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  • Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    As propostas а apresentar, devem indicar um valor para arrematação dos Lotes e podem ser entregues diretamente по Serviço de Património da Autarquia, па Ргаça Luís de Camões em Mértola ou enviadas pelo correio sob registo. O limite do prazo para darem entrada по serviço atrás indicado decorre até dia até ao dia З de maio de 2023, até às 16h30.

    A venda deste lotes é integrada na Estratégia Local de Habitação deste município do Baixo-Alentejo.

  • Ministro do ambiente acompanhou trabalhos em Silves

    Ministro do ambiente acompanhou trabalhos em Silves

    A visita foi aproveitada para fazer o ponto de situação das iniciativas em curso naquele concelho, no que respeita às candidaturas aprovadas, apoio à operatividade da Rede Primária de Faixas de Gestão do Combustível e ao processo de implantação das áreas integradas de gestão da paisagem.

    O ministro fez-se acompanhar pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, e o Presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, ICNF, Nuno Banza.

    Pelo município de Silves esteve presente a presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, o vereador Maxime Sousa Bispo e o coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil e Florestas da CMS, Nelson Correia.

  • PCP mobiliza-se em defesa da Constituição de 2 de Abril de 1976

    PCP mobiliza-se em defesa da Constituição de 2 de Abril de 1976

    Durante a sessão, que teve abertura de Jerónimo de Sousa e encerramento por parte de João Oliveira, dirigida por Carina Infante, registaram-se diversas intervenções sobre o texto constitucional e os avanços sociais que, sob a sua égide tiveram lugar na sociedade portuguesa, aprovado faz hoje precisamente 47 anos.

    O PCP anunciou que vai continuar a desenvolver este tipo de ações e entende que é necessário levar às novas gerações a mensagem de que o texto constitucional não bloqueia o desenvolvimento e o progresso da sociedade portuguesa e é um texto cuja frescura abre caminho a avanços sociais, sendo um dos mais avançados do Mundo em direitos, liberdades e garantias.

    Para o testemunhar, basta ler o respetivo articulado.

  • Provar o Doce da Avó no Cais de Alcoutim

    Provar o Doce da Avó no Cais de Alcoutim

    No próximo fim de semana, dias 7 e 8 de Abril, entre as 14:00 e as 18:00 horas, decorre, no cais da vila de Alcoutim, tendo o Guadiana e a vizinha Espanha como pano de fundo, a XVI Feira de Doces d’Avó.

    É o «evento mais doce que se realiza no município» diz a câmara municipal que organiza o evento, classificando-o também como «um dos mais apreciados pelas crianças».

    A Feira do Doce da Avó conta, como habitualmente, com ateliers, que lhes são dedicados, alusivos à época festiva da Páscoa, como a pintura de ovos e confeção de folares, bem como modelagem de balões, truques de magia e pinturas faciais.

    É uma iniciativa do Município de Alcoutim.

  • Aquacultura do Algarve no Polo Azul de Olhão

    Aquacultura do Algarve no Polo Azul de Olhão

    Trata-se de uma infraestrutura que funcionará como um laboratório vivo, essencial para o desenvolvimento de serviços, bens e produtos nas áreas da biotecnologia, alimentação e valorização de recursos endógenos do mar, com conclusão da entrada em funcionamento prevista dentro de dois anos.

    Será reconstruído e ampliado o edifício existente no limite sul da área portuária de Olhão, no pontão nascente do porto de pesca, comprometendo-se o Consórcio à execução do projeto e criação de sinergias que «potenciem o desenvolvimento, atraiam empresas e investimento, e criem postos de trabalho».

    Abrangerá a área de 836 m2, onde vão ser serão instalados vários laboratórios de ensaios e cultivo de organismos marinhos, sendo o Polo dotado com capacidade para biologia molecular, biologia geral ou patologia, incluindo novas tecnologias e robótica, bioprospecção para a indústria cosmética e a farmacêutica.

    O Polo HUB Azul do Algarve resulta de uma candidatura a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência liderada pelo Município, e traduzir-se-á num investimento de 4,4 milhões de euros, repartidos pelo Fundo Azul e pela autarquia.

    Os responsáveis da autarquia pretendem «criar condições para uma economia do mar mais competitiva, mais coesa e inclusiva, mas também mais descarbonizada e sustentável, com maior capacidade de aproveitamento das oportunidades provenientes das transições climática e digital, ao mesmo tempo que se reforçam a formação e a capacitação técnica dos trabalhadores e estudantes na área do mar».

  • Festival do Contrabando de Alcoutim – video

    Festival do Contrabando de Alcoutim – video

    https://www.facebook.com/guadianadigital/videos/898872904502492

    Publicamos um vídeo da autoria de «Vitor Lopes Entretenimento» dedicado ao Festival do Contrabando que decorreu em Alcoutim durante o passado fim de semana de 24, 25 e 26 de Março, no qual o autor aborda diversos aspetos desta característica festa realizada sob a égide do Município de Alcoutim.

    Os nossos leitores que não puderam comparecer podem ter uma ideia mais clara sobrea as caraterísticas mais típicas e diferenciadoras desta iniciativa, em especial a ponte pedonal que atravessa o rio Guadiana entre Alcoutim e S. Lúcar del Guadiana, duas localidades vizinhas geminadas, de onde e para onde, num passado de fronteiras se exercia uma atividade de contrabando que fazia chegar a cada uma das localidades produtos que apenas era possível na outra, mas a fronteira estava encerrada.

  • Mourão prejudicado com fim dos Vistos Gold

    Mourão prejudicado com fim dos Vistos Gold

    João Fortes, presidente da Câmara de Mourão, enviou ao Ministro da Economia e do Mar uma carta sobre a decisão do Governo em cancelar as autorizações de residência, por via do investimento externo no setor turístico.

    No entender do presidente, esta medida «compromete dramaticamente as expetativas das populações de Alqueva, ao pôr em causa a execução de projetos de investimento estruturantes para a região e para o país».

    O autarca defende que o programa do Governo «Mais Habitação» deve ser afinado, considerando que «a decisão unilateral de considerar o país como um todo igual entre si, sem considerar as regiões do interior mais desfavorecidas e que não estão em convergência com o litoral do país, é manifestamente nocivo para o desenvolvimento do território».

    Para o edil que representa o Município de Mourão, «é dramático o efeito da suspensão do investimento turístico financiado por investimento externo, que potenciaria no caso concreto da sociedade local a criação de quase duzentos postos de trabalho diretos e indiretos».

    Refere ainda que «qualquer tipo de projeto com elevado interesse municipal é uma benesse que gera instantaneamente proveitos na economia local, num concelho com menos de 2.500 habitantes, dos quais quase 30 por cento têm mais de 65 anos de idade

    Adianta ainda que com «a decisão do governo de acabar com a atribuição de autorizações de residência por via do investimento vai fazer com que Mourão veja ruir uma rara oportunidade de iniciar um processo de recuperação do seu atraso económico e social relativamente ao nível atingido no litoral de Portugal para promover o bem-estar social da população

    João Fortes preconiza que «mais que o Estado vir e proibir tudo, deve existir uma intervenção para um ajustamento legal por parte da tutela que permita a autorização de residência de investidores externos em projetos turísticos com impacto económico e social relevante em zonas desertificadas, do interior e que apresentam um desfasamento a nível dos principais indicadores de coesão social e territorial comparativamente com a média europeia».

  • Rallye Casinos do Algarve de regresso a Silves

    Rallye Casinos do Algarve de regresso a Silves

    A prova será disputada este ano nos pisos de terra do município de Silves e regressa 28 anos depois ao principal rali algarvio, com o percurso a utilizar parte dos antigos troços de Águas Frias e do mundial de ralis.

    A parte competitiva começa amanha, na sexta-feira, dia 30 de Março, com o shakedown /qualifying stage em Lagoa e com a redesenhada super especial noturna de Lagos. No sábado o rumo é o do município de Silves, mais concretamente nas freguesias de S. Bartolomeu de Messines e S.Marcos da Serra, onde os concorrentes irão disputar 8 provas especiais de classificação, com uma visita por volta da hora de almoço ao parque de assistência em Lagoa. A prova encerra com a city stage de Portimão, com a cerimónia de pódio a ter lugar mais uma vez em frente no Hotel Algarve Casino.

    Pontuável para os Campeonatos de Portugal de Ralis, Clássicos de Ralis e 2 Rodas Motrizes, Campeonato Promo de Ralis e o Campeonatos Promo e Start Sul de Ralis, e detentor do selo verde enquanto evento sustentável da FPAK (beneficiando da atribuição do selo de Ecoevento por parte da ALGAR), a prova estará limitada a 60 viaturas inscritas.

    O Rallye Casinos do Algarve 2023 é uma organização do Clube Automóvel do Algarve, sob a égide da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, com o patrocínio da Solverde Casinos e Hotéis, dos municípios de Lagoa, Lagos, Portimão e Silves e ainda do Medronhito do Caldeirão. Poderá acompanhar o desenrolar nas redes sociais do CAAL (Facebook, Twitter,Instagram) e no site oficial www.rallyecasinosdoalgarve.com

    Surgido em 1970 como prova de concentração turística o Rallye Casinos do Algarve, então designado de Volta ao Algarve, depressa se afirmou como uma das provas de referência no que toca a classificativas em terra no Campeonato Português de Ralis, cujo calendário passou a ocupar a partir de 1973, e também como um dos grande eventos diferenciadores dentro da animação desportivo-turística da região algarvia fora da época alta turística.

    O prestígio da prova sobe quando em 1977 passa a integrar o calendário do Campeonato Europeu de Ralis, sendo palco da decisão do mesmo em 1980, edição em que o Audi Quattro faz a sua primeira aparição no mundo dos ralis, feito igualado pelo Lancia Delta S4 na edição de 1985.

    A prova passaria do Racal Clube para o Clube Automóvel do Algarve em 1993, passando a correr em pisos de asfalto, tendo sido palco da final do FIA European Rally Trophy em 2017 e 2018 e da Taça de Portugal de Ralis em 2014 e 2022, voltando agora ao seu piso original e revisitando os troços de terra do município de Silves.

  • Aprender a horticultura da semente ao fruto

    Aprender a horticultura da semente ao fruto

    A tarde do passado domingo, dia foi preenchida com muitas tarefas, desde a observação de uma horta no centro da aldeia de Santa Rita, ao abordar das fases de planeamento e preparação da horta, seleção de sementes e criação de viveiro de plantas. Foram também dadas dicas para as diversas etapas, ao longo do desenvolvimento das plantas, até à sua colheita.

    A horta pedagógica do Centro de Investigação e Investigação do Património de Cacela foi melhorada e enriquecida com novas plantações com o envolvimento ativo dos participantes na oficina.

    O CIIPC manifestou público agradecimento especial à orientadora Ana Arsénio, técnica superior agrícola na Associação IN LOCO, licenciada em Engenharia Horto-Frutícola, pela partilha de saberes-fazeres.

  • Percorrer 7km para virar à esquerda em segurança na Nora

    Percorrer 7km para virar à esquerda em segurança na Nora

    Álvaro Araújo, presidente da autarquia reuniu, ontem por videoconferência, com o secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, para encontrar uma solução para o cruzamento de Santa Rita (Nora), «cujos acessos foram vedados pela concessionária, causando prejuízos e constrangimentos a moradores e empresas».

    A solução definitiva para a resolução do problema da segurança naquele local, no entender do presidente, passa pela construção urgente de uma rotunda.

    A reunião contou com a presença do chefe de divisão de Obras Municipais e Espaço Público da Câmara Municipal de VRSA e de uma empresária local.

    No modelo de circulação agora definido, é necessário percorrer mais de 7 km para fazer inversão de marcha em segurança, nas rotundas mais próximas, para entrar ou sair no acesso principal à aldeia de Santa Rita sempre que tal manobra implique a viragem à esquerda ou o cruzamento da via principal.

  • Em Beja debate-se a degradação dos recursos naturais

    Em Beja debate-se a degradação dos recursos naturais

    Uma conferência por Maria José Roxo, professora catedrática, sobre a posse e uso da terra e a sua influência na degradação dos recursos naturais no Baixo Alentejo, vai ser realizada no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, na próxima quinta-feira, dia 30 de março, pelas 21h30.

    A conferência, de entrada livre, está integrada no ciclo «Terra e Paisagens no Sul», anunciou a EDIA, parceria, para o efeito, com a Câmara Municipal de Beja e a Direção Regional de Cultura do Alentejo e a contar com o apoio da Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja e da Universidade Sénior de Beja.

    Este ciclo de conferências «pretende ajudar a perceber como se foi definindo a paisagem alentejana e moldadas as suas gentes.
    Nesta conferência serão abordadas as políticas agrícolas têm incentivado ao longo do tempo a exploração da terra. A agricultura intensiva praticada no Baixo Alentejo, baseada em monoculturas de sequeiro e de regadio, tem conduzido a uma erosão acelerada do solo e à perda de fertilidade
    ».

    A conferência abordará a «mudança climática e a sobre-exploração dos recursos hídricos tem causado a diminuição da disponibilidade de água, afetando não só a agricultura, mas também os ecossistemas e as comunidades locais. A análise centra-se no caso das Serras de Serpa e de Mértola».

    A autora, Maria José Roxo, é Professora Catedrática do Departamento de Geografia e Planeamento Regional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Investigadora integrada no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais CICS NOVA. É membro da Academia das Ciências de Lisboa.

  • José Mendes deixou-nos e também à Rádio Guadiana

    José Mendes deixou-nos e também à Rádio Guadiana

    Estive com ele poucos dias antes de me terem comunicado que tinha sido evacuado de helicóptero para o Hospital de Faro. Vi-o com ar abatido, mas resignado, e notei que se encontrava doente.

    Procurei animá-lo, como devemos fazer com todos os amigos, mas sempre o julguei um homem capaz de vencer a adversidade. Riu-se, como quem diz, «Só eu sei como me sinto». Assim, quando me comunicaram o seu falecimento, reagi como se já estivesse à espera.

    Era um amigo da minha rua e sempre nos demos bem, apesar de ideias distintas sobre a vida e sobre os rumos do País e do Mundo. Estive com ele e mais outros amigos, no tempo das chamadas radio piratas, que deram origem às Rádios Locais. Chamava-se «Antena 10» e durou até à legalização das novas rádios, como a Rádio Guadiana da qual era proprietário e principal rosto.

    José Mendes era um homem muito popular, residia em Monte Gordo e tornou-se empresário no setor da animação, onde envolveu toda a família. Era um perfecionista em relação aos equipamentos que utilizava e desejava ter sempre o melhor para servir o público.

    Os microfones da sua Rádio Guadiana estiveram sempre abertos a todas as forças políticas, aos tempos de antena e à participação popular.

    À Ermelinda, com ele radialista de todo o tempo, e â família enlutada, FOZ – Guadiana Digital apresenta as mais sentidas condolências, e a solidariedade para que o projeto da Rádio Guadiana prossiga na área geográfica da sua cobertura.

    José Estêvão Cruz
  • Projeto PRADE em Castro Marim para reflorestar a serra ardida

    Projeto PRADE em Castro Marim para reflorestar a serra ardida

    Vai ser colocada em prática uma estratégia de reflorestação na área ardida no incêndio de Castro Marim de 2021, com espécies autóctones de crescimento lento, resilientes e tolerantes a ambientes secos, alfarrobeiras, medronheiros, sobreiros e azinheiras.

    A intervenção vai estender-se por 34 hectares e engloba também a recuperação das espécies arbóreas sobreviventes ao incêndio, nomeadamente as que integram o tradicional pomar de sequeiro Algarvio, e a beneficiação da rede de caminhos rurais.

    Um Gabinete Técnico Local de Apoio ao Desenvolvimento de Ações e Projetos de Combate à Desertificação, para acompanhar todo o processo no terreno, será criado a partir da requalificação da antiga escola primária da localidade da Corte Pequena, prevendo-se que se desenvolva atá ao final do próximo ano.

    O PRADE comporta um investimento total de 896.036,13 €, elegível até 810.941,41 €, e será financiado pelo Programa COMPETE 2020, no âmbito do Aviso 13/REACT/2021, apoiado por Portugal e União Europeia, cofinanciado a 100% pelo FEDER.

    Para o município de Castro Marim, «O território do interior do Baixo Guadiana é uma zona considerada das mais sensíveis da Europa, classificada pelas Nações Unidas como estando em risco de desertificação. Mas o interior algarvio debate-se também com o despovoamento e o interessante do surgimento da Cooperativa GuadiMonte passa também pelo facto dos cooperantes fundadores terem uma ligação à terra, sendo, na sua maioria, pessoas que regressaram para investir naquele que é o legado dos seus familiares».

  • Castro Marim conta com Centro de Dia para doentes de Alzheimer

    Castro Marim conta com Centro de Dia para doentes de Alzheimer

    Os responsáveis da autarquia passaram por um dia de muita felicidade com a inauguração deste projeto relevante na área da saúde e do apoio social. A Estrutura Residencial e Centro de Dia “José Cabrita” Alzheimer e Outras Demências, da St. Casa da Misericórdia de Castro Marim, tão ansiada, tornou-se realidade aos olhos de todos que presenciaram o ato.

    O novo equipamento social, segundo a autarquia, destina-se a proporcionar alojamento residencial permanente ou temporário a 70 pessoas adultas com perturbação neuro cognitiva (demência), incorporando ainda uma unidade de reabilitação e serviços de saúde especializados. Simultaneamente, o centro de dia terá capacidade para 20 pessoas.

    É a primeira unidade deste tipo a sul do Tejo e uma das primeiras do Paí. Com um custo de cinco milhões de euros, recolheu um financiamento de mais de 80% do valor elegível.

    A unidade de cuidados está incluída no Plano de Ação da ARU e do PARU, e obteve apoio do programa PO CRESC Algarve 2020, apoiado por Portugal e União Europeia, cofinanciado pelo FEDER em milhão e meio de euros, somados ao milhão de euros de apoio do Município de Castro Marim. O restante montante foi assumido pela Santa Casa da Misericórdia, através de capitais próprios e empréstimo bancário.

  • Freguesias com apoio mediante candidatura

    Freguesias com apoio mediante candidatura

    Este vai comparticipar essas despesas a 100%, até ao máximo de 75 mil euros por freguesia, mediante candidatura prévia à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.

    Poderão ser financiados gastos com equipamentos e dispositivos médicos; equipamentos de proteção individual; testes, análises laboratoriais e outros meios de diagnóstico; medicamentos; assistência de emergência a população vulnerável; ações de sensibilização e sinalização relativas à prevenção da doença; e ações de desinfeção e disponibilização de desinfetantes.

    Quando não recuperável nos termos da legislação em vigor, o IVA também será considerado despesa elegível.

    O Programa procura reconhecer «o papel das freguesias na primeira linha de resposta à pandemia, tanto na prevenção, como na proteção e apoio à população, especialmente a mais vulnerável, respostas que se revelaram fundamentais para ultrapassar uma crise sanitária sem precedentes. Garante, ainda, a igualdade no tratamento às Autarquias Locais, colocando as freguesias nas mesmas condições dos municípios e entidades intermunicipais, também ressarcidos por despesas no mesmo âmbito», segundo a CCDR Algarve.

    O apoio está disponível para todas as freguesias da Região, mediante a apresentação de candidatura à CCDR do Algarve até ao dia 17 de abril.

  • Residência artística Cepa Torta em Mina de S. Domingos

    Residência artística Cepa Torta em Mina de S. Domingos

    As artistas selecionadas vão desenvolver, durante um mês, trabalho artístico, cruzando as questões relacionadas com o condicionamento social da mulher na intersecção com a criação artística, em zonas do interior, longe das luzes da ribalta da urbe.

    A Cepa Torta recebeu 37 candidaturas e foram selecionadas duas artistas vencedoras e duas suplentes. As duas vencedoras, Marta Xavier e Catarina Vieira, vão viajar até à Mina de S. Domingos, no mês de Abril, onde podem desenvolver o seu trabalho com as necessárias condições, «aproveitando este maravilhoso lugar e a generosidade das suas gentes para pensar e criar com toda a liberdade e dignidade que muitas vezes ainda faltam às mulheres criadoras», informa a organização. São elas Marta Xavier e Catarina Vieira.

    «VAGABUNDAS» é uma residência artística que tem como objetivo promover a criação artística no feminino e na interseção com o desenvolvimento de trabalho artístico descentralizado, em particular em comunidades com problemas de desenvolvimento e desertificação.

    Com uma periodicidade anual, esta residência inspira-se na história de Mercedes Blasco, um dos muitos pseudónimos de Conceição Vitória Marques, e no nome da sua obra literária mais conhecida “Vagabunda”, um diário de memórias da mulher e da artista.

    Reconhecer a sua importância e tê-la como inspiração é reforçar a sua existência, o seu legado e dar a relevância política que, em vida, Mercedes não teve. Inspiramo-nos na sua história para criar VAGABUNDAS, residência artística de criação para mulheres portuguesas.

    Fazê-lo no interior, na aldeia natal de Mercedes, na Mina de S. Domingos (Mértola), é afirmar a necessidade de uma criação mais descentralizada, sustentável e verdadeiramente acessível e participada.

  • As atuais opções do Metrobus do Algarve

    As atuais opções do Metrobus do Algarve

    O estudo foi desenvolvido pela CCDR do Algarve com o objetivo de melhorar a acessibilidade em transoporte público naqueles concelhos, aumentar a atratividade para novas atividades económicas mais qualificadas, promover a inclusão social, consolidar o papel do aeroporto na região do Algarve e promover a descarbonização dos transportes.

    A ferrovia

    O estudo identificou constrangimentos importantes sobre a utilização de uma via única no canal ferroviário, este com poucas hipóteses de ser utilizado, que a coexistência com serviços em tram-train é muito difícil e que a sua inserção urbana implica importantes obras de adaptação das zonas de paragem, pasra além de ter sido considerado muito elevado o preço do material circulante.

    Contudo, esta solução parece apresentar importantes vantagens, designadamente a ligação ao Parque das Cidades e o serviço direto ao centro de Loulé.

    A rodovia

    Já em relação à flexibilidade a solução rodoviária introduz um desvio do corredor ferroviário na zona de Faro e a aproximação do Aeroporto à Universidade, a utilização de um corredor paralelo ao IC4, a norte do Patacão, coincidindo com a proposta do município de Loulé, propondo também uma extensão à Fuseta.

    Traçado

    A solução tecnológica de metrobus(BRT) apresenta acomplementaridade com a rede ferroviária: no centro de Olhão, Faro (Bom João), Patacão (estação proposta) e Parque das Cidades, releva a necessidade de atrair novos utilizadores para a ferrovia convencional, por via da melhor articulação entre os modos de transporte e pela utilização de veículos ambientalmente mais eficientes.

    Promove a utilização de veículos com melhor integração no tecido urbano e capacidade de expansão para outro tipo de serviços e procura responder às necessidades de mobilidade dos equipamentos e empreendimentos existentes e previstos. Apresenta uma oferta de maior qualidade, com horários mais adaptados às necessidades da população e melhores velocidades
    comerciais.

    São apresentadas algumas variantes de traçado do corredor de TPSP na cidade de Faro, como a proposta de aproximação à Estação Ferroviária de Faro (traçado base ); uma variante no acesso à estação de Bom João, que pode necessitar de envolver algumas operações de desenho urbano (traçado variante ) ou, por outro lado, criar um desvio ao centro da cidade de Faro (traçado a verde ).

    No presente estado de desenvolvimento do estudo estas soluções são encaradas em pé de igualdade, pelo que a CCDR Algarve entende que devem ser analisadas em maior detalhe em fases posteriores do estudo, no sentido de avaliar os méritos e deméritos relativos de cada solução.

  • Carlos Brito apresenta em Faro «Estar Presente»

    Carlos Brito apresenta em Faro «Estar Presente»

    Carlos Brito, 90 anos, natural de Moçambique, atualmente a residir em Alcoutim, não se remete a uma atitude contemplativa e persiste em estar presente e intervir, o que se reflete nos seus versos, críticos e apelativos.

    O texto poético que apresenta carrega-se de imagens, metáforas e alegorias, onde transparecem as angústias da idade: a doença, a solidão, a decrepitude, a morte. Mas são as palavras natureza, paz, amor e ir em frente, as mais marcantes neste seu sétimo livro de poesia.

  • Almargem celebra Primavera com caminhada

    Almargem celebra Primavera com caminhada

    São cerca de 10 km, num percurso circular que nos levará ao topo do Cerro do Guilhim e onde podems observar «as bonitas vistas panorâmicas sobre o Algarve?».

    Contam com a presença da Professora Manuela David, da Universidade do Algarve, para ajudar a conhecer melhor a vegetação típica do Barrocal que se encontra ao longo do percurso.

  • Jornadas da Caça em Mértola

    Jornadas da Caça em Mértola

    As Jornadas da Caça irão iniciar já na sexta-feira, dia 24 de março, pelas 18:30 hortas, no Pavilhão Multiusos.

    A jornada de março, tem como principal objetivo a apresentação das Jornadas da Caça, que se vão realizar este ano e que terminam em outubro, na Feira da Caça. Vão ser detalhadas as sete Jornadas que se vão realizar ao longo do ano e desvendados alguns projetos que a autarquia está a implementar com o objetivo de apoiar o setor.

    A autarquia lançou convite para se assistir a esta jornada e falar um pouco de caça, ao sabor de alguns dos produtos locais.

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