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  • Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Como é conhecido da história local, as conservas de peixe começaram pelas salgas, refinadas pela sofisticação catalã, pela descoberta da pasteurização e, mais tarde, pelo enlatamento em azeite.

    O novo processo, que faz o requinte dos consumidores espanhóis, para os quais, de momento, está a ser conduzida oitenta por cento da produção, e consiste em acrescentar à segurança da salga, o sabor do fumado, em forno apropriado para o efeito ou a frio, criando um novo e requintado sabor que atenua a rispidez do sal.

    O produto já está à venda em cadeias como a Pingo Doce e Auchan, na cadeia algarvia Apolónia e nos supermercados Intermarché do Sotavento. Há capacidade para aumentar a produção e duas novas naves operacionais estão prontas para entrar em funcionamento, caso seja necessário aumentar a produção.

    A Sociedade de Pescas Pelágicas 

    Visitámos a unidade e conversámos com Paulo Carvalho e Carlos Benjamin Carvalho e as declarações que se seguem relativamente à empresa, foram colhidas de ambos, em relação ao conhecimento da fábrica e das suas origens.

    «Há, primeiro, o processo produtivo da sardinha fumada. Portanto, é a novidade que é introduzida por esta sociedade, aqui em Vila Real de Santo António,  porque nós, no nosso mercado, só temos tido conserva tradicional e a conserva fumada tem origem praticamente nos países nórdicos», começou por nos dizer Benjamim, acrescentando: «Eles fumam a sardinha à lareira».

    Dizemos que vimos para dar conhecimento aos nossos leitores  principalmente das novidades e o que a empresa entende ser possível dar a conhecer ou divulgar no mercado e também sobre as dificuldades que, sendo conhecidas, permitam a tomada de medidas  para ajudar a ultrapassar.

    Vamos falar da fábrica, que é uma unidade produtiva, e mais do produto produzido.  É uma unidade grande e não o parece de fora e temos aqui uma unidade produtiva bastante importante em Vila Real de Santo António da qual deve ser dado conhecimento à população, observámos.

    «Pois sim, é uma das poucas indústrias cá em Vila Real de Santo António, em especial nesta área que é mais nossa, que é a área do mar que se perdeu muito na nossa terra», disse-nos Carlos Benjamim e falou-nos da perda da transformação do pescado, em especial do atum, com a infelicidade da morte de Dâmaso, um vizinho. «Eles ainda continuam a vender um produto, mas  já não é produzido ali». Mostrou-se satisfeito pela continuidade da unidade, mas triste porque acabou o desmancho do peixe no local, processo conhecido por ronqueamento. Agora, «compram as peças já desarmadas que lhes são necessárias para a laboração».

    A Sociedade não vende para o mercado local, não tem venda ao público do atum. «Vai para Espanha, principalmente. A Espanha representa oitenta por cento do nosso negócio, são os consumidores fundamentais. No mercado que temos em Espanha a restauração e a hotelaria são os destinatários. Aqui, no nosso mercado, é a venda direta ao público basicamente nos supermercados, nas grandes superfícies, já estamos em quase todas, já fizermos contrato com o Pingo Doce, vamos começar a fornecer o Pingo Doce e estamos a fornecer Corte Inglês», explica Paulo de Carvalho.

    Em Vila Real de Santo António e Monte Gordo também vendem para o Intermarché, locais. Conseguiram dar satisfação às exigências com que foram escolhidos, cumpriram todas e, no setor da distribuição, neste momento, têm o mercado assegurado.

    «Aqui, em relação ao processo produtivo dos trabalhadores, a produção conta comigo e mais cinco e temos  sócio presidente e, ainda,  uma funcionária na na nossa loja, nas costas deste armazém (Lote 15 da Zona Industrial), onde vendemos os nossos produtos», esclarece Paulo de Carvalho

    A fumagem aromática 

    Fazemos notar que, em relação ao  processo de fumar a sardinha, para nós, gente do Sul, pareceu-nos uma ideia estranha porque não é hábito, é um hábito mais nórdico do que propriamente aqui nosso. 

    «Mas é uma fumagem diferente e a nossa é a frio, abaixo dos trinta e cinco graus é considerado fumagem frio. Apesar de ser um conservante, a fumagem que fazemos, quando se faz a fumagem em frio, é mais para aromatizar, para dar o sabor de fumo do que como conservante. Com fumo, é feita a fumagem a quente. A conservação é a sal», explica Paulo de Carvalho.

    Carlos Benjamim aponta-nos orgulhoso o cartaz emoldurado no escritório da sede da Companhia das Pescas Pelágicas, a produtora das novas conservas que representa a distinção do ano de 2022, como produtor nacional, pela revista «Vinhos», e continua;

    «Da atividade das pescas, que foi o motivo da fundação da sociedade, sobrou o leme, também pendurado, ao lado da moldura da condecoração e das fotografias das embarcações sucessivamente abatidas para a conversão. Tiveram uma traineira, a «Pelágico», a seguir um palangreiro, para a pesca do espadarte, o «Rio Zêzere». Fizemos, então, de raiz, um barco novo, em ferro, o «Rio Pravia», com umas condições diferentes de congelação, com uma autonomia para três meses de mar acabamos com esses e tivemos novamente outra traineira, que foi a última que teve atividade em Vila de Santo António e não foi do senhor Vairinhos. Chamava-se «Pelágico» como a primeira»

    Quando terminaram a atividade da pesca, a sociedade, inicialmente armadora, construiu a fábrica que inicialmente era só um bloco começaram por fazer filetes de sardinha, na altura em que havia sardinha com abundância e a preços para indústria, têm uma máquina para fazer os filetes e chegaram a produzir dez toneladas diárias para o mercado e, através de uma empresa, vendiam para a cadeia de distribuição do Mercadona com a qual chegaram a estar quase em regime de dedicação. Até que a sardinha, em quantidade e preço acessível acabou, também devido às quotas.

    «Estiveram uma temporada praticamente parados e depois retomámos a atividade a fazer outras coisas como peixe fresco, até que surgiu um cliente a querer cavala fumada. Fazíamos os filetes e eles faziam a fumagem noutro lado. Começaram a pedir outros artigos e passamos para a sardinha fumada e cavala fumada, em processos diferentes, já que a cavala fumada exige fumo líquido, cujo processo desconheciamos, não tinham estufa. Uma encomenda generosa permitiu fazer o investimento no forno e garantir a transposição do processo tecnológico para a fábrica de Vila Real de Santo António».

    A pandemia que provocou uma paragem, onde não tiveram mais ajudas que a parte financeira do lay-off. Não tiveram ajudas da Segurança Social «é só conversa de televisão». Têm a noção de ter aguentado sozinhos a pandemia. A seguir apareceu a guerra e também sofreram pela quebra no óleo de girassol que vinha da Ucrânia, porque os preços dispararam.

    Com o abastecimento assegurado no mercado espanhol, perguntámos se não era hora de crescer para Portugal, mas apontam duas limitações. Os produtos que produzem ainda são estranhos ao paladar português, os hábitos de comer tapas são diferentes e há poucos recursos financeiros para um investimento em divulgação nacional.

    Confiança e vontade de fazer mais e melhor foi coisa que não vi que faltasse aos sócios que se lançaram nesta inovadora gastronomia das conservas «Real Filets»

    FOZ/José Estêvão Cruz
  • José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    No mesmo dia, será inaugurada em Alcoutim, a exposição «Viagem Fotográfica ao Algarve», um projeto da associação 1/4 Escuro, Associação de Fotógrafos Amadores de Vila Real de Santo António (VRSA), apoiado pela DRCAlg, e realizado em colaboração com a Fundação José Saramago e a Região de Turismo do Algarve.

    Estas iniciativas integram as comemorações das festas do Município de Alcoutim, sendo que a exposição “Viagem Fotográfica ao Algarve” já passou por Vila Real de Santo António, Castro Marim, Lepe (Huelva – Espanha), Olhão e Tavira, e vai ainda percorrer a totalidade dos concelhos que integram a “Rota Literária Saramago no Algarve”

    Segundo a opinião da DRCAlg, «estes projetos constituem uma oportunidade para dar a conhecer um território que inspirou vários escritores, nomeadamente os lugares, os monumentos, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover o Algarve como destino de turismo literário».

    O mote para a criação dos itinerários, da «Rota Literária Saramago no Algarve», promovido pela DRCAlg, foi a vontade de refletir sobre o território: se aquele foi o Algarve visto, em 1980, por José Saramago, como será o Algarve de agora?

    Os fotógrafos participantes no projeto, realizaram uma visita aos concelhos referidos e inspiraram-se nos textos escritos por José Saramago aquando da sua passagem pelo Algarve. O fotógrafo algarvio, André Boto, distinguido, pela FEP – Federation of Professional European Photographers, como «Fotógrafo Europeu do Ano», em 2023, participa no projeto com a fotografia de Silves e com a edição das restantes fotografias selecionadas para a exposição, refere nota do mesmo organismo.

  • «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    O anúncio foi efetuado, ontem, numa cerimónia realizada no Palácio da Bolsa, no Porto, em sessão organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas que contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    A iniciativa representa um investimento global de 1,5 milhões de euros, dos quais 895 mil euros são elegíveis para financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A sessão foi organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas – na qual foi efetuada a apresentação dos «Bairros Comerciais Digitais» aprovados – e contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    O município de VRSA esteve representado pelo Chefe de Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves.

    O Bairro Digital de VRSA resulta de uma parceria estabelecida com a Associação de Empresários do Concelho de VRSA, tendo a candidatura sido promovida e instruída pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    Para a câmara municipal, «Esta valorização, desenvolvida em conjunto com os empresários locais, tem como objetivo estruturar e defender a identidade do comércio vila-realense, tornando-o ainda mais atrativo e resiliente, e posicionando-o como uma clara alternativa às grandes superfícies comerciais. Por outro lado, procura reforçar ainda mais a sua visibilidade no contexto da vizinha Andaluzia, já que os visitantes espanhóis são um dos seus principais clientes».

    A constituição de um Bairro Digital na zona comercial do centro de Vila Real de Santo António, que o município afirma ser uma das maiores aposta, «torna-se possível porque – ao contrário de muitas cidades e vilas – ali já existe um «centro comercial a céu aberto», com uma identidade única e inovadora, mobiliário e sinalética próprios e uma ampla diversidade de lojas e serviços».

    Os Bairros Comerciais Digitais procuram que sejam projetos dedicados à valorização do comércio e serviços, recuperando o conceito de urbanismo comercial para a vertente digital.
    É dadp como exemplo que se pode melhorar a experiência de consumo através da integração de soluções digitais, da digitalização dos modelos de negócio, ou do aumento das competências digitais dos trabalhadores, estimulando o empreendedorismo nas áreas do comércio e dos serviços.

    À semelhança do que já está a ser dinamizado noutras cidades, o Bairro Digital de VRSA «pretende alavancar a presença dos estabelecimentos comerciais em websites na Internet ou em plataformas de comércio tipo marketplace, em conjunto com uma ótica de promoção e divulgação assente nas redes sociais ou na agregação de circuitos turísticos que possam valorizar o comércio».

  • Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Começou com a recepção da comitiva espanhola no Cais de Embarque de VRSA e seguiu em arruada até à Praça Marquês de Pombal, com uma banda portuguesa e outra espanhola que tocaram, à vez, os Hinos Nacionais, frente ao edifício da sede do concelho de Vila Real de Santo António, na cerimónia do hastear das bandeiras de ambos os países ibéricos.

    Depois nova arruada pelas ruas da cidade de VRSA, a comitiva regressou ao cais de embarque, para a travessia fluvial do Rio Guadiana até cidade Ayamonte, localidade onde se prosseguiu em clima de festa com um desfile até à sede do Ayuntamiento local, sendo novamente tocados os Hinos dos dois países.

    A iniciativa terminou com os discursos solenes e com a abertura oficial das festividades das Angústias, que foi simbolicamente marcada pela inauguração da iluminação do recinto da romaria ayamontina, ato popularmente apelidado como «el encendido del alumbrado».

    Ayamonte e Vila Real de Santo António são cidades geminadas e pertencem à Eurocidade do Guadiana que agrega também Castro Marim.

  • «Os Piratinhas» cresce em Vila Nova de Cacela

    «Os Piratinhas» cresce em Vila Nova de Cacela

    Participaram também na cerimónia de inauguração o presidente da Câmara Municipal , Álvaro Araújo, o delegado especial da Delegação da CVP de VRSA, Manuel Marrafa, a diretora do Centro Distrital de Faro da Segurança Social, Margarida Flores, o deputado da Assembleia da República, Jorge Botelho, o presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela, Luís Rodrigues, outros representantes políticos do concelho e forças de segurança.

    A creche «Os Piratinhas», segundo o município, representa «uma nova resposta social de natureza socioeducativa, vocacionada para o apoio à família e à criança, destinada a acolher crianças até aos 36 meses» e terá um horário de funcionamento entre 8:00 horas e as 18:30 horas, com encerramento aos feriados e fins de semana. Todas as salas são abrangidas pela bolsa de gratuitidade do Instituto da Segurança Social.

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António afirma ter desempenhado um papel essencial neste projeto, tendo garantido a segurança do edifício para acolher a valência de creche, suportado os encargos financeiros relacionados com o Sistema Automático de Detecção de Incêndio, extintores, sinalética e ventilação e investido cerca de 15 mil euros.

    Álvaro Araújo, anunciou que brevemente irão existir mais vagas gratuitas para suprir as necessidades do concelho e ainda que, nos dois agrupamentos de escolas do concelho, iniciaram funções 40 novos funcionários, «o que permitirá colmatar as falhas que existiam, até agora, em termos de pessoal».

    De acordo com o responsável da Cruz Vermelha, Manuel Marrafa, «esta nova resposta social permite aos alunos da freguesia iniciar o seu percurso escolar na creche e evoluir até ao 3º ciclo, o que não acontecia até agora e obrigava os encarregados de educação a procurar alternativas fora da freguesia ou do concelho».

    De acordo com a secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes, a prioridade do Governo passa pela democratização do acesso às creches, seja pela criação de novos espaços, seja pela aposta na modernização, reconversão ou criação de vagas adicionais em salas já em funcionamento.

  • Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    A Ribeira da Foupana é um curso de água que nasce na Serra do Caldeirão, a uma altitude de 495 metros, percorrendo os concelhos algarvios de Alcoutim e Castro Marim e desaguando na Ribeira de Odeleite, um pouco antes da sua foz, na margem direita do Rio Guadiana.

    O valor garantido pelo Governo é meio milhão de euros e este projeto, que é acompanhado por um estudo de impacto ambiental, será o primeiro passo na construção de uma barragem que irá dar será mais um auxílio para ajudar no abastecimento de água ao Algarve.

    Foto: Francisco Amaral
  • Seis garrafas de litro com beatas

    Seis garrafas de litro com beatas

    As 112 famílias voluntárias que aderiram à eco ação «Caça à Beata» que decorreu, em quatro praias galardoadas com bandeira azul, no concelho de Tavira, Cabanas, Ilha de Tavira, Terra Estreita e Barril, recolheram seis garrafas de litro com beatas de cigarro, atiradas para a areia pelos utentes.

    A iniciativa teve cariz lúdico-ambiental e pretendeu sensibilizar os banhistas para o não abandono de pequenos resíduos em espaço público, nomeadamente, beatas, bem como premiar quem colabora na prevenção e defesa do meio ambiente.

    A ação surgiu no âmbito dos compromissos assumidos com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa em termos de educação e sensibilização ambiental e contou com a colaboração da empresa municipal TaviraVerde. Teve também o apoio dos concessionários, das empresas de transporte marítimo-turístico, fluvial e do transporte turístico facultado pelo Aldeamento Pedras d’ El Rei.

    Fonte: Município de Tavira
  • Sismo no Algarve com valor máximo em Albufeira

    Sismo no Algarve com valor máximo em Albufeira

    Segundo escala de Mercalli modificada, que mede os «graus de intensidade e respetiva descrição», o abalo registou a intensidade máxima III na região de Albufeira”. Segundo esta medição, quando há uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é «sentido dentro de casa» e «os objetos pendentes baloiçam», sentindo-se uma «vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados», revela o IPMA.

    Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).

  • Inovação na Dieta Mediterrânica a debate em Tavira

    Inovação na Dieta Mediterrânica a debate em Tavira

    O seminário contará com a apresentação de um conjunto de projetos sobre inovação em produtos agroalimentares, com intervenções de Pedro Valadas Monteiro e João Cassinello (DRAP Algarve), Hugo Barros (CRIA da Universidade do Algarve), Nuno Alvarenga, Nelson Pereira e Marta Abreu (INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I. P.) e Maria da Graça Pacheco Carvalho (Instituto Politécnico de Portalegre), entre outros.

    A CCRR Algarve alerta que este será igualmente o momento de avaliação do Plano Regional de Ação e Salvaguarda 2018-2021, por Artur Gregório (Associação In Loco) e de apresentação da Agenda da Dieta Mediterrânica, por representante da CONFAGRI, e do NOVO Plano de Atividades 2023-2027, por Ana Freitas (Vice-Reitora da Universidade do Algarve), que brevemente entrará em consulta pública.

    Este novo plano pretende identificar «as intervenções objeto de consenso regional e transversal ao território, estruturantes no âmbito do Programa Regional ALGARVE 2030, mantendo a Dieta Mediterrânica como elemento-chave na estratégia regional de especialização inteligente (RIS 3 Algarve)».

    A sessão será encerrada por Pedro Monteiro, Diretor da DRAP Algarve, André Gomes, Presidente do Turismo do Algarve, Paulo Águas, Reitor da UALG, José Apolinário, presidente da CCDR Algarve e do Programa Regional ALGARVE 2030, Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial, e Ana Paula Martins, presidente da Câmara Municipal de Tavira, seguindo-se a inauguração da Feira na Baixa de Tavira.

  • Antiga Alfândega passa a café

    Antiga Alfândega passa a café

    Este foi o primeiro edifício a ser inaugurado quando da construção da cidade e tinha sido prometido, quando das obras de remodelação do edifício da câmara municipal, que seria dedicado aos serviços técnicos municipais e a albergar a Assembleia Municipal, que tem distribuído as suas sessões ora pela Biblioteca Municipal, ora pelo Centro Cultural António Aleixo.

    É, sem dúvida, um sinal de novos tempos.

  • Procissão e saudações no Guadiana à Senhora da Encarnação

    Procissão e saudações no Guadiana à Senhora da Encarnação

    Porém, o programa que hoje se inicia, é recheado de atividades lúdicas que se prolongam até ao fogo de artifício da noite de domingo, a encerrar a Festa que é um dos pontos altos do calendário, reunindo moradores e visitantes para três dias de festividades.

    As celebrações começam esta sexta-feira com a atuação do dj Miax, às 22:00 horas e do dj Pedro Carrilho, às 00:00 horas, no jardim da Avenida da República, frente à capitania.

    Amanhã, sábado, 2 de setembro, a música ao vivo entra em cena às 22:00 horas com a apresentação da «Banda Oitentamente», na Praça Marquês de Pombal. O programa continua ao ritmo do dj Gustavo Vera, que assume o palco no Jardim da Avenida da República, a partir da meia-noite.

    O terceiro e último dia das festividades, 3 de setembro, domingo, começa às 8:00, com a alvorada. Às 10:00, a diversão continua com o Pau de Sebo, uma competição realizada na Associação de Pescadores Santo António de Arenilha. A tradição marítima é celebrada com a Corrida de Barcos, também na Associação de Pescadores Santo António de Arenilha, às 12h00.

    A música ao vivo volta à Praça Marquês de Pombal, às 21:30 horas, com a Orquestra Sérgio Peres, banda vila-realense fundada nos anos 70 e que alcançou o sucesso com temas como «Sem Ti». A formação, renovada, está de regresso aos palcos com uma atuação única, em Vila Real de Santo António. Segue-se um grandioso concerto de Tributo aos Gipsy Kings, com muita cor, luz e boa disposição, às 22h00.O cartaz encerra com um espetáculo de fogo de artifício, à meia-noite, na Avenida da República, junto ao Rio Guadiana.

    As festas em honra de Nossa Senhora da Encarnação são organizadas pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e pela Paróquia da Nossa Senhora da Encarnação, em parceria com a Junta de Freguesia de VRSA e a Associação de Pescadores Santo António de Arenilha.

  • A água e a produção do Algarve em debate na Festa do Avante

    A água e a produção do Algarve em debate na Festa do Avante

    No próximo domingo, às 15:30, o tema «Seca, Acesso à Água e Produção Regional», será debatido na Festa do Avante, promovida pelo PCP, em Lisboa. Participam como oradores Tiago Raposo, membro da Direcção da Organização Regional do Algarve e João Dias, deputado do PCP na Assembleia da República.

    O PCP chama a atenção para a importância deste debate, «numa altura em que todo o Algarve atravessa um período de seca meteorológica, classificada de “severa e extrema». Para este partido «importava fazer uma caracterização global da situação existente na região quanto à situação de seca e sua previsível evolução, as condições de acesso e abastecimento de água para consumo humano, para aclividades agrícolas e noutras aclividades económicas, que medidas estão ser implementadas e equacionadas para fazer face à situação existente e acautelar a evolução dos próximos tempos».

    O debate será realizado com base na avaliação que é feita, na atividade, iniciativa e proposta do PCP para esta grave problemática e as suas implicações na produção regional. O Pavilhão do Algarve servirá mais um ano de ponto de encontro aos muitos visitantes da Festa do Avante! que nos dias 1, 2 e 3 de Setembro se dirigirão à Quinta da Atalaia, Amora, Seixal para participar neste evento único.

    No Pavilhão que representa a região do Algarve poderão encontrar-se momentos de debate sobre a realidade nacional e regional, solidariedade internacionalista e animação, bem como os tradicionais e reconhecidos produtos regionais, do medronho ao marisco, do Dom Rodrigo à sandes de cavala, passando pelo artesanato regional.

    Na 47ª edição da Festa do Avante!, o Pavilhão do Algarve apresenta um programa com momentos de animação e humor, a cargo do grupo «Ao Luar Teatro», protagonizando uma dupla bem típica do nosso Algarve – «Zé do Burrinho e Xico Ovelha». Os horários são na 6ª-feira às 21:00 horas, no Sábado às 14:00 horas e novamente no Domingo, também, às 14:00 horas.

    No sábado às 18:00, está programado um Momento de Solidariedade Internacional com o Sahara Ocidental – «Cumprir o Direito à Auto-Determinação». PCP chama a atenção para o facto de «Há 50 anos que o povo sarauí trava uma luta heroica contra a ocupação ilegal do seu território pelo reino de Marrocos, impondo no Sahara Ocidental a última colonização em África, através de violenta repressão e do encarceramento de activistas que lutam pelo fim da ilegal ocupação da sua pátria».

    Será, pois aquele, o momento de expressar toda a solidariedade com o povo sarauí e a sua causa, pelo direito à autodeterminação, libertação dos territórios ocupados e garantir um Sahara Ocidental livre, independente e soberano.

  • Grutas de Benagil com acesso regulamentado

    Grutas de Benagil com acesso regulamentado

    A decisão publicada ontem esta quarta-feira, dia 30, em Diário da República a criação e tem em conta o fato de que as Gruta, localizadas ao largo da Praia de Benagil, são um dos principais pontos turísticos do Algarve, designadamente o Algar de Benagil, tendo suscitado, nos últimos anos, a curiosidade de um crescente número de pessoas, que as procura por via marítima, levando a um aumento expressivo do número de visitantes que permanece naquela área, sobretudo no período estival.

    O Governo considera necessária a definição do limite máximo da capacidade de carga humana nas Grutas de Benagil, sendo fundamental regulamentar o respetivo acesso, face à necessidade de proteção e prevenção de situações de risco para a segurança das pessoas, sobretudo considerando a elevada erosão que se tem manifestado naquela área, o que impõe a definição de regras de utilização para os visitantes, para reforço da sua segurança, como explana na decisão.

    O grupo de trabalho será composto por 20 elementos, incluindo representantes dos gabinetes da Secretaria de Estado da Defesa Nacional, da Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, da Secretaria de Estado do Mar, da Secretaria de Estado do Ambiente, da Secretaria de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, da Secretaria de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território e da Secretaria de Estado das Pescas, bem como representantes da Câmara Municipal de Lagoa, do Turismo de Portugal e da Região de Turismo do Algarve, entre outros.

    Um dos objetivos do grupo de trabalho será avaliar a possibilidade de criar uma taxa única de acesso às Grutas de Benagil. O Grupo de Trabalho será coordenado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, que assegura o apoio logístico e administrativo necessário. O Despacho esclarece ainda que o Grupo de Trabalho pode convidar outras entidades cujo contributo seja considerado relevante para a prossecução dos trabalhos” .

    Dentro de dez dias têm de estar nomeados todos os representantes das entidades que compõem o Grupo de Trabalho e a apresentação das conclusões deve ser feita até ao dia 31 de dezembro de 2023.

  • Vale do Poço em Mértola acolhe feira transfronteiriça

    Vale do Poço em Mértola acolhe feira transfronteiriça



    Mértola pretende, mais uma vez, divulgar o que de melhor se faz na região, com uma forte predominância no setor agropecuário/serviços de apoio à agricultura, não esquecendo a gastronomia e a promoção dos produtos tradicionais da região.

    O programa inclui muita animação de rua com os grupos Trinca Espinhas, Banda do Carteiro e Salta Pocinhas; espetáculos com Los Chupitos, Consuelo Haldon e Rancho Folclórico dos Foros da Fonte Seca e ainda concertos com os Adiafa, Rebeca e Baila Maria.

  • Luto profundo em Loulé

    Luto profundo em Loulé

    O falecimento do dr. Pedro Rocheta, médico que integrava a equipa do Hospital de Loulé e o do cabo da GNR, Nuno Miguel Policarpo, trouxeram a Loulé dor e consternação e suscitaram o reconhecimento das entidades a quem prestavam os seus serviços.

    A Administração do Grupo Hospital de Loulé lamentou profundamente o falecimento do Dr. Pedro Rocheta, assinalando que,além de médico cujas capacidades técnicas e humanas se revelaram, desde sempre, ímpares, marcou de uma forma indelével todos quantos privaram e colaboraram com ele, enquanto pessoa e médico de excelência. Demonstrou infindavelmente, junto aos seus doentes, uma dedicação, humanidade e conhecimentos técnicos invulgares o que o tornou um dos médicos mais queridos na nossa região.”

    O dr. Pedro Rocheta desempenhou durante largos anos, funções enquanto médico e diretor Clínico no Centro de Saúde de Loulé, tendo-se ligado, desde o primeiro momento, ao projeto Hospital de Loulé, «emprestando o seu enorme prestígio e conhecimento à nossa Instituição. Em todos os momentos em que com o nosso Hospital colaborou, constituiu sempre um exemplo no que concerne ao respeito pelos seus pares e à dedicação aos seus doentes».

    «Foi sempre uma referência da nossa Instituição e um membro destacado da família Hospital de Loulé. Licenciado em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, exerceu a sua profissão de médico de clínica geral a partir de 1983, em Loulé. Em 2011 especializou-se em Medicina Geral e Familiar e foi coordenador da unidade de cuidados de saúde personalizados de Loulé. Enquanto médico, colaborou com diversas instituições do concelho, nomeadamente, com a Santa Casa da Misericórdia de Loulé, o Louletano Desportos Clube, o Clube Desportivo e Recreativo Quarteirense e a Sociedade Recreativa e Cultural de Vale Judeu», segundo a nota emitida após o falecimento do Dr, Pedro Rocheta, pelo presidente do Conselho de Administração do Grupo Hospital de Loulé, Filipe Vieira.

    A Câmara Municipal de Loulé expressou publicamente o seu profundo pesar pelo falecimento do Cabo Nuno Miguel Policarpo, de 47 anos, natural de Nisa., falecido na sequência de um trágico acidente.

    Para o município, «o desaparecimento deste jovem militar da GNR, numa noite de festa e alegria para dezenas de milhares de pessoas, choca-nos e leva-nos a valorizar ainda mais a importância do trabalho das forças de segurança e expressou à família e à Guarda Nacional Republicana, as mais sinceras condolências pela perda de um profissional que zelou durante a sua vida pela segurança e bem-estar da nossa comunidade».

  • Família francesa participa na recuperação de ave em Olhão

    Família francesa participa na recuperação de ave em Olhão

    Prossegue a acção do RIAS com a recuperação de um pequeno borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus), uma cria com apenas quatro gramas quando foi encontrado em Junho que, sem os progenitores, não iria sobreviver.

    Após o exame físico, não lhe foram encontradas quaisquer lesões físicas. Por ser uma espécie muito sensível à presença humana, foi rapidamente colocado numa caixa longe de estímulos e, três dias mais tarde, e quase com o dobro do peso, foi transitado para uma instalação exterior.

    RIA Olhão

    Durante alguns dias, segundo relatam os técnicos do RIA, “passava o dia dentro de uma caixa aberta, numa instalação exterior, e voltava para o interior durante a noite. Após esta fase, ficou na caixa dia e noite, e só mais tarde, e já bem “crescidinho”, foi finalmente transferido para uma instalação exterior”.

    Foi ali que ficou, quase sem interferência da equipa do RIA, para lhe minimizarem o stress, durante um mês inteiro, até ser devolvido à natureza, por uma família francesa que acabou por passar no sítio certo à hora certa ☺️.

    No Site existe um video com a libertação da ave.

  • Fazer girador de vento colorido com as crianças

    Fazer girador de vento colorido com as crianças

    O workshop arco-íris divertido, a realizar no próximo dia 3 de setembro, a partir das 11:00, nas redes sociais Facebook e Instagram do MAR Shopping Algarve, é uma proposta para manhãs didáticas e diferentes, divertidas e em família.

    Na próxima atividade, as crianças vão aprender a fazer um «girador de vento colorido, que de certeza vai deixar os teus familiares e amigos impressionados», anunciou aquela grande superfície algarvia, que diz estar a preparar um mês cheio de atividades em que a imaginação vai estar super apurada,

    É tido em conta que Setembro é o mês do regresso às aulas, às rotinas, às horas para tudo, ao stress, ao adeus aos chinelos de praia e um olá às roupas mais quentes. Mas, «as manhãs de domingo continuarão a ser divertidas, no programa do costume. Os Dominguinhos».

    O programa online gratuito, acontece semanalmente com diferentes atividades lúdico pedagógicas, a partilhar mensagens de sustentabilidade e a «recordar sempre os mais novos para a importância de preservar o Planeta».

    Fica aqui o programa de atividades para setembro:

    PROGRAMAÇÃO “DOMINGUINHOS” DE SETEMBRO

    03 de setembro

    Workshop | Arco-íris divertido

    Hoje ensinamos-te a fazer um arco-íris que vai deixar os teus amigos impressionados. Quem consegue fazer girar mais rápido?

    10 de setembro

    Teatrinho | Onde está o queijo do Loui?

    O Loui é um ratinho comilão e muito guloso sempre à procura do que mais gosta para comer. Será que vai conseguir encontrar o seu queijo amarelinho e furadinho?

    17 de setembro

    Workshop | Desafio-te a fazer a cápsula do tempo com Catarina Perez

    Neste Dominguinhos vem conhecer o Jorge, um menino que descobre numa linha férrea abandonada umas plantas a morrer. Decide cuidar delas – e a cidade escura e cinzenta transforma-se num jardim verde e luxuriante.

    24 de setembro

    Workshop | Minhocas divertidas

    Neste workshop aprende a criar uma minhoca divertida e colorida

  • Mariza com a Orquestra do Algarve encerram a Fatacil 2023

    Mariza com a Orquestra do Algarve encerram a Fatacil 2023

    A autarquia organizadora traça rasgados elogios à fadista,, lembrando que «São 20 anos de carreira, 20 anos de música, 20 anos de uma viagem que começou discretamente, como um fenómeno local quase escondido, partilhado apenas por um pequeno círculo de admiradores lisboetas, e que tornou Mariza, e a sua extraordinária voz, numa das mais aplaudidas estrelas do circuito mundial da World Music, e numa verdadeira embaixatriz do Fado que não hesita em levá-lo por novos e ousados caminhos, sem nunca perder de vista a sua alma».

    E releva que «Nenhum outro artista português desde Amália Rodrigues construiu uma carreira internacional com semelhante sucesso, acumulando êxito após êxito nos palcos mundiais de maior prestígio, referências entusiásticas dos críticos musicais mais exigentes e uma sucessão infindável de prémios e distinções internacionais».

    O repertório de Mariza, embora permaneça firmemente ancorado no Fado clássico e contemporâneo, expandiu-se para incluir mornas cabo-verdianas, clássicos do Rhythm & Blues e quaisquer outras melodias que lhe sejam queridas.

    No mesmo dia, no Palco Lagoa, atua a fadista Luana Velasquez, entre as 20:30 e as 22:15 horas.

    O bilhete diário tem o custo de 5 euros, o bilhete diário familiar tem o custo de 16 euros e o passe para os 10 dias tem o custo de 30 euros. As crianças até aos 12 anos (inclusive) não pagam entrada, mediante apresentação do Cartão de Cidadão.

    Os bilhetes poderão ser comprados através da bilheteira online https://fatacil.bol.pt/, nos CTT, na Fnac, na Worten, no Centro Cultural Convento de S. José, no Balcão Único e no local da feira, nas bilheteiras locais que estarão abertas durante os dias da feira.

  • Mais um falecido na praia em Monte Gordo

    Mais um falecido na praia em Monte Gordo

    O alerta ter sido dado pelo nadador salvador às 15:00 horas de hoje, 26 de Agosto, para ser socorrida uma vítima com epilepsia, quando a vítima respirava com o auxílio do material de ventilação da concessão na Praia do Coelho, Monte Gordo estava a ser ventilada com o material da praia (concessão).

    Momentos antes da chegada da equipa de vigilância motorizada da Autoridade Marítima Nacional, a vítima do sexo masculino de nacionalidade espanhola, natural de Sevilha, de 40 anos, entrou em paragem cardiorrespiratória, foi evacuada para o SUB de Vila Real de Santo António, em manobras de reanimação, onde veio a falecer.

    Com ArenilhaTV
  • Odiana editou o Guia Náutico do Baixo Guadiana

    Odiana editou o Guia Náutico do Baixo Guadiana

    O guia está disponível em português e inglês tem 56 páginas, no formato A5 vertical, e abrange uma gama diversificada de tópicos, oferecendo informações completas sobre atividades náuticas, opções de lazer e destinos pitorescos ao longo do Rio Guadiana.

    Uma das características que os promotores consideram distintivas é o «mapa ilustrado detalhado», que proporciona uma visão panorâmica do trecho navegável do Rio Guadiana, abrangendo os concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    O mapa identifica pontos de interesse, como portos de recreio e cais de acostagem, permitindo que os entusiastas náuticos explorem facilmente a região.

    Adicionalmente, inclui uma diversidade de assuntos relacionados com o mar, desde ações turísticas ligadas ao mar, a práticas desportivas aquáticas. Oferece ainda, insights sobre o património cultural e natural da área, explorando a pesca tradicional e desportiva, a indústria do sal e eventos anuais temáticos.

    Será, pois, «uma fonte de referência imprescindível para todos os que desejam explorar a região, promovendo uma compreensão mais profunda da herança náutica e das atividades que moldaram o Baixo Guadiana ao longo dos anos», segundo a Odiana.

    A Associação Odiana é uma entidade dedicada à promoção e desenvolvimento do território do Baixo Guadiana. Através de iniciativas inovadoras, a associação busca realçar a beleza natural, a riqueza cultural e as oportunidades únicas que a região oferece.

    Para aceder ao PDF do Guia Náutico: https://mega.nz/file/UPpUGDgJ#nBAhWyLDv7fawSRHg5K_Gn73bFBuL7xmdO1JgYl-yzk