Os novos preços máximos foram fixados na sexta-feira pelo Governo voltou a fixar preços máximos para o gás engarrafado e cada garrafa terá o valor máximo 29,47 euros, enquanto as garrafas de 12,5 kg vão custar até 28,34 euros, de acordo com a (ERSE).
No propano T3, o máximo varia entre 29,11 euros por garrafa de 11 kg e 23,81 kg por botija de nove quilogramas. As garrafas de GPL propano T5, por sua vez, vão custar até 109,08 euros (45 kg) ou 84,84 euros (35 kg).
Segundo o Ministério do Ambiente, estes máximos, considerando os preços reportados nos primeiros dias de agosto, representam uma poupança de 3,180 euros por garrafa no caso das botijas T3 de 13 kg. No caso da garrafa T3 de 11 kg de propano, a poupança é de 3,258 euros. Já na garrafa T5 de 45 kg de propano a poupança é de 6,206 euros.
À ERSE cabe propor a fixação das margens máximas em qualquer componente comercial que faça parte da formação do preço de venda ao público do GPL engarrafado.
O Governo executivo ressalvou que as variações mensais são calculadas e publicadas no site da ERSE e que, a estes preços máximos, apenas podem acrescer custos com o serviço de entrega, quando as garrafas são compradas por via telefónica ou eletrónica e disponibilizadas em local diferente do ponto de venda.
Os postos de abastecimento e os restantes pontos de venda das botijas GPL devem, segundo a legislação aprovada, garantir o contínuo fornecimento de garrafas, designadamente do tipsujeitas ao preço fixado.
Durante a ação, foram detetadas e fiscalizadas cinco embarcações marítimo turísticas a operar em situação irregular, não cumprindo com a distância de segurança de 300 metros das praias de uso balnear.
Os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Portimão elaboraram os respetivos autos de notícia. Esta ação faz parte de um conjunto de ações de fiscalização da Polícia Marítima com o objetivo de garantir a segurança dos banhistas. Estiveram empenhados nesta ação dois elementos do Comando-local da Polícia Marítima, apoiados por uma embarcação.
Destina-se a complementar «a vivência do espaço físico sempre importante e gratificante», com novas formas de divulgação. Para o efeito foi criada uma página da Internet, disponibilizada através do site https://360.museudemertola.pt.
A visita virtual, acredita o município, pode ser importante para preparar a visita presencial, para rever locais ou objetos, ou simplesmente para desfrutar das possibilidades de visualização dos núcleos museológicos do museu de Mértola em 360º.
É um total de 130 artistas ligados, com mais de mil obras, numa exposição ao ar livre, pelas ruas da cidade fronteiriça a Vila Real de Santo António, a magia da Caminhada pela Arte, ausente durante os dois anos, por causa da pandemia da Covid-19.
Regressaram as grinaldas de lâmpadas às suas estreitas do centro de Ayamonte. Cor, luz, a arte e cultura neste município que leva a arte nas suas idiossincrasia e é berço do grande artistas da pintura e da escultura,
Lola Martín, irmãos González Sáenz, Rafael e Joaquín, José Vázquez, o ilustrador Prudencio Navarro Pallares ou do escultor que criou o seu próprio estilo no imaginário andaluno do Século XX, Antonio León Ortega.
Esta nona edição e é organizada pelo workshop de arte La Escalera e pela câmara municipal da cidade fronteiriça, que nutre uma imensa admiração por Joaquín Sorolla, pintor que capturou como nenhum outro a luz do Sul, da Andaluzia.
A Caminhada pela Arte foi inaugurada na sexta-feira à noite no centro cultural da Casa Grande pela presidente da câmara, Natalia Santos, que, para além dos aspetos relacionados com a atividade artística, destacou o impacto económico deste evento cultural.
Este ano incorporaram também as atuações da Pulse and Pick Orchestra da Polymnia Association of Ayamonte, e um quarteto de cordas de Huelva, que colocou a nota musical nas duas noites de arte.
A última edição presencial do Paseo por el Arte contou com obras de cerca de 120 artistas, bem como a presença, segundo o Consistório Ayamontino, de mais de 28.000 visitantes.
A iniciativa surgiu do entusiasmo dos artistas que compõem o workshop de arte La Escalera, que sempre se convenceram de que é possível reunir profissionais e amadores de arte no mesmo espaço, e que Ao mesmo tempo, também quiseram reconhecer o trabalho de artistas desaparecidos. Outro dos seus objetivos sempre foi apoiar a cultura da sua cidade.
Para Rosa Palma, presidente da câmara municipal, recriar o quotidiano numa das sexta-feiras do ano de 1147 é o mote da edição atual, pelo que a autarquia convida os visitantes para possam experienciar «Um dia na História». Silves recua ao quotidiano da Xilb islâmica, numa das sextas-feiras do ano de 1147 que enche a madinat Xilb de momentos e sons já tão conhecidos, como as boas vindas dadas pelo Vizir, o chamamento à oração pelo Al-Muezzin, o burburinho dos vendedores e o som da música e alegria contagiante destes dias.
Muita animação, caso de dois torneios diários, um espetáculo no Castelo, uma dezena de pontos de animação fixos, animação itinerante, seis praças de tascas medievais, dois roupeiros, um espaço educativo e lúdico dirigido aos mais novos (Xilb dos Pequenos), mais de duas dezenas de grupos de animação.
Através da recriação histórica também se pode apreciar um acampamento berbere com mercadores de produtos exóticos, ferreiros, carpinteiros e oleiros a trabalhar nos seus ofícios e as habituais experiências medievais são alguns dos atrativos desta Feira Medieval de Silves, que regressa após dois anos devido à pandemia, onde também marcam presença mais de uma centena de expositores, entre artesãos, mesteirais, doçaria, místicos, mercadores e mouraria.
O primeiro dia foi dedicado à juventude com a «Glow Run Party» e atuações de Blac P, Possessivo e Gustavo Vera, no Revelim de Santo António. Ontem aconteceu no mesmo local teatro de revista com a peça «É disto qu’a minha Maria gosta», seguida de uma atuação da bailarinas da Arutla.
Hoje, dia de 14 de agosto o ponto alto dos festejos, será com a transmissão do programa da TVI «Somos Portugal» e a realização da feira de artesanato e etnografia na Praça 1.º de Maio, com animação a cargo de vários artistas e apresentação de Mónica Jardim, Fanny, Santiago Lagoá, Ben e o reporter João Valentim, natural de Castro Marim, entre as 14:00 e as 20:00 horas.
À noite sobem ao palco o Grupo +2, pelas 21:30 e os Mini-Break uma hora depois.
O dia principal dos festejos, é amanhã, 15 de agosto, logo a partir das 09:00 horascom o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, na presença das autoridades locias.
Seegue-se a quarta edição do torneio de futsal em honra de Nelson Solá e, por volta do meio-dia decorrerá uma missa solene e às 19:00 horas e recitação do terço, com a procissão a sair para a rua uma hora depois. À noite, pelas 21:30 horas , está agendado um baile com o Duo Reflexo e um concerto da fadista Sara Correia, pelas 22:30.
A temática é a «Alfarroba, Antigas Tradições e Perspectivas de futuro, a iniciativa do iniciativa do CIIP e a participação do agricultor João Sol.
Em apoio da sua iniciativa, o CIIP faz notar que no Algarve, «a alfarroba continua com um peso importante na economia familiar e são muitas as famílias, com pequenas e médias parcelas de terreno com Pomar de Sequeiro, que no Verão destinam parte do seu tempo à apanha da alfarroba».
«A colheita é feita no Verão, quando o calor mais aperta, entre final de Julho e Setembro», explica aquele Centro de Informação e Investigação, de iniciativa da câmara municipal de Vila Real de Santo António
Tradicionalmente começa pelo ’varejo’, tarefa, que requer habilidade e alguma força, é trabalho dos homens, que usam canas de tamanho e flexibilidade diferentes. As mais compridas, por vezes com 5 metros, usam-se nas árvores maiores para abanar os ramos a partir do chão e as mais curtas para as árvores mais pequenas ou para quando os varejadores têm de subir para alcançar as vagens no topo da copa.
Após a queda das alfarrobas as mulheres iniciavam a apanha para dentro de canastras de cana sendo depois despejadas para o carro de mulas. Agora usam-se baldes de plástico e o transporte é feito em trator ou carrinha. Completado todo o processo da apanha, a alfarroba é transportada para um armazém onde, permanece até ser vendida.
Neste passeio, os participantes vão conhecer o tradicional pomar de sequeiro e apanhar alfarroba, enquanto conversamos sobre antigas tradições ligadas a este fruto, sua importância na economia Algarvia e perspectivas de futuro para aquele que tem sido chamado «o ouro algarvio».
O rio é cenário principal, o ambiente quer-se de descontração para ver e ouvir o Nebuchadnezzar Group, a 14 de agosto, João Frade Jazz Trio, a 21, e Papa Dragon a 28, sempre a partir das 19:00, com entrada gratuita.
O Nebuchadnezzar Group formou-se em 2014 e é composto por Cláudio Alves, João Ferreira, Hugo Santos e Maximiliano Llanos, que dará um concerto que também tem incursões em géneros como rock e drum and bass.
João Frade é um músico algarvio que acompanha Mariza nas suas digressões e tem no seu currículo o prémio de campeão mundial de acordeão. Já o projeto Papa Dragon é composto por José Vieira na guitarra, João Melro na bateria e Luís Henrique no baixo, que apresentará cinco temas originais gravados durante o confinamento da pandemia de covid-19.
A uma iniciativa desenvolvida pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, em parceria com as associações e coletividades locais.
A economia do arquipélago depende em 25% do setor do turismo e enfrenta a possibilidade de uma “razia” de quadros. A Câmara de Turismo alertau que o país não está preparado para ficar sem os seus profissionais.
Numa entrevista à agência Lusa, o presidente da Câmara do Turismo de Cabo Verde, Jorge Spencer Lima, mostrou-se preocupado com a saída de profissionais do setor turístico por se tratar de uma situação para a qual o arquipélago não está preparado nem tem alternativas, uma vez que «o sistema de ensino que forma quadros em Cabo Verde ainda não está preparado para essa razia».
O grosso dos problemas incidirá em áreas da cozinha ou restauração, sem que o país tenha base para substituição dos que partem. Além do mais a emigração de profissionais para Portugal «pode criar problemas no funcionamento dos hotéis e na qualidade do serviço que é prestado e não faz sentido o próprio Governo de Cabo Verde estar a apoiar esse tipo de recrutamento sem preparar o país para essa eventualidade».
A preocupação deriva das declarações do presidente da Região de Turismo do Algarve proferidas na cidade da Praia em 13 de julho, de que há cerca de 5.000 empregos por preencher naquele setor e está à procura de trabalhadores em Cabo Verde.
Um período de seca prolongado e calor extremo converteram o passado mês de julho no mês mais caloroso em Espanha. As barragens espanholas estiveram a 40% em média da sua capacidade, nos princípios de Agosto, muito abaixo da média de há dez anos. a qual rondava os 60%, segundo os dados oficiais do país.
O tempo seco e quente continuará provavelmente até ao Outono, de acordo com o serviço meteorológico da AEMET, o que acarretará uma maior pressão sobre a maior rede de barragens da Europa.
A iniciativa insere-se num conjunto de comícios de verão promovidos pelo PCP nos meses de Julho e Agosto – Alte (9 Julho), Faro (23 Julho), Lagoa (24 Julho), Albufeira (5 Agosto), Olhão (6 Agosto), Lagos (12 Agosto), Quarteira (17 Agosto), Portimão (18 Agosto), Armação de Pêra (20 Agosto), Odeceixe (24 Agosto) – e que antecedem a realização da Festa do Avante nos dias 2, 3 e 4 de Setembro.
Para a DORAL do PCP, a participação do secretário-geral na iniciativa de 14 de Agosto, «dará voz à luta pelo aumento dos salários e das pensões, à exigência de regulação dos preços dos bens e serviços essenciais, à defesa dos serviços públicos, à luta pela paz e por uma solução política dos conflitos em vez da política de confrontação, guerra e sanções que está a beneficiar os grupos económicos (veja-se os lucros da GALP, da EDP, da SONAE, da Jerónimo Martins ou da banca nos primeiros seis meses do ano) e o aproveitamento que fazem da atual situação».
Quanto aos problemas específicos do Algarve, «da exploração e da precariedade dos trabalhadores do Turismo e outros sectores à falta de respostas na habitação, da situação de seca que atinge a região aos impactos dos fogos florestais, da falta de médicos de família à manutenção das portagens na Via do Infante, serão também abordados, evidenciando as soluções que o PCP tem vindo a apresentar e que se confrontam, quer com a política do Governo PS, quer com os projetos de retrocesso social que PSD, Chega, IL e CDS apresentam ao País».
O líder social-democrata, Luís Montenegro, nunciou que «é com muita alegria que vos anuncio que a Festa do Pontal está de volta. Queremos reacender a chama e alma de um Novo PPD. É para participar e partilhar este caminho que vos convido a estar no próximo dia 14 de agosto, às 19h00, no Calçadão de Quarteira»”.
Todos os anos o PSD tem vindo a realizar a sua tradicional festa de Verão que antecipa o regresso ao ano político . O partido não anunciou mais pormenores.
Como se pode verificar pelo mapa anexo, publicado pela Confederación Hidrográfica del Guadiana, a Bacia Hidrográfica está dividida em três partes, a Baixa, a Média e a Alta, com três parques naturais, o «Parque Natural do Vale do Guadiana», em Portugal, já a caminho da Foz, no Golfo de Cádiz, o «Parque Natural de las Tablas de Daimel», e o «Parque Natural de Las Lagunas de Ruidera», estes perto da nascente.
O rio tem 818 quilómetros de extensão, cruza cinco províncias espanholas e três comunidades autónomas distintas, Castilla-LaMancha, Extremadura, Andalucia, em Espanha, e duas Regiões portuguesas, Alentejo e Algarve.
Dentro das suas possibilidade de diário autónomo, Guadiana Digital, procura contribuir para trazer ao conhecimento dos seus leitores, aspetos da vida e da sociedade que abrangem estes territórios influenciados pela presença do Rio Guadiana e seus numerosos afluentes, ribeiras e córregos.
O arquiteto Miguel Reimão Costa entregou ao arquitecto Zé Veloso um exemplar do quarto livro da colecção «Operações SAAL – Cidade Participada: Arquitectura e Democracia – Algarve», do qual foi coordenador conjuntamente com a arquiteta Ana Alves Costa.
O SAAL foi criado por despacho conjunto, de 31 de Julho de 1974, do Ministro da Administração Interna, Manuel da Costa Brás, e o Secretário de Estado da Habitação e Urbanismo, Nuno Portas, do II Governo Provisório, e definia o apoio do Governo «à iniciativa dos moradores mal alojados e incentivos para os mesmos se organizarem em cooperativas de habitação ou associações de moradores».
Nas palavras do Zé Veloso, aquele que é visto por Nuno Portas como o «arquiteto pragmático« e por dona Luísa Moreira como o «arquitecto que fez casas para os pobres», «o SAAL não foi apenas um programa do governo para eliminar barracas e construir casas», mas «o 25 de Abril a dizer a cidadãos marginalizados que podiam praticar direitos democráticos que passavam a possuir». E foi assim que, no Algarve, o SAAL foi entendido e se desenvolveu.
Apesar da enorme oposição de muitos com responsabilidades políticas e sociais que, ou não entenderam o processo ou viam os seus interesses e privilégios de classe postos em causa, e a oposição, incúria e desprezo por parte da maioria das autarquias, pelo que social e politicamente o SAAL representava, tudo fizeram para o travar, entre Agosto de 1974 e Outubro de 1976, 1324 famílias associaram-se e ergueram 25 bairros em vários concelhos do Algarve.
Houve uma proposta conjunta dos três grupos políticos, representados, decidida na reunião de porta-vozes, que contém dois acordos, foi aprovada por unanimidade na sessão plenária municipal da câmara municipal de Ayamonte.
A primeirao lugar foi a nomeação de Antonio Manuel González Díaz como filho adotivo de a cidade de Ayamonte, e em segundo lugar, a identificação com o seu nome do Arquivo Municipal, espaço onde trabalhou durante tanto tempo, para dar início às já consagradas Jornadas da História de Ayamonte.
A presidente, Natalia Santos, agradeceu a presença da família e amigos de Antonio Manuel González Díaz na sessão plenária e destacou seu trabalho apaixonado pelo estudo e investigação da história de Ayamonte, o que lhe permitiu deixar «um grande legado para nossa cidade».
Espera o município a participação de 70 empresas, empresários e instituições para a promoverem os seus produtos e serviços e realizarem contatos ou concretizarem negócios.
Para além das empresas de bens e serviços de apoio à agricultura e de maquinaria agrícola, participam expositores nas áreas do comércio de automóveis, climatização, artesanato, queijos, mel, gin, cerveja artesanal, doçaria, imobiliário, mecânica, vestuário, veterinária e produtores de vinho.
O certame terá ainda em permanência a exposição «A Agricultura do Século XXI”» e a 25ª Exposição de Pecuária com dezenas de caprinos, ovinos e bovinos de vários produtores do Alentejo e passeios diários a cavalo, no picadeiro, entre as 18h e as 22:00 horas.
A Cerimónia de Abertura da ExpoReg está prevista para as 18:00 horas e conta com a presença do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Carlos Miguel e com a visita aos expositores e uma prova de vinhos e de produtos do concelho.
Rafa e Beltran com o Grupo de Sevilhanas Corazon Flamenco sobe ao palco às 22:00 horas e,a partir da meia-noite, o Dj Vassalo animará a pista de dança.
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No dia 13 de agosto, às 10:00 tem início a conferência “A Agricultura do Século XXI” no Auditório Guadiana. A conferência vai ser moderada por Felipe Perdiz, da Elite Vinhos, e abre com a comunicação «Agricultura de Precisão», por José Rafael da Silva, do Departamento de Engenharia Rural da Universidade de Évora.
Às 10:45 horas, Gonçalo Morais Tristão, presidente do COTR – Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio vai falar sobre «Regas de Precisão» , pelas 11:10 horas, será a vez de Eiras Dias, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária com tema «As Castas do Século XXI». Por último, pelas 11h45 horas, será apresentada a comunicação «Mecanização Agrícola/Melhorias da pulverização de produtos fitofarmacêuticos e diminuição da deriva» com Helena Marcão, da Samuel Salgado, Pepe Núñez, da Pulverizadores Fede e Daniel Lopes, da Jopauto.
A partir das 18:00 horas decorre no picadeiro o primeiro dia de provas do Concurso de Saltos Nacional – Especial. O palco da ExpoReg recebe às 22:00 horas o grupo Baila Maria e a partir da meia-noite o Dj Moonlight e o Deejay JonnyM. Também à meia-noite tem início a largada de toiros no Campo das Largadas.
No domingo, dia 14 de agosto, às 18:00 horas tem início o segundo dia de provas do Concurso de Saltos Nacional – Especial. Mário Moita vai atuar a partir das 22:00 horas no palco da ExpoReg para comemorar 40 anos de carreira e a pista de dança abre à meia-noite com as misturas da Dj Miss Shy e do Dj Mike del Mata. Igualmente à meia-noite haverá largada de toiros no Campo das Largadas.
Na segunda-feira, último dia da ExpoReg, pelas 22:00 horas realiza-se uma Corrida de Touros à Portuguesa na Praça de Touros José Mestre Batista. Nesta corrida de alternativa a António Núncio vão estar também os cavaleiros João Telles, Tiago Carreiras, Miguel Moura, António Prates e Tristão Telles. Os forcados de Évora e de São Manços vão pegar toiros da Ganadaria Branco Núncio.
O palco da ExpoReg terá a partir das 22:00 horas uma noite de fados com António Pinto Basto, Luís Caeiro, Alexandra e José Gonçalez. A fechar, pela meia-noite, atua a banda Os Red.
A ExpoReg tem entrada gratuita e o Pavilhão Multiusos vai estar aberto ao público na sexta-feira entre as 18:00 horas e a meia-noite e nos restantes dias das 10:00 horas à meia-noite. A tradicional Feira de Santa Maria decorre no domingo e na segunda-feira.
A câmara municipal de Castro Marim está a apelar aos cidadãos com residência permanente no concelho que desejem assistir ou participar na XXII edição dos Dias Medievais em Castro Marim, evento anual que se realiza no mês de Agosto, para que levantem gratuitamente, até ao próximo dia 19, o seu livre acesso.
Os locais indicados são as dedes das freguesias de Altura, Azinhal, Castro Marim e Odeleite e os interessados devem fazer-se acompanhar de comprovativo de residência e comprovativo de identificação.
A realização da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do Programa Algarve encontra-se consagrada no ordenamento jurídico nacional.
Em simultâneo, decorre a consulta pública do “Programa Algarve 2021-2027” que constitui um instrumento de suporte à “operacionalização da estratégia de desenvolvimento regional e mobiliza recursos financeiros para alavancar o investimento na região, no quadro da Política de Coesão”.
No local foram encontrados materiais como balões, linhas e anzóis de grandes dimensões, além de serem registados estragos “consideráveis” no sistema de redes da armação, segundo o comunicado. “É uma situação gravíssima, praticada por indivíduos que procuram lucro fácil, atraídos pelo alto valor do nosso pescado, em particular atum e corvina”, afirma um dos responsáveis da empresa.
A Polícia Marítima e a Capitania de Tavira já foram notificadas da ocorrência e os suspeitos foram identificados, enquanto decorre a investigação e é reforçada a vigilância no local durante os próximos dias. A Real Atunara é uma das duas únicas empresas especializadas na captura e aquacultura de atum-rabilho em Portugal.
O 5G não é apenas uma mudança. Trata-se de uma transformação radical da tecnologia, pois é muito mais rápida e oferece maior largura de banda, eseencial para a qualidade da mensagem que transmite e muito menor latência, aproximando a instantaneidade.
De década em década, a humanidade tem progredido no domínio das telecomunicações e cedo virá o tempo em que 3G e 4G sejam substituídas, embora ainda possa existir o 2 G nas maquinas dispensadoras de tabaco ou guloseimas, em locais remotos.
Isto sucede porqu toda a bela tem um senão. Quanto mais alta seja a frequência, mais o sinal de rádio se aproxima das características da luz e necessita de maior número de repetidores entre quem emite e quem recebe.
A latência é o tempo que um pacote de informação demora a chegar entre dois pontos. No caso do 4G, o sinal é transmitido entra as nossas já conhecidas torres e a latência atinge 60 a 98 milisegundos. O 5G promete alcançar latência de 5 milisegundos, um ápice. Quanto menor a latência na comunicação, maior a velocidade de descarga (download).
As redes 5G diferem das 4G porque não utilizam apenas as torres. Os sinais são enviados de pequenas caixas e através de diversas localizações. As torres ainda fazem falta para o espetro de baixa frequência do 5 G.
Mas na velocidade o 5 G ultrapassa o 4G multiplicando por dez a velocidade. Enquanto o 4G pode atingir 100 Mbps (megabits por segundo), mas na vida real não se aproxima deste valor, o 5G pode atingir 20 Gbps (gigabites por segundo) e no mundo real ir de 50 a 3 Gbps, conforme a qualidade da ligação.
A qualidsde da chamada também melhora e um maior número de utilizadores podem estar ligados a um mesmo segmento da rede 5G.
Estas são as capacidades possíveis. Naturalmente, as operadoras concessionárias estão estão a segmentar, na medida das capacidades intaladas e nos seus interesses comerciais que se caracterizam, como sempre de ir do centro para a periferia.
Já experimentámos o 5G na cidade de Faro e o teste de velocidade atingiu os 5G. Como o sinal está apenas em Faro, não podemos falar sobre o Algarve, neste momento carregado de turistas, naturalmente com apenas 4G e a experimentar o habitual congestionamento a que os técnicos chamam de gargalo de garrafa.