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  • Algarve terá máquina de rastos em incêndios rurais

    Algarve terá máquina de rastos em incêndios rurais

    A ação de treino operacional decorreu ao longo dois dias em Silves, no distrito de Faro. Entre os mais de cinquenta elementos que participaram na atividade formativa promovida pelo Comando Regional do Algarve, com o apoio do município de Silves, estão operadores de máquinas e manobradores, indicados pelos Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) e pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e provenientes destes organismos da administração pública ou de empresas prestadoras de serviços às autarquias, na prevenção e combate aos incêndios, comunicou aquela autoridade.

    A formação contou com uma sessão teórica que permitiu abordar temas nucleares do empenhamento destes meios fundamentais no esforço da resposta operacional, designadamente a organização dos Teatros de Operações, as Comunicações e os Protocolos de Segurança durante o combate a incêndios rurais.

    «Os formandos ficaram assim com conhecimentos sobre as técnicas e as capacidades de intervenção de maquinaria para assegurar uma plena articulação com todas as forças que concorrem para a rápida extinção dos incêndios rurais», salienta a nota.

    A formação também incluiu exercícios práticos no terreno com recurso à maquinaria, gentilmente cedida pelo Serviço Municipal de Silves e pelo ICNF.

    O Plano de Operações Regional do Algarve para esta temática estabelece os mecanismos de mobilização e sustentação logística e operacional destes meios técnicos, sob coordenação da Equipa Tática de Empenhamento de Máquinas de Rastos (ETEMR).

    O dispositivo de combate a incêndios rurais entrou na sexta-feira na sua máxima capacidade, com a entrada em vigor do denominado do nível IV, que termina a 30 de setembro. Nos próximos três meses, vão estar operacionais em Portugal 12.917 operacionais, 3.062 equipas, 2.833 veículos e 60 meios aéreos.

  • Praia de Cacela-Velha e riscos

    Praia de Cacela-Velha e riscos

    Em 2011 foi realizado um rasgão no cordão dunar, a nascente de Cacela Velha, cujas correntes e ação marítima procuraram repor o ciclo das marés e evitar a acumulação excessiva de areias, intervenção planeada pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve e financiada pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    A nova barra de Cacela visou resolver o problema da fraca ação das marés que se vinha sentindo naquele troço final da Ria Formosa (delta), o que estava a afetar os viveiros da zona, conforme foi alertado pela Cooperativa Formosa, mas existem sinais de que a Natureza tinha outros planos.

    Foto: Agostinho Gomes
  • Premiado engenho e arte de criança do Senegal

    Premiado engenho e arte de criança do Senegal

    ‎Malick Ndiaye, ‎menino nascido no Senegal, de apenas 12 anos, usou velhas lentes de alta graduação do pai, uma lente de câmera, arame, papel, latas e bengala para fazer seu próprio telescópio e com esses recursos, construiu um telescópio que lhe permitiu ver o céu noturno e os detalhes da superfície da Lua.‎

    ‎Ao jornal El País afirmou ter levado duas semanas para construir o telescópio e explicou que «quando me concentrei no céu noturno e vi os detalhes da superfície da Lua que pensei que poderia tocá-lo com a mão».

    E acrescentou: «Um dia eu estava na porta da casa e um homem que trabalhava na estrada passou. Ele me perguntou se era alguma topografia e eu disse que não, era um telescópio que eu tinha feito a mim mesmo. Então ele tirou fotos e um vídeo meu e as enviou para o Facebook.»

    ‎O vídeo iria acumular milhares de reproduções, atingindo a mão de cientistas da região que não hesitaram em entrar em contato com o jovem.‎

    ‎Agora tem um novo telescópio mais profissional, entregue por Maram Kaire, atual presidente da Associação Senegalesa para a Promoção da Astronomia que lhe permitirá aprofundar as observações do espaço.

    ‎Quando perguntado sobre seus sonhos para o futuro, o jovem sempre disse: “Eu só quero olhar para as estrelas.”‎

  • Mais tempo para os carros de combustão

    Mais tempo para os carros de combustão

    A notícia foi dada pelo Guia do Automóvel que acrescenta que é a Itália quem lidera um importante grupo de países que pedem o adiamento do fim da produção de carros com motor de combustão interna para 2040.

    «O número de vozes discordantes da lei estabelecida pela União Europeia para a transição para a mobilidade elétrica continua a crescer. Nos últimos dias, muita polémica foi gerada sobre as declarações feitas por um ministro alemão em que ele mostrou seu desacordo. Agora, surge um importante grupo de países europeus que pede o adiamento do término da produção dos carros convencionais», diz aquele Guia.

  • Estacionamento garantido em Ayamonte com paragem de obras

    Estacionamento garantido em Ayamonte com paragem de obras

    Esta decisão acolhe a pretensão de inúmeros moradores, setores, entidades e partidos políticos e o próprio município‎ agradeceu esta atitude da Junta. ‎A discordância dos cidadãos e grupos locais teve a ver com o início das obras no meio da temporada de verão, ação que também determinava a perda de mais de cem lugares de estacionamento no centro da cidade.

    As autoridades regionais e locais .‎têm a intenção de aproveitar os próximos meses para planificar todos os detalhes relacionados com a obra que tinha começado de «forma unilateral», para evitar que estas «situações lamentáveis» se repitam.

  • Vida e obra de Saramago divulgada pelo PCP no Algarve

    Vida e obra de Saramago divulgada pelo PCP no Algarve

    .A escolha do Museu Municipal de Faro para a realização desta sessão pública é inseparável das várias referências que sobre ele existem na obra “Viagem a Portugal”, bem como a escolha de Vila Real de Santo António que merece referência na obra analisada.

    A análise da obra em ambas as localidades esteve a cargo de Carina Infante do Carmo. Em Faro, foi Vasco Cardoso quem falou da vida e da militância comunista do homenageado no Centenário. Essa tarefa esteve a cargo de Sandra de Jesus em Vila Real de Santo Antonio, onde também participou o escritor José Estêvão Cruz.

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    Ao assinalar o centenário de José Saramago, sob o lema “Escritor universal, intelectual de Abril, militante comunista”, o PCP afirma pretende contribuir para a divulgação e para o debate em torno da obra de um dos mais destacados intelectuais do Portugal de Abril, para a democratização da cultura, com especial preocupação com as novas gerações, bem como, para o conhecimento do seu papel na luta contra o fascismo, pelas conquistas de Abril, como militante comunista.

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  • Orcas atacam e imobilizam veleiro

    Orcas atacam e imobilizam veleiro

    ‎Efetivos do Posto de Resgate Marítimo e da Cruz Vermelha do Mar em Isla Cristina, sul de Espanha rebocaram um veleiro para a marina daquela cidade costeira, por ter sofrido danos consideráveis após terem sido alvo de ataque por um grupo de grupo de orcas.‎

    ‎Segundo o «Huelva Costa», a equipe de resgate especificou que a sua intervenção ocorreu na noite de quarta-feira passada, após terem recebido um pedido de socorro pelo canal 16 no Centro de Coordenação de Resgate Marítimo (CCS) de Huelva, para um veleiro de oito metros de comprimento que havia sido objeto de um ataque de um grupo de quatro orcas.‎

    ‎O incidente ocorreu em águas portuguesas, onde devido ao ataque o barco ficou com uma lâmina de leme quebrada e com golpes no golpes no casco.‎ ‎O veleiro danificado rumava a Itália e está na marina Isla Cristina para reparação.‎

    Tem sido mais frequentes estes ataques a veleiros. Os observadores desta espécie não têm ainda uma resposta clara para estes ataques, mas calcula-se que podem ser ataques motivados pelo excesso de circulação no caminho de perseguição destes predadores dos golfinhos. Há outra teoria sobre o treino de ataque das crias, por parte dos adultos desta espécie.

  • Área Piloto de combate a incêndios no Barlavento do Algarve

    Área Piloto de combate a incêndios no Barlavento do Algarve

    As outras são o Alto Tâmega e Coimbra

    Em as áreas piloto, as entidades locais, tais como as autarquias, as CIM, o ICNF, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, a GNR, estão a trabalhar em conjunto as ações que identificaram como sendo críticas para a diminuição dos incêndios rurais graves. O principal desafio é implementar metodologias efetivamente colaborativas, seguindo uma abordagem coordenada e integrada de gestão da paisagem e dos incêndios.

    Entretanto, a Comissão Europeia, através da Direção Geral do Apoio às Reformas Estruturais (DG Reform), está a financiar uma equipa de especialistas para apoiar a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) e as entidades, de âmbito nacional e regional do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), na implementação do Programa Nacional de Ação (PNA), integrado no Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais 20-30, nas três áreas piloto. Esta equipa de especialistas é liderada pela AARC e conta com a colaboração de entidades tais como a ANP|WWF, a NovaSBE e o Instituto Superior de Agronomia, entre outras.

    O PNA tem como grandes objetivos evitar a perda de vidas humanas em incêndios rurais, diminuir a percentagem dos incêndios superiores a 500 ha e assegurar que a área ardida acumulada na década 2020-2030 não ultrapasse os 660.000 ha.

    É neste contexto que a equipa de especialistas tem contribuído com conhecimento para realizar o diagnóstico da implementação do PNA nos projetos piloto; construir um modelo de aplicação do PNA aos mesmos replicável para o resto do país; identificar projetos pioneiros, ou seja, um conjunto de bons exemplos em curso que permitam rapidamente acelerar a implementação do PNA; definir uma estratégia de financiamento sustentável; criar uma estrutura de monitorização da implementação do PNA; e formar os atores do Sistema de Gestão Integrada dos Fogos Rurais em áreas temáticas chave.

    Espera-se que as várias entidades envolvidas nos três projetos piloto retirem um conjunto de lições que permitam implementar o PNA à escala nacional de uma forma mais robusta, com o objetivo primordial de reduzir os incêndios rurais graves em Portugal e as suas consequências nefastas para o país.

  • As dificuldades do Aeroporto de Beja

    As dificuldades do Aeroporto de Beja

    Duarte Correia é o responsável do grupo em Portugal que detém os operadores Icárion e Newblue, este último com operação charter e não tem dúvidas sobre o impacto de uma possível transferência das operações charter para esta infraestrutura .

    «Se alguém tenciona divergir o negócio dos operadores para outra zona que não seja Lisboa, quem paga é o cliente», disse ele àquele órgão de informação.

    Adiantou que, no específico de Beja não reúne condições mínimas para fazer qualquer tráfego devido à não existência de infraestruturas de acesso e que seria necessário no mínimo sair de casa com seis a sete horas de antecedência.

    Foto: TNews.pt
  • A associação Vicentina fez 30 anos

    A associação Vicentina fez 30 anos

    Rute Silva, presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo e José Ventura Pacheco, presidente da Mesa da Assembleia Geral da Vicentina, deram as boas vindas aos participantes na sessão sob o lema «30 anos ligada ao território, 30 anos ligada ao Algarve».

    Estiveram presentes Aura Fraga, presidente da direção da Vicentina, Brandão Pires, 1.º Secretário da CIM Algarve e Pedro Valadas Monteiro, Diretor Regional da DRAP Algarve.

    A sessão principal teve por tema «2030 | que políticas e instrumentos territoriais para o desenvolvimento regional», na qual intervieram Aquiles Marreiros, da CCDR Algarve e Pedro Valadas Monteiro.

    Houve depois agraciamento aos sócios fundadores e aos colaboradores da Vicentina foi tendo a iniciativa terminado com um almoço comemorativo, com degustação de produtos da dieta mediterrânica, doçaria e vinhos do Algarve.

  • Associação de Acordeão do Algarve terá nova sede

    Associação de Acordeão do Algarve terá nova sede

    A Associação de Acordeão do Algarve inaugura a sua nova sede em 2 de julho pelas 15:00 horas, em Olhos de Água (Albufeira) na Rua da Igreja, Edifício Vila Mar, Lote 11. com o descerramento da placa alusiva, seguindo-se a sessão solene de boas-vindas e alguns momentos musicais ao som do acordeão.

    A Associação de Acordeão do Algarve foi fundada em oito de junho de 2005 com o objetivo de desenvolver atividades culturais relacionadas com o instrumento musical e representar os seus associados junto de entidades nacionais e internacionais.

    De 3 a 9 de novembro de 2019, em parceria com o Município de Loulé e a Confederação Mundial de Acordeão, a Associação de Acordeão do Algarve organizou o 69º Troféu Mundial de Acordeão considerado pela crítica especializada como o evento de maior prestígio na arte de tocar este instrumento.

    O evento foi realizado na cidade de Loulé com o apoio de várias entidades, nomeadamente: Câmara Municipal de Loulé, Direção Regional de Cultura do Algarve e Região de Turismo do Algarve.

    De 15 de maio a 19 de junho de 2021, a Associação de Acordeão do Algarve organizou em parceria com o Município de Albufeira, Direção Regional de Cultura do Algarve, Paróquias de Albufeira, Paderne e Boliqueime a primeira edição do Ciclo de Concertos Albufeira’21. O ciclo de concertos foi transmitido em Live Streaming pela “Mais Algarve” e contou com a participação de vários músicos oriundos do Algarve e a nível nacional.

    Atualmente, a associação conta com a participação e envolvimento de acordeonistas de renome tendo já fundado a Orquestra de Acordeão do Algarve e desempenha a função de selecionar os candidatos portugueses para o Troféu Mundial de Acordeão.

  • Residência artística na EC1 Manuel Cabanas

    Residência artística na EC1 Manuel Cabanas

    A apresentação final do projeto teve lugar na passada sexta-feira, no Largo Manuel Cabanas, em Vila Nova de Cacela, tendo contado com a presença da vereadora da cultura da câmara Municipal local, Conceição Pires, além de representantes, dirigentes e coordenadores do programa e do Agrupamento de Escolas.

    O Programa de Educação Estética e Artística (PEEA), é uma iniciativa da Direção-Geral da Educação que pretende enriquecer as experiências de educação. Inscreve-se no quadro de uma política educativa de valorização da cultura e das artes do ministério, propondo metodologias inovadoras de aprendizagem nas áreas das Artes Visuais, Dança, Expressão Dramática/Teatro e Música.

    Neste contexto, acompanha os educadores e professores, de forma continuada, através de planos sequenciados, com formação docente, iniciativas com parceiros culturais, projetos de ações educativas e realização de eventos no âmbito da Educação Artística – a fim de ser construída uma rede de conhecimentos e recursos, de acordo com cada contexto escolar.

    Além da Equipa de Educação Artística, estrutura central, o PEEA contou ainda com um grupo de Embaixadores Regionais e Locais que, junto da escola EB1 Manuel Cabanas, estabeleceu uma relação de proximidade, acompanhando os docentes, os alunos e a comunidade.

    Esta rede de professores realiza ações sequenciadas que reconhecem a Arte como forma de conhecimento e valorizam as culturas locais e globais para a construção de uma marca de identidade.

  • Tripulantes de veleiro salvos na barra da marina de Vilamoura

    Tripulantes de veleiro salvos na barra da marina de Vilamoura

    Na sequência de um alerta recebido no Comando-local da Polícia Marítima de Faro, pelas 21h45, a informar que um veleiro se encontrava à deriva com 14 pessoas a bordo, foi ativada de imediato para o local uma embarcação da Estação Salva-vidas de Quarteira, , informou a Autoridade Marítima.

    À chegada junto do veleiro, os tripulantes da Estação Salva-vidas constataram que os dois tripulantes e os 12 passageiros se encontravam bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, tendo procedido ao reboque da embarcação, por questões de segurança para a navegação, para o interior da marina de Vilamoura.

    O Comando-local da Polícia Marítima de Faro tomou conta da ocorrência.

  • Espanhol ferido em colisão de barcos de recreio na Culatra

    Espanhol ferido em colisão de barcos de recreio na Culatra

    ‎O alerta foi recebido às 9h30, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), informando que houve uma colisão entre dois barcos recreativos, tendo, de imediato, sido chamado o Comando Local da Polícia Marítima de Olhão e um barco do Posto Salva-Vidas, com Bombeiros Voluntários de Faro a bordo.‎

    ‎Ao chegar ao local, foi constatado que o tripulante de um dos barcos de recreio havia sofrido ferimentos leves, e alguns hematomas no corpo, sendo resgatado pela tripulação do salva-vidas, atendido pelos Bombeiros Voluntários e transferido para as instalações da Estação salva-vidas em Olhão, onde uma ambulância aguardava para transferir os feridos para o hospital.‎

    ‎Os dois tripulantes do segundo barco de lazer, estando em boas condições físicas e não precisando de assistência médica, acabaram deixando o local pelos seus próprios meios.‎

    ‎O comando local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência.

  • Assinalado dia das mais pequenas empresas

    Assinalado dia das mais pequenas empresas

    Deram conta de que, em Portugal, a realidade é que 98% das empresas existentes são micro, pequenas e
    médias, responsáveis por mais de 80% dos postos de trabalhos. Responsáveis efetivos da produção nacional, num país com profundas desigualdades, onde são na maior parte das vezes, o verdadeiro motor da economia e em muitos locais assumem o último elemento de coesão territorial.

    Este ano comemora-se o 5.º aniversário do Dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas com o tema «Resiliência e Reconstrução», com o objetivo de salientar o papel das MPME para o desenvolvimento sustentável na vanguarda da reconstrução e dos impactos que os empreendedores enfrentam devido à COVID-19, à crise climática e aos conflitos.

    A CPPME aproveitou a oportunidade para saudar «todos estes homens e mulheres que dedicam a sua vida a ser empresários de forma quase heroica, dotados de uma resistência enorme».

    «Os tempos que correm são difíceis e não trazem a alegria que a data devia proporcionar. Em Portugal depois de dois anos de uma crise pandémica que afetou gravemente este sector, que sobreviveu quase sem apoios ou quando existiram foram tardios. Muitas atividades viram-se reduzidas a nada milhares de famílias sem sustento. Agora com a situação internacional viram as matérias-primas e custos de contexto subirem para patamares nunca antes vistos».

    Afirmam que se mantêm firmes com a responsabilidade de ser quem, diariamente, de forma
    digna produz contribuindo para que Portugal possa recuperar.

    Estas empresas que representam no mundo mais de 90% do total das empresas,
    também lideradas por mulheres e por jovens empreendedores, são a espinha dorsal da
    maioria das economias do mundo e desempenham um papel fundamental nos países em
    desenvolvimento. As MPME criam 7 em cada 10 empregos nos mercados emergentes.
    De acordo com diversos estudos, as pequenas empresas são responsáveis por mais de
    70% de todos os empregos em todo o mundo e dois terços dos empregos do sector
    privado, observam.

  • Ações coletivas para salvar o Oceano e o Clima

    Ações coletivas para salvar o Oceano e o Clima

    Durante a próxima semana, irá decorrer um pouco por toda a cidade de Lisboa, tendo o Altice Arena como local principal – a 2ª Conferência do Oceano das Nações Unidas, co-organizada por Portugal e pelo Quénia.

    Além da conferência, a sociedade civil vai mobilizar-se e a semana será também palco de ações coletivas que exigirão mais ação climática e o reconhecimento do oceano como um aliado no combate às alterações climáticas e um poderoso regulador do sistema climático.

    É esperada a participação de mais de 60 organizações nacionais e internacionais que convocaram uma semana de ações durante a semana da Conferência e uma Marcha Azul pelo Clima no dia 29 de Junho, amanhã, quarta-feira, com início às 18 horas na Gare do Oriente.

  • Residencial para doentes com demência em Castro Marim

    Residencial para doentes com demência em Castro Marim

    Arquitetonicamente convertida numa casa algarvia enorme, mas tradicional, com paredes brancas e dois grandes pátios interiores, receberá 70 utentes que sofram de qualquer demência.

    Francisco Amaral, médico e presidente da câmara, em declarações ao Postal diz ser a maior estrutura do género a sul do rio Tejo e que este novo lar vai ser diferente e que a abordagem à doença deve passar pela reabilitação e estimulação cognitiva, investindo nas terapias não farmacológicas.

    Terá uma mercearia rodeada de mesas viradas para o jardim onde os idosos podem ir comprar um bolo ou uma maçã, fazendo treino cognitivo, porque, na maior parte dos casos, ao dar entrada num lar, as pessoas deixam de mexer em dinheiro, deixam de ir ao supermercado ou aos correios e essas atividades instrumentais da vida diária vão-se perdendo, comprometendo a autonomia e a autoestima”.

    A estimulação dos utentes vai passar muito por desenterrar as memórias primordiais, que nem o tempo costuma apagar. Por isso, no coração desta estrutura residencial para idosos vão estar dois jardins interiores. Num deles, alfarrobeiras e amendoeiras ajudarão a trabalhar a reminiscência dos utentes. A ligação à terra, aos cheiros e ao imaginário tradicional, que terá acompanhado a maioria destes idosos desde o berço.

    No outro pátio, vai surgir um jardim sensorial, com um espelho de água e diferentes níveis, para que tanto alguém numa cadeira de rodas, como com boa mobilidade possa trabalhar os diferentes sentidos e uma pequena horta biológica com o foco na reminiscência, uma vez que muitas destas pessoas têm as suas origens no campo e mexer na terra permite trabalhar a parte cognitiva e a memória”.

    Prevê-se que no vizinho mês de julho o espaço receba os primeiros equipamentos e mobiliário para equipar salas de arrumos, casas de banho, lavandaria, cozinha e um refeitório cheio de luz. Do lado de lá dos dois pátios interiores há várias salas e gabinetes. No primeiro andar, 34 quartos cheios de sol serão a zona de descanso dos 70 utentes, que até ao final do ano terão de ocupar todo o piso superior.

    Todo o edifício está pensado no acolhimento a pessoas com necessidades especiais. Para ajudar no reconhecimento do espaço mais íntimo reservado a cada utente, à porta dos aposentos não estarão números ou nomes. A fotografia de um cão, de uma árvore ou qualquer elemento visual que esteja ligado à vida e ainda presente na memória do idoso, será o sinal personalizado a mostrar a entrada de cada um.

    A segurança dos utentes vai ser assegurada através de um apertado controlo de acessos, garante Gustavo Vera. O engenheiro responsável pela obra, que é também o vizinho da frente, que mora no outro lado da rua, explica “ as saídas são todas controladas por uma central. Só entra e sai de determinados sítios quem tiver um código. As pessoas não podem ir para as escadas ou para a rua sem que percebamos”.

    Foto: Telma Gaspar - Instagram
  • Trotinetas chegam a Olhão

    Trotinetas chegam a Olhão

    O casco urbano da cidade foi dividido em três zonas diferenciadas de circulação, que levam em conta as especificidades de cada uma delas.

    Para facilitar ainda mais todo o processo, existem pontos de estacionamento em toda a cidade, que conferem uma «maior agilidade ao aluguer, uso e devolução das trotinetas».

    Este serviço da Superpedestrian está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, e para aceder, basta ter mais de 18 anos, fazer download da aplicação “Link” quer na Apple Store quer na Google Play, ler o código QR da trotinete e desfrutar da viagem.

    Para que a mobilidade em Olhão seja cada vez mais leve, ecológica, sustentável e divertida, o município faz apelo ao cumprimento das regras de segurança por parte dos utentes, tais como o uso de capacete; o cumprimento das regras de trânsito e do código da estrada; a concessão, sempre, de prioridade aos peões; o estacionamento com civismo; e a circulação nas ciclovias, sempre que possível.

  • «Cantar de Amigos» lembra Alfredo Graça

    «Cantar de Amigos» lembra Alfredo Graça

    A iniciativa foi acolhida pela câmara municipal, no âmbito das comemorações do aniversário do concelho e da homenagem então prestada ao antigo presidente da autarquia, falecido no início deste ano. O presidente da autarquia, Álvaro Araújo assistiu ao espetáculo.

    A receita de uma casa que praticamente lotou o Centro Cultural António Aleixo, reverteu a favor da ARPI -Associação de Reformados Pensionistas e Idosos de Vila Real de Santo António.

    Os espetáculos do grupo «Cantar de Amigos» realizam-se há trinta anos com uma regularidade bianual e sempre com receitas a reverter para causas sociais. O de ontem foi o primeiro, após a interrupção provocada pela pandemia.

    No final do espetáculo, em nome de todo o grupo, José Cruz dirigiu ao público algumas palavras de homenageado, tendo colocado em destaque que «Alfredo Graça era um homem generoso e bom, democrata convicto, comunista militante, dedicado à sua terra, bom profissional no trabalho, excelente instrumentista na bateria, afinadíssima voz e inesquecível presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

    No final de espetáculo, o «Cantar de Amigos» ofereceu uma placa à família recolhida por Vilma Graça com palavras de preço ao homenageado.

    Francisco Camarada, em nome da ARPI agradeceu a oferta da receita à associação.

    O espetáculo teve, como sempre, a direção musical de Toy Dourado.

    A diva local Rita Tenório, que participou ativamente no grupo nas duas primeiras décadas e que se encontra impossibilitada de viajar, por conselho médico, enviou, por vídeo, uma mensagem de apreço ao grupo e aos vila-realenses.

    20220627 01 alfredo graça
    20220627 01 alfredo graça
  • Suspensa a caça à rola-brava até 2024

    Suspensa a caça à rola-brava até 2024


    Foi adotada pelo Governo a medida de suspensão da caça à rola-brava para proteção temporária da espécie, tal como na época venatória anterior, sendo a medida prolongada por mais duas épocas ou seja, até 2024..

    É uma espécie migradora, pois que, todos os anos, estas aves atravessam duas vezes o deserto do Saara nas suas viagens entre a Europa e África. Já foi abundante em Portugal, mas agora apresenta no país e na Europa em geral uma tendência fortemente regressiva desde há várias décadas.

    Para sustentar esta interdição temporária as autoridades cinegéticas apoiam-se em estudos que demonstram que a caça praticada durante a sua migração em países como França, Espanha e Portugal é insustentável, apesar de notarem alguma redução recente da pressão da caça.

    O esforço que começou na época venatória de 2021-2022, Portugal, num esforço conjunto com França e Espanha, proibiu temporariamente a caça da rola-brava, medida que se prolonga agora para as épocas venatórias 2022-2023 e 2023-2024.

    Veja mais em LPN