Apesar do baixo orçamento que o governo espanhol destina à Andaluzia, a esperança do outro lado da fronteira de Huelva com o Algarve é a de que Portugal os ajude a ir de AVE a Sevilha.
A parte espanhola não esconde que, por trás deste desejo dos algarvios para reforço do turismo, se esconde o aproveitamento da linha para reforçar a posição do Porto de Huelva como primeiro destino face ao Porto de Sines e com todas estratégias relacionadas com os corredores ferroviários.
No dia 28 de outubro, serão discutidas na cidade de Cáceres as propostas emanadas da XIII Reunião da Comissão Hispano-Portuguesa de Cooperação Transfronteiriça, realizada em Mérida, no dia 29 de setembro. O jornal Huelva Información teve acesso ao documento em seis pontos que inclui todas as propostas que serão apresentadas no encontro entre o Primeiro-Ministro português, António Costa, e o Presidente espanhol, Pedro Sánchez, com os respectivos gabinetes.
É que a região portuguesa conseguiu que um documento central seja tratado na XXXII Cimeira Ibérica entre os governos espanhol e português no final do mês, a fazer parte de um plano básico de infra-estruturas ferroviárias que se vai desenvolver-se em todo o território português nos próximos 15 anos. A ligação transfronteiriça com o vizinho peninsular é essencial nesta rede de comunicações elaborada, que prevê a passagem de fronteira em vários pontos raianos.
O empresários de Huelva aproveitam o impulso do Algarve que consideram como principal aliado, no outro lado do Guadiana, tendo promovido um movimento liderado pela Câmara de Comércio e a FOE (Federação Onubense de Empresários) para o qual se conseguiram a adesão de diferentes grupos e dos autarcas de Huelva, Faro e Sevilha.
O projeto alta velocidade entre Huelva e Sevilha está uma espécie de limbo e, antes, já tinha expirado um estudo de impacto ambiental de outro projeto anterior de um dos investimentos prometidos por sucessivos governos, desde 1991.
O Algarve, em princípio, não faz parte de nenhum dos corredores desenhados em Bruxelas, embora se tenha entendido desde a região portuguesa que a união com Huelva e Sevilha integraria Faro numa rede que será fundamental para o desenvolvimento económico regional através de comunicações na Europa, nas próximas décadas.
Na última quinta-feira, 14 de Outubro, a CNA entregou na Assembleia da República, a petição intitulada “Agricultores e outros Rurais devem ser ressarcidos dos prejuízos na Agricultura provocados por javalis e outros animais selvagens. Pelo controlo sanitário e da densidade das populações destes animais”.
De acordo com o comunicado divulgado pela CNA, a petição reúne mais de mil assinaturas, «mas os lesados são muitos mais e de Norte a Sul do País os relatos de estragos e prejuízos são alarmantes. Para além da destruição de colheitas, a invasão dos campos pelos referidos animais coloca em causa o potencial produtivo das explorações agrícolas já que provocam a destruição de plantas e mesmo de árvores novas, coberturas de solo, cercas e outras infra-estruturas de apoio à produção»
Depois de descoberta a fermentação do trigo, os primeiros pães foram cozidos no Egito. De aí em diante tem sido consumido nas mais diversas formas, em receitas especializadas ao longo dos tempos.
O pão é rico em carboidratos, fornece energia ao corpo com destaque para o cérebro, e complementa qualquer das refeições de todos os dias.. Em Portugal uma das receitas de pão mais famosas é a do celebrado pão alentejano.
Abílio Fernandes, foi durante 25 anos presidente da câmara municipal da cidade universitária, capital de distrito. A cerimónia decorreu no Colégio do Espírito Santo, com o discurso laudatório a cargo de Rui Namorado Rosa, professsor emérito da Universidade de Évora (UÉ).
Abílio Miguel Joaquim Dias Fernandes, de 83 anos, é natural de Moçambique, licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa. Esteve na presidência do Município entre 1976 e 2001, sempre eleito em listas lideradas pelo PCP. Em 2005 foi eleito deputado da Assembleia da República.
Foi em Janeiro do ano passado que a UÉ anunciou que tinha decidido atribuir o grau de Doutor Honoris Causa ao antigo presidente da Câmara, Abílio Fernandes. A cerimónia chegou a estar marcada para Março de 2020, mas as medidas adoptadas a propósito do surto de Covid-19 levaram ao adiamento da sessão.
Promete que saberá ouvir «todas as opiniões, as que convergem e as que divergem da nossa» , analisar todas individualmente e encontrar as melhores soluções, por forma a que os principais interessados sejam a Altura e os Alturenses. «Tenho a certeza que as sessões de Assembleia de Freguesia irão continuar a ser orientadas com a maior democracia e total isenção, e que todos os membros da mesma tudo farão para continuarmos com o excelente relacionamento entre todos e com o trabalho desenvolvido nos últimos anos».
Disse também querer dar continuidade «ao trabalho já efetuado por nós durante quase um ano e tudo faremos para elevar ainda mais o nome da Altura e, dessa forma, retribuírmos a confiança que em nós foi depositada».
Nova composição dos órgão autárquicos da fregueia de Altura:
Junta de Freguesia: Fernanda Sousa, presidente; Isabel Salas e Hugo Pena;António Gomes; vogais.
Assembleia de Freguesia: secretários da Mesa: Ádria Tamissa e Luís Cristina; membros da Assembleia: Carla Pires, Daniela Carmo, Manuel Cavaco, Sandro Parreira, Cláudia Teixeira e Hélder Rosário;
O projeto da Rede de Produtores Locais do Algarve, visa a formalização de circuitos de comercialização baseados em cadeias curtas, aproximando os produtores agroalimentares dos consumidores, garantindo os requisitos de qualidade e segurança alimentar e o apoio técnico aos produtores, continua a avançar.
Sistemas Alimentares Sustentáveis, é um dos projetos sob coordenação da AMAL, as Comunidade Intermunicipal do Algarve, que se encontra já em execução e que decorrerá até final de 2022.
Trata-se de um projeto especialmente dirigido às zonas de baixa densidade, que visa a implementação de um sistema de compras públicas agregadas da produção local para abastecimento de instituições locais e regionais, como por exemplo escolas e Instituições Particulares de Solidariedade Social.
Está baseado em circuitos curtos de comercialização, assentes em modos de produção e consumo ambientalmente sustentáveis que promovam a biodiversidade, os conhecimentos tradicionais e as dietas saudáveis, com grande foco na dieta mediterrânica.
Entre as principais ações deste projeto destacam-se a realização de diagnóstico para a reorganização de mercados locais, cadeias curtas de comercialização, avaliar o mercado institucional do alimento, regionale municipal, testar ações-piloto, no abastecimento de cantinas públicas, e desenvolver uma estratégia global de compras públicas de alimentos para a região.
Foi também discutida, a preparação de uma candidatura a implementar no período compreendido entre 2022 e 2025, no âmbito do PRR/Terra Futura, do Ministério da Agricultura, focada em «dar sustentabilidade à pequena produção local, com destaque nos modos de produção sustentável, valorizar a proximidade, com menos pegada ecológica, numa vertente da coesão social, territorial e ambiental, contribuindo assim para melhorar a dieta alimentar da população com base na dieta mediterrânica».
A candidatura prevê um conjunto de atividades, tais como Identificar produtores e produções locais; aumentar o número de agricultores e área de produção em Modos de Produção Sustentável na RPL; criar serviços de apoio à inovação e desenvolvimento de produtos; apoiar a organização e assistência técnica a produtores locais e a realização de ações de capacitação e visitas a unidades demonstrativas; criar um sistema de abastecimento à restauração coletiva emcantinas escolares, IPSS ; criar um modelo de organização e funcionamento de Mercados de Produtores Locais; organizar ações de sensibilização com o objetivo de aumentar o nível de adesão à Dieta Mediterrânic..
Prevê-se que nos próximos encontros sejam apresentadas e discutidas as diferentes componentes da candidatura e do plano de ação da Rede de Produtores Locais do Algarve.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, promove um Webinar sobre o Plano de Ação para os RCD’s – Transporte e Gestão de RCD’s, destinado a técnicos, decisores municipais, empresários e colaboradores de Operadores de Gestão de Resíduos e a transportadores-
Esta acção pretende dar continuidade ao ciclo de Sessões Informativas dinamizados pela (CCDR) da Região do Algarve, no âmbito do Programa de Ação da Agenda Regional de Transição para a Economia Circular. Decorrerá às 10:00 horas do próximo dia 21 de outubro.
O principal objetivo da iniciativa consiste na transmissão e partilha de informação relativa a esta matéria e a contribuir para a capacitação dos profissionais e promovendo a saudável discussão sobre este tema «tão significativo na Região do Algarve».
A CCDRA diz contar com um painel de especialistas que, «atualizando o enquadramento legal e divulgando as boas práticas do setor, promoverá disseminação dos aspetos preponderantes para garantir a execução da atividade de forma mais circular e ambientalmente sustentada».
Osvaldo Gonçalves, reeleito presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, tomará posse no próximo dia 18 de outubro, no Espaço Guadiana, a partir das 18:00 e terá como prioridades a habitação e as telecomunicações, através de um plano estratégico local de habitação, já aprovado a 3 de Setembro do ano em curso, com a duração de cinco anos.
É a existência deste plano que permite ter condições de financiamento para o levar à prática. O objetivo é criar condições para acolher pessoas, melhorarando as condições de habitabilidade com o aumento de habitações disponíveis.
Para além da habitação, há outra s prioridades necessárias como a melhoria das redes móveis e o acesso rápido à Internet, através de um trabalho de sensibilização das operadoras de telecomunicações, porque sem tal acontecer é difícil cativar pessoas para trabalhar no concelho.
Alcoutim, no último ano, conseguiu que dez povoações tivessem saido da sombra digital e têm já cobertura total. Osvaldo Gonçqalves espera ver o concelho um pouco melhor.
O ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, esteve ontem em Alcoutim e inaugurou a Central Fotovoltaica Riccardo Totta, o maior projeto do género até agora existente no País.
É convicção do minisstro que projetos como este «vão tornar o preço da eletricidade mais estável e mais barato, porque a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis é muito mais barata do que a partir dos combustíveis fosseis» disse o ministro durante a conferência de Imprensa e acrescentou: “Este tempo em que o mundo enfrenta uma crise energética, nós estamos bem mais preparados do que os outros e quantos mais projetos como este entrarem em funcionamento, melhor preparados estaremos num futuro próximo”.
Para o diretor de projetos da WElink para a Penísula Ibérica, Hugo Paz, o projeto «preserva totalmente o habitat natural de várias espécies endógenas”,
Paulo Paulino, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, representou a autarquia em substituição do presidente Osvaldo Gonçalves, esteve ausente “por motivos de força maior”, revelando que o projeto tem um investimento de cerca de 200 milhões de euros no concelho, classificando-o como o maior alguma vez feito o território do interior do Algarve. Relevou o compromisso da empresa em mudar a sua sede social para o concelho e o recurso a empreiteiros locais, durante a execução da obra.
Há uma a nova dinâmica económica criada em todo o concelho, com especial incidência nas áreas do material de construção, oficinas, restauração, distribuição alimentar, hotelaria, alojamento e farmácias que «Tem sido muito importante para todo o comércio, contrariando os efeitos adversos causados pela pandemia».
.Além dos colaboradores contratados, a central fotovoltaica conta com rebanhos de ovelhas, que através da sua alimentação contribuem para a manutenção do corte da vegetação, sob os painéis.
“As ovelhas, o que fazem é comer o pasto e, dessa forma, reduzem o crescimento do pasto e permitem que a manutenção do corte da vegetação. O que as ovelhas comerem, nós não precisamos de cortar”, explicou.
As ovelhas são acompanhadas por pastores locais, que já estão no local com o primeiro lote. No futuro, vão chegar mais duas centenas de ovelhas.
Um dos maiores do género na Europa
Localizada nas freguesias de Vaqueiros e Martim Longo, no interior do Algarve, a central agora inaugurada conta com uma potência de 219 megawatts e 661.500 painéis de energia solar instalados em 320 hectares dos 800 hectares inicialmente previstos no Estudo de Impacto Ambiental.
Segundo Hugo Paz, o projeto Solara4 irá gerar 382 gigawatts por hora de energia limpa, o que equivale ao abastecimento de, aproximadamente, 200 mil casas e uma redução de 326 mil toneladas de emissões de dióxido de carbono por cada ano.
Classificou-o com características únicas que o tornaram num caso de estudo a nível mundial devido à área montanhosa e à «extrema complexidade logística do local devido à obrigatoriedade, por questões ambientais, de utilizar apenas os caminhos existentes».
Após a conclusão desta primeira fase do projeto, Hugo Paz admite que no futuro, que não definiu, existe o objetivo de continuar a desenvolver o seu potencial, com a implementação de sistemas de armazenamento que irão ser determinantes para alterar e revolucionar o panorama energético do País.
Contudo, adianatou que pode vir a ser instalados mais painéis nas zonas livres do terreno, além do sistema de armazenamento que poderá chegar aos 70 megawatts.
Um olho na rendibilidade
“Uma central como esta, uma vez que está a produzir energia, a mesma tem de ser injetada obrigatoriamente na Rede Elétrica Nacional e não a podemos guardar. Mas se tivermos uma capacidade de armazenamento, podemos usar essa energia de uma forma mais inteligente e injetar nos horários onde o preço é mais elevado e assim contribuir para o controlo dos custos de energia”, explica.
Sendo um projeto de grande dimensão, requer uma manutenção bastante difícil e Hugo Paz salientou que podem vir a contratar vinte pessoas para assumirem os trabalhos de controlo da vegetação, a limpeza dos painéis e a manutenção do ponto de vista elétrico, que será feita com equipas locais e da região.
O porquê do nome da Central Fotovoltaica
A inauguração contou ainda com a participação do secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, e de representantes das entidades envolvidas no projeto.
Localizada nas freguesias de Vaqueiros e Martim Longo, no concelho de Alcoutim, no nordeste algarvio, a central fotovoltaica, com uma potência de 219 Megawatts, é a maior, atualmente, a operar em Portugal e uma das maiores da Europa não subsidiada, promovida pela WElink Energy/Solara4 em parceria com a China Triumph International Engineering Company (CTIEC), segundo explicam os responsáveis pelo projeto, acrescentando que, “comparativamente, é cerca de cinco vezes superior à Central da Amareleja, que, em 2008, era a maior central solar do mundo”.
O projeto conta com 661.500 painéis instalados, que ocupam uma área descontínua de 320 hectares, acompanhando a orografia do terreno e mantendo corredores verdes, o que representou um desafio da engenharia para minimizar o impacto no meio ambiente. No total, 40 postos de transformação fazem a ligação entre a subestação da Central e a subestação da Rede Elétrica Nacional (REN) em Tavira.
Lançada em março de 2017, a Central Fotovoltaica Riccardo Totta – até aqui designada por Solara4 ou Central Fotovoltaica de Alcoutim – começou a ser implementada em 2019, num processo de engenharia moroso, sofreu uma paragem em 2020 devido à pandemia de covid-19 e ficou concluída este ano, tendo recebido, a 15 de setembro, a licença de exploração por parte da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).
A maior central solar do país ganha o nome de Riccardo Totta, em homenagem ao proprietário do terreno que colaborou com a WElink/Solara4 para que o projeto se concretizasse.
Naa ocasião, o Mundialito era considerado um dos maiores torneios do mundo para infantis e benjamins, Gavi, a jogar pelo Bétis, marcou três golos, um contributo decisivo na conquista do título. O Bétis venceu o Barcelona por 5-0 na final.
Na terça-feira fez história ao tornar-se o mais jovem internacional de sempre da seleção espanhola. Com 17 anos e 62 dias bateu um recorde com quase 86 anos: ultrapassou Angel Zubieta, que em 1935 tinha vestido a principal camisola da equipa nacional com 17 anos e 284 dias.
Nasceu em Los Palacios y Villafranca, Andaluzia, filho também de Pablo Gavira, que dedicou toda a vida ao turismo: primeiro como empregado de mesa, depois como empregado de balcão.
Assinala o «Mais Futebol» que «Gavi começou no clube da terra local, o Liara Balompié, fez 96 golos numa temporada e ao fim de um ano apenas deu o salto para o vizinho Betis. No clube de Sevilha teve direito até a ser cromo de coleção. Com apenas dez anos».
Pprovocou dois feridos graves, um homem de 49 anos e outro de 29 que se encontra em estado grave, tendo sido transportado para o Hospital Universitário do Algarve, em Faro, depois de accionado o herlicóptero do INEM.
O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, confirmou os dois feridos. Uma longa fila formou-se na estrada e estiveram presentes no local, para as operações de socorro, 21 operacionais, apoiados por sete veículos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António, Cruz Vermelha, o INEM e a GNR.
A Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, informou que a campanha é destinada a sensibilizar para o correto encaminhamento de pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos fora de uso e espera que este seja um marco na recolha deste equipamento nas escolas, desviando, para boa reciclagem, estes materiais, do depósto em lixo indiferenciado.
Assim, não iriam poluir solos ou linhas de água, nem seriam desviados para operadores que não procedem à sua descontaminação, alertou o diretor-geral do Electrão, Pedro Nazareth.
A campanha “Escola Electrão” permitiu a recolha de mais de seis mil toneladas de equipamentos elétricos usados nas várias escolas aderentes, de norte a sul do país. A 11ª edição desta iniciativa prolonga-se até junho de 2022. No total participam mais de 360 escolas.
Como incentivo pelo trabalho de sensibilização, as escolas aderentes podem receber vales para a compra de novos equipamentos elétricos, que são atribuídos com base num sistema de pontos, em função da quantidade de equipamentos recolhidos pela escola.
O desafio Repórter Electrão, um concurso de vídeos produzidos pelos alunos sobre o tema da reciclagem, é outra das iniciativas promovida no âmbito da campanha que também dá direito a prémios a atribuir às equipas vencedoras.
Com os meios de acondicionamento e comunicação enviados pelo Electrão, as escolas aderentes incentivam alunos, professores, funcionários e pais a entregar equipamentos fora de uso, como forma de consciencializar para o papel de cada um na proteção do ambiente através da separação para reciclagem.
As escolas aderentes no Algarve:
Colégio da Penina
Escola Básica Cónego Dr. Clementino de Brito Pinto, Almancil, Loulé
Escola Básica D. Afonso III, Faro
Escola Básica D. Francisca de Aragão, Quarteira, Loulé
Escola Básica D. Martinho de Castelo Branco, Portimão
Escola Básica das Naus, Lagos
Escola Básica de Algoz, Silves
Escola Básica de Ameijeira, Lagos
Escola Básica de Carvoeiro, Lagoa
Escola Básica de Conceição, Faro
Escola Básica de Estoi, Faro
Escola Básica de Hortas de Santo António, Loulé
Escola Básica de Montenegro, Faro
Escola Básica de Santa Bárbara de Nexe, Faro
Escola Básica de São João da Venda, Loulé
Escola Básica Dr. António de Sousa Agostinho, Almancil, Loulé
Escola Básica Dr. António João Eusébio, Moncarapacho, Olhão
Escola Básica Dr. Francisco Cabrita, Albufeira Escola Básica Dr. João Lúcio, Fuseta, Olhão
Escola Básica Dr. Joaquim Rocha Peixoto Magalhães, Faro
Escola Básica Dr. José de Jesus Neves Júnior, Faro
Escola Básica e Secundária da Bemposta, Portimão
Escola Básica e Secundária de Albufeira
Escola Básica Eng. Duarte Pacheco, Loulé
Escola Básica Eng. Nuno Mergulhão, Portimão
Escola Básica Jacinto Correia, Lagoa
Escola Básica João da Rosa, Olhão
Escola Básica João de Deus, São Bartolomeu de Messines, Silves
Escola Básica José Carlos da Maia, Olhão
Escola Básica José Sobral, Mexilhoeira Grande, Portimão
Escola Básica Júdice Fialho, Portimão
Escola Básica n.º 4 de Faro
Escola Básica Padre João Coelho Cabanita, Loulé
Escola Básica Poeta Emiliano da Costa, Estoi, Faro
Escola Básica Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva, Boliqueime, Loulé
Escola Básica Professor João Cónim, Estômbar, Lagoa
Escola Básica Rio Arade, Parchal, Lagoa
Escola Básica Santo António, Faro
Escola Básica Vale de Pedras, Albufeira
Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve
Escola Secundária de Albufeira
Escola Secundária de Vila Real de Santo António
Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, Olhão
Escola Secundária Dr.ª Laura Ayres, Quarteira, Loulé
Escola Secundária Júlio Dantas, Lagos
Escola Secundária Padre António Martins de Oliveira, Lagoa
Os presidentes da câmara municipal de Alcoutim e da CCDR Algarve deslocam-se a Huelva no próximo dia 6 de Outubro para contatos bilaterais sobre a nova Ponte Internacional entre Alcoutim e San Lúcar del Guadiana, Espanha.
Esta deslocação realiza-se a propósito do investimento denominado «Ligações Transfronteiriças – Subinvestimento – Ponte Alcoutim (PT) – Sanlúcar de Guadiana (ES)»,.
Nestes encontros, que se efetuam com marcações às 11:00, 11:30 e 12:30 horas é esperada a presença dos presidente e vice-Presidente da CCDRda Região do Algarve, José Apolinário e José António Pacheco, do presidente da câmara municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves para reuniões com Maria Eugenia Limon Bayo, presidente da Diputación de Huelva, Bella Verano Domínguez, delegada da Junta de Andaluzia, em Huelva, e Manuela Parrala Marcos, subdelegada do Governo de Espanha em Huelva.
Na sequência da assinatura no dia 8 de setembro dos contratos de financiamento entre a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, a CCDR do Algarve e o Município de Alcoutim da Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, «estes contactos com as autoridades espanholas são mais um passo para a concretização deste projeto, definindo conjuntamente as bases do caderno de encargos no corredor definido para o mesmo», sublinha a CCDRA».
Financiado em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com nove milhões de euros, este investimento público será concretizado pelo Município de Alcoutim, contando com a intermediação e colaboração técnica da CCDR Algarve, na ligação à Estrutura de Missão Recuperar Portugal e com as autoridades espanholas.
A ponte entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana pretende reforçar a cooperação entre as regiões do Algarve e da Andaluzia e dar um novo impulso ao trabalho desenvolvido no âmbito da Eurorregião Alentejo – Algarve – Andaluzia (EUROAAA), a qual ocupa 21% da superfície da Península Ibérica.
Este projeto, no entender dos seus promotores, vai ajudar a desenvolver este território e a melhorar a qualidade de vida da sua população ao assegurar a ligação entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola e reduzir cerca de 70 km na ligação entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, atualmente separadas por uma curta viagem de barco.
O primeiro marco prevê a conclusão da primeira avaliação das medidas de natureza ambiental no terceiro trimestre de 2022. No primeiro trimestre de 2022, deverá ser lançado o concurso para o projeto de execução, o qual deve estar concluído até ao quarto trimestre de 2023; a empreitada tem de estar contratada até ao terceiro trimestre de 2024 prevendo-se o início da obra, o mais tardar, até final do primeiro trimestre de 2025.
A concretização deste projeto proporcionará, talvez em 2026, uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, garantindo maior proximidade no território e nos custos de contexto para as empresas e residentes desta área do interior do Algarve e da Andaluzia.
Ao mesmo tempo, impulsiona a dinâmica socioeconómica na zona de fronteira entre Portugal e Espanha, facilita a partilha de serviços e infraestruturas já existentes, concretizando também a Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) entre Portugal e Espanha.
O circuito interpretado desenvolve-se a sul do edifício permitindo observar, numa pequena caminhada, os diferentes biótopos existentes nesta zona húmida, nomeadamente sapais, salinas e lagoas permanentes e temporárias. O percurso é linear, tem uma extensão de 6 km´s, com valência pedestre e btt.
O caminho separa os campos de sequeiro a norte (sobretudo alfarrobeiras e manchas esparsas de olival com centeio por subcoberto), da zona húmida, a sul, com os seus habitats de sapal, as salinas tradicionais e o esteiro largo que conduz a água da maré.
O Centro de Interpretação encontra-se enquadrado por pinhal e retamal, vegetação característica do litoral no sotavento algarvio. No Centro é possível ver exposições e obter informações ou publicações sobre a reserva. No interior do edifício existem bons locais de observação para os sapais.
Subindo à Casa Abrigo imediatamente a sul do Centro, abre-se o horizonte sobre o complexo de salinas, a foz do Guadiana, e o ambiente de salgados. Normalmente é possível observar elevado número de aves aquáticas, sobretudo no inverno ou nas épocas de migração, das quais se destacam o pernilongo (símbolo da reserva) o colhereiro, o flamingo, a cegonha-branca, o alfaiate, ou a andorinha-do-mar-anã. Os registos apontam para a ocorrência regular anual de cerca de 170 espécies de aves.
O caminho até à antiga casa da Guarda-fiscal, sobranceira ao rio que desenha a fronteira com Espanha, atravessa campos de pastagem de gado bovino e caprino e lagoas temporárias que se advinham entre os juncais e bunhais destes terrenos salobros. Junto à casa alcança-se a margem do rio; o estuário do Guadiana e o sapal de Castro Marim destacam-se enquanto locais de abrigo e reprodução para as aves aquáticas e para várias espécies de peixes, de moluscos e de crustáceos.
O percurso pode ser percorrido todo o ano, segundo a Associação Odiana.
Dizem os comunistas que o valor do resultado que a CDU obteve nas eleições autárquicas no Algarve foi contrariado por ter «de enfrentar na sua construção um conjunto de factores adversos mas que a mobilização e empenhamento de centenas de activistas e candidatos ergueu, afirmando o trabalho, a honestidade e a competência enquanto reconhecida razão de apoio e confiança à Coligação Democrática Unitária».
Relevam o facto de, com a obtenção de mais de 16.500 votos, correspondente a mais de 9% dos resultados apurados, com a conquista de 81 mandatos directos e a confirmação da CDU como terceira força mais votada na região, é a grande força de esquerda no poder local, o que representa, no quadro em que estas eleições foram disputadas, «um resultado que importa e deve ser valorizado».
O PCP diz que o resultado não ilude a perda de um vereador em Aljezur e de eleitos nas Assembleias Municipais de Albufeira e Tavira, que fica também fica marcado pela renovação das maiorias absolutas na Câmara Municipal de Silves e nas juntas de freguesia de Santa Bárbara de Néxe, de São Bartolomeu de Messines e de Silves, pela confirmação da posição do vereador na Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e a conquista de novas posições em órgãos municipais, com destaque para a recuperação de um vereador na Câmara Municipal de Lagos ou de um eleito na Assembleia Municipal de Loulé. Com 6 vereadores eleitos na região, 24 eleitos nas Assembleias Municipais e 51 eleitos directos nas Assembleias de Freguesia, a CDU «confirmou, no essencial, as posições que já detinha».
Quanto à não eleição de vereadores da CDU, designadamente nos concelhos de Faro, Olhão ou Portimão «onde tal constituía um objectivo assumido (até porque tal representaria a recuperação de posições perdidas em 2017), não apaga o amplo reconhecimento que se verificou sobre o papel da CDU ao longo de toda a campanha eleitoral».
Nos casos em que não foi ainda possível assegurar esse objectivo, o PCP manté a sua intenção de «trabalhar e de lutar, com as populações, para suprir e colmatar, num futuro tão próximo quanto possível, as consequências dessa ausência.»
Explicação das perdas
O PCP sublinha que o resultado da CDU «é inseparável de factores que foi necessário enfrentar e que, tendo expressões distintas num ou noutro local, marcaram em geral a sua construção: o peso da epidemia e dos condicionamentos no plano da participação, proximidade e envolvimento populares, essenciais para a construção do resultado da CDU; os efeitos de uma prolongada e intensa campanha anticomunista visando, com recurso à mentira e à manipulação, atingir a reconhecida e distintiva seriedade dos eleitos da CDU; a desfocagem alimentada ao longo de semanas da natureza e objectivos destas eleições, esbatendo o seu carácter local e a distinção nesse plano entre os vários programas e projectos em disputa; a promoção dada a outras forças políticas acompanhada, nalguns casos, de uma ostensiva menorização da CDU; a utilização do aparelho do Estado ao serviço dos objectivos eleitorais do partido do Governo, que foi aliás bem visível no Algarve».
Diz este partido que os 81 mandatos directos obtidos pela CDU nestas eleições no Algarve corresponderão a uma «decidida intervenção com que as populações podem contar».
Afirma que o apoio agora recolhido será integralmente colocado ao serviço das populações, mas »será também um factor que contará para prosseguir a intervenção e a luta por melhores condições de vida, por uma política alternativa patriótica e de esquerda que o Algarve e o País precisa».
Trata.se de uma formação pós-secundária não superior, que visa conferir a qualificação de Nível 5 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ).
Podem candidatar-se ao CET titulares de ensino secundário regular ou ensino profissional (nível 3 ou nível 4); utentes que tenham obtido aprovação no 11.º ano e tenham frequentado o 12.º ano, embora não o tenham concluído; titulares de qualificação nível 5 que pretendam a sua requalificação profissional.
O Curso será dinamizado no Pólo de Formação do IEFP, em Vila Real de Santo António, em formato presencial, com início previsto para 17 de Novembro de 2021. A inscrição pode ser enviada para este email ou nos balcões de atendimento do Serviço de Emprego.
A formação confere a atribuição de apoios sociais, nomeadamente, bolsa de formação mensal (quando aplicável), subsídio de transporte e subsídio de alimentação diário. A ação tem a duração prevista de 12 meses, totalizando a carga horária de 1.400 horas.
No domínio das infraestruturas, a comunidade de trabalho Alentejo, Algarve e Andaluzia (EuroAAA) pretende dar prioridade à realização da ligação transfronteiriça Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana. Pretende também o reforço da fachada portuária e consolidação do Guadiana como uma via navegável até Mértola, concluir a primeira rota atlântica pertencente à rede EUROVELO (rede europeia de ciclovias), em desenvolvimento em Portugal, através da Ciclovia Litoral do Algarve que ligará de Sagres a Vila Real de Santo António e a Ayamonte.
Foi debatida a ligação dos corredores transeuropeus do Atlântico e Mediterrânico de Andaluzia até ao Algarve, mediante a linha de alta velocidade desde o Aeroporto de Sevilha, Huelva até ao Aeroporto de Faro e, no futuro, Beja e Lisboa, através da realização de um Estudo de Viabilidade sobre o desenvolvimento dos transportes de mercadorias e a intermodalidade no eixo ferroviário do Sul.
A CLECFT congratulou-se com o andamento dos trabalhos previstos na Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT), e registou a importância do financiamento disponibilizado pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha – Portugal (POCTEP), que «neste quadro já disponibilizou 484 Milhões de Euros para a execução de 238 projetos envolvendo 1620 beneficiários, em áreas de intervenção tão diversas como inovação, combate ás alterações climáticas, apoio a pequenas e médias empresas e capacitação das administrações públicas».
Com base nas lições aprendidas com a pandemia, a CLECTF defendeu uma clarificação dos critérios para o fecho e abertura de fronteiras, envolvimento a comunidades locais, o reforço da promoção do bilinguismo, criação de instrumentos de favoreçam a recuperação das estruturas empresariais e a reativação da atividade económica e laboral, a necessidade de protocolos conjuntos para a gestão de emergências sanitárias e biológicas, proteção civil e fenómenos climáticos adversos, defendendo-se inclusivamente a criação de um 112 Transfronteiriço, bem como a unificação das normas para a utilização de drones e de transferências de chamadas relacionadas com emergências nos territórios transfronteiriços.
Procura a harmonização e o reconhecimento das qualificações académicas e profissionais e o reforço do investimento nos domínios da Investigação e Inovação, em sintonia com as Estratégias de Especialização Inteligentes (RIS3) das regiões, designadamente na produção de energias limpas, na agricultura de alta precisão, na economia azul e na melhoria da gestão dos espaços florestais.
Este núcleo habitacional, foi ocupado por Visigodos e Muçulmanos, compreende um dos grandes bens patrimoniais, as ruínas romanas da Barragem do Álamo, infra-estrutura milenar que atesta a presença Romana.
A barragem é hoje um muro com o comprimento inicial de cerca de 50 metros, com a altura máxima de tês metros e uma espessura da mesma dimensão, com contrafortes. Hoje em dia, conserva-se apenas um troço da barragem com cerca de 40 metros de comprimento e 6 contrafortes.
Foram descobertas a cerca de cem metros da Barragem, vestígios do período de ocupação Romana, com um conjunto de sepulturas, um templo, oficinas, tanques e partes de habitações. O pequeno lugar do Álamo oferece paisagens deslumbrantes e momentos de tranquilidade, nas margens de um rio sereno, enfrentando a paisagem da margem de Espanha.
O Álamo está nas imediações da marginal do Guadiana que une a Foz de Odeleite a Alcoutim.
O uso de máscara passa a ser obrigatório apenas para o acesso ou permanência a determinados ambientes fechados, podendo tal obrigação ser, no entanto, dispensada quando o seu uso se mostre incompatível com a natureza das atividades que os cidadãos se encontrem a realizar.
A evolução positiva da situação epidemiológica em Portugal, no contexto da pandemia da doença COVID-19, associada à elevada taxa de vacinação completa já alcançada, e o consequente levantamento progressivo das medidas que vêm sendo definidas pelo Governo desde março de 2020, com uma retoma gradual e faseada das atividades económicas, determinam a necessária adaptação do conjunto de medidas excecionais e temporárias ainda em vigor, lê-se no prâmbulo do decreto governamental que altera as medidas excecionais relativas às medidas de combate à COVID-19.
A verificação anual das declarações dos trabalhadores independentes relativas a 2021, conjuntamente com a revisão anual das declarações relativas a 2019 e 2020, passa a ser feita no ano de 2022. O subsídio de doença por COVID-19 vê a sua vigência prorrogada até 31 de dezembro de 2021.
Por forma a fazer face à pendência acumulada e para poder dar resposta a todos os cidadãos, as Lojas de Cidadão e o Departamento de Identificação Civil – Balcão Lisboa – Campus de Justiça passam a prestar atendimento aos sábados, entre as 9 horas e 22 horas, de forma ininterrupta.
Considerando a excecionalidade das circunstâncias letivas do presente ano provocadas pela pandemia da doença COVID-19, vai haver uma distribuição gratuita de manuais escolares novos aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico, ficando dispensada a devolução, por não reutilização, dos manuais distribuídos para este ciclo no ano letivo anterior, bem como delimitar a disponibilização de licenças digitais até ao ano letivo 2021/2022, por forma a avaliar a eficácia da medida no quadro do desenvolvimento e generalização da desmaterialização de recursos educativos. são identificadas inequivocamente as normas que já não devem produzir efeitos jurídicos, determinando-se expressamente a cessação da sua vigência.
Será obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência no interior das Lojas de Cidadão, estabelecimentos de educação, de ensino e das creches, salvo nos espaços de recreio ao ar livre; salas de espetáculos, de exibição de filmes cinematográficos, salas de congressos, recintos de eventos de natureza corporativa, recintos improvisados para eventos, designadamente culturais, ou similares; recintos para eventos e celebrações desportivas;
A máscara ou a viseira devem ser usadas em estabelecimentos e serviços de saúde como estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência, bem como unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e outras estruturas e respostas residenciais dedicadas a crianças e jovens, bem como nos locais em que tal seja determinado em normas da Direção-Geral da Saúde.
É obrigatório o uso de máscaras ou viseiras pelos trabalhadores dos bares, discotecas, restaurantes e similares, bem como dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em que necessariamente ocorra contacto físico com o cliente, sendo estas obrigatoriedades dispensadas quando, em função da natureza das atividades, o seu uso seja impraticável.
Também a máscara ou a viseira são obrigatórias na utilização de transportes coletivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo, bem como no transporte de passageiros em táxi ou TVDE.
A obrigação de uso de máscara ou viseira é aplicável às pessoas com idade superior a 10 anos, exceto nos estabelecimentos de educação e ensino, em que a obrigação do uso de máscara por alunos apenas se aplica a partir do 2.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade.
Um grande número de autarquias continua a não aplicar o Suplemento de Penosidade e Insalubridade e o Sindicato dos Trabalahadores da Administração Local, STAL, para além de reivindicar que o façam quanto antes, entende que o mesmo deva ter incluído o risco laboral.
O STAL/CGTP-IN lembra que este suplemento tem a sua aplicação integrada na Lei do Orçamento do Estado para 2021 e já enviou à ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, uma nota de que as autarquias estão legalmente obrigadas a fazê-lo e, ao não procederem à sua implementação, desrespeitam o princípio do Estado de Direito, sonegando um justo direito aos trabalhadores.
Considera inaceitável que, passados nove meses desde o início do ano, cerca de metade das autarquias ainda não tenha aplicado o SPI, nem justificado a sua não aplicação, cujos efeitos reportam a 1 de Janeiro do ano em curso.