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  • Milhares de pessoas em Alta Mora e Castro Marim

    Milhares de pessoas em Alta Mora e Castro Marim

    A organização foi da Associação Recreativa, Cultural e Desportiva dos Amigos da Alta Mora (ARCDAA), apoiada pelo município de Castro Marim.

    O festival fez-se de caminhadas, música, dança, teatro, gastronomia, artesanato e exposições na sua programação, com destaque para a «Torta de Amêndoa Gigante», com o comprimento de 42 metros, apresentada pela vice-presidente Filomena Sintra e apadrinhada pelo chef Francisco Siopa.

    A sessão inaugural, no dia 2 de Fevereiro, tinha contado com as participações do vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, Pedro Valadas Monteiro, do presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, da presidente da Junta de Freguesia de Odeleite, Rosário Sousa, do Padre da Paróquia de Odeleite, Armando da Silva, e do presidente da ARCDAA, Válter Matias.

    No município, salienta-se que «o sucesso deste evento realça o esforço envolvido na organização do festival, que luta contra o isolamento e a desertificação do território do interior do concelho de Castro Marim».

    Marcha-corrida foi êxito de participação

    A Marcha-corrida organizada pela câmara municipal de Castro Marim, realizada no dia de ontem, domingo, teve a participação de mais de 600 pessoas, a circularem com o belo cenário da Reserva Natural do Sapal.

    Com dois percursos de distintos graus de dificuldade, o primeiro de 10 quilómetros, pela Reserva Natural do Sapal, e o segundo de 3,5 quilómetros pela Vista Real, aqui já por paisagens únicas e as salinas tradicionais, pode considerar-se ter tido um assinalável êxito de presenças.

    marcha corrida cm 2024

    A iniciativa tem características únicas para o contacto direto com a fauna e a flora do concelho e o objetivo de «contribuir para o desenvolvimento do exercício físico e dos bons hábitos de saúde, além da criação de laços de amizade e de solidariedade», como assinala a autarquia.

    A prova inseriu-se no calendário regional de marcha e teve, como parceiros de organização, o Instituto Português do Desporto e Juventude e Plano Nacional de Ética no Desporto.

    fotos: CM-Castro Marim
  • «Caminheiros» nas margens do Guadiana em décima edição

    «Caminheiros» nas margens do Guadiana em décima edição

    O evento anual, é integrado no Algarve Walking Season, promove o turismo sustentável, destacando as belezas naturais, culturais e gastronómicas da região. O CAMINHEIROS arranca na temporada favorita, o final de estação de inverno e oferecerá uma experiência única pela cor, sons e perfumes da natureza, entrelaçando o simples ato de caminhar com experiências ricas e autênticas no território.

    Explorando o Algarve por rio, serra e fronteira

    O programa diversificado do “Caminheiros” apresenta-se como «um mosaico de experiências que despertam todos os sentidos, oferecendo uma celebração da natureza e cultura do território transfronteiriço de Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana».

    Desde caminhadas à beira do rio Guadiana até passeios de kayak, cada atividade promete «uma imersão na beleza natural da região. Os participantes podem testemunhar entardeceres deslumbrantes, explorar castelos medievais sob o manto noturno e desvendar os segredos da apicultura na serra algarvia».

    Além disso, inclui uma mistura única de experiências gastronómicas, como workshops de pão caseiro e degustações de produtos locais.

    Seja nas paisagens amplas do Serro de Panóias, nos trilhos de ronda junto ao Guadiana, ou na observação estelar, cada caminhada oferece não apenas uma jornada física, mas uma conexão com a rica herança ecológica e cultural desta região. O CAMINHEIROS «é uma oportunidade de explorar, aprender e vivenciar o Algarve de uma forma verdadeiramente única e envolvente, salienta a câmara municipal de Alcoutim».

  • PCP analisa o quadro da seca no Algarve e as medidas

    PCP analisa o quadro da seca no Algarve e as medidas

    O partido insiste na importância de uma gestão pública e sustentável da água, com investimentos significativos em infraestrutura, tecnologia e educação, para garantir que todos os setores da sociedade algarvia tenham acesso a água de forma justa e sustentável.

    O Algarve enfrenta uma crise hídrica severa, exacerbada pela «inação dos sucessivos governos do PS e do PSD/CDS», segundo o Partido Comunista Português (PCP).

    Esta crise, marcada por secas prolongadas e escassez de água, poderia ter sido atenuada com investimentos públicos adequados e a realização de obras essenciais. O PCP critica a falta de ação política efetiva, apesar dos repetidos avisos e planos apresentados que não abordaram os problemas de forma sustentável.

    Em resposta à crise, foram propostas medidas controversas, como o aumento significativo dos preços da água em escalões variados, o que levanta questões de justiça social. O PCP argumenta que esta estratégia sobrecarrega desproporcionalmente os pequenos consumidores e ignora a necessidade de investimentos públicos para resolver a raiz do problema. A falta de água no Algarve tem desdobramentos profundos, afetando não apenas o consumo doméstico, mas também setores críticos como a agricultura e o turismo, exigindo soluções diferenciadas que considerem as particularidades de cada área.

    O governo anunciou cortes no fornecimento de água para a agricultura e o abastecimento urbano, incluindo o setor turístico, numa tentativa de mitigar a crise. Contudo, o PCP critica a abordagem do governo por não apresentar um plano integrado que equilibre as diversas necessidades de uso da água com a capacidade de armazenamento e promova um consumo eficiente e racional deste recurso vital. Salienta-se a importância de uma gestão equitativa que proteja os pequenos agricultores, a agricultura familiar, e assegure o abastecimento doméstico e público.

    Para além das restrições imediatas, o PCP sublinha a urgência de medidas de longo prazo que abordem a sustentabilidade hídrica. Entre as propostas estão a modernização das infraestruturas de água, o incentivo à agricultura eficiente no uso da água, a conservação dos aquíferos, e a implementação de tecnologias para reduzir as perdas de água. Há também uma ênfase na necessidade de uma gestão pública da água que evite a privatização dos recursos hídricos, garantindo o acesso universal a este bem essencial.

    O partido propõe ainda a avaliação de soluções como a dessalinização e a interligação de sistemas hidrológicos como parte de um esforço mais amplo para enfrentar a crise. No entanto, adverte que tais medidas devem ser cuidadosamente ponderadas para evitar impactos ambientais negativos e garantir que a gestão da água permaneça sob controle público. O PCP defende uma mudança radical na política de gestão da água, com foco em investimentos estratégicos, modernização, e um compromisso firme com a sustentabilidade e a justiça social.

  • Preço da água vai subir e muito no Algarve

    Preço da água vai subir e muito no Algarve

    No primeiro escalão, será de 15 por cento, no terceiro 30 e no quarto 40 por cento. À hotelaria, comércio e indústria, vai ser aplicado um aumento de 15 por cento.

    A cobrança vai chegar com a fatura do mês de março e as percentagens vão variar de forma diferenciada. Segundo António Miguel Pina disse aos jornalistas no final da reunião que decidiu o aumento, ele resulta de um instrumento proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

    No nosso site, estamos a tentar saber se estes aumentos repercutem como os regulares, resultantes da inflação e do clausulado dos contratos, sendo extraordinários, vão ou não, ter repercussão nas taxas associadas de saneamento básico e resíduos sólidos, o que elevaria as faturas a preços proibitivos.

    Segundo António Miguel Pina, a AMAL, cujo executivo é constituído pelos presidentes das câmaras municipais algarvias, encara esta medida como «instrumento de sensibilização adicional», para penalizar quem consume mais água.

    O autarca adianta que o consumo urbano, no primeiro mês deste ano, continua a aumentar em relação ao mês homologo do ano anterior» e queixa-se da falta de consciencialização e contribuição para se reduzir o consumo de água, num momento em que é preciso o esforço de todos para enfrentar a escassez hídrica no Algarve.

    António Miguel Pina entende que é de facto preciso «chocar de alguma maneira» e revela que, em breve vão chegar outros instrumentos.

  • Município de Faro recebe competências na Ilha do Farol

    Município de Faro recebe competências na Ilha do Farol

    O núcleo do Farol da Ilha da Culatra, conhecido como Ilha do Farol, continuará no domínio público marítimo, ficando a gestão deste território a ser realizada pela Câmara de Faro. A autarquia tem já em estudo a concretização de alguns projetos, ao abrigo da sua nova competência.

    Rogério Bacalhau, presidente da autarquia, disse aos jornalistas que existe um conjunto de imóveis devolutos, para desenvolver atividades e eventualmente instalar equipamentos públicos, que a câmara tem intenção de recuperar. Entre os projetos está um posto de Proteção Civil e com equipamento de bombeiros, para dar melhor segurança a quem ali permanece, em particular no verão.

    Será também criado um polo de investigação do Centro de Ciências do Mar, CCMAR, da Universidade do Algarve e um espaço para residências artísticas, valências que «serão uma mais-valia para o núcleo do Farol e para o concelho». revelou.

    O presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, APSA, José Luís Cacho, disse acreditar que a partir de agora será possível dar melhores condições a quem reside ou visita o Farol, assim como impulsionar o desenvolvimento do núcleo, criando valor para a ilha e para Faro.

    O presidente da Associação de Moradores da Ilha do Farol, que no verão recebe milhares de visitantes e onde residem 160 a 180 pessoas durante todo o ano, tem por premente o problema das acessibilidades, completamente destruídas e que precisam de ser reparadas o mais urgente possível.

  • Padre Miguel Neto da Diocese do Algarve defende emigrantes

    Padre Miguel Neto da Diocese do Algarve defende emigrantes

    E lembra que há mais de cem anos, vimos aonde isto no levou, no pico da Revolução Industrial, salientando que devemos ter memória e valorizar as pessoas.

    Para o Padre Miguel Neto, «a dimensão e caracterização do trabalho está a mudar e nós, Igreja, temos de valorizar o fazem as pessoas, sejam elas vindas de qualquer país, oriundas de qualquer povo. Fazem falta TODOS!»

    E, como exemplo, pergunta: «em tantas IPSS, sobretudo aquelas que estão em lugares distantes dos centros urbanos, quem trabalharia na assistência direta aos utentes, se não fossem os imigrantes? Urge que a Igreja fale sobre esta nova dimensão do trabalho humano, talvez com uma encíclica na linha do que foi feito em 1981, com a Laborens Exercens e antes, com a Rerum Novarum».

    Diz que hoje assistimos a uma polarização, na qual participamos falamos e criticamos, «sem tantas vezes repararmos, não só quem esta ao nosso lado, como também em quem nos presta um serviço, tantas muitas vezes tão discretamente, que nem damos por que o façam»

    Para o clérigo da Diocese do Algarve, «Os imigrantes que acolhemos nos nossos países não sabem só servir às mesas, limpar as nossas casas e estabelecimentos (como tantos portugueses imigrantes fizeram na França), serem taxistas ou motoristas de Uber/ TVDE (como tantos portugueses imigrados na França, que foram taxistas); são pessoas que têm vida, que desconhecemos, mas que inclui uma família, uma formação e a busca de uma existência melhor, tantas vezes, não só financeiramente, mas sobretudo de paz, segurança e condições para estar melhor».

    Recorrendo ao processo histórico recorda o caso do nosso pais e sobretudo o Algarve que «sempre foi um espaço de tolerância religiosa e cultural. Prova disso é, precisamente, o facto de a conquista desta região a sul ter sido mais um ato político, do que o sentir do povo que aqui vivia. Havia um salutar convívio entre cristãos, muçulmanos (na sua maioria vindos do Iémen) e judeus, até à conquista, pelo Rei Afonso III. Vários factos apontam para isso mesmo: o rito Moçárabe, no qual eram feitas as celebrações cristãs, o respeito enorme que os muçulmanos tinham pela igreja do Corvo em Sagres, onde repousavam as relíquias de São Vicente, antes de serem levadas pelo Rei Afonso Henriques e os múltiplos relacionamentos mistos, que havia entre os vários povos aqui presentes. Distante e ignorado pelo desejo de conquista da nobreza, a gente do al-Gharb vivia e convivia em salutar paz e tolerância, nestas terras. Infelizmente, não tem recordação dessa memoria. Infelizmente, não temos recordação da necessidade que o povo português teve de ir para fora do seu pais, para melhorar a sua condição de vida. Agora, neste tempo, quase que preferimos as máquinas às pessoas».

    E, nas reflezou que faz sobre os dias de hoje diz-se entristecido e estar à espera de «um dia, ouvir alguém dizer que prefere ir a uma caixa automática de supermercado, do que ir a uma caixa de supermercado onde há um operador oriundo da América do Sul, do Médio Oriente, de África, ou da Ásia».

    Para defender a participação dos emigrantes na economia do nosso Pais recorda que «Se não valorizarmos o trabalho que os imigrantes que recebemos fazem, chegará o momento em que o nosso próprio trabalho vai estar em perigo. Cada vez tenho mais certeza disto».

    Tece depois considerações sobre a inteligência artificial e os usos que os homens estão a fazer, para de livrarem de pagar o trabalho que substituem pelo desempenho das máquinas, com todos os riscos que essas atitusdes comportam.

    E exemplifica: «As portagens não ficaram mais baratas por passarmos com o dispositivo da via verde, em vez de termos um portageiro a quem damos o cartão bancário para pagar; as compras no supermercado (ou outra superfície comercial multinacional) não ficam mais baratas por sermos nós a fazer o trabalho de um operador de caixa; os seguros, comunicações e eletricidade não ficam mais baratos, porque em vez de uma pessoa nos atender o telefone temos um Chat Bot a adivinhar o que queremos e, normalmente, ficamos sem resposta; os bancos não cobram menos comissões bancárias por, muitos deles, já não terem caixas com funcionários para depositar e levantar dinheiro».

  • O que as pessoas entregam para reciclar

    O que as pessoas entregam para reciclar

    No ano de 2023 a associação Electrão recolheu e vinte e sete mil toneladas de equipamentos elétricos, o que representa mais 16% que no ano anterior, mas avalia que os números ficaram longe das 100 mil toneladas anuais por reciclar.

    Esta associação de gestão de resíduos, ´é responsável por três dos principais sistemas de recolha e reciclagem, embalagens, pilhas e equipamentos elétricos usados e afirma que os bons resultados se devem ao empenho dos parceiros e ao alargamento dos locais de recolha e dos serviços ao cidadão, havendo já 11.500 pontos de recolha no país.

    Portugal, está, contudo abaixo do cumprimento das metas europeias, baseando o cálculo no que se etima vender am Portugal todos os anos. São 245 mil toneladas de equipamentos elétricos, com 60% deles a ser para substituir outros, que vão originar resíduos. «O que significa que se produzem anualmente 147 toneladas de resíduos. Se no ano passado só foram recolhidas 46 mil toneladas (destas, 27 mil pela Electrão), faltam cerca de 100 mil».

    Noutras contas, a produção de resíduos elétricos e eletrónicos ronda os 14,5 quilogramas per capita mas só foram recolhidos 4,5 quilos, pelo que cada português, em média, tem 10 quilos de resíduos, que deviam estar a ser recolhidos e tratados.

    A associação diz que «muitos equipamentos estarão esquecidos nas gavetas e acumulados em garagens, sótãos e arrecadações. E cita um estudo segundo o qual existem, em média, 74 equipamentos elétricos nas casas europeias».

    Segundo afirma o diretor-geral da associação, Ricardo Furtado, faz com que o problema essencial resida «nos milhares de toneladas que são desviadas, todos os anos, do circuito formal da reciclagem para o mercado paralelo. Esta prática implica graves prejuízos para a saúde pública e para o ambiente, já que estes aparelhos são tratados sem que seja acautelada a sua descontaminação”.

    A associação Electrão recorda que oferece na região de Lisboa um serviço de recolha porta-a-porta para grandes eletrodomésticos, que facilita a vida ao cidadão e ajuda a combater o mercado paralelo. E ainda sobre o balanço do ano passado diz que entre os equipamentos elétricos mais reciclados estão os grandes eletrodomésticos, como máquinas de lavar e secar roupa.

    Em segundo lugar os equipamentos de regulação de temperatura, como frigoríficos, arcas congeladoras e radiadores, e depois os pequenos aparelhos elétricos, como torradeiras e ferros de engomar, e ainda os equipamentos de informática e telecomunicações. Monitores e televisores, tal como as lâmpadas, representam uma minoria.

    A associação tem como principal missão assegurar a reciclagem dos resíduos recolhidos, contribuindo para a minimização do impacto ambiental e para um reaproveitamento dos materiais que os constituem, promovendo a economia circular.

  • Agricultores em luta por melhor vida no setor

    Agricultores em luta por melhor vida no setor

    Uma série de protestos e cortes de estradas em todo o País, procurando chegar às áreas de fronteira, onde o outro lado enfrenta problemas de natureza comum, sacudiu Portugal de norte a sul, por iniciativa do Movimento Cívil de Agricultores, que procurou sacudir a inércia com que a agricultura portuguesa vai definhando e só ainda não caiu de todo, porque o desastre vai sendo atamancado por subsídios.

    O que derramou a taça foi o fim de um subsídio, apesar dos 500 milhões para a agricultura anunciado dias antes pelo Governo que, talvez temesse um levantamento deste tipo.

    As reivindicações caseiras, pacíficas e ordeiras, que cortaram estradas, mas procuraram facilitar corredores de escoamento aos utentes, terminaram ao fim da tarde com um comunicado do ministério da agricultura, a abrir linhas de crédito sem juros e a repor subsídios com intenção de corte.

    Mas estes protestos em Portugal, são parentes dos protestos dos agricultores europeua e estão relacionados com as preocupações sobre os acordos comerciais entre a União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), onde há o receio de que a importação de produtos agrícolas desses países possa prejudicar a produção local, devido à concorrência desigual em termos de normas ambientais, sociais e de segurança alimentar.

    Os agricultores estão a pedir garantias e medidas de proteção para o setor agrícola local antes que esses acordos sejam implementados, pare se ter uma visão mais geral que abrange os 27 países da União Europeia.

    Se forem implementados sem as devidas salvaguardas, poderá haver uma pressão significativa sobre os preços dos produtos agrícolas locais e sobre a sustentabilidade das práticas agrícolas europeias. Além disso, eles temem que a concorrência desleal possa levar a uma perda de empregos no setor agrícola.

    Fraca participação no Algarve

    Foi a fraca participação impediu a realização da marcha lenta que os agricultores algarvios tinham previsto fazer entre Faro e Castro Marim, tendo apenas sido efetuado um trajeto por autoestrada entre Faro e Tavira, segundo a agência de notícias Lusa.

    Convocada para o estádio do Algarve, no Parque das Cidades Faro-Loulé, às cinco da manhã, tinha a partida para Castro Marim, pela Estrada Nacional 125, prevista para asseis horas de ontem, mas o grupo de cerca de 15 participantes apenas saiu de Faro rumo a Tavira, pelas 8h30.

  • Algarve em Barcelona procura respostas à seca

    Algarve em Barcelona procura respostas à seca

    O Algarve enfrenta uma seca hidrológica prolongada, resultante da ausência significativa da precipitação que afeta os níveis de armazenamento das reservas de água.

    Reunião profissional em sala de conferências moderna.

    Durante dois dias, com reuniões e visitas a instalações, procura-se a troca de experiências entre ambos os países, em especial quanto à gestão da água e com preocupações sérias e de elevada complexidade.

    A comitiva algarvia foi recebida pela Agência Catalã da Água , a Cônsul do Consulado Geral de Portugal, em Barcelona, registando a presença das equipas da Dessalinizadora de Llobregat, da EDAR de Prat de Lllobregat, da Estacão de Regeneração de Águas del Prat e do Centro Tecnológico da Água da Acciona.

    A delegação da empresa algarvia deixou «simpatia e disponibilidade para as entidades governamentais de gestão da Água da Catalunha pela desafiante situação hídrica que estão a atravessar».

  • Ana Lima Mendes expõe pintura em Vila Real de Santo António

    Ana Lima Mendes expõe pintura em Vila Real de Santo António

      Ana Lima Mendes, nasceu em 26 de fevereiro de 1968, vive em Vila Real de Santo António, sendo filha de pais algarvios oriundos de famílias humildes que ela própria assinala que lhe transmitiram os bons valores que carrega até aos dias de hoje.

      Assinala que a arte lhe surgiu como forma de expressão, quando as palavras lhe faltavam e constitui um passatempo que lhe surgiu há cerca de dois anos, com o objetivo de manter a mente ocupada, mas que, rapidamente, se lhe apoderou do quotidiano.

      «Como destemida que sou, tentei desenvolver uma nova aptidão, pois acredito que nunca é tarde para continuar a sonhar», revela na sua nota de apresentação, a que FOZ – Guadiana Digital teve acesso.

      Diz que a sua vida se resume em simples palavras «Sou forte, porque já fui fraca, sou destemida, porque já tive medo e sou sábia, porque já fui tonta».

      Nós que bem conhecemos a cidadã Ana Mendes, entendemos que há coisas na vida que sempre nos surpreendem.

    • ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

      ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

      … Frágil é procurar a verdade quando se vive no mundo de mentiras…

      … um lindo poema um livro pode ter nascido de contemplação de morada de um pôr de sol…

      … noutra vida teremos oportunidade de Agir de outra forma, se ela existir…

      Maria Luísa Currito nasceu em 8 de dezembro de 1952, em Vila Real de Santo António onde reside. Formou-se no Magistério Primário de Faro em 1972. Em 1995 licenciou-se em história na Universidade Nova de Lisboa. Foi como professora que teve a sua principal atividade e, no âmbito da educação, desempenhou, ainda, o cargo de Delegada Escolar e o presidente do Agrupamento de Escolas.

      Foi durante várias décadas membro da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco em Vila Real de Santo António. Exerceu vários carros políticos e regionais.

      Valoriza a família e sempre a teve como a sua prioridade. Ler e escrever são complementos essenciais à vida. Sempre viu na escrita um interlocutor passivo e recetivo a todos os sonhos, anseios, reflexões, frustrações e motivações.

      Pela sua recetividade e cumplicidade considera a escrita a forma ideal e fácil para libertar a criatividade e as emoções.

    • Recuperação do espaço verde da Quinta da Cerca

      Recuperação do espaço verde da Quinta da Cerca

      A obras são sustentadas por uma candidatura ao Fundo Ambiental, prevendo-se a criação de um circuito pedonal, uma zona de lazer e pic-nic, com mesas e bancos, além de outro mobiliário urbano e equipamentos de fitness.

      Eestão a ser plantadas espécies autóctones e instalado um sistema de rega com gestão por telemetria para reduzir os consumos de água, sistema que permite regar de forma totalmente remota e automática, através de uma plataforma de gestão de controladores no terreno, tornando a irrigação mais eficiente e racionalizando o consumo de água, com os menores custos possíveis.

      Os habitantes da urbanização da Quinta da Cerca e do concelho de Castro Marim terão ainda acesso a uma ilha de compostagem doméstica, onde poderão colocar os seus biorresíduos, no âmbito de uma aposta e de uma campanha de sensibilização do Município.

      Os biorresíduos são os resíduos biodegradáveis que são produzidos nas cozinhas, como cascas de fruta, legumes, carne, peixe e outros restos de comida.

    • Câmaras de VRSA e Castro Marim subsidiam bombeiros

      Câmaras de VRSA e Castro Marim subsidiam bombeiros

      A autarquia foi, segundo declarações do presidente da câmara municipal, até ao limite do que o pode fazer, tendo em atenção que a sua participação com a câmara municipal de Castro Marim poderá ser maior, quando for ultrapassado o problema do visto do Tribunal de Contas.

      A medida agora envolve uma verba inferior à participação inicialmente prevista e ascende a 441 mil euros e destina-se a fazer face à missão da corporação durante o ano de 2024 e corresponder ao compromisso já estabelecido, em 2023, entre o Município de Vila Real de Santo António e a Associação de Bombeiros.

      Os vereadores do PSD, apesar de não discordarem do apoio a prestar àquela associação, recusaram-se aprovar a medida, porque não estão seguros de que o parecer jurídico da câmara municipal seja suficiente para ultrapassar as resrvas colocadas pelo Tribunal de Contas, face à situação periclitante das finanças municipais.

      Recorde-se que, neste momento o Corpo de Bombeiros, mantido pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários, é responsável pela resposta operacional, em matéria de proteção e socorro, na área geográfica dos concelhos de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

      O protocolo,estará vigente até 31 de dezembro de 2024, salienta a autarquia, com o objetivo de «assegurar uma transição adequada até que o protocolo plurianual celebrado anteriormente entre as partes produza efeitos, estando sua eficácia pendente de uma decisão favorável do Tribunal de Contas (TC)».

      Neste processo, o Tribunal de Contas concedeu o visto positivo ao financiamento do Município de Castro Marim, e recusado ao município de Vila Real de Santo António, tendo a solução agora seguida pela autarquia vila-realense «assegurar a manutenção dos serviços de socorro, emergência e proteção às populações até à resolução do impasse com as entidades financeiras».

      Segundo o Tribunal de contar, o município de VRSA não «dispõe de fundos disponíveis que lhe permitam suportar o compromisso assumido referente à despesa gerada pelo contrato submetido a fiscalização prévia e não se encontrar abrangido por nenhuma suspensão decorrente da utilização de financiamento destinado a reduzir os pagamentos em atraso no âmbito de um programa de assistência económica, contraído pelos anteriores executivos, situação que deixou o município numa situação de rutura financeira».

      Uma das principais iniciativas incluídas no protocolo é a sustentação logística da atividade no âmbito do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS). Além disso, será mantido um Centro Intermunicipal de Proteção Civil dedicado à gestão de emergências com uma linha de atendimento permanente.

      No concelho de Vila Real de Santo António encontra-se em vigor, cobrada pelas Águas de Vila Real de Santo António, uma Taxa Municipal de Protecção Civil de cerca de 1€ por contador.

    • Portagens nas SCUT podem durar até ao fim da concessão

      Portagens nas SCUT podem durar até ao fim da concessão

      Apesar de Pedro Nuno dos Santos estar a manifestar a vontade de acabar com as portagens, se o PS continuar a governar Portugal, as estradas que, inicialmente, não tinham custos para os utilizadores, passaram a ter portagens nas concessões SCUT.

      Ainda ecoam as palavras da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, proferidas em 2023, ao manifestar a opinião à agência portuguesa de notícias, Lusa, que é possível elaborar programas de redução das portagens nas ex-SCUT, mas que a abolição apenas poderá ser ponderada no final das concessões.

      É que, segundo a governante, a questão da abolição das portagens nas ex-SCUT é complexa e está ligada ao término das concessões, o que reforça a convicção que, do ponto de vista jurídico, as portagens podem acabar, sem governo indemnizar as empresas que ganharam as concessões.

      Deste a criação das SCUT pagas, as promessas têm sempre ficado por curtas reduções, parcialmente comidas pelas taxas de inflação, a qual, nestes casos, tende a ser pela bitola máxima da prevista.

      Até à data e veremos o que segue, as regiões abrangidas são prejudicadas por este fator de extorsão da riqueza produzida em favor do grupo económico que ficou com a concessão desta autoestrada.

      No caso do Algarve, o evitar do uso da via portajada, é um factor de atraso ao desenvolvimento, de agravamento da sinistralidade pela sobrecarga da EN125, perda de competitividade por parte das empresas na região e de empobrecimento das populações.

    • A água nas barragens da Bacia do Guadiana em Espanha

      A água nas barragens da Bacia do Guadiana em Espanha

      Para tal, a CHG analisa como se apresentam as diversas aportações e se distribuem os recursos de forma eficiente, conjugando dois objetivos, o de armazenar o maior volume de água possível e o de proteger as pessoas e bens, situados nas águas sob as barragens.

      Neste momento, e segundo foi divulgado pela Confederação Hidrográfica do Guadiana, na data do dia 22 de janeiro, a reserva hidráulica da bacia do Guadiana, do lado de Espanha, apresenta um total armazenado de 2.994,43 hm3, correspondendo a 31,54% da capacidade e apresentando uma subida de +5,04%, em relação à média dos últimos dez anos.

      As barragens da Zona Oriental da Bacia Hidrográfica do rio Guadiana represam 86,08 hm3, as da Zona Ocidental 2.612,16 hm3 e,as da Zona Sul, 296,19 hm3. Em relação a percentagens, a oriental apresenta 21,66% da capacidade, a ocidental, 32,16 e a sul 30,35%.

    • Guadiana é também nome de grande cantor de flamenco

      Guadiana é também nome de grande cantor de flamenco

      É sobrinho de Porrina de Badajoz e, aos 12 anos ganhou o primeiro prémio no Festival de Flamenco de Badajoz. No ano de 1972 estreou-se no tablao Café Chinitas e partilhou o palco com figuras da envergadura de Manuel Soto «Sordera», Manzanita, Carmen Mora e Enrique Morente, na época de ouro dos tablaos de Madrid.

      Ele trouxe variações únicas para o cante que lhe dão uma personalidade única. Nas últimas décadas, Guadiana tornou-se uma referência indiscutível por méritos próprios, e não só por preservar e divulgar esse legado, mas também por o desenvolver com um sotaque inimitável, as canções brotam na sua voz com renovadas reviravoltas, algo invulgar nos dias de hoje. Ele tem uma maneira pessoal e valiosa de entender o canto tradicional, dono de uma excelente voz de metal flamenco.

      Dentro da sua extensa carreira, vale a pena destacar entre as suas atuações a feita nos “Pirenéus Sul”, que o Maestro Paço de Lúcia, pela única vez em toda aquela digressão de mais de quarenta concertos, permite que outro artista ocupe o mesmo palco, ele só estabelece duas condições, saber quem é, e que atua depois do seu recital e ao nome do Guadiana não colocou qualquer objeção, 

      Mas o mais difícil ainda estava por vir; no final do seu set, Paço de Lucía fica nos bastidores e pede uma cadeira para ver, assim declarou, cantar Guadiana. Deu também um concerto na “Feria Mundial del Flamenco / WOMEX (Sevilha)”.

      Além disso, Guadiana foi convidado a cantar no Museu Picasso de Málaga, juntamente com Diego del Morao, organizado pela Fundação SGAE e pelo Museu Picasso.

      Su discografía: «Cuando el rio suena» en 1.999, premio al mejor disco revelación del cante, por Flamenco Hoy, de la crítica nacional del flamenco del año 2.000, “Brillo de luna” en 2.002, “Sonacay” en 2.013 y “Jaleos” en 2.014, premio al mejor disco de cante, por premios Flamenco. En el 2020 publica “por dos vereas iguales”.

      A vida e carreira do cantor está documentada amplamente com uma entrada na Wikipedia, donde condensamos este texto e tem vária entradas no Youtube.

    • Veja o vídeo amador crítico na derrota do Farense

      Veja o vídeo amador crítico na derrota do Farense

      O Farense, em sua própria casa, perdeu o jogo com o Futebol Clube do Porto. Da história dessa partida, contam as crónicas televisivas e os jornais desportivos.

      FOZ – Guadiana digital, normalmente não relata acontecimentos desportivos. Somos um jornal de território e atribuímos a nós próprios outras missões.

      O vídeo que nos chegou às mãos, filmado por Camila Cruz, relata, de um ponto de vista do espetador, um momento dramático do jogo, quanto, depois de ficar livre de sofrer uma grande penalidade, o Farense fica com a oportunidade de assumir vantagem no marcador.

      A falha, aqui assinalda e absolutamente natural, que acontece até ao mais privilegiado dos futebolistas, e o golo subsquente do FC Porto, marcam momentos de viragem psicológica na partida.

      Naturalmente que a história do jogo poderia ser outra, o que não significa que se retire o mérito à equipa de Sérgio Conceição, nem à forma abnegada com que os algarvios se bateram dái em diante.

      Os instantes da marcação do Penalti a favor do Farense.
    • Reserva do Sapal no Dia Mundial das Zonas Húmidas

      Reserva do Sapal no Dia Mundial das Zonas Húmidas

      O mote este ano é a influência destas zonas no bem-estar humano dá o mote à campanha deste ano. O Dia Mundial das Zonas Húmidas é comemorado todos os anos, com o objetivo de aumentar a consciencialização acerca destas zonas sob o lema “Zonas Húmidas: A sua importância na Biodiversidade, Alimentação e Saúde”.

      Vão ser realizadas palestras, haverá uma prova de sal, a apresentação oficial da APP Lost Stories, Folklore & History e, a terminar o programa, a libertação de uma ave.

      As atividades vão decorrer na Sede da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e são gratuitas.

      Uma das principais mensagens da campanha deste ano é a de que o bem-estar humano está, irrevogavelmente, ligado ao estado das zonas húmidas do mundo. Dependemos desses ecossistemas que sustentam a vida, mas eles devem ser saudáveis se quisermos que continuem a fornecer-nos água e alimentos, a suportar a biodiversidade, a proporcionar meios de subsistência, a proteger-nos contra fenómenos meteorológicos extremos e a mitigar as alterações climáticas.

      Este dia, 02 de fevereiro, marca também o aniversário da Convenção sobre as Zonas Húmidas, adotada como tratado internacional em 1971.

      A foto é da autoria de Agostinho Gomes
    • Carga humana sobre as Grutas de Benagil em discussão pública

      Carga humana sobre as Grutas de Benagil em discussão pública

      Junto ao relatório, elaborado pelo Grupo de Trabalho das Grutas de Benagil, liderado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I. P., podem ser encontrados os respetivos anexos.

      No dia 30 de agosto de 2023, por despacho conjunto dos Secretários de Estado da Defesa Nacional, do Turismo, Comércio e Serviços, do Mar, do Ambiente, da Conservação da Natureza e Florestas, da Administração Local e Ordenamento do Território e da Secretária de Estado das Pescas, foi criado o grupo de trabalho multidisciplinar denominado “Grupo de Trabalho das Grutas de Benagil”.

      Este grupo teve por missão de estabelecer a capacidade de carga humana e de determinar as condições de acesso às Grutas de Benagil, localizadas ao largo da Praia de Benagil, no concelho de Lagoa.

      Depois de cinco reuniões de concertação e diálogo entre todas as entidades, de membros daquele grupo e contributos escritos recebidos, foi elaborado um Relatório de Progresso, sistematizado pelo Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve, em articulação com a CCDR Algarve.

      Considera-se que «Dada a importância dos valores a preservar na Gruta de Benagil, mas também a relevância socioeconómica das atividades existentes no local», ser de interesse colocar o Relatório de Progresso e anexos na plataforma PARTICIPA, submetendo os referidos documentos a procedimento de consulta pública, bem como a realização dos ajustamentos que se venham a justificar nos documentos a submeter superiormente à Tutela, habilitando as decisões consideradas adequadas.

      Todos estão convidados a participar e a apresentar os seus contributos na plataforma PARTICIPA, colaborando desta forma para a criação de um modelo de gestão da visitação das Grutas de Benagil.

    • O X Capítulo ‘Terra do Atum’ é em Fevereiro

      O X Capítulo ‘Terra do Atum’ é em Fevereiro

      É evento deveras importante para a nossa terra, acima de tudo pelo que o atum, durante décadas, fez pelo desenvolvimento económico da nossa terra.

      Na costa mediterrânica, até o sul do Algarve, é possível encontrar uma diversidade de atuns, cada um com características distintas. O Atum-rabilho (Thunnus thynnus) destaca-se como espécie de grande porte, apreciada pela pesca desportiva e comercial. A sua carne saborosa é valorizada em diversas culinárias.

      Outra espécie comum é o Atum-patudo (Thunnus obesus), reconhecido pelo corpo alongado e nadadeiras peculiares. Este atum, também denominado “yellowfin”, devido à coloração amarela nas suas nadadeiras, é apreciado na gastronomia mediterrânica.

      O Atum-albacora (Thunnus alalunga) é encontrado na região, conhecido pela carne clara e sabor suave. A sua migração sazonal torna-o alvo de pescadores locais, em determinadas épocas do ano.

      Além dessas espécies, o Atum-listrado (Katsuwonus pelamis) é encontrado em águas mais quentes. De menor porte, em comparação com o Atum-rabilho, é frequentemente usado na preparação de pratos tradicionais mediterrânicos.

      A gestão sustentável da pesca dessas espécies é crucial para preservar os ecossistemas marinhos. O Algarve, em particular, destaca-se pelos esforços na implementação de práticas pesqueiras responsáveis, visando garantir a preservação dessas importantes populações de atum.

      Luis Camarada confrade de honra