «a dinâmica económica para dar resposta à escassez de mão de obra e contribuir para a melhoria dos índices de envelhecimento». Porém também assinalou que lhes causam preocupação e algo que nos deverá envergonhar enquanto sociedade, «as condições degradantes em que muitos vivem e a forma desumana como por vezes são explorados, no seu local de trabalho»,

    E assinalou as causas como a profunda crise económica em que o nosso país mergulhou há uma década e «afetou o tecido social, gerou desemprego, cortes nos serviços públicos nos salários, pensões e apoios sociais, em suma, empobrecendo o país e os portugueses».

    Referindo a pandemia da Covid-19, lembras que «ela fez o impensável. Parou literalmente o mundo e originou uma crise sanitária económica sem precedentes A guerra na Europa provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia trouxe para a ordem do dia o receio das armas nucleares e biológicas, assim como o fantasma dos nacionalismos e de todo o tipo de extremismos».

    E, análise das consequências da guerra assinalou que esta «originou a escassez de matérias-primas, grande fluxo de refugiados e uma nova crise humana e económica».

    Concluiu a sua análise dizendo que «Foi neste contexto de dificuldades e incertezas que Castro Marim viveu este período da sua história e viu acontecer um conjunto de obras emblemáticas, não só pela sua importância, mas sobretudo por contribuírem para o acréscimo da autoestima dos castro-marinenses e por melhorarem a sua qualidade de vida e os índices de satisfação e felicidade. O passado condiciona-nos e, muitas vezes, dificulta-nos a capacidade de sonhar, de projetar o futuro e de lutarmos por aquilo em que acreditamos».

    Deu como nota de amargura os oito anos que esteve sem maioria da assembleia municipal e os dois anos sem maioria no executivo que fizeram, segundo a sua apreciação, como se «muitas vezes existissem forças de bloqueio à ação do executivo».

    Deu nota que Castro Marim cresceu em humanismo e preocupação social e assinalou que, nos momentos de maior fragilidade social, estiveram «na linha da frente na proteção dos castro-marinense, na crise financeira e social, canalizámos as atenções e os meios de combate ao flagelo social do desemprego com muitas famílias com graves carências socioeconómicas. Castro Marim cresceu na preocupação com o abandono dos territórios do interior do concelho e das suas gentes. Foram criadas condições para a fixação nos montes do nosso concelho com enorme esforço que foi feito para usar água potável até às suas casas»

    Francisco Amaral deu nota do reforço de Castro Marim como destino turístico de qualidade e dos projetos que se encontravam encalhados há décadas que começam a ver a respetiva concretização, dando nota positiva ao envolvimento da CCDR Algarve e do seu presidente José Apolinário, presente na cerimónia. Na sua opinião, não apenas a dinamização dos empreendimentos já em funcionamento, bem como o reatar dos empreendimentos de Almada Douro e Corte Velho que «irão mudar a imagem do Guadiana e ligar Castro Marim ao rio».

    «Como tivemos oportunidade de ver», os projetos foram apresentados em fotos e vídeo à assistência da Sessão Solene – «são projetos de baixa densidade de muita qualidade»

    Assim, agradeceu aos promotores, investidores, projetistas e à equipa municipal pela persistência resiliência que permitiu a aposta de anos avançar com estes protegentes e dise que a revisão do PDM que será concretizada até ao final do ano, como elemento facilitador da construção de habitação que tantas falta faz no país no Algarve e no concelho de Castro de Marim. A estratégia local de habitação do município aprovada pelo governo também prevê uma quase uma centena de fogos habitacionais

     Para rematar, assinalou que «o futuro de Castro Marim construímo-lo todos os dias em equipa com a entrega de todos vós juntos não é impossíveis a prova desta afirmação é de todo o elenco de projetos de décadas que já conseguimos concretizar ou que estão em vias de concretização. Temos desenvolvido um trabalho sério com verdade com bom senso com rigor nas contas públicas não estendendo o pé para lá do lençol sem grande propaganda nem satisfazendo o culto de imagem de ninguém. Sempre numa perspetiva de sustentabilidade e de futuro de um futuro mais risonho e mais promissor».

  • Copa do Guadiana 2023 pode ser a mais participada de sempre

    Copa do Guadiana 2023 pode ser a mais participada de sempre

    A competição apresenta-se dividida em nove escalões, sub-08 (futebol 5), 09, 10, 11, 12 e 13 (futebol 7, 9 e 11), sub-15 e sub-17 (futebol 11). A organização considera estarem reunidas todas as condições para jogos ao mais alto nível com jovens entre os 7 e os 17 anos.

    Este ano, o torneio será dividido em três momentos. Entre 25 e 28 de junho, no futebol de 11, vão estar em competição os escalões de Juvenis, atletas nascidos em 2006/2007, Iniciados, atletas nascidos em 2008/2009, e Infantis A, atletas nascidos em 2010.

    Entre 28 junho e 1 de julho entram em campo os escalões de Infantis A, pela primeira vez com a variante de futebol 9, atletas nascidos em 2010. Os Infantis B, atletas nascidos em 2011 e Benjamins A, atletas nascidos em 2012, em futebol 7, entram em campo nas mesmas datas.

    Entre 1 e 3 de julho, futebol 7 e futebol 5, competem os escalões de Benjamins B, atletas nascidos em 2013, Traquinas A, atletas nascidos em 2014,  e Traquinas B, atletas nascidos em 2015.

    Os jogos terão lugar no Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António, Campo Francisco Gomes Socorro e Complexo Desportivo de Monte Gordo e decorrem diariamente a partir das 8:30 horas.

    Para a autarquia, vão «estar criadas todas as condições para a concretização de grandes momentos futebolísticos, juntando as futuras promessas do futebol e os melhores clubes da atualidade».

    No dia 25 de junho, às 20:30 horas, realizar-se o desfile de abertura com as equipas de futebol 11, «promovendo o convívio e o clima de festa entre todos os participantes». Este momento repete-se no dia 1 de julho, às 19:30 horas, e será considerado a cerimónia de abertura do torneio para os restantes escalões.

    O que pretende a autarquia com este torneio

    Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal explica que «a presença, no concelho, de dezenas de equipas e de centenas de participantes de diferentes regiões do país, durante mais de uma semana, cria uma dinâmica única que beneficia não só a economia local, mas também promove a nossa cidade como um destino turístico e desportivo de referência».

    Quanto à prova desportiva «Copa do Guadiana», entende que ela está a reforçar a nossa posição do concelho «como capital do futebol juvenil, proporcionando aos atletas, treinadores e famílias uma experiência inesquecível, e a contribuir para a formação desportiva e pessoal dos participantes».

    Estão alocadas ao evento cerca de 80 pessoas para suporte e apoio, nomeadamente ao nível técnico. Durante toda a prova, será criada a linha «Copa do Guadiana Bus» para transportar os milhares de atletas entre os alojamentos e os locais dos jogos.

  • Dos 14 médicos recrutados no Algarve nem um para o Baixo Guadiana

    Dos 14 médicos recrutados no Algarve nem um para o Baixo Guadiana

    Estes profissionais pode vir a melhorar a atividade assistencial, os cuidados de saúde primários de proximidade e a qualidade dos serviços prestados aos utentes na região algarvia.

    Os novos médicos vão integrar as equipas das Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados dos concelhos de Albufeira, Faro, Lagoa, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, Quarteira, São Brás de Alportel e Tavira. Este reforço vai permitir alargar a cobertura assistencial de utentes com médico de família na região.

    Nas sessões de receção aos novos médicos, que tiveram lugar nos dias 1 e 15 de junho, o presidente do Conselho Diretivo da ARS Algarve, Paulo Morgado, deu as boas-vindas aos novos médicos.

    Na ocasião, congratulou-os pelo seu interesse em integrar os cuidados de saúde primários da região e salientou a importância da sua fixação nas localidades onde vão desempenhar funções.

  • Alqueva celebra Solstício com a quota de 147,96 metros

    Alqueva celebra Solstício com a quota de 147,96 metros

    Hoje, o maior dia do ano, em que às 15h57, em Portugal Continental, chega oficialmente o Verão, a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A, anunciou que a albufeira de Alqueva registou hoje a cota 147.96 m, o que corresponde a um armazenamento de 3206.03 hm3.

    A água armazenada em Alqueva, segundo a empresa «permite garantir uma área de 130 000 hectares de agricultura de regadio, o abastecimento público e a produção de energia hidroelétrica, para além de potenciar o turismo e os desportos náuticos».

  • Verão chega hoje e vai escaldar o Baixo Guadiana

    Verão chega hoje e vai escaldar o Baixo Guadiana

    Para hoje as previsões do estado do tempo, do IPMA são de céu muito nublado, com ocorrência de aguaceiros, tornando-se gradualmente pouco nublado e há possibilidade de trovoada no interior durante a tarde. Embora mais a norte possam ainda ocorrer aguaceiros. são no Baixo Alentejo e Algarve.

    O mapa que publicamos. com devida vénia para o site meteorológico Windy, dá uma nota de quando as temperaturas começam a atingir valores que recomendam as maiores cautelas quando à exposição a temperaturas elevadas

    Huelva prepara-se

    O verão chega a Huelva com altas temperaturas, prevendo-se ultrapassar os 40 graus, no final da semana, em algumas partes da província. Por ali se entende que o calor veio para ficar. Já a partir de hoje, quarta-feira, se prevê a subida acima dos 30 graus, para tocar os 40 na capital Huelva, no próximo domingo. Tudo aponta para que este verão se torne um dos mais quentes dos últimos tempos.

    Há previsão de uma possível onda de calor e os alertas de alta temperatura vão ser ativados. No condado de Huelva o calor será sufocante. As estradas estarão cheias para passar um fim de semana na praia, para lidar com as altas temperaturas esperadas para os próximos dias. Em La Palma del Condado, os termómetros marcarão até 43 graus, no fim de semana.

    Em pontos da Serra de Aracena e Picos de Aroche, as temperaturas, no final da semana, também ultrapassarão os 40 graus, como na região do Andevalo. Em Villanueva de las Cruces e El Granado, perto de Alcoutim e Pomarão, as temperaturas mais altas da província serão registradas com 44 graus previstos para domingo. Na costa de Huelva, as temperaturas serão mais amenas, mas o mercúrio também ultrapassará os 35ºC.

    Os vizinhos espanhóis preveem que o verão vai começar forte. Felizmente há as praias e bares de praia que estão prontos para começar a temporada e receber todos para desfrutar de um novo verão e ajudar a aliviar o calor sufocante que nos espera. Porém, ainda há muita gente que nem lá pode ir.