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  • Concurso Nacional de Leitura em 16ª edição

    Concurso Nacional de Leitura em 16ª edição

    Xavier Ferreira, Lia Filipe, Gabriel Manjua, Helena Seabra, Mariana Gomes, Madalena Viegas, Joana Santo e Matilde Novais, foram apurados no Agrupamento de Escolas D. José I e Guilherme Ramos, no Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António:

    A Fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura, será realizada entre 21 de março a 28 de abril de 2023, e destina-se a apurar dois alunos por ciclo de ensino, em cada Comunidade Intermunicipal, para a Final que se realizará dia 3 de junho.

    A 16.ª edição do Concurso Nacional de Leitura está a decorrer desde o dia 12 de outubro de 2022, data oficial de abertura, e estende-se até ao dia 3 de junho de 2023, dia da grande Final, com obras selecionadas por cada ciclo.

    O objetivo do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário. Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) em parceria com Rede de Bibliotecas Escolares (RBE); Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB); Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, IP); Direção-Geral de Administração Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) e com a Rádio Televisão Portuguesa (RTP), responsável pela cobertura televisiva do evento, a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo das seguintes fases consecutivas:

  • 4 cidades portuguesas comemoram dia especial

    4 cidades portuguesas comemoram dia especial

    As comemorações rotativas celebram-se na cidade fundada pelo Marquês de Pombal, a qual volta a receber os representantes das cidades irmãs – são cidades geminadas – com um programa comemorativo que assinala também o 29.º aniversário do projeto educativo «À Descoberta das 4 Cidades». Espera-se a participação de dezenas de alunos, envolvidos nesta iniciativa.

    As celebrações têm início às 10:00 horas, na Praça Marquês de Pombal com a entoação do Hino Nacional e o hastear das Bandeiras. Segue-se o Hino de Vila Real de Santo António, pela Banda Filarmónica de VRSA, e a entrega de lembranças.

    Vai ser entoado o tradicional hino do «Caracol da Amizade». Atuam, ainda, o Grupo Etnográfico Santo António de Arenilha e a Banda Filarmónica da Associação Cultural de VRSA.

    As comemorações continuam no Centro Cultural António Aleixo, às 10h45, com a abertura da exposição «Patrimónios das 4 cidades», seguindo-se a sessão solene, pelas 11:30 horas.

    Sobre o projeto «À Descoberta das 4 Cidades»

    No dia 11 de março de 1988, as então vilas do Fundão, Marinha Grande, Montemor-o-Novo e Vila Real de Santo António foram elevadas à categoria de cidades, num ato testemunhado, na Assembleia da República, por muitos habitantes das cidades.

    A partir desta data, e através de uma geminação as então criada, as 4 cidades passaram a denominar-se «cidades irmãs» e o dia 11 de março é, desde então, comemorado como o dia de aniversário das 4 cidades, sendo celebrado, de forma rotativa, em cada uma das localidades.

    O projeto interescolar «À Descoberta das 4 Cidades» nasceu em 1994 com o intuito de dar a oportunidade a todas as crianças do 1º ciclo de conhecerem estas cidades geograficamente, gastronomicamente e culturalmente tão diferentes. O símbolo do caracol é o elemento comum aos estudantes dos 4 municípios.

  • Começou a reabilitação da marginal de Vila Real de Santo Antómio

    Começou a reabilitação da marginal de Vila Real de Santo Antómio

    A ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, esteve em Vila Real de Santo António, na cerimónia de apresentação da empreitada de obras que inclui a reparação da estrutura da retenção marginal existente no Rio Guadiana, bem como a instalação de novas bilheteiras e sanitários.

    Para a ministra da Agricultura, a empreitada integra-se na construção de um futuro coletivo e representa a congregação de esforços entre o domínio público e privado, evidenciando o carácter estratégico da obra, a valorização da marginal da cidade e os milhares de passageiros internacionais e viaturas transportados na fronteira marítima do Guadiana.

    Para o presidente da autarquia local, Álvaro Araújo, a intervenção consolida a estrutura física do Rio Guadiana e representa um dos desafios para a requalificação global da zona Norte da cidade, considerada como um dos grandes objetivos do executivo atual.

    A empreitada de reabilitação da marginal de Vila Real de Santo António está dividida em quatro troços de intervenção, tendo o primeiro 110 metros e incide sobre o Porto de Pesca e a estrutura de retenção existente, enquanto o segundo, com 300 metros, abrange a extensão do cais comercial. O terceiro e o quarto troços de intervenção, 35 e 120 metros, respetivamente, compreendem a área entre o cais comercial e o porto de recreio e preveem a nova retenção marginal em enrocamento.

  • PCP dá nota positiva às novas instalações da PSP

    PCP dá nota positiva às novas instalações da PSP

    O edifício remodelado do antigo Posto Alfandegário, «foi adaptado às novas funções e terá, para os tempos atuais, as condições para o desempenho das missões da PSP e o agrado do corpo policial local, o que garantirá um desempenho mais adequado à garantia das necessidades de segurança atuais», diz aquele partido.

    O PCP não esqueceu o papel desempenhado com que desde há muito interveio na melhoria e concretização dos anseios do comando local da PSP para a adequação de instalações à sua missão, «expresso nos mandatos autárquicos à frente da Câmara Municipal de Vila Real de Stº António, que pela visão do presidente Alfredo Graça, mandou adquirir as instalações do Banco de Portugal e depois por António José Martins que concretizou a transferência para essas instalações».

    Releva também todos os esforços que posteriormente se desenvolveu, quer através da acção local, regional e com intervenção na Assembleia da República (com várias visitas e perguntas ao governo) para encontrar um terreno com outra centralidade depois que a estrutura do edifício da banco de Portugal terem deixado de oferecer condições de segurança condignas.

    O PCP «sempre esteve e estará no apoio à melhoria das condições de segurança para a população, assim como, que as forças policiais disponham dos adequados e proporcionais meios para as garantir», rematam.

  • Campa vandalizada em Vila Real de Santo António

    Campa vandalizada em Vila Real de Santo António

    Verificou que algumas campas do cemitério de Vila Real de Santo António sofreram vandalismo e a da sua própria bisavó foi uma delas, preocupada porque «Já nem no cemitério eles têm descanso!» E revelou que as pessoas que foram profanar a campa, partiram o vidro com uma cruz de outra campa e roubaram.

    A indignação sobe de tom e desabafou: «Sinceramente, se não respeitamos um lugar tão sagrado, passo a concluir que a humanidade está perdida». Há outras queixa do mesmo teor.

  • PSP tem casa nova com vista para o Guadiana

    PSP tem casa nova com vista para o Guadiana

    Depois de descerrada a placa comemorativa da cerimónia, os presentes procederam a uma visita às instalações da nova sede. Foi também remodelado o antigo apeadeiro para o apoio social e que fica a dispor de camaratas para os agentes.

    Autoridades de todos os níveis de poder testemunharam a cerimónia que contou com as intervenções do diretor-geral da PSP, Magina Silva, do ministro da Administração Interna, do presidente da câmara municipal local e do Primeiro-Ministro.

    O teor das intervenções foi de satisfação pela qualidade desta mudança para um local mais espaçoso, de frente para a cidade e tendo como proximidade o Guadiana e paisagem a vizinha Espanha.

    António Costa reforçou o conceito de que a função de segurança interna é absolutamente basilar, «quer para o exercício da cidadania, quer como condição para o desenvolvimento». E que fortalecer as forças de segurança e as condições para exercerem a sua atividade é a primeira condição de «reforço da cidadania».

    António Costa recebeu das mão de Luísa Travassos uma edição do exemplar do semanário do Jornal do Algarve, a sair no dia seguinte, do qual é diretora, desde o falecimento de Fernando Reis.

    Uma das asserções que ficou dos diversos discursos proferidos foi a constatação de que «Portugal é sistematicamente considerado um dos países mais pacíficos do mundo», subscrita pelo Chefe do Governo.

    «Isso não é por acaso. É seguramente obra, em grande medida, do trabalho que a cada hora, todos os dias, ao longo de todo o ano, todas aquelas e todos aqueles que servem nas forças de segurança, designadamente na PSP, prestam ao país». O facto é particularmente importante numa região que tem turismo, como é o Algarve, sendo um dos «fatores de atratividade do Algarve como destino turístico, para além das suas gentes, da beleza das suas paisagens e da sua ótima gastronomia».

    António Costa deu nota que o Governo investiu entre 2017 e 2021, num total de 340 milhões de euros em infraestruturas das forças de segurança, que agora é elevada a 607 milhões até 2026.

    O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, mostrou-se satisfeito com a redução em Vila Real de Santo António de 10% na criminalidade geral, de 75% na criminalidade grave e de 51% na violência doméstica, durante o ano de 2022, considerado com «sinal muito reconfortante».

    O presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, não escondia a satisfação pela inauguração das novas instalações da PSP e pela presença de tantos dignitários na cerimónia. Referiu os programas a cargo da PSP como a “Escola Segura” e “Idosos em Segurança”.

    O diretor nacional da PSP, Magina da Silva, referiu que esta era uma «aspiração de longa data da PSP, cujo processo remonta a 2002», que oferece agora «instalações policiais condignas».

  • Ministra inaugura Envolvente da Casa do Sal em Castro Marim

    Ministra inaugura Envolvente da Casa do Sal em Castro Marim

    Na cerimónia compareceram ainda o presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, a diretora regional de Cultura do Algarve, Adriana Nogueira, os vereadores do Município de Castro Marim, Filomena Sintra e João Pereira, e o presidente da Junta de Freguesia de Castro Marim, Nuno Emídio.

    O presidente Francisco Amaral pediu desculpas à população local, pela demora da obra, por ter sofrido várias vicissitudes, «desde o boicote propositado por uma maioria de oposição, passando pelo efeito nefasto de dois anos de pandemia e até os efeitos da guerra aqui se fizeram sentir».

    Trata-se de uma requalificação deste espaço, cujo piso se mostrava degradado e dificultava o acesso à área urbana da cidade e, por tal, era «uma das intervenções urbanísticas mais desejadas na vila de Castro Marim.

    O presidente Francisco Amaral enfatizou ainda a importância dos fundos europeus na estratégia local de investimento, sobre a qual destacou a requalificação do Castelo, a renovação da rede de água e saneamento básico da vila, com mais de 60 anos, e o avanço da Área de Negócios do Sotavento Algarvio, aproveitando a proximidade com Espanha e a centralidade entre os aeroportos de Sevilha e Faro.

    A ministra Ana Abrunhosa disse que a requalificação devolve aos castromarinenses uma zona nobre da vila, que o tempo tinha deixado descaracterizar, elogiou o trabalho e a resiliência da equipa envolvida nesta requalificação e a estratégia de Castro Marim no desenvolvimento do território.

    Ana Abrunhosa disse que Castro Marim para além do passado tem um passado, mas é um território com um futuro.

    Deixou a garantia de que no próximo quadro de apoio comunitário haverá também o esforço e a sensibilidade para perceber as especificidades do território de Castro Marim.

    O executivo castromarinense aproveitou a presença da Ministra da Coesão Territorial na inauguração da Requalificação da Envolvente à Casa do Sal, para lhe apresentar a estratégia de intervenção no Castelo de Castro Marim, cuja próxima e urgente etapa passa por um investimento que ronda os 10 milhões de euros e que se prevê em 3 fases: requalificação do anel viário; consolidação da estrutura amuralhada; reabilitação/requalificação do interior do castelo.

    A ministra disse que são obras ao alcance do Governo e pediu para que fossem considerados parceiros nesse caminho.

    A requalificação à Envolvente da Casa do Sal representa um investimento total de 1 milhão de euros, uma obra financiada no âmbito do Programa CRESC ALGARVE 2020 [Prioridade de Investimento 6.5], um projeto incluído no Plano de Ação – PARU, apoiada por Portugal e União Europeia, cofinanciada a 65% pelo FEDER.

  • Novas rotas aéreas de Faro para a Europa

    Novas rotas aéreas de Faro para a Europa

    As restantes doze são rotas já existentes, mas terão acomo opreadoras mais companhias aéreas, anunciou a ANA – Aeroportos de Portugal.

    As seis rotas para novos destinos a partir do Aeroporto Gago Coutinho, são com Aarhus, na Dinamarca; Bilbao, em Espanha; Estrasburgo, em França; Roma, em Itália; Jersey e Exter, no Reino Unido.

    A Ryanair vai colocar mais dois aviões no destino, passando de oito para 10, e disponibilizará mais sete novos serviços, dois totalmente novos. No total, esta transportadora oferece 47 rotas desde Faro, no verão de 2023. A easyJet mantém quatro aviões, baseados neste verão e prevê operar 21 rotas.

    Para assumir como prioridade o desempenho ambiental, está também a ser implementada «uma
    estratégia ambiciosa para alcançar NetZero até 2030 em toda a rede ANA|VINCI Airports».

    No Aeroporto Gago Coutinho, a primeira central fotovoltaica, responsável por 30% do consumo de energia, entrou em funcionamento em 2022.

    Já foram realizadas alterações nos sistemas de iluminação (LED, AVAC, BMS), e fornecimento de energia elétrica às aeronaves quando estacionadas.

    A frota automóvel também está a ser renovada para veículos elétricos e o Programa de Reflorestação VINCI Airports está a ser desenvolvido em várias regiões do país, esclarece a ANA.

  • Ayamonte premeia a Gran Cavalgata

    Ayamonte premeia a Gran Cavalgata

    A grande «Gran Cavalgata» encheu de cor, música e alegria as ruas desta localidade participante na Eurocidade do Guadiana e nela participaram seis carroças, todas construídas de novo, duas de animação infantil e quatro que ocuparam os escalões etários infantil e juvenil, vigentes e ascendentes.

    No desfile, participou uma vintena de grupos com animação musical, de iniciativa municipal e com o acompanhamento da charanga de «Los del Ruedo», de Ayamonte

  • Município de Mértola promove-se na BTL

    Município de Mértola promove-se na BTL

    Está participação é integrada na estratégia de promoção turística da região, no Stand do Alentejo e Ribatejo ERT, sendo considerada ‘oportunidade para dar a conhecer as potencialidades do território, no mercado da grande Lisboa, junto de agentes do setor nacionais e internacionais, afirmando o concelho como destino turístico de qualidade e de excelência’.

    Este ano, a câmara municipal coloca o destaque na apresentação e lançamento do Festival Islâmico de Mértola, e para a entrega da Certificação de Estação Náutica Mértola, por parte da Entidade Institucional Fórum Oceano.

    A cerimónia oficial conta com a presença do Secretário de Estado do Turismo Pedro Fazenda, e da Secretária de Estado das Pescas Teresa Coelho.

    Do programa no Parque das Nações, Pavilhão_01 Stand_C01, no dia 2 de Março, a apresentação do vídeo e lançamento do Festival Islâmico de Mértola; demonstração e degustação de doçaria tradicional e música ambiente com Eduardo Ramos, na parte da manhã.

    Na tarde, será apresentada a Estação Náutica de Mértola com a Sessão Nacional – Cerimónia Publica de Entrega de Certificação da Estação Náutica de Mértola.

    Três dias depois, a 5 de Março, às 15 horas, haverá música volante na promoção ao Festival Islâmico, com o Grupo Trio Andaluzi.

  • ACP faz 120 anos e celebra também em Faro

    ACP faz 120 anos e celebra também em Faro

    O presidente do ACP Carlos Barbosa recebeu os sócios, após uma pequena cerimónia de confraternização entre os presentes, falando dos vários desafios que se colocam aos automobilistas e das alterações arbitrárias que a Brisa tem introduzido nos contratos dos dísticos, bem como dos novos desafios que impõe a mobilidade elétrica.

    Para o presidente do ACP, o desenvolvimento dos combustíveis sintéticos fará com que as atuais viaturas possam perdurar muito para além da diretiva da União Europeia que prevê o fim dos carros de combustão nas estradas e a sua substituição por elétricos. Estas afirmações foram proferidas perante uma vetusta plateia de condutores algarvios e uma esclarecedora sessão, na qual os sócios tiveram ocasião de manifestar as suas preocupações do momento, sobre viaturas, caravanas e trotinetas.

    No final da cerimónia foram agraciados com diplomas os três associados que cumpriram cinquenta anos de filiação no clube e oferecido ao mais júnior na sessão, ainda criança, o primeiro exemplar de banda desenhada que conta a história do ACP, também entregue aos presentes.

    O Real Automóvel Clube de Portugal foi fundado em 15 de Abril de 1903, na sede da Sociedade de Geografia de Lisboa, dez anos depois da chegada do primeiro automóvel a Portugal, Panhard & Levassor, importado como máquina agrícola, na sequência do êxito alcançado por uma corrida entre a Figueira da Foz e Lisboa que durou 7 horas, 29 minutos e 25 segundos, organizada por um grupo de jornalistas ligados ao jornal «A Época», de Lisboa,

    Após a implantação da República em 1910 caíram a palavra Real e a coroa no emblema, ficando simplesmente a designar-se Automóvel Clube de Portugal. A História do ACP em banda desenhada foi oferecida aos presentes nesta ocasião comemorativa tendo sido o mais júnior da plateia a receber o primeiro livro.

  • O Itenerário 8 da Via Algarviana

    O Itenerário 8 da Via Algarviana

    É uma ligação que parte da antiga Escola Primária de Vaqueiros e, desde o ponto inicial, partilha o percurso do Setor 4 da GR13 – Via Algarviana e da PR7 ACT – Cerro acima, Cerro abaixo. Atravessa Vaqueiros passando pela Igreja Matriz, sobe pela esquerda até ao topo da localidade e, no cruzamento, vira à esquerda, saindo da povoação. Cerca de 600 m depois, separa-se do Setor 4 da GR13 – Via Algarviana que segue em frente, enquanto a Ligação vira à direita em direção a Pão Duro juntamente com a PR7 ACT – Cerro acima, Cerro abaixo.

    Ao longo do itinerário, a paisagem é dominada por densas áreas cobertas de estevas (Cistus sp.) e pontuais povoamentos de pinheiro-manso, conhecidos localmente por “projetos” porque os proprietários receberam financiamento para a sua criação. O relevo é acidentado e rico em miradouros naturais da paisagem.

    Segue-se um trecho em que a Ligação e a PR7 ACT – Cerro acima, Cerro abaixo (que nos acompanha desde o início) se afastam e voltam a juntar várias vezes. À entrada de Pão Duro separam-se por cerca de 100 m: a PR7 ACT – Cerro acima, Cerro abaixo vira à direita e a Ligação vira à esquerda. Pode fazer um pequeno desvio para recuperar forças na área de piquenique que fica à esquerda. Depois, voltam a convergir e novamente a divergir por mais 100 m. E de novo se juntam por cerca de 450 m. Depois de passar a ponte sobre a Ribeira da Foupanilha, na primeira curva ambos os trilhos abandonam a estrada asfaltada e seguem pela de terra batida. Aqui separam-se para não mais se encontrar: a Ligação vira à esquerda, em direção a Pêro Dias, e a PR7 ACT – Cerro acima, Cerro abaixo segue para a direita.

    A partir daí irá subir, para depois descer até à Ribeira da Foupanilha, que se atravessa a vau. Mesmo junto à ribeira encontramos uma série de pequenas hortas de subsistência. Este é um trecho de grande tranquilidade, perfeito para apreciar os cheiros e os sons do ambiente natural que nos rodeia. O percurso leva-nos depois até ao topo destes cerros: aproveite as vistas panorâmicas e faça uma pausa para recuperar o fôlego. Depois, desce em direção à Ribeira da Foupana. A travessia é fácil, porque aqui existem poldras.

    Cerca de 1 km depois chegará a Pêro Dias. No cruzamento à entrada, o percurso segue em frente e atravessa a pequena povoação. No primeiro cruzamento vira à direita em direção à estrada asfaltada, abandonando Pêro Dias. Vira depois à esquerda, cerca de 300 m, tomando um caminho de terra batida em direção à Barrada.

    Ao chegar à Barrada, a Ligação interceta a PR6 ACT – Memória Viva, convergindo quase na totalidade do percurso até Martim Longo, ponto de chegada.

    Mais informação sobre este e outros itenerários em Via Algarviana

  • Carlos Cano «Voces para una Biografia» em VRSA

    Carlos Cano «Voces para una Biografia» em VRSA

    A cerimónia aconteceu ontem à tarde, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas. Na mesa, a acompanhar a filha do artista andaluz, estiveram as vereadoras da cultura de Vila Real de Santo António e Ayamonte, respetivamente Conceição Pires e Remedios Sánchez Rubiales e o editor Ángel Rio.

    Conceição Pires, traçou uma curta biografia do cantor, nas suas vivências como poeta, cantor, artista, nascido em Granada em 1946. Lembrou a participação de Carlos Cano, no período da transição espanhola da ditadura para a democracia e de homem de ideais de liberdade absolutamente vincados, e que a sua ação como compositor atravessou a fronteira espanhola, não apenas nossa direção, mas também a na da América Latina.

    A vereadora fez referência à icónica canção de Carlos Cano, onde a cidade de Vila Real de Santo António é miticamente recordada, pelos amores de Maria com um contrabandista espanhol, uma ficção imortalizada por Carlos Canos em 1986, sobre acontecimentos reais ocorridos no ano de 1985, quando Juan Flores, natural de Ayamonte, foi abatido nos esteiros do Sapal de Castro Marim, ao contrabandear duas caixas de camarões para pagar as bonecas que ia comprar, para oferecer às filhas como prenda do Dia de Reis.

    Angel del Rio relevou o facto do livro estar a ser apresentado pela primeira vez em Portugal na cidade de Vila Real de Santo António, «local emblemático na geografia de Carlos Cano». Relevou que o cantor tinha uma vinculação muito forte com Portugal, a sua música e artistas e disse ter ele bebido e se alimentado da música portuguesa, dos nossos poetas, e que o julgava devedor à música de José Afonso e de Amália Rodrigues. Disse que Amália era muito amiga da irmã, Pilar del Rio e de José Saramago. Revelou ter descoberto que existiu um projeto de produzir um álbum discográfico com a participação de Carlos Cano e Carlos do Carmo. «Teria sido fabuloso, mas desgraçadamente já se foram», lamentou.

    «Maria la Portuguesa está no Olimpo das grandes coplas sentimentais que fazem parte do imaginário de muitas gerações de espanhóis e até de outras nacionalidades, ao nível de «Ojos Verdes» ou «La bien pagá). Assim, Vila Real de Santo António e Ayamonte fazem parte de uma rota sentimental das gentes que por aqui vão vir em demanda dessa pegada de «Maria la Portuguesa, que, ainda que sendo uma ficção, é uma canção de amor brutal e, ao mesmo tempo, um abraço da Andaluzia com o Algarve e de Espanha com Portugal», destacou.

    Ángel del Rio acredita que terá sido essa a intenção de Carlos Cano, quando escreveu a canção e até entende que, com um bom guião se poderia fazer um filme com o argumento servido pelas paisagem tão bonitas e cheias de luz desta região.

    Amaranta Cano lembrou o pai como homem de uma timidez galopante. Disse estar emocionada com o fato de estar em Vila Real de Santo António depois de no dia anterior ter estado em Ayamonte. «Maria la Portuguesa», para mim, significa Amália Rodrigues, porque a via lá por casa quando me levantava pela manhã a ouvir Amália na minha casa, ouvir discos, ver fotografias, capas de albuns,

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    carlos cano apresentação 2

    Intervenção de Amaranta Cano na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António na apresentação de «Voces para una Biografia»

  • O sucesso na devolução de carnívoros à Natureza

    O sucesso na devolução de carnívoros à Natureza

    Uma equipa internacional liderada por cientistas da Universidade de Oxford analisou dados de quase 300 projectos de relocalização de animais, realizados entre 2007 e 2021, desenvolvidos em 22 países de cinco continentes. Estes trabalhos envolveram 18 espécies diferentes de carnívoros, incluindo grandes felinos, hienas e ursos.

    Os resultados, foram publicados publicados na passada quinta-feira num artigo científico na revista Biological Conservation, indicam que cerca de dois terços dos projetos analisados tiveram sucesso, com os animais a sobreviver na natureza por mais de seis meses.

    Segundo a Wilder, que se dedica ao jornalismo da natureza, a equipa de investigadores determinou quais são os critérios principais que determinam se projetos de «rewilding» com grandes predadores vão ser bem sucedidos.

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  • Há dezenas de apartamentos devolutos em Vila Real de Santo Antonio.

    Há dezenas de apartamentos devolutos em Vila Real de Santo Antonio.

    Para além destes apartamentos existe a antiga pousada da juventude, o dormitório da CP o antigo paga pouco o edifício do Sampaio em Monte Gordo, para não falar das inúmeras antigas fábricas de conservas a norte e a sul de Vila Real de Santo António, o quintalão do grego e locais a sul da Vila que estão a servir de barracas que deviam ser as primeiras a ser reconvertidas para habitação digna!

    LC

  • Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Aquele organismo ligado aos hoteleiros algarvios discorda da tentativa de resolver o problema da habitação do país recorrendo a medidas que abrangem o alojamento local.

    Diz ainda que o necessário são medidas que fomentem e fortaleçam a atividade económica e que proporcionem ao governo as receitas para construir habitação a custos controlados e o consequente arrendamento a valores suportáveis pelos mais desfavorecidos.

    A AHETA diz ser imperativo garantir alojamento para conseguir contratar mais recursos humanos para as empresas e que os empresários algarvios querem dar melhores condições de habitabilidade aos seus colaboradores, construindo residências, mas que «o que não conseguem em virtude da classificação dos terrenos disponíveis»

    E dizem aceitar e até sugerem que sobre essas residências seja imposta uma cláusula de proibição de que as mesmas sejam vendidas, ou usadas para outro fim, durante 50 ou 100 anos.

    A associação também questiona a decisão do Governo de colocar fim que considera o corte abrupto dos Vistos Gold «que permitiram trazer para o país muitos milhões de euros de investimento, e impostos, especialmente na imobiliária».

    Considera que, mais uma vez «vamos perder investimentos vitais, para outros países, que continuam a ter várias formas apelativas de captação de investimento estrangeiro».

    A AHETA está convencida que as medidas agora aprovadas e divulgadas serão revistas, de imediato, antes de entrarem em vigor, «a bem do Algarve e da qualidade do turismo».

  • «Os amigos do Guadiana» é Clube do Ano

    «Os amigos do Guadiana» é Clube do Ano


    O Clube de Pesca Desportiva de Mértola «Os Amigos do Guadiana” foi distinguido pela Federação Portuguesa de Pesca Desportiva como “Clube do Ano”, pelo 4º ano consecutivo e o 6º nos últimos 7 anos.

    O presidente do clube, Carlos Fernando em declarações à comunicação social destacou que esta distinção é muito importante para o clube e que para o ano de 2023 vão tentar fazer sempre o melhor em prol da pesca desportiva e em prol do clube e «levar o nome do Concelho de Mértola por esse país fora”.

    Como meta próxima, vão tentar tornar-se campeões nacionais, campões regionais, alcançar a fase final do campeonato nacional de clubes de pesca que vamos participar pela primeira vez (…), objetivos ambiciosos, mas que não lhes metem as costas para dentro.

  • PSD quer auditoria por compra de casas em VRSA

    PSD quer auditoria por compra de casas em VRSA

    No comunicado recorda que, aquando das votações, ter alegado para a sua posição, falta de elementos cruciais no processo, tais como a falta do contrato entre o Estado Português e o município «que permitissem perceber se os valores de compra eram os adequados».

    O PSD cita notícias de que o negócio teve um sobrecusto de 82%, acusando os eleitos do PS e da CDU de não terem aí o foco das suas preocupações, o que motivou que duas empresas privadas averbassem quatro milhões de euros de mais valias com o negócio.

    O PSD solicita uma auditoria a este processo e o deputado do PSD Afonso Oliveira, solicitou uma audição urgente da ministra da Habitação.

    Estes imóveis foram adquiridos pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, ao abrigo do programa “1.º Direito” e com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo estado em Vila Real de Santo António para assinar o contrato o ministro da habitação, que resignou, a atual ministra da habitação e a presidente do IHRU.

  • Semana de quatro dias benéfica para trabalhadores e empresas

    Semana de quatro dias benéfica para trabalhadores e empresas

    Não houve lugar a diminuição nos salários dos trabalhadores, durante um período de seis meses. O tipo de empresas abrangeu hospitais, bancos, companhias de construção e outras mais.

    O total de empregados que aceitaram a redução de um dia de trabalho semanal foi de 2.900 e os resultados mostraram-se satisfatórios, de acordo com a correspondente da cadeia informativa, em Londres, Begoça Arce.

    De tal modo que a maioria das empresas se mostra disponível para prosseguir este modelo de horário de trabalho.

    As baixas por doença reduziram 65%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, e o abandono da empresa reduziu 57%.

    De parte dos trabalhadores, há relatos de redução notável dos níveis de fadiga e ansiedadelos, desde que o tempo de trabalho semanal foi reduzido.

    Ao que parece, saber quando começa e chega ao fim o tempo de trabalho, aumenta a qualidade de vida dos trabalhadores, porque o modelo garante mais tempo para o descanso, tarefas domésticas, estudo, conciliando melhor a vida laboral com a vida pessoal.

  • Bombeiros salvam cão caído num poço

    Bombeiros salvam cão caído num poço

    A ação decidida e arriscada da equipa de salvamento em ângulo ESGA dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António e Castro Marim, permitiu o salvamento de um cão caído num poço, na localidade serrana de Corte António Martins, na Freguesia de Vila Nova de Cacela.

    Os soldados da paz decidiram aproveitar a oportunidade para relembrar que «é obrigatório ter os poços devidamente cobertos, de forma a evitar a queda de pessoas e animais e assim evitar acidentes».

    bombeiros salvam cão cam 02
    bombeiros salvam cão cam 02

    As fotos são de Mário Ribeiro, divulgadas no Facebook.