A câmara municipal de Vila Real de Santo António anunciou a renovação do fornecimento gratuito de refeições escolares para todos os alunos do ensino básico e secundário.
A medida será paga com 150 000 € destinados ao Agrupamento de Escolas de VRSA e 350 000 € ao Agrupamento D. José I, e a autarquias assegura que vai garantir refeições de qualidade, «promovendo igualdade de oportunidades e apoiando o sucesso escolar».
A autarquia declara-se comprometida em «construir um município mais inclusivo e focado no bem-estar e no futuro dos nossos jovens».
Na gala organizada a pelos meios digitais «Huelva Buenas Noticias», na qual se atribuem os prémios às dez melhores notícias do ano passado, na província de Huelva, Lepe recebeu o reconhecimento pela abertura em abril da sua nova residência para trabalhadores sazonais, «Uguntu».
O prêmio foi recebido pelo alcaide da cidade de Lepe, Adolfo Verano, que estava acompanhado pelo Ministro dos Serviços Sociais da Junta de Andaluzia, Loles López.
Segundo o autarca, a nova residência é o resultado de um compromisso que erradica as barracas realizado com muita sensibilidade, colocando todos os critérios e experiência à sua disposição e tendo as pessoas como eixo.
As melhores notícias do ano passado, em conjunto junto com a residência foi, de acordo com o meio digital: Exposição de Ídolos; Manuel Hernández Rull, Manolo El Caena; Inauguração do CEUS (tratamos este assunto aqui em FOZ – Guadiana Digital; Início da Licenciatura em Medicina; Primeira pedra do Pátio del Amor; Mover; Marina del Odiel; Nova sede do Conselho Provincial e Huelva Gran Ciudad.
«Diante de um dos principais problemas que Lepe poderia enfrentar, com muitas portas fechadas, era necessário arregaçar as mangas e assim o fizemos, o plano de erradicação do «chabolismo», barracas precárias», anotou o alcaide.
Francisco Ramires, na sua qualidade de professor da Escola de Violas da Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António, foi ontem condecorado Comendador da Ordem de Mérito, em sua casa, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pela sua dedicação aos quase 41 anos da Escola e por uma vida dedicada à música.
A Freguesia de Vila Real de Santo António que anunciou a comenda diz-se a rejubilar e manifestou orgulho, com esta «magnífica distinção ao professor Francisco Ramires!»
A Ordem do Mérito destina-se a galardoar atos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da coletividade.
Francisco Ramires, guitarrista, depois de ter abandonado a atividade musical no Arco Iris e no Conjunto Oropesa, dedicou-se há mais de quarenta anos a ensinar a prática musical da viola a gerações de jovens vilarealenses que nutrem por ele enorme simpatia e tem acarinhado ao longo da vida, em reconhecimento do seu trabalho didático.
Segundo relata a Arenilha TV, ocorreu esta tarde de 11 de Janeiro, o despiste de um motociclo, frente ao edifício da Junta de Freguesia em Monte Gordo, no concelho de Vila Real de Santo António.
Do acidente resultou lum ferido grave, com várias fraturas e traumatismos nos membros superiores e inferiores.
O motociclista, do sexo masculino, foi transportado de helicóptero, desde o Complexo Desportivo de Monte Gordo para o ULS Algarve – Hospital de Faro.
Estiveram no local, 16 operacionais, auxiliados por 5 meios e um meio aéreo.
Associações cinegéticas de Castro Marim recebem apoio do Município para continuar a prevenir incêndios
Mais de uma dezena de associações cinegéticas do concelho de Castro Marim receberam, no final do ano de 2024, um apoio monetário do Município para continuarem o seu plano de prevenção de incêndios com limpeza de faixas de gestão de combustível e a criação de novas sementeiras.
A entrega destes apoios decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Castro Marim e contou com a participação do executivo, da Proteção Civil e da Federação de Caçadores do Algarve, que reforçaram a importância desta iniciativa e deste protocolo na defesa do território.
Este apoio faz parte de um protocolo que prevê a instalação e manutenção de pastagens anuais semeadas de sequeiro em rede de Faixas de Gestão de Combustível integradas nas zonas de caça associativas e municipais do concelho de Castro Marim, sendo uma medida estrutural de Defesa da Floresta Contra Incêndios e a conservação dos solos, que vai contribuir para o controlo da vegetação espontânea.
Pretende-se ainda que este protocolo permita melhorar a eficácia na mitigação das alterações climáticas e a instalação de uma rede de defesa contra incêndios rurais, através da execução de parcelas da rede de faixas de gestão de combustível, implantadas estrategicamente de acordo com a coordenação dos serviços técnicos florestais do Município.
Este protocolo com as coletividades cinegéticas e gestoras de zonas de caça associativa ou municipal do concelho de Castro Marim terá continuidade no ano de 2025 com um novo investimento de cerca de 60 mil euros, intervencionando uma área de 51 hectares.
A câmara municipal de Vila Real de Santo António, depois de avaliar como tinha decorrido a passagem do ano em Monte Gordo, constata que o destino se reafirmou como um «dos mais procurados no Algarve para celebrar a Passagem de Ano».
Recorde-se que as festividades se estenderam por quatro adias, entre 28 e 31 de dezembro, onde «milhares de pessoas reuniram-se na Baía de Monte Gordo para desfrutar de uma programação diversificada, repleta de momentos inesquecíveis e abrilhantada por um espetáculo deslumbrante de fogo de artifício».
A noite de 31 de dezembro constituiu o ponto alto das celebrações, com o concerto dos Calema, que cativaram o público com uma performance inesquecível e o espetáculo pirotécnico, o projeto Time Travel prolongou a animação nas primeiras horas de 2025, transportando o público numa viagem musical.
A segurança foi assegurada por uma operação conjunta envolvendo a Proteção Civil, PSP, GNR, Bombeiros, Polícia Marítima e empresas de segurança privada, garantindo um ambiente tranquilo e seguro para todos os participantes.
A autarquia assinala como reflexo do sucesso do evento foi «a elevada taxa de ocupação hoteleira no concelho de Vila Real de Santo António, que, em especial na zona de Monte Gordo, registou níveis próximos dos 100%».
Para Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal «Monte Gordo voltou a afirmar-se como um destino de eleição para a festa de Passagem de Ano, proporcionando uma experiência inesquecível para todos. Este evento não só dinamiza a nossa economia local como reforça a imagem do concelho como um local de excelência. Estamos já a preparar a edição do próximo ano, que será ainda mais extraordinária».
De acordo com uma reportagem publicada em Greensavers, de que deixamos o endereço abaixo, sustenta-se que Portugal está entre os países que mais tubarões e raias capturam, apoiado-se num relatório da organização conservacionista portuguesa ANP|WWF, de 2021, intitulado «Tubarões e raias: Guardiões do oceano em crise».
O nosso país é o terceiro na Europa com mais capturas desses elasmobrânquios: uma média de 4.340 toneladas por ano.
Estima-se que em águas portuguesas existam 117 espécies distintas de tubarões, raias e quimeras, que, no seu conjunto, representam 89% de toda a fauna existente nos mares da Europa e 9% de todas as espécies do mundo.
Fomos avaliar o papel que os grandes predadores desempenham no equilíbrio ecológico e soubemos que eles ajudam a manter as populações de presas sob controle, evitando a superpopulação e a consequente degradação do habitat.
Tendem a caçar os indivíduos mais fracos ou doentes, promovendo uma população de presas mais saudável e geneticamente robusta e mantêm a biodiversidade ao controlar as populações de presas, permitindo que outras espécies coexistam, mantendo a diversidade do ecossistema.
A presença ou ausência de grandes predadores pode ter efeitos em cascata em todo o ecossistema, afetando várias outras espécies e processos ecológicos. Por exemplo, a ausência de tubarões pode levar ao aumento de espécies de nível trófico inferior, que por sua vez podem sobre explorar recursos como corais e algas, resultando em um ecossistema desequilibrado.
Com a promessa de que após a inauguração da nova ponte a antiga será desativada, abrirá ao trânsito, no próximo domingo, dia 13 de Janeiro a nova ponte de acesso à Ilha de Faro.,
A revelação foi feita pelo presidente Rogério Bacalhau, mas não se encontra ainda definida a hora da cerimónia de inauguração, esperando-se que o Governo se venha fazer representar.
O investimento nesta nova e moderna infraestrutura subiu aos 6,6 milhões de euros.
Por concluir fica a iluminação LED e outros pormenores, mas a obra estará pronta a entrar em funcionamento no domingo.
No dia seguinte à inauguração, Rogério Bacalhau, sem terminar o mandato, o seu último por ora possível, deixará a presidência da câmara da capital algarvia para se tornar presidente do Conselho de Administração da Águas do Algarve, sendo substituído pelo vereador e vice-presidente Paulo Santos.
O espaço de eventos da Quinta do Sobral foi o local escolhido, em Castro Marim serem dadas as boas-vindas a mais de 200 novos médicos internos de formação geral e de especialidade que começaram a trabalhar para a Unidade Local de Saúde do Algarve, na passada sexta-feira, dia 3 de janeiro.
A sessão de abertura contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, também médico, Francisco Amaral, que inaugurou o evento com um discurso onde recordou a sua carreira na área da saúde.
O autarca relembrou ainda as iniciativas e medidas que tomou ao longo dos últimos anos como o transporte de doentes para consultas e exames, a Unidade Móvel de Saúde, o programa de combate ao tabagismo e a mais recente campanha de vacinação contra a pneumonia.
Aos novos médicos, Francisco Amaral aproveitou para deixar algumas palavras e conselhos, além do pedido para que estes profissionais se fixem na região algarvia.
«Aprendam e dediquem-se de alma e coração à vossa profissão, melhor, à vossa vocação», aconselhou.
A programação do dia incluiu ainda várias apresentações, reuniões e partilha de informações sobre o Internato Médico e Residência Farmacêutica, com a Direção de Internato Médico.
Uma Charola é muito mais do que o seu simples repertório musical, diz-nos Tina Madeira, no Facebook, qualificando-se como uma ancestral manifestação cultural que, felizmente, em Portugal, ainda perdura no sotavento algarvio, nos concelhos de Faro, S. Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Sto. António.
Os agricultores espanhóis estão preocupados com a queda acentuada dos preços do azeite, que atribuem a movimentos especulativos no mercado.
De acordo com os dados mais recentes, o preço do azeite virgem extra caiu 54,1% desde janeiro de 2024, passando de 8,95€ para 4,1€ por litro. O azeite virgem desceu 55%, de 8,5€ para 3,8€, e o azeite normal caiu 57,6%, de 8,5€ para 3,6€ por litro.
As organizações agrícolas, como a «Coag Andalucía», pediram ao governo espanhol que investigue possíveis práticas anti concorrenciais no setor.
Em Portugal, a produção de azeite tem mostrado um crescimento significativo. Em 2023, a produção de azeitona para azeite aumentou 25% em comparação ao ano anterior.
Este aumento deve-se ao aumento da produtividade nos olivais tradicionais e à entrada em produção de novos olivais intensivos. Apesar do aumento da produção, os preços do azeite em Portugal seguem as referências internacionais e não sofreram grandes alterações.
Portugal é conhecido pela qualidade do seu azeite, com 98% da produção classificada como Virgem ou Virgem Extra. A produção de azeite virgem extra representa mais de 90% do total produzido no país. A região do Alentejo é a principal produtora de azeite em Portugal, responsável por 80% da produção nacional.
Enquanto os agricultores espanhóis enfrentam uma queda acentuada nos preços do azeite, atribuída a possíveis movimentos especulativos, Portugal tem visto um aumento na produção e mantém a qualidade do seu azeite. A situação em Espanha pode ter impacto no mercado português, mas até agora, os preços em Portugal têm permanecido estáveis.
A produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis foi de 44 816 GWh e corresponde a 78,1% do total da produção bruta, mais saldo importador de eletricidade.
É o que se afere do documento das estatísticas rápidas das renováveis, publicado pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), no ano-móvel (últimos 12 meses) de dezembro de 2023 a novembro de 2024,
De acordo com a metodologia da Diretiva UE 2018/2001, que estabeleceu os objectivos a atingir em 2030, estima-se que essa percentagem se situe em 66,1%.
Neste mesmo período, 76,1% da produção de eletricidade de origem renovável foi obtida através das tecnologias eólica e hídrica.
No final de novembro de 2024, a potência instalada em unidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis foi de 20 361 MW, dos quais 2 459 MW são referentes a instalações de produção descentralizada.
A capacidade instalada na produção descentralizada representa 12,1% da potência instalada renovável.
As tecnologias hídrica e eólica representam 70% da capacidade instalada. A potência instalada da fotovoltaica foi atualizada de 2015 a 2021. No mesmo período, verificouse uma redistribuição geográfica da potência instalada da produção descentralizada. Os dados 2023 e 2024 são provisórios.
A publicação abrange o Continente e as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira e pretende acompanhar a utilização da energia proveniente de fontes renováveis.
Câmara Municipal de Lagos discorda de exploração de aquacultura em mar aberto no Barlavento Algarvio com a eventual concessão de um Título de Atividade Aquícola (TAA).
Trata-se da expansão em águas marinhas, na costa sul do concelho vizinho de Vila do Bispo, abrangendo a área 2 956 955 m2), entre a Ponta dos Caminhos e Ponta do Torre.
Teme-se que prejudique a pesca, a náutica e o turismo e, consequentemente, a economia e tecido social local e algarvios.
A expansão da exploração pela empresa Finisterra S. A. destina-se à produção de Mexilhão-do-Mediterrâneo (Mytilus galloprovincialis), em regime extensivo, entre a Ponta dos Caminhos e Ponta do Torre (Vila do Bispo), representando uma área total de 2 956 955 m2.
O que a autarquia teme é que seja afetada a astividade de centenas de embarcações de pesca artesanal exercem a sua faina, impactando negativamente a sua atividade e fontes de rendimento de mais de 300 famílias.
A área em causa constitui uma zona de pesca com valor significativo na captura de pelágicos (sardinha, carapau e cavala), espécies demersais e moluscos (besugo e polvo), mariscos, entre outas espécies.
Também a náutica (recreio, turismo de mar, eventos, operadores marítimo-turísticos, reparações navais) será afetada por esta exploração, acarretando consequências nefastas para o concelho de Lagos, bastante ligado a esta valência.
Tendo em conta o habitual tráfego marítimo na costa do barlavento algarvio, incorre também o risco de que as embarcações de recreio possam afastar-se ou até evitar atracar em território nacional.
A segurança é outra das preocupações, dado que este tipo de infraestrutura envolve equipamentos (cabos e boias) que condicionam a navegação, muitas vezes com deficiente sinalização que, associadas aos ventos e correntes, podem ser um perigo para pessoas e bens, para além dos danos na reputação relativamente às atividades de mar no território.
Apesar de reconhecer a importância da aquacultura em mar aberto e os seus contributos para a economia do país, perante os efeitos prejudiciais desta exploração nas atividades piscatórias e náuticas, turismo e economia local, a Câmara Municipal de Lagos manifestou junto da Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos a sua total discordância em relação à concessão do TAA à empresa Finisterra.
Aproveeitou para alertar para a necessidade de se reavaliar a legislação reguladora deste tipo de atividade de forma a ter em conta os impactos negativos nas regiões e implementar instrumentos de fiscalização mais eficazes.
O Município de Tavira aprovou em sessão ordinária da Assembleia Municipal (11 de dezembro), o Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico e de Marketing (PEDTM) que estabelece a estratégia de desenvolvimento turístico do concelho para os próximos cinco anos.
O documento, desenvolvido pela Universidade do Algarve, foi previamente aprovado em reunião do executivo municipal e esteve em consulta pública até 18 de novembro, tendo recebido contributos que foram incorporados na versão final.
O PEDTM define quatro produtos turísticos prioritários para Tavira: Sol e Mar, Dieta Mediterrânica, Touring Cultural e Paisagístico e ainda Turismo de Natureza.
O plano estabelece uma visão de Tavira como destino turístico sustentável e diferenciador, ancorado na Dieta Mediterrânica – Património Cultural Imaterial da UNESCO – e nos seus valores naturais e culturais únicos.
Entre as principais medidas previstas destacam-se a implementação de um programa de formação e capacitação de recursos humanos, diversos investimentos em infraestruturas como o porto de recreio, as novas rotas temáticas que ligam o litoral ao interior e melhorias em termos de mobilidade sustentável.
O plano foi desenvolvido com uma abordagem participativa, envolvendo diversos stakeholders locais e regionais, estabelecendo 18 linhas estratégicas organizadas em 8 eixos principais: Pessoas, Coesão e Atratividade do Território, Acessibilidades e Mobilidade, Turismo Todo o Ano e Para Todos, Sustentabilidade, Diferenciação através da Dieta Mediterrânica, Inovação e Bem-estar Social, e Investimento.
A implementação do PEDTM terá início em 2025, com um horizonte temporal até 2030, prevendo um conjunto de programas e ações que visam reforçar a competitividade e a sustentabilidade do turismo em Tavira.
Esta medida visa reduzir o desperdício eletrónico e simplificar a vida dos consumidores, permitindo o uso de um único carregador para múltiplos aparelhos.
Dispositivos abrangidos:
Telemóveis
Tablets
Câmaras digitais
Auscultadores e auriculares
Consolas de videojogos portáteis
Altifalantes portáteis
Leitores eletrónicos
Teclados e ratos sem fios
Sistemas de navegação portáteis
Os computadores portáteis também serão abrangidos por esta diretiva, mas terão um prazo adicional até 28 de abril de 2026 para se adaptarem às novas regras.
Objetivos da diretiva:
Comodidade para os consumidores: Eliminar a necessidade de múltiplos carregadores para dispositivos diferentes.
Redução de resíduos eletrónicos: Diminuir a quantidade de carregadores descartados, contribuindo para a sustentabilidade ambiental.
Harmonização do mercado: Evitar a fragmentação do mercado de dispositivos de carregamento, promovendo a interoperabilidade entre marcas e produtos.
Estima-se que, em 2020, os consumidores da UE possuíam, em média, três carregadores para os seus dispositivos eletrónicos, dos quais usavam regularmente dois. Anualmente, a UE regista cerca de 11 mil toneladas de resíduos eletrónicos provenientes de carregadores descartados.
Além disso, a diretiva harmoniza os requisitos de carregamento rápido e permite aos consumidores escolher se desejam ou não receber um novo carregador com cada compra de dispositivo, incentivando a reutilização de carregadores existentes.
Esta iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da UE para promover o consumo sustentável e a economia circular, garantindo que os consumidores tenham acesso a soluções de carregamento mais ecológicas e eficientes.
O aeroporto de Beja vai recebeu alguns voos de viajantes que regressaram do Brasil no dia 27 de dezembro.
Eis a programaçãoVoo HFY-627 – Airbus A340-300: Descola de Maceió às 19h30 e pousa em Fortaleza às 21h05. Descola de Fortaleza às 22h30, para Beja e Voo HFY-727 – Airbus A330-300: Descola de Salvador às 23h20, para Beja.
A Hi Fly é uma companhia aérea privada e a terceira maior aviação Portuguesa, especializada no frete de aviões comerciais com tripulação, manutenção e seguro incluído wet lease.
Desde 2016 que a Hi Fly usa o aeroporto de Beja para estacionamento e manutenção de linha dos seus aviões – e de aviões de vários modelos airbus de outras companhias aéreas com contrato de manutenção com a Mesa, segundo Lidador Notícias – Teixeira Correia
O que é wet lease
O termo wet lease refere-se a um acordo no qual uma companhia aérea aluga uma aeronave completa, incluindo tripulação, manutenção e seguros, de outra empresa.
Neste tipo de contrato, a empresa locadora que fornece a aeronave é responsável por operar os voos, enquanto a empresa locatária que aluga a aeronave comercializa os bilhetes e define as rotas.
Há três associações regionais de defesa do ambiente – BlueZ C Institute, Civis Cidadania e PROBAAL – que tomaram uma ação legal contra a construção do novo porto de recreio em Faro.
Estas organizações deram entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé com uma Ação Popular sob a forma de providência cautelar, visando a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, com o Município de Faro como contrainteressado, sendo este o responsável pela obra.
A iniciativa das associações baseia-se em preocupações ambientais e no impacto potencial do projeto na Ria Formosa, uma área sensível e protegida.
Segundo as organizações, o projeto levanta sérias questões sobre a sustentabilidade ecológica, o cumprimento das normas de proteção ambiental e a viabilidade de um empreendimento dessa dimensão em ecossistema delicado.
O Município de Faro defende que o novo porto de recreio será uma peça-chave no desenvolvimento turístico e económico da região, criando empregos e promovendo a atividade náutica.
No entanto, os opositores alertam para o risco de degradação ambiental e os impactos negativos na biodiversidade local.
A providência cautelar busca suspender imediatamente qualquer avanço no projeto até que sejam realizados estudos e análises adicionais para garantir que não haja prejuízos irreversíveis ao meio ambiente.
A decisão do tribunal sobre a matéria será crucial para determinar os próximos passos do empreendimento.
Este caso reflete uma crescente mobilização da sociedade civil em defesa do meio ambiente, um tema que ganha cada vez mais relevância no debate público e nos processos de desenvolvimento urbano e regional.
Continuaremos a acompanhar o desenrolar deste processo judicial e o impacto que poderá ter nas políticas de desenvolvimento da região.
No Sorteio Extraordinário da Lotaria de Natal de Espanha, realizado a 22 de dezembro de 2024, a província de Huelva, na Andaluzia, foi contemplada com parte significativa dos prémios.
O segundo prémio, correspondente ao número 40.014, atribuindo 1.250.000 euros por série, foi distribuído em várias localidades andaluzas, incluindo Huelva, Cádiz, Granada e Málaga.
Destaca-se a cidade de Chipiona, em Cádiz, onde foram vendidos 450 bilhetes deste número, resultando na distribuição de 56.250.000 euros.
Este sorteio, conhecido como “El Gordo”, é uma tradição anual em Espanha desde 1812, distribuindo milhares de prémios por todo o país. Em 2024, a Lotaria de Natal espanhola distribuiu um total de 2.702 milhões de euros em prémios, com cada andaluz gastando em média 61,01 euros em bilhetes, abaixo da média nacional de 73,84 euros.
A Andaluzia tem sido historicamente uma região afortunada neste sorteio, com cidades como Sevilha, Cádiz, Málaga e Granada a serem contempladas com o primeiro prémio em múltiplas ocasiões ao longo dos anos.
Faleceu esta manhã, em Portimão, vítima de doença prolongada, o grande jornalista algarvio Hélder Nunes, fundador do jornal Barlavento, aos 75 anos.
Foi responsável por uma grande transformação na imprensa regional do Algarve, à qual dedicou 40 anos da sua vida, sendo muito respeitado e, até, temido pela classe política regional.
Transmitimos à família, à direção do Barlavento, novo corpo redatorial e aos seus leitores a nossa mais profunda consternação, por saber que desapareceu uma figura pública, um lutador pela liberdade de informação, um amigo do Algarve e do seu desenvolvimento, uma grande portimonense.
Durante os anos que tive oportunidade de com ele conviver a partilhar experiências jornalísticas, as mais das quais enquanto chefe da Redação do Jornal do Algarve, constatei a sua dedicação, determinação, pioneirismo, camaradagem, firmeza, espirito de luta e amor à nossa região.
Para quem participa na WWF, o ano de 2024 foi de contrastes para a natureza, com a celebração de vitórias que os encheram de esperança, mas também de assistir a decisões políticas que desafiaram o progresso já alcançado.
Nas vitórias vem o facto da população de linces-ibéricos ter crescido e o seu nível de ameaça baixado, a aprovação da Lei Europeia do Restauro Ecológico, considerada como um marco histórico; a criação no Algarve de um Comité de Cogestão para a pesca do polvo, a remoção de mais uma barreira fluvial obsoleta para proteger os rios.
Já no plano negativo assinalam a redução da proteção do lobo ibérico na União Europeia, a construção de mais barragens prejudiciais que podem destruir inúmeros habitats, o facto de o Governo continuar sem fechar portas à mineração em mar profundo.
Assina-se também como negativo o corte de 44% de fundos para cuidar das florestas.
Para 2025 a WWF continua a analisar que estas incongruências lembram que o caminho pela natureza não é linear “mas isso não nos impede de avançar”.