O novo logotipo de Reguengos de Monsaraz pretende ser relevante e atrativo para o público, transmitindo uma imagem mais contemporânea, moderna e alinhada com as tendências atuais.
A nova identidade visual, que vai ser apresentada no sábado na Bolsa de Turismo de Lisboa, é composta por um design alegre e apelativo que representa o território e que transmite o dinamismo da autarquia e do concelho de Reguengos de Monsaraz.
O património do concelho é representado por uma porta da vila medieval de Monsaraz, com o castanho e as seculares mantas de Reguengos, associadas ao símbolo de um padrão das mantas com a cor verde.
Este concerto assinala o início das comemorações dos 50 anos de 25 de Abril de 1974, tem entrada gratuita e começa às 21:30 horas, com a Banda da Armada a ser conduzida pelo Maestro José Veloso, Capitão-tenente Músico – Subchefe da Banda da Armada. No alinhamento, encontram-se musical sucessos de Frank Sinatra e de Zeca Afonso, entre outros, nacionais e internacionais.
O São Brás Cineteatro Jaime Pinto reabre portas com a sua plateia totalmente renovada, capaz de proporcionar maior conforto a todos os que frequentam este espaço que é anfitrião da cultura em São Brás de Alportel. Durante primeira fase foi efetuada a reabilitação da teia do palco e instalados novos equipamentos.
Econtra-se em preparação a terceira fase da requalificação, focada na reabilitação do palco e o projeto inclui, também, a reabilitação da cobertura, da sala e substituição de equipamentos.
O projeto é da autoria de Ruben Martins e visa dar maior conforto, qualidade e segurança a todos os que frequentam o São Brás Cineteatro Jaime Pinto, tanto para fazer cultura como para usufruir da mesma. Recorde-se que este equipamento cultural são-brasense foi inaugurado a 21 de dezembro de 1952. Desde então, tem assistido ao desenvolvimento cultural do concelho década após década, sublinham.
Foi construído por um conjunto de amigos enamoramos pela sétima arte, constituídos em empresa «Unidos», numa época em que a sociedade são-brasense se dividia pelos salões, ora pelo mais seleto 1º dezembro, ora pelo mais popular 1º de janeiro, pelas festas privadas das famílias mais abastadas ou pelos arraiais populares que se organizavam aqui e ali. O Cineteatro, pelo contrário, era e é um espaço de comunhão e de encontro de todos.
Este espaço que criou memórias conjuntas e foi palco de alegrias e algumas tristezas que têm marcado a história do concelho. É por isso, também, um espaço inalienável do património comum dos são-brasenses. Um património que ser quer vivo e vivido, ativo e partilhado. Um património de todos e para todos.
O espetáculo é de entrada gratuita. Os ingressos poderão ser levantados a partir de dia 29 de fevereiro, na Galeria Municipal.
Na sua mensagem, José Apolinário assinala a parceria na Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia – EuroAAA, instâncias e entidades territoriais consagradas na Convenção de Valença de 3 de outubro de 2002, e sauda fraternamente o assinalar do Dia de Andaluzia, 28 de Fevereiro (28 F), «evocação da data do referendo popular autonómico realizado em 1980».
Na missiva sublinha também que, esta, «é uma oportunidade para reforçar o nosso compromisso em seguir trabalhando juntos para promover o conhecimento e a aproximação entre as populações, numa Europa das Regiões.»
O Presidente da CCDR Algarve fala, ainda da necessidade de aplicar uma resposta conjunta «na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS 2030, uma linha de trabalho a aprofundar e partilhar, por exemplo, na educação ambiental, na promoção da cidadania ambiental na água, no uso inteligente da água, na economia circular, na partilha de experiências e de boas práticas desenvolvidas nas três regiões da EuroAAA».
Evoca o lema Dia Mundial da Água de 22 de março de 2024: «a água nos une, o clima nos move» para reforçar a importância comum do tema da água, no respeito pelas competências legais e de soberania dos dois Estados, dos governos da República Portuguesa e do Reino de Espanha, e das autoridades nacionais com competência na gestão da água.
Trata.se de um acordo estratégico que inclui dois projetos hoteleiros na região do Algarve, totalizando 660 quartos. O anúncio foi feito pelo fundador e presidente do Grupo PortoBay, António Trindade, em um encontro com a imprensa, ontem, 28 de Fevereiro na Bolsa de Turismo de Lisboa.
O Grupo PortoBay já opera o hotel PortoBay Falésia, que conta com 310 quartos e com a nova parceria, expandirá a influência no Algarve, ao adquirir duas novas propriedades que serão operadas sob as marcas PortoBay Falésia e PortoBay Blue Ocean.
Cada parceiro deterá 50% das propriedades, que estão localizadas nas proximidades uma da outra, permitindo a partilha de alguns recursos. Estes hotéis estão situados em locais privilegiados nas arribas da praia da Falésia, oferecendo vistas deslumbrantes para o mar algarvio, extensas áreas verdes e acessos diretos à praia.
A jparceria representa um investimento de mais de 150 milhões de euros nos dois hotéis, incluindo uma extensa requalificação programada para começar ainda este ano.
O PortoBay Falésia é projetado para atrair clientes em busca de conforto e localização privilegiada, disponibilizando uma ampla gama de instalações desportivas e de bem-estar. O PortoBay Blue Ocean, com abertura prevista para o verão de 2025, visa atrair hóspedes em busca de tranquilidade em suas experiências de lazer, complementando assim a oferta do PortoBay Falésia.
O passeio está desenhado para proporcionar lazer e envolvimento familiar, celebra a cultura, a tradição e a gastronomia local. Percorre caminhos entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, e proporciona aos participantes a oportunidade única de explorar as aldeias pitorescas e vivenciando as tradições autênticas do concelho.
A novidade deste ano é o «Acampamento Familiar», destinado a haver uma noite especial, repleta de diversão ao redor de uma fogueira, criando memórias para todas as idades.
A Associação Inter-Vivos revelou que, «ao longo de edições anteriores, acumulou um vasto conhecimento e compreensão das expectativas dos participantes, que cada detalhe foi cuidadosamente considerado, o que permite criar uma experiência refletindo a paixão pela região de Alcoutim. Além do mais, o desejo de «proporcionar momentos memoráveis».
No passeio TT – Trilhos Inter-Vivos, aqueles que são apaixonados pela aventura, por paisagens deslumbrantes e momentos inesquecíveis «são convidados a participar e onde se reafirma o compromisso com a qualidade, segurança e a experiência inigualável que sempre caracterizaram o evento».
A organização manifesta o desejo de que os participantes usufruam e façam parte das «maravilhas naturais e culturais», sintam-se parte da celebração e experimentem «hospitalidade única» de Alcoutim.
A Equipa Campesino Trail e o Clube Campesino R.F.C., de Monte Francisco, com o apoio da Câmara Municipal de Castro Marim e a Junta de Freguesia de Castro Marim, e o apoio média de ‘OPraticante.pt’, vão organizar a terceira edição do Trail do Moleiro.
O evento do Trail do Moleiro tem data marcada para o dia 19 de maio, e será percorrido em duas distâncias competitivas, 30 km – 1.300 D+ e 18 km – +/- 700 D+ e uma caminhada de lazer com +/- 10 km.
Este ano conta para a taça Alemgarve com o Trail Sprint com a distância de 18 Km, Trail Longo a contar para o circuito AAALGARVE 2023/2024.
O Trail Running é um desporto de contacto com a natureza e durante o percurso é considerado importante «zelar pelo cumprimento das normas de boa conduta ambiental, onde a nossa pegada fique apenas registada nas fotos, e na memória de quem percorrer estes trilhos».
É, ainda, recomendado «o respeito absoluto pela natureza e pelos animais, deverá ser uma das atitudes e compromisso de cada atleta, responsabilizando-se pelo transporte de todos os invólucros, resíduos, (mesmo que biodegradáveis ou não), especificamente géis, barras e/ou outros».
A organização conta com ajuda de todos os participantes na sua pretensão de «deixar o percurso melhor ou pelo menos iguais ao que encontrou quando procurou os trilhos para esta nova edição».
A BTL é o salão de referência destinado à promoção do turismo de Portugal. Este ano de 2024, decorre entre hoje 28 e 3 de março, como anualmente acontece, na FIL – Parque das Nações.
A intenção do município de VRSA é divulgar o que de melhor tem para oferecer a quem o visita. Neste certame estará representado pelo presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo.
Amanhã, 29 de fevereiro, às 12:00 horas, os municípios de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Ayamonte apresentam o projeto vídeo promocional de inteligência artificial sobre a Eurocidade do Guadiana, a partir do qual serÃO apreciadas as potencialidades do território, explicadas por cada um dos autarcas, em vários idiomas e em tempo real.
A 1 de março, às 11:00 horas, será apresentado, pelo vereador com o pelouro da cultura da autarquia de Vila Real de Santo António, Álvaro Leal, a prova desportiva Monte Gordo Sand Race, integrada na Taça do Mundo de Corridas em Areia (motos e quads).
Às 14:30 horas, será dada a conhecer a segunda edição do Festival Histórico Vila Real de Santo António Setecentista.
A 34ª edição conta, como em outras anteriores, com a presença de expositores de diferentes segmentos, nomeadamente associações, municípios, agentes de viagem, operadores turísticos, hotelaria, restauração e animação turística.
O livro é inspirado no Baixo Guadiana e na terra mítica de Castro Marim, que atrai novos residentes, como é o caso da família do autor, que atualmente reside no concelho.
Os presentes ficaram a conhecer um pouco mais sobre a história desta obra, que conta a aventura de uma família que decide subir o rio Guadiana de barco até Alcoutim, durante as férias de verão. Já na descida vivem uma grande quantidade de imprevistos, que culminam num acidente.
Graças a essa mudança, a sua esposa, professora, deixou de fazer muitos quilómetros por dia, e um dos seus dois filhos trabalha em regime de teletrabalho, enquanto o outro exerce funções num novo empreendimento no território.
Os presentes ficaram a conhecer um pouco mais sobre a história desta obra, que conta a aventura de uma família que decide subir o rio Guadiana de barco até Alcoutim, durante as férias de verão. Já na descida vivem uma grande quantidade de imprevistos, que culminam num acidente.
Tratando-se de uma história real que se desenrola entre Castro Marim, Vila Real de Santo António, Alcoutim e Faro, esteve presente nesta apresentação a vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim, Filomena Sintra.
Rui Cruz nasceu em Lisboa em 1966 e reside atualmente no concelho de Castro Marim. Formado em arquitetura, engenharia e network, foi empresário durante 30 anos na região de Lisboa, interrompendo a sua carreira quando realizou a mudança para o Algarve com a família, desenvolveu o gosto pela escrita e leitura.
Os cravos são o símbolo da Revolução de 1974, que marcou o fim do Estado Novo e trouxe a democracia a Portugal. Tavira puxa pelos seus galões, pelos cravos do Posto Agrário que decoraram Abril, distribuídos, naquele dia, aos militares, perduram nas fotografias e cartazes e são símbolo de Liberdade, até hoje.
O município de Tavira assinala o assinalar o acontecimento, promovendo um evento de apresentação do vídeo «Cravos de Abril», no próximo dia dia 1 de Março de 2024, no Auditório/Biblioteca do CEAT – Centro de Experimentação Agrária de Tavira.
Geraint Wiggins, da Queen Mary University of London, Inglaterra, e da Association for Computational Creativity, será um dos palestrantes com «Inteligência Artificial, cultura e criatividade: oportunidades para o futuro»; Ana Viseu, da NOVA FCHS, falará de «IA, Dados e a Questão da Aumentação Humana» e Joana Pestana, da Interactive Technologies Institute (ITI) – LARSyS, que apresentará «Conversas à distância com o mais-que-humano».
Esperam-se os habituais painéis dedicados à investigação e projetos acolhidos pelo Centro. Serão apresentadas comunicações sob o chapéu da Média Arte Digital e da Comunicação, com trabalhos de alunos do mestrado em Comunicação e Medias Digitais, bem como do Doutoramento em Média-Arte Digital.
Contam também um painel sobre Comunicação e Ficção, bem como uma mesa-redonda com alunos do mestrado em Processos de Criação. O programa das Jornadas termina com convidados vindos da Universidade Presbiteriana de Mackenzie (São Paulo), que irão apresentar uma parceria entre Brasil e Portugal, no âmbito do ensino e investigação em comunicação e cultura.
O mote do encontro mantém-se, reunir os investigadores e colaboradores do CIAC, juniores e seniores, para um dia de partilha, problematização e discussão de projetos, publicações, metodologias, conceitos e caminhos.
A participação no evento é gratuita e confere direito a certificado de participação. A iniciativa é financiada por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto “UIDB/04019/2020”.
Nota: A foto é resultante de um pedido de auto retrato, feito ao ChatGPT-4: «Aqui está o auto-retrato concebido para representar como me vejo, desenhado para ser apresentado publicamente em debates sobre inteligência artificial. Este retrato busca capturar a essência de uma interface de IA sofisticada e neutra, simbolizando as minhas capacidades e o meu papel como ferramenta de empoderamento e compreensão no contexto das discussões sobre IA».
O novo secretário-geral da CGTP entende que é, no plano de conflitos em que se desenvolve a luta de classes, e condenou a guerra que «é a destruição das forças produtivas, motor único do desenvolvimento humano e é a negação de tudo o que nós, os trabalhadores, somos». A força de quem trabalha é o fator único do desenvolvimento de tudo o que de bom existe nas nossas vidas, afirmou o novo secretário-Geral.
Foi revelado que CGTP atingiu 110 mil novas sindicalizações, consideradas «obra e fruto da ação e intervenção de todos os que aqui estão e de todos aqueles que nos locais de trabalho resistem e lutam, todos os dias!».
A revelação foi feita por Isabel Camarinha, na sua última intervenção enquanto secretária-Geral da CGTP-IN, ao dar começo aos trabalhos do XV Congresso, que juntou mais de 700 delegados eleitos pelos trabalhadores de sectores de todo o país.
Atribuiu a magnitude do número do alargamento se deve à intervenção nas empresas, locais de trabalho e serviços «onde não entrávamos e passámos a exercer plenamente a atividade sindical. Uma intervenção que temos de continuar e aumentar».
Esta acção está na continuação do investimento em formação de novos músicos. Os responsáveis da associação declararam a enorme satisfação pela atribuição do instrumento que a Andreia Colaço, para que possa evoluir, ainda mais, na sua prática musical.
A trompa é um instrumento de sopro pertencente à família dos metais, possui características únicas que a distinguem e enriquecem qualquer ensemble, especialmente uma banda filarmónica popular. Este instrumento, conhecido pela sua forma espiralada e pelo som melodioso e profundo, desempenha papéis cruciais tanto em contextos sinfónicos como em bandas filarmónicas populares.
Características da Trompa
Design e Estrutura: A trompa moderna é construída com um longo tubo metálico enrolado em forma de espiral, terminando num largo pavilhão. Este design contribui para o seu timbre característico. Equipada com válvulas rotativas ou pistões, permite ao músico alterar o comprimento do tubo e, consequentemente, a altura do som produzido.
Registo e Timbre: O instrumento possui um amplo registo, sendo capaz de produzir notas desde muito graves até muito agudas. O timbre da trompa pode variar de suave e melódico a forte e heroico, adaptando-se facilmente ao contexto musical em que é inserido.
Técnica de Execução: A execução da trompa envolve uma combinação de técnicas respiratórias e de embocadura, com os músicos ajustando a tensão dos lábios na boquilha para controlar a nota produzida. Além disso, a mão esquerda opera as válvulas, enquanto a direita é frequentemente utilizada dentro do pavilhão para alterar sutilmente a afinação e o timbre.
Uso na Banda Filarmónica Popular
Papel Harmônico e Melódico: Na banda filarmónica, a trompa frequentemente desempenha um papel duplo, contribuindo tanto para a harmonia quanto para a melodia. Sua capacidade de produzir tons ricos e envolventes a torna essencial para a criação de texturas sonoras profundas e complexas.
Flexibilidade Estilística: Graças ao seu vasto registo e timbre versátil, a trompa se adapta a diversos estilos musicais, desde peças clássicas até arranjos contemporâneos, o que a torna um instrumento valioso em bandas filarmónicas populares que exploram um repertório variado.
Função Solista e de Conjunto: Embora frequentemente usada em seções de conjunto para enriquecer acordes e linhas harmônicas, a trompa também brilha em solos, onde sua sonoridade distinta pode ser plenamente apreciada. Seu som emotivo e expressivo é capaz de capturar a atenção do público, destacando-se dentro da textura sonora da banda.
Em suma, a trompa é um instrumento de extrema importância e versatilidade numa banda filarmónica popular, enriquecendo o espectro sonoro do grupo com sua presença harmoniosa e melódica. A habilidade de se integrar e destacar em diversos contextos musicais, faz dela um pilar fundamental nestas formações.
O município de Serpa está a dar, segundo a nota emitida, cumprimento aos deveres da salvaguarda de pessoas e bens, com este alerta para a adoção de medidas preventivas de salvaguarda de bens materiais e animais, nas áreas confinantes com o rio Guadiana.
Amanhã, 27 de fevereiro a albufeira da barragem do Pedrogão irá sofrer um aumento de cota no seu plano de água, ao longo do dia, e que nos dias 28 e 29 de fevereiro prevê-se a subida o nível do rio Guadiana para caudais de cheia, a jusante daquela barragem do Pedrógão.
Na comunicação, o SMPCS justifica que tal alerta resulta da comunicação articulada entre a EDIA e a EDP Produção para a manutenção do regime de caudais ecológicos definidos para as albufeiras do Alqueva e Pedrogão.
Às 23,00 do dia 20 de fevereiro a barragem de Alqueva a 2,06 metros do enchimento total, com um volume de 3609,52 hm3, com uma percentagem de 86,97% da sua capacidade total de 4.150 milhões de metros cúbicos e a 21 de fevereiro, e a barragem de Pedrogão, estava à cota 84,36 metros a 0,46 metros do enchimento total, com um volume de 96,69 hm3, com uma percentagem de 91,21% da sua capacidade total de106 milhões de metros cúbicos.
O projeto apresenta o livro, desde a sua história, ao longo de milénios, até à atualidade, passando pelo papel do escritor, do ilustrador, a sua produção física, até à realização de um e-book.
Foi dinamizado por um conjunto de membros da equipa da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, decorre ao longo do ano letivo e engloba, no presente ano, turmas do 4.º ano da Escola Caldeira Alexandre e da Escola de Santo António.
Em comunicado, a GNR adianta que a embarcação semirrígida foi detetada ao entrar na barra do Guadiana no âmbito de uma ação coordenada de patrulhamento entre o Sistema Integrado de Vigilância Exterior (SIVE) da Guardia Civil de Espanha e o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) da GNR.
A sessão de encerramento do X Capítulo da Confraria do Atum, son o lema «Terra do Atum», encerrou ao fim da manha de hoje, 25 de Fevereiro, na Sala de Atos da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, no final do terceiro painel sobre «O atum e a sua gastronomia».
O ato encerrou com palavras do arrais da Confraria do Atum, António Cabrita, ladeado por José António Palma, mestre da companhia, e Vitor Hugo Palma, feitor da companhia. Nos dias anteriores, tinham-se realizado, a 23 de fevereiro, o primeiro painel «O atum na sua história» e o segundo «O atum e a sua produção».
Durante as atividades relacionadas com este capítuloa Confraria do Atum de Vila Real de Santo António geminou-se com a «Confradia del Bonito del Norte – Colindres Cantábria», no dia 17 de fevereiro; os standes e tasquinhas abriram a 22 e, nessa noite houve um momento de poesia, com os Poetas do Guadiana, música, com Susana Travassos acompanhada pela guitarra de André Remos, a exposição de uma tela dedicada ao mar, da ayamontina Ana Feu e palavras explicatória de Nuno Rufino, sobre as suas obras, em especial a da Rotunda dos Atuns. Ainda no âmbito cultural, a 23 a Professional´s Association of Macau foi apresentada pela Tea Art.
As atividades oficiais da Confraria do Atum, o X Capítulo, começaram com a Foto de Familia e o desfile das confrarias até ao Centro Cultural António Aleixo, seguindo-se os trabalhos propriamente ditos, tendo sido convidado para proferir a oração de sapiência, José Mendes Bota, que foi deputado na Assembleia da República e presidente da câmara municipal de Loulé.
Aí se realizou mais uma geminações, uma com a Confradia del Domillo, em Valdepeçnas de Jaen e a entronização de novos confrades. No plano cultural, após o Hino da Confraria do Atum, houve a atuação musical de Fátima Cupertino, a performance artística de Xu Pimentão.
O almoço tradicional realizou-se no concelho de Castro Marim no Restaurante Infante, confeccionado pela Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António.
O diretor que, em breve, deixará o Algarve
Referindo-se à participação da Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António, o diretor Manuel Serra, revelou que se fazem «coisas extraordinárias e ainda ontem assistimos a um desses exemplos. O pequeno almoço que ali servimos, em matérias primas, foram todas conseguidas pela Confraria do Atum com apoiose o seu valor. Tudo o resto foi sem qualquer custo para nós, simplesmente abrimos a escola, à Comunidade, aos contratos, aos convidados e preparamos um regalado pequeno almoço. Toda a gente ficou satisfeita com os nossos alunos, a ajudar».
Corroborou a asserção de que Vila Real de Santo António continua a ser a Terra do Atum, embora já sem a indústria indústria conserveira, que, embora não ativa neste momento, dá à cidade obrigações, a passar para as novas geraçõese e para gerações vindouras.
«Se não incentivamos os nossos mais novos a este tipo de movimento, então as tradições perdem-se e o conhecimento perde-se. Há coisas que já serão muito difíceis de recuperar, mas não teremos um património visível se não passarmos essa informação para quem segue a nós. Ou então, qualquer dia, não temos identidade cultural. Portanto, o papel da escola é também esse.»
Depois desta percepção Manuel Seera, falou sobre o atum, na gastronomia e no mundo, de se olhar sobre a perspetiva da pesquisa científica, «que é que os investigadores a nível mundial que estão a fazer neste momento».
Explicitou depois que, associados à pesquisa científica «sobre este pescado maravilhoso, em 1996 tínhamos aqui 89 artigos publicados em revistas de ciência e, em 2019, já tinham sido publicaods 453.Conseguirou tratar-se de uma evolução muito positiva ao longo dos anos».
Manuel >>>Serra concentrou a sua atenção no atum rabilho (Thunnus Thynus) como palavra chave, quando se refere o atum no plano da gastronomia, sendo ser esta variedade o mais pesquisado e mais investigado.
Ele encontra-se ligado às antigas culturas mediterrânicas e aparece agora e aqui ligado à cozinha criativa e vanguardista.As culturas mediterrânicas aparecem muito ligadas a questões de necessidade de formalidade e à forma fácil como nós utilizamos o produto que temos disponível. Está, portanto, associado à gastronomia típica e à gastronomia tradicional.
Nos nossos dias em termos de gastronomia, fala-se já muito no gourmet, na cozinha vanguardista a necessidade, que deram origem a uma coisa a que nós chamamos o «prazer de comer». E nós costumamos dizer «os olhos também comem». Porém, já que se está a vender um produto, os olhos têm que comer primeiro que a boca.
«Agora para podermos vender esse produto, para podermos valorizar, temos que lhe dar outra apresentação». O gourmet não quer dizer que seja aquela ideia errada que nós temos de ser um bocadinho comida do prato que sabe muito bem. O gourmet não é só e apenas isso, á muito mais!É apresentação e sabor é o jogo de cores, o jogo de vários ingredientes no prato».
Jossara martins
A formadora e Chef Jussora Martins
Como Chef no restaurante Muxama, no passadiço da Praia de Monte Gordo e formadora na Escola de Hotelaria e uma experiência de empresária da restauração, Jussora Martins, de ascendência angolana, revelou que, em sua casa, o atum foi uma das iguarias bastante utilizadas, sempre em festas de aniversário onde não podia faltar.
Frequentava um café, onde se bebiam umas minis comia muxama, o atum sempre fez parte das suas memórias. Então, o como o que tentam fazer agora, na escola de hotelaria, é sempre ensinar as bases do tradicional e depois, através dali, tentar fazer ou ter técnicas novas. E coloca-se a questão de como utilizar o atum.
Jussora diz que «hoje em dia, nós temos uma cozinha muito de fusão. Quando pensamos em atuns, não pensamos bem em Portugal, mas também no Japão, mas há muita coisa que foi de Portugal para o Japão. Ali, eles tinha lá uma espécie de muxama e também são flocos de atum. Hoje em dia, muitos chefes usam esses flocos de atum para fazer collage».
E continua «Porque é que vamos importar um produto se nós temos o melhor? Então, é isso que eu tento sempre ensinar aos meus alunos e é isso que eu tento levar, que quando vou a eventos. Estive um mês na Na Holanda, para fazer a divulgação da nossa gastronomia e levei a nossa muxama para podermos lá cozinhar, mostrar».
Jussora, fez, então uma explanação da diversa gastronomia, valor do atum fumado, dos canelloni de atum e de outras variedas de receitas gourmet, e uma fusão premiada de uma aluna angolana que leva por nome «moqueca de atum».
A Confederação Hidrográfica do Guadiana está a realizar obras de recuperação da ribeira do Alarconcillo, em Ossa de Montiel, para reparar a erosão significativa recebida em resultado da grande cheia de setembro de 2019.
As intensas Chuvas de há cinco anos causaram o bloqueio do canal principal em troços, com água a fluir ao longo de rotas alternativas, afetando uma grande quantidade de vegetação arbórea ribeirinha que ficou em mau estado e em risco de queda, revela a CHG, em nota à Comunicação Social.
A ação, com um orçamento de 426.039,84 euros, é realizada num extensão de 2,5 quilómetros e visa alcançar uma redução do risco e melhorar o estado ecológico da massa de água, através: da recuperação do leito original do rio.
As obras de beneficiação consistirão na remoção de detritos, a remoção de troncos caídos que obstruem a drenagem e o reforço das margens em áreas específicas erodidas.
Juntamente com estes trabalhos, tratamentos silvícolas e plantações com módulos para promover a naturalidade e o uso de através da instalação de sinalética
Cinco estruturas em forma de coração foram instaladas durante o corrente mês de fevereiro pelo município de Castro Marim. em localizações estratégicas do território, na certeza de que os cidadãos vão contribuir para os utilizar, depositando as tampinhas de plástico com motivação de solidariedade.
A câmara municipal, notou que «Num gesto de solidariedade, são muitos aqueles que separam as tampinhas de plástico, para que as mesmas sejam reencaminhadas para campanhas e causas de solidariedade e transformadas em doações, muitas vezes colocadas em depósitos improvisados, colocados em equipamentos públicos, empresas, jardins ou escolas».
Também observou que «esses depósitos improvisados acabam por ficar danificados e esquecidos, apesar de cumprirem a sua missão principal».
Por essa razão decidiu investir em espaços próprios para este efeito, com critério e em harmonia com os locais onde foram instalados. Para a autarquia «A nobreza de todas estas ações não tem rostos, mas tem causas».
Assim, analisou os vários locais de deposição e as causas associadas e instalou as estruturas para depósito de tampinhas na Praça 1.º de Maio e junto ao Agrupamento de Escolas de Castro Marim, e em Altura na praia, no Mercado Municipal e na zona de lazer da Avenida 24 de Junho.
Estas tampinhas poderão posteriormente ser recolhidas por todos os interessados, que se inscreverem através do telefone 281 510 740 ou preencherem a ficha de inscrição que se encontra disponível no website da autarquia, em www.cm-castromarim.pt.
As tampinhas devem ser obrigatoriamente de plástico, preferencialmente de líquidos alimentares como sumos ou águas. Não são aceites tampas de cortiça, de jerricans, de produtos perigosos e de embalagens de tintas, vernizes ou gordura.
A iniciativa “Coração Tampinhas”, reverte, neste momento, para a causa inscrita do Gonçalinho e está integrada na nova campanha do Município de Castro Marim intitulada “AMar – Aqui o Amor Acontece”, que «pretende valorizar o indivíduo e as riquezas socioculturais e económicas da comunidade, com o objetivo de despertar, sensibilizar e cultivar relações de afetos, combinando ao mesmo tempo com a defesa do ambiente e da sustentabilidade».
O Governo observa que «O setor agrícola apresenta-se particularmente sensível aos efeitos das alterações climáticas, com uma situação de seca com repercussão muito significativa na região da Algarve, cujos níveis de aprovisionamento hídrico têm registado uma diminuição preocupante»
As medidas excecionais de gestão do respetivo uso, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 26-A/2024, de 20 de fevereiro, implicam, nesta fase, uma possível redução até 25 % do volume de água consumido pelo setor agrícola, com a consequente quebra de produção e respetivos rendimentos.
O Governo diz aguardar a evolução das condições climatéricas nestes meses de fevereiro, março e abril, bem como dos consumos de água dos diversos utilizadores, monitorização da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
No âmbito da missão e atribuições da CCDR Algarve, I.P., nos termos dos artigos 3º e 4º do Decreto-lei nº 36/ 2023 , de 26 de maio, foi concertado entre os serviços desconcentrados da agricultura e pescas com o sector associativo agrícola da região confederações agrícolas, organizações de produtores e associações de regantes, a apresentação aos ministérios sectoriais competentes em razão da matéria, de um programa de apoio para compensação dos efeitos da seca e restrição do uso da água ao nível das explorações agropecuárias e entidades gestoras dos aproveitamentos hidroagrícolas públicos e a proposta de medidas de investimento em novas fontes de disponibilidade de água no curto prazo e melhoria da eficiência hídrica.
Com o objetivo de apoiar encargos de tesouraria para financiamento da atividade dos operadores da produção, transformação ou comercialização de produtos agrícolas, foi criada uma Linha de Crédito, designada «Linha de Tesouraria — setor agrícola II», com bonificação de juros de 100%, a pagar pelo IFAP.
O Governo diz estar a preparar «medidas de apoio ao investimento na construção de pequenas charcas e reservatórios, assim como de melhoria da eficiência hídrica em aproveitamentos hidroagrícolas, desde logo com o financiamento da medida especifica do PRR, monitorização e controlo dos consumos, gestão inteligente e combate às perdas nos sistemas, bem como relacionados com a captação do volume morto da barragem do Arade».
A CCDR Algarve I.P., no exercício da missão atribuída pela respetiva lei orgânica, vai manter um acompanhamento ativo e informado na implementação destas medidas, bem como na salvaguarda das disponibilidades de água para o setor agrícola.
Desde o passado dia 2 e até 29 de fevereiro, está aberto um período de apresentação de candidaturas à «Operação 3.2.2 – Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas, para captações de água subterrânea (furos), sistema de bombagem associado e painéis fotovoltaicos na zona do Sotavento Algarvio, com uma dotação orçamental total de 2.000.000 €, disponibilizados pelo PEPAC».
Estiveram presentes o alcaide de Ayamonte, Manuel Fernández, os presidentes das Câmaras Municipais de Castro Marim e Vila Real de Santo António, respetivamente Francisco Amaral e Álvaro Araújo, o reitor da Universidade do Algarve, Paulo Águas, os delegados territoriais da Conselharia de Formação Profissional e Educação, Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Escolas; Centros de Formação e Empresas, entre outras entidades.
Uma vez que a CCDR Algarve é a entidade territorial com responsabilidades de cooperação transfronteiriça, nos termos da Convenção de Valença, coube a José Apolinário, presidente desta Comissão, destaca a importância dos estágios profissionais e da prática profissional, sendo que 39% dos formandos em estágios profissionais em empresas começam a trabalhar com o mesmo empregador e 24% começam a trabalhar com outro empregador.
Falou também da articulação entre o ensino secundário e o ensino superior, assim como da posição estratégica da Eurocidade do Guadiana para desenvolver um Observatório Permanente do Emprego Transfronteiriço e da sua especialização na economia azul.