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  • Ordenamento do Território do Algarve deve ser revisto

    Ordenamento do Território do Algarve deve ser revisto

    Eleitos pelo círculo de Faro, os deputados do grupo parlamentar do PSD, exigem, do Governo um compromisso claro e urgente para rever os Programas Regionais de Ordenamento do Território (PROT), para evitar que os fundos previstos no Programa de Recuperação e Resiliência sejam desperdiçados.

    «A existência de Planos Diretores Municipais (PDM) com mais de duas décadas vai impedir a aplicação dos fundos comunitários, que trazem projetos pensados para o futuro, mas impossíveis de serem concretizados num território gerido com regras do passado», dizem aqueles eleitos, afirmando que os bons exemplos têm de começar pelo Estado «e é o Estado quem está a dar o pior exemplo, quando existem regiões sem PROT e outras cuja vigência dos mesmos alcança os 20 anos, como é o caso da Área Metropolitana de Lisboa».

    Afirmam não poder o país continuar a esperar anos pela concretização de projetos estratégicos e não podemos perder a oportunidade que o PRR traz, apenas por uma questão burocrática e que o Governo não pretende resolver. O deputado do PSD, Luís Gomes, releva que o Algarve é uma das regiões em que os PDM estão mais desatualizados, com uma vigência média de 22 anos.

    O PSD Algarve diz que não há no Orçamento do Estado, nem no Plano de Governo, nenhuma proposta que vise modernizar o território, projetando-o para o futuro e capaz de acolher as verbas que o Primeiro-Ministro prometeu com o PRR.

  • Vila Real de Santo António faz 246 anos

    Vila Real de Santo António faz 246 anos

    Alfredo Graça foi presidente da câmara municipal faleceu em 14 de dezembro passado, com com 83 anos, tendo exercido o cargo de janeiro de entre 1980 e 1985, eleito pela coligação APU, entre o Partido Comunista Português (PCP), do qual foi militante até ao fim da vida, e o MDP/CDE. Antes da sessão, às 09:30, a fotografia de Alfredo Graça será finalmente colocada na galeria de presidentes, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

    Fernando Reis, foi diretor do Jornal do Algarve, entre 1983 e os primeiros dias de dezembro de 2021, e será agraciado com a Medalha de Mérito Cultural pelos serviços de excelência que prestou à comunidade. Fernando Reis era o diretor do Jornal do Algarve, cuja sede se encontra situada em Vila Real de Santo António, cargo que exerceu ao longo de cerca de quatro décadas, desde 1983. Fernando Reis era licenciado em História na Universidade Clássica de Lisboa em 1980, foi professor da Escola Dom José I, em Vila Real de Santo António, tendo lecionado também nas escolas preparatória e secundária de Loulé. Decana do jornalismo algarvio, era um regionalista convicto e destacou-se como dirigente da Associação de Defesa do Património Pombalino de Vila Real de Santo
    António.

    Jorge Dourado, médico, receberá a Medalha de Mérito Profissional pelos serviços de exceção que prestou, enquanto médico de família, no Centro de Saúde de Vila Real de Santo António, uma vida inteira dedicada à saúde pública, motivo da homenagem que praticamente todos consideram em Vila Real de Santo António como justa e merecida. Entre os homenageados é o único que poderá estar presente a assistir.

    O Dia da Cidade começa às 08:00 horas , com a alvorada, seguido do habitual hastear das bandeiras com a participação da Banda Filarmónica da Associação Cultural de Vila Real de Santo António às 09:00 horas, na Praça Marquês de Pombal.

    Durante a manhã, será inaugurado um um painel evocativo a homenagear o coronel Francisco de Mendonça Pessanha Mascarenhas, primeiro governador de Vila Real de Santo António.

    Âs 18:30 são recriadas as “Danças e Contradanças”, que animaram a noite do 13 de Maio de 1776, durante as primeiras festividades da fundação de de Vila Real de Santo António e em vários locais da Praça Marquês de Pombal e da Avenida da República.

    Ana Bacalhau, vocalista da banda, Deolinda, sobe ao palco da Praça Marquês de Pombal para um concerto a solo,

    foto dos homenageados : Jornal do Algarve

  • No sábado há limpeza na Praia dos Salgados

    No sábado há limpeza na Praia dos Salgados

    A ação, além do impacto óbvio da limpeza, pretende «promover a consciência ecológica e avaliar o impacto humano no ecossistema,
    nomeadamente quando as boas práticas de deposição do lixo não são respeitadas» e tem início às 9:30 horas com a participação das entidades parceiras tais como, IKEA, Designer Outlet Algarve, Agência Portuguesa para o Ambiente, Instituto Nacional Conservação Natureza e Florestas, SPEA – Sociedade Portuguesa do Estudo das Aves, ERP Portugal / European Recycling
    Platform – Entidade Gestora de Resíduos, CCMAR – Centro de Ciência e do Mar / UALG,
    Zoomarine ARA – Animal Rescue Algarve e Concessionário da Unidade Balnear denominada Praia
    dos Salgados – UB1.

    No final hasverá um workshop às 11:30, horas sobre o modo correto de descarte das pilhas e as suas consequências nos oceanos.

    Na primeira edição, realizada em maio de 2021, na Ria Formosa, foram recolhidos 53 sacos de lixo com capacidade de 120 litros cada, e contou com a participação de 120 voluntários. Na segunda edição, realizada em outubro do mesmo ano, 67 voluntários recolheram 2600 litros de resíduos.

    Na divulgação da iniciativa, Ana Antunes, diretora-geral do MAR Shopping Algarve, garantiu que «a responsabilidade, como membros desta comunidade é envolvermo-nos no bem-estar comum e na preservação dos
    recursos. Mais do que uma simples ação de limpeza, usaremos o nosso espaço e plataformas para
    continuar a alertar para o impacto do comportamento humano durante a época balnear no
    ecossistema, nomeadamente no que respeita à quantidade de lixo produzida e abandonada nas
    dunas e no mar
    ».

    Os participantes terão acesso a um KIT de participação composto por sacos específicos para os
    diferentes resíduos, luvas, máscaras certificadas e uma t-shirt. A iniciativa não carece de inscrição
    prévia e a participação é gratuita.

  • Luz fotovoltaica na Ciclovia da Lezíria

    Luz fotovoltaica na Ciclovia da Lezíria

    A autarquia toma esta decisão baseada em que «a energia solar fotovoltaica, como energia renovável apresenta menor impacto ambiental e um impacto visual mais leve do que as soluções tradicionais, além de, no caso concreto, ser também uma solução menos intrusiva para a avifauna.»

    A Ciclovia da Lezíria é uma ligação sustentável entre Castro Marim e Vila Real de Santo António com a distância de três quilómetros, com uma vista para a Reserva Natural do Sapal, sendo o primeiro troço de um projeto integrado de sustentabilidade ambiental promovido pela autarquia como Triângulo Verde, que ficará ligado em breve até à Praia Verde.

    A intervenção está avaliada em 310 mil euros e tem um prazo de execução de seis meses, com o investimento quadrado no PO CRESC Algarve 2020, no âmbito do plano de ação PADRE, aprovado na operação READY e apoiada por Portugal e pela União Europeia, cofinanciado a 70% pelo FEDER.

    As propostas para este projeto, que ficará localizado na Estrada Nacional 122 que liga Castro Marim a Vila Real de Santo António, podem ser apresentadas até ao próximo dia 2 de junho.

  • Três feridos num incêndio em Ayamonte

    Três feridos num incêndio em Ayamonte

    O fogo foi originado por uma frigideira e apagado pelos próprios moradores, mas três pessoas precisaram de cuidados de saúde:, duas por inalação de fumo e outra por queimaduras numa mão, tendo sido transferidos para o centro de saúde local.

    Na resolução de emergência intervieram serviços de saúde, polícia local e bombeiros do Consórcio Provincial de Huelva, que procederam à ventilação do fumo acumulado.

    Fonte: Safeplace52
  • A avenida

    A avenida

    Crónicas Avulsas de Henrique Bonança

    Acerca Daquilo Que Me Recordo da Avenida de Outros Tempos, do seu Comércio, das Pessoas

    Desde logo do icónico café Firmo, do cartaz afixado a proibir os trabalhos manuais às senhoras que passavam as suas tardes na conversa, a fazer malha ou croché e a bebericar um garotinho sentadas nos sofás forrados a napa preta e com os apoios de braços de cor verde, enquanto observavam o interminável vai-e-vem dos que se passeavam lá fora, dos inesquecíveis gelados de corte e de mola da tia Camila a entremear duas saborosas e crocantes bolachas; do pronto-a-vestir Trindade Coelho do senhor Duarte e das suas montras compostas com muita arte e muito bom-gosto, das medidas de madeira e das alcofas cheias de ervelhanas da Tia Maria de saias largas e lenço na cabeça, encostada ao canto exterior da loja, sentada num banquinho de madeira.

    No entanto, se vindos de poente entrássemos na central rua pedonal dos mosaicos para nela comprar, beber café nalguma das suas esplanadas ou simplesmente passear, do nosso lado direito nos depararíamos com a mercearia e riquíssima garrafeira do senhor Madeira, a casa Dynia, ponto de paragem quase obrigatório da criançada pelo facto das suas montras salientes, a partir da quina de metal cromado que as protegia, reflectirem o movimento de uma das pernas criando a ilusão de que seriam duas.

    Praticamente em frente, do outro lado da avenida, com certeza para passar o seu tempo e satisfazer a sua curiosidade, assomando-se às janelas abertas de uma casa térrea de paredes caiadas de branco e platibanda a esconder o telhado, apoiando os cotovelos em almofadinhas, duas irmãs gémeas já idosas, entretinham-se a ver quem por ali se passeava.

    Umas casas a seguir, deparávamo-nos com o Empurre, famosa cervejaria de saborosíssimas tapas e iguarias regionais, onde os clientes se dessedentavam ao balcão de madeira envernizada com imperiais bem tiradas e frescas acompanhadas de tremoços ou ervelhanas ainda na sua frágil casca estaladiça servidas em pires das chávenas de café.

    Continuando no mesmo lado, quase à esquina desse quarteirão, antes de se converter em loja de atoalhados, existia a marcenaria do senhor Gastão, local onde também trabalhava um outro senhor conhecido como Fato Justo, uma vez que se dizia que os caixões ali construídos eram apertadinhos para poupar na madeira.

    A recordação mais antiga, seria eu muito novo, é a do café Portugal, local que conheci por ser lá levado pelos meus pais, tendo gravado na memória um comentário quanto à grande qualidade dos chocos que ali eram cozinhados; em frente à estalagem da Hortinha, espaço onde anos mais tarde foi edificada a actual estação dos correios, localizava-se o café Piquenique, como ele era conhecido, apesar de alguém me ter dito que o seu nome seria outro, local que frequentei algumas vezes com o meu pai, aonde tive a oportunidade de ver uma televisão pela primeira vez na minha vida, experiência marcante que me deixou extasiado.

    Mas, antes do café Piquenique, na mesma fileira de casas, para além da barbearia do senhor Corvo e da pastelaria e cafetaria Ideal do senhor Dourado, recordo o estabelecimento do senhor Marinheiro, entre outras razões, pela fantástica exposição de comboios eléctricos que tanto me atraía, prendendo-me à montra por largos períodos imaginando-me a brincar às estações e, anos mais tarde, em tempos posteriores à revolução de 74, ter na sua montra um anúncio em que se dizia aceitarem-se inscrições num determinado partido político, indicando a condição de se ser apoiante da linha de um dos seus dirigentes históricos.

    No andar de cima da sapataria Duarte, nas suas duas janelas viradas para a avenida cujos mosaicos se esticavam para cada um dos lados, em cada uma delas, muito arranjadas e de lábios pintados de vermelho vivo, como que a vigiar o que se passava junto ao solo, quando o sol já não batia na parede pintada de cor-de-rosa e pelo fresquinho da tarde, punham-se a ver passar outras duas irmãs gémeas tão iguais que era impossível distingui-las cá debaixo.

    Embora não na avenida mas, logo ao virar da esquina da sapataria, na lateral do quarteirão seguinte, encontrávamos a drogaria do senhor Faísca, local de trabalho do senhor Lenine e o senhor Agostinho, estabelecimento antigo onde a pedido do meu pai ia comprar palha-de-aço ou pregos a peso ou, ainda, massa para fixar os vidros das janelas lá de casa.

    Outra vez na avenida, à esquina, a pastelaria Império onde trabalhava a dona Augusta vendia gelados da Olá, rifas em caixas de cartão em que se fazia um buraco para saber qual era o prémio, sombrinhas de chocolate da Regina e, sobretudo, bolos do senhor Parquico: gostava muito dos pastéis-de-nata, do bolo-de-arroz e dos pastéis de feijão que comprava quando tinha dinheiro para isso.

    Em frente ao café Cantinho do Marquês, local de trabalho do senhor Joaquim, do senhor Chico, do senhor Rufino, do senhor Delmar e de outros cujos nomes já não me lembro, situava-se a Casa Capa que abastecia as mercearias e onde os sapateiros que ainda havia na vila iam comprar o couro para as meias solas dos sapatos que arranjavam.

    Claro, como esquecer a barbearia do senhor Padesca, situada antes da sapataria Duarte, que cortava o cabelo ao meu primo Cavaco e que eu acompanhava para entre muitas gargalhadas nossas, nos ser mostrado o pequeno boneco trajado de frade a que o barbeiro puxava um fiozinho escondido nas vestes para levantar e expor as suas partes intimas.

    Para além da Casa Raposo, pronto-a-vestir que até samarras alentejanas vendia e da sua raposa empalhada com óculos de arame apoiados no focinho a dar-lhe ar de grande intelectualidade em harmonia com o nome da loja, espaço ainda para recordar o estabelecimento do senhor Gravanita pela particularidade de ser onde a minha mãe me pedia para ir, para que a dona Risete puxasse as malhas caídas das suas meias-de-vidro.

    Henrique Bonança
    VRSA – 05 de Maio de 2022

    PS – Por economia de espaço, a partir de memórias antigas, apenas referi estes locais e estabelecimentos. Poderiam ser também outros, nomeadamente aqueles que existiam no interior e à volta do antigo mercado da verdura, hoje Centro Cultural António Aleixo. Talvez noutro momento, num outro texto!

  • Plantar água na Serra do Caldeirão

    Plantar água na Serra do Caldeirão

    O objetivo e o disseminar as boas práticas junto dos proprietários florestais, da comunidade técnica e científica e das entidades locais e regionais, e o sensibilizar da comunidade local na preservação ativa da sua floresta.

    O projeto Plantar Água, que teve início em 2019, tem como objetivo o restauro ecológico de várias áreas afetadas pelo incêndio florestal da Catraia em 2012 que devastou cerca de 25.000 hectares de floresta no coração da Serra do Caldeirão.

    Através da instalação de mais de 50 mil árvores e arbustos mediterrânicos em 100 hectares da Serra, pretende-se restaurar e devolver ao território a sua água, para todos os usos, bem como recuperar a qualidade dos habitats, biodiversidade e ecossistemas.

    Com o objetivo de assegurar a continuidade e expansão deste projeto, a ANP|WWF está neste momento empenhada em encontrar mais financiamento que permita o restauro ecológico desta região.

  • Soul e Jazz em Lagoa

    Soul e Jazz em Lagoa

    Shirley Davis & The Silverbacks levam a música soul e o jazz, em busca de novos horizontes. Após o reconhecimento dos álbuns “Black Rose” (2016) e “Wishes and Wants” (2018), chegou o momento para a própria banda e os produtores Tucxone Records formarem uma aliança focada nas melhores e mais reconhecidas musicas da herança Afro-Americana com o objetivo de providenciar um refugio musical que, apesar de não ser frequentemente utilizado hoje em dia, encontra-se surpreendentemente em voga.

    A tour europeia de Shirley Davis & The Silverbacks passa por Portugal e tem como destino, no Algarve, Lagoa e o Auditório Carlos do Carmo, onde os algarvios «certamente que não vai querer perder esta oportunidade única de vibrar com a música e o espetáculo que a banda preparou para esta nova digressão!», diz a câmara municipal de Lagoa.

  • Conferências sobre património religioso em Lagoa

    Conferências sobre património religioso em Lagoa

    No âmbito do projeto de inventário e catálogo monográfico do património e da memória político administrativa do município de Lagoa, a autarquia tem em curso o inventário do património histórico, arquitetónico e artístico do seu território.

    Este inventário, que é ao mesmo tempo catálogo, sustentado por trabalho de terreno e criteriosa crítica de fontes e bibliografia, abrange todo o património religioso e tem também por objetivo a disseminação do conhecimento sobre esta área patrimonial.

    A conferência prevista pretende divulgar a metodologia de trabalho, sustentada na gestão da informação, e partilhar alguns dos dados ainda em construção. Este trabalho incide não somente no património considerado nobre como é o caso, por exemplo, da Igreja Matriz de Estômbar, mas também no considerado pequeno património, como é caso dos Passos da Paixão de Cristo da cidade de Lagoa.

    A conferência será dinamizada por Bárbara Santos que é mestranda em História e Patrimónios, com especialização em História da Arte, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, e licenciada (2020) em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que presta serviços no Município de Lagoa, como técnica na área de História da Arte, estando integrada no projeto da Casa da Cidadania de Lagoa. Entre 2020 e 2021 realizou nesta câmara o seu Estágio PEPAL.

  • Novos linces libertados em Alcoutim

    Novos linces libertados em Alcoutim

    Neste dia foram libertados mais dois exemplares de lince-ibérico numa zona da serra algarvia, entre Pereiro e Fonte Zambujeiro de Cima , concelho de Alcoutim). É uma das áreas de expansão natural da população constituída na área de reintrodução da espécie no Vale do Guadiana.

    Esta foi a segunda solta que decorreu fora da região do Alentejo, desde o início do projeto de reintrodução da espécie em território nacional. A natureza fica a contar com Sidra, fêmea, e Salão, macho, ambos de 13 meses de idade, provenientes do Centro de Cría del Lince-Ibérico de Zarza de Granadilla, em Cáceres (Espanha). 

    Os dois animais foram previamente submetidos a controlo sanitário no Centro de Reprodução onde nasceram e são portadores de coleiras emissoras para subsequente monitorização.

  • Corrida e Natação em Lagoa

    Corrida e Natação em Lagoa

    É o início de época desportiva, com a realização do Campeonato Nacional da modalidade que poderá ser uma oportunidade para a descoberta e percurso da costa algarvia, fora das enchentes do Verão.

    A prova tem início na Ermida da Senhora da Rocha, percorrendo os atletas os trilhos do percurso dos 7 Vales Suspensos, eleito recentemente como o melhor destino de caminhadas da Europa, com vistas de «cortar a respiração», passando no final pelo Caminho dos Promontórios, com chegada a Ferragudo.

    Ao longo do percurso, podem ser observadas as inúmeras falésias e arribas, formações rochosas esculpidas das mais variadas formas e ainda explorar uma mão cheia de praias e grutas paradisíacas, algumas cujo acesso só é possível por mar, como o caso da Gruta de Benagil ou por túneis escavados pelo meio de impressionantes algares, poços naturais que ligam a superfície das regiões calcárias às galerias subterrâneas.

    O LAGOA SWIMRUN terá uma distância padrão com cerca de 27 quilómetros, com partida na Ermida da Senhora da Rocha e uma distância sporint com cerca de 12km com partida no Carvoeiro. A chegada de ambas as distâncias será na Vila de Ferragudo.

    A participação na distância standard está aberta aos seguintes formatos: – em equipa (duplas), formato elegível para classificação do Circuito Nacional Swimrun; – participação individual. No que respeita à distancia Sprint, a participação será exclusivamente individual.

    A organização do evento é da responsabilidade da entidade Swimrun Portugal e conta com o apoio institucional do Município de Lagoa.

  • Formados 40 sapadores bombeiros florestais

    Formados 40 sapadores bombeiros florestais

    Os agora formados vão trabalhar na prevenção e combate a incêndios, com trabalhos de gestão preventiva de combustíveis em baldios no concelho de Góis e, no ato de apresentação esteve presente o ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, tendo o ICNF realizado, em conjunto com o Município da Góis, uma visita de campo aos trabalhos de prevenção de fogos rurais desenvolvidos no Perímetro Florestal de Góis.

    A equipa de 40 sapadores bombeiros florestais é o contingente inicial de uma força que tem como meta 600 sapadores florestais distribuídos por todo o País, estando a decorrer o concurso para o recrutamento de mais 60 bombeiros, a que se seguirá um outro concurso com mais 50 vagas.

    Esta força especializada vai «tornar o território mais resiliente com as suas intervenções preventivas na época fria, e, na época quente, ajudar a combater fogos rurais, utilizando técnicas específicas de combate que têm resultados muito relevantes, intervindo também nas manobras de rescaldo e na recuperação das áreas ardidas», refere o Ministério do Ambiente e da Acção Climática.

  • Observação das aves

    Observação das aves

    ‎No século XVIII, a observação de aves (ou ornitologia) era principalmente uma atividade para cavalheiros de país privilegiados e membros do clero. Agora, no século 21, foi abraçado por pessoas de todas as esferas da vida.‎ ‎«Os pássaros são fascinantes porque podem facilmente se mover – eles conectam as pessoas que os observam em seus jardins a coisas que estão acontecendo em outros lugares» disse Finn Arne Jørgensen, líder do projeto.‎O hobby pode ser tomado muito facilmente e tem o potencial de gerar um profundo conhecimento ao longo do tempo através de colaborações informais com colegas ornitólogos (também carinhosamente conhecidos como twitchers).‎

    ‎Jørgensen e a equipe do EnviroCitizen estavam interessados na forma como a ciência cidadã cultiva a cidadania ambiental. Estudaram como as atividades de observação de aves em toda a Europa ajudam a desenvolver uma consciência mais ampla e amor à natureza.‎

    Seen as one of the origins of citizen science, birdwatching has historically drawn members of the public to participate in scientific studies, such as in the annual Garden Bird Count, where members of the public are encouraged to register all the birds they see in their garden on a particular weekend.

    ‎No entanto, há mais na ornitologia do que parece. «Os seres humanos passaram milhares de anos observando e pensando em pássaros. Eles nos permitem contar histórias sobre nós mesmos e o mundo em que vivemos», disse Jørgensen.‎ A acção de observar as aves desenvolve um sentido ambiental nos participantes da cidadania. Unicamente o EnviroCitizen não apenas segue a ciência do ambiente. Conduz também a uma pesquisa humanística.

    ‎«Muitos projetos de ciência cidadã tendem a se concentrar mais na ciência do que nos cidadãos, mas nós concentramos nos voluntários”, disse Jørgensen, professor de história ambiental na Universidade de Stavanger, na Noruega.‎ ‎No nosso caso, ornitólogos amadores, que se envolvem na ciência e na construção da comunidade através de seu amor pelas aves e seu ambiente de vida, e natureza em geral

    ‎Os seres humanos passaram milhares de anos observando e pensando em pássaros. Eles nos permitem contar histórias sobre nós mesmos e o mundo em que vivemos. Finn Arne Jørgensen, EnviroCitizen‎.

    Crowd-sourced

    ‎O projeto OptimCS tenta combinar o poder da atividade científica de origem coletiva com inteligência artificial (IA) para proteger a biodiversidade e melhorar a conservação ecológica.‎

    ‎O objetivo do projeto é melhorar a qualidade dos dados coletados e analisados por cientistas cidadãos.‎

    Environmental citizenship is the development of a feeling of allegiance in people for the protection of nature through engagement in activities like citizen science. Henrique Pereira, OptimCS

    ‎«Descobrimos que os participantes estão altamente motivados a contribuir para a conservação», disse Henrique Pereira, coordenador do ‎OptimCS‎.‎

    ‎«Cidadania ambiental», disse Pereira, «É o desenvolvimento de um sentimento de fidelidade nas pessoas pela proteção da natureza através do engajamento em atividades como a ciência cidadã». ‎

    ‎A abordagem trará ordem ao cenário de dados indisciplinados. «No futuro, a ciência cidadã e várias formas de IA trabalharão juntas para ajudar a aprofundar nossa compreensão da biodiversidade.»

    ‎Ação local‎

    This is precisely this what young citizens are doing in the Crowd4SDG project. It uses crowd-sourcing and AI to monitor progress towards the UN’s Sustainable Development Goals

    The project has particular focus on climate issues and climate resilience. It is also providing and maintaining a citizen science tool kit so anyone can launch their own CS project. Follow the link to learn more from the Crowd4SDG website. 

    The initiative is currently testing a new model for innovation to help young people become social entrepreneurs for climate action. They create their own projects, starting with a competitive pitch and taking it to the working prototype stage.

    More than just recycling or turning off the lights, environmental citizenship requires new ways of thinking and acting. Finn Arne Jørgensen, EnviroCitizen

    «Num caso, quatro estudantes nigerianos introduziram bombas de água movidas a energia solar em suas comunidades», disse o líder do projeto, François Grey. «Usando dados coletados a partir de ferramentas de sourcing de multidões desenvolvidas pelo projeto para mostrar onde as bombas são mais urgentemente necessárias

    ‎Senso de justiça‎

    A passion for protecting the environment provides the driving force behind political activity at the local level. It is also driven by a sense of justice.

    ‎A cidadania ambiental se forma de acordo com Jørgensen, quando a conscientização sobre questões de sustentabilidade impulsiona um senso de dever «porque muitos problemas ambientais e seus efeitos existem em escalas globais, mas exigem responsabilidade da comunidade local».‎

    ‎Ao investir tempo e esforço e trabalhando em conjunto com empresas, autoridades locais e o setor de ONGs, as pessoas contribuem para um modo de vida mais sustentável e ambientalmente correto.‎

    ‎«Mais do que apenas reciclar ou desligar as luzes», disse Jørgensen, «A cidadania ambiental requer novas formas de pensar e agir».

    ‎A pesquisa deste artigo foi financiada pela UE. Se gostou deste artigo, por favor, considere compartilhá-lo nas redes sociais.‎
  • AMAL quer mais verbas para a redução tarifária

    AMAL quer mais verbas para a redução tarifária

    A Assembleia Intermunicipal do Algarve, realizou este ano a sua primeira sessão em Vila Real de Santo António, no Centro Cultural António Aleixo. Aqui, foram aprovados os Documentos de Prestação de Contas de 2021 da AMAL, a 1ª Revisão ao Orçamento e Grandes Opções do Plano do 2022 e analisadas diversas Moções e Votos de Pesar, apresentados pelos Grupos Intermunicipais do PS, do PSD e da CDU.

    Foi também sublinhada a necessidade urgente do Governo reforçar as verbas do PART- Programa de Apoio à Redução Tarifária dos Transportes Públicos.

    Esta sessão descentralizada «insere-se no roteiro da Assembleia Intermunicipal em Movimento, iniciativa do Presidente da Assembleia, José Águas da Cruz, que tem vindo a concretizar durante o seu mandato, de descentralizar a realização destas sessões nos municípios do Algarve, por forma a levar a Assembleia aos algarvios».

    Com este objetivo, desde que foi instalada, a Assembleia Intermunicipal já realizou sessões nos municípios de Faro, de Lagoa, de Vila Real de Santo António e Olhão.

    O PSD viu aprovada uma sua moção a solicitar a transmissão em direto das Reuniões da Assembleia Intermunicipal do Algarve, outra pela construção da Barragem da Foupana; o PS, uma pela atribuição da designação «Aeroporto Internacional de Faro – Almirante Gago Coutinho» ao Aeroporto Internacional de Faro que ficou agendada para a próxima sessão. Foram, também, discutidos e votados três documentos apresentados pelo Grupo Intermunicipal da CDU, uma moção sobre os encerramentos das urgências de pediatria nos Hospitais de Faro e de Portimão que «não podem continuar», que foi aprovada. A Assembleia Intermunicipal rejeitou as moções «Pela melhoria dos transportes públicos no Algarve” e o “Voto de Pesar pelas vítimas da guerra na Ucrânia” por não concordar com a redação desses documentos.

    Por iniciativa do Grupo do PS foi aprovado, por unanimidade e aclamação, um voto de pesar pelo falecimento do prof. Joaquim Vairinhos. Foi observado um minuto de silêncio, em memória das vítimas da guerra na Ucrânia.

    Os membros da Assembleia ouviram as preocupações dos 16 presidentes das câmaras municipais do Algarve, expressas pelo presidente da AMAL, António Pina, em relação à necessidade urgente do reforço, por parte do Governo, das verbas do PART-Programa de Apoio à Redução Tarifária dos Transportes Públicos, uma vez que esta será a única solução para manter a região algarvia neste projeto, já que as «autarquias não terão capacidade para suportar, por muito mais tempo, os encargos que estão a ter com o programa».

    A razão é porque o Governo anunciou no final de janeiro um reforço da verba do PART em 15 milhões de euros, a distribuir por várias Comunidades Intermunicipais e pelas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, enquanto Autoridades Regionais de Transportes. A decisão surgiu depois de se ter verificado que, durante a pandemia, houve uma expectável diminuição do número de passageiros e, para fazer face aos problemas resultantes do subfinanciamento do sistema de transportes públicos, o governo anunciou esse adicional de verbas. A AMAL não foi contemplada nesse reforço, mas está agora confrontada com uma situação que torna difícil a manutenção do programa na região.

    Outra questão de vital importância para o Algarve, objeto de discussão, foi a escassez de água na Região e as medidas tomadas e programadas para a mitigar, tendo o Presidente da AMAL se comprometido a enviar a todos os membros da Assembleia Intermunicipal um ponto de situação sobre as intervenções previstas para esta área, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência.

  • Seca em Loulé vai ter plano de contingência

    Seca em Loulé vai ter plano de contingência

    Este instrumento de planeamento dotará o município com um mecanismo que lhe permita «lidar de forma eficaz com períodos de seca, garantindo a diminuição dos seus efeitos e danos».

    O plano é elaborado num momento em que a totalidade do território continental vive um período que aponta para uma seca meteorológica e quando o Algarve implementa o «Plano Regional de Eficiência Hídrica».

    O PMCPS de Loulé inclui medidas de preparação, prevenção, contingência e adaptação, com horizontes temporais de curto, médio e de longo prazo, que deverão tornar as diferentes componentes da cadeia de utilização de água mais resilientes e espera-se que «ajude, em termos operacionais, a dinamizar a atualização do cadastro de infraestruturas hidráulicas, a georreferenciação e a renovação do parque de contadores, a revisão da estrutura tarifária, a criação de zonas de medição e controlo e, em momentos de especial severidade do fenómeno, a imposição de condicionamentos ao consumo de água dos maiores consumidores e/ou a suspensão temporária de equipamentos públicos.»

    O município de Loulé está a apela rà participação e envolvimento de todos uma vez que considera ser «este é o momento em que é possível os interessados darem o seu contributo, apresentando sugestões que enriqueçam este instrumento orientador e operacional, podendo fazê-lo através do Portal Participa».

  • Como comunicar um bom negócio

    Como comunicar um bom negócio

    Sob o mote da comunicação, e tendo como objetivo fornecer ferramentas aos participantes para a promoção de projetos empresariais, têm início a 3 de maio, às 15h30, em Alcoutim, a 4, de Maio às 17h30, em Bensafrim (Lagos), e no dia 5 de Maio, em São Brás de Alportel, às 17h30, as últimas sessões informativas do ciclo «Articular para Intervir III».

    A iniciativa é da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, em colaboração com a Associação Terras do Baixo Guadiana, Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste e Associação In Loco,.

    Faz parte do ciclo de sessões de informação no âmbito dos fundos europeus, dirigidas a empresários das zonas de baixa densidade do Algarve e podem ser assistidas presencialmente ou por videoconferência.

    As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através da ligação: https://forms.gle/dxp953RjmJ8MosqK8.

  • EDITA arranca hoje em Punta Umbria

    EDITA arranca hoje em Punta Umbria

    ‎ Esta é a 44ª edição do certame com a presença majoritária de mulheres, e acolherá 56 leituras poéticas e três exposições, para além da exposição editorial permanente no páteo do Teatro do Mar.

    Em Punta Umbría estão representados editores de 10 países, Brasil, Estados Unidos, México, Colômbia, Argentina, Chile, Cabo Verde, Polonia, Portugal y España.

    ‎Destaca-se a presença de 23 poetas portugueses. sendo a primeira vez que, fora de Portugal, um número tão grande de artistas das letras do país português se encontram, o que faz de Edita a principal referência da poesia portuguesa na Espanha.‎

    ‎O Edita começará logo às 17:30 horas e termina no domingo, 1º de maio. Durante esses três dias, o Teatro do Mar sediará 26 horas de programação em que haverá recitais poéticos, apresentações editoriais, conferências, performances, exposições, documentários, feira de editoras e publicações independentes.‎

    ‎Entre os muitos participantes de destaque, o escritor, poeta e dramaturgo norte-americano Lyn Coffin irá a Punta Umbría e o encontro prestará homenagem ao poeta e editor mexicano Carlos Martínez Rentería, que morreu em fevereiro passado. A sua revista “Gerneración” é um ícone do underground mexicano. A presença foi planeada para esta edição do encontro, no qual já participou em 2014.‎

    ‎Destaque também neste 44º encontro a exibição do documentário «(A)plomo», com a presença dos cineastas Soledad Villalba e Pablo Macías. Conta a experiência editorial de Francisco Cumpián e Isabel Ruiz, editores independentes de Málaga que participaram de todas as edições de ‘Edita’. O documentário pode ser visto na plataforma Filmin e tem o Silver Biznaga para Melhor Curta-Metragem Documental da Seção Oficial do 24º Festival de Cinema Espanhol de Málaga 2021. Também foi indicado para o Prêmio Carmen del Cine Andaluz 2021.‎

  • Caudais no Baixo-Guadiana em debate Ibérico

    Caudais no Baixo-Guadiana em debate Ibérico

    Em FOZ – GuadianaDigital assistimos ao debate e ainda hoje vamos dar nota aos nossos leitores das conclusões e do enquadramento, com destaque para os aproveitamentos para as bacias dos rios Tinto, Piedras e Odiel, a partir do Chança e do conjunto de Barragens Beliche-Odleite e aproveitamentos em todo o Algarve, a partir do Pomarão.

    O encontro contou com os oradores como Afonso do Ó e Rafael Seiz, especialistas em Água na ANP|WWF e WWF Espanha, respetivamente, Inmaculada Pulido Calvo, investigadora da Universidade de Huelva, Amparo Sereno, investigadora da Universidade Autónoma de Lisboa, André Matoso e Pedro Coelho, Diretores Regionais do Alentejo e do Algarve (respetivamente) da APA e Laura Díaz, Técnica da Dirección General del Agua (DGA).

  • Lagoa tem Festival de Piano

    Lagoa tem Festival de Piano

    As atuações ocorrem no Auditório Carlos do Carmo, Igreja da Mexilhoeira da Carregação e Igreja de Porches. Os espetáculos têm início às 18:30 horas, exceto o do dia 27 que se inicia pelas 21:00 horas. Para além dos espetáculos, o III Festival de Piano Cidade de Lagoa vai ainda realizar master classes e concertos de piano nos lares da 3ª idade do Concelho de Lagoa. Para os promotores, o III Festival de Piano Cidade de Lagoa, com quatro concertos durante o mês de Maio, «assume-se como um evento de referência no panorama nacional».

    É promovido pela Artis XXI [ Dir. Artística Elsa Mathei e Rute Gomes ]. A Dir. Artística do III Festival de Piano Cidade de Lagoa está a cargo do pianista Jeferson Mello. O programa do Festival de Piano Cidade de Lagoa propõe diversos formatos e linguagens musicais assegurados por pianistas com percursos relevantes no panorama nacional e internacional, ao mesmo tempo que cria um espaço de diálogo para músicos residentes no território de Lagoa, tendo sempre o piano como o grande protagonista. De âmbito pedagógico, teremos um concerto assegurado por jovens músicos de Lagoa, estudantes do Conservatório de Artes de Lagoa, de forma a valorizar o trabalho artístico desenvolvido pelas novas gerações. A ARTIS XXI, na sua premissa de permitir a fruição universal das artes, irá promover concertos de piano nos lares da 3ª idade no Município de Lagoa. Estes momentos estão a cargo da pianista Shaina Nazareth que irá partilhar obras dos grandes mestres do piano.

    Nesta terceira edição é mantida «a descentralização dos concertos no Município de Lagoa, destacando a presença do pianista Artur Pizarro, com um reconhecido percurso internacional. Irá também orientar uma masterclasse para alunos de piano de nível avançado».

    Mantendo a vontade de divulgação de linguagens musicais distintas, o pianista de Jazz Alexandre Dahmen, irá apresentar numa combinação de obras musicais do cancioneiro norte-americano e obras de sua autoria, onde estará presente uma diversidade musical com linguagem jazzística.

    Num concerto dedicado ao repertório de música de câmara, a pianista Cristiana Silva e a violoncelista Sunita Mamtani apresentam um recital dedicado a esta formação obras de L.V.Beethoven e também a grande sonata para piano e violoncelo de S.Rachmaninoff.

    O Concerto final do Festival estará a cargo dos pianistas Jeferson Mello, João Luís Rosa e os percussionistas João Paias e Tiago Pires, membros do Ensemble Artis XXI que irão interpretar a Sonata para dois pianos e Percussão de Béla Bartók, um dos pilares da música do séc. XX, além da estreia mundial de uma obra da compositora portuguesa Teresa Gentil, especialmente encomendada para o III Festival de Piano Cidade de Lagoa.

  • RTA ajuda agentes de turismo de Natureza

    RTA ajuda agentes de turismo de Natureza

    A ação de capacitação «Ecoturismo e o Parque Natural da Ria Formosa» é no próximo dia 12 de maio, sem encargos para os agentes de animação turística. Os lugares são limitados e a participação obriga à prévia inscrição.

    O programa tem início na sede do parque natural, na Quinta de Marim, em Olhão, onde os participantes vão poder explorar o percurso de interpretação da natureza do Centro de Educação Ambiental de Marim, cujos equipamentos de apoio foram renovados fruto de um investimento da RTA, e visitar a recém-inaugurada exposição «Ria Formosa», igualmente financiada pela entidade regional de turismo, que editou ainda um novo guia dedicado ao parque.

    Segue-se um workshop sobre o «Programa Regional de Ecoturismo do Algarve», a desenvolver pela RTA com vista a «garantir objetivos de sustentabilidade, nomeadamente, a preservação das paisagens, a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas naturais, a proximidade com as populações locais e a sua cultura e a articulação com produtores locais e outras atividades sustentáveis».

    Plano vai desenvolver oferta ecoturística

    A ocasião vai ser aproveitada para recolher os contributos dos participantes para este plano, que irá promover e desenvolver a oferta ecoturística da região. Haverá ainda tempo para uma saída de barco para a ilha da Culatra, com passagem pelo núcleo do Farol e visita ao núcleo da Culatra.

    Os participantes vão conhecer o projeto «SuStowns», que promove um turismo sustentável e de qualidade, preservando as tradições locais e o património cultural; e a iniciativa «Culatra 2030 – Comunidade Energética Sustentável», que pretende criar uma comunidade-piloto em energias renováveis, incluindo uma estação de recarga de barcos elétricos para transporte de passageiros, entre muitas outras ações.

    A ação de capacitação termina com um percurso de barco pela Ria Formosa e a sensibilização dos participantes para a importância do reconhecimento de atividades de turismo de natureza e código de conduta dentro da área do parque natural, a cargo da Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

    A iniciativa materializa a aposta da RTA no turismo de natureza e decorre do projeto Valuetur, aprovado ao abrigo do Programa de Cooperação INTERREG V-A ESPANHA-PORTUGAL 2014-2020 (POCTEP), cujo principal objetivo é a valorização das áreas protegidas de valor natural, histórico e cultural, para serem geradores de atividade económica sustentável.